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Superintendência de Gestão Ambiental – GA.E André C. P. Cimbleris Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais
Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E
12 Hidrelétricas; 2 Termelétricas; 49 Subestações; ≈ 19.000 km Linhas de Transmissão  Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E Brasil;  Peru;  Namíbia;  Angola;  Moçambique
Parque Gerador USINAS  HIDRELÉTRICAS Usina de Baguari – 140 MW Usina de Corumbá – 375 MW Usina de Funil – 216 MW Usina de Furnas – 1.216 MW Usina de Itumbiara – 2.082 MW Usina de Luiz C. B. Carvalho (Estreito) – 1.050 MW Usina de Manso – 212 MW Usina de Marimbondo – 1.440 MW Usina de Mascarenhas de Moraes (Peixoto) – 476 MW Usina de Peixe Angical – 452 MW Usina de Porto Colômbia – 320 MW Usina de Serra da Mesa – 1.275 MW TOTAL: 9.254 MW Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E USINAS  TERMELÉTRICAS Usina de Campos – 30 MW Usina de Santa Cruz – 766 MW TOTAL: 796 MW
UTE   Santa Cruz 766 MW UHE Corumbá 375 MW UHE Estreito 1.050 MW UHE Furnas 1.216 MW UHE Mascarenhas de Moraes 476MW UHE Porto Colômbia 320MW UHE Marimbondo 1.440 MW UTE   Campos 30 MW UHE Serra da Mesa 1.275MW (48,46%) Parceria UHE Funil 216MW UHE Itumbiara 2.082 MW APM Manso 212MW (70%) Parceria UHE Peixe Angical 452MW (40%) SPE * Outras 6 Hidrelétricas em construção (Simplício-305,7 MW e PCH Anta-28 MW, Batalha-52,5 MW) ,   incluindo   aquelas realizadas em SPEs (Foz do Chapecó-855 MW, Retiro Baixo-82 MW,  Serra do Facão-210MW, Santo Antônio-3.150 MW e Inambari (Peru)-2.000 MW)  Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E UHE Baguari SPE 140 MW (15%)
Sistema de Transmissão Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E O país tem hoje mais de 176 mil quilômetros de Linhas de Transmissão, o que o coloca entre os quatro maiores no  ranking  mundial em extensão na área de transmissão.  Deste total,  19.277,5 km  fazem parte da rede básica da  Eletrobras Furnas , configurada em linhas com tensões de 138, 230, 345, 500, 750 kV e ± 600 kV, que passam por  oito estados e o Distrito Federal. Subestações - 49 Capacidade de Transformação Instalada - 101.651 MVA Transformadores - 642 Reatores  Shunt  e de Alisamento - 252 Disjuntores - 1.044 Compensadores Estáticos - 4 Compensadores Síncronos - 9 Extensão em Linhas de Transmissão - 19.278 km Quantidade de Estruturas de Linhas de Transmissão - 43.059
Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E Estrutura  Superintendência de Gestão Ambiental – GA.E GA.E ASA.E ALA.E APE.E DEA.E Comitê de Rec. Hídricos DNAT.E DSOE.E DSPP.E EHPF.E
APE.E – Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais POLÍTICAS AMBIENTAIS  Educação Ambiental, Florestal, Recursos Hídricos Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E
Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E ISE BOVESPA  (ELETROBRAS) Subcomitê de Meio Ambiente - SCMA/ELETROBRAS 10 GTs em atuação Créditos de Carbono  Simplício, Batalha e SPEs Planejamento para os Leilões   Orçamento e consolidação das informações de meio ambiente Estruturação da prestação de serviços   Engenharia do Proprietário (SPEs) e Empreendimentos no Exterior/ELB Outorgas de Recursos Hídricos para FURNAS Empreendimentos em construção e operação APE.E – Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais
Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E Auditorias Ambientais Compulsórias Rio de Janeiro e Paraná Implantação SGA SE Foz do Iguaçu e SE Ibiúna  P&D Meio Ambiente  emissões de   GEE em Reservatórios Hidrelétricos; Hidro_Clim e outros. APE.E – Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais
“ Fundado em 1997, o CEBDS é uma coalizão dos maiores e mais expressivos grupos empresariais do Brasil. Como representante do World Business Council for Sustainable Development ( WBCSD ), o CEBDS integra uma rede global de mais de 50 conselhos nacionais que estão trabalhando para disseminar uma nova maneira de fazer negócios ao redor do mundo.”  Fonte:  http://www.cebds.org.br/cebds/cebds-quem-somos.asp “ Our mission is to provide business leadership as a catalyst for change toward sustainable development, and to support the business license to operate, innovate and grow in a world increasingly shaped by sustainable development issues.” Fonte:   http://www.wbcsd.org/ Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E
Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E Numa iniciativa inédita no país, o  CEBDS e empresas associadas ,  em  conjunto com entidades ambientalistas , apresentaram em  08/08/2007 ,  em Brasília, o  Pacto de Ação   em Defesa do Clima   à Frente Parlamentar Ambientalista.  Cinco empresas foram signatárias do pacto: Aracruz, Alcoa, Petrobras,  Furnas, Shell e Votorantim. As ONGs ambientalistas que assinaram  o documento são Greenpeace, TNC e WWF.  O objetivo do pacto é mobilizar a sociedade brasileira para reduzir os níveis  de emissões de gases de efeito estufa no país e, assim, contribuir para que  a temperatura média do planeta não ultrapasse 2º C até 2100.
Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E Depois de advertir sobre os riscos do aquecimento global, o  Pacto  de Ação em Defesa do Clima  prega a adoção de exemplos positivos,  estabelecendo uma Política Nacional de Mudança Climática baseada  em dez itens:  1) o fim do desmatamento, garantindo maior governança nas florestas,  por meio de políticas de combate ao desmatamento na Amazônia, na  Mata Atlântica e em outras regiões florestais brasileiras e o fortalecimento  das instituições responsáveis pela implementação e fiscalização; 2) fomento a iniciativas que visam a incorporar  à matriz  brasileira, de forma  sustentável,  energia proveniente de fontes renováveis, aproveitando as  imensas potencialidades do País nessa área;
Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E 3) conscientização da sociedade quanto aos efeitos adversos da mudança  do clima, bem como quanto às medidas que estão sendo tomadas para  reduzir nossas emissões; 4) identificação das vulnerabilidades do País à mudança climática, inclusive  no que diz respeito à biodiversidade, e definição das medidas de adaptação  necessárias; 5) o estabelecimento de metas de redução de emissões, que as empresas  podem adotar e a formalização de uma posição internacional mais ativa e  comprometida com a redução da emissão de gases de efeito estufa,  envolvendo instituições públicas, privadas e da sociedade civil;
Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E 6) ampliação da Comissão Interministerial de Mudanças do Clima,  assegurando a participação ativa de outros setores da sociedade, como  empresas e organizações da sociedade civil, inclusive na definição da  posição brasileira em fóruns internacionais relacionados ao tema; 7) pesquisas que promovam o valor econômico de nossa biodiversidade; 8) consideração e priorização das questões sócio-ambientais, inclusive a  mudança climática, nos programas e ações dos Planos Plurianuais;
Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E 9) estimular a disseminação de exemplos positivos, tais como programas  de eficiência energética e a ampliação do uso sustentável de combustíveis  provenientes de fontes renováveis; 10) fomentar o desenvolvimento de um mercado nacional para energias  limpas como solar, eólica, pequenas centrais hidroelétricas e outras.
Inventário de GEE Em maio de 2008 é lançado o Programa Brasileiro  GHG Protocol Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E U.S. Agency for International Development
Abordagens Controle Operacional “ A organização responde por 100% das emissões de GEE das unidades sobre as quais tem controle operacional, não respondendo por aquelas provenientes de operações nas quais tem apenas participação societária.” Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E Participação Societária “ A organização contabiliza as emissões de GEE decorrentes de suas operações conforme a sua participação no capital de determinada operação.”
Escopos Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E ESCOPO 1   Emissões diretas ESCOPO 2   Emissões indiretas Grid  Elétrico ESCOPO 3  Outras emissões indiretas Não obrigatório.
Combustão Estacionária  para geração de eletricidade, vapor, calor ou energia com o uso de equipamento (caldeiras, fornos, queimadores, turbinas, aquecedores, incineradores, motores, fachos etc.) em um local fixo; Escopo 1 – Emissões Diretas Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E Combustão Móvel  para transportes em geral (frota operacional da empresa) e veículos fora de estrada, tais como os usados em construção, agricultura e florestas; UTE Santa Cruz + UTE Campos + Equipamentos Frota Operacional + Veículos fora de estrada    (empilhadeiras, etc.)
Emissões Fugitivas: liberações da produção, processamento, transmissão, armazenagem e uso de combustíveis e  liberações não intencionais de substâncias que não passem por chaminés, drenos, tubos de escape ou outra abertura funcionalmente equivalente, tais como liberação de hexafluoreto de enxofre (SF 6 ) em equipamentos elétricos, vazamento de hidrofluorcarbonos (HFCs) durante o uso de equipamento de refrigeração e ar condicionado e vazamento de metano (CH 4 ) no transporte de gás natural; Escopo 1 – Emissões Diretas SE Blindada de Grajaú e Disjuntores SF 6
Emissões de processos físicos e químicos :  emissões que não sejam de combustão, resultantes de processos físicos ou químicos, tais como as emissões de CO 2  da calcinação na fabricação de cimento, as emissões de CO 2  da quebra catalítica no processamento petroquímico, as emissões de PFC da fundição do alumínio etc. Escopo 1 – Emissões Diretas Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E Emissões agrícolas:   (i) Fermentação entérica (CH 4 );  (ii) Manejo de esterco (CH 4 , N 2 O); (iii) Cultivo do arroz (CH 4 ); (iv) Preparo do solo (CO 2 , CH 4 , N 2 O); (v) Queima prescrita da vegetação nativa (CH 4 , N 2 O); (vi) Queima dos resíduos agrícolas (CH 4 , N 2 O)
“ Emissões de GEE provenientes da aquisição de energia elétrica e térmica que é consumida pela empresa. A energia adquirida é definida como sendo aquela que é comprada ou então trazida para dentro dos limites organizacionais da empresa.” Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E Escopo 2 – Emissões Indiretas de GEE de energia E.C.; Escritórios de Representação; Estações de Microondas...
Escopos Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E ESCOPO 1  Emissões diretas ESCOPO 2  Emissões indiretas Combustão Estacionária Combustão Móvel Emissões Fugitivas (SF 6 ) Grid  Elétrico
João Leonardo Soito - PPE/COPPE/UFRJ (coordenação)  Ricardo Félix – PPE/COPPE/UFRJ Alice Uzeda  (Estagiária UFRJ – Engª Química) Equipes 2008 e 2009 Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E João Leonardo Soito - PPE/COPPE/UFRJ (coordenação)  Ricardo Félix - PPE/COPPE/UFRJ Carolina Veiga e Laura Pereira  (Estagiárias UFF – Engª Ambiental) 2008 2009
INVENTÁRIO DE GEE 2008 Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E
Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E Escopo 1 - Fontes Móveis   Escopo 1 - Fontes Fixas Escopo 1 – Fugitivas - SF 6 Escopo 2 –  Grid  Elétrico
Abordagem de Controle Operacional (2008) Escopos 1 e 2:  303.724  tCO 2eq. Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E ESCOPO 1: 301.423 tCO 2eq. CO 2  157.996 tCO2eq. CH 4   143 tCO2eq. N 2 O  465 tCO2eq. SF 6   142.819 tCO2eq. ESCOPO 2: 2.301 tCO 2eq. CO 2  2.301 tCO2eq. ESCOPO 1  Emissões diretas ESCOPO 2  Emissões indiretas
O Gás Hexafluoreto de Enxofre – SF 6 Equipamentos e SEs mais compactas; Não inflamável; GWP –  Global Warming Potential -  22.800  Fonte: AR-4 ( Fourth Assessment Report ) http://www.ipcc.ch/ Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E
Por Tipos de Fontes Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E Combustão Estacionária  154.946 tCO 2eq. Combustão Móvel  3.658 tCO2eq. Fugitivas  142.819 tCO2eq. (SF 6 ) Por Unidade de Operação Dificuldade em se obter o nível de desagregação adequado. Unidade de Operação Emissões Escopo 1 Emissões Escopo 2 Dir. Presidência 30  tCO 2eq.   0  tCO 2eq.   Dir. Engenharia 2  tCO 2eq.   2,2  tCO 2eq.   Dir. Operação 300.304 1.424,1  tCO 2eq.   Dir. Construção 539  tCO 2eq.   848,3  tCO 2eq.   Dir. Financeira 0  tCO 2eq.   0  tCO 2eq.   Dir. Gestão Corp. 548  tCO 2eq.   27  tCO 2eq.   Total 301.423  tCO 2eq.   2.301  tCO 2eq.
Fontes Estacionárias UTE Campos   (30MW) 43.320 tCO2-eq UTE Santa Cruz (766MW) 111.110 tCO2-eq TOTAL UTEs = 154.427 tCO 2-eq Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E TOTAL ESTACIONÁRIAS = 154.946 tCO 2-eq TOTAL EQUIPs = 519 tCO 2-eq
Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E
Fatos Relevantes Inventário GEE 2008 Grande participação do Gás Hexafluoreto de Enxofre (SF 6 ) 142.819 tCO 2eq.   (47%) Emissões do SF 6  na mesma ordem de grandeza das emissões das Fontes Estacionárias  154.946 tCO 2eq.   (51%)  (99,67% das UTE’s) Equipe reduzida – Grande volume de dados Necessidade de automatização Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E
INVENTÁRIO DE GEE 2009 Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E
Abordagem de Controle Operacional (2009) Escopos 1 e 2  115.450  tCO 2eq. (303.724  tCO 2eq. ) Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E ESCOPO 1  114.736,71tCO 2eq.  (301.423 tCO 2eq. )  CO 2  4.148,21 tCO 2eq.   (157.996 tCO 2eq. ) CH 4   16,5 tCO 2eq.   (143 tCO 2eq. ) N 2 O  60,4 tCO 2eq.   (465 tCO 2eq. ) SF 6   110.511,6 tCO 2eq.   (142.819 tCO 2eq. ) ESCOPO 2  714,5 tCO 2eq.  (2.301 tCO 2eq. ) CO 2  714,50 tCO 2eq.   (2.301 tCO 2eq. ) ESCOPO 1  Emissões diretas ESCOPO 2  Emissões indiretas
Por tipos de Fontes Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E   2009 2008 Fonte Estacionária  1.947 tCO 2eq.  154.946 tCO 2eq. Fonte Móvel  2.278,44 tCO 2eq.  3.658 tCO 2eq.  Fugitivas  110.511,6 tCO 2eq.  142.819 tCO 2eq. (SF 6 ) Grid  Elétrico  714,50 tCO 2eq.  2.301 tCO 2eq.
Fontes Estacionárias Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E UTE Campos   (30MW) UTE Santa Cruz (766MW) Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E TOTAL ESTACIONÁRIAS  2009  = 1.947 tCO 2-eq TOTAL ESTACIONÁRIAS  2008  = 154.946 tCO 2-eq
Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E
Emissões de GEE (2008 -2009) Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E As emissões fugitivas de SF 6  não aumentaram. A UTE Santa Cruz foi pouco despachada pelo ONS – Operador Nacional do Sistema Elétrico.
Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E 2008 2009
Emissões Combustão Estacionária (2008-2009) Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E
Fatos Relevantes Inventário GEE 2009 Grande participação do Gás Hexafluoreto de Enxofre (SF 6 ) 110.511,6 tCO 2eq.   em 2009  e 142.819 tCO 2eq.   (47%) em 2008 Emissões do SF 6  ultrapassam as emissões das Fontes Estacionárias em 2009 1.947 tCO 2eq.   em 2009  e 154.946 tCO 2eq.   (51%) em 2008 MOTIVO:  Despacho ONS – Operador Nacional do Sistema Elétrico Necessidade em se obter o nível de desagregação adequado  (por unidade operacional); Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E
Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E Estratégia Inventário 2010 Necessidade de  automatização do envio dos dados básicos  (consumo de combustíveis, energia elétrica....) Articulação junto ao Departamento de Desenvolvimento de Sistemas – DDS.G; Necessidade de definição da  sistematização do processo de coleta dos dados  (apoio de consultoria especializada); Desenvolvimento do  relatório  (externo e interno) do Inventário de  GEE (além do  template  GHG  Protocol ); Necessidade de desenvolvimento do  protocolo  do Inventário de GEE(apoio de consultoria especializada); Necessidade de  treinamento; CERTIFICAÇÃO POR TERCEIRA PARTE.
Obrigado. João Leonardo Soito Superintendência de Gestão Ambiental – GA.E Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E Tel: 21 2528-2244 E-mail: jsoito@furnas.com.br Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E André Carlos Prates Cimbleris Superintendência de Gestão Ambiental – GA.E Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E  Tel: 21 2528-4609 E-mail: andrec@furnas.com.br
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Inventário Corporativo de Emissões de Gases do Efeito Estufa

  • 1. Superintendência de Gestão Ambiental – GA.E André C. P. Cimbleris Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais
  • 2. Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E
  • 3. 12 Hidrelétricas; 2 Termelétricas; 49 Subestações; ≈ 19.000 km Linhas de Transmissão Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E Brasil; Peru; Namíbia; Angola; Moçambique
  • 4. Parque Gerador USINAS HIDRELÉTRICAS Usina de Baguari – 140 MW Usina de Corumbá – 375 MW Usina de Funil – 216 MW Usina de Furnas – 1.216 MW Usina de Itumbiara – 2.082 MW Usina de Luiz C. B. Carvalho (Estreito) – 1.050 MW Usina de Manso – 212 MW Usina de Marimbondo – 1.440 MW Usina de Mascarenhas de Moraes (Peixoto) – 476 MW Usina de Peixe Angical – 452 MW Usina de Porto Colômbia – 320 MW Usina de Serra da Mesa – 1.275 MW TOTAL: 9.254 MW Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E USINAS TERMELÉTRICAS Usina de Campos – 30 MW Usina de Santa Cruz – 766 MW TOTAL: 796 MW
  • 5. UTE Santa Cruz 766 MW UHE Corumbá 375 MW UHE Estreito 1.050 MW UHE Furnas 1.216 MW UHE Mascarenhas de Moraes 476MW UHE Porto Colômbia 320MW UHE Marimbondo 1.440 MW UTE Campos 30 MW UHE Serra da Mesa 1.275MW (48,46%) Parceria UHE Funil 216MW UHE Itumbiara 2.082 MW APM Manso 212MW (70%) Parceria UHE Peixe Angical 452MW (40%) SPE * Outras 6 Hidrelétricas em construção (Simplício-305,7 MW e PCH Anta-28 MW, Batalha-52,5 MW) , incluindo aquelas realizadas em SPEs (Foz do Chapecó-855 MW, Retiro Baixo-82 MW, Serra do Facão-210MW, Santo Antônio-3.150 MW e Inambari (Peru)-2.000 MW) Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E UHE Baguari SPE 140 MW (15%)
  • 6. Sistema de Transmissão Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E O país tem hoje mais de 176 mil quilômetros de Linhas de Transmissão, o que o coloca entre os quatro maiores no ranking mundial em extensão na área de transmissão. Deste total, 19.277,5 km fazem parte da rede básica da Eletrobras Furnas , configurada em linhas com tensões de 138, 230, 345, 500, 750 kV e ± 600 kV, que passam por oito estados e o Distrito Federal. Subestações - 49 Capacidade de Transformação Instalada - 101.651 MVA Transformadores - 642 Reatores Shunt e de Alisamento - 252 Disjuntores - 1.044 Compensadores Estáticos - 4 Compensadores Síncronos - 9 Extensão em Linhas de Transmissão - 19.278 km Quantidade de Estruturas de Linhas de Transmissão - 43.059
  • 7. Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E Estrutura Superintendência de Gestão Ambiental – GA.E GA.E ASA.E ALA.E APE.E DEA.E Comitê de Rec. Hídricos DNAT.E DSOE.E DSPP.E EHPF.E
  • 8. APE.E – Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais POLÍTICAS AMBIENTAIS Educação Ambiental, Florestal, Recursos Hídricos Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E
  • 9. Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E ISE BOVESPA (ELETROBRAS) Subcomitê de Meio Ambiente - SCMA/ELETROBRAS 10 GTs em atuação Créditos de Carbono Simplício, Batalha e SPEs Planejamento para os Leilões Orçamento e consolidação das informações de meio ambiente Estruturação da prestação de serviços Engenharia do Proprietário (SPEs) e Empreendimentos no Exterior/ELB Outorgas de Recursos Hídricos para FURNAS Empreendimentos em construção e operação APE.E – Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais
  • 10. Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E Auditorias Ambientais Compulsórias Rio de Janeiro e Paraná Implantação SGA SE Foz do Iguaçu e SE Ibiúna P&D Meio Ambiente emissões de GEE em Reservatórios Hidrelétricos; Hidro_Clim e outros. APE.E – Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais
  • 11. “ Fundado em 1997, o CEBDS é uma coalizão dos maiores e mais expressivos grupos empresariais do Brasil. Como representante do World Business Council for Sustainable Development ( WBCSD ), o CEBDS integra uma rede global de mais de 50 conselhos nacionais que estão trabalhando para disseminar uma nova maneira de fazer negócios ao redor do mundo.” Fonte: http://www.cebds.org.br/cebds/cebds-quem-somos.asp “ Our mission is to provide business leadership as a catalyst for change toward sustainable development, and to support the business license to operate, innovate and grow in a world increasingly shaped by sustainable development issues.” Fonte: http://www.wbcsd.org/ Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E
  • 12. Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E Numa iniciativa inédita no país, o CEBDS e empresas associadas , em conjunto com entidades ambientalistas , apresentaram em 08/08/2007 , em Brasília, o Pacto de Ação em Defesa do Clima à Frente Parlamentar Ambientalista. Cinco empresas foram signatárias do pacto: Aracruz, Alcoa, Petrobras, Furnas, Shell e Votorantim. As ONGs ambientalistas que assinaram o documento são Greenpeace, TNC e WWF. O objetivo do pacto é mobilizar a sociedade brasileira para reduzir os níveis de emissões de gases de efeito estufa no país e, assim, contribuir para que a temperatura média do planeta não ultrapasse 2º C até 2100.
  • 13. Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E Depois de advertir sobre os riscos do aquecimento global, o Pacto de Ação em Defesa do Clima prega a adoção de exemplos positivos, estabelecendo uma Política Nacional de Mudança Climática baseada em dez itens: 1) o fim do desmatamento, garantindo maior governança nas florestas, por meio de políticas de combate ao desmatamento na Amazônia, na Mata Atlântica e em outras regiões florestais brasileiras e o fortalecimento das instituições responsáveis pela implementação e fiscalização; 2) fomento a iniciativas que visam a incorporar  à matriz  brasileira, de forma sustentável,  energia proveniente de fontes renováveis, aproveitando as imensas potencialidades do País nessa área;
  • 14. Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E 3) conscientização da sociedade quanto aos efeitos adversos da mudança do clima, bem como quanto às medidas que estão sendo tomadas para reduzir nossas emissões; 4) identificação das vulnerabilidades do País à mudança climática, inclusive no que diz respeito à biodiversidade, e definição das medidas de adaptação necessárias; 5) o estabelecimento de metas de redução de emissões, que as empresas podem adotar e a formalização de uma posição internacional mais ativa e comprometida com a redução da emissão de gases de efeito estufa, envolvendo instituições públicas, privadas e da sociedade civil;
  • 15. Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E 6) ampliação da Comissão Interministerial de Mudanças do Clima, assegurando a participação ativa de outros setores da sociedade, como empresas e organizações da sociedade civil, inclusive na definição da posição brasileira em fóruns internacionais relacionados ao tema; 7) pesquisas que promovam o valor econômico de nossa biodiversidade; 8) consideração e priorização das questões sócio-ambientais, inclusive a mudança climática, nos programas e ações dos Planos Plurianuais;
  • 16. Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E 9) estimular a disseminação de exemplos positivos, tais como programas de eficiência energética e a ampliação do uso sustentável de combustíveis provenientes de fontes renováveis; 10) fomentar o desenvolvimento de um mercado nacional para energias limpas como solar, eólica, pequenas centrais hidroelétricas e outras.
  • 17. Inventário de GEE Em maio de 2008 é lançado o Programa Brasileiro GHG Protocol Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E U.S. Agency for International Development
  • 18. Abordagens Controle Operacional “ A organização responde por 100% das emissões de GEE das unidades sobre as quais tem controle operacional, não respondendo por aquelas provenientes de operações nas quais tem apenas participação societária.” Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E Participação Societária “ A organização contabiliza as emissões de GEE decorrentes de suas operações conforme a sua participação no capital de determinada operação.”
  • 19. Escopos Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E ESCOPO 1 Emissões diretas ESCOPO 2 Emissões indiretas Grid Elétrico ESCOPO 3 Outras emissões indiretas Não obrigatório.
  • 20. Combustão Estacionária para geração de eletricidade, vapor, calor ou energia com o uso de equipamento (caldeiras, fornos, queimadores, turbinas, aquecedores, incineradores, motores, fachos etc.) em um local fixo; Escopo 1 – Emissões Diretas Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E Combustão Móvel para transportes em geral (frota operacional da empresa) e veículos fora de estrada, tais como os usados em construção, agricultura e florestas; UTE Santa Cruz + UTE Campos + Equipamentos Frota Operacional + Veículos fora de estrada (empilhadeiras, etc.)
  • 21. Emissões Fugitivas: liberações da produção, processamento, transmissão, armazenagem e uso de combustíveis e liberações não intencionais de substâncias que não passem por chaminés, drenos, tubos de escape ou outra abertura funcionalmente equivalente, tais como liberação de hexafluoreto de enxofre (SF 6 ) em equipamentos elétricos, vazamento de hidrofluorcarbonos (HFCs) durante o uso de equipamento de refrigeração e ar condicionado e vazamento de metano (CH 4 ) no transporte de gás natural; Escopo 1 – Emissões Diretas SE Blindada de Grajaú e Disjuntores SF 6
  • 22. Emissões de processos físicos e químicos : emissões que não sejam de combustão, resultantes de processos físicos ou químicos, tais como as emissões de CO 2 da calcinação na fabricação de cimento, as emissões de CO 2 da quebra catalítica no processamento petroquímico, as emissões de PFC da fundição do alumínio etc. Escopo 1 – Emissões Diretas Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E Emissões agrícolas: (i) Fermentação entérica (CH 4 ); (ii) Manejo de esterco (CH 4 , N 2 O); (iii) Cultivo do arroz (CH 4 ); (iv) Preparo do solo (CO 2 , CH 4 , N 2 O); (v) Queima prescrita da vegetação nativa (CH 4 , N 2 O); (vi) Queima dos resíduos agrícolas (CH 4 , N 2 O)
  • 23. “ Emissões de GEE provenientes da aquisição de energia elétrica e térmica que é consumida pela empresa. A energia adquirida é definida como sendo aquela que é comprada ou então trazida para dentro dos limites organizacionais da empresa.” Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E Escopo 2 – Emissões Indiretas de GEE de energia E.C.; Escritórios de Representação; Estações de Microondas...
  • 24. Escopos Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E ESCOPO 1 Emissões diretas ESCOPO 2 Emissões indiretas Combustão Estacionária Combustão Móvel Emissões Fugitivas (SF 6 ) Grid Elétrico
  • 25. João Leonardo Soito - PPE/COPPE/UFRJ (coordenação) Ricardo Félix – PPE/COPPE/UFRJ Alice Uzeda (Estagiária UFRJ – Engª Química) Equipes 2008 e 2009 Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E João Leonardo Soito - PPE/COPPE/UFRJ (coordenação) Ricardo Félix - PPE/COPPE/UFRJ Carolina Veiga e Laura Pereira (Estagiárias UFF – Engª Ambiental) 2008 2009
  • 26. INVENTÁRIO DE GEE 2008 Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E
  • 27. Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E Escopo 1 - Fontes Móveis Escopo 1 - Fontes Fixas Escopo 1 – Fugitivas - SF 6 Escopo 2 – Grid Elétrico
  • 28. Abordagem de Controle Operacional (2008) Escopos 1 e 2: 303.724 tCO 2eq. Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E ESCOPO 1: 301.423 tCO 2eq. CO 2 157.996 tCO2eq. CH 4 143 tCO2eq. N 2 O 465 tCO2eq. SF 6 142.819 tCO2eq. ESCOPO 2: 2.301 tCO 2eq. CO 2 2.301 tCO2eq. ESCOPO 1 Emissões diretas ESCOPO 2 Emissões indiretas
  • 29. O Gás Hexafluoreto de Enxofre – SF 6 Equipamentos e SEs mais compactas; Não inflamável; GWP – Global Warming Potential - 22.800 Fonte: AR-4 ( Fourth Assessment Report ) http://www.ipcc.ch/ Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E
  • 30. Por Tipos de Fontes Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E Combustão Estacionária 154.946 tCO 2eq. Combustão Móvel 3.658 tCO2eq. Fugitivas 142.819 tCO2eq. (SF 6 ) Por Unidade de Operação Dificuldade em se obter o nível de desagregação adequado. Unidade de Operação Emissões Escopo 1 Emissões Escopo 2 Dir. Presidência 30 tCO 2eq. 0 tCO 2eq. Dir. Engenharia 2 tCO 2eq. 2,2 tCO 2eq. Dir. Operação 300.304 1.424,1 tCO 2eq. Dir. Construção 539 tCO 2eq. 848,3 tCO 2eq. Dir. Financeira 0 tCO 2eq. 0 tCO 2eq. Dir. Gestão Corp. 548 tCO 2eq. 27 tCO 2eq. Total 301.423 tCO 2eq. 2.301 tCO 2eq.
  • 31. Fontes Estacionárias UTE Campos (30MW) 43.320 tCO2-eq UTE Santa Cruz (766MW) 111.110 tCO2-eq TOTAL UTEs = 154.427 tCO 2-eq Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E TOTAL ESTACIONÁRIAS = 154.946 tCO 2-eq TOTAL EQUIPs = 519 tCO 2-eq
  • 32. Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E
  • 33. Fatos Relevantes Inventário GEE 2008 Grande participação do Gás Hexafluoreto de Enxofre (SF 6 ) 142.819 tCO 2eq. (47%) Emissões do SF 6 na mesma ordem de grandeza das emissões das Fontes Estacionárias 154.946 tCO 2eq. (51%) (99,67% das UTE’s) Equipe reduzida – Grande volume de dados Necessidade de automatização Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E
  • 34. INVENTÁRIO DE GEE 2009 Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E
  • 35. Abordagem de Controle Operacional (2009) Escopos 1 e 2 115.450 tCO 2eq. (303.724 tCO 2eq. ) Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E ESCOPO 1 114.736,71tCO 2eq. (301.423 tCO 2eq. ) CO 2 4.148,21 tCO 2eq. (157.996 tCO 2eq. ) CH 4 16,5 tCO 2eq. (143 tCO 2eq. ) N 2 O 60,4 tCO 2eq. (465 tCO 2eq. ) SF 6 110.511,6 tCO 2eq. (142.819 tCO 2eq. ) ESCOPO 2 714,5 tCO 2eq. (2.301 tCO 2eq. ) CO 2 714,50 tCO 2eq. (2.301 tCO 2eq. ) ESCOPO 1 Emissões diretas ESCOPO 2 Emissões indiretas
  • 36. Por tipos de Fontes Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E 2009 2008 Fonte Estacionária 1.947 tCO 2eq. 154.946 tCO 2eq. Fonte Móvel 2.278,44 tCO 2eq. 3.658 tCO 2eq. Fugitivas 110.511,6 tCO 2eq. 142.819 tCO 2eq. (SF 6 ) Grid Elétrico 714,50 tCO 2eq. 2.301 tCO 2eq.
  • 37. Fontes Estacionárias Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E UTE Campos (30MW) UTE Santa Cruz (766MW) Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E TOTAL ESTACIONÁRIAS 2009 = 1.947 tCO 2-eq TOTAL ESTACIONÁRIAS 2008 = 154.946 tCO 2-eq
  • 38. Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E
  • 39. Emissões de GEE (2008 -2009) Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E As emissões fugitivas de SF 6 não aumentaram. A UTE Santa Cruz foi pouco despachada pelo ONS – Operador Nacional do Sistema Elétrico.
  • 40. Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E 2008 2009
  • 41. Emissões Combustão Estacionária (2008-2009) Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E
  • 42. Fatos Relevantes Inventário GEE 2009 Grande participação do Gás Hexafluoreto de Enxofre (SF 6 ) 110.511,6 tCO 2eq. em 2009 e 142.819 tCO 2eq. (47%) em 2008 Emissões do SF 6 ultrapassam as emissões das Fontes Estacionárias em 2009 1.947 tCO 2eq. em 2009 e 154.946 tCO 2eq. (51%) em 2008 MOTIVO: Despacho ONS – Operador Nacional do Sistema Elétrico Necessidade em se obter o nível de desagregação adequado (por unidade operacional); Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E
  • 43. Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E Estratégia Inventário 2010 Necessidade de automatização do envio dos dados básicos (consumo de combustíveis, energia elétrica....) Articulação junto ao Departamento de Desenvolvimento de Sistemas – DDS.G; Necessidade de definição da sistematização do processo de coleta dos dados (apoio de consultoria especializada); Desenvolvimento do relatório (externo e interno) do Inventário de GEE (além do template GHG Protocol ); Necessidade de desenvolvimento do protocolo do Inventário de GEE(apoio de consultoria especializada); Necessidade de treinamento; CERTIFICAÇÃO POR TERCEIRA PARTE.
  • 44. Obrigado. João Leonardo Soito Superintendência de Gestão Ambiental – GA.E Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E Tel: 21 2528-2244 E-mail: jsoito@furnas.com.br Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E André Carlos Prates Cimbleris Superintendência de Gestão Ambiental – GA.E Assessoria de Políticas e Estudos Ambientais – APE.E Tel: 21 2528-4609 E-mail: andrec@furnas.com.br