Experimentando a GC como suporte a Estratégia - Case Vale

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Apresentação de Alexandre Sonntag durante o painel Experimentando a GC como suporte a Estratégia - 29/10/2013

Fórum Executivo SBGC
29 e 30 de outubro de 2013 em São Paulo.

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Experimentando a GC como suporte a Estratégia - Case Vale

  1. 1. Gestão do Conhecimento para área de Projetos
  2. 2. Ressalva Esta apresentação pode incluir declarações que apresentem expectativas da Vale sobre eventos ou resultados futuros. Todas as declarações quando baseadas em expectativas futuras, e não em fatos históricos, envolvem vários riscos e incertezas. A Vale não pode garantir que tais declarações venham a ser corretas. Tais riscos e incertezas incluem fatores relacionados a: (a) países onde temos operações, principalmente Brasil e Canadá, (b) economia global, (c) mercado de capitais, (d) negócio de minérios e metais e sua dependência à produção industrial global, que é cíclica por natureza, e (e) elevado grau de competição global nos mercados onde a Vale opera. Para obter informações adicionais sobre fatores que possam originar resultados diferentes daqueles estimados pela Vale, favor consultar os relatórios arquivados na Comissão de Valores Mobiliários – CVM, na Autorité des Marchés Financiers (AMF), na U.S. Securities and Exchange Commission – SEC e no The Stock Exchange of Hong Kong Limited, e em particular os fatores discutidos nas seções “Estimativas e projeções” e “Fatores de risco” no Relatório Anual - Form 20F da Vale.”
  3. 3. Agenda A Vale Nossos Projetos de Capital e grandes desafios Modelo de Gestão de conhecimento para projetos Ferramentas Desafios superados, resultados obtidos, recomendações
  4. 4. Somos a Vale Mineradora global com sede no Brasil • Líder mundial na produção de minério de ferro e pelotas e o segundo maior produtor de níquel • Empregados da Vale em Itabira / MG Renato Stockler das Neves Filho / Agência Vale • Também produzimos cobre, carvão metalúrgico, fertilizantes, manganês, ferroligas, cobalto e metais do grupo da platina • Investimos em logística e energia
  5. 5. Transformar recursos naturais em prosperidade e desenvolvimento sustentável Visão Ser a empresa de recursos naturais global número um em criação de valor de longo prazo, com excelência, paixão pelas pessoas e pelo planeta Valores A vida em primeiro lugar Valorizar quem faz a nossa empresa Cuidar do nosso planeta Agir de forma correta Crescer e evoluir juntos Fazer acontecer Complexo Portuário Sul – CPBS / RJ Márcio Dantas Valença / Agência Vale Missão
  6. 6. 1942 Criada por decreto-lei, em 1º de junho de 1942, as operações eram concentradas em Minas Gerais. Em seu primeiro ano, produziu 40 mil toneladas de minério de ferro, quantidade equivalente à que é embarcada por hora atualmente. 40 mil toneladas Mina de Carajás / PA Salviano Machado / Agência Vale
  7. 7. 1997 6 de maio 350 MI Valor de mercado: Empregados: 10,5 BI 11 mil (diretos) US$ Lucro líquido: US$ Privatizada em: 2012 111,044 BI 5,4 BI US$ Lucro líquido: US$ Valor de mercado: Empregados: 195 mil (próprios e prestadores de serviço)
  8. 8. 2013 Com sede no Rio de Janeiro, nossas operações, laboratórios de pesquisa, projetos e escritórios estão presentes nos cinco continentes.
  9. 9. Correia transportadora da Mina de Conceição / MG Beto Felício / Agência Vale Nossas atividades Mineração Temos o compromisso de manter nossa posição de liderança no mercado global de minério de ferro, por meio do aumento da capacidade de produção, alinhados com o crescimento da demanda; do controle de custos, e do fortalecimento da nossa infraestrutura ferroviária e portuária. Buscamos também expandir nossa base de recursos, com um amplo programa de exploração mineral.
  10. 10. Estrada de Ferro Vitória a Minas / MG Eugênio Sávio / Agência Vale Logística A Vale é a empresa que mais investe em logística no Brasil. Para garantir agilidade e segurança no transporte de nosso minério, temos uma rede de logística que integra minas, ferrovias, navios e portos. Contamos com infraestrutura própria, transportamos carga para terceiros e oferecemos duas linhas de trem de passageiros no Brasil.
  11. 11. Usina Hidrelétrica Igarapava Paulo Arumaá / Agência Vale Energia Energia é um dos insumos fundamentais para a sustentabilidade das nossas atividades. A Vale pesquisa e investe em fontes de energia renováveis, como biodiesel, hidrelétricas e energia eólica. Além disso, desenvolvemos tecnologias para reduzir o consumo de energia em nossas operações.
  12. 12. A Vale entregou 40 projetos entre 2002 e 2012 Projetos executados Fazendão Alunorte 687 Dalian UHC Funil São Luís 2002 Carajás 85 Mtpa Capim Branco I Alunorte 485 Brucutu Capão Xavier Pier III PDM Candonga Sossego 2003 Mo I Rana Alunorte 3 Carajás 70 Mtpa Trombetas 2004 2005 Almorés TaquariVassouras Fábrica Nova 2006 Samarco III Zhuhai Corredor Norte Paragominas 2007 Capim Branco II Paragominas I Carajás 100 Mtpa 2008 Carajás 20 Mtpa TKCSA Bayóvar Tres Valles 2009 Itabiritos 2010 Salobo Lubambe 2011 Onça Puma Moatize Estreito Karebbe Omã 2012
  13. 13. Investimentos 20,6 19,4 19,4 18,4 16,3 12,7 11,0 10,3 *Fonte: Relações com investidores da Vale US$ bilhões 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Mais de US$ 116 bilhões nos últimos 8 anos¹ 2011 2012 2013 1 - Inclui aquisições 4,9
  14. 14. Projeto Ferro Carajás S11D / PA Kaíque Alves / Agência Vale Minério de ferro A Vale é a maior produtora mundial de minério de ferro e pelotas, matérias-primas essenciais para a fabricação de aço. Nossas minas estão concentradas no Brasil, onde operamos também plantas de pelotização. Investimos em tecnologia para aumentar a vida útil de minas de minério de ferro, beneficiando minérios de baixo teor, aumentando nossa capacidade de produção e contribuindo para a preservação do meio ambiente. No Pará, o projeto S11D reúne o aprendizado da Vale em mineração na Amazônia. O empreendimento, que permitirá à Vale manter a liderança mundial no fornecimento de minério de ferro, apresentará uma economia de 93% no consumo de água, 77% no uso de combustível e 50% de redução na emissão de gases de efeito estufa, se comparado aos métodos convencionais.
  15. 15. Metais básicos Metal essencial para a produção de itens como moedas e carros, é produzido pela Vale, no Canadá, na Indonésia e na Nova Caledônia. Também temos refinarias, próprias ou por meio de joint ventures, na China, na Coreia do Sul, no Japão, no Reino Unido e em Taiwan. Na Indonésia, nossa iniciativa de recuperação ambiental de áreas produtoras de níquel foi premiada quatro vezes consecutivas pelo governo local. O programa inclui revegetação do entorno das minas e recuperação do solo, além do plantio de grama, leguminosas e árvores, criando um microclima adequado à reintrodução de espécies nativas. Refinaria de níquel - Dalian (China) - Foto: Olli Geibel Níquel
  16. 16. Planta de Cobre de Tres Valles / Chile Roberto Garrido / Agência Vale Metais básicos Cobre Metal usado na fabricação de equipamentos eletrônicos, é produzido pela Vale no Brasil, no Canadá, no Chile e na Zâmbia. No Brasil, as operações estão concentradas em Canaã dos Carajás, na mina do Sossego, e em Marabá, na mina Salobo I. Em 2012, a mina do Sossego reutilizou 99% da água usada na produção. Com esse resultado, houve uma redução anual no volume total de água captada de 900 mil m³, quantidade suficiente para abastecer uma cidade de 25 mil habitantes por 6 meses.
  17. 17. Carvão Na Mina Carvão Moatize, em Moçambique, concentramos nosso maior investimento no segmento. O principal desafio do empreendimento é a logística. Para escoar o carvão, investimos em duas ferrovias que se conectam a portos: a Linha do Sena e o Corredor de Nacala. Jining (Shandong) / China Olli Geibel / Agência Vale Nossas operações estão na Austrália e em Moçambique, países que se destacam como os que mais crescerão na oferta global de carvão. Também temos participação em duas joint ventures na China para produção de carvão metalúrgico e coque.
  18. 18. Mina de Taquari-Vassouras / SE Dario Zalis / Agência Vale Fertilizantes O Brasil é o quinto maior consumidor de fertilizantes do planeta e a demanda por alimentos no mundo é crescente. Para atender esta demanda, temos minas de potássio e fosfatados e produzimos também nitrogênio – os três elementos necessários para a fabricação dos fertilizantes. A nossa produção está localizada no Brasil e no Peru, e também desenvolvemos projetos em Moçambique e no Canadá.
  19. 19. Futuro
  20. 20. Alguns dos nossos principais projetos Carajás, Adicional 40 Mtpa O projeto adicionará 40 Mtpa à capacidade atual de Carajás, no Pará. O investimento inclui a construção de uma usina de processamento a umidade natural do minério. A previsão de start-up é para o segundo semestre de 2013 Carajás Serra Sul S11D Localizado na serra sul de Carajás, no Pará, o projeto terá capacidade de produzir 90 Mtpa de minério de ferro. S11D permitirá que a Vale mantenha sua posição de líder mundial no fornecimento de minério de ferro. O start-up está previsto para o segundo semestre de 2016 CLN S11D Aumento da capacidade logística do Sistema Norte para apoiar S11D, incluindo a duplicação de aproximadamente 570 km da estrada de ferro, a construção de um ramal ferroviário com 101 km, aquisição de vagões e locomotivas e expansões no Terminal Marítimo de Ponta da Madeira CLN 150 Mtpa Aumento da capacidade na ferrovia e no porto do Sistema Norte, incluindo a construção do quarto píer do Terminal Marítimo de Ponta da Madeira, localizado no Maranhão com 60 Mtpa de capacidade
  21. 21. Alguns dos nossos principais projetos Moatize II É a expansão da mina de carvão de Moatize, em Moçambique. Com o projeto, a intenção é dobrar a capacidade de produção, chegando a 22 Mtpa. O start-up está previsto para o segundo semestre de 2014 Corredor Nacala Com investimento total de US$ 4,4 bilhões, o projeto prevê a melhoria da linha ferroviária existente e a construção de mais dois novos trechos, incluindo a linha final que conduzirá ao futuro terminal marítimo de Nacala-à-Velha, em Nacala, Moçambique. Start-up previsto para o segundo semestre de 2014 Teluk Rubiah Construção de terminal marítimo com profundidade suficiente para receber navios de 400.000 dwt e um pátio de estocagem, em Teluk Rubiah, na Malásia. Start-up estimado para o primeiro semestre de 2014 Salobo II O projeto ampliará a capacidade de produção anual da mina de Salobo de 100 mil para 200 mil toneladas métricas de cobre. O start-up é estimado para o primeiro semestre de 2014
  22. 22. Agenda • A Vale • Nossos Projetos de Capital e grandes desafios • Modelo de Gestão de conhecimento para projetos • Ferramentas • Desafios superados, resultados obtidos, recomendações
  23. 23. Projetos são diferentes de Organizações: Projeto Organizações Objetivos de curso prazo Objetivos de longo prazo Múltiplas visões de mundo Visão de mundo partilhada Baseiam-se em conhecimentos tácitos Baseiam-se mais em conhecimento explícitos Os conhecimentos necessários não estão no projeto Os conhecimentos necessários estão nos limites da empresa Demanda conhecimentos específicos Demanda conhecimentos genéricos Não tem estruturas permanentes de suporte É constituída por estruturas (departamentos, filiais, etc.) Utiliza mais conhecimento efêmero do que essencial Utiliza mais conhecimento essencial Rotatividade tem elevado impacto Rotatividade tem impacto limitado Auto-orientado Orientado para objetos e processos Autonomia Interdependência e centralização de suporte A conclusão é que o tratamento dado à gestão do conhecimento em projetos é distinta daquele aplicado a organizações e empresas 23 Gestão do Conhecimento aplicado a Projetos de Capital
  24. 24. Framework - first dimension CONECTAR Comunicação Coletar Organizar COLETAR Buscar/ Distribuir
  25. 25. Ciclo de conhecimento de um projeto O que eu precisa saber? Para quem eu pergunto? Plano de Gestão de conhecimento Objetivos de projeto 25 Gestão do Conhecimento aplicado a Projetos de Capital Fases do Projeto: FEL 2, FEL 3 e Contrução Resultados do Projeto
  26. 26. Ciclo de conhecimento de um projeto Como outras pessoas fizeram isto? Plano de Gestão de conhecimento CoP FORUM/ PEER ASSIST Objetivos de projeto Fases do Projeto: FEL 2, FEL 3 e Contrução Aprender Antes 26 Gestão do Conhecimento aplicado a Projetos de Capital Resultados do Projeto
  27. 27. Ciclo de conhecimento de um projeto O que deu certo? O que deu errado? Como poderiamos fazer melhor? Plano de Gestão de conhecimento CoP FORUM/ PEER ASSIST Objetivos de projeto Fases do Projeto: FEL 2, FEL 3 e Contrução Aprender Antes 27 AFTER ACTION REVIEWS Gestão do Conhecimento aplicado a Projetos de Capital Aprender Durante Resultados do Projeto
  28. 28. Ciclo de conhecimento de um projeto O que a Vale pode aprender com nossa experiencia? Com quem devemos compartilhar Plano de Gestão de conhecimento CoP FORUM/ PEER ASSIST Objetivos de projeto Fases do Projeto: FEL 2, FEL 3 e Contrução Aprender Antes 28 AFTER ACTION REVIEWS Gestão do Conhecimento aplicado a Projetos de Capital Aprender Durante Lições aprendidas Resultados do Projeto Aprender Depois
  29. 29. Modelo de Gestão do Conhecimento Em resumo
  30. 30. Agenda • A Vale • Nossos Projetos de Capital e grandes desafios • Modelo de Gestão de conhecimento para projetos • Ferramentas • Desafios superados, resultados obtidos, recomendações
  31. 31. Gestão do Conhecimento aplicado a Projetos de Capital Ferramentas – Portal de Projetos Várias ferramentas foram desenvolvidas para suportar a implantação deste modelo de gestão de projetos de capital (cont) 31 31
  32. 32. Ferramentas da Gestão do Conhecimento Padronização Benefícios da Padronização Oferece vantagens na confiabilidade, operabilidade, custos e prazos. Padronizar o projeto e os processos Melhoria continua • Criar uma vez, implementar muitas vezes. • Aprender lições em cada implementação. • Implementar de forma mais rápida e barata. Melhor e mais barato, rápido e previsível. O tempo de ciclo para a construção de plataformas de petróleo no Golfo do México foi reduzido em um terço, através da padronização e do aprendizado de lições.
  33. 33. Gestão do Conhecimento aplicado a Projetos de Capital Ferramentas – Banco de Dados Várias ferramentas foram desenvolvidas para suportar a implantação deste modelo de gestão de projetos de capital (cont) 33 33 Gestão do Conhecimento aplicado a Projetos de Capital Gestão do Conhecimento aplicado a Projetos de Capital– 28/03/2012
  34. 34. Gestão do Conhecimento aplicado a Projetos de Capital Ferramentas - Comunidades Várias ferramentas foram desenvolvidas para suportar a implantação deste modelo de gestão de projetos de capital (cont) 34 34 Gestão do Conhecimento aplicado a Projetos de Capital Gestão do Conhecimento aplicado a Projetos de Capital– 28/03/2012
  35. 35. Analise de Redes de Conhecimento Setas determinam uma indicação Cores e formas representam atributos Fluxo de conhecimento concentrado Retângulos tracejados limitam localidades Nichos Fluxo de conhecimento distribuído
  36. 36. Analise de Redes de Conhecimento - Engenharia DIHT DIPD DIST DIKT DESCONHECIDO DIOF 36 EXTERNO DIAA
  37. 37. Modelo de Comunidades - Globant /Terra Fórum Engajamento/ Mobilização Ações Patrocinador Moderador Especialista Dinamizador Participante Mensagens de incentivo e diretrizes • Envio de Convite especial • Liberação de acesso ao participante • Boas-vindas • Apresentação da CoP • Definição de Papéis Publicação de Perfil Evento de Lançamento Líder da CoP Interação/ Contribuição • Fomentar Discussões • Propor temas para Eventos • Comunicação de novos processos • Propor e participar de discussões • Compartilhar documentos • Buscar ajuda e compartilhar desafios • Discutir Lições Aprendidas • Tirar dúvidas e elaborar respostas coletivamente • Trocar experiências e idéias • Atuar colaborativamente Entregas/ Resultados Mensagens de reconhecimento • • • • • Consolida informações relevantes Elabora relatório mensal Propõe melhorias Implementa plano de Comunicação Acompanha a evolução da CoP • • • • • • Melhoria de processos Aprimoramento dos conhecimentos Aumento da interação e redes Redução de retrabalho Otimização de recursos Melhor desempenho Sustentação • Assessorar dinâmica de compartilhamento e disseminação • Identificar oportunidades de melhoria a partir dos temas de discussão • Identificar oportunidades de interação a partir de eventos relevantes externos 37
  38. 38. CoPs - Resultados
  39. 39. CoPs - Resultados
  40. 40. Gestão do Conhecimento aplicado a Projetos de Capital Ferramentas – Lições Aprendidas Várias ferramentas foram desenvolvidas para suportar a implantação deste modelo de gestão de projetos de capital (cont)
  41. 41. Ferramentas da Gestão do Conhecimento Lições Aprendidas - Possibilidade ou Intenção de Melhoria - Desvio Positivo ou Negativo - Mudanças de Cenário Rotina Oportunidade de Aprendizado - Melhorar Processo - Repetir desvio positivo ou evitar negativo - Adequação a novo Cenário Nova Rotina
  42. 42. Gestão do Conhecimento aplicado a Projetos de Capital Ferramentas – Lições Aprendidas Experiência Pessoal/Grupo Rascunho Validação/ Disseminação Projeto Registro Disseminação Global Bases de Conhecimento Validação DIHT
  43. 43. Ferramentas da Gestão do Conhecimento Banco de Consultores O Portal de Projetos conta, desde o início, com uma lista de especialistas por área de conhecimento, chamada de Banco de Consultores. Esse tipo de recurso é chamado também de “Páginas Amarelas” ou “Local de Expertise”, do inglês Expertise Location.
  44. 44. Agenda • A Vale • Nossos Projetos de Capital e grandes desafios • Modelo de Gestão de conhecimento para projetos • Ferramentas • Desafios superados, resultados obtidos, recomendações
  45. 45. Gestão do Conhecimento aplicado a Projetos de Capital Desafios superados, resultados obtidos, recomendações Desafios superados • Apoio da alta administração • Estruturação do modelo de gestão • Divulgação Desafios atuais • Aumento da abrangência • Manter a disciplina nos projetos • Internacionalização • Falta de treinamento / Senioridade da equipe Resultados parciais obtidos • Melhora na previsibilidade dos projetos 45 45
  46. 46. Gestão do Conhecimento aplicado a Projetos de Capital Desafios superados, resultados obtidos, recomendações Recomendações • Nivelar a alta administração do tempo necessário para implantar um modelo consistente com ganhos de longo prazo • Planejar as ondas de gestão de Mudanças • Mobilizar uma equipe capacitada e experiente • Estabelecer processos bem definidos • Divulgar o trabalho devidamente para todos os envolvidos 46 46
  47. 47. Sugestões de leitura Cultivating Communities of Practice by Etienne Wenger, Richard McDermott and William M. Snyder (Hardcover - Mar 15, 2002) The New Edge in Knowledge: How Knowledge Management Is Changing the Way We Do Business by Carla O’Dell and Cindy Hubert (Hardcover - Mar 1, 2011) The Complete Guide to Knowledge Management: A Strategic Plan to Leverage Your Company’s Intellectual Capital by Edna Pasher and Tuvya Ronen Common Knowledge: How Companies Thrive by Sharing What They Know by Nancy M Dixon 47 Learning to Fly –Chris Collison and Geoff Parcell Knowledge Assets: Securing Competitive Advantage in the Information Economy by Max H. Boisot, Knowledge Management: For Teams and Projects by Nick Milton The Lessons Learned Handbook: Practical approaches to learning from experience by Nick Milton Liderando Mudança - John Kotter Editora: Elsevier-Campus
  48. 48. Muito Obrigado!
  49. 49. www.vale.com facebook.com/valenobrasil twitter.com/valenobrasil youtube.com/vale Nome: Alexandre Sonntag – Área: Gestão de conhecimento Telefone: 031 32794872 E-mail: alexandre.sonntag@vale.com

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