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G. C. Silva-Oliveira
A. B. Oliveira-Filho
G. C. Silva-Oliveira & A. B. Oliveira-Filho




RAÍ E O MUNDO QUE NÃO ERA MÁGICO




                   Breves, Pará
                      2011
FICHA CATALOGRÁFICA

                              Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
            Campus Universitário do Marajó-Breves/UFPA – Biblioteca Prof. Ricardo Teixeira de Barros
                       Ficha catalográfica elaborada por: Letícia da Costa Borges CRB-2: 1162




 O48c Silva de Oliveira, Gláucia Caroline.
       Raí e o mundo que não era mágico / Gláucia Caroline Silva de Oliveira; Aldemir Branco de Oliveira Filho -
       Breves: [G. C. Silva de Oliveira], 2011.
       45p, il.

         Não inclui bibliografias.
         ISBN: 978-85-910301-1-8

         1. Adolescência e drogas. 2. Drogas – história. 3. Educação - drogas. I. Título.

                                                                                                   CDD 22.ed. – 616




                                                    EXPEDIENTE


Título: Raí e o mundo que não era mágico.
Autores: Gláucia Caroline Silva de Oliveira, Aldemir Branco de Oliveira Filho.
Produção gráfica (capa, diagramação e ilustrações): José Ribeiro da Silva Junior.
Revisão: Rosa Helena Sousa de Oliveira.
Organização: José Ribeiro da Silva Junior, Rosa Helena Sousa de Oliveira.
Colaboração: Aline Lopes de Oliveira, Gláucia Galúcio Santana, Luciene da Silva Gomes, Luziane Azevedo
               Chaves, Maria Regina Farias Machado, Mariane Machado Brito, Marilene Machado Brito e
               Suelane Cristina Tavares Costa.
Apoio: Programa de Apoio a Projetos de Intervenção Metodológica da Universidade Federal do Pará
         (PAPIM: 1780788029/2011) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
         (CNPQ: 141928/2008-5).



© 2011. Todos os direitos autorais reservados a Gláucia Caroline Silva de Oliveira e Aldemir Branco de Oliveira Filho.
Os autores permitem a reprodução de parte ou do todo deste livro para fins de ações de conscientização e prevenção
ao uso de drogas lícitas e ilícitas. Endereços eletrônicos para contato: gcoliveira@ufpa.br, olivfilho@ufpa.br.
APRESENTAÇÃO




O          uso de drogas lícitas e ilícitas por crianças e adolescentes tem se
          tornado uma ação cada vez mais comum em regiões distintas no
          mundo. Apesar de pais, professores e amigos tentarem
conscientizarem e prevenirem crianças e adolescentes sobre as
problemáticas relacionadas ao uso de drogas, diversos estudos
epidemiológicos têm apontado o crescimento gradativo do consumo de
drogas psicotrópicas na população, especialmente entre os jovens. A
história “Raí e o mundo que não era mágico” foi construída baseada em
relatos de vida de diversos usuários de drogas ilícitas internados em
clínicas para tratamento da dependência química no Estado do Pará,
norte do Brasil. A história mostra de forma singela como é fácil entrar no
mundo das drogas, seja através da influência de supostos amigos,
problemas psicossociais, curiosidade ou outro motivo, aparentemente
qualquer. Apesar de amenizada, a história apresenta algumas
experiências vivenciadas por um dependente químico, em especial as
dificuldades para controlar e superar o desejo de consumir drogas. Além
da singela demonstração das dificuldades vivenciadas por um usuário de
droga ilícita, o livro também oferece uma oportunidade de diálogo entre
crianças e adolescentes com seus respectivos responsáveis (pais,
professores e amigos) através de ferramentas lúdicas, que visam facilitar
o processo de conscientização e prevenção ao uso de drogas. Por fim, “Raí
e o mundo que não era mágico” integra as atividades desenvolvidas pelo
projeto de intervenção metodológica “Conhecendo e Aprendendo a
Dizer Não às Drogas” que tem como objetivo atualizar futuros e atuais
pais e professores sobre diversos aspectos relacionados à dependência
química através da transmissão de conhecimento específico de forma
humanizada, lúdica e dinâmica.
Raí
                      e o Mundo Que
                      Não Era Mágico




Na Pequena
Cidade de Recomeço,
a vida tinha um ritmo bom
de viver. Todo mundo se conhecia.
E as crianças ainda brincavam,
tranquilamente, pelas ruas.            4
Na Rua 7 viviam dois garotos inseparáveis, o Raí e o Elias. Eles
 estavam sempre juntos, pareciam café com leite, uma amizade
 bonita de se ver! No futebol da rua eram zagueiro e goleiro, na
escola Bom Pastor sentavam lado a lado, sempre aprontando. Um 5
     queria ser doutor e outro inventor, eram bons meninos.
Certo dia, ao cair da noite,
Raí saiu de casa para jogar bola
om uns meninos mais velhos
que havia conhecido na festinha
da escola. Ele estava muito animado
por que brincar com meninos
mais velhos dava a impressão
de ser mais esperto,
inteligente e popular.




                                      6
As semanas foram
se passando... Raí
cada vez mais
animado com os
novos amigos. Ele
comentava com Elias
 o quanto aqueles amigos eram demais! Fazia qualquer coisa
para agradar o grupo dos novos colegas.                      7
Certo dia, ao terminar o jogo, Raí
perguntou a um de seus novos amigos:

 - Ei Osmar! Toda vez depois da bola te
vejo com esse troço soltador de
fumaça! O que é isso?

 - Ainda bem que você perguntou
irmão. Dá uma tragada aí, e vai saber o
que é ser feliz de verdade! HE, HE, HE!

                                          8
- Fala sério! Minha mãe passa o dia todo costurando
com um negócio desses na boca!
- Mas o meu é melhor! Toma, experimenta um
pouco, seu amigo aqui não iria te oferecer bagulho!




                                                      9
Seis Meses depois...
- Mãe, o Raí esta muito estranho! Ele nem fala mais comigo, só
anda com aqueles meninos mais velhos, lá da escola. Só chega
atrasado, não consegue mais fazer o dever na sala de aula. Mãe, ele
parece tão cansado!
- Filho, o Raí deve estar passando um tempo difícil. Você sabe que o
pai dele bebe muito e a mãe , a Raquel, é muito nervosa.
- Mãe, não é isso não, eu acho que são aqueles meninos mais
velhos com quem ele anda.
- Filho, você está com ciúme! O Raí sempre vai ser seu amigo.     10
- Não sei não, ele está muito diferente.
Em casa, a mãe de Raí descobre o boletim dele
       com as notas todas vermelhas.
                                                11
- Menino, me diz uma coisa, eu passo o dia inteiro nessa
máquina de costura acabando com a minha vista e a minha
coluna para você estudar e você me aparece com essas notas!
O que isso significa, Raí?
- Eu posso explicar mãe! Tenho me sentido muito cansado...
- Cansada estou eu! Me dê aqui a sua mão, vai levar umas
chineladas pra você escrever mais depressa e fazer o teu
trabalho direito na escola!
                                                            12
Nessa noite Raí foi dormir com as mãos quentes e doloridas. Tinha tanta
vontade de contar para sua mãe sobre o cansaço que sentia quando fumava o
cigarro dos amigos. Queria perguntar se ela sentia também todas aquelas coisas
quando fumava o cigarro dela. Raí tinha receio de contar a mãe. Poderia receber
um castigo pior que as chineladas.
      - Se eu falar, ela vai falar pro pai, aí, ele é capaz de me bater com a corda do
poço!
      Encolhido na cama, envolto em seus pensamentos, o menino não fechava os
olhos. Na escuridão de seu quarto, ouviu o choro da mãe logo após seu pai,
Januário, chegar bêbado e começar a bater nela.
E tudo isso crescia no peito de Raí, aquele menino de doze anos. A raiva da mãe que
só sabia bater e cobrar, do pai violento que batia nele e na mãe todos os dias e
jamais trazia dinheiro para casa fazendo com que sua mãe trabalhasse demais na
máquina de costuras.




                                                                                   13
E assim, Raí chegava cada vez mais tarde em casa, estava
sempre com os amigos mais velhos e menosprezava o amigo
Elias.




                                                           14
- Ei, Raí, olha isso aí tá fraco pra ti! Tu tem que experimentar
algo mais forte que vai te deixar ligadão! Isso aqui vai fazer
tu esquecer que tá no mundo! Aí tudo o que tu não gosta
desaparece! É a pedrinha mágica! Toma aí!
                                                                   15
ande euforia! Se                                        ue
          ntiu gr                   u s ol h                        hos q
  Raí s
        e                                   os ficaram mais vermel
                   mente viajou lo
     hab  itual, a                  nge e u                    d e pa
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                 problemas novam                                    , de s
                                                                           ua
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   dian
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                   pai, e voltou a p
          de seu                    edir m                          .
   mãe
        ,                                    ais um pouco da pedra          16
E assim, as horas foram passando e Raí não dormiu em casa.
Sua mãe nem percebeu que ele não tinha voltado, pois das
últimas vezes chegava calado e se trancava no quarto.


                                                             17
Muitas semanas se passaram e os amigos não tinham mais
pedra para dar a Raí. Raí queria mais, mais e mais aquela
sensação que fazia esquecer os problemas e as tristezas que
vivia.




                                                              18
Quando sua mãe, Raquel
descobriu o que Raí estava
fazendo, bateu muito nele.
Raí fugiu de casa.
_ Pra cá, eu não volto nunca
mais!
                               19
Três anos se passaram...

    Raí vivia pelas ruas, ele agora
estava viciado naquela pedrinha e já
fazia pequenos furtos e roubos com
seus colegas de rua.




                                       20
Quando a situação estava
muito difícil, Raí vendia
seu corpo para poder
comprar mais pedra, ou
então, compartilhava um
pouco da pedra ao
fumar nos cachimbos
dos colegas. Ele
até chegou ao
ponto de
esfaquear
uma pessoa
para roubar
dez reais.




                            21
Raí vivia com roupas sujas e velhas, estava magro e envelhecido.
Um dia Raí usou a pedrinha demais e passou muito mal, seu
coração quase saiu pela boca, pensou que ia morrer e, então, se
lembrou de sua mãe Raquel. Lembrou-se de como era bom ter
                                                                22
um lar e sentiu muitas saudades.
A sensação ruim passou e o vici
                                ado Raí perambulou pelas ruas
várias horas da madrugada e, do
                                 rmiu na porta de sua casa,
sem coragem de chamar sua m
                              ãe.




                                                                23
Logo,
      pe
quand la manhã,
       o
a port Januário ab
       a, enc         r
menin         ontro iu
       o e di      uo
- Ah!         sse:
      Res
pra ca olveu volta
       sa seu         r
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      undo!
rouba          Agora
      r seus         veio
desgr         p
      açado ais? Seu
            !




                            24
Dona Raquel sem falar nada correu, abraçou seu filho e disse:
- Onde você estava? Te procurei por todo lugar! Me perdoe se
eu não fui uma boa mãe. Tenho sofrido tanto sem você!
Todos estes anos! Vem, entra, vem tomar um banho trocar
essas roupas.                                                 25
R    aquel temia que o filho fosse embora
     novamente. Fazia de tudo para agradá-lo.
Ela conversava com Raí sobre as coisas que ele
fez nos últimos anos. Raí abria seu coração
para a mãe e chorava muito e como era
amarga a tristeza dele.




                                                 26
Enquanto isso, Elias progredia nos estudos e se
tornava um rapaz cheio de virtudes, muito admirado
pelas pessoas.
Quando Elias soube que seu amigo havia voltado foi
correndo vê-lo. Ele ficou muito surpreso e triste com o
que encontrou. Mas com seu jeito alegre de ser,
tentou logo motivar seu amigo a voltar aos estudos e
trabalhar.
                                                          27
R    aí queria muito voltar à parte boa da vida, mas ele sofria.
     Tinha crises de vômitos, não conseguia se concentrar, tinha
fortes dores de cabeça e falta de ar. Então, a vontade de buscar
aquela pedrinha voltava a sua mente. Em uma de suas crises, Raí
vendeu a televisão da mãe para comprar a pedrinha e ficou fora
de casa por seis dias, quando voltou, a mãe desesperada não
sabia o que fazer. E situações semelhantes a essa, ainda
aconteceram ao longo de mais dois anos.                          28
E    ntão, Raquel, a mãe de Raí, buscou
     orientação com Elias e sua família.
Elias orientou Raquel a procurar uma
clínica que tratasse de pessoas com
dependência química, longe daquela
cidade, para que seu amigo se afastasse
daquela realidade e começasse a viver
sem ter de usar drogas.
                                           29
Raquel escreveu várias cartas, deu vários
telefonemas para muitas clínicas de tratamento
para dependentes químicos longe daquela
cidade. Depois de algum tempo, a direção de um
desses lugares aceitou tratar o jovem de 19 anos,
chamado Raí.
                                                 30
Esperançosa, Raquel internou Raí numa Clínica para
Tratamento de Dependência Química, bem distante
da cidade natal de Raí. Ela foi informada que isso
não era o fim do problema, somente um possível
início de uma solução. O médico diz:
                               - A luta contra a
                                 dependência química
                                 é diária e por toda a
                                 vida.




                                                         31
Ao longo do tratamento, Raí muito se esforçava. Já
fazia um ano que ele estava longe das drogas. Raquel
e Elias o visitavam sempre que podiam, sempre com
presentes. Todos estavam felizes por ver Raí se
esforçando para se afastar do mundo que não era
mágico, o mundo das drogas.                          32
C    omo voluntário numa Clínica para Tratamento de
     Dependência Química, após cinco anos, Raí pode
voltar para casa e começar sua luta contra as drogas
naquela cidade. Ele passou a frequentar um grupo de
Narcóticos Anônimos e, todos os dias, enfrentava a 32
destruidora vontade de consumir drogas.
Elias se tornou um excelente médico. E muitas vezes,
cuidou dos problemas de saúde e ajudou seu amigo
a lutar contra a dependência química.

                                                       34
E o tempo foi passando... Elias e Raí continuavam
que nem café com leite com a mesma amizade
bonita de se ver. Raquel e Elias vibravam a cada
vitória que Raí conseguia. E foi assim que ao
completar 11 anos longe das drogas que Raí
concluiu o ensino médio e conseguiu seu primeiro
emprego...
                                                    35
N    ão pense, querido leitor, que a luta contra o
     mundo das drogas encerrou por aí. Ao
contrário, hoje, com 46 anos, Raí ainda comemora
seus aniversários longe daquele mundo que não é
mágico. A cada dia Raí luta contra aquela vontade
tão destruidora.                                   36
Agora
Vamos
Brincar
RECONTANDO A HISTÓRIA

PREPARANDO O JOGO:

1. Material necessário: Cartolina, papel A4, impressora com
tinta, cola e tesoura.
2. Número de cartas: 28 (vinte e oito).
3. Preparando cartas: Imprima as páginas contendo as 28
cartas propostas para o jogo, recorte-as e cole-as numa
cartolina, procurando deixar todas com tamanhos iguais.
Outro material alternativo a cartolina poderá ser utilizado para
dá maior resistência as cartas, exemplos: papel cartão,
papelão ou E.V.A
.
NÚMERO DE JOGADORES: três a quatro.

COMO SE JOGA?

1. Escolha um jogador para ser o narrador. Colocam-se todos
as cartas viradas para cima sobre a zona do jogo.
2. O narrador começa a contar e a explicar a história “Raí e o
mundo que não é mágico”: “Era uma vez um menino chamado
Raí que morava numa cidade...”. Os participantes devem estar
muito atentos. Quando o narrador disser o nome de algum
dos elementos da história, representado em uma das 28
cartas, deve-se ser rápido para agarrá-la.
3. O narrador segue contando e explicando até que se acabem
as cartas ou até que termine sua história.
4. Ganha o jogador que conseguir mais cartas ao término da
história.
CARTAS DO JOGO:
PERSONAGENS: Raí (jovem), Elias (jovem), Elias e sua mãe, Amigos de futebol de Raí, Raquel,
Januário, Raí drogado, Elias (adulto), Raí (adulto) e Médico da Clínica de Recuperação.
CENÁRIOS: Rua 7, Campo de futebol, Casa de Raí, Quarto de Raí, Vida nas ruas, Porta
da casa de Raí, Clínica de Recuperação e Narcóticos Anônimos.
OBJETOS: Boletim, Cachimbo, Chinelo, Droga, Objetos roubados, Sofá, Televisão,
Orelhão, Formatura e Bola de futebol
TIRA A TIRA

PREPARANDO O JOGO:

1. Material necessário: Cartolina, papel A4, impressora com
tinta, cola e tesoura.
2. Número de tiras: trinta (quinze pares).
3. Preparando tiras. Imprima as páginas contendo as tiras
propostas para o jogo, recorte-as e cole-as numa cartolina,
procurando deixar todos com tamanhos iguais. Outro material
alternativo a cartolina poderá ser utilizado para dá maior
resistência as tiras, exemplos: papel cartão, papelão ou E.V.A.

NÚMERO DE JOGADORES: três a quatro.

COMO SE JOGA?

1. Separam-se as tiras que contêm os inícios das frases das
tiras que contêm os finais. Colocam-se todos as tiras que
contêm os finais das frases no centro da mesa.
2. Um jogador recolhe todas as tiras que contêm os inícios das
frases e as embaralha. Esse jogador escolhe uma tira e lê em
voz alta. Os outros jogadores devem buscar entre as tiras da
mesa o final correspondente à frase lida.
3. O jogo termina quando se encontrar todas as frases
correspondentes. Ganha o jogador que acumular mais tiras
complementares.
TIRAS DO JOGO: TIRA A TIRA



              Na Pequena Cidade de Recomeço, a vida
              tinha um ritmo bom de viver. Todo mundo
              se conhecia e...


              as crianças ainda brincavam,
              tranquilamente, pelas ruas.



              Na Rua 7 viviam dois garotos inseparáveis,
              o Raí e o Elias. Eles estavam...



              ...sempre juntos, numa amizade bonita de
              se ver!



              Certo dia, ao cair da noite, Raí saiu de casa
              para jogar bola com uns meninos mais velhos
              que havia conhecido na festinha da escola. Ele
              estava muito animado e fazia...


              ...qualquer coisa para agradar o grupo de
              novos colegas.
Certo dia, ao terminar um jogo de futebol,
Raí perguntou a Osmar, um de seus novos
«amigos»...



... O que é esse troço soltador de fumaça?




Raí passou a usar drogas e começou a
chegar atrasado nas aulas...



... a não fazer os deveres e a tirar notas
baixas.




Além dos problemas causados pelas
drogas, Raí tinha outros problemas...



... sua mãe era muito estressada, não lhe
dava atenção e seu pai era alcoólatra e
agredia sua mãe.
Após se tornar usuário de drogas e levar
uma surra, Raí fugiu de casa e morou nas
ruas por alguns anos, onde...



... ele passou a usar mais drogas, furtou,
roubou, agrediu as pessoas e a si mesmo.




Nas ruas, Raí emagreceu e envelheceu, vivia com
roupas sujas e velhas. Um dia, Raí usou muito
uma droga na forma de pedrinha e passou...




... muito mal, seu coração quase saiu pela
boca, quase morreu.




Depois de um tempo morando nas ruas,
Raí retornou para seu lar. Seu pai o
recebeu muito mal e sua mãe...



...chorou, abraçou-o e pediu perdão pelas
suas faltas como mãe.
Ao retornar ao lar, Raí não conseguiu controlar
o desejo de usar drogas. Por isso, ele causou
muitos transtornos à sua mãe. Por exemplo...



... ele vendia os objetos de sua casa para
obter dinheiro e comprar drogas.




Desesperada com a situação de Raí, sua
mãe conversou com a família de Elias que
a orientou a...


... procurar ajuda para seu filho numa clínica
para tratamento de dependência química longe
da cidade, e assim a começar a aprender a
viver sem usar a droga.




Esperançosa, Raquel internou Raí numa clínica
para Tratamento de Dependência Química. E lá,
ela foi informada que a internação não era o fim
do problema...


...somente um possível início de solução,
pois a luta contra a dependência química
é diária e por toda a vida.
Controlar o desejo de usar drogas é muito difícil.
Raí passou muito tempo numa clínica de
tratamento de dependência química realizando...



 ...um processo de reeducação, o qual
 contou com a ajuda profissional de sua
 mãe e de seu amigo Elias.



 Ao sair da clínica de dependência
 química, Raí recomeçou a sua vida...




 ... porém lutando diariamente contra a
 vontade destruidora de usar drogas.




 As drogas psicotrópicas podem destruir a vida
 de uma pessoa. Exemplo disso é a história «Raí
 e o Mundo Que Não Era Mágico», que mostra...



 ...a história de dois amigos, Raí, que teve sua vida
 modificada drasticamente pelo uso das drogas e
 Elias que não usou drogas e teve uma vida sem
 grandes problemas
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A amizade que levou à dependência química

  • 1. G. C. Silva-Oliveira A. B. Oliveira-Filho
  • 2. G. C. Silva-Oliveira & A. B. Oliveira-Filho RAÍ E O MUNDO QUE NÃO ERA MÁGICO Breves, Pará 2011
  • 3. FICHA CATALOGRÁFICA Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Campus Universitário do Marajó-Breves/UFPA – Biblioteca Prof. Ricardo Teixeira de Barros Ficha catalográfica elaborada por: Letícia da Costa Borges CRB-2: 1162 O48c Silva de Oliveira, Gláucia Caroline. Raí e o mundo que não era mágico / Gláucia Caroline Silva de Oliveira; Aldemir Branco de Oliveira Filho - Breves: [G. C. Silva de Oliveira], 2011. 45p, il. Não inclui bibliografias. ISBN: 978-85-910301-1-8 1. Adolescência e drogas. 2. Drogas – história. 3. Educação - drogas. I. Título. CDD 22.ed. – 616 EXPEDIENTE Título: Raí e o mundo que não era mágico. Autores: Gláucia Caroline Silva de Oliveira, Aldemir Branco de Oliveira Filho. Produção gráfica (capa, diagramação e ilustrações): José Ribeiro da Silva Junior. Revisão: Rosa Helena Sousa de Oliveira. Organização: José Ribeiro da Silva Junior, Rosa Helena Sousa de Oliveira. Colaboração: Aline Lopes de Oliveira, Gláucia Galúcio Santana, Luciene da Silva Gomes, Luziane Azevedo Chaves, Maria Regina Farias Machado, Mariane Machado Brito, Marilene Machado Brito e Suelane Cristina Tavares Costa. Apoio: Programa de Apoio a Projetos de Intervenção Metodológica da Universidade Federal do Pará (PAPIM: 1780788029/2011) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ: 141928/2008-5). © 2011. Todos os direitos autorais reservados a Gláucia Caroline Silva de Oliveira e Aldemir Branco de Oliveira Filho. Os autores permitem a reprodução de parte ou do todo deste livro para fins de ações de conscientização e prevenção ao uso de drogas lícitas e ilícitas. Endereços eletrônicos para contato: gcoliveira@ufpa.br, olivfilho@ufpa.br.
  • 4. APRESENTAÇÃO O uso de drogas lícitas e ilícitas por crianças e adolescentes tem se tornado uma ação cada vez mais comum em regiões distintas no mundo. Apesar de pais, professores e amigos tentarem conscientizarem e prevenirem crianças e adolescentes sobre as problemáticas relacionadas ao uso de drogas, diversos estudos epidemiológicos têm apontado o crescimento gradativo do consumo de drogas psicotrópicas na população, especialmente entre os jovens. A história “Raí e o mundo que não era mágico” foi construída baseada em relatos de vida de diversos usuários de drogas ilícitas internados em clínicas para tratamento da dependência química no Estado do Pará, norte do Brasil. A história mostra de forma singela como é fácil entrar no mundo das drogas, seja através da influência de supostos amigos, problemas psicossociais, curiosidade ou outro motivo, aparentemente qualquer. Apesar de amenizada, a história apresenta algumas experiências vivenciadas por um dependente químico, em especial as dificuldades para controlar e superar o desejo de consumir drogas. Além da singela demonstração das dificuldades vivenciadas por um usuário de droga ilícita, o livro também oferece uma oportunidade de diálogo entre crianças e adolescentes com seus respectivos responsáveis (pais, professores e amigos) através de ferramentas lúdicas, que visam facilitar o processo de conscientização e prevenção ao uso de drogas. Por fim, “Raí e o mundo que não era mágico” integra as atividades desenvolvidas pelo projeto de intervenção metodológica “Conhecendo e Aprendendo a Dizer Não às Drogas” que tem como objetivo atualizar futuros e atuais pais e professores sobre diversos aspectos relacionados à dependência química através da transmissão de conhecimento específico de forma humanizada, lúdica e dinâmica.
  • 5. Raí e o Mundo Que Não Era Mágico Na Pequena Cidade de Recomeço, a vida tinha um ritmo bom de viver. Todo mundo se conhecia. E as crianças ainda brincavam, tranquilamente, pelas ruas. 4
  • 6. Na Rua 7 viviam dois garotos inseparáveis, o Raí e o Elias. Eles estavam sempre juntos, pareciam café com leite, uma amizade bonita de se ver! No futebol da rua eram zagueiro e goleiro, na escola Bom Pastor sentavam lado a lado, sempre aprontando. Um 5 queria ser doutor e outro inventor, eram bons meninos.
  • 7. Certo dia, ao cair da noite, Raí saiu de casa para jogar bola om uns meninos mais velhos que havia conhecido na festinha da escola. Ele estava muito animado por que brincar com meninos mais velhos dava a impressão de ser mais esperto, inteligente e popular. 6
  • 8. As semanas foram se passando... Raí cada vez mais animado com os novos amigos. Ele comentava com Elias o quanto aqueles amigos eram demais! Fazia qualquer coisa para agradar o grupo dos novos colegas. 7
  • 9. Certo dia, ao terminar o jogo, Raí perguntou a um de seus novos amigos: - Ei Osmar! Toda vez depois da bola te vejo com esse troço soltador de fumaça! O que é isso? - Ainda bem que você perguntou irmão. Dá uma tragada aí, e vai saber o que é ser feliz de verdade! HE, HE, HE! 8
  • 10. - Fala sério! Minha mãe passa o dia todo costurando com um negócio desses na boca! - Mas o meu é melhor! Toma, experimenta um pouco, seu amigo aqui não iria te oferecer bagulho! 9
  • 11. Seis Meses depois... - Mãe, o Raí esta muito estranho! Ele nem fala mais comigo, só anda com aqueles meninos mais velhos, lá da escola. Só chega atrasado, não consegue mais fazer o dever na sala de aula. Mãe, ele parece tão cansado! - Filho, o Raí deve estar passando um tempo difícil. Você sabe que o pai dele bebe muito e a mãe , a Raquel, é muito nervosa. - Mãe, não é isso não, eu acho que são aqueles meninos mais velhos com quem ele anda. - Filho, você está com ciúme! O Raí sempre vai ser seu amigo. 10 - Não sei não, ele está muito diferente.
  • 12. Em casa, a mãe de Raí descobre o boletim dele com as notas todas vermelhas. 11
  • 13. - Menino, me diz uma coisa, eu passo o dia inteiro nessa máquina de costura acabando com a minha vista e a minha coluna para você estudar e você me aparece com essas notas! O que isso significa, Raí? - Eu posso explicar mãe! Tenho me sentido muito cansado... - Cansada estou eu! Me dê aqui a sua mão, vai levar umas chineladas pra você escrever mais depressa e fazer o teu trabalho direito na escola! 12
  • 14. Nessa noite Raí foi dormir com as mãos quentes e doloridas. Tinha tanta vontade de contar para sua mãe sobre o cansaço que sentia quando fumava o cigarro dos amigos. Queria perguntar se ela sentia também todas aquelas coisas quando fumava o cigarro dela. Raí tinha receio de contar a mãe. Poderia receber um castigo pior que as chineladas. - Se eu falar, ela vai falar pro pai, aí, ele é capaz de me bater com a corda do poço! Encolhido na cama, envolto em seus pensamentos, o menino não fechava os olhos. Na escuridão de seu quarto, ouviu o choro da mãe logo após seu pai, Januário, chegar bêbado e começar a bater nela. E tudo isso crescia no peito de Raí, aquele menino de doze anos. A raiva da mãe que só sabia bater e cobrar, do pai violento que batia nele e na mãe todos os dias e jamais trazia dinheiro para casa fazendo com que sua mãe trabalhasse demais na máquina de costuras. 13
  • 15. E assim, Raí chegava cada vez mais tarde em casa, estava sempre com os amigos mais velhos e menosprezava o amigo Elias. 14
  • 16. - Ei, Raí, olha isso aí tá fraco pra ti! Tu tem que experimentar algo mais forte que vai te deixar ligadão! Isso aqui vai fazer tu esquecer que tá no mundo! Aí tudo o que tu não gosta desaparece! É a pedrinha mágica! Toma aí! 15
  • 17. ande euforia! Se ue ntiu gr u s ol h hos q Raí s e os ficaram mais vermel mente viajou lo hab itual, a nge e u d e pa ze o m estado de gran se ntiu. Mas só duro a aleg ria ele u por p ouco tempo. Logo ele estav problemas novam , de s ua e d os ente, l dian t embrando de sua casa pai, e voltou a p de seu edir m . mãe , ais um pouco da pedra 16
  • 18. E assim, as horas foram passando e Raí não dormiu em casa. Sua mãe nem percebeu que ele não tinha voltado, pois das últimas vezes chegava calado e se trancava no quarto. 17
  • 19. Muitas semanas se passaram e os amigos não tinham mais pedra para dar a Raí. Raí queria mais, mais e mais aquela sensação que fazia esquecer os problemas e as tristezas que vivia. 18
  • 20. Quando sua mãe, Raquel descobriu o que Raí estava fazendo, bateu muito nele. Raí fugiu de casa. _ Pra cá, eu não volto nunca mais! 19
  • 21. Três anos se passaram... Raí vivia pelas ruas, ele agora estava viciado naquela pedrinha e já fazia pequenos furtos e roubos com seus colegas de rua. 20
  • 22. Quando a situação estava muito difícil, Raí vendia seu corpo para poder comprar mais pedra, ou então, compartilhava um pouco da pedra ao fumar nos cachimbos dos colegas. Ele até chegou ao ponto de esfaquear uma pessoa para roubar dez reais. 21
  • 23. Raí vivia com roupas sujas e velhas, estava magro e envelhecido. Um dia Raí usou a pedrinha demais e passou muito mal, seu coração quase saiu pela boca, pensou que ia morrer e, então, se lembrou de sua mãe Raquel. Lembrou-se de como era bom ter 22 um lar e sentiu muitas saudades.
  • 24. A sensação ruim passou e o vici ado Raí perambulou pelas ruas várias horas da madrugada e, do rmiu na porta de sua casa, sem coragem de chamar sua m ãe. 23
  • 25. Logo, pe quand la manhã, o a port Januário ab a, enc r menin ontro iu o e di uo - Ah! sse: Res pra ca olveu volta sa seu r vagab undo! rouba Agora r seus veio desgr p açado ais? Seu ! 24
  • 26. Dona Raquel sem falar nada correu, abraçou seu filho e disse: - Onde você estava? Te procurei por todo lugar! Me perdoe se eu não fui uma boa mãe. Tenho sofrido tanto sem você! Todos estes anos! Vem, entra, vem tomar um banho trocar essas roupas. 25
  • 27. R aquel temia que o filho fosse embora novamente. Fazia de tudo para agradá-lo. Ela conversava com Raí sobre as coisas que ele fez nos últimos anos. Raí abria seu coração para a mãe e chorava muito e como era amarga a tristeza dele. 26
  • 28. Enquanto isso, Elias progredia nos estudos e se tornava um rapaz cheio de virtudes, muito admirado pelas pessoas. Quando Elias soube que seu amigo havia voltado foi correndo vê-lo. Ele ficou muito surpreso e triste com o que encontrou. Mas com seu jeito alegre de ser, tentou logo motivar seu amigo a voltar aos estudos e trabalhar. 27
  • 29. R aí queria muito voltar à parte boa da vida, mas ele sofria. Tinha crises de vômitos, não conseguia se concentrar, tinha fortes dores de cabeça e falta de ar. Então, a vontade de buscar aquela pedrinha voltava a sua mente. Em uma de suas crises, Raí vendeu a televisão da mãe para comprar a pedrinha e ficou fora de casa por seis dias, quando voltou, a mãe desesperada não sabia o que fazer. E situações semelhantes a essa, ainda aconteceram ao longo de mais dois anos. 28
  • 30. E ntão, Raquel, a mãe de Raí, buscou orientação com Elias e sua família. Elias orientou Raquel a procurar uma clínica que tratasse de pessoas com dependência química, longe daquela cidade, para que seu amigo se afastasse daquela realidade e começasse a viver sem ter de usar drogas. 29
  • 31. Raquel escreveu várias cartas, deu vários telefonemas para muitas clínicas de tratamento para dependentes químicos longe daquela cidade. Depois de algum tempo, a direção de um desses lugares aceitou tratar o jovem de 19 anos, chamado Raí. 30
  • 32. Esperançosa, Raquel internou Raí numa Clínica para Tratamento de Dependência Química, bem distante da cidade natal de Raí. Ela foi informada que isso não era o fim do problema, somente um possível início de uma solução. O médico diz: - A luta contra a dependência química é diária e por toda a vida. 31
  • 33. Ao longo do tratamento, Raí muito se esforçava. Já fazia um ano que ele estava longe das drogas. Raquel e Elias o visitavam sempre que podiam, sempre com presentes. Todos estavam felizes por ver Raí se esforçando para se afastar do mundo que não era mágico, o mundo das drogas. 32
  • 34. C omo voluntário numa Clínica para Tratamento de Dependência Química, após cinco anos, Raí pode voltar para casa e começar sua luta contra as drogas naquela cidade. Ele passou a frequentar um grupo de Narcóticos Anônimos e, todos os dias, enfrentava a 32 destruidora vontade de consumir drogas.
  • 35. Elias se tornou um excelente médico. E muitas vezes, cuidou dos problemas de saúde e ajudou seu amigo a lutar contra a dependência química. 34
  • 36. E o tempo foi passando... Elias e Raí continuavam que nem café com leite com a mesma amizade bonita de se ver. Raquel e Elias vibravam a cada vitória que Raí conseguia. E foi assim que ao completar 11 anos longe das drogas que Raí concluiu o ensino médio e conseguiu seu primeiro emprego... 35
  • 37. N ão pense, querido leitor, que a luta contra o mundo das drogas encerrou por aí. Ao contrário, hoje, com 46 anos, Raí ainda comemora seus aniversários longe daquele mundo que não é mágico. A cada dia Raí luta contra aquela vontade tão destruidora. 36
  • 39. RECONTANDO A HISTÓRIA PREPARANDO O JOGO: 1. Material necessário: Cartolina, papel A4, impressora com tinta, cola e tesoura. 2. Número de cartas: 28 (vinte e oito). 3. Preparando cartas: Imprima as páginas contendo as 28 cartas propostas para o jogo, recorte-as e cole-as numa cartolina, procurando deixar todas com tamanhos iguais. Outro material alternativo a cartolina poderá ser utilizado para dá maior resistência as cartas, exemplos: papel cartão, papelão ou E.V.A . NÚMERO DE JOGADORES: três a quatro. COMO SE JOGA? 1. Escolha um jogador para ser o narrador. Colocam-se todos as cartas viradas para cima sobre a zona do jogo. 2. O narrador começa a contar e a explicar a história “Raí e o mundo que não é mágico”: “Era uma vez um menino chamado Raí que morava numa cidade...”. Os participantes devem estar muito atentos. Quando o narrador disser o nome de algum dos elementos da história, representado em uma das 28 cartas, deve-se ser rápido para agarrá-la. 3. O narrador segue contando e explicando até que se acabem as cartas ou até que termine sua história. 4. Ganha o jogador que conseguir mais cartas ao término da história.
  • 40. CARTAS DO JOGO: PERSONAGENS: Raí (jovem), Elias (jovem), Elias e sua mãe, Amigos de futebol de Raí, Raquel, Januário, Raí drogado, Elias (adulto), Raí (adulto) e Médico da Clínica de Recuperação.
  • 41. CENÁRIOS: Rua 7, Campo de futebol, Casa de Raí, Quarto de Raí, Vida nas ruas, Porta da casa de Raí, Clínica de Recuperação e Narcóticos Anônimos.
  • 42. OBJETOS: Boletim, Cachimbo, Chinelo, Droga, Objetos roubados, Sofá, Televisão, Orelhão, Formatura e Bola de futebol
  • 43. TIRA A TIRA PREPARANDO O JOGO: 1. Material necessário: Cartolina, papel A4, impressora com tinta, cola e tesoura. 2. Número de tiras: trinta (quinze pares). 3. Preparando tiras. Imprima as páginas contendo as tiras propostas para o jogo, recorte-as e cole-as numa cartolina, procurando deixar todos com tamanhos iguais. Outro material alternativo a cartolina poderá ser utilizado para dá maior resistência as tiras, exemplos: papel cartão, papelão ou E.V.A. NÚMERO DE JOGADORES: três a quatro. COMO SE JOGA? 1. Separam-se as tiras que contêm os inícios das frases das tiras que contêm os finais. Colocam-se todos as tiras que contêm os finais das frases no centro da mesa. 2. Um jogador recolhe todas as tiras que contêm os inícios das frases e as embaralha. Esse jogador escolhe uma tira e lê em voz alta. Os outros jogadores devem buscar entre as tiras da mesa o final correspondente à frase lida. 3. O jogo termina quando se encontrar todas as frases correspondentes. Ganha o jogador que acumular mais tiras complementares.
  • 44. TIRAS DO JOGO: TIRA A TIRA Na Pequena Cidade de Recomeço, a vida tinha um ritmo bom de viver. Todo mundo se conhecia e... as crianças ainda brincavam, tranquilamente, pelas ruas. Na Rua 7 viviam dois garotos inseparáveis, o Raí e o Elias. Eles estavam... ...sempre juntos, numa amizade bonita de se ver! Certo dia, ao cair da noite, Raí saiu de casa para jogar bola com uns meninos mais velhos que havia conhecido na festinha da escola. Ele estava muito animado e fazia... ...qualquer coisa para agradar o grupo de novos colegas.
  • 45. Certo dia, ao terminar um jogo de futebol, Raí perguntou a Osmar, um de seus novos «amigos»... ... O que é esse troço soltador de fumaça? Raí passou a usar drogas e começou a chegar atrasado nas aulas... ... a não fazer os deveres e a tirar notas baixas. Além dos problemas causados pelas drogas, Raí tinha outros problemas... ... sua mãe era muito estressada, não lhe dava atenção e seu pai era alcoólatra e agredia sua mãe.
  • 46. Após se tornar usuário de drogas e levar uma surra, Raí fugiu de casa e morou nas ruas por alguns anos, onde... ... ele passou a usar mais drogas, furtou, roubou, agrediu as pessoas e a si mesmo. Nas ruas, Raí emagreceu e envelheceu, vivia com roupas sujas e velhas. Um dia, Raí usou muito uma droga na forma de pedrinha e passou... ... muito mal, seu coração quase saiu pela boca, quase morreu. Depois de um tempo morando nas ruas, Raí retornou para seu lar. Seu pai o recebeu muito mal e sua mãe... ...chorou, abraçou-o e pediu perdão pelas suas faltas como mãe.
  • 47. Ao retornar ao lar, Raí não conseguiu controlar o desejo de usar drogas. Por isso, ele causou muitos transtornos à sua mãe. Por exemplo... ... ele vendia os objetos de sua casa para obter dinheiro e comprar drogas. Desesperada com a situação de Raí, sua mãe conversou com a família de Elias que a orientou a... ... procurar ajuda para seu filho numa clínica para tratamento de dependência química longe da cidade, e assim a começar a aprender a viver sem usar a droga. Esperançosa, Raquel internou Raí numa clínica para Tratamento de Dependência Química. E lá, ela foi informada que a internação não era o fim do problema... ...somente um possível início de solução, pois a luta contra a dependência química é diária e por toda a vida.
  • 48. Controlar o desejo de usar drogas é muito difícil. Raí passou muito tempo numa clínica de tratamento de dependência química realizando... ...um processo de reeducação, o qual contou com a ajuda profissional de sua mãe e de seu amigo Elias. Ao sair da clínica de dependência química, Raí recomeçou a sua vida... ... porém lutando diariamente contra a vontade destruidora de usar drogas. As drogas psicotrópicas podem destruir a vida de uma pessoa. Exemplo disso é a história «Raí e o Mundo Que Não Era Mágico», que mostra... ...a história de dois amigos, Raí, que teve sua vida modificada drasticamente pelo uso das drogas e Elias que não usou drogas e teve uma vida sem grandes problemas