Concentração Aura e Irradiação

4.816 visualizações

Publicada em

Publicada em: Espiritual
  • Seja o primeiro a comentar

Concentração Aura e Irradiação

  1. 1. Page 1
  2. 2. CONCENTRAÇÃO Concentração é o ato pelo qual fechamos as portas da mente ao exterior e orientamos nossa atividade interiormente para determinado objetivo. Page 2
  3. 3. Ela é muito importante no trabalho mediúnico,para alcan­çar a comunhão com o planoespiritual, individual ou coleti­vamente. Page 3
  4. 4. PARA UMA BOA CONCENTRAÇÃOUma boa concentração não se improvisa, pois é oresultado do pensamento e da vontade bem exercitados usualmente. Page 4
  5. 5. Para chegar a um bom nível de concentração, é recomen­dável.ConstantementeCultivar bons hábitos, leituras e diversões sadias(evitar leituras, filmes, ou programas de televisãode teor negativo, isto é, fúteis, imorais,deprimentes), procurar tudo que favo­reça aelevação da mente, exercitar os bons sentimentos. Page 5
  6. 6. No dia da reuniãoDesde o levantar, de manhã, usar a prece; terem mente o trabalho espiritual de que iráparticipar mais tarde e a impor­tância dessecompromisso; evitar emoções violentas,atritos, contrariedades e discussões quelevam à exaltação de ânimo (para tanto,exercitar a paciência e a humildade); fugir aoque pode levar à tensão, procurar manter oequilíbrio físico e espiritual. Page 6
  7. 7. Na hora da reunião1) Quanto ao físicoEstar higienizado e vestido com discrição esobriedade; evitar roupas e calçados queapertem, e perfumes fortes (para não perturbaros outros). Page 7
  8. 8. Sentar­se em posição cômoda, sem contrairmúsculos, e respirar calmamente. (O objetivo éfacilitar o bem­estar físi­co, nunca, porém, odesalinho de atitudes, o relaxamento das boasmaneiras).Evitar mexer­se muito, bocejar ou fazermovimentos e ruídos que incomodem os demaisparticipantes. Page 8
  9. 9. 2) Quanto ao psíquicoa) Abstrair­se dos estímulos exteriores (sons,luzes, movi­mentos);b) Serenar o íntimo, esquecendo preocupaçõespessoais;c) Sentir­se fraterno e solidário com os demaisparticipan­tes; Page 9
  10. 10. d) Focalizar os objetivos da reunião;­ Pensar na importância e responsabilidade doato de, voluntariamente, ativar o intercâmbiomediúnico;­ Lembrar que o objetivo da sessão é aprender eservir, socorrer e socorrer­se, dentro das leisdivinas.e) Orar e buscar sintonia com os espíritossuperiores. Page 10
  11. 11. Com a concentração, pouco a pouco, se acalmamas in­quietudes e agitações e passam a serliberados fluidos e ener­gias positivos, que asmentes de encarnados e desencarnados, emunião, trabalham e conduzem num únicosentido. Page 11
  12. 12. Quando a conjugação atinge o nível necessário,estabele­ceu­se a ligação entre o Céu e a Terra,num sublime fluxo de forças fluídicas. Page 12
  13. 13. O intercâmbio mediúnico se faz, então,ensejando a en­carnados e desencarnados oconforto e o esclarecimento, o despertar e arenovação, o dar e o receber. Page 13
  14. 14. A esse processo de ligação espiritual é quepopularmente se chama "formar a corrente".Ela não depende de fórmulas, rituais, vestesespeciais ou lugares determinados ao redor damesa. Somente quando ela se faz é que areunião em verdade foi "aberta", pois somenteentão se inicia a comunhão harmo­niosa entreos dois planos. Page 14
  15. 15. Quem estiver em concentração, oração e doação, tornar­ se­á um elo vivo na corrente espiritual formada.Quem se alhear, refratário e improdutivo, delanão participará, ainda que fisicamente seencontre no recinto e, até mesmo, senta­do àmesa mediúnica. Page 15
  16. 16. Mantendo a vibração"Aberta" a reunião, o ambiente fluídicoprecisará ser man­tido, sustentado em todo odecorrer do trabalho. Page 16
  17. 17. Para tanto, cada participante deve:*Cuidar de estar sempre concentrado nosobjetivos da reunião;*Orar e doar vibrações quer em favor doscompanheiros do grupo, quer em apoio aotrabalho dos bons espíritos, quer em socorro aentidades espirituais necessitadas. Page 17
  18. 18. Um bom meio é:1 ­ Mentalizar as criaturas ligadas à reunião,encarnadas ou desencarnadas, endereçando­lhes pensamentos bons e envolvendo­as emsentimentos fraternos; Page 18
  19. 19. 2­ Ficar meditando em tudo que é bom e dignodiante de Deus (caridade, fé, esperança, alegria,resignação etc.) e pro­curar emanar forçasfluídicas benéficas, que os bons espíritosutilizarão em benefício geral. Page 19
  20. 20. *Concentrar­se e manter a vibraçãonormalmente não can­sa, porque produz umestado de alma elevado, no qual rece­bemos permuta de fluidos superiores pelos queemitimos; e podemos ir variando o tema denossas vibrações. Page 20
  21. 21. *Se sentirmos cansaço, é porque alguma falhahá em nosso modo de concentrar e vibrar(estamos tensos, aflitos etc.), ou então o ambientesofre grandes interferências contrárias. Page 21
  22. 22. Avaliação:1. Que é concentração?2. Por que ela é importante no trabalhomediúnico?3. Que fará você, quanto ao psíquico, nahora da reunião, para se concentrar? Page 22
  23. 23. Bibliografia: Page 23
  24. 24.  AURA E IRRADIAÇÃO Tão natural e automaticamente como absorvemos os flui­dos, também os emanamos, os irradiamos. Page 24
  25. 25.  AURA ­ Com os seus pensamentos e sentimentos habituais, o es­pírito(encarnado ou não) influi sobre os fluidos do seu perispírito elhes dá características próprias. Como está sempre emanando esses fluidos, eles o envol­vem e o acompanham em todos os seus movimentos. Page 25
  26. 26. É o que chamamos de aura, ou "atmosferaindividual" (Allan Kardec), ou, ainda, comodiz André Luiz: "túnica de forçaseletromagnéticas", "hálito mental". No desencarnado, a aura é resultante das emanações perispirituais, somente. Page 26
  27. 27. No encarnado, o perispírito não fica circunscrito pelo corpo, irradia ao seu derredor, formando como que um halo ao redor do corpo físico.A aura do encarnado, então, é o resultado dadifusão dos campos energéticos que partem doperispírito, envolvendo­se com o manancial deirradia­ções das células físicas. Page 27
  28. 28. Segundo o Dr. Walter Kilner (The HumanAura), citado por Hermínio C. Miranda, oscadáveres não apresentam a aura nem as pessoasem hipnose (estão em desdobramento), e ela perdea nitidez em pessoas enfermas ou desmaiadas. Page 28
  29. 29. Exame de auraNormalmente, a aura é um campo biológico bemestrutu­rado e apresenta um sistema ordenado deemissão e recepção. Sua tonalidade, forma, luminosidade, sensações que cau­sa, guardam relação com a situação física ou espiritual de quem a produz. Page 29
  30. 30. Para avaliar as condições dos encarnados como dos desen­carnados, é possível examinara aura, seja por clarividên­cia (fenômeno anímico) ou por vidência (via mediúnica). Page 30
  31. 31. É preciso lembrar, porém, que nossaobservação da aura pode retratarum estado momentâneo, que talvezlogo venha a se modificar, porqueas irradiações da aura variamno aspecto, cor, amplitude, em face: Page 31
  32. 32. ­ dos graus evolutivos;­ dos estados anormais (transe) epatológicos;­das condições emocionais desensibilidade, percep­ção e doaçãomagnética.  Page 32
  33. 33. *Observações:Nas alterações causadas por distúrbios nervosostran­sitórios (ciática, herpes etc.), após a cura, aaura gra­dualmente se refaz, retorna aonormal.Mas em algumas doenças nervosas severas(epilepsia, histeria, hemiplegia), se instaladas, asalterações da aura podem ser permanentes. Page 33
  34. 34. Também influem sobre a aura todos os hábitosque aviltem a mente ou esgotem os nervos(alimentação ina­dequada, álcool, drogas etc.). Page 34
  35. 35. Para verificar a aura dos encarnados, existe akirliangrafia (processo de fotografias feitas emcampos de alta frequência, descoberto edesenvolvido pelo casal Kirlian, em Alma­Ata,na Rússia). Page 35
  36. 36. Todavia é um processo ainda em fase depesquisas e defi­nições.Não devemos confundir aura com efeitocorona (fenô­meno eletrofísico comum), que éobservado até nos mine­rais e resulta da fuga daalta frequência e voltagem para as bordas dasuperfície do corpo material em que incide, e quenão apresenta as imensas variações do campoáurico huma­no (opacidade, brilhos e cores). Page 36
  37. 37. De aura para aura Cada pessoa está sempre irradiando o que realmente é e impregnando com seu fluidoparticular as coisas, o ambiente, einfluindo sobre quem lhe aceite a tonalidade energética. Page 37
  38. 38. Por meio das irradiações de sua aura, acriatura "estende a própria influênciaque, à feição do campo proposto por Einstein,diminui com a distância do fulcroconsciencial emissor", ou seja, o próprioser "tornando­se cada vez me­nor, mas aespraiar­se no Universo infinito". (AndréLuiz, Mecanismos da Mediunidade, cap. X.) Page 38
  39. 39. As diferentes auras encontram­se, cruzam­se, misturam­ se sem,contudo, se confundirem. Page 39
  40. 40. E, pelas qualidades particulares dos seus fluidos,se har­monizam ou se repelem, causandoimpressão agradável ou desagradável (ex.:simpatia ou antipatia). Certos espíritos sãoatraídos e imantados pela aura do en­carnado. Page 40
  41. 41. Percepção fluídica Ao tomar contato com a irradiação, com a aura de alguém, as pessoas sensíveispodem perceber se os fluidos são bons ou não e, até, captar suas intenções e sentimentos. Page 41
  42. 42. Pode­se perceber, também, o ambiente fluídicolocal, isto é, o conjunto formado pelas emanaçõesfluídicas dos encarna­dos e desencarnadospresentes. Page 42
  43. 43. PROJETO IMAGEMNo médium em transe, essa percepção ocorre emmaior grau, porque se acentua a exteriorização doseu perispírito, suas faculdades espirituais estãomais livres e ele está em maior vibração. Page 43 
  44. 44. Como distinguir os fluidosA prática nos ensinará a diferenciaros vários tipos de espíritos, segundo os fluidos que irradiam. Page 44
  45. 45. De modo geral, porém:­ os bons fluidos sãoleves, agradáveis, suaves,calmos; dão sensação debem­estar geral e euforiaespiritual;  Page 45
  46. 46. ­ os maus fluidos são pesados, desagradáveis,violentos, desarmônicos; dãosensação de mal­estar geral, ansiedade, desassossego, nervosismo, cabeça pesada, pálpebras chum­badas,bocejos frequentes e arrepios.   Page 46
  47. 47. *Observação:Às vezes, a pessoa sente mal­estar assim porsua própria desarmonia, sem que espíritoalgum a esteja perturbando. Page 47
  48. 48. Assimilação fluídica Não basta perceber e identificar os tipos de fluidos. É preciso saber como absorvê­los, quandobons, e rechaçá­los, quando maus. Page 48
  49. 49. Para absorver os fluidos,basta vibrarmos na mesma fai­ xa. Para repelir fluidosmaus: firmar o pensamento no bem e irradiar bons fluidos. Page 49
  50. 50. *Observação:Haverá casos em que, embora os fluidos sejammaus, o médium precisa servir de intermediárioao espírito, para que seja socorrido, esclarecido.Nesse caso, não o rechaçará, mas, emborasentindo­lhe a atmosfera fluídica difícil,procurará manter seu próprio equilíbrio es­piritual e envolver o comunicante em vibraçãofraterna, mas firme. Page 50 
  51. 51. Irradiação a distânciaPodemos fazer uma irradiaçãoconsciente e voluntaria­mente,projetando nosso pensamento e sentimento, movi­mentando forças psíquicas, em favor de alguém. E podemos fazer isso, mesmo a distância.   Page 51
  52. 52. Condições de quem irradiaSomente pode dar alguma coisa boa aquele que a possui. Os bons sentimentos, os bons pensamentos, os bons atos vão plasmando na "atmosferaespiritual" da pessoa uma tonali­dade vibratória euma quantidade de fluidos agradáveis e sa­lutaresque poderão ser mobilizados, pela vontade dirigida. Page 52
  53. 53. As condições básicas para se realizar uma boairradiação são as mesmas que para os passistas:frugalidade na alimen­tação, abster­se dosvícios (álcool, fumo etc.); evitar conver­sação debaixo palavreado e de imagens pouco dignas;domi­nar os sentimentos passionais einstintivos; procurar ter com­portamentocristão. Assim, disporá de elementos fluídicos deboa qualidade para transmitir aos necessitados. Page 53
  54. 54. Técnica a ser seguidaQuem vai fazer a irradiaçãodeve:1­Concentrar­se e orar (para ficarem condições de agir e obterassistência espiritual superior). Page 54
  55. 55. 2­Focalizar com o pensamento o objeto de suairradia­ção (pessoa, coletividade, local).3­Pela vontade, emitir o que deseja transmitir(paz, con­forto, coragem, saúde, equilíbrio,paciência etc.).*Se a irradiação for feita em grupo, é preciso quetodos ajam ao mesmo tempo e para o mesmo fim. Page 55
  56. 56. Quanto aos resultados dairradiaçãoNão será por pedirmos ementalizarmos em favor de mui­tos que conseguiremos atendimentoem tudo e para todos, porque: Page 56
  57. 57. Embora cada um de nós movimente uma certaquanti­dade de fluidos ou forças magnéticas,psíquicas e espirituais, de que pode dispor paradoar; e essas forças possam ser ajuntadas comas do mundo espiritual e depois carreadas parao seu objetivo; elas também estão submetidas àlei das proporções e seus efeitos têm limitesnaturais. Page 57
  58. 58. Mas as irradiações feitas com amor e boa vontade sem­pre são benéficas. Sua maior ou menorassimilação, porém, dependerá da pessoa por quem irradiamos. Page 58
  59. 59. PROJETO IMAGEMNuma vibração geral (em que não se determinaalguém como beneficiário), o potencial fluídicooferecido será apro­veitado pelos bons espíritosno que for mais necessário e conveniente,segundo as leis divinas. Page 59
  60. 60. Avaliação:1­Que é aura?2­Como se distinguem os fluidos bons dosmaus?3­Como reagir aos maus fluidos? Page 60
  61. 61. Bibliografia: Page 61
  62. 62. Bibliografia:De Hermínio C. Miranda:­Diversidade dos Carismas, vol. II.De Marlene R. S. Nobre:­A Obsessão e Suas Máscaras, parte 2, cap. V.De Ostolfo Olegário de Oliveira Filho:­"As Radiações e Sua Técnica", O Imortal,abril/1996.De Therezinha Oliveira­Fluidos e Passes, Segunda Unidade, 12ª aula. 62 Page
  63. 63. Page 63

×