ARTE DE RUA
das Cavernas à Metrópolis
Gláucia de Castro Pimentel
2015
O Grafismo rupestre como SÍMBOLO
(Símbolo representa algo que não está ali)
Símbolos Místicos
ANTIGUIDADE
Catacumbas Tuthankamon
Origens das Escritas
Ilha de Páscoa: Rongo Rongo Etruscos: Escrita Cuneiforme
POMPEIA
dos murais elegantes às pichações grosseiras
Mosaico mítico elegante Falo escavado numa rua
Signos urbanos atuais
(signos se referem a algo que indicam algo)
Signos Funcionais
ESTRADAS DE FERRO
Signos Ideológicos
P...
Muros como armas políticas
Siqueiros na Revolução Mexicana
anos ‘30 do século XX
MOVIMENTOS CULTURAIS URBANOS
DO PÓS-GUERRAS
 MOVIMENTO BEAT (década de ‘50)– Rompimento com o
Mundo do Trabalho urbano. V...
Movimentos culturais juvenis contra o Sistema
GERAÇÃO BEAT HIPPIES PUNKS
Anos ‘60
Ditadura Militar e a Contracultura
1974 em NOVA YORK
meninos saem às ruas ‘para ver o nome passar’
Anos ‘70 e `80
Imagens ganham as ruas de SP
HUMOR - SEXO E CRÍTICA CULTURAL – GERAÇÃO COM FORMAÇÃO ACADÊMICA
1974 - Hudini...
Anos 80 em NY com BASQUIAT:
A solidão e a Cidade
CIDADE LUA CADILLAC
KEITH HARING
HQs e o mundo efêmero sem Identidades 1987
Anos ‘80
O HIP HOP
 Ao contrário dos outros movimentos juvenis, o Hip Hop
não confronta o Sistema, nem quer destruí-lo, m...
Linguagens do HIP HOP
Picho Grapicho Grafite
O Grafismo como SIGNO expressivo:
A Escrita Urbana Contemporânea
Sopa de letras Mural Mix
A temida e odiada Pichação:
Alfabetos esmerados e cuidadosamente
ensaiados.
Heróis desperdiçados
Periferias sem oportunidades nem lazer
jovens se arriscam por pertencimento e auto-desafios
O Grafite de origem hip hop d’Osgemeos:
Guerreiros das Latinhas
BANKSY:
assaltando a cidade com humor e crítica
(a vez do Stencil na Arte de Rua)
LEIS vigentes para as ARTES de RUA
no Brasil
 Art. 65 da Lei n° 9.605/98 – Legisla sobre ‘atividades lesivas ao
meio ambi...
Nem só de Hip Hop vive a
Arte Urbana: Outras Narrativas
REFERÊNCIAS E MEMÓRIAS CULTURAIS
RIQUEZAS NORDESTINAS COM “CALMA”
O Nordeste é POP com OSGÊMEOS
Releituras culturais por NUNCA:
Site-specific: da Taba à Tate
NARRATIVAS COM VISÕES DIVERSAS
KBOCO - FSE - NINA - BOLETA - VITCHÉ
Outros diálogos urbanos
GRAFITE DOMESTICADO ou NOVO NICHO
de MERCADO?
GEMEOS no Escritório CELSO GITAHY na Cozinha
MZK na Sala de Estar NUNCA na S...
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Arte de rua: das cavernas a metrópolis

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Pretende-se apresentar a História do grafite e outras expressões urbanas, desde as cavernas aos escritores contemporâneos da cidade de São Paulo. Um panorama que exporá signos, códigos e relações grupais, tornando tais expressões, parte de um diálogo que vem sendo proposto sem esclarecimentos para que se estabeleça um debate justo.

Serão apresentadas questões sobre o Grafite ser arte ou decoração; se a Pichação é vandalismo ou manifestação política; se a Arte Contemporânea influencia o grafite e/ou vice-versa; como o mercado nacional e internacional estão enfrentando as linguagens que surgem das ruas, e outras questão que farão parte de uma exposição iconográfica que embasará opiniões de testemunhas provenientes de diversos segmentos envolvidos, como grafiteiros, transeuntes, críticos de arte, artistas plásticos, curadores de museus, entre outros.

Neste encontro pretende-se informar as atuais técnicas de ocupação dos espaços públicos, com suas variadas linguagens, esclarecendo alguns pontos nebulosos que permanecem, tanto pela mídia, quando pelas impressões dos passantes, que costumam expressar opiniões precisas, mesmo que desconheçam os processos, as técnicas e as formas de organizações sociais que esses grupos orientam seus fazeres pelas ruas, com o sentido de provocar reações, quaisquer que sejam – vindas de autoridades policiais e outros responsáveis pela cidade, reações explícitas vindas dos galeristas, dos críticos de arte, dos transeuntes e, acima de todos, provocar diálogos entre seus pares, com quem criptografam jogos de territórios, num jogo estético-políticos entre eles e a grande cidade que não os reconhece ou acolhe.

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    1. 1. ARTE DE RUA das Cavernas à Metrópolis Gláucia de Castro Pimentel 2015
    2. 2. O Grafismo rupestre como SÍMBOLO (Símbolo representa algo que não está ali)
    3. 3. Símbolos Místicos ANTIGUIDADE Catacumbas Tuthankamon
    4. 4. Origens das Escritas Ilha de Páscoa: Rongo Rongo Etruscos: Escrita Cuneiforme
    5. 5. POMPEIA dos murais elegantes às pichações grosseiras Mosaico mítico elegante Falo escavado numa rua
    6. 6. Signos urbanos atuais (signos se referem a algo que indicam algo) Signos Funcionais ESTRADAS DE FERRO Signos Ideológicos Psicodelia ou PGLB
    7. 7. Muros como armas políticas Siqueiros na Revolução Mexicana anos ‘30 do século XX
    8. 8. MOVIMENTOS CULTURAIS URBANOS DO PÓS-GUERRAS  MOVIMENTO BEAT (década de ‘50)– Rompimento com o Mundo do Trabalho urbano. Viagens, Jazz, Drogas e Sexo. Literatura de impressões e o Desregramento.  MOVIMENTO HIPPIE (anos 60) – Negação do controle Social e seu ritmo industrial. Retorno à vida natural, buscando sensações do corpos pelas drogas, erotismo e transcendências orientais.  MOVIMENTO PUNK (anos 70) - desencanto pela vida proletária, pregando violência e auto-violência contra romantismos e benevolências com a sociedade industrial.
    9. 9. Movimentos culturais juvenis contra o Sistema GERAÇÃO BEAT HIPPIES PUNKS
    10. 10. Anos ‘60 Ditadura Militar e a Contracultura
    11. 11. 1974 em NOVA YORK meninos saem às ruas ‘para ver o nome passar’
    12. 12. Anos ‘70 e `80 Imagens ganham as ruas de SP HUMOR - SEXO E CRÍTICA CULTURAL – GERAÇÃO COM FORMAÇÃO ACADÊMICA 1974 - Hudinilson Jr 1978-Alex Vallauri 1979-Carlos Matuck
    13. 13. Anos 80 em NY com BASQUIAT: A solidão e a Cidade CIDADE LUA CADILLAC
    14. 14. KEITH HARING HQs e o mundo efêmero sem Identidades 1987
    15. 15. Anos ‘80 O HIP HOP  Ao contrário dos outros movimentos juvenis, o Hip Hop não confronta o Sistema, nem quer destruí-lo, mas almeja INSERÇÃO na sociedade de consumo.  Na base da crítica ácida e mordaz do Hip Hop está a rejeição por sua classe social e raça, pelos setores de poder da cidade.  Fundado por jovens de periferia, luta por reconhecimento através de nova estética que se manifesta em cinco Expressões: o R.A.P (rhythm&blue) – M.C. (mestre de cerimônia) – Skate – Break (hoje B Boy) e o GRAFITE.
    16. 16. Linguagens do HIP HOP Picho Grapicho Grafite
    17. 17. O Grafismo como SIGNO expressivo: A Escrita Urbana Contemporânea Sopa de letras Mural Mix
    18. 18. A temida e odiada Pichação: Alfabetos esmerados e cuidadosamente ensaiados.
    19. 19. Heróis desperdiçados Periferias sem oportunidades nem lazer jovens se arriscam por pertencimento e auto-desafios
    20. 20. O Grafite de origem hip hop d’Osgemeos: Guerreiros das Latinhas
    21. 21. BANKSY: assaltando a cidade com humor e crítica (a vez do Stencil na Arte de Rua)
    22. 22. LEIS vigentes para as ARTES de RUA no Brasil  Art. 65 da Lei n° 9.605/98 – Legisla sobre ‘atividades lesivas ao meio ambiente’.  Parágrafo 2: “Pichar ou conspurcar edificação ou monumento urbano – Pena: detenção de 3 (três) meses a um (1) ano, e multa. Se o edifício ou monumento for tombado ou com valor artístico, a pena dobra de 3 para 6 meses a um ano - isto é, Pichação é Crime.  Grafite é permitido com objetivo de valorizar o patrimônio público ou privado, mediante manifestação artística, desde que consentida pelo proprietário, ou locatário do bem privado. Em caso de bem público, com autorização de órgão competente... Sob normas de preservação do patrimônio histórico e artístico nacional – isto é, Grafite não é Crime.  Essa lei também proíbe a venda de latas de tinta em spray para menores de 18 anos, com identificação e nota fiscal com identificação.
    23. 23. Nem só de Hip Hop vive a Arte Urbana: Outras Narrativas
    24. 24. REFERÊNCIAS E MEMÓRIAS CULTURAIS RIQUEZAS NORDESTINAS COM “CALMA”
    25. 25. O Nordeste é POP com OSGÊMEOS
    26. 26. Releituras culturais por NUNCA: Site-specific: da Taba à Tate
    27. 27. NARRATIVAS COM VISÕES DIVERSAS KBOCO - FSE - NINA - BOLETA - VITCHÉ
    28. 28. Outros diálogos urbanos
    29. 29. GRAFITE DOMESTICADO ou NOVO NICHO de MERCADO? GEMEOS no Escritório CELSO GITAHY na Cozinha MZK na Sala de Estar NUNCA na Sala de Jantar

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