ARTE GRAFITE –  PICHAÇÃO -  MURAL
Arte Grafite, Grafiti, Graffiti, Aerosol Art - Expressão artística estética que utiliza como meio a lata de spray e se desenvolve no ambiente urbano. A Arte Grafite reflete a rua. Seu dinamismo, sua duração suas cores. É válido ressaltar que a Arte Grafite Hip Hop difere de Arte Mural, de Aerografia em muros e dos Afrescos. Os temas são outros, as técnicas também. Coube aos brasileiros, uma inovação: a introdução da tinta látex na feitura do Grafite Hip Hop. Americanos e europeus nunca imaginaram utilizar esta tinta em seus trabalhos.
Mesmo que de maneira não definitiva e ainda repleta de arestas dividiria a Arte Grafite em "Grafite Hip Hop" e o "Grafite Acadêmico". No primeiro, os elementos presentes são as letras e as personagens caricatas presentes em um cenário com influências fortes dos quatro elementos da Cultura Hip Hop e o uso predominante da tinta spray. Na segunda estão as "máscaras" (stencil art) e dos Murais, sendo geralmente, praticadas por pessoas que não possuem vínculos com a Cultura Hip Hop e sim das escolas de Arte e autodidatas e boêmios. Entretanto existem artistas que utilizam o spray como instrumento mas não pintam temas relacionados à Cultura Hip Hop.
Grafiteiro, escritor, writer - Pessoa que manipula a lata de spray na realização dos Grafites.
PICHAÇÃO  A pichação é uma prática que interfere no espaço, muitas vezes desagradando os que são alvos de comentários, donos de paredes brancas, muros de estabelecimentos etc. A pichação subverte valores, é espontânea, efêmera e gratuita. Prática que tem como sua base as letras e formas diferentes que podem significar : protestos políticos, xingamentos aos que irão ler o que está no muro, protesto de gangs, simples vontade de sujar o espaço alheio entre outras coisas
Sabe-se que a pichação podia ser vista em paredes das antigas civilizações, portanto esta não é uma atividade contemporânea.  A cidade de Pompéia, vitima de um vulcão chamado Vesúvio, que entrou em erupção dia 24 de agosto de 79 d.C. ( por isso foi preservada.) tinha muros onde predominavam todo o tipo de pichação, como xingamentos, propagandas políticas, anúncios, poesias... se escrevia de tudo nas paredes. Até na idade média, na época em que a Inquisição  queimava as bruxas cobrindo-as de piche, os padres pichavam as paredes dos conventos que eram rivais, ajudando a expor suas ideologias e todo tipo de gente a quem se queria e criticar doutrinas contrárias, governantes , ditadores difamar.
Muralismo A pintura mural difere de todas as outras formas de arte pictórica por estar profundamente vinculada à arquitetura. Nessa técnica, o emprego da cor e do desenho e o tratamento temático podem alterar radicalmente a percepção das proporções espaciais da construção.
Muralismo é a arte da pintura mural, que engloba o conjunto de obras pictóricas realizadas sobre parede. A técnica de uso mais generalizado é a do afresco, que consiste na aplicação de pigmentos de cores diferentes, diluídos em água, sobre argamassa ainda úmida.
A tradição milenar da pintura mural, também praticada por algumas culturas pré-colombianas, ressurgiu nas primeiras décadas do século XX no México, coincidente com um movimento revolucionário. Os artistas da época viram no muralismo o melhor caminho para plasmar suas idéias sobre uma arte nacional popular e engajada.  Como manifestação genuinamente nacional, o muralismo mexicano conseguiu produzir profundo impacto no panorama pictórico mundial.
O programa de pinturas de murais, narrando a história do país e exaltando o fervor revolucionário do povo, adquire lugar destacado no projeto educativo e cultural do período. Nos termos de Diego Rivera (1886-1957), um dos principais expoentes do muralismo mexicano, a arte "é uma arma", um instrumento revolucionário de luta contra a opressão.
No período pós-revolucionário, nas décadas de 1920 e 1930, os muralistas como Diego Rivera, José Clemente Orozco e Davi Alfaro Siqueiros, financiados pelo governo e dentro das diretrizes culturais pensadas pelo ministro José Vasconcelos, aliaram seu talento artístico à causa da Revolução. Sua produção cultural transmitia uma interpretação da história mexicana marcada pela denúncia dos ricos e poderosos, com fortes imagens de índios oprimidos e explorados pelo violento colonizador apoiado na Igreja Católica.
Os muralistas acreditavam que só mesmo o mural poderia redimir artisticamente um povo que esquecera a grandeza de sua civilização pré-colombiana durante tantos séculos de opressão estrangeira e de espoliação por parte das oligarquias nacionais culturalmente voltadas para a metrópole espanhola. Portando, produzir obras em locais públicos para que todos a pudessem ver era uma forma de impedir que estas não acabassem em propriedade de algum abastado colecionador.
DIEGO RIVERA
Rivera vivera muitos anos no velho continente, e lá estudara com variados mestres e estilos diferentes. Mas aprendera também como os gregos, italianos, holandeses, espanhóis e outros criaram uma arte nacional de ressonância universal. Logo quis fazer o mesmo no México, contribuindo para que seu país tivesse uma fisionomia artística própria, exprimindo o vigor de sua natureza física e humana em uma pintura que não só descrevesse o povo mexicano , mas que também dialogasse com ele. Isso deveria redefinir o seu estilo.
Diego tinha prazer em fazer pinturas que contrastassem o mundo moderno industrial, com uma forte crítica social relacionada à exploração dos trabalhadores. Característico também é o contraste entre o México industrial e o México rural em sua obra; este último é celebrado por Rivera mais como vital e pitoresco do que como atrasado e indigente.
Rivera era o único dos muralistas que ainda continuava a procurar fórmulas que solucionassem a questão de uma "arte para o povo"; em termos realmente indígenas, não através da pura e simples reprodução de imagens do passado pré-colombiano, mas tentando entender e usar criativamente as estruturas e as iconografias pré-colombianas. Ao longo de sua vida, criou mais de 2 mil quadros, 5 mil desenhos e cerca de 4 mil metros quadrados de pintura mural.
Mural de Diego Rivera Indústria de Detroit
The Flower Carrier
Mural at SFAI
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Grafite Muralismo PichaçãO

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    ARTE GRAFITE – PICHAÇÃO - MURAL
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    Arte Grafite, Grafiti,Graffiti, Aerosol Art - Expressão artística estética que utiliza como meio a lata de spray e se desenvolve no ambiente urbano. A Arte Grafite reflete a rua. Seu dinamismo, sua duração suas cores. É válido ressaltar que a Arte Grafite Hip Hop difere de Arte Mural, de Aerografia em muros e dos Afrescos. Os temas são outros, as técnicas também. Coube aos brasileiros, uma inovação: a introdução da tinta látex na feitura do Grafite Hip Hop. Americanos e europeus nunca imaginaram utilizar esta tinta em seus trabalhos.
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    Mesmo que demaneira não definitiva e ainda repleta de arestas dividiria a Arte Grafite em "Grafite Hip Hop" e o "Grafite Acadêmico". No primeiro, os elementos presentes são as letras e as personagens caricatas presentes em um cenário com influências fortes dos quatro elementos da Cultura Hip Hop e o uso predominante da tinta spray. Na segunda estão as "máscaras" (stencil art) e dos Murais, sendo geralmente, praticadas por pessoas que não possuem vínculos com a Cultura Hip Hop e sim das escolas de Arte e autodidatas e boêmios. Entretanto existem artistas que utilizam o spray como instrumento mas não pintam temas relacionados à Cultura Hip Hop.
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    Grafiteiro, escritor, writer- Pessoa que manipula a lata de spray na realização dos Grafites.
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    PICHAÇÃO Apichação é uma prática que interfere no espaço, muitas vezes desagradando os que são alvos de comentários, donos de paredes brancas, muros de estabelecimentos etc. A pichação subverte valores, é espontânea, efêmera e gratuita. Prática que tem como sua base as letras e formas diferentes que podem significar : protestos políticos, xingamentos aos que irão ler o que está no muro, protesto de gangs, simples vontade de sujar o espaço alheio entre outras coisas
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    Sabe-se que apichação podia ser vista em paredes das antigas civilizações, portanto esta não é uma atividade contemporânea.  A cidade de Pompéia, vitima de um vulcão chamado Vesúvio, que entrou em erupção dia 24 de agosto de 79 d.C. ( por isso foi preservada.) tinha muros onde predominavam todo o tipo de pichação, como xingamentos, propagandas políticas, anúncios, poesias... se escrevia de tudo nas paredes. Até na idade média, na época em que a Inquisição  queimava as bruxas cobrindo-as de piche, os padres pichavam as paredes dos conventos que eram rivais, ajudando a expor suas ideologias e todo tipo de gente a quem se queria e criticar doutrinas contrárias, governantes , ditadores difamar.
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    Muralismo A pinturamural difere de todas as outras formas de arte pictórica por estar profundamente vinculada à arquitetura. Nessa técnica, o emprego da cor e do desenho e o tratamento temático podem alterar radicalmente a percepção das proporções espaciais da construção.
  • 8.
    Muralismo é aarte da pintura mural, que engloba o conjunto de obras pictóricas realizadas sobre parede. A técnica de uso mais generalizado é a do afresco, que consiste na aplicação de pigmentos de cores diferentes, diluídos em água, sobre argamassa ainda úmida.
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    A tradição milenarda pintura mural, também praticada por algumas culturas pré-colombianas, ressurgiu nas primeiras décadas do século XX no México, coincidente com um movimento revolucionário. Os artistas da época viram no muralismo o melhor caminho para plasmar suas idéias sobre uma arte nacional popular e engajada. Como manifestação genuinamente nacional, o muralismo mexicano conseguiu produzir profundo impacto no panorama pictórico mundial.
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    O programa depinturas de murais, narrando a história do país e exaltando o fervor revolucionário do povo, adquire lugar destacado no projeto educativo e cultural do período. Nos termos de Diego Rivera (1886-1957), um dos principais expoentes do muralismo mexicano, a arte "é uma arma", um instrumento revolucionário de luta contra a opressão.
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    No período pós-revolucionário,nas décadas de 1920 e 1930, os muralistas como Diego Rivera, José Clemente Orozco e Davi Alfaro Siqueiros, financiados pelo governo e dentro das diretrizes culturais pensadas pelo ministro José Vasconcelos, aliaram seu talento artístico à causa da Revolução. Sua produção cultural transmitia uma interpretação da história mexicana marcada pela denúncia dos ricos e poderosos, com fortes imagens de índios oprimidos e explorados pelo violento colonizador apoiado na Igreja Católica.
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    Os muralistas acreditavamque só mesmo o mural poderia redimir artisticamente um povo que esquecera a grandeza de sua civilização pré-colombiana durante tantos séculos de opressão estrangeira e de espoliação por parte das oligarquias nacionais culturalmente voltadas para a metrópole espanhola. Portando, produzir obras em locais públicos para que todos a pudessem ver era uma forma de impedir que estas não acabassem em propriedade de algum abastado colecionador.
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    Rivera vivera muitosanos no velho continente, e lá estudara com variados mestres e estilos diferentes. Mas aprendera também como os gregos, italianos, holandeses, espanhóis e outros criaram uma arte nacional de ressonância universal. Logo quis fazer o mesmo no México, contribuindo para que seu país tivesse uma fisionomia artística própria, exprimindo o vigor de sua natureza física e humana em uma pintura que não só descrevesse o povo mexicano , mas que também dialogasse com ele. Isso deveria redefinir o seu estilo.
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    Diego tinha prazerem fazer pinturas que contrastassem o mundo moderno industrial, com uma forte crítica social relacionada à exploração dos trabalhadores. Característico também é o contraste entre o México industrial e o México rural em sua obra; este último é celebrado por Rivera mais como vital e pitoresco do que como atrasado e indigente.
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    Rivera era oúnico dos muralistas que ainda continuava a procurar fórmulas que solucionassem a questão de uma "arte para o povo"; em termos realmente indígenas, não através da pura e simples reprodução de imagens do passado pré-colombiano, mas tentando entender e usar criativamente as estruturas e as iconografias pré-colombianas. Ao longo de sua vida, criou mais de 2 mil quadros, 5 mil desenhos e cerca de 4 mil metros quadrados de pintura mural.
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