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Peters & Gilles, 1997
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Dores
Estenose uretral
Fístulas perineais
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Risco obstétrico
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Desconforto no hipogastro
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Localização da deposição dos ovos
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Fase aguda
Formas benignas
Prurido, por vezes com:
Febrícula Anorexia
Sudorese Tosse
Cefaleias Dores abdominais
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Atraso de crescimento
Peters & Gilles, 1997
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Fase aguda
Formas toxémicas
De início:
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Cefaleias Naúseas
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Depois:
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Diag. Diferencial: desinteria bacilar, estrongiloidose grave, septicémias
por salmonelas e infecções decorrentes de cirurg...
Formas benignas sem hipertensão portal ou formas intestinais
Formas graves com hipertensão portal
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Fase crónica
Formas benignas sem hipertensão portal ou formas intestinais
Diarreia, ocasionalmente com sangue
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Polipose do cólon no post mortem
Peters & Gilles, 1997
Peters & Gilles, 1997
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Fase crónica
Formas graves com hipertensão portal
Cinco a dez anos Hipertensão portal
Varizes esofágicas
Hematemeses
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Principais manifestações clínicas (fase avançada)
Ascite Aranhas vasculares
Icterícia Eritema palmar
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Circulação colateral
Ascite
Peters & Gilles, 1997
Peters & Gilles, 1997
Varizes esofágicas
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MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS RARAS DA BILHARZIOSE
TratamentoTratamentoTratamentoTratamento
Praziquantel platelmintícida de largo espectro
excelente tolerância: náuseas
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TratamentoTratamentoTratamentoTratamento
Methriphonate (=dichlorvos) organosfosfarado
→→→→ muito activo: S. haematobium
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TratamentoTratamentoTratamentoTratamento
Oxamniquine só actua no S. mansoni
→→→→ boa tolerância:
contra-indicação absoluta...
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  1. 1. MANIFESTAMANIFESTAMANIFESTAMANIFESTAMANIFESTAMANIFESTAMANIFESTAMANIFESTAÇÇÇÇÇÇÇÇÕES CLÕES CLÕES CLÕES CLÕES CLÕES CLÕES CLÕES CLÍÍÍÍÍÍÍÍNICAS DENICAS DENICAS DENICAS DENICAS DENICAS DENICAS DENICAS DE ALGUMAS BILHARZIOSESALGUMAS BILHARZIOSESALGUMAS BILHARZIOSESALGUMAS BILHARZIOSESALGUMAS BILHARZIOSESALGUMAS BILHARZIOSESALGUMAS BILHARZIOSESALGUMAS BILHARZIOSES E SEU TRATAMENTOE SEU TRATAMENTOE SEU TRATAMENTOE SEU TRATAMENTOE SEU TRATAMENTOE SEU TRATAMENTOE SEU TRATAMENTOE SEU TRATAMENTO VII Congresso PortuguêsVII Congresso Português de Parasitologiade Parasitologia LisboaLisboa –– Abril 2003Abril 2003 AbAbíílio Antuneslio Antunes
  2. 2. Importância mImportância mImportância mImportância méééédicadicadicadica Bilharziose Elevada prevalência e incidência Regiões tropicais Regiões subtropicais
  3. 3. ClassificaClassificaClassificaClassificaççççãoãoãoão Etiologia Aspectos Anátomo-patológicos Compromisso funcional
  4. 4. As caracterAs caracterAs caracterAs caracteríííísticas da bilharziosesticas da bilharziosesticas da bilharziosesticas da bilharziose Conhecimentos parasitológicos Aspectos clínicos Anátomo- patológicos Infestação instalada Complicações Maturação Invasão
  5. 5. Invasão Reacção cutânea local ou alérgica geral CaracterCaracterCaracterCaracteríííísticas da bilharziosesticas da bilharziosesticas da bilharziosesticas da bilharziose Maturação Febre ou síndroma de Katayama Infestação instalada diferentes quadros clínicos Complicações reflexo do envolvimento de órgãos diversos
  6. 6. PerPerPerPerííííodos de invasão e maturaodos de invasão e maturaodos de invasão e maturaodos de invasão e maturaççççãoãoãoão Dermite por cercárias Reacção cutânea local na primo-infecção,ou alérgica geral nas infecções subsequentes Início Duração Incidência Variáveis Numerosos factores
  7. 7. Dermite por cercárias Peters & Gilles, 1997
  8. 8. respiratórios gastrintestinais hepáticos neuropsíquicos cutâneos PerPerPerPerííííodos de invasão e maturaodos de invasão e maturaodos de invasão e maturaodos de invasão e maturaççççãoãoãoão Febre ou Sindroma de Katayama Início mais ou menos súbito, com febre, astenia,mal estar geral, diarreia, dores abdominais difusas Complicações Favorecem a evolução para a cronicidade
  9. 9. Órgãos mais atingidos UreteresUreteresBexigaBexiga RimRim Bilharziose porBilharziose porBilharziose porBilharziose por S. haematobiumS. haematobiumS. haematobiumS. haematobium
  10. 10. Rim Aparelho urinário Bilharziose porBilharziose porBilharziose porBilharziose por S. haematobiumS. haematobiumS. haematobiumS. haematobium Sindroma nefrótico Edemas Nefrite intersticial Hidronefrose Inf. bacterianas Litíase Nefropatia glomerular Insuficiência renal
  11. 11. Ureteres Lombalgias Estenoses bilaterais Hidronefrose Inf. bacter. Litíase ureteral Periuretrite Compromisso da função renal Bilharziose porBilharziose porBilharziose porBilharziose por S. haematobiumS. haematobiumS. haematobiumS. haematobium Aparelho urinário
  12. 12. Estenoses bilaterais Bilharziose porBilharziose porBilharziose porBilharziose por S. haematobiumS. haematobiumS. haematobiumS. haematobium
  13. 13. Bexiga Hematúria Disúria Polaquiúria Tenesmo vesical Complicações: Cistite Litíase vesical Refluxo vesico-ureteral Diag. Diferencial: neoplasiasAjudam a localizar a sede das lesões principais Bilharziose porBilharziose porBilharziose porBilharziose por S. haematobiumS. haematobiumS. haematobiumS. haematobium Aparelho urinário
  14. 14. Bexiga em cabeça de feto Calcificação da bexiga e hidronefrose bilateral Peters & Gilles, 1997 Peters & Gilles, 1997 Bilharziose porBilharziose porBilharziose porBilharziose por S. haematobiumS. haematobiumS. haematobiumS. haematobium
  15. 15. Uretra Dores Estenose uretral Fístulas perineais Bilharziose porBilharziose porBilharziose porBilharziose por S. haematobiumS. haematobiumS. haematobiumS. haematobium Aparelho urinário
  16. 16. Endometrite Anexite Risco obstétrico Sensação de peso Desconforto no hipogastro Dores difusas quadrantes inferiores ΕΕΕΕΕΕΕΕ Bilharziose porBilharziose porBilharziose porBilharziose por S. haematobiumS. haematobiumS. haematobiumS. haematobium Hemospermia Dores perineais Queixas dolorosas ao toque rectalΓΓΓΓΓΓΓΓ Aparelho genital
  17. 17. Severidade do quadro clínico Localização da deposição dos ovos Intensidade das lesões resultantes Hepato-esplenomegália Bilharziose porBilharziose porBilharziose porBilharziose por S.S.S.S. mansonimansonimansonimansoni Manifestações clínicas gastrointestinais
  18. 18. Hepato- esplenomegália Peters & Gilles, 1997 Bilharziose porBilharziose porBilharziose porBilharziose por S.S.S.S. mansonimansonimansonimansoni
  19. 19. Fase aguda Formas benignas Prurido, por vezes com: Febrícula Anorexia Sudorese Tosse Cefaleias Dores abdominais Astenia Diarreia Perda de peso Linfadenopatia Eritema máculo-papular localizado Hepatomegália de pequenas dimensões Esplenomegália de tamanho reduzido Diag. Diferencial: febre tifóide, malária, tuberculose, pneumonia, Kala-azar, amebíase aguda, etc. Bilharziose porBilharziose porBilharziose porBilharziose por S.S.S.S. mansonimansonimansonimansoni Manifestações clínicas gastrointestinais
  20. 20. Atraso de crescimento Peters & Gilles, 1997 Bilharziose porBilharziose porBilharziose porBilharziose por S.S.S.S. mansonimansonimansonimansoni
  21. 21. Fase aguda Formas toxémicas De início: Febre Anorexia Cefaleias Naúseas Tosse seca ou produtiva Broncoespasmo Depois: Febre irregular ou intermitente Arrepios de frio Diarreia Sudorese abundante Vómitos Mialgias generalizadas Prostração Bilharziose porBilharziose porBilharziose porBilharziose por S.S.S.S. mansonimansonimansonimansoni Manifestações clínicas gastrointestinais
  22. 22. Diag. Diferencial: desinteria bacilar, estrongiloidose grave, septicémias por salmonelas e infecções decorrentes de cirurgia abdominal Podem associar-se: pneumonia ou broncopneumonia, prurido generalizado, excepcionalmente icterícia, abdómen agudo, choque e coma Bilharziose porBilharziose porBilharziose porBilharziose por S.S.S.S. mansonimansonimansonimansoni Fase aguda Formas toxémicas De início: Febre Anorexia Cefaleias Naúseas Tosse seca ou produtiva Broncoespasmo Depois: Febre irregular ou intermitente Arrepios de frio Diarreia Sudorese abundante Vómitos Mialgias generalizadas Prostração
  23. 23. Formas benignas sem hipertensão portal ou formas intestinais Formas graves com hipertensão portal Após alguns meses Fase crónica Bilharziose porBilharziose porBilharziose porBilharziose por S.S.S.S. mansonimansonimansonimansoni Manifestações clínicas gastrointestinais
  24. 24. Fase crónica Formas benignas sem hipertensão portal ou formas intestinais Diarreia, ocasionalmente com sangue Obstipação (vários dias) Períodos assintomáticos (várias semanas) Dores abdominais localizadas (hipocôndrio e fossa ilíaca esquerda) Naúseas Insónias Cefaleias Mialgias Bilharziose porBilharziose porBilharziose porBilharziose por S.S.S.S. mansonimansonimansonimansoni Deposição de ovos no intestino Granulomas Pâncreas Testículo Rins Vesícula Ovário Coração Estomago Útero S.N. Bexiga Peritoneu
  25. 25. RX polipose do cólon Polipose do cólon no post mortem Peters & Gilles, 1997 Peters & Gilles, 1997 Bilharziose porBilharziose porBilharziose porBilharziose por S.S.S.S. mansonimansonimansonimansoni
  26. 26. Fase crónica Formas graves com hipertensão portal Cinco a dez anos Hipertensão portal Varizes esofágicas Hematemeses Circulação colateral Esplenomegália Alterações hematológicas “ endócrinas “ imunológicas Bilharziose porBilharziose porBilharziose porBilharziose por S.S.S.S. mansonimansonimansonimansoni
  27. 27. Principais manifestações clínicas (fase avançada) Ascite Aranhas vasculares Icterícia Eritema palmar Circulação colateral superficial Ginecomastia Cefaleias Hematemeses (fulminantes ou repetitivas) Diarreia Dores difusas ou cólicas Astenia Epistáxis Dispneia Edemas maleolares Por frequência: Bilharziose porBilharziose porBilharziose porBilharziose por S.S.S.S. mansonimansonimansonimansoni
  28. 28. Circulação colateral Ascite Peters & Gilles, 1997 Peters & Gilles, 1997 Varizes esofágicas Bilharziose porBilharziose porBilharziose porBilharziose por S.S.S.S. mansonimansonimansonimansoni Peters & Gilles, 1997
  29. 29. Bilharziose porBilharziose porBilharziose porBilharziose por S.S.S.S. intercalatumintercalatumintercalatumintercalatum Manifestações clínicas do ap. digestivo Sobreponíveis às da fase aguda do S. mansoni Manifestações clínicas do ap. genital O envolvimento ginecológico é superior ao causado Pelo S. mansoni
  30. 30. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS RARAS DA BILHARZIOSE
  31. 31. TratamentoTratamentoTratamentoTratamento Praziquantel platelmintícida de largo espectro excelente tolerância: náuseas epigastralgias diarreia sangue nas fezes rash (↑↑↑↑ infecções ↑↑↑↑graves) dose: 40 mg/kg dose única →→→→ S. haematobium (WHO) S. mansoni S. intercalatum 60 mg/kg-2/3 doses →→→→ S. japonicum S. mekongi
  32. 32. TratamentoTratamentoTratamentoTratamento Methriphonate (=dichlorvos) organosfosfarado →→→→ muito activo: S. haematobium →→→→ moderadamente activo: S.mansoni, S.japonicum oncocercose filaríases cisticercose nemátodos intestinais • • • → excelente tolerância. Raro: fadiga, tremor, sudorese, náuseas, cólicas, diarreia, etc. Dose: 3 x 7,5 mg/kg ou de 2/2 semanas 3 x 10 mg/kg →→→→ muito barato e fácil de armazenar
  33. 33. TratamentoTratamentoTratamentoTratamento Oxamniquine só actua no S. mansoni →→→→ boa tolerância: contra-indicação absoluta: epilepsia gravidez contra-indicação relativa: motoristas e ≈≈≈≈ Pode: alucinações convulsões cefaleias tonturas e vertigens Dose: 15-20 mg/kg (1-2 doses) - Américas+ Áf.Ocidental 30-40 mg/kg (2-4 doses) - África Oriental 60mg/kg (4 doses) - Egipto, África Austral

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