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ADENOMEGALIA
Célia B. Gianotti Antoneli
ADENOMEGALIA
Na maioria das vezes significa resposta normal a um estímulo
imunológico.
ADENOMEGALIA
Aguda Crônica
Infecção viral ou
bacteriana
Neoplasia ou inflamação granulomatosa
( tb, infecção fúngica, sarc...
ADENOMEGALIA
Idade de aparecimento
Sintomas constitucionais associados
( perda de peso, fadiga, febre, sudorese noturna)
ADENOMEGALIA
Dados epidemiológicos ( contatos)
Associação com sintomas de outros órgãos ( alteração cutânea)
Medicamentos ...
ADENOMEGALIA NA INFÂNCIA
CONGÊNITAS
cisto tireoglosso
cisto dermóide
laringocele
cistos branquiais
NEOPLÁSICAS
Tu de tireóide
Linfoma
INFLAMATÓRIAS...
MASSAS CERVICAIS
Cisto do ducto tireoglosso
•Restos embrionários relacionados à
glândula tireóide
•Apresentam-se na linha ...
MASSAS CERVICAIS
Cisto Dermóide
•Apresentam-se na linha média do pescoço
•Crescimento lento
•Indolores
•Podem apresentar i...
MASSAS CERVICAIS
Cisto branquial
•Arredondados, lisos elásticos
•situadados na região lateral do pescoço
•Podem aumentar d...
ADENOMEGALIAS
CONCEITO
- aumento (alargamento) dos gânglios
linfáticos superficiais/profundos (> 1 cm)
- achado de anamnes...
Aumento do volume ganglionar
Resposta inflamatória e hiperplasia do tec. linfóide
Infeccioso, alérgico, auto-imune, neoplá...
Localizada
Aumento de linfonodos em cadeias contíguas
Infecção localizada
Generalizada
> 2 cadeias não-contíguas
Infecção ...
Queixa da anamnese
Achado de exame físico
Curso benigno
Doenças comuns da infância
ADENOMEGALIAS
Processos reativos localizados e antigos
Sinal precoce de doenças malignas ou graves
Prevalência e localização varia com a...
Crianças nos primeiros anos de vida
Reatividade aumentada dos tecidos linfóides
Resistência específica menor
Experimentar ...
Aumento da idade
Mecanismos de resistência mais específicos
Reatividade ganglionar tende a ser localizada
ADENOMEGALIAS
Quantidade de tecido linfóide
500 linfonodos
1-2 cm, movéis, indolores, consistência firme e elástica
Neonatal – nenhum gâ...
ADENOMEGALIAS
ADENOMEGALIA GENERALIZADA
acometimento de linfonodos de
duas ou mais regiões não contíguas
ADENOMEGALIAS
Sítios de
linfadenopatia
Knight PJ, Pediatrics, 1982
CADEIAS
GANGLIONARES
CERVICAIS
ADENOMEGALIAS
Até 12 anos de idade
3,0- 5,0 mm de diâmetro:
• occipital
• auricular
• submandibular
• axilar
• epitroclear...
Tecido Linfóide
Crescimento do tecido
linfóide no organismo,
conforme a idade
(Harris)
TECIDO LINFÓIDE
Adenóides e amígdalas
• maior tamanho entre 2-4
anos
• involução até os 6-8 anos
Linfonodos TGI
• importan...
TECIDO LINFÓIDE
Sombra do timo
• visível aos Raios X de
tórax nos 1os meses
de vida
• imagem pode
persistir até 3 anos
TECIDO LINFÓIDE
Palpação do baço
• ponta de baço (sem associação com
doenças)
14% RN
7% até 10 anos de idade
• 40% dos cas...
Cadeias ganglionares Drenagem Estruturas
adjacentes
Malformações
OCCIPITAIS Couro
cabeludo
PRÉ-AURICULARES Região
temporal...
ADENOMEGALIAS
Cadeias ganglionares Drenagem Estruturas
adjacentes
Malformações
SUPRACLAVICULARES Porções profundas
do tóra...
ADENOMEGALIAS
MECANISMOS DE AUMENTO
GANGLIONAR
1) Acometimento primário do gânglio
2) Hiperplasia ganglionar reacional
ADENOMEGALIAS
CABEÇA E PESCOÇO  INGUINAIS 
AXILARES  SUPRACLAVICULARES 
EPITROCLEARES E POPLÍTEOS
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ABORDAGEM CLÍNICA
• ANAMNESE
• EXAME FÍSICO
• EPIDEMIOLOGIA
ADENOMEGALIAS
ANAMNESE
• Idade
• Tempo de evolução
• Manifestações clínicas associadas
• Vacinação (BCG ID)
• Antibioticot...
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EXAME FÍSICO
• Localização
• Volume
• Consistência
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EXAME FÍSICO
• Coalescência
• Mobilidade
• Sinais inflamatórios
ADENOMEGALIAS
EXAME FÍSICO
SINAIS ASSOCIADOS:
• Estado geral
• Febre
• Perda de peso
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EXAME FÍSICO
SINAIS ASSOCIADOS:
• Rash cutâneo
• Esplenomegalia
• Hepatomegalia
ADENOMEGALIAS
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SINAIS ASSOCIADOS:
• Palidez
• Petéquias
• Equimoses
ADENOMEGALIAS
EXAME FÍSICO
SINAIS ASSOCIADOS:
• Infecções recorrentes
• Artralgias/artrites
• Sinais de picadas ou arranha...
ADENOMEGALIAS
EPIDEMIOLOGIA
• Exposição prévia:Tuberculose
Toxoplasmose
• História de doenças na infância
• Arranhadura de...
ADENOMEGALIAS
EPIDEMIOLOGIA
• Condições de moradia
• Mudança de residência
• Viagens para zonas endêmicas
• Contato sexual...
ADENOMEGALIAS
EXAMES COMPLEMENTARES
• Hemograma
• VHS/ DHL
• Bioquímico
ADENOMEGALIAS
EXAMES COMPLEMENTARES
• Raios X de tórax
• Mantoux
• Sorologias específicas ( EBV, CMV,Toxo)
ADENOMEGALIAS
EXAMES COMPLEMENTARES
• Mielograma
• Ultrassonografia
• Cultura do material:
linfadenite aguda com flutuação...
ADENOMEGALIAS
EXAMES COMPLEMENTARES
Análise de líquido ascítico e/ou pleural
Punção por agulha fina x biópsia
Tomografia c...
Diagnóstico Etiológico
Problema: às vezes, difícil solução
Antes de iniciar investigação:
Doenças comuns, curso benigno
Pe...
Diagnóstico Etiológico
Faixa etária, duração da adenopatia, caract. gânglio
Sintomatologia associada
febre, perda de peso,...
Diagnóstico Diferencial
Entre as doenças que causam adenopatias
Não confundir aumentos ganglionares com doenças que
esteja...
ADENOMEGALIAS
Causas de adenomegalia
• Bacterianas:
Estreptococcias
Estafilococcias
Tuberculose
Micobactéria atípica
Liste...
Lesão couro cabeludo
Adenopatia pós auricular
Arranhadura do gato
Adenopatia cervical
Arranhadura do gato
Adenopatia axilar
HIV
Adenopatia cervical
ADENOMEGALIAS
Causas de adenomegalia
• Parasitos:
Toxoplasmose
Larva migrans
visceral
Calazar
• Parasitos:
Malária
Doença ...
ADENOMEGALIAS
Causas de adenomegalia
• Virais:
IVAS
Rubéola
Sarampo
Varicela
Hepatite
• Virais:
Adenovirose
Mononucleose i...
ADENOPATIA CERVICAL
SARAMPO MONONULEOSE
ADENOPATIA
CERVICAL
Faringite viral
ADENOMEGALIAS
Causas de adenomegalia
Fungos:
Blastomicose Sul-americana
Histoplasmose
Candidíase generalizada
ADENOMEGALIAS
Causas de adenomegalia
• Colagenoses:
Lupus eritematoso
sistêmico
Artrite reumatóide
• Outros:
Doença de Kaw...
ADENOPATIA
INGUINAL
Micobactéria atípica
HIGROMA
CÍSTICO HEMANGIOMA
CISTO
DUCTO
TIREOGLOSSO
BÓCIO
Tireoidite de Hashimoto
Aumento multinodular da tireóide
Bócio
multinodular
PAROTIDITE
UNILATERAL
Neoplasias
Ausência de resposta a antibióticos
Linfonodos com localização, tamanho ou consistência
preocupantes
História e...
ADENOMEGALIAS
Causas de adenomegalia
• Tumorais:
Leucemias (A C Camargo: 27,8%)
Linfoma de Hodgkin
Linfoma não Hodgkin
ADENOMEGALIAS
Causas de adenomegalia
• Tumorais:
Neuroblastoma metastático
Rabdomiossarcoma metastático
Histiocitose
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ADENOPATIA
LINFOMA
LINFOMA
Síndrome da veia cava
Massa mediastinal
LNH Burkitt
Doença de Hodgkin
Neuroblastoma
OTORRÉIA
ADENOMEGALIA
Rabdomiossarcoma
ADENOMEGALIAS
QUANDO INDICAR BIÓPSIA?
• Indicação criteriosa
• Local da adenomegalia:
- nunca em área de drenagem
- gângli...
ADENOMEGALIAS
QUANDO INDICAR BIÓPSIA?
INDICAÇÕES CLÁSSICAS
• Região supraclavicular
• Linfonodo grande, endurecido, fixo à...
ADENOMEGALIAS
QUANDO INDICAR BIÓPSIA?
INDICAÇÕES
• Adenopatias superficiais de localização
menos comum, quando persistente...
Conclusão:
Alerta para os pediatras:
Linfonodos maiores que 3 cm
Duração maior que 4 semanas
Envolvimento supraclavicular
...
ADENOMEGALIA NO ADULTO
ADENOMEGALIA LOCALIZADA NO ADULTO
LOCAL CAUSA
AURICULAR Couro cabeludo
SUMAND OU CERVICAL Inf. dente /tu
SUPRACLAVICULAR m...
ADENOMEGALIA GENERALIZADA NO ADULTO
VIRAIS Mononucleose, HIV, rubéola, sarampo
BACTERIANAS Brucelose, febre tifóide
MICOBA...
ADENOMEGALIA NO ADULTO
DIAGNÓSTICO
Hemograma
RX tórax
US abdominal
Biópsia excisional ( supraclavicular, cervical, axilar ...
ESPLENOMEGALIA
ESPLENOMEGALIA
Baço : 100 g e 25% de massa linfóide
Importância: produção, remoção e regulação das séries
eritróide, mieló...
ESPLENOMEGALIA
Baço palpável significa esplenomegalia
Importante: velocidade do aumento, doença de base e volume
do órgão
ESPLENOMEGALIA
ESPLENOMEGALIA MACIÇA (> 8 cm RCE)
LMC
LLC
Mielofibrose com metaplasia mielóide
Linfomas
Leucemia de célula...
ESPLENOMEGALIA
ESPLENOMEGALIA MACIÇA (> 8 cm RCE)
Policitemia Vera
Talassemia major
Calazar
Malária crônica
Esquistossomos...
ESPLENOMEGALIA
ESPLENOMEGALIA MODERADA ( 4 a 8 cm RCE)
Linfoma
Anemia hemolítica
Cirrose hepática
Sarcoidose
Mononucleose ...
ESPLENOMEGALIA
ESPLENOMEGALIA MODERADA ( 4 a 8 cm RCE)
Esquistossomose hepatoesplênica
Hepatite aguda
Artrite reumatóide
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ESPLENOMEGALIA
ESPLENOMEGALIA DISCRETA (< 4 cm RCE)
Anemia perniciosa
Endocardite bacteriana
Tuberculose
Septicemia
ESPLENOMEGALIA
ESPLENOMEGALIA DISCRETA (< 4 cm RCE)
Sífilis
Malária aguda
Febre tifóide
Hipertensão portal
Obrigada
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  1. 1. ADENOMEGALIA Célia B. Gianotti Antoneli
  2. 2. ADENOMEGALIA Na maioria das vezes significa resposta normal a um estímulo imunológico.
  3. 3. ADENOMEGALIA Aguda Crônica Infecção viral ou bacteriana Neoplasia ou inflamação granulomatosa ( tb, infecção fúngica, sarcoidose)
  4. 4. ADENOMEGALIA Idade de aparecimento Sintomas constitucionais associados ( perda de peso, fadiga, febre, sudorese noturna)
  5. 5. ADENOMEGALIA Dados epidemiológicos ( contatos) Associação com sintomas de outros órgãos ( alteração cutânea) Medicamentos ( fenitoína)
  6. 6. ADENOMEGALIA NA INFÂNCIA
  7. 7. CONGÊNITAS cisto tireoglosso cisto dermóide laringocele cistos branquiais NEOPLÁSICAS Tu de tireóide Linfoma INFLAMATÓRIAS Angina de Ludwig Mononucleose Actinomicose Abcesso bacteriano Toxoplasmose Sialoadenites (parótidas, sub- mandibular) Tuberculose Blastomicose Linfoadenites virais MASSAS CERVICAIS
  8. 8. MASSAS CERVICAIS Cisto do ducto tireoglosso •Restos embrionários relacionados à glândula tireóide •Apresentam-se na linha média do pescoço •Podem sofrer distensão e esvaziamento •Com ou sem inflamação •Móveis com a deglutição •Tratado por cirurgia
  9. 9. MASSAS CERVICAIS Cisto Dermóide •Apresentam-se na linha média do pescoço •Crescimento lento •Indolores •Podem apresentar inflamação •Tratado por cirurgia
  10. 10. MASSAS CERVICAIS Cisto branquial •Arredondados, lisos elásticos •situadados na região lateral do pescoço •Podem aumentar de tamanho durante infecção de garganta •Podem se acompanhar de dor e ruptura para pele causando uma fístula •Tratados cirurgicamente
  11. 11. ADENOMEGALIAS CONCEITO - aumento (alargamento) dos gânglios linfáticos superficiais/profundos (> 1 cm) - achado de anamnese e/ou exame físico
  12. 12. Aumento do volume ganglionar Resposta inflamatória e hiperplasia do tec. linfóide Infeccioso, alérgico, auto-imune, neoplásico Proliferação intrínseca de linfócitos Migração e infiltração ADENOMEGALIAS
  13. 13. Localizada Aumento de linfonodos em cadeias contíguas Infecção localizada Generalizada > 2 cadeias não-contíguas Infecção sistêmica, doenças auto-imunes Doenças de depósito, reação a drogas, neoplasia ADENOMEGALIAS
  14. 14. Queixa da anamnese Achado de exame físico Curso benigno Doenças comuns da infância ADENOMEGALIAS
  15. 15. Processos reativos localizados e antigos Sinal precoce de doenças malignas ou graves Prevalência e localização varia com a faixa etária ADENOMEGALIAS
  16. 16. Crianças nos primeiros anos de vida Reatividade aumentada dos tecidos linfóides Resistência específica menor Experimentar doenças (infecciosas) ADENOMEGALIAS
  17. 17. Aumento da idade Mecanismos de resistência mais específicos Reatividade ganglionar tende a ser localizada ADENOMEGALIAS
  18. 18. Quantidade de tecido linfóide 500 linfonodos 1-2 cm, movéis, indolores, consistência firme e elástica Neonatal – nenhum gânglio deve ser palpável Período pré-puberal – massa = 2 x adulto Período de involução ADENOMEGALIAS
  19. 19. ADENOMEGALIAS ADENOMEGALIA GENERALIZADA acometimento de linfonodos de duas ou mais regiões não contíguas
  20. 20. ADENOMEGALIAS Sítios de linfadenopatia Knight PJ, Pediatrics, 1982
  21. 21. CADEIAS GANGLIONARES CERVICAIS
  22. 22. ADENOMEGALIAS Até 12 anos de idade 3,0- 5,0 mm de diâmetro: • occipital • auricular • submandibular • axilar • epitroclear 1,0 cm de diâmetro: • cervical • inguinal
  23. 23. Tecido Linfóide Crescimento do tecido linfóide no organismo, conforme a idade (Harris)
  24. 24. TECIDO LINFÓIDE Adenóides e amígdalas • maior tamanho entre 2-4 anos • involução até os 6-8 anos Linfonodos TGI • importante até os 2 anos • praticamente desaparecem aos 5-6 anos
  25. 25. TECIDO LINFÓIDE Sombra do timo • visível aos Raios X de tórax nos 1os meses de vida • imagem pode persistir até 3 anos
  26. 26. TECIDO LINFÓIDE Palpação do baço • ponta de baço (sem associação com doenças) 14% RN 7% até 10 anos de idade • 40% dos casos: doenças graves
  27. 27. Cadeias ganglionares Drenagem Estruturas adjacentes Malformações OCCIPITAIS Couro cabeludo PRÉ-AURICULARES Região temporal; Saco conjuntival; Pálpebras Parótidas Arcos branquiais SUBMANDIBULARES SUBMENTONIANOS Dentes;lábios Gengivas; amígdalas Glândulas salivares CERVICAIS ANTERIORES E POSTERIORES VAS; Amígdalas; C/P Parte dos membros superiores;tór ax Mediastino e pulmões Laringe; Tireóide ECOM Tumores fibrosos; Torcicolo congênito; Cisto ducto tireoglosso; Persistência dos arcos branquiais; Higroma cístico ADENOMEGALIAS
  28. 28. ADENOMEGALIAS Cadeias ganglionares Drenagem Estruturas adjacentes Malformações SUPRACLAVICULARES Porções profundas do tórax (SCD) (mediastino); Abdome (SCE) EPITROCLEAR AXILAR Membros superiores; Parte de porção superior do tórax INGUINAIS Membros inferiores; Região genital Hérnias; Espessamento cordão espermático Testículos ectópicos
  29. 29. ADENOMEGALIAS MECANISMOS DE AUMENTO GANGLIONAR 1) Acometimento primário do gânglio 2) Hiperplasia ganglionar reacional
  30. 30. ADENOMEGALIAS CABEÇA E PESCOÇO  INGUINAIS  AXILARES  SUPRACLAVICULARES  EPITROCLEARES E POPLÍTEOS
  31. 31. ADENOMEGALIAS ABORDAGEM CLÍNICA • ANAMNESE • EXAME FÍSICO • EPIDEMIOLOGIA
  32. 32. ADENOMEGALIAS ANAMNESE • Idade • Tempo de evolução • Manifestações clínicas associadas • Vacinação (BCG ID) • Antibioticoterapia prévia
  33. 33. ADENOMEGALIAS EXAME FÍSICO • Localização • Volume • Consistência
  34. 34. ADENOMEGALIAS EXAME FÍSICO • Coalescência • Mobilidade • Sinais inflamatórios
  35. 35. ADENOMEGALIAS EXAME FÍSICO SINAIS ASSOCIADOS: • Estado geral • Febre • Perda de peso
  36. 36. ADENOMEGALIAS EXAME FÍSICO SINAIS ASSOCIADOS: • Rash cutâneo • Esplenomegalia • Hepatomegalia
  37. 37. ADENOMEGALIAS EXAME FÍSICO SINAIS ASSOCIADOS: • Palidez • Petéquias • Equimoses
  38. 38. ADENOMEGALIAS EXAME FÍSICO SINAIS ASSOCIADOS: • Infecções recorrentes • Artralgias/artrites • Sinais de picadas ou arranhaduras
  39. 39. ADENOMEGALIAS EPIDEMIOLOGIA • Exposição prévia:Tuberculose Toxoplasmose • História de doenças na infância • Arranhadura de gato • Ingestão de leite não pasteurizado
  40. 40. ADENOMEGALIAS EPIDEMIOLOGIA • Condições de moradia • Mudança de residência • Viagens para zonas endêmicas • Contato sexual / uso de drogas
  41. 41. ADENOMEGALIAS EXAMES COMPLEMENTARES • Hemograma • VHS/ DHL • Bioquímico
  42. 42. ADENOMEGALIAS EXAMES COMPLEMENTARES • Raios X de tórax • Mantoux • Sorologias específicas ( EBV, CMV,Toxo)
  43. 43. ADENOMEGALIAS EXAMES COMPLEMENTARES • Mielograma • Ultrassonografia • Cultura do material: linfadenite aguda com flutuação: 25% casos não há crescimento bacteriano 25% casos estreptococo hemolítico 25% casos estafilococo
  44. 44. ADENOMEGALIAS EXAMES COMPLEMENTARES Análise de líquido ascítico e/ou pleural Punção por agulha fina x biópsia Tomografia computadorizada RNM
  45. 45. Diagnóstico Etiológico Problema: às vezes, difícil solução Antes de iniciar investigação: Doenças comuns, curso benigno Persistir durante longo período de tempo Localizada / doenças limitadas à área de drenagem Doenças virais: isolamento laboratorial é difícil / caro Aspectos semiológicos Dados epidemiológicos / alt. da história natural ADENOMEGALIAS
  46. 46. Diagnóstico Etiológico Faixa etária, duração da adenopatia, caract. gânglio Sintomatologia associada febre, perda de peso, fadiga, palidez, fenômenos hemorrágicos, “rash” cutâneo, artralgia,artrite, hepato ou esplenomegalia, estado nutricional Contato doença infecto-contagiosa Contato com animais Seguimento de 4 a 6 semanas ADENOMEGALIAS
  47. 47. Diagnóstico Diferencial Entre as doenças que causam adenopatias Não confundir aumentos ganglionares com doenças que estejam ocorrendo em outras estruturas anatômicas situadas próximas das cadeias ganglionares ADENOMEGALIAS
  48. 48. ADENOMEGALIAS Causas de adenomegalia • Bacterianas: Estreptococcias Estafilococcias Tuberculose Micobactéria atípica Listeriose • Bacterianas: Sífilis Brucelose Febre tifóide Difteria Anaeróbios
  49. 49. Lesão couro cabeludo Adenopatia pós auricular Arranhadura do gato Adenopatia cervical
  50. 50. Arranhadura do gato Adenopatia axilar HIV Adenopatia cervical
  51. 51. ADENOMEGALIAS Causas de adenomegalia • Parasitos: Toxoplasmose Larva migrans visceral Calazar • Parasitos: Malária Doença de Chagas agudo Esquistossomose aguda
  52. 52. ADENOMEGALIAS Causas de adenomegalia • Virais: IVAS Rubéola Sarampo Varicela Hepatite • Virais: Adenovirose Mononucleose infecciosa CMV Reação a vírus vacinais
  53. 53. ADENOPATIA CERVICAL SARAMPO MONONULEOSE
  54. 54. ADENOPATIA CERVICAL Faringite viral
  55. 55. ADENOMEGALIAS Causas de adenomegalia Fungos: Blastomicose Sul-americana Histoplasmose Candidíase generalizada
  56. 56. ADENOMEGALIAS Causas de adenomegalia • Colagenoses: Lupus eritematoso sistêmico Artrite reumatóide • Outros: Doença de Kawasaki Hipertireoidismo Doença de Addison Lipidoses Drogas: hidantoína
  57. 57. ADENOPATIA INGUINAL Micobactéria atípica
  58. 58. HIGROMA CÍSTICO HEMANGIOMA
  59. 59. CISTO DUCTO TIREOGLOSSO
  60. 60. BÓCIO Tireoidite de Hashimoto
  61. 61. Aumento multinodular da tireóide Bócio multinodular
  62. 62. PAROTIDITE UNILATERAL
  63. 63. Neoplasias Ausência de resposta a antibióticos Linfonodos com localização, tamanho ou consistência preocupantes História e exame físico compatível com doença sistêmica crônica ADENOMEGALIAS
  64. 64. ADENOMEGALIAS Causas de adenomegalia • Tumorais: Leucemias (A C Camargo: 27,8%) Linfoma de Hodgkin Linfoma não Hodgkin
  65. 65. ADENOMEGALIAS Causas de adenomegalia • Tumorais: Neuroblastoma metastático Rabdomiossarcoma metastático Histiocitose Carcinoma de tireóide
  66. 66. ADENOPATIA LINFOMA
  67. 67. LINFOMA
  68. 68. Síndrome da veia cava Massa mediastinal
  69. 69. LNH Burkitt
  70. 70. Doença de Hodgkin
  71. 71. Neuroblastoma
  72. 72. OTORRÉIA ADENOMEGALIA Rabdomiossarcoma
  73. 73. ADENOMEGALIAS QUANDO INDICAR BIÓPSIA? • Indicação criteriosa • Local da adenomegalia: - nunca em área de drenagem - gânglio mais representativo - cápsula ganglionar - fixação • Sem causa identificada (após pesquisa clínica e laboratorial)
  74. 74. ADENOMEGALIAS QUANDO INDICAR BIÓPSIA? INDICAÇÕES CLÁSSICAS • Região supraclavicular • Linfonodo grande, endurecido, fixo à pele ou tecidos profundos, crescimento rápido • Persistência > 4 semanas e/ou aumento do gânglio durante o período de observação • Febre ou perda de peso associados
  75. 75. ADENOMEGALIAS QUANDO INDICAR BIÓPSIA? INDICAÇÕES • Adenopatias superficiais de localização menos comum, quando persistentes ou de aumento progressivo (axilar, epitroclear, pré-auricular)
  76. 76. Conclusão: Alerta para os pediatras: Linfonodos maiores que 3 cm Duração maior que 4 semanas Envolvimento supraclavicular Alterações laboratoriais e de exames de imagem Oguz A et al ADENOMEGALIAS
  77. 77. ADENOMEGALIA NO ADULTO
  78. 78. ADENOMEGALIA LOCALIZADA NO ADULTO LOCAL CAUSA AURICULAR Couro cabeludo SUMAND OU CERVICAL Inf. dente /tu SUPRACLAVICULAR malignidade AXILAR Mão, braço, arranhadura de gato EPITROCLEAR mão INGUINAL Inf. MMII, DST HILAR Sarcoidose, tb, linfoma MEDIASTINAL Sarcoidose, tb, linfoma ABDOM. / RETROPERITONEAL Tu pélvico, tb, linfoma QUALQUER REGIÃO Tb, inf. fúngica, linfoma
  79. 79. ADENOMEGALIA GENERALIZADA NO ADULTO VIRAIS Mononucleose, HIV, rubéola, sarampo BACTERIANAS Brucelose, febre tifóide MICOBACTÉRIAS Tb miliar FUNGOS Histoplasmose, coccioidomicose PROTOZOÁRIOS Toxoplasmose ESPIROQUETAS Sífilis secundária, leptospirose NEOPLASIAS Mieloma, linfoma, leucemia IMUNOLÓGICAS/REUMATOLÓGICAS Lupus, AR, Sjoegren MISCELÂNIA Sarcoidose, amiloidose
  80. 80. ADENOMEGALIA NO ADULTO DIAGNÓSTICO Hemograma RX tórax US abdominal Biópsia excisional ( supraclavicular, cervical, axilar e inguinal)
  81. 81. ESPLENOMEGALIA
  82. 82. ESPLENOMEGALIA Baço : 100 g e 25% de massa linfóide Importância: produção, remoção e regulação das séries eritróide, mielóide, megacariocítica e linfocítica. Função primária: filtração do sangue e remoção de partículas
  83. 83. ESPLENOMEGALIA Baço palpável significa esplenomegalia Importante: velocidade do aumento, doença de base e volume do órgão
  84. 84. ESPLENOMEGALIA ESPLENOMEGALIA MACIÇA (> 8 cm RCE) LMC LLC Mielofibrose com metaplasia mielóide Linfomas Leucemia de células pilosas
  85. 85. ESPLENOMEGALIA ESPLENOMEGALIA MACIÇA (> 8 cm RCE) Policitemia Vera Talassemia major Calazar Malária crônica Esquistossomose hepatoesplênica AIDS Doença de Gaucher
  86. 86. ESPLENOMEGALIA ESPLENOMEGALIA MODERADA ( 4 a 8 cm RCE) Linfoma Anemia hemolítica Cirrose hepática Sarcoidose Mononucleose infecciosa
  87. 87. ESPLENOMEGALIA ESPLENOMEGALIA MODERADA ( 4 a 8 cm RCE) Esquistossomose hepatoesplênica Hepatite aguda Artrite reumatóide Hemoglobinopatia SC Hipertensão portal
  88. 88. ESPLENOMEGALIA ESPLENOMEGALIA DISCRETA (< 4 cm RCE) Anemia perniciosa Endocardite bacteriana Tuberculose Septicemia
  89. 89. ESPLENOMEGALIA ESPLENOMEGALIA DISCRETA (< 4 cm RCE) Sífilis Malária aguda Febre tifóide Hipertensão portal
  90. 90. Obrigada

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