SlideShare uma empresa Scribd logo
Conrado Moraes Maycon Charles Leonardo Nascimento  Fernando Abraão Yuri Magalhães
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
[object Object],[object Object]
[object Object]
John Locke Breve contexto histórico: Século XVII: antagonismo entre a Coroa e o Parlamento x Dinastia Stuart Parlamento
John Locke Breve contexto histórico: 1688: Revolução Gloriosa x Jaime II Guilherme de Orange e o Parlamento
John Locke ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
John Locke 1689 – 1690: publica suas principais obras: Cartas sobre a Tolerância; Ensaio sobre o Entendimento Humano e Dois Tratados sobre o Governo Civil
John Locke Primeiro Tratado:  critica a tradição que afirmava o direito divino dos reis, declarando que a vida política é uma invenção humana, completamente independente das questões divinas. Segundo Tratado:  expõe sua teoria do Estado liberal e a propriedade privada. “ Nem a tradição nem a força, mas apenas o consentimento expresso dos governados é a única fonte do poder político legítimo” Trinômio: estado natural / contrato social / estado civil.
John Locke O estado de natureza Semelhante ao modelo de Hobbes. Diferença:  Locke Estado de harmonia e paz Essência maligna humana Hobbes
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
[object Object],[object Object],[object Object]
[object Object],[object Object]
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
[object Object],[object Object]
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
[object Object],[object Object],[object Object]
 
Jean-Jacques  Rousseau ‘‘  Discurso sobre a origem e os fundamentos da  desigualdade entre os homens’’  O  Discurso  foi publicado em  1750,  período em que Rousseau ainda contava com grande prestígio na sociedade - pois é a partir da publicação desta obra que começa a formar-se "o grande complô" do qual Rousseau sentia-se vítima – portanto sua dedicatória aos cidadãos de Genebra e aos representantes do Estado é natural e aparentemente sincera, pois para ele sua pátria era "...a imagem mais aproximada do que pode ser um Estado virtuoso e feliz, democrático e solidamente estabelecido
Jean-Jacques  Rousseau O  Discurso  – 1 a  parte : Rousseau inicia o discurso fazendo uma distinção das duas desigualdades existentes: a desigualdade natural ou física e a desigualdade moral ou política. A desigualdade natural não é o objetivo dos estudos de Rousseau, pois como o próprio nome já afirma, esta desigualdade tem uma origem natural e não foi ela que submeteu um homem a outro. A origem da desigualdade moral ou política é o que interessa para Rousseau.  O  Discurso  – 2 a  parte :  Após descrever o homem natural, Rousseau utiliza uma história hipotética para descrever como se deu à passagem do estado natural para o estado social, mostrando desta forma como surgiu a desigualdade entre os homens. A idéia de  perfectibilidade  (capacidade que o homem possui de aperfeiçoar-se) está na base de todo esta transformação.
Conclusão No  Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens  Rousseau nos mostra um problema – a degeneração social provocada pelo  distanciamento que o homem social está do homem natural.  No  Contrato Social  ele nos apresenta uma solução – já que não podemos viver como o homem natural, pois a evolução da sociedade é inevitável (perfectibilidade), que constituamos uma sociedade harmoniosa, que tenha como ponto de partida  uma relação entre governantes e governados baseada na liberdade.  E em  Emilio  Rousseau nos mostra como chegar a tal sociedade - através da educação por um método bem  específico que deve formar cidadãos livres . A educação de Emílio visa a construção do governante ideal, resolvendo um dos problemas da sociedade cujos vícios "...não pertencem tanto ao homem, mas fundamentalmente ao homem mal governado."

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Aula 08 - O Empirismo
Aula 08 - O EmpirismoAula 08 - O Empirismo
Aula 08 - O Empirismo
Claudio Henrique Ramos Sales
 
John locke
John lockeJohn locke
John locke
António Daniel
 
Jean Jacques Rousseau
Jean Jacques RousseauJean Jacques Rousseau
Jean Jacques Rousseau
Carolina Pardal
 
2 Ano_Contratualismo2 ano contratualismo
2 Ano_Contratualismo2 ano contratualismo2 Ano_Contratualismo2 ano contratualismo
2 Ano_Contratualismo2 ano contratualismo
Sandra Wirthmann
 
06. contrato social john locke
06. contrato social   john locke06. contrato social   john locke
06. contrato social john locke
Hernando Professor
 
TEORIA CONTRATUALISTA SEGUNDO Rosseau,Hobbes, Locke.
TEORIA CONTRATUALISTA SEGUNDO Rosseau,Hobbes, Locke.TEORIA CONTRATUALISTA SEGUNDO Rosseau,Hobbes, Locke.
TEORIA CONTRATUALISTA SEGUNDO Rosseau,Hobbes, Locke.
Nábila Quennet
 
John Rawls
John RawlsJohn Rawls
Contratualismo e Hobbes
Contratualismo e HobbesContratualismo e Hobbes
Contratualismo e Hobbes
Tércio De Santana
 
Estado sociedade e poder
Estado sociedade e poderEstado sociedade e poder
Estado sociedade e poder
Arlindo Picoli
 
Aula 19 - O Contratualismo - Thomas Hobbes
Aula 19 - O Contratualismo - Thomas HobbesAula 19 - O Contratualismo - Thomas Hobbes
Aula 19 - O Contratualismo - Thomas Hobbes
Claudio Henrique Ramos Sales
 
Cidadania e Política
Cidadania e PolíticaCidadania e Política
Cidadania e Política
Brenda Grazielle
 
Jean jacques rousseau
Jean jacques rousseauJean jacques rousseau
Jean jacques rousseau
Isabella Silva
 
3 Descartes
3 Descartes 3 Descartes
3 Descartes
Erica Frau
 
Os Sofistas
Os SofistasOs Sofistas
Os Sofistas
daysefaro
 
O ILUMINISMO
O ILUMINISMOO ILUMINISMO
O ILUMINISMO
Paulo Alexandre
 
Escola de Frankfurt - Indústria Cultural
Escola de  Frankfurt - Indústria CulturalEscola de  Frankfurt - Indústria Cultural
Escola de Frankfurt - Indústria Cultural
Juliana Corvino de Araújo
 
Hobbes e o poder absoluto do Estado
Hobbes e o poder absoluto do EstadoHobbes e o poder absoluto do Estado
Hobbes e o poder absoluto do Estado
Alison Nunes
 
John locke
John lockeJohn locke
John Locke
John LockeJohn Locke
John Locke
Tércio De Santana
 
Justiça
JustiçaJustiça
Justiça
AiresAlmeida
 

Mais procurados (20)

Aula 08 - O Empirismo
Aula 08 - O EmpirismoAula 08 - O Empirismo
Aula 08 - O Empirismo
 
John locke
John lockeJohn locke
John locke
 
Jean Jacques Rousseau
Jean Jacques RousseauJean Jacques Rousseau
Jean Jacques Rousseau
 
2 Ano_Contratualismo2 ano contratualismo
2 Ano_Contratualismo2 ano contratualismo2 Ano_Contratualismo2 ano contratualismo
2 Ano_Contratualismo2 ano contratualismo
 
06. contrato social john locke
06. contrato social   john locke06. contrato social   john locke
06. contrato social john locke
 
TEORIA CONTRATUALISTA SEGUNDO Rosseau,Hobbes, Locke.
TEORIA CONTRATUALISTA SEGUNDO Rosseau,Hobbes, Locke.TEORIA CONTRATUALISTA SEGUNDO Rosseau,Hobbes, Locke.
TEORIA CONTRATUALISTA SEGUNDO Rosseau,Hobbes, Locke.
 
John Rawls
John RawlsJohn Rawls
John Rawls
 
Contratualismo e Hobbes
Contratualismo e HobbesContratualismo e Hobbes
Contratualismo e Hobbes
 
Estado sociedade e poder
Estado sociedade e poderEstado sociedade e poder
Estado sociedade e poder
 
Aula 19 - O Contratualismo - Thomas Hobbes
Aula 19 - O Contratualismo - Thomas HobbesAula 19 - O Contratualismo - Thomas Hobbes
Aula 19 - O Contratualismo - Thomas Hobbes
 
Cidadania e Política
Cidadania e PolíticaCidadania e Política
Cidadania e Política
 
Jean jacques rousseau
Jean jacques rousseauJean jacques rousseau
Jean jacques rousseau
 
3 Descartes
3 Descartes 3 Descartes
3 Descartes
 
Os Sofistas
Os SofistasOs Sofistas
Os Sofistas
 
O ILUMINISMO
O ILUMINISMOO ILUMINISMO
O ILUMINISMO
 
Escola de Frankfurt - Indústria Cultural
Escola de  Frankfurt - Indústria CulturalEscola de  Frankfurt - Indústria Cultural
Escola de Frankfurt - Indústria Cultural
 
Hobbes e o poder absoluto do Estado
Hobbes e o poder absoluto do EstadoHobbes e o poder absoluto do Estado
Hobbes e o poder absoluto do Estado
 
John locke
John lockeJohn locke
John locke
 
John Locke
John LockeJohn Locke
John Locke
 
Justiça
JustiçaJustiça
Justiça
 

Semelhante a Os contratualistas

Aula John Locke e Rousseau- entenda tudo sobre eles
Aula John Locke e Rousseau- entenda tudo sobre elesAula John Locke e Rousseau- entenda tudo sobre eles
Aula John Locke e Rousseau- entenda tudo sobre eles
davidelucca13
 
I seminário da disciplina estado e política educacional
I seminário da disciplina estado e política educacionalI seminário da disciplina estado e política educacional
I seminário da disciplina estado e política educacional
Rosyane Dutra
 
Concepções do Estado....
Concepções do Estado.... Concepções do Estado....
Concepções do Estado....
Charles Rogers Souza Da Silva (Messer)
 
Concepções de Estado 02
Concepções  de Estado 02Concepções  de Estado 02
Concepções de Estado 02
Charles Rogers Souza Da Silva (Messer)
 
Egi
EgiEgi
Rousseau
RousseauRousseau
Rousseau
Sarah Delgado
 
10815 15253-1-sp hobbes-locke
10815 15253-1-sp hobbes-locke10815 15253-1-sp hobbes-locke
10815 15253-1-sp hobbes-locke
FRANCISCO FRANCIZETE PAULINO
 
Filosofia para-o-enem-8ª-semana
Filosofia para-o-enem-8ª-semanaFilosofia para-o-enem-8ª-semana
Filosofia para-o-enem-8ª-semana
brunojmrezende
 
Jean jacques rousseau
Jean jacques rousseauJean jacques rousseau
Jean jacques rousseau
Rogerio Terra
 
Nicolau Maquiavel
Nicolau MaquiavelNicolau Maquiavel
Nicolau Maquiavel
Jorge Henrique R de Araujo
 
Estado 02
Estado 02Estado 02
Interesse Nacional e Sistema de Partidos - Legitimidade Eleitoral, Legitimida...
Interesse Nacional e Sistema de Partidos - Legitimidade Eleitoral, Legitimida...Interesse Nacional e Sistema de Partidos - Legitimidade Eleitoral, Legitimida...
Interesse Nacional e Sistema de Partidos - Legitimidade Eleitoral, Legitimida...
A. Rui Teixeira Santos
 
Do contrato social Vol. 1
Do contrato social Vol. 1 Do contrato social Vol. 1
Do contrato social Vol. 1
ThaisRocha05
 
Teoria do Estado... Introdução...
Teoria do Estado... Introdução...Teoria do Estado... Introdução...
Teoria do Estado... Introdução...
Charles Rogers Souza Da Silva (Messer)
 
Contratualistas
ContratualistasContratualistas
Contratualistas
Helena Morita
 
Paper de ética jurídica
Paper de ética jurídicaPaper de ética jurídica
Paper de ética jurídica
Nelson Sena
 
A Natureza Humana Para Hobbes E Rousseau
A Natureza Humana Para Hobbes E RousseauA Natureza Humana Para Hobbes E Rousseau
A Natureza Humana Para Hobbes E Rousseau
thiagopfaury
 
Pp bea
Pp beaPp bea
FILOSOFIA POLÍTICA - 3 ANO
FILOSOFIA  POLÍTICA - 3 ANOFILOSOFIA  POLÍTICA - 3 ANO
FILOSOFIA POLÍTICA - 3 ANO
Diego Bian Filo Moreira
 
Ci%cancia%20 pol%cdtica%20conceitos%20b%c1sicos
Ci%cancia%20 pol%cdtica%20conceitos%20b%c1sicosCi%cancia%20 pol%cdtica%20conceitos%20b%c1sicos
Ci%cancia%20 pol%cdtica%20conceitos%20b%c1sicos
Athilla Henrique
 

Semelhante a Os contratualistas (20)

Aula John Locke e Rousseau- entenda tudo sobre eles
Aula John Locke e Rousseau- entenda tudo sobre elesAula John Locke e Rousseau- entenda tudo sobre eles
Aula John Locke e Rousseau- entenda tudo sobre eles
 
I seminário da disciplina estado e política educacional
I seminário da disciplina estado e política educacionalI seminário da disciplina estado e política educacional
I seminário da disciplina estado e política educacional
 
Concepções do Estado....
Concepções do Estado.... Concepções do Estado....
Concepções do Estado....
 
Concepções de Estado 02
Concepções  de Estado 02Concepções  de Estado 02
Concepções de Estado 02
 
Egi
EgiEgi
Egi
 
Rousseau
RousseauRousseau
Rousseau
 
10815 15253-1-sp hobbes-locke
10815 15253-1-sp hobbes-locke10815 15253-1-sp hobbes-locke
10815 15253-1-sp hobbes-locke
 
Filosofia para-o-enem-8ª-semana
Filosofia para-o-enem-8ª-semanaFilosofia para-o-enem-8ª-semana
Filosofia para-o-enem-8ª-semana
 
Jean jacques rousseau
Jean jacques rousseauJean jacques rousseau
Jean jacques rousseau
 
Nicolau Maquiavel
Nicolau MaquiavelNicolau Maquiavel
Nicolau Maquiavel
 
Estado 02
Estado 02Estado 02
Estado 02
 
Interesse Nacional e Sistema de Partidos - Legitimidade Eleitoral, Legitimida...
Interesse Nacional e Sistema de Partidos - Legitimidade Eleitoral, Legitimida...Interesse Nacional e Sistema de Partidos - Legitimidade Eleitoral, Legitimida...
Interesse Nacional e Sistema de Partidos - Legitimidade Eleitoral, Legitimida...
 
Do contrato social Vol. 1
Do contrato social Vol. 1 Do contrato social Vol. 1
Do contrato social Vol. 1
 
Teoria do Estado... Introdução...
Teoria do Estado... Introdução...Teoria do Estado... Introdução...
Teoria do Estado... Introdução...
 
Contratualistas
ContratualistasContratualistas
Contratualistas
 
Paper de ética jurídica
Paper de ética jurídicaPaper de ética jurídica
Paper de ética jurídica
 
A Natureza Humana Para Hobbes E Rousseau
A Natureza Humana Para Hobbes E RousseauA Natureza Humana Para Hobbes E Rousseau
A Natureza Humana Para Hobbes E Rousseau
 
Pp bea
Pp beaPp bea
Pp bea
 
FILOSOFIA POLÍTICA - 3 ANO
FILOSOFIA  POLÍTICA - 3 ANOFILOSOFIA  POLÍTICA - 3 ANO
FILOSOFIA POLÍTICA - 3 ANO
 
Ci%cancia%20 pol%cdtica%20conceitos%20b%c1sicos
Ci%cancia%20 pol%cdtica%20conceitos%20b%c1sicosCi%cancia%20 pol%cdtica%20conceitos%20b%c1sicos
Ci%cancia%20 pol%cdtica%20conceitos%20b%c1sicos
 

Os contratualistas

  • 1. Conrado Moraes Maycon Charles Leonardo Nascimento Fernando Abraão Yuri Magalhães
  • 2.
  • 3.
  • 4.
  • 5. John Locke Breve contexto histórico: Século XVII: antagonismo entre a Coroa e o Parlamento x Dinastia Stuart Parlamento
  • 6. John Locke Breve contexto histórico: 1688: Revolução Gloriosa x Jaime II Guilherme de Orange e o Parlamento
  • 7.
  • 8. John Locke 1689 – 1690: publica suas principais obras: Cartas sobre a Tolerância; Ensaio sobre o Entendimento Humano e Dois Tratados sobre o Governo Civil
  • 9. John Locke Primeiro Tratado: critica a tradição que afirmava o direito divino dos reis, declarando que a vida política é uma invenção humana, completamente independente das questões divinas. Segundo Tratado: expõe sua teoria do Estado liberal e a propriedade privada. “ Nem a tradição nem a força, mas apenas o consentimento expresso dos governados é a única fonte do poder político legítimo” Trinômio: estado natural / contrato social / estado civil.
  • 10. John Locke O estado de natureza Semelhante ao modelo de Hobbes. Diferença: Locke Estado de harmonia e paz Essência maligna humana Hobbes
  • 11.
  • 12.
  • 13.
  • 14.
  • 15.
  • 16.
  • 17.
  • 18.  
  • 19. Jean-Jacques Rousseau ‘‘ Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens’’ O  Discurso  foi publicado em 1750, período em que Rousseau ainda contava com grande prestígio na sociedade - pois é a partir da publicação desta obra que começa a formar-se "o grande complô" do qual Rousseau sentia-se vítima – portanto sua dedicatória aos cidadãos de Genebra e aos representantes do Estado é natural e aparentemente sincera, pois para ele sua pátria era "...a imagem mais aproximada do que pode ser um Estado virtuoso e feliz, democrático e solidamente estabelecido
  • 20. Jean-Jacques Rousseau O  Discurso  – 1 a  parte : Rousseau inicia o discurso fazendo uma distinção das duas desigualdades existentes: a desigualdade natural ou física e a desigualdade moral ou política. A desigualdade natural não é o objetivo dos estudos de Rousseau, pois como o próprio nome já afirma, esta desigualdade tem uma origem natural e não foi ela que submeteu um homem a outro. A origem da desigualdade moral ou política é o que interessa para Rousseau.  O  Discurso  – 2 a  parte : Após descrever o homem natural, Rousseau utiliza uma história hipotética para descrever como se deu à passagem do estado natural para o estado social, mostrando desta forma como surgiu a desigualdade entre os homens. A idéia de perfectibilidade (capacidade que o homem possui de aperfeiçoar-se) está na base de todo esta transformação.
  • 21. Conclusão No  Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens  Rousseau nos mostra um problema – a degeneração social provocada pelo distanciamento que o homem social está do homem natural. No  Contrato Social  ele nos apresenta uma solução – já que não podemos viver como o homem natural, pois a evolução da sociedade é inevitável (perfectibilidade), que constituamos uma sociedade harmoniosa, que tenha como ponto de partida uma relação entre governantes e governados baseada na liberdade. E em  Emilio  Rousseau nos mostra como chegar a tal sociedade - através da educação por um método bem específico que deve formar cidadãos livres . A educação de Emílio visa a construção do governante ideal, resolvendo um dos problemas da sociedade cujos vícios "...não pertencem tanto ao homem, mas fundamentalmente ao homem mal governado."