A Verdadeira Historia Do Natal

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NATAL DE JESUS, COMEMORAR OU NAO ? Procurei ampliar bem este tema, mostrando um pouco do que a história nos diz. Mas, sempre priorizando o que a Bíblia Sagrada diz a respeito

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A Verdadeira Historia Do Natal

  1. 1. A VERDADEIRA HISTÓRIA DO NATAL<br />Olámeusqueridos(as) irmãos(ãs) passaremos a estudar um assuntomaravilhoso, porémpolêmico; comopoderánotar logo nasprimeiraspáginasdesteestudo. Procureiampliarbemestetema, mostrando um pouco do que a histórianosdiz. Mas, semprepriorizando o que a BíbliaSagradadiz a respeito. <br />Obs.: Caso voce nãoqueiraestudartodosostópicos, por favor analisedapágina 49 emdiante.<br />
  2. 2. A VERDADEIRA HISTÓRIA DO NATAL<br />Lucas 2<br />1 E aconteceu naqueles dias que saiu um decreto da parte de César Augusto, para que todo o mundo se alistasse <br />2 (Este primeiro alistamento foi feito sendo Quirino presidente da Síria).<br /> 3 E todos iam alistar-se, cada um à sua própria cidade. <br />4 E subiu também José da Galiléia, da cidade de Nazaré, à Judéia, à cidade de Davi, chamada Belém (porque era da casa e família de Davi), <br />5 A fim de alistar-se com Maria, sua esposa, que estava grávida. <br />6 E aconteceu que, estando eles ali, se cumpriram os dias em que ela havia de dar à luz. <br />7 E deu à luz a seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem. <br />8 Ora, havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho. <br />9 E eis que o anjo do Senhor veio sobre eles, e a glória do Senhor os cercou de resplendor, e tiveram grande temor. <br />10 E o anjo lhes disse: Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo:<br />
  3. 3. A VERDADEIRA HISTÓRIA DO NATAL<br />11 Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor. <br />12 E isto vos será por sinal: Achareis o menino envolto em panos, e deitado numa manjedoura. <br />13 E, no mesmo instante, apareceu com o anjo uma multidão dos exércitos celestiais, louvando a Deus, e dizendo: <br />14 Glória a Deus nas alturas, Paz na terra, boa vontade para com os homens. <br />15 E aconteceu que, ausentando-se deles os anjos para o céu, disseram os pastores uns aos outros: Vamos, pois, até Belém, e vejamos isso que aconteceu, e que o Senhor nos fez saber. <br />16 E foram apressadamente, e acharam Maria, e José, e o menino deitado na manjedoura. <br />17 E, vendo-o, divulgaram a palavra que acerca do menino lhes fora dita; <br />18 E todos os que a ouviram se maravilharam do que os pastores lhes diziam. <br />19 Mas Maria guardava todas estas coisas, conferindo-as em seu coração. <br />20 E voltaram os pastores, glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto, como lhes havia sido dito.<br />
  4. 4. A VERDADEIRA HISTÓRIA DO NATAL<br />21 E, quando os oito dias foram cumpridos, para circuncidar o menino, foi-lhe dado o nome de Jesus, que pelo anjo lhe fora posto antes de ser concebido. <br />22 E, cumprindo-se os dias da purificação dela, segundo a lei de Moisés, o levaram a Jerusalém, para o apresentarem ao Senhor <br />23 (Segundo o que está escrito na lei do Senhor: Todo o macho primogênito será consagrado ao Senhor); <br />24 E para darem a oferta segundo o disposto na lei do Senhor: Um par de rolas ou dois pombinhos. <br />25 Havia em Jerusalém um homem cujo nome era Simeão; e este homem era justo e temente a Deus, esperando a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava sobre ele. <br />26 E fora-lhe revelado, pelo Espírito Santo, que ele não morreria antes de ter visto o Cristo do Senhor. <br />27 E pelo Espírito foi ao templo e, quando os pais trouxeram o menino Jesus, para com ele procederem segundo o uso da lei,<br /> 28 Ele, então, o tomou em seus braços, e louvou a Deus, e disse: <br />29 Agora, Senhor, despedes em paz o teu servo, Segundo a tua palavra; <br />30 Pois já os meus olhos viram a tua salvação,<br />
  5. 5. A VERDADEIRA HISTÓRIA DO NATAL<br />31 A qual tu preparaste perante a face de todos os povos; <br />32 Luz para iluminar as nações, E para glória de teu povo Israel. <br />33 E José, e sua mãe, se maravilharam das coisas que dele se diziam. <br />34 E Simeão os abençoou, e disse a Maria, sua mãe: Eis que este é posto para queda e elevação de muitos em Israel, e para sinal que é contraditado <br />35 (E uma espada traspassará também a tua própria alma); para que se manifestem os pensamentos de muitos corações. <br />36 E estava ali a profetisa Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Esta era já avançada em idade, e tinha vivido com o marido sete anos, desde a sua virgindade; <br />37 E era viúva, de quase oitenta e quatro anos, e não se afastava do templo, servindo a Deus em jejuns e orações, de noite e de dia. <br />38 E sobrevindo na mesma hora, ela dava graças a Deus, e falava dele a todos os que esperavam a redenção em Jerusalém. <br />39 E, quando acabaram de cumprir tudo segundo a lei do Senhor, voltaram à Galiléia, para a sua cidade de Nazaré. <br />40 E o menino crescia, e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele.<br />
  6. 6. A VERDADEIRA HISTÓRIA DO NATAL<br />41 Ora, todos os anos iam seus pais a Jerusalém à festa da páscoa; 42 E, tendo ele já doze anos, subiram a Jerusalém, segundo o costume do dia da festa. <br />43 E, regressando eles, terminados aqueles dias, ficou o menino Jesus em Jerusalém, e não o soube José, nem sua mãe. <br />44 Pensando, porém, eles que viria de companhia pelo caminho, andaram caminho de um dia, e procuravam-no entre os parentes e conhecidos; <br />45 E, como o não encontrassem, voltaram a Jerusalém em busca dele. <br />46 E aconteceu que, passados três dias, o acharam no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os, e interrogando-os. <br />47 E todos os que o ouviam admiravam a sua inteligência e respostas. <br />48 E quando o viram, maravilharam-se, e disse-lhe sua mãe: Filho, por que fizeste assim para conosco? Eis que teu pai e eu ansiosos te procurávamos. 49 E ele lhes disse: Por que é que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai? <br />50 E eles não compreenderam as palavras que lhes dizia. <br />51 E desceu com eles, e foi para Nazaré, e era-lhes sujeito. E sua mãe guardava no seu coração todas estas coisas. <br />52 E crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens.<br />
  7. 7. A VERDADEIRA HISTÓRIA DO NATAL<br />Etimologia<br />A palavra &apos;natal&apos; do português já foi &apos;nātālis&apos; no latim, derivada do verbo &apos;nāscor&apos; (nāsceris, nāscī, nātussum) que tem sentido de nascer. De &apos;nātālis&apos; do latim, evoluiram também &apos;natale&apos; do italiano, &apos;noël&apos; do francês, &apos;nadal&apos; do catalão, &apos;natal&apos; do castelhano, sendo que a palavra &apos;natal&apos; do castelhano tem sido progressivamente substituída por &apos;navidad&apos; como nome do dia religioso.<br />Já a palavra &apos;Christmas&apos; do inglês evoluíu de &apos;Christesmaesse&apos; (&apos;Christ&apos;smass&apos;) que quer dizer missa de Cristo<br />
  8. 8. A VERDADEIRA HISTÓRIA DO NATAL<br />O Natal ou Dia de Natal é um feriado comemorado anualmente em 25 de Dezembro, que comemora o nascimento de Jesus de Nazaré. A data de comemoração do Natal não é conhecida como o aniversário real de Jesus e pode ter sido inicialmente escolhida para corresponder com qualquer festival histórico Romanoou com o solstício de inverno. O Natal é o centro dos feriados de fim de ano e da temporada de férias, sendo, no Catolicismo, o marco inicial do Ciclo do Natal que dura doze dias.<br />
  9. 9. Solstício de inverno<br />Solstício de inverno é um fenômeno astronômico usado para marcar o inicio do inverno. Ocorre normalmente entorno do dia 22 de dezembro no hemisfério norte, e 21 de junho no hemisfério sul.<br />Esta data também era de grande importância para diversas culturas antigas, que de um modo geral à associavam simbolicamente às aspectos como o nascimento ou renascimento.<br />
  10. 10. Solstício<br />A palavra solstício vem do latin sol (sol), e sistere (que não se move).<br />O solstício de inverno ocorre quando o sol atinge a maior distancia angular em relação ao plano que passa pela linha do equador. Embora sua data não seja a mesma em todos os anos, pode-se dizer que no hemisfério sul ocorre entorno do dia 21 de junho, e no hemisfério norte, entorno do dia 22 de dezembro.<br />Esse momento não é fixo no calendário gregoriano em função do ano tropical da terra não ser um múltiplo exato de dias.<br />
  11. 11. Importânciada data<br />Esta data tinha grande importância para diversas culturas antigas que geralmente realizavam celebrações e festivais ligados às suas religiões.<br />
  12. 12. Para osChineses<br />Chineses<br />No calendário chinês, o solstício de Inverno chama-se dongzhi (chegada do Inverno) e é considerado uma data de importância extrema, visto ser aí festejada a passagem de ano.<br />
  13. 13. Europa pré-cristã<br />Europa pré-cristã<br />Os povos da Europa pré-cristã, chamados pelos católicos de pagãos, tinham grande ligação com esta data.<br />Segundo alguns, monumentos como Stonehenge eram construídos de forma a estarem orientados para o por do sol do solstício de inverno e nascer do do sol no solstício de verão.<br />
  14. 14. Roma antiga<br />Roma antiga<br />Entre os romanos os festivais eram muito populares. O período marcava a Saturnália, em homenagem ao deus Saturno. O deus persa Mitra, também cultuado por muitos romanos, teria nascido durante o solstício. Divindades ligadas ao Sol em geral eram celebradas no solstício também.<br />Com a introdução do cristianismo no Império Romano houve, por parte da Igreja Católica, uma tentativa de cristianizar os festivais &quot;pagãos&quot;. Há indícios de que a data de 25 de dezembro foi escolhida para representar o nascimento de Cristo já no século IV. Há evidência bíblica de que Jesus não teria nascido durante o inverno, pois, no momento do nascimento, pastores estavam cuidando de seus rebanhos nas vigílias da noite, e o período do solstício, visto como o renascimento do Sol, carrega forte representatividade. Além disso, conseguiu aproveitar a popularidade das festividades da época.<br />
  15. 15. Neopaganismo<br />Neopaganismo<br />Hoje esta data é revivida na celebração do SabbatNeopagãoYule. Que revive algumas antigas tradições religiosas dos povos europeus pré-cristãos.<br />Pesquise estas palavras: Sabbat, Neopagão e Yule. <br />
  16. 16. Neopaganismo<br />Neopaganismo é o termo que descreve um grupo de religiões contemporâneas bastante heterogêneo; seu uso - em detrimento de paganismo - por seus praticantes talvez se dê ao desejo de marcar a verdadeira revolução dos conceitos religiosos e espiritualistas, mais marcantemente desde a década de 1970.<br />A maior parte das religiões neopagãs são tentativas de reconstrução ou ressurgimento de antigas religiões pagãs, principalmente as da antigüidade pré-cristã européia. Alguns neopagãos enfatizam sua conexão com formas antigas do paganismo, numa forma de continuidade marginal(à margem da religião que se auto-afirmava como única verdade, a cristã).<br />O neopaganismo é um termo referente às diversas formas de religiosidade que têm como lugar comum o encontro com o divino através da natureza.<br />Suas práticas envolvem a magia natural e a magia cerimonial, como também a busca da evolução através das terapias holísticas atuais.<br />
  17. 17. FeriadoCristão<br />Embora tradicionalmente seja um feriado cristão, o Natal é amplamente comemorado por muitos não-cristãos, sendo que alguns de seus costumes populares e temas comemorativos têm origens pré-cristãs ou seculares. Costumes populares modernos típicos do feriado incluem a troca de presentes e cartões, músicas natalinas, festas de igreja, uma refeição especial e a exibição de decorações diferentes; incluindo as árvores de Natal, pisca-piscas e guirlandas, visco, presépios e ilex. Além disso, o Papai Noel (conhecido como Pai Natal em Portugal) é uma figura mitológica popular em muitos países, associada com os presentes para crianças. <br />
  18. 18. Árvore de Natal<br />A árvore de Natal é uma das mais populares tradições associadas com a celebração do Natal. É normalmente uma árvore conífera de folhas perenes, ou uma árvore artificial. É costume enfeitá-la com bolas coloridas e outros adornos natalinos.<br />
  19. 19. História<br />Segundo a história mais aceitável, a árvore de natal teria surgido na Alemanha na Idade Média. Um certo dia, o célebre Martinho Lutero, o criador das 95 teses, estaria andando por uma floresta de pinheiros. Ao reparar no céu loteado de estrelas ficou fascinado com sua beleza e com a lembrança de que Deus disse a Abraão que sua descendência seria tanta quanto as estrelas existentes no céu. A descendência é simbolizada por frutos de uma árvore. Deus plantou uma árvore, no jardim do Édem, chamada &quot;árvore da Vida&quot;, que representa Jesus e seus frutos, os gerados de Cristo. O fato de apresentá-la no final de dezembro e início de janeiro é para lembrar o &quot;Ano Domini&quot; qual Jesus foi o marco zero.<br />
  20. 20. AnnoDomini<br />AnnoDomini (em Latim: &quot;ano do Senhor&quot;), também apresentado na sua forma abreviada como A.D. é uma expressão utilizada para marcar os anos seguintes ao ano 1 do calendário mais comumente utilizado no Ocidente, designado como &quot;Era Cristã&quot; ou, ainda, como &quot;Era Comum&quot; (esta última designação é a preferida por quem tenta evitar referências religiosas). Em português, é usual utilizar a abreviatura &quot;d.C.&quot; - ou seja, &quot;depois de Cristo&quot; para o mesmo efeito.<br />Segundo este critério, também se utiliza a abreviatura &quot;a.C.&quot; para designar os anos &quot;antes de Cristo&quot; ou &quot;antes da Era Comum&quot; &quot;(AEC)&quot; .<br />
  21. 21. Papai Noel<br />O personagem Papai Noel(português brasileiro) ou Pai Natal(português europeu) foi inspirado em São Nicolau Taumaturgo, arcebispo de Mira na Turquia, no século IV. <br />Nicolau costumava ajudar, anonimamente, quem estivesse em dificuldades financeiras. Colocava o saco com moedas de ouro a ser ofertado na chaminé das casas. Foi declarado santo depois que muitos milagres lhe foram atribuídos. Sua transformação em símbolo natalino aconteceu na Alemanha e daí correu o mundo inteiro.<br />
  22. 22. Divulgação<br />Uma das pessoas que ajudaram a dar força à lenda do Papai Noel foi Clemente Clark Moore, um professor de literaturagrega de Nova Iorque, que lançou o poema Uma visita de São Nicolau, em 1822, escrito para seus seis filhos. Nesse poema, Moore divulgava a versão de que ele viajava num trenó puxado por renas. Ele também ajudou a popularizar outras características do bom velhinho, como o fato dele entrar pela chaminé.<br />O caso da chaminé, inclusive, é um dos mais curiosos na lenda de Papai Noel. Alguns estudiosos defendem que isso se deve ao fato de que várias pessoas tinham o costume de limpar as chaminés no Ano Novo para permitir que a boa sorte entrasse na casa durante o resto do ano.<br />No poema, várias tradições foram buscadas de diversas fontes e a verdadeira explicação da chaminé veio da Finlândia. Os antigos lapões viviam em pequenas tendas, semelhantes a iglus, que eram cobertas com pele de rena. A entrada para essa “casa” era um buraco no telhado.<br />A última e mais importante característica incluída na figura do Pai Natal é sua blusa vermelha e branca. Antigamente, ele usava cores que tendiam mais para o marrom e costumava usar uma coroa de azevinhos na cabeça, mas não havia um padrão.<br />Seu atual visual foi obra do cartunisaThomaNast, na revista Harper&apos;sWeeklys, em 1886, na edição especial de Natal. Em alguns lugares na Europa, contudo, algumas vezes ele também é representado com os paramentos eclesiásticos de bispo, tendo, em vez do gorro vermelho, uma mitra episcopal.<br />
  23. 23. O mitoda Coca-Cola<br />É amplamente divulgado pela internet e por outros meios que a Coca-Cola seria a responsável pelo atual visual do Papai Noel (roupas vermelhas com detalhes em branco e cinto preto), mas é historicamente comprovado que o responsável por sua roupagem vermelha foi o Cartunista americano Thomas Nast, em 1886 na revista Harper’sWeeklys. Papai Noel até então era representado com roupas de inverno, porém na cor verde. O que ocorre é que em 1931 a Coca-Cola teria realizado uma grande campanha publicitária vestindo Papai Noel ao mesmo modo de Nast, com as cores vermelha e branca o que foi bastante conveniente já que estas são as cores de seu rótulo. Tal campanha fez um enorme sucesso e a nova imagem de Papai Noel espalhou-se rapidamente pelo mundo. Portanto a Coca-Cola foi responsável por ajudar a difundir o mito tal qual ele é, mas, de forma alguma por criar a figura tão conhecida de Papai-Noel.<br />
  24. 24. Nome do Papai Noel em vários países<br />Alemanha: Nikolaus (ouWeihnachtsmann - literalmente, &quot;homem do Natal&quot;) <br />Argentina, Colômbia, Espanha, Paraguai , Peru e Uruguai: Papá Noel <br />Brasil: Papai Noel <br />Chile: ViejitoPascuero<br />Croácia: DjedMraz<br />Dinamarca: Julemanden<br />EstadosUnidos: Santa Claus <br />Finlândia: Joulupukki<br />França: Père Noël <br />Itália: BabboNatale<br />Japão: サンタクロース (lê-se &quot;Santa kurosu&quot; vem do inglês Santa Claus.) <br />Macedônia: DedoMraz<br />México: Santa Claus <br />PaísesBaixos: Kerstman (literalmente, &quot;homem do Natal&quot;) <br />Portugal: Pai Natal <br />ReinoUnido: Father Christmas <br />Rússia: DedMoroz<br />Suécia: Jultomte<br />
  25. 25. A frase &quot;Feliz Natal&quot; em várias línguas<br />Albanês - GëzuarKrishtilindjen<br />Alemão - FröhlicheWeihnachten<br />Armênio - Shenoraavor Nor Dari yevParigaghand<br />Basco - Zorionak<br />Bósnio, Croata, Sérvio - SretanBožić<br />Castelhano - FelizNavidadouFelicesPascuas<br />Catalão - Bon Nadal<br />Coreano - Chuk Sung Tan <br />Esperanto - GajanKristnaskon<br />Finlandês - Hyvääjoulua<br />Francês - Joyeux Noël <br />Galês - NadoligLlawen<br />
  26. 26. A frase &quot;Feliz Natal&quot; em várias línguas<br />Georgiano - KristasShobas<br />Grego - Καλά Χριστούγεννα <br />Holandês - PrettigeKerstfeest<br />Inglês - Merry Christmas ou Happy Christmas <br />Italiano - BuonNatale<br />Japonês - MeriiKurisumasu (adaptação de Merry Christmas) <br />Macedônio - SrekenBožić<br />Mandarim - Kung His HsinNien<br />Português - Feliz Natal <br />Romeno - SarbatoriFericite<br />Russo - S prazdnikomRozdestvaHristova<br />Sueco - God Jul <br />Ucraniano - Z RizdvomHrystovym<br />
  27. 27. Um PoucoMais de História<br />Assim, em vez de proibir as festividades pagãs, forneceu-lhes um novo significado, e uma linguagem cristã. As alusões dos padres da igreja Católica ao simbolismo de Cristo como &quot;o sol de justiça&quot; (Malaquias 4:2) e a &quot;luz do mundo&quot; (João 8:12) revelam a fé da Igreja Católica n&apos;Aquele que é Deus feito homem para nossa salvação.<br />As evidências confirmam que, num esforço de converter pagãos, os líderes religiosos adotaram a festa que era celebrada pelos romanos, o &quot;nascimento do deus sol invencível&quot; (NatalisInvistisSolis), e tentaram fazê-la parecer “cristã”. Para certas correntes místicas como o Gnosticismo, a data é perfeitamente adequada para simbolizar o Natal, por considerarem que o sol é a morada do Cristo Cósmico. Segundo esse princípio, em tese, o Natal do hemisfério sul deveria ser celebrado em junho.<br />Há muito tempo se sabe que o Natal tem raízes pagãs. Por causa de sua origem não-bíblica, no século 17 essa festividade foi proibida na Inglaterra e em algumas colônias americanas. Quem ficasse em casa e não fosse trabalhar no dia de Natal era multado. Mas os velhos costumes logo voltaram, e alguns novos foram acrescentados. O Natal voltou a ser um grande feriado religioso, e ainda é em muitos países.<br />
  28. 28. O ponto de vista da Bíblia<br />Bíblia diz que os pastores estavam nos campos cuidando das ovelhas na noite em que Jesus nasceu. O mês judaico de Kislev, correspondente aproximadamente à segunda metade de novembro e primeira metade de dezembro no calendário gregoriano era um mês frio e chuvoso. O mês seguinte é Tevet, em que ocorrem as temperaturas mais baixas do ano, com nevadas ocasionais nos planaltos. Isto é confirmado pelos profetas Esdras e Jeremias, que afirmavam não ser possível ficar de pé do lado de fora devido ao frio.<br />
  29. 29. O ponto de vista da Bíblia<br />Entretanto, o evangelista Lucas afirmava que havia pastores vivendo ao ar livre e mantendo vigias sobre os rebanhos à noite perto do local onde Jesus nasceu. Como estes fatos seriam impossíveis para um período em que seria impossível ficar de pé ao lado de fora em função do frio, logo Jesus não poderia ter nascido no dia em que o Natal é celebrado, e sim na primavera ou no verão.<br />
  30. 30. O ponto de vista da Bíblia<br />Por isso, a maioria dos estudiosos consideram que Jesus não nasceu dia 25 de dezembro, a menos que a passagem que narra o nascimento de Jesus tenha sido escrita em linguagem alegórica. Diga-se de passagem que visto que Jesus viveu trinta e três anos e meio e morreu entre 22 de março e 25 de abril, ele não poderia realmente ter nascido em 25 de dezembro.<br />
  31. 31. Anúncio do anjo Gabriel e nascimento de Jesus<br />nascimento de Jesus se deu por volta de dois anos antes da morte do Rei Herodes, denominado &quot;o Grande&quot;, ou seja, considerando que este morreu em 4 AEC, então Jesus só pode ter nascido em 6 AEC. Segundo a Bíblia, antes de morrer, Herodes mandou matar os meninos de Belém até aos 2 anos, de acordo com o tempo que apareceu a &quot;estrela&quot; aos magos. (Mateus 2:1, 16-19 - Era seu desejo se livrar de um possível novo &quot;rei dos judeus&quot;).<br />
  32. 32. Anúncio do anjo Gabriel e nascimento de Jesus<br />Ainda, segundo a Bíblia, antes do nascimento de Jesus, Octávio César Augusto decretou que todos os habitantes do Império fossem se recensear, cada um à sua cidade natal. Isso obrigou José a viajar de Nazaré (na Galileia) até Belém (na Judeia), a fim de registar-se com Maria, sua esposa. Deste modo, fica claro que não seria um recenseamento para fins tributários.<br />
  33. 33. Primeiro Recenseamento<br />&quot;Este primeiro recenseamento&quot; fora ordenado quando o cônsul PúblioSulplícioQuiríno &quot;era governador [em gr. hegemoneuo] da província imperial da Síria.&quot; (Lucas 2,1-3 - O termo grego hegemoneuo vertido por &quot;governador&quot;, significa apenas &quot;estar liderando&quot; ou &quot;a cargo de&quot;. Pode referir-se a um &quot;governador territorial&quot;, &quot;governador de província&quot; ou &quot;governador militar&quot;. As evidências apontam que nessa ocasião, Quiríno fosse um comandante militar em operações na província da Síria, sob as ordens diretas do Imperador.)<br />
  34. 34. Primeiro Recenseamento<br />Sabe-se que os governadores da Província da Síria durante a parte final do governo do Rei Herodes foram: SentioSaturnino (de 9 AEC a 6 AEC), e o seu sucessor, foi Quintilio Varo. Quirínio só foi Governador da Província da Síria, em 6 EC. O único recenseamento relacionado a Quirínio, documentado fora dos Evangelhos, é o referido pelo historiador judeu Flávio Josefo como tendo ocorrido no início do seu governo (Antiguidades Judaicas, Vol. 18, Cap. 26). Obviamente, este recenseamento não era o &quot;primeiro recenseamento&quot;.<br />
  35. 35. Primeiro Recenseamento<br />A viagem de Nazaré a Belém - distância de uns 150 km - deveria ter sido muito cansativa para Maria que estava em adiantado estado de gravidez. Enquanto estavam em Belém, Maria teve o seu filho primogênito. Envolveu-o em faixas de panos e o deitou em uma manjedoura, porque não havia lugar disponível para eles no alojamento (isto é, não havia divisões disponíveis na casa que os hospedava; em gr. tôkataluma, em lat. in deversorio). Maria necessitava de um local tranqüilo e isolado para o parto (Lucas 2:4-8). Lucas diz que no dia do nascimento de Jesus, os pastores estavam no campo guardando seus rebanhos &quot;durante as vigílias da noite&quot;. Os rebanhos saíam para os campos em Março e recolhiam nos princípios de Novembro.<br />
  36. 36. Primeiro Recenseamento<br />A vaca e o jumento junto da manjedoura conforme representado nos presépios, resulta de uma simbologia inspirada em Isaías 1:3 que diz: &quot;O boi conhece o seu possuidor, e o jumento a manjedoura do seu dono; mas Israel não têm conhecimento, o meu povo não entende&quot;. Não há nenhuma informação fidedigna que prove que havia animais junto do recém-nascido Jesus. A menção de &quot;um boi e de um jumento na gruta&quot; deve-se também a alguns Evangelhos Apócrifos.<br />
  37. 37. A estrela de Belém<br />Após o nascimento de Jesus em Belém, ainda governava a Judéia o Rei Herodes, chegaram &quot;do Oriente à Jerusalém uns magos guiados por uma estrela que, segundo a descrição do Evangelho segundo Mateus, anunciou o nascimento de Jesus e levou os Três Reis Magos ao local onde este se encontrava. A natureza real da Estrela de Belém e alvo de discussão entre os biblistas.<br />
  38. 38. Visita dos magos<br />Os &quot;magos&quot;, em gr. magoi, que vinham do Leste de Jerusalém, não eram reis. Julga-se que terá sido Tertuliano de Cartago, que no início do 3.º Século terá escrito que os Magos do Oriente eram reis. O motivo parece advir de algumas referências do Antigo Testamento, como é o caso do Salmo 68:29: &quot;Por amor do Teu Templo em Jerusalém, os reis te trarão presentes.&quot;<br />
  39. 39. Visita dos magos<br />Em vez disso, os &quot;magos&quot; eram sacerdotes astrólogos, talvez seguidores do Zoroastrismo. Eram considerados &quot;Sábios&quot;, e por isso, conselheiros de reis. Podiam ter vindo de Babilónia, mas não podemos descartar a Pérsia (Irão). São Justino, no 2.º Século, considera que os Magos vieram da Arábia. Quantos eram e os seus nomes, não foram revelados nos Evangelhos canónicos. Os nomes de Gaspar, Melchior e Baltazar constam dos Evangelhos Apócrifos. Deduz-se terem sido 3 magos, em vista dos 3 tipos de presentes. Tampouco se menciona em que animais os Magos vieram montados.<br />
  40. 40. Visita dos magos<br />Outro fator muito importante tem a ver com a existência de uma grande comunidade de raiz judaica na antiga Babilônia, o que sem dúvida teria permitido o conhecimento das profecias messiânicas dos judeus, e a sua posterior associação de simbolismos aos fenômenos celestes que ocorriam.<br />
  41. 41. Símbolos e tradições do Natal<br />Árvore dEntre as várias versões sobre a procedência da árvore de Natal, a maioria delas indicando a Alemanha como país de origem, a mais aceita atribui a novidade ao padre Martinho Lutero (1483-1546), autor da Reforma Protestante do século XVI. Olhando para o céu através de uns pinheiros que cercavam a trilha, viu-o intensamente estrelado parecendo-lhe um colar de diamantes encimando a copa das árvores.e Natal<br />
  42. 42. Símbolos e tradições do Natal<br />Tomado pela beleza daquilo, decidiu arrancar um galho para levar para casa. Lá chegando, entusiasmado, colocou o pequeno pinheiro num vaso com terra e, chamando a esposa e os filhos, decorou-o com pequenas velas acesas afincadas nas pontas dos ramos. Arrumou em seguida papéis coloridos para enfeitá-lo mais um tanto<br />
  43. 43. Símbolos e tradições do Natal<br />Era o que ele vira lá fora. Afastando-se, todos ficaram pasmos ao verem aquela árvore iluminada a quem parecia terem dado vida. Nascia assim a árvore de Natal. Queria, assim, mostrar as crianças como deveria ser o céu na noite do nascimento de Cristo.<br />
  44. 44. Símbolos e tradições do Natal<br />Na Roma Antiga, os Romanos penduravam máscaras de Baco em pinheiros para comemorar uma festa chamada de &quot;Saturnália&quot;, que coincidia com o nosso Natal.<br />
  45. 45. Saturnálias<br />As saturnálias eram uma antiga festividade da religião romana dedicada ao templo de Saturno e à mítica Idade de Ouro. Era celebrada todos os 17 de Dezembro. Ao longo dos tempos, foi alargada à semana completa, terminando a 23 de Dezembro. As Saturnálias tinham início com grandes banquetes, sacrifícios, às vezes orgias; os participantes tinham o hábito de saudar-se com ioSaturnalia, acompanhado por doações simbólicas.<br />
  46. 46. Saturnálias<br />Durante estas festas vinha subvertida a ordem social: os escravos podiam considerar-se temporatiamente homens livres, e como tal podiam comportar-se; vinha eleito, a sorte, um princeps - uma espécie de caricatura da classe nobre - a quem se entregava todo o poder. Na verdade a conotação religiosa da festa prevalecia sobre aquela social e de &quot;classe&quot;. O &quot;princeps&quot; vinha geralmente vestido com uma máscara engraçada e com cores chamativas, dentre as quais prevalecia o vermelho ( a cor dos deuses), e podia recordar o nosso Papai Noel.<br />
  47. 47. Saturnálias<br />Era a personificação de uma divindade do mundo subterrâneo, da identificar às vezes com Saturno, às vezes com Plutão, responsável pelas almas dos defuntos, mas também protetora das campanhas e das colheitas.<br />
  48. 48. Saturnálias<br />Em época romana se acreditava que tais divindades, saídas das profundezas do solo, vagassem em cortejo por todo o período invernal, isto é, quando a terra repousava e era inculta por causa das condições atmosféricas. Deviam então ser aplacadas com a oferta de presentes e de festas em sua honra e, além disso, induzidas a retornar ao além, onde teriam favorecido as colheitas da estação estiva. Se tratava, em suma, de uma espécie de longo &quot;desfile de carnaval&quot;.<br />
  49. 49. Músicasnatalinas<br />As canções natalinas são símbolos do Natal e as letras retratam as tradições das comemorações, o nascimento de Jesus, a paz, a fraternidade, o amor, os valores cristãos. Os Estados Unidos têm antiga tradição de celebrar o Natal com músicas típicas. No Brasil, esta tradição, além das familiares, só se tornou popular e comercial nos anos 90, com o 25 de Dezembro lançado pela cantora Simone: Ao contrário do que ocorre nos Estados Unidos e na Europa, os cantores brasileiros não têm o costume de lançar, no mês de dezembro, discos com músicas de Natal.<br />
  50. 50. Presépio<br />As esculturas e quadros que enfeitavam os templos para ensinar os fiéis, além das representações teatrais semi-litúrgicas que aconteciam durante a Missa de Natal serviram de inspiração para que se criasse o presépio. A tradição católica diz que o presépio (do lat. praesepio) surgiu em 1223, quando São Francisco de Assis quis celebrar o Natal de um modo o mais realista possível e, com a permissão do Papa, montou um presépio de palha, com uma imagem do Menino Jesus, da Virgem Maria e de José, juntamente com um boi e um jumento vivos e vários outros animais. Nesse cenário, foi celebrada a Missa de Natal.<br />
  51. 51. Presépio<br />O sucesso dessa representação do Presépio foi tanta que rapidamente se estendeu por toda a Itália. Logo se introduziu nas casas nobres européias e de lá foi descendo até as classes mais pobres. Na Espanha, a tradição chegou pela mão do Rei Carlos III, que a importou de Nápoles no século XVIII. Sua popularidade nos lares espanhóis e latino-americanos se estendeu ao longo do século XIX, e na França, não o fez até inícios do século XX. Em quase todas as religiões cristãs, é consensual que o Presépio é o único símbolo do Natal de Jesus verdadeiramente inspirado nos Evangelhos. <br />
  52. 52. Decoraçõesnatalícias<br />Uma outra tradição do Natal é a decoração de casas, edifícios, elementos estáticos, como postes, pontes e árvores, estabelecimentos comerciais, prédios públicos e cidades com elementos que representam o Natal, como, por exemplo, as luzes de natal e guirlandas. Em alguns lugares, existe até uma competição para ver qual casa, ou estabelecimento, teve a decoração mais bonita, com direito a receber um prêmio.<br />
  53. 53. Amigo secretoouoculto<br />No Brasil, é muito comum a prática entre amigos, funcionários de uma empresa, amigos e colegas de escola e na família, da brincadeira do amigo oculto (secreto). Essa brincadeira consiste de cada pessoa selecionar um nome de uma outra pessoa que esteja participando desta (obviamente a pessoa não pode sortear ela mesma) e presenteá-la no dia, ou na véspera. É comum que sejam dadas dicas sobre o amigo oculto, como características físicas ou qualidades, até que todos descubram quem é o amigo oculto. Alguns dizem características totalmente opostas para deixar a brincadeira ainda mais divertida (ou seja, praticam aquela mentira que muitos dizem ser de brincadeira: MENTIRA CONTINUA SENDO MENTIRA!).<br />Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.<br />
  54. 54. Diante de Tudo…<br />Diante de tudo o queaquiaprendemossobre a comemoração do Natal, creioqueumacoisa tem queficarclaraparanóscristãos; vivemossituaçõesonde o inimigo de nossasalmassempreprocuroudeturpartudo o que se diz Santo. Graças a Deus quesuastentativasnãodãocerto. Vejabem, a Bíbliadizclaramentesobre o nascimento de Jesus; isto é um fatoqueninguémpodenegar, portanto o fato de aproveitarmosestediaparacomemorarmos o<br />
  55. 55. Diante de Tudo…<br />Natal de Jesus vaidependerdasinceridade de cada um nós,poistemoscondições de realizarestacelebraçãotãoimportantesemestarmosvinculado a qualquertipo de festividadepagã. Entendoperfeitamentetoda a História, comojávimosnesteestudo; poréminsisto no ponto de vista quepodemoscelebraresta data todososdias, e porquenão no dia 25 de Dezembro?.<br />Gostaria de maisumavezdizerquevivemosemmundoondehádivergênciassériasnestaàrea e se ficarmosdebatendo o assuntoemtese; deixaremos de prestarLouvor e Adoração a JESUS CRISTO quenossalvoumorrendopornósnumacruztãoterrível. <br />
  56. 56. Diante de Tudo…<br />Assimsendoconvido voce a aproveitarestedia e dar o devidoLouvor e Adoração a JESUS CRISTO. Quandomuitosdiscutem o assunto e levamparaosextremos; use o bomsenso e equilíbrio.<br />Quandomuitossó se voltam as compras de presentes e muita comida. Aja com equilibrio; vá as compras, façauma boa comida parasuafamília e amigos; masnão se esqueça do verdadeirosentido do Natal: <br />JESUS NASCEU PARA A NOSSA SALVAÇÃO! <br />Reserve um tempo de qualidadeparaadorá-lo.<br /> Pr. Carlos A. Zacarkim<br />

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