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A TRANSDISCIPLINARIDADE
E A CRIANÇA
CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIFACVEST
(TECNOLOGIAS DIGITAIS APLICADAS À EDUCAÇÃO)
ITAJAÍ SC
PSICOLOGIA APLICADA À EDUCAÇÃO DIGITAL
Prof. Dr. Renato Rodrigues
METODOLOGIAS ATIVAS
 As metodologias ativas consistem em um
modelo de aprendizagem que tem como
maior objetivo tornar o estudante
(estimulado) motivado, interessado e
engajado ao longo de todo o período letivo.
Ou seja, tal formato apresenta um novo
paradigma na educação, que transforma a
relação do educador com o discente.
MEDIADOR DO
CONHECIMENTO
 O aluno passa a ser o principal
protagonista do processo de
ensino, sendo que o professor
assume a função de orientador ou
mediador do conhecimento.
ESCOLAS E
METODOLOGIAS ATIVAS
 As metodologias ativas podem ser
implementadas de diversas
formas na escola.
O objetivo é formar pessoas com
conhecimento em várias áreas e
prepará-las para os desafios da
sociedade do futuro, por meio de
cinco etapas básicas: investigar,
descobrir, conectar, criar e refletir.
O acrônico, traduzido do inglês,
significa Ciência, Tecnologia,
Engenharia, Artes e Matemática.
PRÁXIS ATIVAS
 Aprendizagem baseada em
projetos
 Sala de aula invertida
 Gamificação
 Ensino híbrido
E-LEARNING
Traduzindo o nome desta metodologia
para o português já é possível ter uma
boa noção do que ela propõe. “E” é um
prefixo empregado para identificar algo
que é feito eletronicamente (por
exemplo, e-mail e e-book), enquanto
“learning” significa “aprendizagem”. Ou
seja, o método e-learning estimula o
aprendizado eletrônico.
PLATAFORMAS DE APOIO
 animações e videoaulas ;
 internet como principal
ferramenta ;
 Smartphones;
 Computadores;
 Tablets;
Professores devem ajudar geração
Alfa a encontrar seu propósito
 A geração Alfa é marcada pelo contato
com a tecnologia desde os primeiros
anos de vida. Os alfas estão
começando a entrar na adolescência e
têm como características serem ágeis,
dinâmicos e criativos. Mas afinal, a
educação precisará mudar para
recebê-la?
A metacognição e a sua
função na aprendizagem
 A metacognição é a capacidade do ser
humano de monitorar e autorregular
os processos cognitivos. Podemos
dizer que é isso que permite ao ser
humano observar e corrigir seus
pensamentos e ações, desenvolvendo
estratégias cada vez mais sofisticadas
para construir o conhecimento.
GERAÇÃO ALFA
 A geração Alfa (composta pelos nascidos
entre 2010 e 2019) é marcada pelo contato
com a tecnologia desde os primeiros anos de
vida. Formada pelos filhos dos millenials
(geração milênio- As pessoas que nasceram
entre 1981 a 1995 são consideradas
Millennials), que, por sua vez, nasceram no
fim do século XX, os alfas estão começando a
entrar na adolescência e têm como
características serem ágeis, dinâmicos e
criativos.
MILLENIALS
 Os pais millenials da geração Alfa são, por si,
conhecedores da tecnologia. Enquanto os pais
performam um importante papel em proteger e guiar
suas crianças, a geração Alfa está operando em
espaços livres de influências parentais. Essa geração
teve acesso a tecnologias e plataformas que seus pais
sequer conhecem. Em muitos casos, as crianças estão
fazendo suas próprias escolhas e até mesmo guiando
seus pais. Eles têm domínio, autoridade e influência
nos ambientes em que agem, e influenciam outros da
mesma idade.
ChatGPT
 No começo deste ano, a inteligência
artificial e, especialmente, o ChatGPT ,
revolucionaram, a educação em larga
escala. Naturalmente, isso causou uma
gama de reações. O desafio de como
integrar efetivamente a IA no
aprendizado ao longo do ciclo da vida
apenas começou, mas já existem
grandes oportunidades no horizonte.
É IMPORTANTE
ENTENDERMOS QUE...
 Quando consideramos como se
engajar de forma apropriada com
a tecnologia nas escolas, existem
algumas perguntas-chave a serem
feitas.
•É importante entendermos
que a alegria e a capacidade
que o discente tem de
brilhar no ato de estudar,
está vinculada a ação
pedagógica da escola e do
educador;
ABARCAR PRÁTICAS
Práticas que incluem atos de refletir sobre o papel
do professor, da tecnologia e da tarefa. Nós sugerimos
três abordagens para os educadores que desejam
utilizar a inteligência artificial na sala de aula:
Explorar a IA como uma ferramenta, não como uma
ameaça ao aprendizado e ao desenvolvimento; Focar
no pensamento crítico e na curiosidade dos alunos;
Utilizar a IA para ampliar a eficácia do ensino.
•Fazemos uma crítica aos
educadores que insistem em
tratar o discente como um
adulto em miniatura;
•Aos pseudo-educadores
que privam os discentes da
afetividade;
•Aos que transformam os
discentes em meros
reprodutores robotizados
dos conteúdos educacionais;
•A afetividade deve estar
associada a construção do
conhecimento, vivenciado
no cotidiano da escola, do
professor(a), e dos
discentes;
•A importância da relação
professor/aluno e
aluno/professor pressupõe a
construção de uma relação
alegre, vibrante, visceral,
harmoniosa sem cair na
espontaneidade;
•O discente é feliz quando
canta, é feliz quando brinca
e indubitavelmente brilha ao
estudar;
•É uma pena que esse brilho
aos poucos vai apagando-se,
dando lugar ao
ordenamento e a
sincronicidade da educação
autoritária que persiste em
seus lampejos de dominação
e poder;
•Muitos educadores
persistem em tratar as
crianças como adultos
economizando afetividade,
transformando-as em meros
reprodutores robotizados;
•A afetividade é fator
primordial para o
desenvolvimento cidadão da
criança, pois trará
segurança e determinação
para a construção do
conhecimento;
Segundo Gadotti (1991, p.95)
• ...a pedagogia tradicional não tinha
condições de perceber esse fato,
porque foi apenas no começo deste
século que as ciências da educação se
desenvolveram e mostraram o quanto
o afetivo é determinante na
construção do cognitivo.
•Precisamos resgatar a
interação entre educadores
e educandos, de forma
vibrante e visceral, para
termos uma criança feliz e
brilhante ao estudar;
•Segundo Freire (1991, p.37).
• Sonhamos com uma escola que, sendo séria,
jamais vire sisuda. Sonhamos com uma escola que,
porque séria, se dedique ao ensino de forma
competente, mas, dedicada, séria e
competentemente ao ensino, seja uma escola
geradora de alegria. O que há de sério, até de
penoso, de trabalhoso, nos processos de ensinar, de
aprender, de conhecer não transforma este que
fazer em algo triste. Pelo contrário, a alegria de
ensinar-aprender deve acompanhar professores e
alunos em suas buscas constantes. Precisamos é
remover os obstáculos que dificultam que a alegria
tome conta de nós e não aceitar que ensinar e
aprender são práticas necessariamente enfadonhas
e tristes.
•A minha angustia é
descomunal, quando percebo e
constato que o brilhantismo de
nossas crianças é tolhido com
filas, gritos autoritários de
professores, e uma forma
mecânica de “dar” aula,
cumprindo obrigações sem
passar emoção;
•Precisamos transformar a
ação autoritária em ação
didática vibrante e visceral,
sem cair na espontaneidade
mecânica de entupir idéias
em papéis e guardá-los na
gaveta da mesa do
diretor(a);
•Precisamos planejar:
• Organizar os nossos objetivos e ações;
• As nossas vivências;
• Com envolvimento e ações práticas,
caracterizando teoria e prática no
mesmo caminho;
Planejar para a vida.
Segundo Masetto (1997, p.76).
• Quando se menciona a palavra
planejamento, a associação imediata é com
aquele plano de curso ou disciplina pedido
anualmente pela direção da escola e
entregue à secretaria para ser arquivado.
Não tem nenhuma utilidade nem interesse.
É um documento morto, sem vida. Ou,
então, fica a lembrança das famosas
“semanas de planejamento”, realizadas no
início de cada ano letivo, marcadas no
calendário escolar, igualmente
desinteressantes e, por vezes, inúteis
também.
•Precisamos planejar dando
vida aos conteúdos;
•Entendemos que é possível
desenvolver os mais
variados conteúdos nas
nossas escolas, de forma
consistente, real,
ultrapassando o livro
didático sem cair no
espontaneismo;
•As nossas ações didáticas
devem incorporar aspectos
metodológicos vitais para a
construção de uma
educação cidadã;
•O respeito e o senso de
coletividade deve estar
presente durante todo o
período que estamos com as
crianças;
•A ajuda mutua vivenciada,
faz com que as crianças
estejam sempre absortas
em suas atividades,
tentando descobrir, analisar
e compreender o que
discutimos em sala da aula;
•Segundo Masetto (1997, p.34-35).
• A vivência nos remete à vida e esta traz consigo a conotação
de realidade. Então, quando nos referimos à aula como
vivência, queremos destacar a necessidade de integração das
diferentes atividades escolares com esta realidade. Assim, a
sala de aula é um espaço aberto que deve favorecer e
estimular a presença, o estudo e o enfrentamento de tudo o
que constitui a vida do aluno: de suas idéias, crenças e
valores, de suas relações no bairro, cidade e país, de seu
grupo de amigos, lazer e diversão; do trabalho dos pais e
conhecidos, de sua profissão ou futura profissão. Ao mesmo
tempo, é um espaço que fornece explicações sobre os
conhecimentos novos, sobre as relações e atitudes que se
esperam do educando face à sociedade. Cria-se uma
interação contínua entre aluno e realidade externa, entre
mundo interno e mundo externo.
•Precisamos
constantemente vivenciar as
nossas ações pedagógicas,
com princípios de alegria;
•Oportunizando as crianças,
liberdade para falar,
perguntar e questionar
constantemente;
•Fazer com que as
experiências vividas em sala
de aula se revistam de
alegria, de satisfação e de
convivência proveitosa com
o grupo de colegas;
*É importante que sempre
tenhamos atitudes científicas em
nossas ações pedagógicas,
tornando-se matéria prima para
que possamos nos transformar em
professores(as) cada vez mais
livres, contribuindo para que
sejamos agentes ativos,
protagonistas da história da
educação escolar dos nossos
municípios estados e país.
Até mais............................

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PÓS.2023.ITAJAÍ.CRIANÇA FELIZ, FELIZ A CANTAR, BRILHANTEtransd....ppt

  • 1. A TRANSDISCIPLINARIDADE E A CRIANÇA CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIFACVEST (TECNOLOGIAS DIGITAIS APLICADAS À EDUCAÇÃO) ITAJAÍ SC PSICOLOGIA APLICADA À EDUCAÇÃO DIGITAL Prof. Dr. Renato Rodrigues
  • 2. METODOLOGIAS ATIVAS  As metodologias ativas consistem em um modelo de aprendizagem que tem como maior objetivo tornar o estudante (estimulado) motivado, interessado e engajado ao longo de todo o período letivo. Ou seja, tal formato apresenta um novo paradigma na educação, que transforma a relação do educador com o discente.
  • 3. MEDIADOR DO CONHECIMENTO  O aluno passa a ser o principal protagonista do processo de ensino, sendo que o professor assume a função de orientador ou mediador do conhecimento.
  • 4. ESCOLAS E METODOLOGIAS ATIVAS  As metodologias ativas podem ser implementadas de diversas formas na escola.
  • 5. O objetivo é formar pessoas com conhecimento em várias áreas e prepará-las para os desafios da sociedade do futuro, por meio de cinco etapas básicas: investigar, descobrir, conectar, criar e refletir. O acrônico, traduzido do inglês, significa Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática.
  • 6. PRÁXIS ATIVAS  Aprendizagem baseada em projetos  Sala de aula invertida  Gamificação  Ensino híbrido
  • 7. E-LEARNING Traduzindo o nome desta metodologia para o português já é possível ter uma boa noção do que ela propõe. “E” é um prefixo empregado para identificar algo que é feito eletronicamente (por exemplo, e-mail e e-book), enquanto “learning” significa “aprendizagem”. Ou seja, o método e-learning estimula o aprendizado eletrônico.
  • 8. PLATAFORMAS DE APOIO  animações e videoaulas ;  internet como principal ferramenta ;  Smartphones;  Computadores;  Tablets;
  • 9. Professores devem ajudar geração Alfa a encontrar seu propósito  A geração Alfa é marcada pelo contato com a tecnologia desde os primeiros anos de vida. Os alfas estão começando a entrar na adolescência e têm como características serem ágeis, dinâmicos e criativos. Mas afinal, a educação precisará mudar para recebê-la?
  • 10. A metacognição e a sua função na aprendizagem  A metacognição é a capacidade do ser humano de monitorar e autorregular os processos cognitivos. Podemos dizer que é isso que permite ao ser humano observar e corrigir seus pensamentos e ações, desenvolvendo estratégias cada vez mais sofisticadas para construir o conhecimento.
  • 11. GERAÇÃO ALFA  A geração Alfa (composta pelos nascidos entre 2010 e 2019) é marcada pelo contato com a tecnologia desde os primeiros anos de vida. Formada pelos filhos dos millenials (geração milênio- As pessoas que nasceram entre 1981 a 1995 são consideradas Millennials), que, por sua vez, nasceram no fim do século XX, os alfas estão começando a entrar na adolescência e têm como características serem ágeis, dinâmicos e criativos.
  • 12. MILLENIALS  Os pais millenials da geração Alfa são, por si, conhecedores da tecnologia. Enquanto os pais performam um importante papel em proteger e guiar suas crianças, a geração Alfa está operando em espaços livres de influências parentais. Essa geração teve acesso a tecnologias e plataformas que seus pais sequer conhecem. Em muitos casos, as crianças estão fazendo suas próprias escolhas e até mesmo guiando seus pais. Eles têm domínio, autoridade e influência nos ambientes em que agem, e influenciam outros da mesma idade.
  • 13. ChatGPT  No começo deste ano, a inteligência artificial e, especialmente, o ChatGPT , revolucionaram, a educação em larga escala. Naturalmente, isso causou uma gama de reações. O desafio de como integrar efetivamente a IA no aprendizado ao longo do ciclo da vida apenas começou, mas já existem grandes oportunidades no horizonte.
  • 14. É IMPORTANTE ENTENDERMOS QUE...  Quando consideramos como se engajar de forma apropriada com a tecnologia nas escolas, existem algumas perguntas-chave a serem feitas.
  • 15. •É importante entendermos que a alegria e a capacidade que o discente tem de brilhar no ato de estudar, está vinculada a ação pedagógica da escola e do educador;
  • 16. ABARCAR PRÁTICAS Práticas que incluem atos de refletir sobre o papel do professor, da tecnologia e da tarefa. Nós sugerimos três abordagens para os educadores que desejam utilizar a inteligência artificial na sala de aula: Explorar a IA como uma ferramenta, não como uma ameaça ao aprendizado e ao desenvolvimento; Focar no pensamento crítico e na curiosidade dos alunos; Utilizar a IA para ampliar a eficácia do ensino.
  • 17. •Fazemos uma crítica aos educadores que insistem em tratar o discente como um adulto em miniatura;
  • 18. •Aos pseudo-educadores que privam os discentes da afetividade;
  • 19. •Aos que transformam os discentes em meros reprodutores robotizados dos conteúdos educacionais;
  • 20. •A afetividade deve estar associada a construção do conhecimento, vivenciado no cotidiano da escola, do professor(a), e dos discentes;
  • 21. •A importância da relação professor/aluno e aluno/professor pressupõe a construção de uma relação alegre, vibrante, visceral, harmoniosa sem cair na espontaneidade;
  • 22. •O discente é feliz quando canta, é feliz quando brinca e indubitavelmente brilha ao estudar;
  • 23. •É uma pena que esse brilho aos poucos vai apagando-se, dando lugar ao ordenamento e a sincronicidade da educação autoritária que persiste em seus lampejos de dominação e poder;
  • 24. •Muitos educadores persistem em tratar as crianças como adultos economizando afetividade, transformando-as em meros reprodutores robotizados;
  • 25. •A afetividade é fator primordial para o desenvolvimento cidadão da criança, pois trará segurança e determinação para a construção do conhecimento;
  • 26. Segundo Gadotti (1991, p.95) • ...a pedagogia tradicional não tinha condições de perceber esse fato, porque foi apenas no começo deste século que as ciências da educação se desenvolveram e mostraram o quanto o afetivo é determinante na construção do cognitivo.
  • 27. •Precisamos resgatar a interação entre educadores e educandos, de forma vibrante e visceral, para termos uma criança feliz e brilhante ao estudar;
  • 28. •Segundo Freire (1991, p.37). • Sonhamos com uma escola que, sendo séria, jamais vire sisuda. Sonhamos com uma escola que, porque séria, se dedique ao ensino de forma competente, mas, dedicada, séria e competentemente ao ensino, seja uma escola geradora de alegria. O que há de sério, até de penoso, de trabalhoso, nos processos de ensinar, de aprender, de conhecer não transforma este que fazer em algo triste. Pelo contrário, a alegria de ensinar-aprender deve acompanhar professores e alunos em suas buscas constantes. Precisamos é remover os obstáculos que dificultam que a alegria tome conta de nós e não aceitar que ensinar e aprender são práticas necessariamente enfadonhas e tristes.
  • 29. •A minha angustia é descomunal, quando percebo e constato que o brilhantismo de nossas crianças é tolhido com filas, gritos autoritários de professores, e uma forma mecânica de “dar” aula, cumprindo obrigações sem passar emoção;
  • 30. •Precisamos transformar a ação autoritária em ação didática vibrante e visceral, sem cair na espontaneidade mecânica de entupir idéias em papéis e guardá-los na gaveta da mesa do diretor(a);
  • 31. •Precisamos planejar: • Organizar os nossos objetivos e ações; • As nossas vivências; • Com envolvimento e ações práticas, caracterizando teoria e prática no mesmo caminho;
  • 32. Planejar para a vida. Segundo Masetto (1997, p.76). • Quando se menciona a palavra planejamento, a associação imediata é com aquele plano de curso ou disciplina pedido anualmente pela direção da escola e entregue à secretaria para ser arquivado. Não tem nenhuma utilidade nem interesse. É um documento morto, sem vida. Ou, então, fica a lembrança das famosas “semanas de planejamento”, realizadas no início de cada ano letivo, marcadas no calendário escolar, igualmente desinteressantes e, por vezes, inúteis também.
  • 34. •Entendemos que é possível desenvolver os mais variados conteúdos nas nossas escolas, de forma consistente, real, ultrapassando o livro didático sem cair no espontaneismo;
  • 35. •As nossas ações didáticas devem incorporar aspectos metodológicos vitais para a construção de uma educação cidadã;
  • 36. •O respeito e o senso de coletividade deve estar presente durante todo o período que estamos com as crianças;
  • 37. •A ajuda mutua vivenciada, faz com que as crianças estejam sempre absortas em suas atividades, tentando descobrir, analisar e compreender o que discutimos em sala da aula;
  • 38. •Segundo Masetto (1997, p.34-35). • A vivência nos remete à vida e esta traz consigo a conotação de realidade. Então, quando nos referimos à aula como vivência, queremos destacar a necessidade de integração das diferentes atividades escolares com esta realidade. Assim, a sala de aula é um espaço aberto que deve favorecer e estimular a presença, o estudo e o enfrentamento de tudo o que constitui a vida do aluno: de suas idéias, crenças e valores, de suas relações no bairro, cidade e país, de seu grupo de amigos, lazer e diversão; do trabalho dos pais e conhecidos, de sua profissão ou futura profissão. Ao mesmo tempo, é um espaço que fornece explicações sobre os conhecimentos novos, sobre as relações e atitudes que se esperam do educando face à sociedade. Cria-se uma interação contínua entre aluno e realidade externa, entre mundo interno e mundo externo.
  • 39. •Precisamos constantemente vivenciar as nossas ações pedagógicas, com princípios de alegria;
  • 40. •Oportunizando as crianças, liberdade para falar, perguntar e questionar constantemente;
  • 41. •Fazer com que as experiências vividas em sala de aula se revistam de alegria, de satisfação e de convivência proveitosa com o grupo de colegas;
  • 42. *É importante que sempre tenhamos atitudes científicas em nossas ações pedagógicas, tornando-se matéria prima para que possamos nos transformar em professores(as) cada vez mais livres, contribuindo para que sejamos agentes ativos, protagonistas da história da educação escolar dos nossos municípios estados e país. Até mais............................