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Porque a necessidade de proteção dasestruturas de concreto contra a corrosão? VAYBURD e EMMONS (2000): em ambiente agress...
CLORETOS•consequência quebra localizada dacamada de passivação.DIÓXIDO DE CARBONO (diminuiçãoda alcalinidade, carbonatação...
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 Proteção porbarreira, isolando o aço-carbono do meio. Anodo de sacrifício, sendo consumido preferivelmenteaço emlocais ...
pH 8 a 12,5Barreira protetoraAdequado paraconcreto carbonatado(dióxido de carbono)Extensão da vida útil
Concreto com Cl-> Tcrít Cl-= 2, 5 vezes maior que o ferroAdequado paraconcreto com cloretosExtensão da vida útil4 a 5 VEZES
Cromatização mandatória (apesardas questões ecológicas)Reparo em1 % da área revestida (a cada 0,3 mdo comprimento)Dobras: ...
Proteção superficial porpelículaPintura epóxiPintura epóxiTecnologiaaplicada há maisde 50 anos emestruturas deconcreto noe...
PINTURA EPOXÍPINTURA EPOXÍ
FBE (Fusion Bond Epoxy) : pintura eletrostáticacom resina epóxi em pó que é submetida a cura atemperatura elevada Proteçã...
FBE (Fusion Bond epoxy):Inicialmente, a pintura apresentava muitas falhasde qualidade e de aplicação e era manuseada semc...
Pintura não flexível e flexível (semdefeitos visíveis a olho desarmado emensaio de dobramento, 180º)Área reparada: 1 % da ...
Obrigada!Leia mais:Leia mais:Extensão da vida útil das estruturas com a zincagem daarmadura por imersão a quente : Techne ...
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GALVANIÇÃO E PINTURA EPOXÍDICA DE ARMADURAS DE ESTRUTURAS DE CONCRETO COMO PROTEÇÃO ADICIONAL CONTRA A SUA CORROSÃO

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O revestimento das armaduras de aço-carbono das estruturas de concreto é uma técnica de proteção contra corrosão bastante difundida em muitos países. Usualmente, é adotada em obras de grande responsabilidade, especialmente naquelas em a sua estrutura está exposta a um ambiente de média a forte agressividade. À semelhança das outras técnicas de proteção, esta também é adequada para estruturas com restrição à manutenção, em elementos pré-fabricados ou em concreto aparente, colorido ou não. Em geral, o revestimento da armadura é feito por zincagem a quente (galvanização a fogo) ou por aplicação de uma pintura epoxídica (Fusion Bond Epoxy - FBE). Estes dois tipos de revestimento são apresentados neste trabalho, sendo discutidos parâmetros importantes relacionados à produção e à capacidade de proteção contra a corrosão oferecida às estruturas de concreto.

The coating of carbon steel rebars in reinforced concrete structures is a technique for corrosion protection widespread in many countries. It is usually adopted in works of great responsibility, especially those which the structure is exposed to a strong aggression environment. As with other protection techniques, it is suitable for structures with restricting of maintenance and in precast concrete (colored or non colored concrete). In general, the coating is done by hot dip galvanization or by applying epoxy paint (Epoxy Bond Fusion - FBE). These two types of coating are presented in this paper, being important parameters related to production and capacity corrosion protection provided to concrete structures discussed.

ARAUJO, A.; PANOSSIAN, Z. Galvanização e pintura epoxídica de armaduras de estruturas de concreto como proteção adicional contra a sua corrosão. In: CONFERÊNCIA SOBRE TECNOLOGIA DE EQUIPAMNETOS, 11, 2011, Porto de Galinhas. Anais… Rio de Janeiro: COTEQ 2011.

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    1. 1. GALVANIZAÇÃO E PINTURA EPOXÍDICA DEARMADURAS DE ESTRUTURAS DECONCRETO COMO PROTEÇÃO CONTRACORROSÃOAdriana de Araujo; Zehbour Panossian
    2. 2. Porque a necessidade de proteção dasestruturas de concreto contra a corrosão? VAYBURD e EMMONS (2000): em ambiente agressivo,um processo de degradação pode ocorrer em umcurto intervalo de tempo. A estratégia é adotar concreto dequalidade e adicionar proteção. DHIR et al. (1991): a especificação do concreto não é um guiada provável durabilidade da estrutura. Somente ascaracterísticas do concreto (fck, %Cimento, a/c) nãogarantem uma adequada durabilidade em ambientecontaminado com cloreto. ACI 222.3R (2003): estruturas marinhas, como píeres,são vulneráveis à corrosão. Por causa deste risco, outrasproteções podem ser requeridas.INTRODUÇÃOINTRODUÇÃOALÉM DISSO... não há garantia de adequadaexecução, cura, transporte, uso e manutenção!
    3. 3. CLORETOS•consequência quebra localizada dacamada de passivação.DIÓXIDO DE CARBONO (diminuiçãoda alcalinidade, carbonatação)•consequência dissoluçãogeneralizada da camada depassivação.Principais causasConsequências da corrosão: Interrupção de serviço para manutençãoInterrupção de serviço para manutenção(paliativas e de custo progressivo).(paliativas e de custo progressivo). Redução da vida útil e da funcionalidade.Redução da vida útil e da funcionalidade.INTRODUÇÃOINTRODUÇÃO
    4. 4. TECNOLOGIAS DISPONÍVEISARMADURAARMADURAmétodos eletroquímicos de proteçãoproteção superficial por películaarmaduras resistentes à corrosãozincagem da armaduraproteção catódicadesalinização e realcalinizaçãopintura epoxídica da armaduraaços ferríticos especiaisaços inoxidáveis: austeníticossuper-austeníticosdúplexAÇÃOSOBREAÇÃOSOBREOCONCRETOOCONCRETO↓ a/c; ↑ cobrimento↓ fissuração; ↓ capilaridadeMonitoramentodoconcretoedaarmadurado ponto de vista físico↑ reserva alcalina; ↑ fixadores de Cl-inibidores de corrosão etc.do ponto de vista químicoTraçoCimentoAdiçãoAditivopinturas sobre o concreto
    5. 5. ZINCAGEMDA ARMADURAIMERSÃOAIMERSÃOAQUENTEQUENTEMETALIZADAMETALIZADAELETRODEPOSIÇÃOELETRODEPOSIÇÃOPROTEÇÃO CATÓDICA PORFILMEPROTEÇÃO CATÓDICA PORFILMETecnologiaaplicada há maisde 50 anos emestruturas deconcreto noexterior(BermudaEstados Unidos eInglaterra).Nova tecnologia, composto contendo96 % de micro partículas de zincoatomizado no filme seco, comelevadaflexibilidade e resistência a impacto.
    6. 6. ZINCAGEMPORZINCAGEMPORIMERSÃO A QUENTEIMERSÃO A QUENTE
    7. 7.  Proteção porbarreira, isolando o aço-carbono do meio. Anodo de sacrifício, sendo consumido preferivelmenteaço emlocais de sua exposição. Preenchimento de vazios e capilares do concreto pelosprodutos de sua corrosão (diminuição da permeabilidadedo concreto).Revestimento (camada de zinco puro e deRevestimento (camada de zinco puro e deintermetintermetáálicos zinco e ferro) obtido porlicos zinco e ferro) obtido porimersão em zinco fundido:imersão em zinco fundido:
    8. 8. pH 8 a 12,5Barreira protetoraAdequado paraconcreto carbonatado(dióxido de carbono)Extensão da vida útil
    9. 9. Concreto com Cl-> Tcrít Cl-= 2, 5 vezes maior que o ferroAdequado paraconcreto com cloretosExtensão da vida útil4 a 5 VEZES
    10. 10. Cromatização mandatória (apesardas questões ecológicas)Reparo em1 % da área revestida (a cada 0,3 mdo comprimento)Dobras: barras aceita defeitos e emtelas não (dobramento a 180º)ISO 14657(2005)zincagem de barras, fios e telas soldadasClasse A≥ 6,0 mm 84 µm≤ 6,0 mm 70 µmClasse Bqualquer Ø42 µmClasse C 20 µmASTM A767(2009)zincagem de barrasClasse I= 10,0 mm 128 µm≥ 13,0 mm 150 µmClasse II ≥ 10,0 mm 85 µmASTMA1060 (2010)zincagem de fios e telas soldadas por batelada.Grade 65 4,8 Ø < 6,4 mm 64 µmGrade 80 ≥ 6,4 mm 84 µmGrade 100 ≥ 6,4 mm 100 µmEspessura do revestimento da armadura zincadas por imersãoa quente estabelecida por normalizações estrangeiras
    11. 11. Proteção superficial porpelículaPintura epóxiPintura epóxiTecnologiaaplicada há maisde 50 anos emestruturas deconcreto noexterior(BermudaEstados Unidos,Canadá eInglaterra).Nova tecnologia, barrasmetalizadas e compintura epóxi (2008:norma ASTMA1055)ZINCAGEM +ZINCAGEM +PINTURA EPÓXIPINTURA EPÓXI
    12. 12. PINTURA EPOXÍPINTURA EPOXÍ
    13. 13. FBE (Fusion Bond Epoxy) : pintura eletrostáticacom resina epóxi em pó que é submetida a cura atemperatura elevada Proteção porbarreira, isolando o aço-carbono do meio. Usada inicialmente paracorrosão porsal de degelo e, depois, usoestendido para estruturas expostas àatmosfera marinha.NACE SP0187:NACE SP0187: barreira ao ingresso da Hbarreira ao ingresso da H22O, ClO, Cl--, O, O22
    14. 14. FBE (Fusion Bond epoxy):Inicialmente, a pintura apresentava muitas falhasde qualidade e de aplicação e era manuseada semcritério (falhas mecânicas).Década de 90: melhoria da qualidade do barrasrevestidas, cuidados na produção, noarmazenamento, no transporte e montagemdasarmaduras.
    15. 15. Pintura não flexível e flexível (semdefeitos visíveis a olho desarmado emensaio de dobramento, 180º)Área reparada: 1 % da pintura, a cada 0,3 mdo comprimentoVerifcação de falhas: máximo de três holidays pormetroEspessura do revestimento da armadura por pinturaeletrostática estabelecida por normalizaçõesestrangeirasClasse BClasse Apintura de fiose telasASTM A884(2006)≥ 19 Ø ≤ 57 mm≥ 10 Ø ≤ 16 mmpintura de barrasASTM A775(2007b)qualquer Øpintura de barras,fios e telasISO 14654(1999)qualquer Ø--≥ 450 µm≥ 175 µm175 µm até 400 µm175 µm até 300 µm170 µm até 300 µm
    16. 16. Obrigada!Leia mais:Leia mais:Extensão da vida útil das estruturas com a zincagem daarmadura por imersão a quente : Techne junho. 2011

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