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  1. 1. ENFERMEIROS DA ALEGRIA: UMA INICIATIVA ACADÊMICA A FAVOR DA ALEGRIA DA CRIANÇA ENFERMA ALMEIDA, Adriano Noquele de; CUNHA, Alan Nogueira da; BARBOSA, Márcia Cristina.
  2. 2. INTRODUÇÃO Entre as situações que ao serem vivenciadaspela criança são consideradas determinadoras deestresse encontram-se a doença e a hospitalização,que podem fazer com que a criança fiqueemocionalmente traumatizada em maior grau doque está fisicamente doente. Ao ser hospitalizada acriança encontra-se duplamente doente; além dapatologia física, ela sofre de outra doença, a própriahospitalização, que se não for adequadamentetratada, deixará marcas em sua saúde mental.Portanto a aproximação da criança no seu mundoinfantil ameniza a hospitalização .O ato de brincarpropicia à criança a liberação de sua capacidade decriar e reinventar o mundo, tornando possível aexploração de seus próprios limites. Tendo em vistaque a hospitalização é uma experiênciaestressante, exigindo da criança uma grandeadaptação, vê-se a participação das atividadesrecreativas em detrimento do êxito terapêutico.
  3. 3. OBJETIVOS O objetivo da proposta é proporcionar às criançasem situação carente e delicada de uma enfermidade,uma tarde especial, cheia de alegria e diversão, eassim, melhorar a qualidade de vida dos pacientesatendidos na Pediatria do PAM – Sinop, além depromover a humanização do atendimento pediátricoatravés do uso de métodos lúdicos, inserindo oacadêmico no atendimento às crianças enfermas dosleitos de observação do PAM, a fim de interagir a tríadepalhaço-equipe-paciente, de modo a amenizar aangústia e o sofrimento das mesmas. E desse modointegrando o ensino e a cultura acadêmica junto àpesquisa e extensão. METODOLOGIA O presente projeto é executado em forma de atividades recreativas que são realizadas no Pronto Atendimento Municipal de Sinop (PAM), no qual consideramos como público alvo todas as crianças em observação na enfermaria pediátrica, juntamente com seus acompanhantes. Para o desenvolvimento das atividades, são utilizados métodos criativos de distração e entretenimento, favorecendo a alegria das crianças enfermas. Utilizar-se-á de fantasias, figuras ilustrativas, brincadeiras recreativas, músicas entre outros.
  4. 4. RESULTADOS E DISCUSSÃO O que deveria ter durante a permanência da criança na Unidade pediátrica para amenizar a angústia da criança durante a internação. ÓTIMO BOM TV Brinquedos Músicas 42% Teatro Contos Históricos Outros 58% 7% 11% 24% 17% 22% A aceitação e a reação da criança perante aatividade realizada, 58% delas achavam Ótimas 19% e 42% Bom. Elas participavam alegremente diante das propostas realizadas. Os contadores de histórias relatam ser o ato de contar histórias um mecanismo de aprendizado para quem ouve e para quem conta a história.
  5. 5. Uma nota de 0 a 10 para as atividades realizadas 10 8 9 10% 28% 62%Partindo desse pressuposto, a assistência àcriança hospitalizada deve prover cuidados nãoapenas físicos, mas, também, emocionais e sociaiscomo a inclusão de técnicas adequadas decomunicação e relacionamento, que podem serfundamentadas na literatura, por exemplo. Amediação de leitura pode permitir que a equipe desaúde acesse, identifique, reconheça ecompreenda quais são as reais necessidades dacriança hospitalizada.
  6. 6. CONCLUSÃO Ao decorrer das atividades é notorio a satisfação das crianças e seus acompanhantes,percebida pela sua interação com os palhaços ali presentes, onde durante suaapresentação as criança demonstram alegria por gestos e sorrisos, e ate o momento aexperiência tem sido gratificante tendo completa aceitação por parte dos publico alvo,fazendo assim o cumprimento de nossa principal meta.

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