M. Sc.Vitor Vieira Vasconcelos
D. Sc.T. Paulo Pereira Martins Junior
Relações topológicas
• Geossistemas - Ecossistemas
• Conectividade da Vegetação
• Circulação Hídrica:
 Superficial
 Sub...
 Uso de água por Hectare
 Área Irrigada em cada
período
 Vazão Q7,10
Porcentagem de
Uso sobre a vazão
Q7,10 em cada
per...
Progresso da Ocupação – 1975/1989/2008
Agricultura Irrigada e Tradicional
deslocam pecuária para as cabeceiras
(planas ou onduladas)
Assentamentos de Reforma A...
Três campanhas de campo
07/ 2007, 10/ 2007 e 10/ 2008
Elementos majoritários
• Cálcio, Magnésio, Nitrato, Fosfato, Potás...
1964 20051989
Pluviosidade
X
Declividade
X
Drenagem
de Solo
X
Potencial do
Aquífero
Prospecção
de
Fluxos
Subterrâneos
1 – Vale do Rio da Areia; 2 – Serrinha; 3 – Chapada da Serra do Boqueirão; 4 –
Serra do Sabão; 5 – Serra das Araras; 6 – L...
ATRIBUTO
POTENCIALIDADEDERECARGA
(QUANTIDADEDEÁGUA)
Vegetação na área de recarga (infiltração menos evapotranspiração)
Caa...
ATRIBUTO
PROTEÇÃOSOBREARECARGA
(QUALIDADEDAÁGUA)
Fontes de poluição
Esgoto não tratado Esgoto tratado
Fossa negra
Lixão
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Relatórios de Projeto
Dissertações
Artigos
Dados de Qualidade da Água
Base Cartográfica de Sistemas de
Informações Ge...
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Apresentam-se os estudos desenvolvidos pelos pesquisadores do CETEC-MG e UFOP para a Bacia do Rio Paracatu, de 2007 a 2012.
"Soluções de Gestão Geo-ambiental de Bacia Hidrográfica: estudos e propostas inovadores para a Bacia do Rio Paracatu".
Dentro desse tema, abordaremos os seguintes tópicos:
- Continuidade dos estudos ambientais sobre da Bacia do Rio Paracatu, após o seminário realizado em 2006.
- Propostas de gestão conjugada da ocupação territorial e gestão de recursos hídricos.
Ao fim, foi entregue para o Comitê um DVD com relatórios de pesquisa, artigos e dissertações sobre a Bacia do Rio Paracatu.

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  1. 1. M. Sc.Vitor Vieira Vasconcelos D. Sc.T. Paulo Pereira Martins Junior
  2. 2. Relações topológicas • Geossistemas - Ecossistemas • Conectividade da Vegetação • Circulação Hídrica:  Superficial  Subsuperficial  Subterrânea Dinâmica temporal de uso do solo Integração entre os estudos e as necessidades de gestão da bacia
  3. 3.  Uso de água por Hectare  Área Irrigada em cada período  Vazão Q7,10 Porcentagem de Uso sobre a vazão Q7,10 em cada período Ano Área Irrigada (em ha) Uso de água total (m3/ano) Porcentagem de uso sobre a Q7,10 (em %) 1989 8.390,35 68.910.196,26 37,78 2008 19.118,07 157.017.282,45 86,08
  4. 4. Progresso da Ocupação – 1975/1989/2008
  5. 5. Agricultura Irrigada e Tradicional deslocam pecuária para as cabeceiras (planas ou onduladas) Assentamentos de Reforma Agrária nas áreas preferencias de recarga de aquífero
  6. 6. Três campanhas de campo 07/ 2007, 10/ 2007 e 10/ 2008 Elementos majoritários • Cálcio, Magnésio, Nitrato, Fosfato, Potássio e Sódio Elementos traço • Al, Ba, Be, B, Cd, PB, Cu, Cr, Fe, Li, Mn, Ni, Zn  Biocidas
  7. 7. 1964 20051989
  8. 8. Pluviosidade X Declividade X Drenagem de Solo X Potencial do Aquífero
  9. 9. Prospecção de Fluxos Subterrâneos
  10. 10. 1 – Vale do Rio da Areia; 2 – Serrinha; 3 – Chapada da Serra do Boqueirão; 4 – Serra do Sabão; 5 – Serra das Araras; 6 – Lagoas do Rio da Prata; 7 – Captação do Córrego da Bica; 8 – Captação do Ribeirão dos Órfãos; 9 – Chapadão do Pau Terra.
  11. 11. ATRIBUTO POTENCIALIDADEDERECARGA (QUANTIDADEDEÁGUA) Vegetação na área de recarga (infiltração menos evapotranspiração) Caatinga Campo Cerrado Cerradão Floresta Decídua Caatinga Arbórea Cultura permanente Cultura temporária Área desmatada Floresta Semidecídua Mata Ciliar Vegetação Higrófita ou Hidrófila Floresta Ombrófila 1,3 1,1 0,9 0,8 0,7 Declividade (infiltração) Plano 0-3% Suave-Ondulado 3-8% Ondulado 8-20% Forte-Ondulado 20-45% Escarpado > 45% 2,5 1,5 1 0,5 0,25 Solos (drenagem) Neossolos Quartzarênicos (solos arenosos profundos) Latossolos (solos não arenosos profundos) Cambissolos (solos rasos) Solos de horizonte B textural (solos com camada argilosa) ou plíntico (enrijecido) Neossolos litólicos (solos muito rasos, com afloramentos rochosos) Solos hidromórficos e aluviais 6 2,5 1 0,6 0,3 Geologia (potencial hídrico do aquífero) Arenito (porosos profundos) Acamamento detrito- laterítico (porosos rasos) Karst Basáltico Fissurado 3 2,2 1,4 0,9 0,7 Tipologia de Recarga e Surgência Sumidouros e Ressurgência kárstica Vereda Dolinas Nascente de contato litológico ou artesiana Nascente de fratura Nascente intermitente 1,5 1,3 1,2 0,8 0,4 Uso do Solo (compactação e impermeabilização) Nativo Cultura permanente Cultura temporária Pastagem Solo Exposto Urbano Industrial 1,5 0,8 0,5 0,3 0,1 Técnicas de conservação do solo e da água Barragens de Captação Terraceamento Camalhões em curvas de nível Plantio Direto Sem técnicas 3 1,5 1,4 1,2 1
  12. 12. ATRIBUTO PROTEÇÃOSOBREARECARGA (QUALIDADEDAÁGUA) Fontes de poluição Esgoto não tratado Esgoto tratado Fossa negra Lixão Mineração (metais) Fossa séptica Aterro sanitário Pocilga Curral Granja Mineração (não-metais) Pastagem Plantação 0,1 0,3 0,5 0,7 0,9 Distância da fonte de poluição à surgência (autodepuração subsuperficial e subterrânea) Despejo direto 1-5 metros 6-25 metros 26-50 metros Poluição Difusa > 50 metros Poluição Difusa 0,1 0,2 0,5 0,8 1 Posição topográfica da fonte de poluição em relação à surgência (Profundidade do lençol freático) Várzea Vale Fluvial Encosta Topo de elevação (Relevo ondulado ou montanhoso) Tabuleiro em altitude 0,2 0,4 1 4 10 Transmissão no solo (autodepuração subsuperficial) Solos hidromórficos e aluviais Neossolos litólicos (solos muito rasos, com afloramentos rochosos) Neossolos Quartzarênicos (solos arenosos profundos) Cambissolos (solos rasos) Solos de horizonte B textural (solos com camada argilosa) Latossolos (solos não arenosos profundos) 0,1 0,3 0,5 1 3 Transmissão do aquífero (autodepuração subterrânea) Kárstico (sumidouros e ressurgências) Kárstico (dutos) Basáltico Aluvial Fraturado Poroso 0,3 0,5 0,6 1 3 Processos Erosivos Voçorocas Ravinas Sulcos Laminar Sem erosão 0,8 0,85 0,9 0,95 1 Assoreamento Sedimentos não permitem a água aflorar Mais de 50% da largura do leito com sedimentos aflorantes Bancos de sedimento aflorando no leito Sedimentos no fundo do leito Sem assoreamento (menos de 5% do fundo do leito) 0,6 0,75 0,9 1 1,2 Vegetação no entorno da surgência (função tampão e filtragem biológica) Sem vegetação, com solo impermeabilizado ou compactado Sem vegetação, com solo permeável Até 5 metros de floresta Até 10 metros de cerrado Campo 5-30 metros de florestas > 10 metros de cerrado > 30 metros de floresta 0,25 0,5 0,75 1 1,5 Técnicas de conservação do solo e da água Sem técnicas Plantio Direto Camalhões em curvas de Terraceamento Barragens de Captação
  13. 13. Relatórios de Projeto Dissertações Artigos Dados de Qualidade da Água Base Cartográfica de Sistemas de Informações Geográficas

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