SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 30
Manejo de Irrigação
Engº. Agrº. M.Sc. Sebastião P. do Nascimento
Corrente, PI – 22 de setembro de 2011
• Introdução
• Conceito
• Diagnóstico do setor irrigado
• Métodos de irrigação
• Irrigação por superfície
• Irrigação por aspersão
• Irrigação localizada
• Manejo da água no solo
• Baseado nas condições do solo
• Baseado nas condições da planta
• Baseado nas condições do clima
Roteiro Palestra
1 - Introdução
2 – Conceito de irrigação
Irrigação é o fornecimento artificial de água ao solo, em quantidades
essenciais e nos momentos oportunos, visando proporcionar umidade
adequada ao desenvolvimento normal das plantas cultivadas, a fim de
suprir a falta, a insuficiência ou a má distribuição das precipitações
atmosféricas.
Fonte: Diversos autores
3 – Diagnóstico do setor irrigado
Fonte: MI/DDH (2007)
Área irrigada por
Região
3 %
8 %
29 %
21 %
39 %
Fonte: MI/DDH (2007)
3 – Diagnóstico do setor irrigado
Irrigação
por
superfície
Fonte: MI/DDH (2007)
3 – Diagnóstico do setor irrigado
Irrigação
Aspersão
(Pastagens)
4 – Irrigação por superfície
4.1 – Inundação intermitente
Foto:Andradeetal,(2006)
ESTRADA
QUADRA QUADRA
4.1 – Inundação contínua
Foto:Andradeetal,(2006)
4 – Irrigação por superfície
4.2 – Sulco
Fotos: Andrade et al, (2006)
4 – Irrigação por superfície
4.2 - Sulco
Fotos: Andrade et al, (2006)
4 – Irrigação por superfície
5 – Irrigação por aspersão
5.1 – Aspersão convencional
Fixo
Portátil
Semi-portátil
Fotos: Andrade et al, (2006)
5.2 – Pivô central e móvel
Fixo
Móvel
Fotos: Andrade et al, (2006)
5 – Irrigação por aspersão
5.2 – Autopropelido
Fotos:Andradeetal,(2006)
5 – Irrigação por aspersão
6 – Irrigação Localizada
6.1 - Microaspersão
Fotos: Embrapa
6.2 - Gotejamento
Superficial
Sub-Superficial
Fotos:Andradeetal,(2006)
6 – Irrigação Localizada
7 – Manejo da água no solo
 Fornecer água de acordo com a necessidade hídrica
 Permitir economia de água e energia
 Manter favoráveis as condições de umidade do
solo e fitossanidade das plantas
 Proporcionar elevadas produtividades e produtos de
de qualidade superior
Importância do manejo racional de irrigação
Controle da irrigação
PlantaSolo
Clima
Fotos:Embrapasd
7 – Manejo da água no solo
7.1 – Baseado nas condições do Solo
0,04
0,07
0,09
0,12
0,14
0,17
0,19
1 10 100 1000 10000
Potencial matricial (-kPa)
Umidade(cm3
cm-3
)
0 - 20 cm
20 - 40 cm
Curva de retenção de água no solo
Fonte: Andrade Jr et al , (2002)
7 – Manejo da água no solo
7.1 – Baseado nas condições do Solo
Foto:InternetSd
7 – Manejo da água no solo
7.1 – Baseado nas condições do Solo
Solo em PMP Solo em CC
Fotos:InternetSd
7 – Manejo da água no solo
7.1 – Baseado nas condições do Solo - MONITORAMENTO
Gravimétrico
Tensiômetro
Método direto
Fotos:EmbrapaMeioNorte,(2007)
7 – Manejo da água no solo
7.1 – Baseado nas condições do Solo - MONITORAMENTO
Diviner 2000
Método indireto
Fotos:EmbrapaMeioNorte,(2007)
7 – Manejo da água no solo
7.2 – Baseado nas condições da Planta
Câmara de pressão de Scholander
Método de Potencial de água na Folha
Fotos:EmbrapaMeioNorte,(2007)
7 – Manejo da água no solo
7.3 – Baseado nas condições do Clima
Foto:InternetSd
7 – Manejo da água no solo
7.3 – Baseado nas condições do Clima
Método de Lisímetria
Foto:InternetSd
7 – Manejo da água no solo
7.3 – Baseado nas condições do Clima
ETo = ECA * kp
Método do tanque Classe A
Fotos: Embrapa Meio Norte, (2007)
7 – Manejo da água no solo
7.3 – Baseado nas condições do Clima
Estações automáticas – Método de Penman-Monteith
Fotos:EmbrapaMeioNorte,(2007)
7 – Manejo da água no solo
7.3 – Baseado nas condições do Clima
Culturas
Estádios de desenvolvimento
I II III IV
Abóbora 0,40 – 0,50 0,65 – 0,75 0,90 – 1,00 0,70 – 0,80
Alface 0,50 – 0,60 0,70 – 0,80 0,95 – 1,05 0,90 – 1,00
Cebola 0,40 – 0,60 0,70 – 0,80 0,95 – 1,10 0,75 – 0,85
Cenoura 0,50 – 0,60 0,70 – 0,85 1,00 – 1,15 0,70 – 0,85
Melancia 0,40 – 0,50 0,70 – 0,80 0,95 – 1,05 0,65 – 0,75
Melão* 0,52 0,88 1,13 0,52
Pimentão 0,40 – 0,50 0,60 – 0,65 0,95 – 1,10 0,80 – 0,90
Tomate 0,40 – 0,50 0,70 – 0,80 1,05 – 1,25 0,60 – 0,65
Valores de Kc para algumas culturas em diferentes estádios de
desenvolvimento
Fonte: Adaptados de Doorembos & Pruitt (1977) e Doorembos & Kassam (1979),
7 – Manejo da água no solo
Eng. Agrônomo: Sebastião Pereira do Nascimento
Email: spnascimento@ifpi.edu.br

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Agropecuria projetos agropecurios_4
Agropecuria projetos agropecurios_4Agropecuria projetos agropecurios_4
Agropecuria projetos agropecurios_4
Carlos Zacarin
 
Evolução da agricultura aula 3
Evolução da agricultura aula 3Evolução da agricultura aula 3
Evolução da agricultura aula 3
UERGS
 
Histórico sobre o início da agricultura
Histórico sobre o início da agriculturaHistórico sobre o início da agricultura
Histórico sobre o início da agricultura
Alex Samuel Rodrigues
 

Mais procurados (20)

Receita Agronômica
Receita AgronômicaReceita Agronômica
Receita Agronômica
 
AGROECOLOGIA
AGROECOLOGIAAGROECOLOGIA
AGROECOLOGIA
 
AULA 1 INTRODUÇÃO A OLERICULTURA.pptx
AULA 1 INTRODUÇÃO A OLERICULTURA.pptxAULA 1 INTRODUÇÃO A OLERICULTURA.pptx
AULA 1 INTRODUÇÃO A OLERICULTURA.pptx
 
Agropecuria projetos agropecurios_4
Agropecuria projetos agropecurios_4Agropecuria projetos agropecurios_4
Agropecuria projetos agropecurios_4
 
Manejo e conservação dos solos
Manejo e conservação dos solosManejo e conservação dos solos
Manejo e conservação dos solos
 
Aula 7 olericultura
Aula 7 olericulturaAula 7 olericultura
Aula 7 olericultura
 
1.histórico e importância
1.histórico e importância1.histórico e importância
1.histórico e importância
 
Agroecologia hoje
Agroecologia hojeAgroecologia hoje
Agroecologia hoje
 
Origem da agricultura e revolução verde
Origem da agricultura e revolução verdeOrigem da agricultura e revolução verde
Origem da agricultura e revolução verde
 
Aula 1 tratores agrícolas
Aula 1   tratores agrícolasAula 1   tratores agrícolas
Aula 1 tratores agrícolas
 
Evolução da agricultura aula 3
Evolução da agricultura aula 3Evolução da agricultura aula 3
Evolução da agricultura aula 3
 
A Cultura do Arroz
A Cultura do ArrozA Cultura do Arroz
A Cultura do Arroz
 
Aula 04 preparo do solo
Aula 04   preparo do soloAula 04   preparo do solo
Aula 04 preparo do solo
 
Olericultura e hortaliças
Olericultura e hortaliçasOlericultura e hortaliças
Olericultura e hortaliças
 
Extensão rural
Extensão ruralExtensão rural
Extensão rural
 
IRRIGAÇÃO: MÉTODOS, SISTEMAS E APLICAÇÕES
IRRIGAÇÃO: MÉTODOS, SISTEMAS E APLICAÇÕESIRRIGAÇÃO: MÉTODOS, SISTEMAS E APLICAÇÕES
IRRIGAÇÃO: MÉTODOS, SISTEMAS E APLICAÇÕES
 
Histórico sobre o início da agricultura
Histórico sobre o início da agriculturaHistórico sobre o início da agricultura
Histórico sobre o início da agricultura
 
Adubação
AdubaçãoAdubação
Adubação
 
SISTEMAS AGRÍCOLAS
SISTEMAS AGRÍCOLASSISTEMAS AGRÍCOLAS
SISTEMAS AGRÍCOLAS
 
Apostila de silvicultura
Apostila de silviculturaApostila de silvicultura
Apostila de silvicultura
 

Semelhante a Manejo de Irrigação

Agricultura de alta productividade (pt)
Agricultura de alta productividade (pt)Agricultura de alta productividade (pt)
Agricultura de alta productividade (pt)
GeoSpatiumLab
 
Balanço Hidrográfico
Balanço HidrográficoBalanço Hidrográfico
Balanço Hidrográfico
Yago Matos
 
Drenagem agrícola
Drenagem agrícolaDrenagem agrícola
Drenagem agrícola
lipemodesto
 
Construção de tanque
Construção de tanqueConstrução de tanque
Construção de tanque
marciobamberg
 

Semelhante a Manejo de Irrigação (20)

Tendências da irrigação por gotejamento no mundo para os próximos 25 anos Mét...
Tendências da irrigação por gotejamento no mundo para os próximos 25 anos Mét...Tendências da irrigação por gotejamento no mundo para os próximos 25 anos Mét...
Tendências da irrigação por gotejamento no mundo para os próximos 25 anos Mét...
 
17/03 - Tarde - Mesa 2- Rinaldo de Oliveira Calheiros
17/03 - Tarde - Mesa 2- Rinaldo de Oliveira Calheiros17/03 - Tarde - Mesa 2- Rinaldo de Oliveira Calheiros
17/03 - Tarde - Mesa 2- Rinaldo de Oliveira Calheiros
 
Palestra de fertiirrigação do cafeiro adolfo moura - fenicafé 2015
Palestra de fertiirrigação do cafeiro   adolfo moura  - fenicafé 2015Palestra de fertiirrigação do cafeiro   adolfo moura  - fenicafé 2015
Palestra de fertiirrigação do cafeiro adolfo moura - fenicafé 2015
 
V24n01a11
V24n01a11V24n01a11
V24n01a11
 
Irrigação
IrrigaçãoIrrigação
Irrigação
 
Apostila de irrigação completa
Apostila de irrigação completaApostila de irrigação completa
Apostila de irrigação completa
 
Agricultura de alta productividade (pt)
Agricultura de alta productividade (pt)Agricultura de alta productividade (pt)
Agricultura de alta productividade (pt)
 
Balanço Hidrográfico
Balanço HidrográficoBalanço Hidrográfico
Balanço Hidrográfico
 
Drenagem agrícola
Drenagem agrícolaDrenagem agrícola
Drenagem agrícola
 
Plano para recuperação de drenados
Plano para recuperação de drenadosPlano para recuperação de drenados
Plano para recuperação de drenados
 
palestra-prof-hans-Ultima-versao-17-agosto.pptx
palestra-prof-hans-Ultima-versao-17-agosto.pptxpalestra-prof-hans-Ultima-versao-17-agosto.pptx
palestra-prof-hans-Ultima-versao-17-agosto.pptx
 
Apresentacao_FernandoPruski
Apresentacao_FernandoPruskiApresentacao_FernandoPruski
Apresentacao_FernandoPruski
 
Fenicafé 2014 william damas beneficios da fertirrigação e gotejamento subte...
Fenicafé 2014   william damas beneficios da fertirrigação e gotejamento subte...Fenicafé 2014   william damas beneficios da fertirrigação e gotejamento subte...
Fenicafé 2014 william damas beneficios da fertirrigação e gotejamento subte...
 
Construção de tanque
Construção de tanqueConstrução de tanque
Construção de tanque
 
Práticas conservacionistas do solo e de água - Demetrius David da Silva
Práticas conservacionistas do solo e de água - Demetrius David da Silva Práticas conservacionistas do solo e de água - Demetrius David da Silva
Práticas conservacionistas do solo e de água - Demetrius David da Silva
 
Omar rocha - palestra IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil
Omar rocha - palestra IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés do BrasilOmar rocha - palestra IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil
Omar rocha - palestra IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil
 
PES COURSE - RECIFE (Water conservation project / PAULO PEREIRA)
PES COURSE - RECIFE (Water conservation project / PAULO PEREIRA)PES COURSE - RECIFE (Water conservation project / PAULO PEREIRA)
PES COURSE - RECIFE (Water conservation project / PAULO PEREIRA)
 
Omar rocha - Relação solo-água em função da braquiária nas entrelinhas do caf...
Omar rocha - Relação solo-água em função da braquiária nas entrelinhas do caf...Omar rocha - Relação solo-água em função da braquiária nas entrelinhas do caf...
Omar rocha - Relação solo-água em função da braquiária nas entrelinhas do caf...
 
Omar rocha - palestra IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil
Omar rocha - palestra IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés do BrasilOmar rocha - palestra IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil
Omar rocha - palestra IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil
 
Uso de Efluente de Sistemas de Tratamento de Esgoto na Agricultura, por Adolp...
Uso de Efluente de Sistemas de Tratamento de Esgoto na Agricultura, por Adolp...Uso de Efluente de Sistemas de Tratamento de Esgoto na Agricultura, por Adolp...
Uso de Efluente de Sistemas de Tratamento de Esgoto na Agricultura, por Adolp...
 

Último

PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 finalPPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
carlaOliveira438
 
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhosoO Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
VALMIRARIBEIRO1
 
Plano de aula ensino fundamental escola pública
Plano de aula ensino fundamental escola públicaPlano de aula ensino fundamental escola pública
Plano de aula ensino fundamental escola pública
anapsuls
 

Último (20)

Aula 5 - Fluxo de matéria e energia nos ecossistemas.ppt
Aula 5 - Fluxo de matéria e energia nos ecossistemas.pptAula 5 - Fluxo de matéria e energia nos ecossistemas.ppt
Aula 5 - Fluxo de matéria e energia nos ecossistemas.ppt
 
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
 
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditivaO que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
 
Produção de poemas - Reciclar é preciso
Produção  de  poemas  -  Reciclar é precisoProdução  de  poemas  -  Reciclar é preciso
Produção de poemas - Reciclar é preciso
 
Planejamento 2024 - 1º ano - Matemática 38 a 62.pdf
Planejamento 2024 - 1º ano - Matemática  38 a 62.pdfPlanejamento 2024 - 1º ano - Matemática  38 a 62.pdf
Planejamento 2024 - 1º ano - Matemática 38 a 62.pdf
 
Enunciado_da_Avaliacao_1__Sociedade_Cultura_e_Contemporaneidade_(ED70200).pdf
Enunciado_da_Avaliacao_1__Sociedade_Cultura_e_Contemporaneidade_(ED70200).pdfEnunciado_da_Avaliacao_1__Sociedade_Cultura_e_Contemporaneidade_(ED70200).pdf
Enunciado_da_Avaliacao_1__Sociedade_Cultura_e_Contemporaneidade_(ED70200).pdf
 
Campanha 18 de. Maio laranja dds.pptx
Campanha 18 de.    Maio laranja dds.pptxCampanha 18 de.    Maio laranja dds.pptx
Campanha 18 de. Maio laranja dds.pptx
 
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 finalPPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
 
O que é, de facto, a Educação de Infância
O que é, de facto, a Educação de InfânciaO que é, de facto, a Educação de Infância
O que é, de facto, a Educação de Infância
 
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdfufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
 
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
 
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhosoO Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
 
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdfo-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
 
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
 
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
 
Apresentação sobre Robots e processos educativos
Apresentação sobre Robots e processos educativosApresentação sobre Robots e processos educativos
Apresentação sobre Robots e processos educativos
 
Plano de aula ensino fundamental escola pública
Plano de aula ensino fundamental escola públicaPlano de aula ensino fundamental escola pública
Plano de aula ensino fundamental escola pública
 
Enunciado_da_Avaliacao_1__Sistemas_de_Informacoes_Gerenciais_(IL60106).pdf
Enunciado_da_Avaliacao_1__Sistemas_de_Informacoes_Gerenciais_(IL60106).pdfEnunciado_da_Avaliacao_1__Sistemas_de_Informacoes_Gerenciais_(IL60106).pdf
Enunciado_da_Avaliacao_1__Sistemas_de_Informacoes_Gerenciais_(IL60106).pdf
 
TIPOS DE CALOR CALOR LATENTE E CALOR SENSIVEL.pptx
TIPOS DE CALOR CALOR LATENTE E CALOR SENSIVEL.pptxTIPOS DE CALOR CALOR LATENTE E CALOR SENSIVEL.pptx
TIPOS DE CALOR CALOR LATENTE E CALOR SENSIVEL.pptx
 
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptxEBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
 

Manejo de Irrigação

  • 1. Manejo de Irrigação Engº. Agrº. M.Sc. Sebastião P. do Nascimento Corrente, PI – 22 de setembro de 2011
  • 2. • Introdução • Conceito • Diagnóstico do setor irrigado • Métodos de irrigação • Irrigação por superfície • Irrigação por aspersão • Irrigação localizada • Manejo da água no solo • Baseado nas condições do solo • Baseado nas condições da planta • Baseado nas condições do clima Roteiro Palestra
  • 4. 2 – Conceito de irrigação Irrigação é o fornecimento artificial de água ao solo, em quantidades essenciais e nos momentos oportunos, visando proporcionar umidade adequada ao desenvolvimento normal das plantas cultivadas, a fim de suprir a falta, a insuficiência ou a má distribuição das precipitações atmosféricas. Fonte: Diversos autores
  • 5. 3 – Diagnóstico do setor irrigado Fonte: MI/DDH (2007)
  • 6. Área irrigada por Região 3 % 8 % 29 % 21 % 39 % Fonte: MI/DDH (2007) 3 – Diagnóstico do setor irrigado
  • 7. Irrigação por superfície Fonte: MI/DDH (2007) 3 – Diagnóstico do setor irrigado Irrigação Aspersão (Pastagens)
  • 8. 4 – Irrigação por superfície 4.1 – Inundação intermitente Foto:Andradeetal,(2006)
  • 9. ESTRADA QUADRA QUADRA 4.1 – Inundação contínua Foto:Andradeetal,(2006) 4 – Irrigação por superfície
  • 10. 4.2 – Sulco Fotos: Andrade et al, (2006) 4 – Irrigação por superfície
  • 11. 4.2 - Sulco Fotos: Andrade et al, (2006) 4 – Irrigação por superfície
  • 12. 5 – Irrigação por aspersão 5.1 – Aspersão convencional Fixo Portátil Semi-portátil Fotos: Andrade et al, (2006)
  • 13. 5.2 – Pivô central e móvel Fixo Móvel Fotos: Andrade et al, (2006) 5 – Irrigação por aspersão
  • 14. 5.2 – Autopropelido Fotos:Andradeetal,(2006) 5 – Irrigação por aspersão
  • 15. 6 – Irrigação Localizada 6.1 - Microaspersão Fotos: Embrapa
  • 17. 7 – Manejo da água no solo  Fornecer água de acordo com a necessidade hídrica  Permitir economia de água e energia  Manter favoráveis as condições de umidade do solo e fitossanidade das plantas  Proporcionar elevadas produtividades e produtos de de qualidade superior Importância do manejo racional de irrigação
  • 19. 7.1 – Baseado nas condições do Solo 0,04 0,07 0,09 0,12 0,14 0,17 0,19 1 10 100 1000 10000 Potencial matricial (-kPa) Umidade(cm3 cm-3 ) 0 - 20 cm 20 - 40 cm Curva de retenção de água no solo Fonte: Andrade Jr et al , (2002) 7 – Manejo da água no solo
  • 20. 7.1 – Baseado nas condições do Solo Foto:InternetSd 7 – Manejo da água no solo
  • 21. 7.1 – Baseado nas condições do Solo Solo em PMP Solo em CC Fotos:InternetSd 7 – Manejo da água no solo
  • 22. 7.1 – Baseado nas condições do Solo - MONITORAMENTO Gravimétrico Tensiômetro Método direto Fotos:EmbrapaMeioNorte,(2007) 7 – Manejo da água no solo
  • 23. 7.1 – Baseado nas condições do Solo - MONITORAMENTO Diviner 2000 Método indireto Fotos:EmbrapaMeioNorte,(2007) 7 – Manejo da água no solo
  • 24. 7.2 – Baseado nas condições da Planta Câmara de pressão de Scholander Método de Potencial de água na Folha Fotos:EmbrapaMeioNorte,(2007) 7 – Manejo da água no solo
  • 25. 7.3 – Baseado nas condições do Clima Foto:InternetSd 7 – Manejo da água no solo
  • 26. 7.3 – Baseado nas condições do Clima Método de Lisímetria Foto:InternetSd 7 – Manejo da água no solo
  • 27. 7.3 – Baseado nas condições do Clima ETo = ECA * kp Método do tanque Classe A Fotos: Embrapa Meio Norte, (2007) 7 – Manejo da água no solo
  • 28. 7.3 – Baseado nas condições do Clima Estações automáticas – Método de Penman-Monteith Fotos:EmbrapaMeioNorte,(2007) 7 – Manejo da água no solo
  • 29. 7.3 – Baseado nas condições do Clima Culturas Estádios de desenvolvimento I II III IV Abóbora 0,40 – 0,50 0,65 – 0,75 0,90 – 1,00 0,70 – 0,80 Alface 0,50 – 0,60 0,70 – 0,80 0,95 – 1,05 0,90 – 1,00 Cebola 0,40 – 0,60 0,70 – 0,80 0,95 – 1,10 0,75 – 0,85 Cenoura 0,50 – 0,60 0,70 – 0,85 1,00 – 1,15 0,70 – 0,85 Melancia 0,40 – 0,50 0,70 – 0,80 0,95 – 1,05 0,65 – 0,75 Melão* 0,52 0,88 1,13 0,52 Pimentão 0,40 – 0,50 0,60 – 0,65 0,95 – 1,10 0,80 – 0,90 Tomate 0,40 – 0,50 0,70 – 0,80 1,05 – 1,25 0,60 – 0,65 Valores de Kc para algumas culturas em diferentes estádios de desenvolvimento Fonte: Adaptados de Doorembos & Pruitt (1977) e Doorembos & Kassam (1979), 7 – Manejo da água no solo
  • 30. Eng. Agrônomo: Sebastião Pereira do Nascimento Email: spnascimento@ifpi.edu.br