Aula Saúde Coletiva III - Profa Ana Carla

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Aula Saúde Coletiva III - Profa Ana Carla

  1. 1. COLETIVA IIIEPIDEMIOLOGIA Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  2. 2. O conhecimento da situação epidemiológica deuma população a cerca de um determinadoproblema (objeto).É fundamental para o planejamento e para eexecução de ações.Sendo a epidemiologia o estudo ordenado dascausas e efeitos biológicos e sociais daspatologias em populações humanas, onde acomunidade (coletivo) é a unidade de interesse. Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  3. 3. Tipos de Estudos-Descritivo: Este tipo de estudo relata sobre a distribuição e a intensidade de uma determinada doença ou problema em uma população.- Analítico: Este tipo de estudo além de descrever a situação, formula e testa hipóteses, pois inclui os mecanismos associados com a ocorrência, tratamento e prevenção da patologia. Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  4. 4. -ESTUDO EXPERIMENTAL (ENSAIO CLÍNICO RANDOMIZADO) Parte-se da “causa” em direção ao “efeito”. Os participantes são colocados “aleatoriamente” para formar os grupos: o de estudo e o de controle, objetivando formar grupos com características semelhantes. Procede-se a intervenção em apenas um dos grupos (o de estudo), o outro (controle) serve para comparação dos resultados.
  5. 5. No “ensaio clínico randomizado” procura-severificar a incidência de casos, nos grupos deexpostos e não-expostos.A relação entre os grupos é expressa pelo riscorelativo, exposição(causa), doença(efeito),exposição.
  6. 6. VANTAGENS Alta credibilidade como produtor de evidências científicas; não há dificuldade de grupo controle, há determinação da cronologia dos eventos; a interpretação dos resultados é simples e etc.
  7. 7. DESVANTAGENS Por questões éticas muitas situações não podem ser estudadas por este método; possibilidade de perdas e recusas por parte das pessoas pesquisadas; necessidade de manter uma estrutura administrativa e técnica bem preparada, tendo custo, em geral,elevado etc.
  8. 8. -ESTUDO DE COORTE Semelhante aos ensaio clínico randomizado, pois também parte-se da “causa” em direção ao “efeito”. A diferença é que neste caso, não há alocação aleatória da “exposição”. Os grupos são formados por “observação” das situações na vida real.
  9. 9. No estudo de coorte faz-se a mesma comparação que no ensaio clínico: incidência de casos, nos grupos de expostos e não-expostos.
  10. 10. VANTAGENSProduz medidas diretas de risco (risco relativo); alto poder analítico; simplicidade do desenho; facilidade de análise; não há problemas éticos quanto a decisões de expor as pessoas a fatores de risco; a cronologia dos eventos é facilmente determinada; muitos desfechos clínicos podem ser investigados etc.
  11. 11. DESVANTAGENS Inadequado para doenças de baixa freqüências (pois teria que ser acompanhado um grande contingente de pessoas); alto custo relativo, longo tempo de acompanhamento; vulnerável a perdas; pode ser afetado por mudanças de critérios diagnósticos, por mudança administrativas
  12. 12. Por mudança nos grupos (indivíduosque mudam de hábitos) devido ao longotempo de seguimento, presença devariáveis confundidoras etc.
  13. 13. -ESTUDOS DE CASO - CONTROLE A investigação do tipo caso-controle parte do “efeito” para chegar as “causas”. É portanto,uma pesquisa etiológica retrospectiva. No estudo de caso-controle o cálculo é inverso em relação aos estudos anteriores (ensaio clínico e coorte): busca-se quantificar a proporção de expostos, nos grupos de casos e de controles.
  14. 14. Neste tipo de investigação, o risco relativo éestimado pelo cálculo do odds ratio, tambémdenominado “razão dos produtos cruzados”.
  15. 15. VantagensBaixo custo relativo; alto potencial analítico; adequado para estudar doenças raras, os resultados são obtidos rapidamente etc.
  16. 16. DesvantagensDificuldade de formar o grupo controle; vulnerável a inúmeros viéses (seleção) os cálculos das taxas de incidência não pode ser feito diretamente (o pesquisador que determina o número de casos a estudar) e o risco tem que ser estimado indiretamente (odds ratio); complexidade analítica etc
  17. 17. ESTUDO TRANSVERSAL Neste estudo “causa” e “efeito” são detectados simultaneamente. Somente a análise dos dados é que permite identificar os grupos de interesse, os “expostos”, os não-expostos”, os “doentes” e os “sadios”, de modo a investigar a associação entre exposição e doença.
  18. 18. A associação é feita como no risco relativo, porém denomina-se razão de prevalência (relação entre a prevalência entre expostos e entre não-expostos); pode ser feito o cálculo também pelo odds ratio.
  19. 19. VANTAGENS Baixo custo; alto potencial descritivo (subsídio ao planejamento de saúde);simplicidade analítica; rapidez; objetividade na coleta dos dados; facilidade de obter amostra representativa da população
  20. 20. DESVANTAGENSVulnerabilidade a viéses (especialmente de seleção);baixo poder analítico(inadequado para testar hipóteses causais); os pacientes curados ou falecidos não aparecem na amostra o que mostra um quadro incompleto da doença (viés da prevalência)
  21. 21. • Índices São unidades de medidas utilizadas para se mensurar os problemas de saúde oral de uma determinada comunidade, podendo ser definidos como coeficientes que servem de indicadores da freqüência com que determinada patologia e eventos se repetem numa comunidade. Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  22. 22. Cada índice deve estar adaptado àscaracterísticas da patologia a ser medida,cabendo aqui salientar que não existe apenasum índice para cada patologia e sim váriosíndices que podem ser utilizados para amensuração de um mesma patologia.
  23. 23. • ÍndicesJohnson ( 1950) e Striffler et al. (1983) Definiram alguns critérios necessários para que um índice seja útil, como indicador de uma determinada patologia, como: Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  24. 24. • Índices• - Pertinência: Deve haver uma relação entre o índice utilizado é a patologia que esta sendo avaliada.• - Confiança: É necessário que o índice utilizado em um determinado levantamento mantenha sua validade quando submetido a tratamento estatístico, o que permite se obter conclusões com certo grau de confiança. Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  25. 25. • Índices• Significado: O índice deve ser capaz de transmitir uma idéia significativa, daquilo que pretende medir.• - Clareza, simplicidade e objetividade: O avaliador (examinador) têm que ser capaz de memorizar as regras e os critérios do índice a ser utilizado, afim de que possa aplicá-lo de forma natural. Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  26. 26. • Índices• Validez: O índice escolhido deve medir exatamente aquilo que se deseja verificar.• - Sensibilidade: O índice deve ser capaz de detectar de forma razoável pequenas variações. Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  27. 27. • Índices• - Aceitabilidade: O índice não deve causar incômodo ou dor as pessoas examinadas. Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  28. 28. • Índices O índice deve apresentar uma descrição clara do método de exame, pois quanto mais simples for a sua metodologia de exame, maior será o número de pessoas que poderão ser examinadas com igual esforço e menor grau de diferença (viés) entre os examinadores. O erro entre examinadores aumenta à medida que qualidades subjetivas (habilidade e julgamento) são utilizadas como método auxiliares de diagnóstico. (Russell, 1956). Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  29. 29. • Índices Quanto ao erro intra examinadores estes aumentam a medida que qualidades subjetivas, como habilidade, experiência, julgamento, são necessários, dificultando a reprodução dos resultados alcançados por um único examinador. Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  30. 30. Calibração:Determinação da precisão e consistência entre os examinadores para padronizar os procedimentos e ganhar confiabilidade nos achados anotados.Estudo Piloto:Uma amostragem de um estudo planejado usando uma pequena amostra para pre testar um instrumento , ação ou questionário.
  31. 31. Placebo:Uma substância inativa ou preparação sem valor terapêutico intrínseco, usado no controle de estudos de pesquisas em uma forma idêntica na aparência ao material a ser testado.Triagem:Breve avaliação inicial e classificação das necessidades .
  32. 32. Instrumento de coleta de dados• Elaboração• Aplicação• Validação
  33. 33. Tipos de Instrumentos de Coleta de dados• Questionário• Formulário• Entrevista: Estruturada Semi – estruturada Aberta
  34. 34. Comite de Ética em Pesquisa - CEP• As características e atribuições dos Comitês de Ética em Pesquisa no Brasil estão contidas na Resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde. Os Comitês de Ética em Pesquisa deverão ser credenciados pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP).
  35. 35. SISNEP – Sistema Nacional de Informaçãosobre Ética em Pesquisa• É um sistema de informações via internet sobre pesquisas envolvendo seres humanos.
  36. 36. • Os usuários desta nova ferramenta são -Os pesquisadores - Os Comitês de Ética em Pesquisas (CEPs) - A Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP) - A população em geral.
  37. 37. CONEPComissão Nacional de Ética em Pesquisa Esta ligada ao Coselho Nacional de saúde. Criada pela Resolução do CNS 196/96
  38. 38. Principal atribuição O exame dos aspectos éticos daspesquisas que envolvem seres humanos.Como missão Elaborar e atualizar as diretrizes e normaspara a proteção dos sujeitos de pesquisa ecoordenar a rede de Comitês de Ética emPesquisa das instituições.
  39. 39. ATRIBUIÇÕES Avaliar e acompanhar os protocolos depesquisa em áreas temáticas especiaiscomo: genética e reprodução humana;novos equipamentos; dispositivos para asaúde; novos procedimentos; populaçãoindígena; projetos ligados à biossegurançae como participação estrangeira. A CONEP também se constitui eminstância de recursos para qualquer dasáreas envolvidas
  40. 40. Exame Clínico Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  41. 41. • PREVALÊNCIA:• É a quantidade de uma determinada patologia existente em um determinado momento em uma comunidade.• INCIDÊNCIA:• É a quantidade de novas medidas produzidas ou modificadas num intervalo de tempo.• INCREMENTO ANUAL:• É a incidência num período de tempo. Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  42. 42. Exemplo:• Em 1970 em Belém, a prevalência de cárie era de 10.000 ocorrências, em 1990 passou para 40.000 ocorrências. Calcule:• Prevalência 1? 10.000• Prevalência 2? 40.000• Incidência? Ia = P2-P1 = 40.000 – 10.000 = 30.000• Incremento anual? Ia / Pt = 30.000/ 20 = 1.500 novos casos ano Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  43. 43. • PERCENTUAIS E MÉDIAS• Em um levantamento podemos calcular o percentual e a média de cada evento.• Exemplo: Em um levantamento realizado na Vila Sorriso no ano de 2000 foram avaliadas 1800 adultos com idade variando entre 21 e 45 anos. Os dados deste levantamento mostraram o seguinte quadro: dentes cariados 100; dentes obturados (restaurados) 200; dentes extraídos (300). Calcule o percentual de cada evento e a média de cada evento. Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  44. 44. • Percentuais: CPO-D_________100% C __________X 600__________100% 100__________X X= 100 x 100 = 16,66666 = 16,67% 600 Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  45. 45. Médias:Cariado = Total do evento _________ No. de pessoas examinadasCariado = 100/ 1.800 = 0,0555 = 0,05 Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  46. 46. Índices odontológicos Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  47. 47. CPO-D (Klein & Palmer, 1937)• Este índice mede o ataque de cárie dental à dentição permanente. C (cariado), P (perdido) onde se inclui os dentes extraídos e os dentes com extração indicada, O (obturado), D ( dente) que é a unidade de medida deste índice.• As ocorrências perdidos e obturados representam a história passada, já as ocorrências cariados e com extração indicada representam a história presente. Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  48. 48. • ceo-d (Klein & Palmer, 1937)• É o correspondente ao CPO-D na dentição decídua, sendo que neste índice se inclui no levantamento apenas os dentes c (cariados), e (com extração indicada), uma vez que é difícil de se separar de forma confiável os dentes que perdidos por cárie dos que foram perdidos pelo processo natural de esfoliação, o (obturados). Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  49. 49. • Durante o levantamento epidemiológico deve-se levar em conta os seguintes critérios:• - O dente é considerado presente quando qualquer parte de sua coroa clínica tiver atravessado a mucosa gengival;• - na presença de um dente decíduo e um permanente ocupando o mesmo espaço considerar o permanente; Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  50. 50. • -No caso de dúvida entre hígido e cariado considerar hígido;• - No caso de dúvida entre restaurado e cariado considerar restaurado;• -No caso de dúvida entre cariado e extração indicada considerar cariado. Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  51. 51. • CPO-S ( Who,1979)• É um índice que mede a ocorrência de cárie tendo como unidade de medida a superfície dentária, desta forma nos dentes anteriores ( de canino a canino) temos 4 superfícies.• Nos dentes posteriores (de pré-molar a molar) cinco superfícies. Este índice é utilizado em áreas de baixa prevalência de cárie em decorrência se sua maior sensibilidade. Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  52. 52. • ceo-s (Who, 1979)• O ceo-s é o correspondente do CPO-S na dentição decídua considerando-se apenas dentes cariados, com extração indicada e os obturados, não se considera os perdidos pois é difícil se verificar de forma precisa se a perda foi por cárie ou em decorrência do processo fisiológico normal. Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  53. 53. • Índice Simplificado de Viegas (Viegas, 1969)• Neste índice avalia-se os elementos 11,21 e 46, aplicando-se aos resultados equações de regressão múltipla para se estimar o CPO-D total por idade.• Codificação: Zero espaço vazio;• Um dente cariado, perdido ou obturado;• Dois dente hígido Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  54. 54. • Limitações: Não é possível se medir os componentes do CPO-D. Menor precisão dos dados.• Vantagens: Menor custo. Menor tempo de exame. Menor Erro intra e inter examinadores. Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  55. 55. Índice de Higiene Oral Simplificado IHOS
  56. 56. Greene e Vermillion – 1964• Definição:• Objetivos:• -Verificar a existência de placa e ou tártaro na superfície vestibular dos elementos dentários de número 11; 31; 16 e 26 e na superfície lingual dos elementos 36 e 46.• - Na ausência de um elemento substituímos por outro elemento do mesmo grupo.• - Apenas os elementos totalmente erupcionados são considerados. Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  57. 57. • Metodologia:• A cada superfície selecionada é atribuído um código que varia de Zero a Três para placa e para o tártaro.• -O exame é realizado com o auxílio de espelho bucal e sonda exploradora.• -O índice médio individual só pode ser estabelecido na presença de pelo menos dois elementos, sendo o resultado a soma dos códigos de cada elemento dividida pelo total de dentes examinados. Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  58. 58. • Metodologia:• Existe um sub-índice para a placa e um sub-índice para o tártaro, sendo o IHOS a soma dos dois sub-índices.• No caso de levantamos de soma o índice de cada indivíduo e se divide pelo total de pessoas examinadas. Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  59. 59. Codificação• Critérios para a Placa:• ZERO - Inexistência de placa e indutos.• HUM – Placa cobrindo não mais de 1/3 da superfície ou somente indutos generalizados.• DOIS – Placa cobrindo mais de 1/3, porém, menos de 2/3 da superfície dental. Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  60. 60. Codificação• Critérios para a Placa:• TRÊS – Placa cobrindo mais de 2/3 da superfície dentária.• X – Dente índice e substituto inexistente. Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  61. 61. Codificação• Critérios para o tártaro:• ZERO – Inexistência de tártaro• HUM – Tártaro supra-gengival em não mais de 1/3 da superfície exposta.• DOIS – Tártaro supra-gengival cobrindo mais de 1/3, porém, não mais que 2/3 da superfície exposta. Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  62. 62. Codificação• Critérios para o tártaro:• TRÊS – Tártaro supra-gengival cobrindo mais que 2/3 da superfície da coroa do elemento dentário ou uma faixa contínua e espessa de tártaro sub-gengival.• X – Dente índice e substituto inexistente. Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  63. 63. Classificação:• IHOS entre: ZERO e HUM - Higiene oral satisfatória 1,1 e 2 - Higiene oral regular 2,1 e 3 - Higiene oral deficiente 3,1 .......... – Higiene oral péssima Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  64. 64. Exemplos:• Dente 11 código 1 e 0• Dente 16 código 3 e 2• Dente 36 código 1 e 1• Dente 46 código x e x• Dente 31 código 2 e 1• Dente 26 código 3 e 2• Índice de placa = 1+3+1+2+3 = 2 5• Índice de tártaro = 0+2+1+1+2 = 1,2 5• IHOS = 2+1,2= 3,2 higiene oral péssima. Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  65. 65. • Dente 11 código 2 e 3• Dente 16 código 3 e 2• Dente 36 código 1 e 0• Dente 46 código 2 e 0• Dente 31 código 2 e 0• Dente 26 código 2 e 2• Índice de Placa = 2+3+1+2+2+2 = 2• 6• Índice de Tártaro = 3+2+0+0+0+2 = 1,17• 6 Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  66. 66. IHOS = 2 + 1,17 = 3,17Higiene oral péssima Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  67. 67. ÍNDICE DE PERFORMANCE EM HIGIENE DO PACIENTE – PHP Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  68. 68. Podahadley e Haley - 1968• Definição:• Objetivos:• - É um índice específico para placa• - Os elementos dentários utilizados são: 11; 31; 16; 26; 36 e 46 Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  69. 69. Metodologia:• - A superfície dentária e dividida em 5 partes.• - Soma-se os códigos das sub-divisões e dividi-se por cinco obtendo-se desta forma o índice do dente.• - Para se obter o índice do indivíduo soma-se os índices dos dentes e dividi-se pelo número de dentes examinados. Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  70. 70. • Codificação:• ZERO – Se não houver placa• HUM – Se houver placa• Exemplo:• Dente 11 códigos: 1+0+1+0+1 = 0,6 5 Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  71. 71. • Dente 31 códigos: 0+1+1+1+1 = 0,8 5• Dente 16 códigos: 1+1+0+0+0 = 0,4 5• Dente 26 códigos: 1+1+1+1+1 = 1 5• Dente 36 códigos: 0+0+1+0+0 = 0,2 5 Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  72. 72. • Dente 46 códigos: 1+1+1+0+0 = 0,6 5• PHP = 0,6+0,8+0,4+1+0,2+0,6 = 0,6 6 Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  73. 73. ÍNDICE GENGICAL - IG Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  74. 74. Loe e Silness – 1963• Definição:• É um índice específico para análise das condições de saúde dos tecidos gengivais.• Utiliza-se dos seguintes elementos dentários 16; 12; 24; 36; 32 e 44 sendo estes divididos em quatro faces mesial, distal, lingual ou palatina e vestibular, atribuindo-se um valor para cada face. Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  75. 75. • Codificação:• ZERO – Ausência de inflamação. Gengiva uniformemente rosada. Aspecto de casca de laranja.• HUM – Inflamação leve, com pequena modificação na cor e textura gengival.• DOIS - Inflamação moderada. Gengiva moderadamente avermelhada, com sangramento sob estímulo. Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  76. 76. • Codificação:• TRÊS – Inflamação severa. Gengiva nitidamente avermelhada, hipertrófica, com tendência ao sangramento espontâneo. Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  77. 77. • Metodologia:• - Soma-se os códigos de cada dente e dividi- se por quatro, obtendo-se desta forma o IG de cada elemento dentário.• - O IG individual é obtido pela soma dos índices de cada dente dividido pelo número de dentes examinados. Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  78. 78. • Desvantagem:- Estabelecer o limite entre cada estágio. Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  79. 79. Exemplo:• Dente 16 códigos: 0+1+1+0 = 0,5 4• Dente 12 códigos: 1+1+1+1 = 1 4• Dente 24 códigos: 0+0+0+0 = 0 4• Dente 36 códigos: 1+2+1+1 = 1,25 4• Dente 32 códigos: 1+2+1+1 = 1,25 4• Dente 44 códigos: 1+1+1+1 = 1 4• IG = 0,5+1+0+1,25+1,25+1 = 0,75 6 Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  80. 80. • ÍNDICE DE DENTES FUNCIONAIS (IDF) Este índice considera a agregação de dentes hígidos e de dentes restaurados, considerando estes também como sadios. Estes recebem pesos iguais com base que na prática exercem funções equivalentes. IDF= O + H N Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  81. 81. • Ex: Num grupo de 100 crianças de 12 anos, foram examinados um total de 2.800 dentes e encontrou-se o seguinte quadro 2.300 hígidos, 200 restaurados, 50 extraídos e 250 cariados. Calcule. IDF= 200 + 2.300 = 25 100 Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  82. 82. • FLUOROSE DENTAL ou ÍNDICE de DEAN A fluorose dental se caracteriza clinicamente pela presença de estrias esbranquiçadas, geralmente horizontais e translúcidas, no esmalte, sendo causada pela ingestão excessiva de flúor no período de calcificação dos dentes. Geralmente é bilateral e simétrico, ocorrendo em diversos ou mesmo em todos os dentes. Os mais afetados são: segundos molares, pré- molares, incisivos superiores, caninos, primeiros molares. Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  83. 83. • Codificação:- Normal: ( 0) O esmalte se apresenta com sua translucidez usual.- Questionável: (1) O esmalte revela pequena diferença em relação a translucidez normal, com ocasionais manchas esbranquiçadas.- Muito Leve: (2) Áreas esbranquiçadas opacas, pequenas manchas espalhadas irregularmente pelo dente que não comprometem 25% da superfície. Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  84. 84. -Leve: (3) A opacidade é mais extensa mas não envolve mais que 50% da superfície.- Moderada: (4) Todo esmalte dentário esta afetado. Há manchas castanhas ou amareladas.- Severa: (5) A hipoplasia esta generalizada e a própria forma do dente pode ser afetada. O sinal mais evidente é a presença de depressões no esmalte que parece corroído. Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  85. 85. Σ (fg) N Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  86. 86. Ex: Em um levantamento foi encontrado o seguinte quadro: 50 pessoas sem nenhuma alteração de fluorose, 20 com uma fluorose questionável, 35 com uma fluorose leve, 05 com uma fluorose muito leve, 07 com uma fluorose leve e 02 com uma fluorose moderada e 01 com fluorose severa. Calcule. Profa. Msc. Ana Carla Carvalho de Magalhães
  87. 87. CARIE DENTÁRIA E NECESSIDADE DETRATAMENTOCárie DentalO dente é considerado presente quando qualqer de suas partes puder ser tocada ou for visivel
  88. 88. Criterios de diagnóstico da coroa0- Higido1- Cariada2- Restaurada e cariada3- Restaurada sem cárie
  89. 89. 4 – Dente perdido devido a cárie5-Dente perdido por outro motivo6- Selante de fissura7- Apoio de uma pronte8- Dente não erupcionadoT,T – Trauma/Fratura
  90. 90. 9- Não informadoCriterios de diagnóstico da raiz0- Higida1- Cariada2- Restaurada e cariada
  91. 91. 3- Restaurada sem cárie7- Implante8- raiz não exposta9- Não informado
  92. 92. Necessidade de TratamentoEste registro deve ser feito em conjunto com o registro anterior da coroa e da raizCodificação:0- Nenhum tratamento1- Restauração de uma superfície2-Restauração de 2 ou mais superfícies
  93. 93. 3- coroa por qualquer razão4- Faceta estética5-Tratamento pulpar e restaurador6- Extração7- Remineralização de mancha branca8- Selante
  94. 94. 9- Sem informação
  95. 95. CPI – Indice Periodontal Comunitário Avalia as condições periodontais quanto à higidez, sangramento e a presença de calculo ou bolsa. Utiliza a sonda da OMS
  96. 96. CPI - Metodologia- A boca é dividida em sextantes 18 a 14 13 a 23 24 a 28 38 a 34 33 a 43 44 a 48É necessário um mínimo de dois dentes por sextante sem comprometimento
  97. 97. - Não se considera o terceiro molar na faixa de 15 a 19 anos.Dentes ÍndicesAté 19 anos: 16,11, 26,36,31,4620 anos ou mais: 17,16,11,26,27,37,36,31,46,47
  98. 98. CPI codificaçãoSANGRAMENTO:0 – Ausência1- PresençaX- sextante excluido9- Não examinadoCalculo Dentário:
  99. 99. Bolsa Periodontal0- Ausência1- Presença de bolsa rasa – quando a marca preta da bolça fica parcialmente coberta2- Presença de bolça profundaX- Sextante excluido9- Não examinado
  100. 100. PIP- Índice de Perda de Inserção PeriodontalPermite avaliar as condições de inserção periodontal.Utiliza os mesmos sextantes e dentes índices do CPIUtilizado na faixa etária de 65 a 74 anos
  101. 101. PIP codificação0- Perda de incersão entre 0 e 3 mm1- Perda de incersão entre 4 e 5 mm2- Perda de incersão entre 6 e 8 mm3- Perda de incersão entre 9 e 11 mm4- Perda de incersão de 12 mm ou maisX – Sextante excluido9- Não examinado
  102. 102. ÍNDICE DE PLACA – IPI ( Silness e Loe 1964)• Neste índice utilizamos os seguintes elementos 16,12,24,36,32,44• Este índice mede a espessura da placa
  103. 103. ÍNDICE PERIODONTAL – IP ( Russell 1967)• É o mais difundido índice utilizado para levantamento epidemiológico relativo à doença periodontal.• Vantagens• Facilidade de uso• Confiabilidade – redução de diferenças intra e inter examinadores.
  104. 104. ÍNDICE PERIODONTAL – IP• Índice misto, pois mede a fase reversível e a presumivelmente irreversível da doença periodontal.• Utilizam todos os elementos dentários presentes na cavidade oral.• Recomendados pela OMS.
  105. 105. Codificações:• Negativo inexiste inflamação ou perda de função devido à destruição dos tecidos de suporte dental – código ZERO• Gengivite leve inflamação da gengiva livre não circunscrevendo a coroa dentária código HUM• Gengivite inflamação que circunscreve totalmente o dente, mas não há ruptura aparente da inserção epitelial- código DOIS
  106. 106. • Gengivite com formação de bolsa a inserção epitelial esta rompida, dente firme sem mobilidade – código SEIS• Destruição avançada com perda da função mastigatória – código OITO
  107. 107. Metodologia• O IP médio de cada pessoa é obtido pela soma dos valores atribuídos a cada dente dividido pelo numero de dentes examinados• Para o IP de um grupo é feita a soma do IP individual dividido pelo numero de pessoas examinadas.
  108. 108. ExemploIndividuo com 28 dentes sendo 8 elementos com o código zero; dez elementos com o código dois; cinco elementos com o código hum e cinco elementos dentários com o código seis.IP individual= 8 x 0 + 10x2 + 5x1 + 5x6 = 2820 + 5 + 30 = 1,96 28
  109. 109. • ÍNDICE DE MÁ OCLUSÃOPrevalência e Incidência• Baseado na classificação de Angle• Vantagens:• Rápido; usado para inquéritos epidemiológicos; confiabilidade e praticidade bom.Desvantagem:• Não indica as necessidade de tratamento
  110. 110. Análise dos modelos• Baseado na análise através do “Pantógrafo de Stanton”.Vantagens:• Define o tratamento de análise precisa• Desvantagens:• Muito detalhado; muito tempo gasto.
  111. 111. Antropométrico Vivo• Análise pelo Headspaper ou pela radiografia cefalométricaVantagens:• Nenhuma• Desvantagens:• Necessidade de um ortodontista perito
  112. 112. Necessidades Clínicas• Baseado no tempo necessário para tratamento ortodôntico e na necessidade mínima de tratamento.Vantagens:• Define a necessidade de tratamento de um segmento da população.• Desvantagem:• Não é quantitativo
  113. 113. Radiografia Cefalométrica• Baseado em mensuração feitas sobre radiografia do crânio e análise detalhada.Vantagens:• Define a má oclusão precisamente e quantitativamente• Desvantagem:• Tempo e custo.
  114. 114. Numero de dentes em má oclusão por pessoa• Baseado na contagem de dentes em má oclusão encontrado em cada pessoa.• Vantagens:• Não necessita de um ortodontista; não depende de nenhum classificação ortodôntica.Desvantagem:• Não define o tipo de má oclusão nem o tratamento.
  115. 115. Determinação Clínica• Baseada na análise do Ortômetro Facial ( pontos no perfil facial) indica o grau de má oclusão.Vantagem:• Simples• Desvantagem:• Não define a necessidade de tratamento.
  116. 116. Índice HLDAnálise das seguintes situações:*Overjet*Overbite*Protusão mandibul*Mordida aberta
  117. 117. *Erupção ectópica dos dentes anteriores*Apinhamento anterior*Lábio lingual spread*Defeitos graves
  118. 118. ÍNDICE PARA FENDAS ORAIS• Proporção de casos para 1000 nascidos vivos.
  119. 119. ÍNDICE PARA CÂNCER• Coeficiente de morbidade e mortalidade.
  120. 120. ÍNDICES DE CÁRIEÍndice Knustson• Representa a porcentagem de indivíduos que apresentam sinais presentes e passados de ataque pela cárie.• Divide os indivíduos em dois grupos: CPO = 0 são imunes à cárie• CPO > 1 são os que já tiveram cárie
  121. 121. Índice Knustson• Sendo a separação por idade essencial uma vez que a porcentagem de indivíduos com CPO > 1 aumenta a medida que aumenta a idade.Objetivo: É medir a prevalência de cárie por indivíduo e saber qual a idade que o evento cárie se apresenta com maior freqüência.
  122. 122. Índice de Sloman• É representado pelo número médio de dentes CPO por pessoa, dividido por 32
  123. 123. Índice de Clune• Baseado no primeiro molar permanente e descrito como representativo da capacidade média de saúde dos primeiros molares. Dá-se um grau de 0 a 10 a cada primeiro molar, de acordo com os seguintes critérios:• dente hígido grau 10• dente extraído ou com extração indicada, grau 0
  124. 124. Índice de Clune• desconta-se ½ grau por superfície obturada e 1 por superfície cariada.• Este índice é expresso em porcentagem, sendo o máximo 40, quando os quatro primeiros molares estão hígidos equivale a 100%
  125. 125. Índice de Heer• É um índice de CPO aplicado a um dente de cada dentição, considerado como representativo do estado das demais peças dentárias. O primeiro molar permanente e o segundo molar decíduo, ambos inferiores do mesmo lado direito ou esquerdo, foram os dentes escolhidos por Heer.
  126. 126. Índice do primeiro molar inferior direito• Este elemento foi escolhido por Viegas para representar a dentição de crianças de 7 a 12 anos.
  127. 127. Índice emprego de 6 dentes ou 2 hemi arcos• Guimarães, L.O .C. 1969, estudou as relações entre dados obtidos em hemi arcos e observou que é praticamente igual ao valor do índice CPO, tendo escolhido para o exame os seguintes hemi arcos: superior esquerdo e inferior direito. Observou também que o exame de seis dentes selecionados permite estimar com 95% de confiança, o índice CPO em grupos de indivíduos.
  128. 128. Índice emprego de 6 dentes ou 2 hemi arcos• Os dentes selecionados foram: 1o. molar e incisivo central superior direito (16 e 11); 2o. molar e incisivo lateral inferior esquerdo ( 37,32 ); e 2o. molar e 2o. pré-molar inferior direito (47, 45 )
  129. 129. Índice dois Hemi arcos• Esta simplificação é aceita pela OMS, podendo- se examinar os hemi arcos superior esquerdo e inferior esquerdo e inferior direito alternadamente.• Objetivo: servir como indicadores do estado de saúde, contudo não são tão confiáveis.
  130. 130. Índice de mortalidade segundo Knustson e Kleen• É o número médio de dentes perdidos por crianças. São considerados perdidos os dentes extraídos e ou aqueles presentes na boca, sob a forma de raízes.
  131. 131. Índice de mortalidade segundo Wesan• É o número médio de dentes perdidos por crianças, considerando perdidos os dentes extraídos e os com extração indicada.
  132. 132. Índice de Fatalidade dentária• Proposto por Dunning e Klein, é a proporção de dentes perdidos em relação ao total de dentes atacados por cárie
  133. 133. Índice de Mortalidade do 1o. Molar Inferior (Direito e Esquerdo )• Proposto por Knustson e Klein, é baseado em um único dente, o 1o. molar inferior direito e esquerdo. É o máximo da simplificação em índices tomando-se por base o dente.
  134. 134. Índice de Mellanby• Este índice estuda o grau de severidade da lesão existente. Neste índice, a cada dente é atribuída uma nota de acordo com o grau da cárie presente observando a seguinte escala:• 0 sem cárie• 1 cárie em estágio inicial• 2 cárie moderada• 3 cárie avançada
  135. 135. Índice de Mellanby• Observação: Ao total de notas atribuídas aos dentes, dividido pelo número de dentes obtemos o chamado grau médio de cárie.
  136. 136. Índice de Grainger• é um índice de superfície, selecionadas de modo a representar diferentes tipos de superfícies suscetíveis à cárie. Essas superfícies são a mesial e o sulco bucal dos 1o. molares inferiores e as superfícies dos incisivos superiores.
  137. 137. Índice de GraingerVantagens:• Tempo menor de exame;• Análise das faces mais suscetíveisDesvantagens:• Restrição dos resultados• Não expressa com precisão a incidência de cárieObjetivos:• Avaliar a incidência de cárie em superfícies selecionadas
  138. 138. Índice de Tamanho da lesão• Avalia as dimensões da lesão cariosa em relação a coroa dentária.Classificação:• Cárie pequena – até 25%• Cárie média – 50%• Cárie grande – 75%
  139. 139. Índice de Tamanho da lesãoVantagens:• Rápida execução e avaliação da lesãoDesvantagens:• Alto grau de subjetividade; necessidade de calibração dos investigadores
  140. 140. Índice de MorelliÉ a recíproca da percentagem de dentes cariados em relação aos dentes presentes, incluindo a experiência total de cárie CPOD.Vantagens:• Pouco tempo para a realização do exame;• Boa praticidade;• Boa confiabilidade.Desvantagens:• Restrição a ocorrência cárie.
  141. 141. Índice de Saúde Dentária• Este índice procura reproduzir a diferença entre o número total de superfícies sadias e o número total de superfícies não sadias (afetadas pela cárie e extraídas). Superfícies não hígidas são incluídas as que estão cariadas, restauradas e ou perdidas. Dentes não erupcionados são excluídos.
  142. 142. Índice de Saúde Dentária• O índice varia de –1 a +1, sendo que o extremo positivo representa uma dentição inteiramente sadia. O valor zero indica que metade da dentição esta sadia e a outra metade afetada pela cárie.
  143. 143. Índice de Saúde DentáriaSuperfícies sadias - superfícies não sadias Superfícies examinadas
  144. 144. Índice de Equivalência a Dentes Saudáveis• Este índice também é chamado de Tissue- Health.• Possui como objetivo representar a quantidade de tecido dental saudável em cada indivíduo e em cada grupo populacional.• Para se conferir os códigos seus criadores partiram da lógica de que o dente hígido possui mais tecido sadio do que um dente restaurado e que este possui mais tecido do que um dente cariado.
  145. 145. Índice de Equivalência a Dentes SaudáveisCódigos:• 4- Hígido• 2- Restaurado• 1- Cariado• 0- Extraído
  146. 146. Índice de Equivalência a Dentes Saudáveis• alguns anos depois, foi constatado que os dentes cariados e os dentes restaurados possuem a mesma quantidade de tecido sadio devendo, portanto ter a mesma codificação, sendo adotado os seguintes códigos:• 4- Hígido• 1- Restaurado• 1-Cariado
  147. 147. Índice de Equivalência a Dentes SaudáveisFórmulas:Para o indivíduo: IEDS= (Hx4) + (Cx1) + (Ox1) 6Para o grupo: IEDS= (Hx4/N) + (Cx1/N) + (Ox1/N) 6
  148. 148. Índice de Marshall – Day e Sedwick• Este índice estuda a relação entre o número de superfícies CPO e o total de dentes presentes na boca.
  149. 149. Índice OMS 1997.• Como a cárie normalmente segue um padrão bilateral, este índice tem como objetivo otimizar o trabalho de exame restringindo a busca de eventos de cárie em apenas duas hemi-arcadas. Estas devem ser escolhidas de forma que sejam opostas, sendo sempre uma de cada arco. Recomenda-se alterar os lados da boca de cada paciente de forma a compensar distorções por quadrante.
  150. 150. Índice de Bodecker• É um índice para superfícies que difere do ICPO-S nos seguintes aspectos:• Enquanto no índice CPO-S todos os molares e pré-molares são considerados tendo cinco faces, este índice com base na morfologia dentária e zonas de susceptibilidade à cárie, subdivide as seguintes superfícies em duas:
  151. 151. Índice de Bodecker*Face oclusal dos molares superiores e pré- molares inferiores.*Face vestibular dos molares inferiores.*Face lingual do primeiro e segundo molar superior.
  152. 152. ÍNDICE MODIFICADO DE DEFEITOS NO DESENVOLVIMENTO DO ESMALTE - DDE• Classifica as anormalidades do esmalte dentário em três tipos segundo a aparência.Critérios:Normal (0 zero)Sem qualquer opacidade ou hipoplasia
  153. 153. ÍNDICE MODIFICADO DE DEFEITOS NODESENVOLVIMENTO DO ESMALTE - DDE• Opacidade definida (1) O esmalte de consistência normal e superfície intacta apresenta uma alteração demarcada de translucidez em grau variável, com limites distintos e claros.• Opacidade difusa (2) É uma anormalidade em grau variável na translucidez do esmalte, de coloração branca, sem limites claros em relação ao tecido normal.
  154. 154. ÍNDICE MODIFICADO DE DEFEITOS NODESENVOLVIMENTO DO ESMALTE - DDE• Hipoplasia (3) Uma deficiência que envolve a superfície do esmalte, estando associada a uma diminuição localizada de consistência. Na forma de:Pontos simples e/ou múltiplosSulcos simples e/ou múltiplosAusência parcial e/ou total de esmalte
  155. 155. ÍNDICE MODIFICADO DE DEFEITOS NODESENVOLVIMENTO DO ESMALTE - DDE• Outros defeitos (4)• Opacidades definidas e difusas (5)• Opacidade definida e hipoplasia (6)• Opacidade difusa e hipoplasia (7)• Todas as condições presentes (8)• Não informado (9)
  156. 156. ÍNDICE MODIFICADO DE DEFEITOS NODESENVOLVIMENTO DO ESMALTE - DDE• Se baseia no exame da superfície vestibular de dez dentes• 14 – 13 – 12 – 11 – 21 – 22 – 23 – 24 – 36 - 46
  157. 157. CPO InovadoCodificação:• Não erupcionado – 0 (0)• Cárie de esmalte – 1 (A)• Cárie de dentina – 2 (B)• Cárie com envolvimento pulpar – 3 (c)• Obturado – 4 (D)• Extraído por cárie – 5• Extraído por outras razões 7 (E)• Hígido – 8 (F)
  158. 158. Índice de capacidade mastigatóriaCodificação:• Cenoura crua ou aipo - 3• Salada crua – 2• Bife, costeleta ou carne sólida – 4• Ervilha, cenoura ou feijão verde – 1• Maçã inteira com casca – 5• Nenhum dos alimentos acima - 0
  159. 159. Perguntas1-Cenoura crua, aipo2-Salada crua ou de espinafre3- Bife, costela ou carne sólida4-Ervilha, cenoura ou feijão verde cozido5-Maçã inteira com casca sem cortar6-Nenhum dos alimentos acima
  160. 160. Índice de saúde bucal para uso em geriatria -GOHAICodificação:• Sempre - 1• Seguidamente – 2• Ás vezes – 3• Raramente – 4• Nunca - 5
  161. 161. Perguntas:1- Limita o tipo ou quantidade de alimentos que come devido a problemas com os seus dentes ou próteses?2- Tem problemas mordendo ou mastigando alimentos como carne sólida ou maça?3-Foi capaz de engolir confortavelmente?4-Limitou seu contato com outras pessoas devido às condições de seus dentes?
  162. 162. Perguntas5- Seus dentes ou proteses o impediram de falar da maneira como queria?6-Foi capaz de comer qualquer coisa sem sentir desconforto?7-Sentiu-se contente ou feliz com o aspecto de seus dentes ou próteses?8- Usou medicamentos para aliviar dor ou desconforto relativos a boca?9-Preocupou-se ou teve cuidados com seus dentes, gengivas ou proteses?
  163. 163. Perguntas10- Sentiu-se nervoso ou tomou consciencia de problemas com seus dentes, gengivas ou próteses?11- Sentiu desconforto ao alimentar-se em frente a outras pessoas devido a problemas com seus dentes ou proteses?12- Teve sensibilidade nos dentes ou gengivas ao contato com calor, frio ou doces?
  164. 164. • “É melhor lançar-se a incessante busca do triunfo, mesmo expondo-se ao insucesso, do que ingressar na imensa nuvem cinzenta e nebulosa dos pobres de espírito, que não gozam muito, nem sofrem muito, pois não conhecem a derrota e muito menos a vitória ….. Franklin Dellano Roosevelt

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