DONALD PIERSON<br />BRANCOS E PRETOS NA BAHIA<br />
INTRODUÇÃO<br />Pierson, chegou à Bahia em 1935, como aluno de doutorado em Chicago, sob a orientação de Robert Park,sua p...
PRETO X BRANCO<br />“NEGRO RICO É  BRANCO E BRANCO  POBRE É NEGRO”Koster<br />     Há um certo exagero nessa frase,mais co...
 USO DO TERMOS<br />Na Bahia segundo alguns estudiosos encontra-se vários termos para descrever  “Pretos e  Brancos” neste...
No Brasil , apelidar alguns indivíduos com tendência  Africana de “NEGRÕES” é comum como se inclina a fazê-lo alguns inves...
DIFERENÇAS<br />
DIFERENÇAS FÍSICAS<br />    Negros e brancos são acima de tudo mais que aparência física. Ainda nenhum estudioso levantou ...
POSIÇÃO SOCIAL<br />    Caio Prado afirma que a “classificação étnica se fez pela posição social e a raça”, pelo menos nas...
COR<br />    Num esforço para descrever  com maior rigor  as sociedades multi-raciais das caraíbas, distingue Smith 4 tipo...
BIBLIOGRAFIA <br />PIERSON, DONALD, Branco e pretos na Bahia, companhia editora nacional – São Paulo.<br />
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Cultura Afro

  1. 1. DONALD PIERSON<br />BRANCOS E PRETOS NA BAHIA<br />
  2. 2. INTRODUÇÃO<br />Pierson, chegou à Bahia em 1935, como aluno de doutorado em Chicago, sob a orientação de Robert Park,sua preocupação principal era com a integração e a mobilidade social dos negros, a hipótese de que o preconceito racial seria o principal obstáculo a essa integração, em detrimento dos aspectos de aculturação. Seu livro aponta o significado do Brasil como laboratório de relações raciais,fato que torna interessante a &quot;situação racial&quot; brasileira, é que tendo uma população de côr proporcionalmente maior que a dos Estados Unidos, o Brasil não tem &quot;problema racial&quot;. Entretanto, Pierson que já encontrou aqui, entre os acadêmicos brasileiros, uma história social do negro, desenvolvida por Gilberto Freyre e outros estudiosos, que fizera da miscigenação e da ascensão social dos mulatos as pedras fundamentais de sua compreensão da sociedade brasileira. <br /> <br />
  3. 3. PRETO X BRANCO<br />“NEGRO RICO É BRANCO E BRANCO POBRE É NEGRO”Koster<br /> Há um certo exagero nessa frase,mais com certeza há verdade. Para Koster um cavalheiro de alta posição administrativa no Recife se atribuísse a qualificação de “Mulato” com o argumento”como pode um capitão-mor ser mulato?”<br /> Porém se Maria é Negra e é minha amiga ela tende a ser considerada por mim branca no máximo morena. Porém se ela for minha inimiga ela será apontada como “aquela negra”, normalmente colocamos adjetivos pejorativos. <br />
  4. 4. USO DO TERMOS<br />Na Bahia segundo alguns estudiosos encontra-se vários termos para descrever “Pretos e Brancos” neste momento e no mesmo lugar.<br />Thales de Azevedo-(1966) 20 termos na Bahia<br />Hutchinson- (1951) 21 termos na zona rural <br />Marin Harris-(1963) 9 termos em Minas gerais<br />Bem Zimmer-(1963)15 termos em Monte Serra<br />Harris e Kottak- 39 na aldeia em Arembepe<br />Manoel Diegues Junior(1956)- 24 em várias partes do Brasil<br />
  5. 5. No Brasil , apelidar alguns indivíduos com tendência Africana de “NEGRÕES” é comum como se inclina a fazê-lo alguns investigadores dos Estados Unidos representa uma distorção do “quadro”; e fazer referência à imensa gama de mistos de africano e europeu como sendo “mulatos”.<br /> Ao mesmo tempo está série de termos são altamente significativo para se fazer uma analise precisa da situação racial no Brasil, principalmente para indicar algumas das diferenças desta.Em contraste com a “situações raciais”, da África do Sul e dos Estados Unidos. <br />
  6. 6. DIFERENÇAS<br />
  7. 7. DIFERENÇAS FÍSICAS<br /> Negros e brancos são acima de tudo mais que aparência física. Ainda nenhum estudioso levantou qualquer dúvida sobre as características de uma pessoa – particularmente a textura do cabelo a cor da pele. Não serem observadas e pelo menos ocasionalmente aludidas por todos os brasileiros , qualquer que seja seu nível social. Harrais encontrou em arembepe 13 termos diferentes aplicado a mesma pessoa.<br />
  8. 8. POSIÇÃO SOCIAL<br /> Caio Prado afirma que a “classificação étnica se fez pela posição social e a raça”, pelo menos nas classes superiores...” quais quer que sejam esses termos chamados “raciais”, portanto como foi reconhecido Harris e Kottak eles não são meios para classificar grupos de ascendência biológica comum, nem são simplesmente termo referidos a aparências física. <br />
  9. 9. COR<br /> Num esforço para descrever com maior rigor as sociedades multi-raciais das caraíbas, distingue Smith 4 tipos de “côr”: respeitando os aspectos genéticos, ele emprega a expressão “cor fenotípicas” para aludir a aparência e “cor genealógica” para se referir a ascendência racial.<br /> Para aludir o significado social da “cor” Smith sugere a expressão “cor associativa”. Levando em consideração o “molde cultural” Smith distingue a “cor cultural”<br />1-Cor Genealógica<br />2-Cor Fenotípica<br />3-Cor Associativa<br />4-Cor Cultural<br />
  10. 10. BIBLIOGRAFIA <br />PIERSON, DONALD, Branco e pretos na Bahia, companhia editora nacional – São Paulo.<br />

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