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Table 1: Progress in MDGs achieved by BrazilThe Lancet, maio 2011, Saúde no Brasil MDG 1- Eradicate               Extreme ...
Brasilia,A decisão da presidenta                                                      13 de maio de                       ...
111 anos do IOC: posse do CD e     apresentação do BSM                       Apresentação do                        BSM no...
Superposiçãogeografica de:
3 EIXOS DE ATUAÇÃO                                  Eixo Garantia de Renda                                                ...
EIXO DE ACESSO A SERVIÇOS PÚBLICOS                                     Eixo no Plano                                   2 d...
Lançamento do Plano em Brasilia      2 de junho de 2011
Um video de 3:52 minutoshttp://www.brasilsemmiseria.gov.br/apresentacao-2/
OBJETIVOS     Objetivo Geral     Promover a inclusão social e produtiva da população     extremamente pobre, tornando res...
PERFIL DOS EXTREMAMENTE POBRES                            EXTREMA POBREZA = 16,2 MILHÕES DE PESSOAS    59% estão concentr...
DESAFIO:         A MULTIDIMENSIONALIDADE DA POBREZA                  Romper o círculo vicioso da exclusão social   Princip...
Problemas de saúde da população em extrema                       pobreza   • Maior exposição a fatores de risco ambiental ...
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ppt. 1 - De onde surgiu a ideia. Apresentação da Dr. Tânia Araújo Jorge, do Instituto Oswaldo Cruz - IOC/FIOCRUZ

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  • Decit 10 anos 17.12.2010 Hotel Nacional, Brasilia
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    1. 1. O que são Por que Em que contextosCentro de Estudos do IOC20 de abril de 2012
    2. 2. 1- De onde surgiu a idéia.... Atividade cientifica e militância nas doenças da pobreza: laboratório, PIDC, reuniões no Decit e no TDR A sensibilização do MDS A construção conceitual e operacional do Plano Brasil sem Miséria
    3. 3. Correio Braziliense Artigo de Opinião na midia 17 de janeiro de 2011 No total, mais de 100 milhões de brasileiros ainda convivem com essas doenças endêmicas, antes conhecidas como “negligenciadas”, e cada vez mais assumidas como “doenças promotoras da pobreza”. http://www.fazenda.gov.br/resenhaeletronica/MostraMateria.asp?page=&cod=695501Tania Araújo-Jorge, 2012
    4. 4. Estamos prestes a iniciar o ciclo Dilma Rousseff de expectativase esperanças. Após oito anos do governo melhor avaliado daHistória, a nova presidenta se compromete a dar continuidade àspolíticas da gestão Lula que fizeram o Brasil resgatar parte desua dívida social, tirando da miséria e da pobreza umcontingente de pessoas do tamanho da população da França.Completar esse trabalho e erradicar a miséria no Brasil é a metanúmero um proposta pela primeira mulher a assumir apresidência do país. Não sem associar a isso os essenciaiscomponentes de educação, saúde, habitação e segurança,ensinando a pescar além de dar o peixe.Mas isso só será possível se o novo governo alinhar esseobjetivo socioeconômico a um outro objetivo macropolíticosituado no campo da saúde, que não foi mencionado nacampanha eleitoral e que não está explicitado nas metas doMais Saúde, o PAC da Saúde: controlar as doençaspromotoras da pobreza. Tania Araujo-Jorge Correio Braziliense, 17 janeiro 2011
    5. 5. De nada adiantará atingirmos a meta de ser a 5ª economia do mundose tivermos que continuar a falar dos dois milhões de pessoas comesquistossomose no Brasil, dos 93 milhões de pessoas com outrasverminoses, dos mais de 300 mil novos casos de malária por ano edos índices crescentes das leishmanioses (mais de 500 mil pessoas!),em franca expansão em capitais como Fortaleza, Campo Grande eTeresina. De nada adiantará nos alegrarmos com as vitórias dascampanhas de vacinação em massa no Brasil, que controlaram avaríola e a poliomielite e que estão na iminência de controlar osarampo e a rubéola, se ao lado dessas conquistas permanecem osquatro milhões de portadores de doença de Chagas ou os mais de75 mil portadores de hanseníase, essa doença bíblica que, mesmocom a aplicação de tratamento nos casos detectados, conta mais de 37mil novos casos por ano no Brasil. Como poderemos comemorar nossosavanços na cardiologia de alta qualidade ou nas pesquisas em célulastronco se os números de casos de tuberculose e de AIDS mostram umaredução lenta no país, ao mesmo tempo em que aumentam asocorrências nas regiões Norte e Nordeste? Isso sem falar da dengue eapenas citando que a sífilis dobrou no Brasil nos últimos cinco anos.
    6. 6. A presidente Dilma Rousseff tem, repetidamente, colocado a eliminação damiséria como prioridade número um de seu governo. Pesquisa feita peloDatafolha em oito unidades da Federação, em dezembro, mostra que em seis(Bahia, Distrito Federal, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo) asaúde é citada pela população como a preocupação maior. É hora, portanto,de nossos economistas, políticos, gestores e tomadores de decisões, emparticular aqueles com voz ativa neste novo governo, se conscientizarem que asestratégias atuais para a eliminação da miséria devem levar em conta estanova visão: a saúde como dos mais importantes requisitos para odesenvolvimento econômico e social e o combate às doenças tropicaisnegligenciadas como prioridade sanitária, pois atuam como verdadeiraspromotoras de pobreza.
    7. 7. Como são classificadas as doenças• Histórico de ocorrência (OMS; CDC) – Doenças endêmicas; Polio, raiva – Doenças re-emergentes; malária, TB – Doenças emergentes: gripe aviária• Distribuição geográfica & investimento P&D (OMS; MSF) – Globais: Sarampo, hepatite B, diabetes – Negligenciadas: HIV/AIDS, tuberculose – Mais negligenciadas: doença de Chagas, leishmanioses, esquistossomose• Efetividade das intervenções disponíveis (TDR) – Doenças fora de controle  não existem intervenções eficazes; (Grupo I) – ex: dengue, leishmanioses – Doenças com carga persistente apesar de existirem boas intervenções (Grupo II): ex: malaria, esquistossomose, TB – Doenças que podem ser eliminadas como problema de saúde pública: há estratégias eficazes de controle, e com planejamento e execução de políticas a carga da doença diminui (Grupo III): ex: Hanseniase, Chagas, Filariose, OncocercoseC. Morel, 2009
    8. 8. SVS-MS: As doenças Transmissíveis A- Doenças com tendência de redução  Doenças Imuno-preveníveis  Tuberculose  Esquistossomose mansônica  Hanseníase  Raiva humana  Doenças de Chagas por transmissão vetorial B- Doenças com manutenção de elevada carga ou com potencial epidêmico  Dengue  Leptospirose  Malária  Hantavirose  Febre amarela  Doença de Chagas Aguda Alimentar  Leishmanioses  Surtos C- Emergências de Saúde Pública  Influenza  Chikungunya  HIV, Sifilis, HPV, HTLV D- AIDS e DST  hepatitesOtaliba de Morais Neto – SVS/MS, 29/11/2010
    9. 9. Doenças globais, negligenciadas e mais negligenciadas (OMS & MSF) Doenças mais negligenciadas (ex: dengue, Chagas) Mercado farmacêutico mundial (>$600 bilhões em 2005) Doenças negligenciadas (ex: malaria, tuberculose) Doenças globais (ex: sarampo, diabete)C. Morel, dez 2010
    10. 10. Doenças globais• Incidem em países ricos e pobres, com grande número de populações vulneráveis em ambos – Sarampo, hepatite B, diabete, doenças relacionadas com o tabagismo• Existem incentivos de mercado para P&D nos países desenvolvidos Comissão da OMS – Macroeconomia e Saúde, 2000C. Morel, 2009
    11. 11. Doenças negligenciadas• Incidem em países ricos e pobres, mas uma grande proporção dos casos está nos países em desenvolvimento – HIV/AIDS, tuberculose• Existem alguns incentivos de mercado para P&D nos países desenvolvidos, mas o nível de investimento não é proporcional à carga global da doença Comissão da OMS – Macroeconomia e Saúde, 2000C. Morel, 2009
    12. 12. Por que a febre amarela não é consideradauma doença negligenciada? Por que há vacina contra a febre amarelaPrêmio Nobel de 1951 em Fisiologia e MedicinaC. Morel, 2009
    13. 13. Doenças mais negligenciadas• Incidem exclusivamente ou primordialmente nos países em desenvolvimento – doença de Chagas, leishmanioses, esquistossomose• Quase não existem incentivos para P&D e praticamente não são objeto de pesquisa pelos países desenvolvidos Comissão da OMS – Macroeconomia e Saúde, 2000C. Morel, 2009
    14. 14. • PLoS Neglected Tropical Diseases é uma revista aberta (open access) devotada a patologia, epidemiologia, prevenção, tratamento e controle das doenças tropicais negligenciadas (DTNs), bem como à politicas públicas relevantes para esse grupo de doenças. • As DTNs são definidas como um grupo de doenças infecciosas crônicas promotoras de pobreza que ocorrem em áreas rurais e em áreas urbanas pobres, em paises de vaixa e média renda. Elas são promotoras da pobreza porque tem impacto na saúde e no desenvolvimento das crianças, na gravidez e na produtividade do trabalhador, e também têm características estigmatizantesC. Morel, dez 2010 14
    15. 15. OMS, hoje: Doenças Tropicais Negligenciadas • As doenças tropicais negligenciadas são um sintoma da pobreza e das desvantagens sociais. Os mais afetados são as populações pobres que vivem em areas rurais remotas, favelas urbanas, ou zonas em conflito. Com escassa voz politica, as doenças tropicais negligenciadas tem um baixo perfil e um baixo status nas prioridades em saúde pública • Apesar de clinicamente diferentes, as doenças tropicais negligenciadas tem caracteristicas comuns que lhes garantem persistir em condições de pobreza, onde elas se aglutinam e co-incidem, e frequentemente se superpõem. Mais de 1 bilhão de pessoas, 1/6 da população mundial, sofre de uma ou mais doenças tropicais negligenciadasC. Morel, dez 2010 15
    16. 16. Evolução do conceito “Doenças Negligenciadas” • Conceito inicial: Fundação Rockfeller, TDR – Recursos insuficientes para pesquisa biomédica – Definidas globalmente (= lista das doenças do TDR) • Conceito MSF/DNDi & OMS – Doenças negligenciadas pela indústria farmacêutica e prevalentes em países em desenvolvimento – Resultantes da pobreza • Conceito atual Negligenciadas são – Doenças promotoras da pobreza as populações – Cada país define suas prioridades atingidas e não necessariamente as doençasC. Morel, dez 2010 16
    17. 17. O que são doenças negligenciadas? Respostas de profissionais de saúde (8/12/2011) • Doenças sem investimento da industria farmacêutica • Doenças que atingem mais a população pobre • Doenças que atingem países com maior desigualdade social • Doenças sem prioridade de políticas públicas • Doenças com incidência ou prevalência alta e baixos mecanismos de controle • Doenças que se perpetuam ao longo do tempo • Doenças que são desconhecidas da população • Doenças que passam desapercebida, são invisíveisTania Araújo-Jorge, 2011
    18. 18. http://www.who.int/tdr/stewar dship/global_report/en/http://www.who.int/neglected_diseases/2010report/ NTD_2010report_embargoed.pdf
    19. 19. Doenças da pobreza
    20. 20. Sensibilização do MDS: encomenda de Nota Técnica 60 anos do CNPq 27 de abril de 2011 Reunião com o MDS (Secretaria Extraordinária para Superação da Extrema Pobreza) para debater o problema das doenças negligenciadas Ana Fonseca – Secretaria Claudio Roquete – Secretario adjunto
    21. 21. Ainda há Jeca Tatu no Brasil? As pessoas tinham uma péssima imagem do Jeca, bêbado e preguiçoso. Quando perguntavam–lhe porque ele vivia desse jeito, respondia: - Não vale a pena fazer coisa alguma! Bebo para esquecer as desgraças da vida. Um dia um médico passou em frente a casa e espantou – se com tanta miséria. Percebendo que o caboclo estava amarelado e muito magro, resolveu examina – lo. Jeca disse a ele que sentia muito cansaço e dores pelo corpo. O médico constatou que tratava – se de uma doença chamada de ancilostomose, o amarelão. Explicou que tal doença era causada por pequenos vermes que entravam no seu corpo através da pele, principalmente da perna e dos pés. Receitou – lhe então remédios e um par de botas.
    22. 22. Ainda há Jeca Tatu no Brasil? Meses depois do tratamento, Jeca já era outra pessoa. A moleza tinha desaparecido e ele passava o dia inteiro trabalhando. Arrumava a casa, plantava, pescava, carregava madeira, cuidava do gado. Não exagerava mais na bebida. Ninguém mais o reconhecia, trabalhava tanto que até preocupava as pessoas. Ele, a mulher e os filhos andavam agora calçados, para evitarem a doença.
    23. 23. Fiocruz-IOC: Nota técnica para o Programa de combate a extrema pobrezaTania Araújo-Jorge, 2012
    24. 24. Dimensão do problema: 144 milhões de brasileiros (Nota Técnica IOC) Geohelmintoses: 93 milhões de infectados (Ascaridiase = 41.7 milhões, Ancilostomiase = 32.3 milhões, Trichuriase = 18.9 milhões); Anemias carenciais: 28 milhões de pessoas (3 milhões de crianças menores de cinco anos, 15 milhões de mulheres de 15 a 49 anosa e 10 milhões de crianças em idade escolar); Parasitoses intestinais: 15.4 milhões de crianças em idade escolar infectadas (estimativa com a prevalência média de 30%) Doença de Chagas: 3 milhões de portadores crônicos Esquistossomose: 2 milhões de portadores crônicos, Tracoma (Clamídia): prevalência de 1 milhão (2003) Nota Técnica do Malária: 600 mil novos casos por ano (2010) IOC Dengue: 227 mil casos notificados em 2010, 2 de maio de 2011 Tuberculose: 85 mil novos casos por ano (2009), Hanseníase: 47 mil novos caso por ano Filariose: 60 mil infectados Febre reumática: 30 mil pessoas por ano Leishmanioses: visceral= 5 mil novos casos por ano, prevalencia total 500 mil casos; Oncocercose: 1.200 casos, mapeados na área indígena YanomamiTania Araújo-Jorge, 2012
    25. 25. Incidência da população em extrema pobreza por regiões (% ) Total de Região pessoas 17% Brasil 16.267.197 59% Norte 2.658.452 3% Nordeste 9.609.803 17% Sudeste 2.725.532 Sul 715.961 4% Centro-Oeste 557.449 Fonte: IBGE- censo 2010/ Nota Técnica MDSTania Araújo-Jorge, 2012
    26. 26. Mobilização nos estados: Pernambuco Recife, 6 de maio de 2011
    27. 27. Economia e Saúde no Brasil: repercussão internacional Brasilia 9 de maio de 2011 The economist, The Lancet, 9 de maio 2011 novembro 2009 Saúde no Brasil
    28. 28. Sucessos & DesafiosThe economist, novembro 2009 •Economia crescendo 5% • Educação e infraestruturaano • Ainda há fome •Mais petróleo no pré-sal • Ainda há 16,2 milhões em •2015: a 5a maior economia pobreza extremado mundo • Doenças associadas à •Democracia estável pobreza •Redução dedesigualdades: 28 milhõessairam da pobreza + 36milhões ascendendo àclasse média •Estimulo do consumo interno •2016: Olimpiadas (Rio) •2014: Copa do Mundo •Melhorias na saúde
    29. 29. Table 1: Progress in MDGs achieved by BrazilThe Lancet, maio 2011, Saúde no Brasil MDG 1- Eradicate Extreme poverty reduced from 8·8% (1990) to extreme poverty 4·2% (2005); underweight prevalence in children and hunger younger than 5 years reduced from 5·6% (1989) to 2·2% (2006–07) MDG 4- Reduce Under-5 mortality falling by 4·8% a year since under-5 mortality by 1990 (MDG requires annual rate of decline of two-thirds 4·2%) MDG 6- Combat Low prevalence (<0·5%) of HIV, which has been HIV, AIDS, malaria, stable since 2000; almost complete eradication of tuberculosis, and some vaccine-preventable diseases (polio, other diseases measles, and diphtheria), diarrhoea, and Chagas’ disease; partial success in control of malaria, hepatitis A and B, tuberculosis, and schistosomiasis; failure to control dengue and visceral leishmaniasis Striking or partial progress against most infectious diseasesVictora et al. 2011, www.thelancet.com Published online May 9, 2011DOI:10.1016/S0140-6736(11)60055-X
    30. 30. Brasilia,A decisão da presidenta 13 de maio de 2011 Convênio MDS-Fiocruz EIC sobre as doenças que mais afetam essa Primeiras idéias: população, articulando escolas e SF Rede Fiocruz de apoio ao Plano Ações inter-setoriais
    31. 31. 111 anos do IOC: posse do CD e apresentação do BSM Apresentação do BSM no IOC 25 de maio de 2011
    32. 32. Superposiçãogeografica de:
    33. 33. 3 EIXOS DE ATUAÇÃO Eixo Garantia de Renda ELEVAÇÃO DA RENDA PERMAPA DA POBREZA Aumento das CAPITA 16,2 MILHÕES capacidades e Eixo Acesso a serviços oportunidades públicos AUMENTO DAS CONDIÇÕES DE BEM-ESTAR Eixo Inclusão Produtiva
    34. 34. EIXO DE ACESSO A SERVIÇOS PÚBLICOS Eixo no Plano 2 de junho de 2011Tania Araújo-Jorge, 2012
    35. 35. Lançamento do Plano em Brasilia 2 de junho de 2011
    36. 36. Um video de 3:52 minutoshttp://www.brasilsemmiseria.gov.br/apresentacao-2/
    37. 37. OBJETIVOS Objetivo Geral Promover a inclusão social e produtiva da população extremamente pobre, tornando residual o percentual dos que vivem abaixo da linha da extrema pobreza Objetivos Específicos Elevar a renda familiar per capita Ampliar o acesso aos serviços públicos, ações de cidadania e bem estar social Ampliar o acesso às oportunidades de ocupação e renda através de ações de inclusão produtiva nos meios urbano e ruralClaudio Roquete, MDS, maio 2011
    38. 38. PERFIL DOS EXTREMAMENTE POBRES EXTREMA POBREZA = 16,2 MILHÕES DE PESSOAS  59% estão concentrados na região Nordeste = 9,61 milhões de pessoas  Do total de brasileiros residentes no campo, um em cada quatro se encontra em extrema pobreza (25,5%)  50,9% tem até 19 anos de idade  39,9% tem até 14 anos de idade = cerca de quatro em cada dez indivíduos em extrema pobreza no Brasil  53,3% dos domicílios não estão ligados à rede geral de esgoto pluvial ou fossa séptica  48,4% dos domicílios rurais em extrema pobreza não estão ligados à rede geral de distribuição de água e não têm poço ou nascente na propriedade  70,8% são negros (pretos e pardos)  25,8% são analfabetos (15 anos ou mais) * Segundo o Censo Demográfico 2010 (IBGE) – Domicílios particulares permanentes ocupadosClaudio Roquete, MDS, maio 2011
    39. 39. DESAFIO: A MULTIDIMENSIONALIDADE DA POBREZA Romper o círculo vicioso da exclusão social Principais dificuldades: Vive em territórios de baixo dinamismo econômico Reduzido grau de escolaridade e qualificação Acesso precário a recursos, oportunidades de emprego e atividades produtivas e serviços públicos básicos  Insuficiência de renda + Fatores sociais, geográficos (regiões menos desenvolvidas, assentamentos precários) + Fatores biológicos (idade, estado de saúde, gravidez)  multiplicam ou reduzem o impacto exercido pelos rendimentos sobre cada indivíduo  Faltam: instrução, acesso à terra e insumos para produção, saúde, moradia, justiça, apoio familiar e comunitário, crédito e outros recursos produtivos, voz ativa nas instituições e acesso a oportunidades  Desafio: implementar uma abordagem multidimensional, que envolva ações de transferência de renda associadas a melhoria geral do bem estar social e ao acesso à oportunidades de ocupação e rendaClaudio Roquete, MDS, maio 2011
    40. 40. Problemas de saúde da população em extrema pobreza • Maior exposição a fatores de risco ambiental • Exposição a doenças infecto-contagiosas e crônicas não transmissíveis • Pior estado nutricional • Maior taxa de fecundidade • Maior prevalência de edêntulos < convívio social e capacidade de inserção no mercado de trabalho • Dificuldade de acesso a consulta oftalmológica e óculos > evasão escolar e analfabetismo • Dificuldade de acesso aos serviços de saúde e medicamentosSecretaria Executiva, Min.Saúde

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