1) A epidemia de HIV/AIDS na América Latina e Caribe continua crescendo e afetando grupos marginalizados da sociedade devido à pobreza, desigualdades e exclusão social.
2) Mais de 1,8 milhão de pessoas vivem com HIV na região, com taxas de prevalência mais altas no Haiti e taxas mais baixas em Cuba.
3) A vulnerabilidade social, como a pobreza, marginalização e exclusão, coloca grupos em maior risco de contrair HIV devido à falta de acesso a informações