Expedições Fiocruz 2012 4/5

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ppt. 4 - A expedições do século XXI.
Apresentação da Dr. Tânia Araújo Jorge, do Instituto Oswaldo Cruz - IOC/FIOCRUZ

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Expedições Fiocruz 2012 4/5

  1. 1. A expedições do século XXI... Propostas em construção
  2. 2. O Globo, 19 de fevereiro de 2012 30 de março de 2012
  3. 3. Iniciativas IOC e projetos de doutorado Expedições 2012-2015 Projetos de doutorado 1- Doenças associadas à pobreza 2- Educação, cultura e pobreza 3- Território, ambiente, saúdeTania Araújo-Jorge, 2012
  4. 4. Projeto Expedições: em negociação na Capes Coordenação: Tania C de Araujo Jorge –Fiocruz RJ/IOC Marcos André Vannier Santos – Fiocruz BA/ CPqGM Paulo Sérgio D´Andrea - Fiocruz RJ/IOC Nilton Bahlis dos Santos – Fiocruz RJ/ICICT Antonio Carlos Pavão – UFPE/ Rede Novos Talentos
  5. 5. Público alvoa) Professores da educação básica (ensino fundamental e médio), cuja atualização e aperfeiçoamento sejam recomendados por um diagnóstico da situação local de ensino no município visitadob) Alunos da educação básica (ensino fundamental e médio) indicados pelos respectivos professores.c) População geral dos municípios visitados, com ênfase nas famílias em situação de maior vulnerabilidade em função da condição de vida em situação de extrema pobreza.d) Profissionais de saúde, cultura e assistência social, em atividades integradas e apoiadas pelas escolas públicas dos municípios visitados.e) Gestores públicos dos municípios visitados e lideranças comunitárias e profissionais, que comporão as redes local e nacional da Fiocruz em apoio ao Plano Brasil sem Miséria.
  6. 6. Comissão Especial do IOC  migração de projetos atuais e novos projetosprojetos de doutorado já em andamento: poderão ser adaptados/atualizados para atender aos requisitos da chamada de projetos.doutorandos, cursando desde o 1º até o 8º período de Doutorado, dos seis Programas de PG do IOCQualificação de seu projeto num programa de alta relevância social, com prioridade em nível doMinistério da Saúde e da Fiocruz.Contribuição para o aumento de bolsas de doutorado do IOC, uma vez que a bolsa liberada poderá ampliar as vagas nos próximos processos seletivos para doutorado no IOC.Dúvidas: projetobrasilsemmiseria@ioc.fiocruz.br1- em oficinas de debate sobre os projetos candidatos, segundas feiras de 9 as 12h,sala 202 no castelo mourisco2- por consulta ao email acima, enviando seu projeto original e sua proposta de modificação, explicitando: qual sua idéia sobre como seu estudo pode apoiar o Plano BSM e que tipo de produto/proposta/processo poderia ser gerado para ser agregado ao BSM no período de 2011 a 2015; se teria alguma necessidade adicional de recursos para acelerar o desenvolvimento do projeto e divulgação do(s) produto(s); se o orientador estaria de acordo com a idéia (segue copia desta ao orientador).
  7. 7. Podem ser incluídos no Programa IOC pelo Brasil sem Miséria• 1- ( ) abordam um dos temas prioritários do Plano Brasil sem Miséria, a saber:• Saúde (doenças associadas à pobreza2 tais como tuberculose, hanseníase, leishmanioses, dengue, malária, esquistossomose, geohelmintoses, parasitoses intestinais, anemias carenciais, febre reumática, sífilis, doença de Chagas, filariose, oncocercose e tracoma; hipertensão e diabetes; saúde da família; saúde na Escola; saúde materno- infantil e pré-natal/rede cegonha, saúde bucal e ocular, saúde mental, combate ao crack e outras drogas);• Educação (alfabetização, ensino técnico, educação de mulheres);• Empreendimentos do PAC (habitação e saneamento, educação infantil, unidades básicas de saúde);• Segurança alimentar (cozinhas comunitárias, bancos de alimentos);• Apoio à população em situação de rua;• Capacitação e qualificação da população em extrema pobreza entre 18 e 59 anos (PRONATEC e Programa Mulheres Mil, MEC• e/ou• 2- gerem produtos sobre esses temas, tais como: materiais informativos• /comunicativos aos portadores das referidas doenças ou aos profissionais de• saúde, educação ou comunicação que lidam com o tema (folhetos, vídeos,
  8. 8. Podem ser incluídos no Programa IOC pelo Brasil sem Miséria• 2- gerem produtos sobre esses temas, tais como: materiais informativos /comunicativos aos portadores das referidas doenças ou aos profissionais de saúde, educação ou comunicação que lidam com o tema (folhetos, vídeos, jogos, blogs, páginas em redes sociais ou outros); e/ou sugiram ações ou linhas de investimento aos governos federal, estadual ou municipal que contribuam para mitigar os problemas de saúde tratados (ex: recomendação de política pública, de local a ser particularmente trabalhado, de estratégia a ser perseguida; e/ou recomendem processos, protocolos ou procedimentos para melhoria da assistência, da vigilância ou da promoção da saúde nos temas tratados e/ou• 3- ( ) se desenvolvam na interação com pessoas a quem se dirigem os esforços do Plano Brasil sem Miséria (em trabalhos junto a unidades de saúde, de educação, de cultura ou de assistência social que lidem com famílias pobres que sobrevivem com renda per capita menor que 70 reais por mês, precisando inclusão no Programa Bolsa Família, e/ou que já recebem a Bolsa Família) e/ou• 4- ( ) se desenvolva em municípios ou estados que já tenham ou estejam preparando seus Planos Brasil sem Miséria com foco no público-alvo do Plano Brasil sem Miséria: crianças, jovens, idosos, mulheres, portadores de doenças negligenciadas
  9. 9. Objetivos• Realizar 30 expedições de 2012 a 2014 por localidades em que a pobreza desafia o desenvolvimento social e econômico Articulando uma rede de parceiros;• Promover nas expedições ações convergentes de educação e divulgação científica, promoção da saúde e da cultura em municípios que estiverem engajados no BSM;• Apoiar atividades de pesquisa-ação de professores nas cidades visitadas pelas expedições, irradiando iniciativas similares em cidades vizinhas;• Consolidar as redes locais de afirmação da cidadania, com base na difusão e compartilhamento da ciência e da saúde como elementos da cultura;
  10. 10. Experiência prévia em que se baseia a propostaa) Expedição piloto em Paudalho-PE (janeiro de 2012)b) Intervenção da Fiocruz-Brasilia em Sobradinho II (janeiro-junho de 2012)c) Cursos de férias da rede Nacional de Educação e Ciênciad) Fiocruz pra Você (eventos anuais das Unidades da Fiocruz)e) Celebração da Saúde e Cidadania (eventos da Secretaria Municipal de Saúde do Rio)f) Oficinas temáticas do IOC para professores e agentes de saúde e de culturag) Cursos de atualização para professores (Fiocruz BA, MG, RJ)h) Ciência na estrada (Fiocruz Bahia) e Ciência Móvel (Museu da Vida e Espaço Ciência)i) Cursos de Saúde comunitária do IOC (Manguinhos e campus Mata Atlântica)j) Gestão e educação ambiental – Fiocruz- RJk) Desenvolvimento local e planejamento territorial – Fiocruz-RJl) Articulação de políticas para o território – Fiocruz-RJ
  11. 11. Escolha dos locais para realização das expedições, dentre os 5565 municípiosbrasileiros  10 critérios combinados (mínimo 4)1- Obrigatório: Municípios prioritários do Plano Brasil sem Miséria, que serão alvo deações de eliminação da pobreza extrema, a partir da lista elaborada com os critériosusados pelo MDS para a formulação do Plano, de modo a assegurar o alinhamento dasatividades das expedições ao esforço de erradicação da miséria no Brasil;2- Obrigatório: Municípios aderentes ao Plano Saúde na Escola (PSE), que articula asequipes da estratégia de Saúde da Família da Atenção Básica do SUS com as escolaslocais, com foco na saúde das crianças e jovens em idade escolar, para assegurar açõesancoradas nas escolas e integradas entre educação e saúde;3- Obrigatório: Municípios com indicadores de prevalência ou incidência de doençasinfecciosas associadas à pobreza com relevância em saúde pública, tais como:· causadas por bactérias como tuberculose, hanseníase, tracoma, febre reumática e leptospirose (doenças controláveis por antibiótico-terapia e/ou imunoprevenção ou imunoterapia, educação popular e melhoria de renda e habitação),· causadas por vermes e parasitas como esquistossomose e parasitoses intestinais (helmintoses, amebíases e giardíases, doenças controláveis por quimioterapia, educação popular e melhoria de renda e habitação )· transmitidas por insetos como leishmanioses e doença de Chagas, malária e dengue (doenças controláveis por manejo ambiental, educação popular em saúde, linhas de cuidado na atenção básica e vigilância ambiental, entomológica e epidemiológica)· doenças relativas à subnutrição e anemias carenciais, causadas por déficit alimentar (por baixa ingestão de alimentos que aportem o ferro necessário para a produção de glóbulos vermelhos, como fígado, carne, ovos e feijão, verduras, legumes e vegetais) ou por perdas de sangue (decorrentes de verminoses, de hemorragias ou de alcoolismo; verminoses e outras infecções retroalimentam anemias carenciais e vice-versa; anemias podem ser agravadas por infecções crônicas, câncer ou doenças inflamatórias, sendo a artrite reumatóide e a tuberculose as mais importantes).
  12. 12. Escolha dos locais para realização das expedições, dentre os 5565 municípiosbrasileiros  10 critérios combinados (no mínimo 4)4- Obrigatório: Municípios que se comprometam a apoiar as expedições da Fiocruz cominvestimentos (recursos financeiros e humanos) como contrapartida, confirmandoresposta favorável ao contato e convite e/ou a chamada pública de seleção;5- Municípios e estados comprovadamente aderentes ao Plano Brasil sem Miséria,mediante a pacto com o MDS através de Planos Estaduais e Municipais, para assegurarações integradas e sustentáveis, com responsabilidades e compromissos locais;6- Municípios com uma Rede de Assistência Social bem estabelecida pela Secretaria daárea7- Municípios e estados registrados no circuito das expedições históricas do InstitutoOswaldo Cruz de 1910 a 1914, para comparações das condições de vida e saúde daspopulações 100 anos após as descrições feitas pela Fiocruz;8- Municípios onde a Fiocruz desenvolve pesquisas de campo para investigação e/ouvigilância epidemiológica e/ou ambiental;9- Municípios aderentes ao Programa de Cidades Saudáveis, para potencializar suasatividades e/ou com forte atividade de Pontos de Cultura credenciados no MinC10-Municípios em estados/regiões em que a Fiocruz mantém Institutos com atividades,ou parcerias estreitas com órgãos de educação e/ou saúde locais;
  13. 13. Atividades propostas e descrição: componentes para as expediçõesCada expedição será preparada de modo a conter componentes de ensino,extensão,pesquisa e cooperação/integração, e a assegurar continuidade apóso período específico de realização da viagemEnsino:a) Componente educativo para professores (formação continuada) e alunos: cursos de 20 a 40horas com a filosofia de estimular o espírito investigador de professores e alunos, sobre temasrelevantes para os eixos de interesse do Plano Brasil sem Miséria com compartilhamento de 40vagas: 12 para professores, 24 para alunos e 5 para profissionais de saúde, cultura e assistênciasocialb) Componente educativo para profissionais de saúde e de assistência social: 2 minicursos deformação (3-4 horas) no tema do curso, durante o período da expedição, com compartilhamentode vagas 15 para os profissionais em questão e 5 para professoresc) Componente educativo para desenvolvimento local e inclusão produtiva: oficinas deinclusão produtiva em temas com potencial de geração de renda de interesse e aplicação local,em parceria com a Secretaria de Assistência Social local e o Sebrae.d) Componente educativo para alunos de Mestrado, Doutorado e Iniciação Científicaintegrantes das equipes expedicionárias, com seminários formativos prévios e rodas dialógicasantes, durante e após cada expedição (disciplina eletiva de 30 horas/2 créditos)e) Componente educativo em pesquisa-ação para professores com seus alunos: projetos decontinuidade a serem desenvolvidos no local pelos professores, em associação com profissionaisde saúde, cultura e/ou assistência social;
  14. 14. Atividades propostas e descrição: componentes para as expediçõesExtensão:f) Componente social de divulgação em ciência e saúde: 2 dias de atividades de ciência, saúde e cultura, nas cidades visitadas pela expediçãoPesquisa:g) Componente de investigação de campo de projetos de Pós-Graduação inseridos na Rede Fiocruz pelo Brasil sem Miséria segundo os convênios estabelecidos pela Fiocruz com o MDS e com a CAPES
  15. 15. Atividades propostas e descrição: componentes para as expediçõesCooperação/integração:h) Componente integrador intersetorial: composição e fortalecimento de rede local e rede nacional de parceiros locais, estaduais e nacionais, pré- e pós-expedição.i) Componente de consolidação pós-evento: projeto de trabalho numa ou mais escolas do município; agendamento de visitas do ônibus “Ciência Móvel”; participação das feiras de ciências municipal, estadual e nacional; participação nas olimpíadas de ciências (química, astronomia, matemática, saúde e ambiente); participação na semana nacional de ciência e tecnologia; núcleo local de apoio a ações de saúde e cidadania, com programa de trabalho e relações profissionais estabelecidas; participação do município no Pólo da UAB mais próximo ou criação de novos pólos da UAB; eventos locais de celebração locais de saúde e cidadania; expedição de retorno (6 meses após)
  16. 16. Atividades anteriores às expedições7.1. Oficinas de integração localno mínimo três reuniões prévias na localidade escolhidaintegração dos diversos atores participantes locaiscompor 50 a 60% da equipe com participantes locais e definir as prioridades locais a serem trabalhadas: tema dos cursos e oficinas, locais de realização de atividades, perspectivas de multiplicação em cidades vizinhas posteriormente, integração na rede social da Fiocruz pelo Brasil sem Miséria.7.2. Oficinas de preparação dos cursos para professores40 vagas: 12 para professores, 24 para alunos e 5 para profissionais de saúde, cultura e assistência social (composição híbrida testada com sucesso pelo Espaço Ciência nos seus diversos Cursos de Férias)20 a 40 horasEscola escolhida pela equipe local, adequada para as atividades do curso; potencial para integração de atividades com a comunidade extra-escolar.Metodologia “De Meis”, validada na Rede Novos Talentos.tema escolhido no processo de preparação anterior1 coordenador(a) e uma equipe adjunta por ele(a) indicada, com experiência prévia na metodologia adotada nos Cursos de Férias e/ou realizar formação especifica para atuação nessa metodologia durante o projeto, seja em oficinas especiais preparadas para isso ou participando previamente de curso similar na rede.
  17. 17. Atividades anteriores às expediçõesTemas dos cursosSaúde é o que interessa, doença é que não presta: 1- Saúde na famíliaSaúde é o que interessa, doença é que não presta: 2- Água, saúde e doençaSaúde é o que interessa, doença é que não presta: 3- Ambiente saudávelSaúde é o que interessa, doença é que não presta: 4- Doenças transmitidas por insetosTemas de ciência a serem trabalhados nos cursosBiologia: saúde, ambiente, doenças da pobreza nos municípios específicos, promoção da saúdeQuímica: água, ambiente, lixo, resíduos, alimentosMatemática: estatísticas descritivas e probabilísticas de saúde e sócio- econômicasFísica: medidas, movimentos,Geografia/História: Brasil, desenvolvimento, trabalho,
  18. 18. Atividades anteriores às expedições7.3. Oficinas de inclusão produtiva para desenvolvimento localpublico alvo: população alcançada pelo Plano Brasil sem Miséria em seus diversos programas sociais e educacionais.previamente pactuadas com a Secretaria de Assistência Social e com a o SEBRAE, comvistas a mobilizar o maior potencial para desenvolvimento sócio- econômico local.7.4. Oficinas de preparação dos mini-cursos das expedições2 a 4 mini-cursos/oficinas com 3 horas de duração sobre temas de interesse dos profissionais de saúde, assistência social e cultura.organizados a partir das experiências disponíveis nas Unidades da Fiocruz e seus parceiros, com ênfase nas prioridades temáticas identificadas nas oficinas de integração tratadas no item 7.1.objetivo central: disseminar tecnologias sociais relacionadas ao controle das doenças da pobreza, como, por exemplo, oficinas de ciência e arte para educação popular em saúde nos temas referidos, gestão do lixo doméstico, programas de reciclagem, reaproveitamento alimentar, intervenção na temperatura e qualidade das casas, entre outras ações.Estratégias para realizar ações dialógicas em escolas da zona rural: problemas regionais, alimentos típicos da região.tecnologias sociais para aproveitamento da agricultura familiar visando à promoção da sustentabilidade nas comunidades envolvidas.
  19. 19. Atividades anteriores às expedições7.5. Oficinas de mobilização e formação de alunos de Pós-Graduação expedicionáriosaté 20 vagas para que alunos de mestrado e doutorado das Pós-Graduações da Fiocruz (e seus parceiros), de modo a possibilitar sua imersão na realidade social do Brasil em atividades intelectuais e práticas de trabalho de campo. Disciplina eletiva para os programas de PG da Fiocruz intitulada “Práticas de trabalho social em campo”, com 30 horas, equivalente a 2 créditos.no mínimo 6 horas para atividades antes e 6 para atividades depois da expedição, e 18 horas para as atividades durante a expedição.7.6. Oficinas de organização das redes sociais locaisEm cada expedição: uma rede social no facebook, para mobilização e comunicação integrada entre a equipe e os participantes da rede.coordenar, focalizar e convergir localmente os trabalhos de redes de inclusão social e democratização da ciência, com o de redes de educação popular, de pontos de cultura, de promoção da saúde na estratégia de saúde da família.potencializar ações do Estado e agir como catalisadores de ações educativassemear idéias e grupos criativos, contagiar jovens e mobilizar inteligências e braços.
  20. 20. Atividades anteriores às expedições7.8. Exposições itinerantesEm cada expedição: uma ou mais exposições itinerantes1- expedições históricas do Instituto Oswaldo Cruz ao NEsimples, conjuntos de posters (banners) verticais, para serem expostos em escolas ou praças,servem de âncoras com os conteúdos temáticos que serão trabalhados nas expedições.Todas ganham uma versão digital em apresentações Power point e em pequenos clipes animados e musicados.2- doenças perpetuadoras da pobreza, 144 milhões de pessoas, sem certeza sobre a incidência de co-infecções. Elas são perpetuadoras, poisprejudicam tanto a capacidade cognitiva como a laboral das pessoas acometidas,Comprometem o ingresso e o sucesso no mercado de trabalho.
  21. 21. Atividades posteriores às expedições7.10. Participação nos núcleos e/ou comitês locais do PlanoBrasil sem Misériano local (e adjacências) da expediçãoestados em que a Fiocruz mantém Instituto próprio e/ou parceriaestreita com órgão de educação ou saúdenúcleos locais para articulação dos parceiros do projetointegrado aos Comitês Intersetoriais locais do Brasil sem Miséria,pré-condição para que o Estado ou Município receba os recursos eações do Plano  participação da Fiocruz/parceiros = indicador desucesso da expedição + acompanhamento das ações em curso no atéque o resultado final do BSM seja alcançado naquele município/local;programa de trabalho: metas locais: ascensão social dapopulação emextrema pobreza + acesso a serviços públicos por essa população +inclusão em atividades geradoras de renda + melhoria dosindicadores de saúde e de educação + aumento da educaçãocientifica e em saúde + participação de alunos e professores nasatividades propostas (numero de projetos desenvolvidos nas escolase nas unidades básicas de saúde, participação em Feiras de Ciência eSaúde, em Olimpíadas educativas, criação de centros locais deciência, cultura earte integrados, entre outros)
  22. 22. Atividades posteriores às expedições• 7.11. Novos cursos, mini-cursos e projetos realizados na cidade/região a partir dos profissionais egressos das atividades da expedição egressos das atividades da expedição  continuidade do trabalho. novas edições (no mínimo uma) do mesmo curso e/ou dos minicursos realizados, formatadas e realizada pelos próprios profissionais locais (ainda que contando com a participação de 1 a 3 expedicionários Fiocruz para apoio)  fortalecimento do tema no trabalho educativo do município + capacidade multiplicadora alcançada pela expedição trabalho de final de curso em até 30 dias: um ou mais projetos de trabalho numa ou mais escolas do município, com a participação dos alunos que fizerem o curso com eles (sistema pesquisador/assistente; professor/monitor); recursos para custeio de um projeto pós-expedição  egressos o núcleo Fiocruz-BSM local, ou o Comitê Intersetorial BSM local acompanhará o processo recomendando o projeto a ser apoiado, a partir de uma avaliação local pelos próprios profissionais envolvidos. Outras atividades (indicadores de progresso e de sucesso da expedição): agendamento de visitas do ônibus “Ciência Móvel” ou similar disponível no Estado; participação das feiras de ciências municipal, estadual e nacional; participação nas olimpíadas de ciências (química, astronomia, matemática, saúde e ambiente) e nos eventos de saúde e cultura; participação na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia e nos Dias Nacionais/Regionais da Saúde, da Sustentabilidade, da Poesia, entre outros; núcleos locais de apoio a ações de saúde e cidadania, com programa de trabalho e relações profissionais estabelecidas; eventos locais de celebração locais de saúde e cidadania; participação do município em Pólo(s) locais da UAB (Universidade Aberta do Brasil) ou criação de novos pólos da UAB;
  23. 23. Atividades posteriores às expedições7.12. Projetos locais de continuidade: pesquisa-açãoTrabalho final do curso apresentado em até 30 diascoordenado pelo(s) professor(es) e seus alunos cursistas, e apoiado pelos profissionais de outros setores que tiverem participado do cursoapoio financeiro (R$ 3 mil reais para custeio + 2 bolsas PIBID para professors + 3 bolsas PIBID para alunos) por 6 meses, renováveis por mais 6 meses mediante os avanços em seu desenvolvimento.construído coletivamente ou escolhido dentre varias propostas competitivas, sempre por decisão coletiva do grupo que participou do curso.acompanhados pelo Núcleo Fiocruz local:1º mês Debate dos projetos2º mês Aperfeiçoamento e/ou elaboração de projetos3º mês Oficinas4º mês Palestra5º mês Oficinas6º mês Seminário aberto para exposição dos resultados/ avaliação/decisão de continuidade/renovação7º ao 12 mês Oficinas bimensais para acompanhamento
  24. 24. Atividades posteriores às expedições7.13. Expedição de retornoDiferente da primeira, e focalizada num evento que exponha e dê visibilidade ao trabalho local realizado após a primeira expedição, a expedição de retornoObjetivo: propiciar um momento de síntese do efeito do trabalho realizado e de avaliação do seu potencial de sustentabilidade. Essaapenas com no máximo 20% dos expedicionários iniciais, e deverá integrar egressos da primeira expedição e novos participantes identificados no trabalho de continuidade realizado.6 a 24 meses depois da primeira expediçãoorganizada pelo núcleo/comitê local, com apoio da coordenação geral do projeto.7.14. Registros orais e escritos e disseminação/divulgação das Expediçõesrepositório digital de todo o trabalho realizado e de todos os relatórios individuais e coletivos gerados nas expedições.Serão disponibilizados publica e gratuitamente todas as aulas e materiais educativos preparados e utilizados nos eventos de formação, bem como todos os trabalhos de final de curso produzidos.Será incentivada a publicação das experiências em diversos meios, tanto para disseminação entre pares como nasociedade em geral.7.15. Seminários de pesquisas relacionadas às expediçõesTodos os projetos de pesquisa da Fiocruz identificados com os objetivos do BSM poderão participar, seja com a agregação de materiais educativos e membros da equipe expedicionária, seja com a proposição de realização de expedição em paralelo a expedições para pesquisa de campo nas diversas áreas do conhecimento (epidemiologia, paleontologia,ecologia, ambiente, etc).uma vez a cada semestre, ou no mínimo uma vez por ano, será realizado um seminário integrador das pesquisas Fiocruz no BSM, para disseminação das experiências, cooperação, integração e criação de ambiente para proposição de novas idéias e inovações sociais e tecnológicas no processo.
  25. 25. Produtos e resultados previstos: • 30 Núcleos/comitês de Apoio ao Plano Brasil sem Miséria em 30 locais • Diagnósticos sócio-econômicos locais e planos de trabalho para intervenções ntegradas dos núcleos/comitês • Cursos de Férias: “Saúde é o que interessa, doença é o que não presta” • Eventos: “Celebração da Saúde e Cidadania” • Fóruns de integração: “Ciência, educação e cultura para a saúde” • Espaços de ciência e arte criados e/ou fortalecidos nos municípios visitados (centros de ciência e cultura) • Oficinas de Ciência, Arte e Cidadania elaboradas • Exposições itinerantes • Banco virtual para acesso a materiais educativos e a experiências da rede • Vídeos e apresentações diversas sobre as experiências da rede • Rede social virtual pelo Brasil sem Miséria. • Projetos de desenvolvimento de tecnologias sociais e inovação para inclusão produtiva • Projetos de pesquisa e de formação de recursos humanos: teses, dissertações, monografias
  26. 26. Comunicação integrada da Rede Fiocruz pelo Brasil sem Miséria1- Levantar as experiências e os materiais educativos produzidos pelos grupos participantes para abordar e trabalhar as doenças associadas à pobreza (e os demais temas de saúde incluídos no Plano Brasil sem Miséria), e para promover a saúde e a educação em ciência. Avaliar esses materiais e disponibilizá-los para todos através de rede virtual.2- Identificar tecnologias sociais relacionadas a esses trabalhos com potencial para serem incorporadas a iniciativas de inclusão produtiva merecedoras de replicação local.3- Mapear os municípios escolhidos para sediar as expedições, seus indicadores sócioeconômicos, sanitários, educacionais e culturais, em planilha específica elaborada para o projeto, identificar os problemas de saúde prevalentes nessas licalidades e levantar as características de suas redes de educação, cultura e saúde, identificando lideranças para integrar redes locais;4- Identificar as cidades com potencial de criação de núcleos da rede e instituições locais que possam sediá-los.5- Identificar a relação entre as co-morbidades e doenças associadas.6- Propor ações de formação em ciência, arte, cultura e saúde, para formar e qualificar profissionais e voluntários, nos diversos níveis de ensino, para ações continuadas de promoção da saúde, no processo de busca ativa da parcela de brasileiros que precisam ser beneficiados pelo plano.7- Desenvolver medidas que apóiem a economia popular solidária por meio de abertura de novos mercados (parcerias entre 3º setor e cooperativas locais, etc), com atenção especial às parcerias com a rede do COEP e da rede de tecnologias sociais.8- Registrar e monitorar todas essas atividades, gerando estudos específicos conformados como dissertações de mestrado, teses de doutorado e trabalhos de conclusão de cursos de graduação e especialização.9- Sistematizar regularmente todas essas atividades e dar-lhes visibilidade, com ampla divulgação na internet e redes sociais.10- Apoiar a mobilização de Fóruns de enfrentamento das doenças da pobreza, em âmbitos municipal, estadual e federal.
  27. 27. Resultados• 1- Definir uma contribuição clara dos setores acadêmicos e universitários para o Plano Brasil sem Miséria• 2- Associar projetos de pesquisa em diferentes programas de pós-graduação a ações desenvolvidas no Plano Brasil sem Miséria• 3- Associar projetos de extensão a ações desenvolvidas no Plano Brasil sem Miséria• 4- Ampliar a articulação de grupos de pesquisa em Institutos e em Universidade com escolas, unidades de saúde, de assistência social e de cultura, que permitam a ampliação das demandas ao Programa PIBID Capes, que concede bolsas a professores da educação básica.
  28. 28. Projeto IOC: Expedições 2012-2014 Resp: diretoria Tania Araujo-Jorge e Paulo D´Andrea 3. Expedição 1: Pernambuco 4. Expedição 2: Ceará 5. Expedição 3: Pará 6. Expedição 4: Tocantins Cooperação nos demais estados com as demais unidades da Fiocruz (BA, AM, RO, MS, MG)
  29. 29. Pesquisa e ensino integrados às expedições: ensino: formação de expedicionários, teses Resp: diretoria Helene Barbosa IOC: chamada de seleção já aberta em 3 Programas de PG1. Identificação de projetos de doutorado em curso com escopo de apoio ao BSM2. Captação de novos projetos de doutorado nas 6 PGs3. Cota MS e Fiocruz de bolsas para projetos de mestrado e de especialização relacionados ao BSM
  30. 30. Teses de doutorado do IOC no BSM
  31. 31. Comissão Especial do IOC  migração de projetos atuais e novos projetosprojetos de doutorado já em andamento: poderão ser adaptados/atualizados para atender aos requisitos da chamada de projetos.doutorandos, cursando desde o 1º até o 8º período de Doutorado, dos seis Programas de PG do IOCQualificação de seu projeto num programa de alta relevância social, com prioridade em nível doMinistério da Saúde e da Fiocruz.Contribuição para o aumento de bolsas de doutorado do IOC, uma vez que a bolsa liberada poderá ampliar as vagas nos próximos processos seletivos para doutorado no IOC.Dúvidas: projetobrasilsemmiseria@ioc.fiocruz.br1- em oficinas de debate sobre os projetos candidatos, segundas feiras de 9 as 12h,sala 202 no castelo mourisco2- por consulta ao email acima, enviando seu projeto original e sua proposta de modificação, explicitando: qual sua idéia sobre como seu estudo pode apoiar o Plano BSM e que tipo de produto/proposta/processo poderia ser gerado para ser agregado ao BSM no período de 2011 a 2015; se teria alguma necessidade adicional de recursos para acelerar o desenvolvimento do projeto e divulgação do(s) produto(s); se o orientador estaria de acordo com a idéia (segue copia desta ao orientador).
  32. 32. Podem ser incluídos no Programa IOC pelo Brasil sem Miséria• 1- ( ) abordam um dos temas prioritários do Plano Brasil sem Miséria, a saber:• Saúde (doenças associadas à pobreza2 tais como tuberculose, hanseníase, leishmanioses, dengue, malária, esquistossomose, geohelmintoses, parasitoses intestinais, anemias carenciais, febre reumática, sífilis, doença de Chagas, filariose, oncocercose e tracoma; hipertensão e diabetes; saúde da família; saúde na Escola; saúde materno- infantil e pré-natal/rede cegonha, saúde bucal e ocular, saúde mental, combate ao crack e outras drogas);• Educação (alfabetização, ensino técnico, educação de mulheres);• Empreendimentos do PAC (habitação e saneamento, educação infantil, unidades básicas de saúde);• Segurança alimentar (cozinhas comunitárias, bancos de alimentos);• Apoio à população em situação de rua;• Capacitação e qualificação da população em extrema pobreza entre 18 e 59 anos (PRONATEC e Programa Mulheres Mil, MEC• e/ou• 2- gerem produtos sobre esses temas, tais como: materiais informativos• /comunicativos aos portadores das referidas doenças ou aos profissionais de• saúde, educação ou comunicação que lidam com o tema (folhetos, vídeos,
  33. 33. Podem ser incluídos no Programa IOC pelo Brasil sem Miséria• 2- gerem produtos sobre esses temas, tais como: materiais informativos /comunicativos aos portadores das referidas doenças ou aos profissionais de saúde, educação ou comunicação que lidam com o tema (folhetos, vídeos, jogos, blogs, páginas em redes sociais ou outros); e/ou sugiram ações ou linhas de investimento aos governos federal, estadual ou municipal que contribuam para mitigar os problemas de saúde tratados (ex: recomendação de política pública, de local a ser particularmente trabalhado, de estratégia a ser perseguida; e/ou recomendem processos, protocolos ou procedimentos para melhoria da assistência, da vigilância ou da promoção da saúde nos temas tratados e/ou• 3- ( ) se desenvolvam na interação com pessoas a quem se dirigem os esforços do Plano Brasil sem Miséria (em trabalhos junto a unidades de saúde, de educação, de cultura ou de assistência social que lidem com famílias pobres que sobrevivem com renda per capita menor que 70 reais por mês, precisando inclusão no Programa Bolsa Família, e/ou que já recebem a Bolsa Família) e/ou• 4- ( ) se desenvolva em municípios ou estados que já tenham ou estejam preparando seus Planos Brasil sem Miséria com foco no público-alvo do Plano Brasil sem Miséria: crianças, jovens, idosos, mulheres, portadores de doenças negligenciadas
  34. 34. Projetos a serem integrados às expedições: pesquisa, atenção e educação1. Controle da Esquistossomose e geo-helmintoses na transposição do Rio São Francisco (Otavio Pieri e colaboradores – apoio SVS)2. Hanseniase: Reintegração dos pacientes com dor neural e avaliação neurologica dos efeitos da poliquimioterapia nos pacientes multibacilares tratados com esquema OMS / 12 doses (Euzenir Sarno – apoio SVS)3. Ciência, Saúde e Desenvolvimento Local – estratégias de promoção da saúde com ciência e arte potencializando tecnologias sociais aplicadas a diferentes territórios abordados na missão da Fiocruz (Tania Araujo-Jorge)4. Dengue e Leishmaniose: estratégias de controle e vigilância nos territórios de atuação do BSM em áreas endêmicas rurais e urbanas (Elizabeth Rangel, Denise Valle)5. Leishmaniose Tegumentar: qualificação da atenção em áreas urbanas dos territórios BSM no Rio de Janeiro (Sergio Mendonça)6. Doença de Chagas aguda na cadeia produtiva do Açai: estudos interdisciplinares no Pará (Ana Jansen, Cleber Galvão, Paulo D´Andrea)7. Economia Ambiental, vulnerabilidade e saúde: relações ambiente e pobreza (Marta Barata)8. Abordagem Ecossistêmica em Saúde e o controle da transmissão da esquistossomose em situações de complexidade emergente (Mariza Soares)9. Saúde Yanomami: a oncocercose e as co-infecções (mansonelose, malária, leishmaniose tegumentar americana, tracoma e tuberculose) (Marilza Herzog)10. Aprendizagem Significativa de conceitos das Biociências e Saúde (Evelyse Lemos)
  35. 35. Projetos a serem integrados às expedições: promoção da saúde1. Saúde e drogas: desenvolvimento e avaliação de ações educativas em programas sociais (Simone Monteiro)2. Educação e Promoção da Saúde no Pólo IOC-Jacarepaguá e no Campus Fiocruz Mata Atlântica: foco em beneficiários BF (Antonio Neto)3. Olho vivo nos vetores: Chagas, Leishmaniose, dengue, malária (Jacenir Mallet)4. Capacitação comunitária para a prevenção da tuberculose e parasitoses através da educação popular participativa em saúde (Antonio Neto)5. Alfabetismo Científico e Promoção da Saúde (Danielle Grynszpan)6. Reprodução, gênero e sexualidade vinculados à temática do HIV/Aids e ao ensino de ciências (Eliane Vargas)7. A restituição dos resultados de pesquisa em Saúde do Trabalhador como estratégia de promoção de saúde em instâncias do SUS (Lucia Rotenberg)

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