Jornal chapa

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Jornal chapa

  1. 1. Jornal de Campanha - Eleições PED - Outubro 2013 Por um DF mais justo e solidário! Em 68,foi a primeira vez em que corri da polícia e fui batizado pela fumaça de gás lacrimogêneo da ditadura que reprimia a Mani- festação dos 100 mil,no Centro do Rio de Janeiro,exigindo democra- cia.Ninguém esquece! A partir daí, me comprometi com a luta contra a ditadura e já tinha me apaixonado pelas idéias socialistas.Surge,então, com toda uma geração de jovens,a participação nas lutas reivindicando a criação de um partido operário baseado nos sindicatos. Assim, no final de 1979, ainda expulso da Universidade de Brasília,sob a acusação de promo- ver a luta de classes - do que me orgulho - foi com honra que par- ticipei de uma atividade no Teatro de Arena, onde se discutia - entre sindicalistas e estudantes - pela pri- meira vez ali,a idéia de formação de um partido dos trabalhadores.Era a mesma luta,a mesma caminhada,o mesmo sonho para transformar esta sociedade no interesse dos trabalha- dores,no rumo do socialismo.Anis- tiado,a volta para UnB,foi também a continuidade da luta política para que a universidade se sintonizasse novamente no sonho rebelde de Darcy Ribeiro: uma universidade necessária, comprometida com a liberação da Nação Brasileira. Ao ser indicado, agora, pela chapa “Queremos de volta o PT de Lutas”para disputar o cargo de pre- sidente do PT-DF,com a tarefa de representar um esforço coletivo de militantes petistas,lutadores de uma vida inteira,para não deixar o sonho de um partido de trabalhadores se perder,para recuperar suas melhores tradições de democracia,rebeldia, e o programa de transformação social, é como sentir crescer a mesma garra da juventude.Coração de estudante, como na canção, sempre batendo forte no peito,pelas mesmas causas, sonhos,ideais... Só que,dois governos do pre- sidente Lula e a eleição da presi- denta Dilma, colocam para o PT, desafios completamente novos.Pri- meiro o de defender as conquistas já alcançadas,a ampliação do trabalho formal,a redução do desemprego,a queda na mortalidade e na desnutri- ção infantil,a distribuição de renda. Defender a retomada da indústria naval, a inclusão de milhões de brasileiros ao acesso à luz elétrica, a expansão da educação pública em nível superior e técnico.Agora, defender com garra e persuasão o programa Mais Médicos, atacado por uma sofisticada manipulação informativa,em nome de interesses elitistas da medicina capitalista e de sua indústria farmacêutica transna- cional.O que implica em priorizar a construção de nossa mídia pró- pria,como tem ressaltado o compa- nheiro Lula,para termos capacidade de dialogar com a grande maioria que não lê jornais,especialmente os jovens,trabalhadores e estudantes. No plano local, onde o PT também governa,a sua função pode ser mais decisiva.Em razão da tra- gédia social e política herdada dos governos Roriz e Arruda, o PT assume numa situação complexa, governando o DF numa composi- ção que lhe dá maioria parlamentar, mas,também lhe limita,em muitos aspectos,a tomada de medidas que, mais ampla e rapidamente,atendam aos interesses dos setores mais sofri- dos do DF.Pagar esta a dívida social para com os mais pobres, é nossa prioridade como petistas. Investi- mentos importantes estão sendo realizados pelo GDF, em particu- lar nas áreas de saúde e transporte, mas, ainda assim, são exatamente estas as duas áreas que registram o maior grau de queixas populares. Praticamente, a cada dia há pro- testos populares irados e legítimos contra ônibus quebrados,indicando insatisfação explosiva, acumulada, o que recomenda uma prioriza- ção pela empresa estatalTCB para uma resposta rápida e radical no Beto Almeida é Coordenador do Núcleo de Base de Comunicação e Cultura do PT-DF, um dos raros em funcionamento. Jornalista mineiro, formado pela UnB, é presidente da TV Comunitária de Brasília e diretor- fundador da Telesur, a convite de Hugo Chávez. Sempre aliou sua atuação profissional na imprensa tradicional à militância na mídia alternativa. É concursado na TV Senado, na qual é âncora dos programas Cidadania , Agenda Econômica e Espaço Cultural. Foi vice-presidente da Federação Nacional dos Jornalistas e também de vice- presidente da Federação Internacional dos Jornalistas. É membro da Comissão Brasileira Justiça e Paz, da CNBB e fundador do Jornal Brasil de Fato. É articulista dos sites Carta Maior, Pátria Latina e Observatório da Imprensa. Coordena a Campanha em Defesa da Voz do Brasil, com o apoio do PT, da Cut, Contag, Fenaj, Fitert, CBJP e MST. Fundador da Casa da Amizade Brasil- Nicarágua, lá trabalhou nas Brigadas de Solidariedade e Coordenador do Comitê de Solidariedade ao Timor Leste, que visitou para montar uma Rádio Comunitária doada pelo Comitê. Foi condecorado em Cuba com a Medalha Félix Elmuza. Comentarista do programa Música e informação, da Cultura-FM, afastado na Era Roriz. Presidente: Beto Almeida 399 - Chapa: 499 Ronal Barroso
  2. 2. 2 PT de Lutas PT de Lutas Queremos de volta o PT de lutas! Beto Almeida, jornalista  “Queremos de volta do PT de lutas!!!!”  Brasília, 20 de agosto de 2013. Leia mais sobre a Chapa “Queremos um PT de Lutas” no blog:  http://ptdelutas.blogspot.com.br Facebook: http://www.facebook.com/ queremosdevoltaoptdelutas Se conseguimos construir o PT enfrentando a ditadura,a cul- tura política tradicional e viciada, a tirania da mídia, o poder eco- nômico corrupto, e já por três vezes elegemos o Presidente da República e por duas vezes do governador do DF, também venceremos os novos obstáculos e desafios, revertendo a burocra- tização do partido, revigorando sua própria democracia interior, intensificando o debate político,e recuperando sua mística rebelde e mobilizadora junto aos movi- mentos sociais e à sociedade. É esta a esperança e a cons- ciência que move e inspira os militantes que lançam a chapa “Queremos de Volta o PT de Lutas”, que concorre à direção do PT-DF nas eleições democrá- ticas internas de 10 de novembro de 2013. E aqui estão as nossas idéias e propostas. Vamos priorizar a democra- tização do partido, convocando o conjunto da militância a participar ativa e criativamente das sua ins- tâncias, a começar pelo estímulo ao renascimento e fortalecimento dos núcleos de base.Temos espe- rança e energia para posicionar o PT sempre solidário com os movi- mentos sociais, dos trabalhadores do campo e da cidade,da juventu- de,priorizando um diálogo demo- crático PT-Sociedade organizada, e,também, apresentando propos- tas ao GDF. Para isso, a própria sede do PT-DF deve se transfor- mar num intenso centro de deba- tes e de vida cultural,com um cine- clube,uma biblioteca política,num centro de informação e comuni- cação atrativo para a militância, especialmente a juventude. O PT deve estar ombro a ombro às legítimas deman- das populares, promovendo o seu debate democrático e, assim, encorajando o GDF a priori- zar e atender a essas reivindica- ções mais sentidas.É com debate democrático e vida política inte- rior intensa que faremos o PT ampliar sua autoridade na socie- dade. É o que permitirá dar uma base de apoio para que o GDF não seja travado pela complexi- dade das alianças que lhe susten- tam. Com mais protagonismo do PT, teremos força para exer- cer de fato uma hegemonia polí- tica democrática capaz de levar o GDF a ter mais audácia e deci- são, para transformar o Distrito Federal num território mais justo, democrático e mais solidário. Coordenação Política de Campanha: Antonio Lisboa, Maria Lucia Iwanow, Carlos Saraiva, Rosilene Correa, Leonardo Max, Andrezza Xavier, Luis Domingos, João Carlos Machado e Beto Almeida. atendimento à população das áreas pior servidas em transporte. O PT deve representar esta causa junto ao GDF.Com autonomia e indepen- dência.É o melhor apoio ao GDF. Todos estes temas candentes e centrais da vida dura da maioria do povo do DF devem fazer parte da agenda política do PT-DF. Esse debate democrático não tem sido feito pelo partido. Sequer o PT possui um jornal para dialogar com a população. Está desarmado em matéria de comunicação. Uma prioridade que nossa chapa levanta, com força! A notícia recente da libera- ção de recursos do Governo Fede- ral para obras de infra-estrutura e mobilidade no Centro Oeste,inclu- sive para a interligação ferroviária da capital com Goiânia e a moder- nização da ferrovia existente entre Luziânia e Brasília, revela uma dis- cussão que o PT-DF não realizou com a militância e a população.Essa ausência de debate,facilitou a deci- são por uma modalidade rodoviá- ria - também sem debate demo- crático promovido pelo PT-DF - fazendo com que uma opção ferroviária moderna,mais eficiente, ambientalmente correta e de amplo alcance social, deixasse de ser uma das prioridades do GDF, embora tenha sido ponto da campanha elei- toral de 2010. Ou seja, não havia falta de recursos, o que não houve foi a mobilização do PT, solidário à população torturada por este sis- tema de transporte, com acidentes diários, perdas de vida, de tempo útil,de mobilidade,de preciosa con- vivência com a família. Neste epi- sódio, o PT-DF poderia ter feito a diferença, uma campanha, um plebiscito, mas,simplesmente,não atuou politicamente. Tendo ocupado já cargos na direção do PT-DF, da CUT-DF, do Sindicato dos Radialistas, do Sindicato dos Jornalistas do DF,da FENAJ (vice-presidente) e da Fede- ração Internacional dos Jornalistas (vice-presidente) e participado da construção daTV Comunitária do DF,há 16 anos no ar,receber a hon- rosa indicação para ser candidato a presidente do PT-DF, pela chapa “Queremos de volta o PT de lutas” é dar continuidade a uma opção de vida militante pela vida afora. Foi com muita honra que partici- pei dos seminários “A imaginação a serviço do Brasil”,para elaborar o programa de Comunicação e Cul- tura da Campanha de Lula Presi- dente, em 2002, e, depois, a con- vite do presidente Hugo Chávez, na construção da Telesur, televisão de integração latino americana, da qual sou diretor. Agora, em nosso coletivo,sentimos a responsabilidade de fazer intenso debate dentro do partido para recuperar muitas polí- ticas e programas que se encontram fora de nossa agenda.Em particular, dar a batalha para que avancemos na democratização da comunicação, como vem ocorrendo na Argentina, na Venezuela,no Equador e Bolívia, para citar apenas alguns exemplos mais próximos. Essa deve ser uma batalha preciosa para o PT. Estamos convencidos de que o PT saberá mostrar à população sua capacidade de se superar, de revigorar suas lutas fundamentais, sabendo atuar nas alianças sem se deixar diluir,fortalecendo a presença dos movimentos sociais,dos traba- lhadores e da juventude na agenda do Partido e do GDF. Ampliar a luta pela Reforma Agrária no DF e no Brasil,recuperar a luta pela Esta- tização do Transporte, para que o DF tenha transporte dia e noite. Fortalecer a luta política pela sobe- rania sobre nossos recursos naturais (petróleo),pelaTelebrás e pela inter- net pública,gratuita e democrática. Nosso compromisso é,também,de democratizar a vida política e cultu- ral do próprio PT e do DF,criando um Fórum Petista Permanente de Debates sobre todos os temas que mais afligem o DF e impulsionar a vida política no PT,com iniciativas junto aos movimentos que lutam em defesa dos trabalhadores. Isso sig- nifica trazer para o interior do par- tido o espírito de rebeldia e debate vigoroso que as intensas manifes- tações sociais estão apontando.Ter humildade para aprender estas lutas do povo.E garra e decisão para não permitir que esta energia se perca num rotineirismo partidário injus- tificável, ainda mais para um par- tido que nasce exatamente da alma rebelde e combativa, da história de luta dos trabalhadores,intelectuais, jovens e artistas do Brasil. Queremos de volta o PT de Lutas! “Recuperar o PT”, último pedido de Gushiken (foto) Lula revelou que Gushi- ken lhe pediu, poucos dias antes de partir, que trabalhasse para “recuperar” o PT. “O partido foi feito para ficar 24 horas por dia ajudando a organizar a luta do povo brasileiro. Se tem um par- tido nesse país que não tem que se esconder, esse partido é o Par- tido dos Trabalhadores, porque foi na rua que ele nasceu — afir- mou Lula, referindo-se à ultima conversa com Gushiken. Lula convocou os militantes a voltar às ruas com camisa vermelha e a estrela símbolo do PT no peito. “Precisamos ter orgulho do nosso partido”. HOMENAGEMEDITORIAL
  3. 3. 3 PT de Lutas PT de Lutas Queremos de volta o PT de lutas! Ao longo da sua história o PT se consolidou como referência para os movimentos sociais e de traba- lhadores e num ciclo mais recente, nos governos, na implementação de bem sucedidas políticas sociais. Somos um Grupo profunda- mente identificado com essa tra- jetória. Reunimos militantes que acreditam no papel estratégico do PT para a consolidação das mudan- ças necessárias ao Brasil e, por meio dessa Chapa, buscamos trazer uma reflexão sobre os rumos de nosso partido. A hora e a vez da América Latina A vitória de forças progressis- tas no Brasil,Argentina,Venezuela e outros, marcaram o declínio do pro- jeto conservador e o desenho de um novo “modelo de desenvolvimento” com distribuição de renda, preserva- ção dos interesses nacionais, conso- lidação de processos democráticos e integração do Continente com criação de diferentes instrumentos de coope- ração multilateral como o Mercosul, Unasul, Alba e outros. Já em termos globais, merece destaque o ativismo do Brasil pela Paz, que o colocou como protagonista da inflexão vista de maior equilíbrio entre os países. O Brasil, as mudanças na última década Nos últimos 10 anos, com Lula e Dilma, avançamos na redu- ção do desemprego, melhoria da renda e acesso a serviços públicos para milhões de brasileiros. Assim como, na implementação de políti- cas públicas de promoção da saúde e inclusão social por cotas e de prote- ção social às mulheres, jovens, popu- lação LGBT e outros. A consolidação dessas con- quistas econômicas e sociais, trou- xeram o Brasil a um novo patamar. Com novos anseios, evoluíram rápida e positivamente as reivin- dicações por direitos, cidadania e serviços públicos de qualidade. Situ- ação que exige uma política social e econômica que tenha lado, que dê passos largos rumo à consolidação de um projeto socialista e de eman- cipação social. As jornadas de junho mos- traram que o PT só tem o caminho que segue à esquerda. As reivindi- cações apontam para as pautas dos movimentos sociais por melhorias no transporte público,saúde e educação. Assim como,indicaram a vontade da sociedade de fazer política e de res- saltar os limites da ética.Nos mostra- ram ser necessário que o PT se renove, que retome uma relação próxima aos movimentos sociais e à juventude. Se é verdade que a instituciona- lização trouxe amadurecimento ao PT e avanços,também é preciso observar que fragilizamos nossos laços com os movimentos sociais aos quais recorre- mos apenas em eleições e crises. No cenário atual observamos o recrudescimento das ações casuísticas da direita em ataque à democracia, quando age pela criminalização dos movimentos sociais, de jornalistas independentes do exercício da política. Exemplo máximo desta ação, num claro golpe ao arrepio da Constitui- ção,está na condenação de dirigentes do PT através da Ação Penal nº 470. O PT e a democracia interna Observamos com preocupa- ção o enfraquecimento de nossa democracia interna: os núcleos de base são raros, o PED suprimiu o debate nos encontros democráticos, os diretórios raramente funcionam com regularidade e os setoriais perderam sua capacidade de for- mulação. As instâncias, em grande medida, foram substituídas pelas políticas de acordo e composições entre dirigentes. Foi suprimida a reflexão coletiva a partir do debate. O que afugenta quadros e militan- tes importantes, transformado o PT num partido cada vez mais tradicio- nal no pior sentido. No diálogo com a sociedade não há vestígios de uma política de efetiva comunicação do partido. Assim como é débil e sem assertivi- dade na posição sobre a regulamen- tação do capítulo constitucional refe- rente à comunicação, especialmente pela democratização no acesso,plura- lidade de opinião e fim do oligopólio dos meios de comunicação. Há problema também na rela- ção com os governos que elegeu.Aos quais,certamente deve dar sustenta- ção política,mas num processo dialé- tico,fraterno e equilibrado,mediado pelo debate e sem a subordinação.O que do contrário, fere a autonomia partidária,desidrata a capacidade for- mulação política e fragiliza o diálogo de ambos com sociedade. O PT de volta ao GDF Temos uma longa história na capital do país, desde as lutas contra a ditadura, por diretas-já, pela auto- nomia política do DF e nas lutas dos trabalhadores. Construímos um governo democrático e popu- lar entre 1995 e 1998, que concluiu seu mandato com 80% de aprova- ção popular. Na oposição, por doze anos, combatemos as máquinas de corrupção de Roriz e Arruda. Retornamos ao GDF em 2010 à frente de uma coalizão ampla, que se queria de centro-esquerda e com apoio dos movimentos sociais.Venci- das as eleições,para além da já ampla composição,o governo extrapolou em muito o leque de alianças, trazendo para dentro do GDF forças inclusive oriundas do Bloco Rorizista.Ignorou que a população queria mudanças na forma de fazer política e na recupera- ção dos serviços públicos sucateados. Passados dois anos e meio, o nosso governo tem realizado grande esforço para tornar a nossa cidade melhor. Podemos destacar obras de mobilidade urbana, contratação de servidores públicos, investimentos em saúde, habitação e educação. Entretanto, a falta de diálogo com a sociedade, a paralisia do Partido como instrumento da ação polí- tica e a perda de identidade com o sentimento da sociedade, está nos levando a um forte desgaste. Governar com Participação Cabe ao PT-DF atuar de maneira sistemática para a consolida- ção das suas bandeiras para a cidade. E Chamar um amplo debate com a sociedade e movimentos sociais, o campo de esquerda e o campo polí- tico de apoio ao Governo para a for- mulação de forma participativa do Programa de Governo para as pró- ximas eleições. Sem o propósito de esgotar aqui os assuntos, mas com o cuidado de chamar a atenção para os desafios que nos esperam, des- tacamos: a implementação real do orçamento participativo, o fortale- cimento e a expansão da TCB e do Metrô-DF,ampliação dos programas de saúde preventiva,investimento em projetos que levem cultura à popula- ção de baixa renda, a criação da TV pública do DF e a implementação da educação de tempo integral e da Universidade Distrital. O que está em jogo é o destino do DF e de seus cidadãos que ainda esperam pelos resultados não enxer- garam em nosso governo. É preciso agir e aprofundar as mudanças. Dar prioridade a pauta dos movimentos sociais: atender as legítimas reivindi- cações dos trabalhadores,implemen- tar  políticas que dialoguem com os setores mais excluídos da população. No campo das alianças políticas,o PT precisa deixar claro a identidade do campo de alianças que deve liderar para governar. Queremos de volta o PT das instâncias em funcionamento, democráticas e seus núcleos de base; queremos de volta dirigentes, par- lamentares e executivos que respei- tem o programa do PT e as deci- sões de suas instâncias; queremos de volta os debates que nos preparem para liderar o campo democrático e socialista no enfrentamento das lutas políticas. Desta forma, convidamos a todos/as que se identificam com nossa tese para estar conosco em busca do PT que seja, de fato, pro- tagonista na melhoria da vida de toda população brasiliense. Queremos de volta o PT de lutas Luís Inácio Lula da Silva na manifestação operária do ABC em 1978 dando impulso à criação do PT Leia a tese completa no panfleto em anexo ou no Blog: http://ptdelutas.blogspot.com.br/
  4. 4. 4 PT de Lutas PT de Lutas Queremos de volta o PT de lutas! Rosilene Correa Diretoria do SINPRO  (Sindicato dos Professores - DF) É preciso que não se perca o PT vivo e rebelde, que tornou possível o primeiro presidente operário e a primeira mulher na presidência, para garantir a luta contra as injustiças sociais. Como professores do PT, temos o desafio de ter um DF livre do analfabetismo, conquistando Educação integral e Cultura popular para combater a violência, o trabalho infantil e as drogas. Por isso, “Queremos de volta o PT de lutas”. Por que um PT de Lutas? Beth Carvalho, sambista. “Eu apoio Beto Almeida  por sua coerência, seriedade e luci- dez!   Com seu pensamento transformador vai dirigir o PT-DF promovendo as ações revolucionárias tão necessárias para este momento, apoiando a juventude que aí está cheia de vontade de participar e resgatando os valores, um tanto esquecidos, para a renovação deste partido que veio para mudar este país. É da força revolucionária deste homem que precisamos”.  Beth Carvalho -  27/08/2013 Samuel Pinheiro Guimarães Ex-Ministro de Assuntos Estratégicos do Governo Lula, Vencedor do Troféu “Juca Pato” com o livro “Desafios brasileiros na era dos gigantes” A candidatura encabeçada por Beto Almeida nos traz a certeza de que o PT DF vai priorizar energicamente as lutas trans- formadoras para a superação da miséria, a defesa da soberania sobre nossas riquezas e território e, também, que travará o bom combate pela democratização urgente da comunicação e da cultura.Teremos mais pre- sença,vai animar e qualificar a vida política no DF e ter diálogo democrático e solidário com os movimentos sociais, para aprofundar as mudanças iniciadas pelo Lula. Carlos Saraiva Médico, fundador do PT-DF e primeiro presidente do Sindicato dos Médicos do DF, em 1979. “A legitimação hegemônica do partido,junto ao executivo e legislativo.” A volta do pro- tagonismo político, combatente, ousado e conseqüente junto aos movimentos sociais; a academia,os intelectuais e a militância petista, tenho certeza,serão resgatados,com a eleição do histórico,Beto Almeida. Antonio Lisboa Professor, Dirigente Nacional da CUT e da CNTE O PT necessita, urgentemente, retomar sua trajetória de partido de lutas, que dialoga permanen- temente com sua base social. Por isso, nesse  PED, vote em um candidato a presidente que tenha história e compro- misso com as lutas sociais. Vote no com- panheiro Beto Almeida. Maria Lúcia Iwanow Ex-vice presidente do PT/ DF, pertenceu ao seu primeiro núcleo de educação. Fundadora da CUT e do SINPRO-DF. Coordena a redação do Gabinete da Casa Civil da Presidência da República. Direções imobilistas, omissas, currais elei- torais, caciquismos, rasteiras, toma lá da cá por cargos são coisas alheias ao nosso pro- grama e aos nossos princípios. O PT nasceu para ser ético na política e Beto Almeida, por sua seriedade, por seu comprometi- mento ético com um DF, um Brasil, um mundo de paz muito melhor para todas as pessoas, representa a possibilidade de retomada de nosso PT de lutas. Mara Régia Jornalista e radialista Nos anos 80 conheci Beto Almeida nas ondas do rádio. Direto dos estúdios da Nacional de Brasília, Viva Maria abriu os microfones para ouvir a voz que queria democratizar a comuni- cação e a cultura na luta por uma verda- deira democracia em nosso país. Fizemos até um programa de TV com esse nome: Cidadania! Um tema que é referência na história de lutas desse jornalista que tem como marca a coerência e a integridade. Virtudes que o PT – DF precisa resgatar, fortalecer e valorizar. Luís Domingos militante do PT-DF A construção do PT é um processo que deve ter a solidariedade como valor permanente. Sem ela não faz sentido o tra- tamento: companheiros (as). Apoio o Beto porque é alguém que ousa fazer da vida uma caminhada não apenas com aqueles que lhes são próximos, mas com toda a humanidade. Andreza Xavier Direção da Juventude do PT-DF Apoio a candida- tura do companheiro Beto Almeida por seu compromisso histórico com o partido, com as pautas da juventude, e com as lutas tão necessárias à consolidação das transfor- mações sociais que o Brasil ainda precisa. Leonardo Max militante do PT- Guará Sou desta chapa para discutir o papel do PT, as razões que levaram milha- res de trabalhadores e trabalhadoras a cons- truir esse partido. Se para ser um partido de quadros ou de massa, eleitoral ou capaz de mudar a política. Quero um PT que transforme a sociedade. José Ivan Mayer de Aquino Coordenador do Comitê-DF da Ação da Cidadania Contra a Fome, a Miséria e Pela vida.   Após 16 anos fora do PT-DF e próximo do povo e das ruas com a Ação da Cidada- nia Contra a Fome, a Miséria e Pela vida, desenvolvendo Microcrédito, Cooperativas de Catadores/as e de Capacitação Comuni- tária,fica difícil aceitar um PT distante dessa realidade e sem políticas públicas. Por isso, minha esperança nas propostas desta chapa. Ricardo Pacheco PT Paranoá Resgatar o modo petista de governar privilegiando alianças de centro-esquerda, implementando políticas públicas que redistribuam renda e riqueza e apontem para a democratização política e social do país. É fundamental que o PT “abra as por- tas” oxigenando suas instâncias internas com participação militante e laços com os movimentos sociais. Por isso aqui no PT-DF, Beto Almeida para presidente. Isabel Portuguez Professora, Diretoria do SINPRO Apoiar o compa- nheiro Beto Almeida é uma honra, pois sei de sua luta e seu compromisso com a classe trabalhadora. Devemos debater os rumos do partido constantemente e concretizar ainda mais nosso projeto social, dessa luta o Beto nunca se omitiu. Carlos Cirane Professor, Diretoria do SINPRO Tenho orgulho de apoiar o candidato Beto Almeida. Ele é capaz de mobilizar a militância para debater os problemas de interesse da população.   José Aristóteles Felipe Professor e militante do PT-DF  É uma grande satisfação apoiar o nome do companheiro Beto Almeida à presidência do PT-DF.Sei que sua candidatura representa um grande ganho para a militância do PT.  José Carlos Torves Jornalista e Diretor da FENAJ Eu voto e declaro o apoio à Beto Almeida para a presidência do PT-DF  para que o partido retome  o caminho de lutas, de mobilização e da militância de base, com- promissado com as lutas dos movimentos sociais e sindicais, conforme as nossas ori- gens e princípios. Sonia Palhares militante do PT-DF O meu candidato é o companheiro Beto Almeida!!! Tenho por ele profunda estima, respeito e confiança política. Sei da sua honestidade e do seu compromisso com os princípios do nosso partido. Se existe alguém que ainda seja capaz de resgatar os princípios do PT, é esse cara!!! Beto Almeida para Presidente do PT-DF! Marcio Bonfim Músico e militante do PT-DF Beto Almeida sig- nifica o resgate de valores como aliança com o movimento de massas, discussão política, coerência e ação em harmonia com o pensamento. Tudo isso é fundamental para que o PT tenha vida longa como instrumento de progresso da sociedade Brasileira Danielle Veloso Secretária da JPT- -Guará “É tarefa do par- tido pautar o governo para que a sociedade candanga tenha de fato um governo democrático e popular. Precisamos de um presidente, como Beto Almeida, com sensibilidade, coerência e independência para enfrentar esses desafios. Rodrigo Rodrigues Diretor do Sinpro-DF O Partido precisa resgatar seus princípios fundantes.Beto Almeida representa o desejo de um coletivo para reaproximar o PT das suas bases sociais e retomar as bandeiras de lutas por uma sociedade mais igualitária. Romário Schettino  Membro do Conselho de Cultura do DF, ex-presidente do Sindicato dos Jornalistas  Voto no Beto Almeida para presidência do PT-DF porque é um militante que pode fazer a diferença no debate sobre a comuni- cação pública e comunitária. Confio na sua capacidade de reconduzir o partido no cami- nho da participação popular,na democracia interna e no respeito às instâncias decisórias.

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