4 hiv sida

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  • São os 2 símbolos mais associados pelos jovens ao HIV/SIDA…
    Porquê?
    Preservativo: diminui o risco de transmissão do HIV
    Laço vermelho: símbolo da luta contra a SIDA
  • Faz sentido associar esta imagem à SIDA?
    Homossexuais (era um dos “grupos” de risco)
  • Faz sentido associar esta imagem à SIDA?
    Prostitutas/prostitutos (era um dos “grupos” de risco)
  • Faz sentido associar esta imagem à SIDA?
    Toxicodependentes (era um dos “grupos” de risco)
  • Se no início, quando se começou a falar em SIDA, se falava claramente em “grupos” de risco, hoje em dia, sabemos que, se fossemos a apontar um grupo de risco, esse grupo sería o que está representado aqui…
    (todos nós - toda a população mundial, independentemente de idade, sexo, raça, profissão, etc)
  • Faz sentido, numa apresentação sobre HIV/SIDA apresentar imagens como estas?
    Na realidade, estas são as imagens de abertura do site da coordenação nacional de luta contra a SIDA…
    Várias idades, várias cores, aspecto saudável… porque é mesmo assim, porque podemos estar infectados com o vírus da SIDA (o HIV) e não estarmos ainda doentes… e no entanto, já podemos transmitir o vírus a outras pessoas…
  • Longe vão os tempos em que se associavam imagens como esta…
    Isto é a famosa campanha da benetton, muito elogiada e criticada na altura: por um lado, alertou as pessoas para este problema, por outro, utilizou a imagem da morte de uma pessoa (David)
    Chamar atenção para o aspecto do doente, característico de quem toma medicação antiretroviral (as “covas” no rosto)
  • Se em relação à foto do David, ainda há quem possa dizer “era homossexual” “era toxicodependente”, etc… numa tentativa de arranjar “culpas” para a doença, neste caso - todas estas crianças estão infectadas pelo HIV - já ninguém consegue atribuir “culpas”… a única coisa que estas crianças fizeram, o único “grupo” de risco aqui, foi, muito provavelmente, terem nascido…
  • Então?
    Podemos falar de “grupos de risco”?
    NÃO!!! Há, sim, comportamentos de risco, que qualquer pessoa pode ter, ou melhor, deve evitar…
  • Na realidade, e para alguma “sorte” nossa, o vírus da SIDA não é resistente fora de determinados meios… ele “sobrevive” apenas em 4 fluídos: sangue, leite materno, esperma e fluidos da vagina.
    Ou seja, só se transmite se entrarmos em contacto com estes fluidos (de pessoas infectadas).
  • Afinal, o que significa HIV (em inglês) ou VIH (em português)…
  • Quando uma pessoa está infectada com este vírus, diz-se que é: SEROPOSITIVA
    Não está ainda doente, não tem SIDA, é portadora do vírus, pode transmitir o vírus a outras pessoas, e pode ficar assim - seropositiva - vários anos…
  • Existe, que se saiba, o HIV-1 e o HIV-2, e cada um deles, tem muitos sub-tipos… aqui, estão apenas os sub-tipos do HIV-1… esta grande diversidade é um dos factores que torna tão difícil a descoberta de uma vacina para o HIV… aliás, apesar de se estar a tentar produzir uma vacina, não está previsto que a ciência encontre uma resposta na próxima década…
    Nota: é, por exemplo, possivel que uma pessoa já infectada com um sub-tipo, sofra uma 2ª infecção com outro sub-tipo, e assim piore o seu estado de saúde, ou complique o tratamento…
  • A “bola” grande, representa um glóbulo branco (um linfócito T CD4), dentro dele, uma “bola” mais pequena a representar o núcleo do linfócito e o material genético… se acompanharmos as setinhas, vê-se o HIV a entrar no glóbulo branco e a utilizar o nosso material genético para se reproduzir… destruindo assim os nossos linfícitos T CD4…
  • Foto, absolutamente espectacular, do momento em que o HIV sai do linfócito…
  • Chamar a atenção para o facto de os primeiros sintomas serem muito inespecíficos… podemos ter sintomatologia desta, associada a qualquer outra coisa que não está em nada relacionada com a infecção pelo HIV..
  • Podemos detectar a infecção por análise ao sangue cerca de 4-10 semanas após, mas a maioria só passados cerca de 6 meses…
  • Depois de estarmos infectados, há um período de latência em que se verifica estabilização da carga vírica e dos linfócitos
  • Podemos aproveitar aqui para alertar para o facto de a candidose ser uma infecção sexualmente transmissível, mas não só… é muito frequente em pessoas que estão debilitadas (particularmente nas crianças e idosos) - chama-se vulgarmente de “sapinhos”… é tb muito vulgar em pessoas que fazem tratamento com um antibiótico (como este destrói as bactérias, fica mais “espaço” para este fungo se desenvolver). É comum na boca e na zona genital… quando surge no esófago, no entanto, não deixa margem para dúvidas em relação ao HIV.
  • Quando a contagem de linfócitos TCD4 é muito baixa, e a carga viral muito elevada, a pessoa está imunodeprimida, e altamente susceptível a doenças “oportunistas”. Passa a estar doente…
  • Deixa de se chamar “seropositivo” e passa a ser um “doente de SIDA”
  • Uma das doenças oportunistas mais comuns…
  • Outra doença oportunista de algum modo característica…
  • Quando a contagem de linfócitos TCD4 é muito baixinha, a pessoa só dura, sem tratamento antiretroviral, cerca de 1 ano a ano e meio
  • Notar a linha azul (linfócitos) a diminuir até à morte
    Notar a linha vermelha (carga viral) a aumentar em flecha nas semanas após a infecção, e a ter um novo pico antes da morte.
    Notar o período de latência referido anteriormente…
  • Não há cura… mas há medicação antiretroviral, que pode fazer com que a pessoa viva (apesar de continuar a poder transmitir o vírus, e a ter problemas com as doenças oportunistas)
    As duas mãos de cima representam +- o que um doente de SIDA tinha que tomar por dia!!!!
    Tratamento muito complicado de seguir, e altamente incompatível com uma vida “normal”
    Hoje, a HAART, a medicação utilizada já há cerca de 10 anos, é bastante mais simples de seguir, embora continue a ser “dura” em termos de efeitos secundários..
  • História da SIDA
  • Entre nós, o primeiro caso diagnosticado, nao certamente o 1º que tivemos, mas o 1º diagnosticado.
  • Só há mesmo uma maneira de saber…
  • Único obrigatório: dadores de sangue, de sémen ou de órgãos…
    No entanto, a mulheres grávidas, informa-se e faz-se sempre… não é normal haver recusa, porque bem informadas, as mulheres percebem que, se estiverem infectadas, e se souber, pode-se tentar salvar a criança…
    Inicia-se terapia, e faz-se cesariana, e aquele bebé não pode mamar…
    As grávidas fazem 3x o teste, 1º trimestre, 2º trimestre e antes do parto.
    Em alguns países africanos em vias de desenvolvimento, não há cesarianas (nem sequer há anestesias) e não há dinheiro para leite de farmácia… por isso, na maioria das vezes, entre a criança morrer em pouco tempo com diarreia devido a infecções transmitidas pelos alimentos/água, ou arriscar a infecção por HIV, opta-se pela 2ª, e as crianças mamam…
  • Hoje, os testes fazem-se de forma simples, com um sistema parecido com o que os diabéticos usam, e o resultado pode-se saber em cerca de 15 a 20 min.
  • Onde nos podemos dirigir para fazer o teste… CAD
  • Relembrando… o vírus só “sobrevive” nestes 4 meios…
    Por isso, só se transmite em contacto com esses meios.
  • Alertar para o preservativo: não é na realidade um método “sem risco”, mas é um método “mais seguro”…
    Os mosquitos costumam ser uma dúvida… mas não há mistura do sangue que o mosquito já sugou, com o da pessoa que ele vai picar depois…
  • A título de curiosidade: pessoas infectadas em 2006
  • Pessoas a receber tratamento antiretroviral…
    Notar o “desnivel”
  • Últimas mensagens:
    Não esquecer que este vírus não escolhe idades, sexos, crenças ou raças
    Não esquecer também que tocar e acarinhar um seropositivo ou um doente de SIDA não comporta riscos…
  • É sabido que todos os anos líderes mundiais se ocupam a discutir campanhas de prevenção, metas, objectivos, mecanismos de protecção…
    Quando no entanto essas reuniões de pouco servem se…
  • Se não formos nós a tomar uma atitude…
    E essa atitude não passa por usar o laço vermelho a mostrar que nos preocupamos
  • Não interessa pensarmos que as campanhas estão bem feitas, que a mensagem pode ser determinante…
  • Nada disto faz sentido, se não adoptarmos comportamentos assertivos…
  • A mensagem final:
    Esta campanha espanhola diz tudo…
    Km de compromisso… de cada um de nós… em respeitarmo-nos e respeitarmos os outros…
  • 4 hiv sida

    1. 1.  HIV/SIDA Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme Maria João Drumond Fevereiro de 2008
    2. 2.  HIV/SIDA Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    3. 3.  HIV/SIDA Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    4. 4.  HIV/SIDA Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    5. 5.  HIV/SIDA Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    6. 6.  HIV/SIDA Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    7. 7.  HIV/SIDA Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    8. 8.  HIV/SIDA Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    9. 9.  HIV/SIDA Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    10. 10.  HIV/SIDA GRUPOS DE RISCO? ? ? Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    11. 11.  leite materno HIV/SIDA esperma fluidos da vagina sangue Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    12. 12.  HIV/SIDA VÍRUS IMUNO DEFICIÊNCIA HUMANA Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    13. 13.  HIV/SIDA VÍRUS IMUNO DEFICIÊNCIA HUMANA SEROPOSITIVO Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    14. 14.  HIV/SIDA Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    15. 15.  HIV/SIDA Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    16. 16.  HIV/SIDA A human immunodeficiency viral particle is seen budding from the infected cell surface at the top, with a complete viral particle at bottom in this high magnification electron micrograph. Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    17. 17.  HIV/SIDA INFECÇÃO PRIMÁRIA - síndrome retrovírico agudo PERÍODO DE INCUBAÇÃO: 2-4 semanas (até 6 semanas) SINTOMÁTICA EM 50 a 90% dos casos SINTOMAS PERSISTEM POR 1 a 4 semanas (em média 2) Sintomas inespecíficos - dificuldade diagnóstica febre (96%) adenopatias (74%) faringite (70%) exantema (70%) mialgias ou artralgias (54%) Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme diarreia e cefaleias (32%) candidose oral (12%) meningoencefalite (8%) neuropatia periférica (8%)
    18. 18.  HIV/SIDA INFECÇÃO PRIMÁRIA - síndrome retrovírico agudo Formas sintomáticas Síndrome mononucleósico Síndrome febril agudo Síndrome febril exantémico Meningite aguda Meningoencefalite aguda Formas assintomáticas Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    19. 19.  HIV/SIDA Serologia HIV positiva 4-10 semanas após exposição (≥95% em 6 meses) Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    20. 20.  PERÍODO DE LATÊNCIA CLÍNICA HIV/SIDA ESTABILIZAÇÃO DA CARGA VÍRICA E DA CONTAGEM DOS LINFÓCITOS TDC4 Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    21. 21.  HIV/SIDA INFECÇÃO SINTOMÁTICA PRECOCE PRESENÇA DE SINTOMAS B (não definidores de SIDA) candidose orofaríngea herpes zoster listeriose purpura trombocitopénica idiopática neuropatia periférica febre ou diarreia por mais de um mês … Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    22. 22.  HIV/SIDA Candidose oral Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    23. 23.  HIV/SIDA SÍNDROME IMUNO DEFICIÊNCIA ADQUIRIDA IMUNOSSUPRESSÃO GRAVE Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    24. 24.  HIV/SIDA SÍNDROME IMUNO DEFICIÊNCIA ADQUIRIDA DOENTE DE SIDA Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    25. 25.  HIV/SIDA Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme Tuberculose pulmonar
    26. 26.  HIV/SIDA Sarcoma de Kaposi Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    27. 27.  INFECÇÃO AVANÇADA HIV/SIDA LINFÓCITOS TDC4 <50/mmc SOBREVIDA MÉDIA: 12 a 18 meses na ausência de tratamento anti-retrovírico Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    28. 28.  ESTADIOS DA INFECÇÃO VIH: história natural HIV/SIDA Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    29. 29.  HIV/SIDA Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    30. 30.  HIV/SIDA 1981 médicos em Nova York e Califórnia observaram agregação de casos de doenças raras em homens jovens, previamente saudáveis, homossexuais. Apresentavam dimiuição de linfócitos TDC4 Descrição do Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (SIDA) 1983 identificação do HIV-1 1985 primeiro teste de diagnóstico para o HIV-1 1987 primeiro fármaco anti-retrovírico - zidovudina 1996 HAART - highly active antirectroviral therapy Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    31. 31.  HIV/SIDA 1º caso clínico diagnosticado em Outubro de Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme 1983
    32. 32.  HIV/SIDA Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    33. 33.  HIV/SIDA Os sintomas da SIDA podem demorar até dez anos para aparecer, por isso não adianta ficar à espera dos sintomas da SIDA. Se fez sexo sem preservativo, partilhou seringas com outra pessoa, faça o teste da SIDA. Quanto mais cedo for diagnosticada a infecção pelo VIH e iniciar-se o tratamento adequado, melhor será sua qualidade de vida. Mas lembre-se que o teste só deve ser feito após a "janela imunológica" (até 3 meses após a exposição), período que o corpo leva para produzir anticorpos que possam ser detectados. Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    34. 34.  HIV/SIDA INDICAÇÕES PARA REALIZAÇÃO DE TESTES SEROLÓGICOS Homossexuais / Heterossexuais Toxicodependentes Pessoas com DST Hemofílicos e transfundidos Parceiro sexual regular dos grupos anteriores ou com HIV Mulheres grávidas Doentes com tuberculose activa Pós-exposição ocupacional Profissionais de saúde que realizem manobras de risco Dadores de sangue, sémen, leite ou órgãos => obrigatório Pessoas que se considerem em risco ou queiram fazer o teste Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    35. 35.  HIV/SIDA INDICAÇÕES PARA REALIZAÇÃO DE TESTES SEROLÓGICOS Linfadenopatia generalizada Demência inexplicada Meningite aguda / encefalite Neuropatia periférica Febre prolongada Diarreia Perda de peso Doenças que habitualmente complicam a infecção HIV (herpes mucocutâneo crónico, candidose oral/vaginal recorrente, dermatite Seborreica…) Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    36. 36.  HIV/SIDA INDICAÇÕES PARA REALIZAÇÃO DE TESTES SEROLÓGICOS Herpes zoster generalizado ou atingindo mais do que um Dermátomo Infecções oportunistas associadas a deficiência de imunidade celular - tuberculose entre outras Pneumonia bacteriana recorrente Sarcoma de Kaposi Linfoma de células B Citopenias inexplicadas Displasia cervical e carcinoma do colo do útero … Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    37. 37.  HIV/SIDA Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    38. 38.  Anónimo - não é pedido nenhum dado pessoal (nome, morada, etc.) ou seja, não é pedido nenhum documento, sendo apenas atribuído um cartão com um código de barras que serve para identificar o utente quando este for levantar o resultado do teste. HIV/SIDA Confidencial – todos os profissionais têm o dever de guardar total confidencialidade sobre os dados obtidos. Saúde Gratuito – O atendimento totalmente gratuito. Não necessária marcação prévia, atendimento ocorre por ordem chegada. Escola Cooperativa de Vale S. Cosme é é o de
    39. 39.  leite materno HIV/SIDA esperma fluidos da vagina sangue Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    40. 40.  HIV/SIDA SEM RISCO Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    41. 41.  HIV/SIDA RISCO Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    42. 42.  HIV/SIDA Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    43. 43.  HIV/SIDA Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    44. 44.  HIV/SIDA Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    45. 45.  HIV/SIDA Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    46. 46.  HIV/SIDA Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    47. 47.  HIV/SIDA Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    48. 48.  HIV/SIDA Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme
    49. 49.  HIV/SIDA Saúde Escola Cooperativa de Vale S. Cosme

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