Ibc ws 12_02_ppt

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  1. 1. Workshop Inovação e Empreendedorismo Empresarial SIM-Strategic Innovation Management Ärea de competência da PieraccianiComo iniciar a implementação de estratégias e Moysés Simantob processos de inovação e estimular o 04 de Dezembro de 2002 empreendedorismo de forma contínua São Paulo gerando melhores resultados para sua empresa
  2. 2. Agenda – Primeira parte da manhãVisão de conceitos de InovaçãoExercício interativo de conceitos de inovação comparativo entreInovação Tecnológica e Organizacional Agosto 2002 2 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  3. 3. Visão sistêmica de Inovação Estratégia/ Visão Ponto-de-VistaSustentaçãoCultura/Pessoas Inovação Liderança/ Gestão Desenvolvimento Implementação Processos/ Estrutura Agosto 2002 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  4. 4. INOVAÇÃO FLEXIBILIDADE AGILIDADE QUALIDADECUSTOFATORES DE COMPETITIVIDADE Fonte: Profa. Eva Stal Agosto 2002 4 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  5. 5. As mudanças têm sido tão aceleradas, que a capacidade de mudar tornou-se, por si só, uma importante vantagem competitiva. Muda-se, através da INOVAÇÃOAgosto 2002 5 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  6. 6. Cultura Inventiva..... CORÉIA DO SUL Investimentos em Patentes: Brasil e Coréia 1600PATENTES NOS EUA 1200 800 400 0 80 85 90 91 92 93 94 95 96 19 19 19 19 19 19 19 19 19 Brasil Coréia 06/03/2009Agosto 2002 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  7. 7. CONCEITOS EMTRANSFORMAÇÃO Agosto 2002 7 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  8. 8. Conceitos• Introdução de um novo bem, cujos consumidores ainda não estejam familiarizados• Introdução de um novo método de produção e que tenha sido gerado a partir de uma nova descoberta científica ou um novo método de tratar comercialmente uma commodity• Abertura de um novo mercado em que uma área específica da indústria não tenha penetrado, independente do mercado existir antes ou não• A conquista de uma nova fonte de suprimento de matéria-prima ou bens parcialmente manufaturados• O aparecimento de uma nova estrutura de organização em um setor, como por exemplo a criação de uma posição de monopólio ou a quebra de um monopólio existente• Schumpeter (1934) Agosto 2002 8 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  9. 9. ConceitosA inovação tecnológica é uma condição necessária para oprocesso de desenvolvimento econômico e social de qualquerpaís . Nos dias atuais, tornou-se ainda mais presente, face aosnovos desafios colocados pela rapidez em que se processa oavanço do conhecimento e pela acirrada competitividade de deuma economia em crescente interdependência . Esta novarealidade afeta, principalmente , países subdesenvolvidos, entreeles, o Brasil e seus parceiros latino-americanos. Agosto 2002 9 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  10. 10. Conceitos “Inovar é um processo de “O Valor da Inovação está cada vez alavancar a criatividade para mais ligada a redução de tempo degerar valor de novas maneiras retorno dos investidores e, portanto, através de novos no impacto que essa redução geraprodutos,serviços e negócios ” nas ações das companhias de capital aberto. Nas empresas de uma forma em geral a inovação funciona como estratégia de apropriação de nichos de mercado, através da criação de patentes e de diferenciação de produtos .” Innovation Premium Agosto 2002 10 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  11. 11. 3M Conceito “novas idéias + ações que produzem resultados”Objetivo principal Solucionar problemas insolúveis de forma inovadoraTipologiaTipo A é radical ao extremo e dá origem ao nascimento de uma indústriainteiramente nova ao extrapolar as necessidades do consumidorTipo B ainda é radical porque muda a base da competição na indústriaexistenteTipo C é estritamente alinhado com as necessidades do consumidor, sendo, naverdade, uma extensão de linha de um produto existente. THE 3M WAY TO INNOVATION: Balancing People and Profit De Ernest Gundling New York : Kodanska América, 2000. 247p. Agosto 2002 11 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  12. 12. ConceitosDe acordo com Porter (1990), uma empresa que é singular em algo sediferencia da concorrência, o que normalmente resulta emdesempenho superior (p. 111-112).Para Slywotzky e Morrison (1998), a única maneira de uma empresapermanecer na zona do lucro seria por intermédio da inovaçãoconstante (p. 38). PORTER, Michael E. Vantagem Competitiva: Criando e sustentando um desempenho superior. Rio de Janeiro : Campus, 1990, 511 p. SLYWOTZKY, Adrian J., MORRISON, David J. A estratégia focada no lucro: Profit zone: desvendando os segredos da lucratividade. Rio de Janeiro : Campus, 1998, 347 p. Agosto 2002 12 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  13. 13. ConceitosKim e Mauborgne (2001, p. 85), em seus estudos a respeito das empresasinovadoras de valor, concluem que um fator de sucesso é o conceito dereconhecimento pela empresa do mérito intelectual e emocional de seuscolaboradores.Freiberg e Freiberg (1998), ao analisarem o caso clássico de Inovação daSouthwest Airlines, atribuem ao excelente relacionamento da empresa comseus funcionários o fato de ela ser a única empresa de aviação dos EstadosUnidos a registrar lucros todos os anos, desde 1973. KIM, W. C. e MAUBORGNE, R. Esqueça a Concorrência. HSM Management, São Paulo, n. 24, p. 78-86, jan./fev. 2001. FREIBERG, K. e FREIBERG, J. Nuts!: Southwest Airlines’ crazy recipes for business and personal success. New York : Broadway, 1998, 362 p. Agosto 2002 13 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  14. 14. Conceitos “Inovação é uma solução necessária quando a tecnologia da empresa está em fase de estabilização ou obsolescência” Betz, 1987; Ribault et al., 1995 Agosto 2002 14 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  15. 15. Conceitos“Inovação pressupõe uma certa dose de incerteza”“Inovação baseia-se no conhecimento cientifico”“Inovação é favorecida pela organização formalizada”“Inovação e estrutura de mercado são mutuamente interativas” Dosi, G. Dosi, G.; Freeman, C. e Fabiani, S. The process of economic development: introducing some stylized facts and theories on technologies, firms and institutions. Industrial and Corporate Change, Vol. 3(1), 1994. Dosi, G. The nature of the innovative process. In Dosi et al., Technological change and economic theory. Pinter Publishers, London, 1988. Agosto 2002 15 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  16. 16. Conceitos“Aquisição de tecnologia é uma atividade inovativa”“Inovação é criar novos produtos e/ou tecnologias a partir de uma área de P&D ou Marketing” “Inovar é usar tecnologias existentes de formas novas”Manual OsloO Manual Oslo (OECD, 1992), baseando-se parcialmente nasdefinições de Schumpeter, 1934, considera inovação tecnológica comoa implementação de novos produtos ou processos, bem como demudanças tecnológicas significativas de produtos ou processos. Agosto 2002 16 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  17. 17. Conceitos “Inovação é um processo de aprendizagem organizacional ” Bell e Pavitt Bell, M. e Pavitt, K. The development of technological capabilities, in Haque, I. (ed.), Trade, technology and international competitiveness, The World Bank, Washington, 1995. Bell, M. e Pavitt, K. Technological accumulation and industrial growth: contrasts between developed and developing countries, mimeo, SPRU, Sussex University, 1993. Bell, M.; Ross-Larson, B. e Westphal, L. Assessing the performance of infant industries. Journal of Development Economics, Vol. 16, Sept.-Oct. 1984, pag. 101-127. Agosto 2002 17 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  18. 18. Conceitos “Inovação é o uso comercialmente bem sucedido de uma invenção” Frank R. Bacon Frank R. Bacon & Thomas Butler – Planned Innovation New York. Free Press 1998 Agosto 2002 18 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  19. 19. Conceitos “Inovação é atribuir novascapacidades aos recursos existentes na empresa, gerando riqueza” Drucker, Peter F. Innovation & Entrepreneurship. New York. Harper Business. 1993 Agosto 2002 19 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  20. 20. Conceitos“Inovação é o resultado de um esforço de time”“Inovação é resultado de muitas experimentações e altatolerância ao risco” IDEO The Art of Innovation. Thomas Kelley. Doubleday. 2001 Agosto 2002 20 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  21. 21. Conceitos“Inovação é um processo estratégico de reinvenção contínua do próprio negócio e da criação de novos conceitos de negócios” “Inovação é produto de uma visão estratégica” “Inovação é sistematizável em um processo gerenciável” Hamel, G. Leading the Revolution. HBSP, 2000. Agosto 2002 21 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  22. 22. Conceitos“Inovação é adotar novas tecnologias que aumentam acompetitividade da companhia” Prahalad, C.K. Competing for the Future. Boston: HBSP, 1994 Agosto 2002 22 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  23. 23. ConceitosInovação TecnológicaIntrodução de uma descoberta ou invenção na economia. É ocasamento de uma oportunidade tecnológica com umanecessidade de mercado. Pode resultar em:• Um novo produto ou serviço;• Um novo método de produção;• Uma nova fonte de matérias-primas ou de bens semi manufaturados;• Reorganização de um setor produtivo. Agosto 2002 23 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  24. 24. ConceitosInovação TecnológicaÉ uma atividade complexa, que se inicia com a concepção de umanova idéia, passa pela solução de um problema e vai até a utilizaçãode um novo item de valor econômico ou social (Myers & Marquis,1969). Ou seja, refere-se ao lançamento, no mercado, de novosprodutos ou processos ou a introdução de mudanças significativasem produtos ou processos já existentes. Agosto 2002 24 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  25. 25. Conceitos “Organizações inovadoras são aquelas que se aproximam do limite do caos ” Capra, Fritjof O Tao da FísicaAdequação Estagnação Limite do Caos Caos Mudança lenta e Mudança rápida e incremental radical Agosto 2002 25 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  26. 26. ALGUMAS TIPOLOGIAS Agosto 2002 26 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  27. 27. Tipologias de InovaçãoInovação Tecnológica Dominada Intensiva em escala Fornecedores especializados Baseada em ciência pelo fornecedorSetores Manufatura tradicional Linha de montagem, bens Instrumentos Eletrônico e químico consumo duráveisFontes de tecnologia Fornecedores, usuários Fornecedores, P&D Design, usuários P&D, pesquisa básicaUsuário Sensível a preço Sensível a preço Sensível ao desempenho MistoTrajetória Corte nos custos Corte nos custos, design de Design de produto MistoTecnológica produtoTipo de inovação Processo Processo Produto MistoTamanho das empresas Pequeno Grande Pequeno Grande Agosto 2002 27 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  28. 28. Tipologias de InovaçãoInovação OrganizacionalA inovação não é um fenômeno unificado: algumas inovações rompem, destroem etornam obsoletas competências estabelecidas e outras fortalecem competências.Assim, podemos classificar inovações em fortalecedoras de competências e destruidorasde competências.Inovações do tipo fortalecedoras de competências podem ser definidas como“mudanças de grande magnitude a partir de conhecimento existente” (Tushman etal., 1986).Inovações do tipo destruidoras de competências são mudanças que “alteramfundamentalmente o conjunto de competências relevantes (Tushman et al., 1986)”. Fonte: University of North Carolina Agosto 2002 28 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  29. 29. Tipologias de InovaçãoInovações do tipo fortalecedoras de competências tendem a favorecerempresas estabelecidas (Anderson et al., 1990). De fato, as barreiras deentrada na indústria (Porter, 1980) podem ser maiores após a inovação.Exemplo: EmbraerInovações do tipo destruidoras de competências podem ameaçar empresasestabelecidas com restrições de recursos, capacidades e ativos e mesmoaquelas que não tenham essas restrições (Christensen et al., 1996; Hendersonet al., 1990). Nesse caso, novos entrantes com maior flexibilidade e diferentescombinações de recursos podem se adequar melhor ao ambiente exógenopara derrubar empresas estabelecidas.Exemplos: PC – Computador Pessoal X Máquina de Escrever, Napster Xgravadoras. Agosto 2002 29 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  30. 30. Tipologias de InovaçãoInovações do tipo fortalecedoras ou destruidoras de competências podem serincrementais ou radicais, componentes ou sistêmicas: Inovação Inovação de Radical não-Linear Conceitos de Negócios Melhorias MelhoriaIncremental contínuas de Processos de Negócios Componente Sistêmico Agosto 2002 30 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  31. 31. Tipologias de InovaçãoExemplos: RadicalIncremental Componente Sistêmico Agosto 2002 31 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  32. 32. Tipologias de InovaçãoAs inovações também podem ser classificadas de acordo com ocampo de ação: Produto Processo Tecnologia Gestão Modelo de NegócioA Inovação Tecnológica é subjacente a esse modelo e pode estarpresente em todos os campos Fonte: Fórum de Inovação Agosto 2002 32 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  33. 33. Tipologias de Inovação•Inovação de produtos e serviços:desenvolvimento e comercialização de produtos ou serviços novos,fundamentados em novas tecnologias e vinculados à satisfação denecessidades dos clientes•Inovação de processos:desenvolvimento de novos meios de fabricação de produtos ou denovas formas de relacionamento para a prestação de serviços.•Inovação de negócios:desenvolvimento de novos negócios que forneçam uma vantagemcompetitiva sustentável•Inovação em gestão:desenvolvimento de novas estruturas de poder e liderança Agosto 2002 33 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  34. 34. Tipologias de InovaçãoExemplos: Produto: Processo: Palm DELL Computer Gestão: Modelo de IDEO Negócio: CVRD Agosto 2002 34 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  35. 35. Aplicação de exercício interativo Agosto 2002 35 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  36. 36. Agenda – Segunda parte da manhãRoadmap de InovaçãoTeste para perfil de “empreendedores de inovação” Agosto 2002 36 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  37. 37. Framework de Inovação Anexos Descoberta Síntese Realização Discovery Summit: ponto de vistaDiscontinuidades Innovation Lab Experimentos Action LabCompetências ChaveInsight do Consumidor Planos de NegócioMotores Econômicos Plano de EnraizamentoOrtodoxias Compromisso & Comunicação Agenda de Liderança Implementação Agosto 2002 37 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  38. 38. “Inovoduto”:Número de opções 1,000 Idéias 100 log Experimentos 10 Empreendimentos (Ventures) 1 Novos Negócios Incrementos de risco Agosto 2002 38 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  39. 39. Perfil de Recursos Anexos Descoberta Síntese RealizaçãoI-Group Recursos “Experts” adicionais Internos conforme o necessário Discontinuidades Competências Chave Insight do Consumidor Motores Econômicos Ortodoxias Inputs adicionais conforme o necessário Agosto 2002 39 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  40. 40. O que acontece com as pessoas? AnexosI-Group De volta aos negócios Contribuições adicionais Enraizando Inovação Contribuições Descoberta Síntese Realização adicionais equipes de Oportunidade Agosto 2002 40 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  41. 41. Cultura para Inovação• A missão de provocar inovações cada vez mais rápido.• As organizações vencedoras são aquelas que tornam sua cultura adaptativa/inovativa. Idéia + Ação = Resultado Ação e Resultado = Mudança• A cada inovação há uma readaptação e portanto uma possível perda de produtividade.• Administrando o impacto da mudança nos profissionais (FIRS). Agosto 2002 41 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  42. 42. Um novo mundo...• 80% das nossas invenções tecnológicas aconteceram entre 1900 e 1985. Um número maior ainda irá acontecer nos 16 anos seguintes (entre 1985 e 2001).• Em média, um profissional muda três vezes de carreira e tem 10 empregos durante sua vida profissional.• A quantidade de informações disponíveis, dobra a cada 5 anos.• Em 1800, uma pessoa, em média, podia escolher entre 300 produtos simples. Hoje, tem mais de 1 milhão de produtos complexos para escolher. Agosto 2002 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  43. 43. O ritmo das mudanças está aumentando1960’s: 4-5 anos preparação 4-5 anos recuperação1970’s: 3 anos preparação 3 anos recuperação/ 3 anos recuperação preparação1980’s: 2 anos preparação 2 anos recuperação/ 2 anos recuperação/ 2 anos recuperação preparação preparação1990’s: 6 mos. recuperação/ 6 mos. recuperação/ 6 mos. recuperação/ 6 mos. recuperação/ preparação preparação preparação preparação2000’s: Agosto 2002 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  44. 44. As inovaçõesfora da nossa organização vão acontecer “quando elas quiserem”- estejamos prontos ou não!Agosto 2002 44 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  45. 45. Nossa cultura organizacionalterá que ser “adaptativa / inovativa” Agosto 2002 45 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  46. 46. Uma inovação exige mudançasque mesmo que bem planejadas, trazem problemas. Agosto 2002 46 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  47. 47. 1-9 Change AdaptiveInovação e mudançasse fazem com pessoas 1-9 Agosto 2002 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  48. 48. Razões pelas quais as pessoas resistem àsMudançasInteresse Próprio ReveladoPreocupação com a OrganizaçãoPreservação do Passado Agosto 2002 48 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  49. 49. 2-10 Learning is Easy “Aprender é fácil, o difícil éDESaprender o que foi aprendido.” Price Pritchett 2-10 Agosto 2002 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  50. 50. Dinâmica da mudança Como Seremos (Começo) Como ÉramosPRODUTIVIDADE (Fim) Nível de Produtividade Pré-Transição Produtividade na Transição TEMPO Agosto 2002 50 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  51. 51. Essa dinâmica é a essência da gestão datransição• Os problemas nos atingem com mais velocidade do que podemos correr• O trabalho precisa ser feito mais rapidamente• Se a organização muda mais depressa que as pessoas, elas ficam ainda mais frustradas• Sua meta é mudar mais rápido do que a organização está mudando! Agosto 2002 51 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  52. 52. Comportamentos DESIGN DEFAULT DEFIANCE 2-2 Agosto 2002 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  53. 53. 2-3Se você não participa da mudança de cultura da sua organização por DESIGN, então você participa por DEFAULT ou DEFIANCE. 2-3 Agosto 2002 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  54. 54. Comportamentos• “Design” = Promove a mudança com determinação• “Default” = Promove o Status Quo• “Defiance” = Oposição a mudança com obstinação 2-6 Agosto 2002 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  55. 55. OBJETIVOS• Avaliar os profissionais em relação a quatro competências e estruturar um plano de aperfeiçoamento• Aprender orientações que irão ajudar a exercitar-se para ser um Agente de Mudança Agosto 2002 55 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  56. 56. PONTOS CHAVES A APRENDER• Sua nova função como um Agente de Mudança exige que você seja mais (e será muito mais fácil se for!): – Flexível – Inovador – Tolerante ao risco – Tolerante ao estresse Agosto 2002 56 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  57. 57. Avalie suas zonas de conforto• Aplicação do Questionário F.I.R.S. Agosto 2002 57 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  58. 58. Agenda da parte da tardePreleção – Introdução de conceitos de ambiente edesenho organizacional para a Inovação – 20’Exercício em grupo – dinâmica de desenvolvimentode produto – “cartão de visita” – 40’Apresentação dos grupos - 20’Apresentação de vídeo –20’Estudo de caso em Inovação – 40’Experimentos com Identity Cards – 10’Campus de Inovação – 60’ Agosto 2002 58 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  59. 59. Preleção – Introdução de conceitos deambiente e desenho organizacional paraa Inovação Agosto 2002 59 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  60. 60. Inovando em tempos turbulentos... Estou A primeiratrabalhando aqui idéia éà apenas um dia sempre É mesmo,e já pensei numa a mais dura mas com o grande idéia! tempo a coisa passa… Agosto 2002 60 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  61. 61. Sete dimensões do ambiente de trabalhoinovadorConfiança e Liberdadeautonomia para executar e abertura para desenvolver idéias e projetosTempo e desafio para criarespaço para ter idéias e compromisso para envolver o público internoComunicação e Interaçãointer-pares, inter-áreas, com escolas e dentro e fora de seu ramo de atividadeHumor e diversãoambiente informal, com personalidade dos ocupantes e quanto menos regras decomportamento, melhorReconhecimento das equipesoferece recursos, patrocínio e premiação coletivaCompromisso corporativocom prazos e metas; murais “gigantes” expõem realizaçõesTolerância ao risco e ao estresseaceitação de erros como parte do processo de aprendizagem Fonte: Pieracciani-Inovação Moysés Simantob Agosto 2002 61 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  62. 62. Dimensões de cultura para a InovaçãoCultura Proibitiva Cultura QuestionadoraReuniões formais Interações informaisReconhece e premia o sucesso Reconhece/premia iniciativaSem troca de conhecimento Troca de conhecimentoAversão ao risco Aceita o riscoValoriza comportamentos tradicionais Questiona a tradiçãoForte controle gerencial Flexibilidade gerencialPerformance de curto-prazo Foco no longo prazoInteração apenas dentro da empresa Interação ampliada Fonte: Blueprints for Innovation Charles W. Prather and Lisa K. Gundry Agosto 2002 62 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  63. 63. •Enunciado do desafio em 2 grupos•Dinâmica – Uma experiência decontraste de ambiente físico•Apresentação dos grupos•Vídeo Agosto 2002 63 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  64. 64. Estudo de CasoAgosto 2002 64 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  65. 65. “ It´s finally happened. I´ve seen acompany where I can imagine working!” Tom Peters Agosto 2002 65 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  66. 66. Origem Fundador: David Kelley – Mestre em Product Development pela Stanford University1a empresa de design em 1978. Colabora na criação do computadorLisa, precursor da Apple para o MAC e do 1º mouseGrande influência da cultura de inovação da Apple, com convivênciaentre laboratório e escritório, funcionários de idades variadastrabalhando em um ambiente de ‘fertilização cruzada’ Agosto 2002 66 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  67. 67. Origem e evolução1a grande transição na empresa de Kelley: sócio deixa empresaPara assumir spin-off de manufatura e maioria dos funcionáriospermanece com Kelley e fundam a David Kelley Design2a grande transição: clientes demandam ‘one stop shopping’ eKelley combina forças com outras 3 empresas de design, atuando emáreas diferentes: Moggridge Assoc de Londres, ID Two de SanFrancisco e Matrix, de Palo Alto, fundando a IDEO,em 1991 Agosto 2002 67 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  68. 68. PerfilIDEO hojeMaior e mais prestigiada empresa de design e desenvolvimento deprodutos dos EUA~350 funcionários em 10 escritórios em 4 países~US$ 100 milhões faturamentoClientes:3Com, Amtrak, Apple, ATT, BBC, Cisco, Eli Lilly, Handspring, HP,Kodak, Logitech, MIT, NCR, NEC, Nike, Palm, Pepsico, Polaroid,Procter&Gamble, Rubbermaid, Samsumg, Xerox Agosto 2002 68 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  69. 69. Alguns produtos Agosto 2002 69 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  70. 70. IDEO criou uma cultura, ambiente, conhecimentos e metodologiaem Inovação:“ Os escritórios da IDEO são verdadeiros ‘playgrounds deImaginação’ ” – Wall Street Jornal“Passamos um dia na Universidade da Inovação” – Fortune“IDEO está no topo do Industrial Design Excellence Awards por 10 anosconsecutivos” – Business Week Agosto 2002 70 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  71. 71. Processo de InovaçãoCompreender o mercado,cliente, tecnologias e restrições(que serão depois desafiadas)Observar pessoas em situaçõesreais, o que as confunde, do quegostam/odeiam e necessidades não atendidas(latentes)Visualizar conceitos e clientes. Fase mais intensa em brainstorms.Desenho da experiência do cliente em quadrinhos. PrototipaçãoAvaliar e refinar os protótipos em iterações rápidas, sem se fixarnos primeirosImplementar o novo conceito para comercialização Agosto 2002 71 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  72. 72. Processo de InovaçãoAbordagem multidisciplinar e holística para criaçãode produtos:•Psicólogos/Antropólogos•Designers/Arquitetos•Engenheiros•EstrategistasO processo de descoberta é orgânico com intuições e ‘insights’ a partirdo contato com clientes Agosto 2002 72 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  73. 73. Compreensão e observação•Determinação da viabilidade do projeto. Envolve a compreensão de tudo quese possa aprender a respeito do cliente e do seu negócio• Desenvolvedores de produtos em empresas tradicionais gastam pouco temponessa etapa, para evitar duplicação de esforços de marketing ou P&D•Pouco uso de focus groups e pesquisas de mercado. Observação de pessoasem situações reais para coleta de ‘insights’ que são matéria-prima para ainovação•Uso de conceito de human factors process – observação real e direta porequipe multidisciplinar da IDEO•Colocar-se fisicamente em ambientes quepermitam experiências novas, para ter um entendimento ‘intuitivo’ do problemaEx: Carrinho de compras Agosto 2002 73 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  74. 74. Compreensão e observaçãoOs clientes muitas vezes não conseguem articular o que pensam oumesmo o que querem – ‘não é função do cliente ser visionário’Ex: trabalho com software house, aonde usuários de aplicações eramobservados bufando, suspirando e rangendo os dentes, mas nãosouberam articular sugestões no fim das entrevistas•Estabelecimento de ‘bug lists’ –‘perguntas de crianças’ – Por que/Por que não? Adoção de exercícioscotidianos de questionamentoTraço cultural do fundador Agosto 2002 74 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  75. 75. Compreensão e observaçãoProdutos em ação, como experiências. Produtos como verbos e nãosubstantivos, permitindo ver em diferentes perspectivasEx: Ao invés de ‘cell phone’, ‘cell phoning’•Fertilização cruzada:Ex: Garrafa esportiva de água a partir daválvula tricúspide Agosto 2002 75 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  76. 76. Compreensão e observaçãoEstabelecimento de ‘bug list’ – ‘perguntas de crianças’ – Por que/ Por que não?•Colocar-se fisicamente em ambientes que permitam experiências novas, parater um entendimento ‘intuitivo’ do problema• Produtos em ação, como experiências. Produtos como verbos e nãosubstantivos, permitindo ver em diferentes perspectivasEx: Ao invés de ‘cell phone’, ‘cell phoning’ Agosto 2002 76 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  77. 77. Visualização/RealizaçãoNesta etapa, o time dedesenvolvimento de produtovisualiza soluções através deprotótipos tangíveis.Essa fase é mais focada noprodutoO time combina idéias, tecnologias e percepções de mercado comobservações do ‘mundo real’ para investigar contextos em que o produtopoderia ser usadoO processo envolve o desenho de quadrinhos (storyboard) e criar caracteresfictícios para emular situações de uso reaisEx: ao desenhar um controle remoto, usam a ‘Verônica, a comedoracompulsiva de batatas chips’. Esse tipo de visualização pode levar à criaçãode mecanismos para evitar o acúmulo de comida no aparelho Agosto 2002 77 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  78. 78. Visualização/Realização - Brainstorming‘Brainstorming’ é uma ‘religião’ naIDEO’Não é apenas uma ferramentacriativa, mas uma influência culturalde colaboração e trabalho emequipeEstá no tecido da organização.Se faz quase diariamente, comduração média de 60´O brainstorming é uma competiçãoamigável, que fortalece otrabalho em grupo Agosto 2002 78 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  79. 79. BrainstormingO objetivo é gerar o maior número de idéias possível, no processo de designUso do epítema de Einstein: “Se uma idéia não parece absurda,então não lhe resta esperança”Quando o progresso de um projeto parece bloquedo, usa-se a metodologia de“deep dive” – foco intensivo de um dia inteiro para gerar conceitos criativos,eliminar idéias fracase iniciar aprototipaçãorápida. Agosto 2002 79 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  80. 80. Brainstorming – Modelo1-Ajuste o foco – comece com uma declaração do problema, uma descriçãobem articulada. Faça ‘outward’ statements e não ‘inward’ statements.Ex: não ‘como ganhamos market share da empresa X?’, mas ‘comoaceleramos o time-to-result dos clientes de linha discada do mecanismo debusca?2- Estabeleça regras ‘funcionais’ – ‘não critique idéias’, ‘busque aquantidade’, ‘seja visual’3- Enumere as idéias – motiva o time saber o número e não se perde aevolução4- ‘Construa e salte’ – o facilitador deve alimentar as idéias no estágio deplatô e sugerir mudanças Agosto 2002 80 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  81. 81. Brainstorming – Modelo5- O espaço ‘lembra’- anote as idéias em locais visíveis para todos6- Faça aquecimento – prepare ‘lições de casa’ e exercite jogos antes doinício do brainstorm7- ‘Get physical’ – trabalhe em 3D, não só em papelO que mata o brainstorm:•O chefe fala primeiro•Cada um tem sua vez•Apenas especialistas•Fazer fora da empresa•Muita seriedade•Tentar escrever tudo Agosto 2002 81 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  82. 82. PrototipaçãoÉ um passo no processo de inovaçãoe uma filosofia de ‘ir sempre adiante’mesmo com variáveis indefinidasÉ um estado mental, que abrenovas possibilidades de descobertasacidentais.Ao invés de preparar relatórios,Se faz protótipos, que permitemdiferentes perspectivas do problema.A observação, o brainstorming e aprototipação são os fundamentosda inovação. Agosto 2002 82 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  83. 83. PrototipaçãoA prototipação é uma ferramenta decomunicação com clientes, marketing, expertse usuários finaisOs protótipos garantem que todos tenham umavisão comum em discussões sobre um produtoConstruir versões sofisticadas nos estágios iniciais é visto como perda detempo. Modelos são construídos com os materiais disponíveis à mão: papelão,espuma e legosA prototipação rápida segue o princípio dos três Rs – “rough, rapid, right”Erros na prototipação fazem parte do método de trabalho e da cultura -desapego às primeiras versões – contraste com pesquisadores em grandesempresas, que temem apresentar algo pouco atrativo e se apegam aoprotótipo Agosto 2002 83 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  84. 84. IDEO - Modelo de Inovação sustentada Observação Brainstorming Prototipação Processo de Inovação Agosto 2002 84 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  85. 85. Cultura -Barreiras e pontes para a InovaçãoHierarquia X MéritoBurocracia X AutonomiaAmbiente anônimo X ‘familiar’Ambiente clean X caóticoExperts X ‘ambulantes’(tinkerers)Cultura da IDEO é de mini-fracassos – ‘fracasse com freqüênciapara ter sucesso mais cedo’, baseado no conceito de prototipação Agosto 2002 85 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  86. 86. CulturaA natureza da IDEO é de conforto com a confusão , informações incompletas,paradoxos, ironia e diversãoPor Tom Peters: “IDEO é como um zoológico. Experts de todas as áreas semisturam em um ambiente que mais se parece com classes de jardim-da-infância” Agosto 2002 86 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  87. 87. TimesNa IDEO, o ‘gênio solitário’ éum mito. ‘O gênio solitário nãotem muito a dizer sobre aplicarprocesso criativo a negócios e nãoestão dispostos a compartilhar o quesabem’Grandes projetos resultam degrandes timesProjetos na IDEO tem deadlinescurtos, quase ‘ridículos’ e objetivosclarosGrupos são irreverentes e semhierarquia, valorizam a diversidade ecolaboram com recursos externos Agosto 2002 87 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  88. 88. Práticas de gestão de pessoas•A empresa desencoraja a adoção de cargos formais e não há regras devestuário•Os funcionários são encorajados a deixar suas mesas e “sair por aí”,especialmente durante ‘bloqueios mentais’•Raramente se demite pessoas. Os funcionários de destaque são agraciadoscom a liderança em projetos desafiadores•Cada funcionário é•avaliado através de•sessões com colegas,•sendo estes escolhidos•por ele Agosto 2002 88 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  89. 89. Práticas de gestão de pessoasTambém se remunera high performers com participação nas receitas dosprojetosO turnover da IDEO situa-se entre 5 a10%, número baixo para os padrões doSilicon ValleyO processo de recrutamento privilegia a seleção de estagiários, e o processode seleção é longo e envolve cerca de 10 pessoasUm funcionário pode atuar como principal em um grande projeto ou comocolaborador em até 3 a 4 projetosNão há atribuições ou posições permanentes, como resultado do trabalho porprojetosNão há organogramas e hierarquia formal, o que evita o problema depromover pessoas com perfil técnico a posições administrativas, muitas vezesindesejadas Agosto 2002 89 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  90. 90. ‘Hot Studios’Organização de times com conceito de ‘Hot studios’Sistema da indústria cinematográficade Hollywood de construir equipesem torno de projetos e disciplinas.Desenham um script (protótipo) eorganizam os recursos necessários– diretores, atores, produtores etodo o staff em torno dele Agosto 2002 90 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  91. 91. ‘Hot Studios’ - históricofirmas de design raramente passam de 100 pessoas, porque ostalentos não encontram espaço e saem. Percebendo isso nos anos 90,David Kelley designou ‘studio leaders’Ninguém foi ‘designado’ a um studio, mas IDEOers escolheram seuslíderes a partir de uma reunião aonde os líderes apresentaram suaabordagem para inovação de produtosCada time escolheu seu ‘campus’ nos prédios de escritório da IDEO.Cada time e composto de 10 a 20 pessoasOs studios são mudados periodicamente, criando assim capacidadesúnicas na organização Agosto 2002 91 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  92. 92. Contratação e montagem de times de projeto –arquétiposProcesso de contratação longo, com muitas entrevistas e decisãocolegiada. Teste com ‘job’ mais valorizado do que experiênciapregressa•visionário•‘resolvedor’ de problemas•iconoclasta•tomador de pulso•artesão•tecnologista•empreendedor Agosto 2002 92 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  93. 93. Motivação de TimesCriação de prêmios e eventosconstantes, seguindo a metáfora do‘jardim de infância’ - criançasaprendem alfabeto durante meses,mas cada mês é especial, como omês do dinossauro, das cores dooutono, etc.Manter a máquina criativafuncionando – ao finalizar umprojeto, inicia-se imediatamente outroe depois vem um intervalo. Não serecomeça do zero Agosto 2002 93 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  94. 94. Motivação de TimesPromoção de uma ‘clubhouse’ – encontros regulares semanais ou mensais.Método semi-estruturado de manutenção de conhecimento ‘cutting-edge’,através de discussões em um ambiente competitivo e motivador‘Paradas não planejadas’, com visitas a outras empresas como a IndustrialLight and Magic, de George Lucas Agosto 2002 94 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  95. 95. Ambiente físicoCultura aonde o espaço importaO oposto da abordagem Dilbert -quanto menos regras, melhorEspaços móveis, devem evoluircom times e projetos – espaçoelásticoEscritórios menores para cadastudio, com personalidade própriaEspaço de celebração do trabalho ehobbies Agosto 2002 95 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  96. 96. Ambiente físico‘espaços devem contar histórias – uso de ícones para identificar times eexposição de realizações para criar identidade e espírito corporativoOs espaços que ‘seriam’ destinados a executivos são liberados para o café,livraria e clientesDisposição de produtos no lobby, para experimentação – experiência deentretenimentoEncorajamento para resolução pessoal de problemas de espaço - osfuncionários são encorajados a construírem seus próprios espaços de trabalhopara refletir suas personalidadesConstrução de ‘vizinhanças’, objetivando interação Agosto 2002 96 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  97. 97. Knowledge management – o Tech BoxCriado a partir da cultura de‘space matters’‘livraria centralizada de empréstimosde elementos de inovação’Baseado na abordagem de Montessori– toque e vejaColeção de objetos, materiais eprodutos da IDEOObjetos etiquetados e organizados Agosto 2002 97 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  98. 98. Knowledge management – o Tech BoxCriação de banco de dados em intranet com documentação do tech box, commais de 200 itens catalogados, com descrições de background dos materiais ebanco de aplicaçõesFerramenta colaborativa de gestãodo conhecimento - clientes e parceiros‘assinam’ o tech box e tem acesso aparte de seu conteúdoPermite a realização de conexõeslaterais quando usado fisicamenteUsado em brainstorms, para‘fertilização cruzada’Gerou produtos como oApple Duo Dock (ao lado) Agosto 2002 98 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  99. 99. Experimentos comIdentity Cards Agosto 2002 99 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda.
  100. 100. Identity Card Exploration for IDEOConceptual Business Cards Agosto 2002 10 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 0
  101. 101. Card PireIdéia:Transforma a informação do papel emdados virtuais e incinera o cartão.O dispositivo “escaneia” asinformações de um cartão de visita,que são transferidos posteriormenteao servidor, hd, etc. e incinera ocartão de papel. Agosto 2002 10 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 1
  102. 102. Branding IdentityIdéia:Todos podem se tornar umaidentidade de marca. Agosto 2002 10 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 2
  103. 103. PerforatedIdéia:O cartão possui pequenospedaços removíveis onde você“escreve” a mensagem maisapropriada a reunião/aoencontro.Fonte: http://www.ideo.com/identity Agosto 2002 10 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 3
  104. 104. Onion CardIdéia:Com este cartão de visitas, vocêpode destacar camadas deinformação, permitindo acesso ahomepage ou local virtual comsuas informações pessoais. Agosto 2002 10 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 4
  105. 105. Wireless Information CardIdéia:Seguindo os avanços na tecnologiaWireless este cartão contém informaçõessobre agenda, status do projeto, dadoscadastrais,...)Recursos:• Módulo de comunicação Wireless digital• Display ativo• Chip de memória Agosto 2002 10 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 5
  106. 106. Listening CardIdéia:Identificar e caracterizar aspessoas presentes na reunião. Agosto 2002 10 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 6
  107. 107. Seed CardFonte: http://www.ideo.com/identity Agosto 2002 10 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 7
  108. 108. Pin BoxIdéia:Com este cartão de visita, vocêpoderá se lembrar das pessoas comas quais você teve reunião.Utiliza o modo Pinhole de fotografare combina um design atual com umartefato de baixa tecnologia. Agosto 2002 10 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 8
  109. 109. Tree Ring CardIdéia:Um modo simples e visual desaber a quanto tempo oscartões foram trocados. Agosto 2002 10 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 9
  110. 110. Campus de Inovação – A experiênciabrasileira do Fórum de Inovaçãowww.inovforum.org.br Agosto 2002 11 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 0
  111. 111. CARACTERÍSTICAS DA UNIVERSIDADE E DAINDÚSTRIA• A indústria tem conhecimento profundo do problema, mas tem dificuldade de formular uma solução• Já a universidade tem conhecimento parcial do problema, mas possui a metodologia para formular a solução Fonte: Profa. Eva Stal Agosto 2002 11 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 1
  112. 112. VANTAGENS DA INTERAÇÃO UNIVERSIDADE-EMPRESAPARA A UNIVERSIDADE Recursos adicionais para pesquisa e infra-estrutura Ensino e pesquisa com visão mais próxima da realidade Demonstração de sua utilidade socioeconômica, contribuindo para o desenvolvimento tecnológico do país Fonte: Profa. Eva Stal Agosto 2002 11 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 2
  113. 113. CARACTERÍSTICAS DA UNIVERSIDADE E DAINDÚSTRIA• A indústria tem conhecimento profundo do problema, mas tem dificuldade de formular uma solução• Já a universidade tem conhecimento parcial do problema, mas possui a metodologia para formular a solução Fonte: Profa. Eva Stal Agosto 2002 11 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 3
  114. 114. Agosto 2002 11 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 4
  115. 115. FGV-EAESPO Fórum de Inovação é um consórcio entre a FGV-EAESP e organizaçõesinovadoras, de natureza distinta, que buscam a compreensão e prática dacapacidade de Inovar Sua Missão Estimular e viabilizar a geração, sistematização, difusão e aplicação de conhecimentos sobre Organizações Inovadoras Agosto 2002 11 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 5
  116. 116. DinâmicaMotivações de interesse díspares e a agenda comum Visão compartilhada de relevância e contribuição Cooperação permanente – início de 3 anos Gestão colegiada define as diretrizes Pesquisa e publicações em benefício das empresas Trabalho conjunto em Comunidades de Práticas Administração da gestão terceirizada Pressuposto de sistema dinâmico e adaptativo Agosto 2002 11 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 6
  117. 117. Atividades do FórumInventário de Inovações Pesquisa e investigação de casos Elaboração de diagnóstico Workshop com executivos das empresasCompartilhamento de experiências Análise comparada dos casos Identificação de fatores que favorecem a inovação Discussão de estratégias e ações Agosto 2002 11 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 7
  118. 118. Atividades do FórumEstruturação de metodologias Metodologia de Diagnóstico Metodologia de Gestão da Transformação Metodologia de Pesquisa SetorialCapacitação acadêmicaDisciplinas de Inovação na FGV-EAESP Agosto 2002 11 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 8
  119. 119. Evolução Planejada “Criando raízes” “Saindo da casca” “Ganhando massa” “Expandindo fronteiras”• 4 empresas •10-15 empresas • Novas categorias de • Comunidade Global• Estudos de • Estudos de casos associação • Referência internac.Facilitadores e externos • Comunidade • Ciência brasileiraInibidores • Website multidisciplinar • Exportação de• Metodologia • Metodologia própria • Linhas específicas Conhecimentoexperimental MIS/IP de investigação de estudo – setoriais • Produção de artigos e temáticas • ‘Swap’ de Inovação •Geração de • Comitês de Ferramentas Inovação • Cursos regulares Criação Consolidação Desenvolvimento Expansão (1999-2000) (2001-2002) (2002-2003) (2003-…)
  120. 120. Institutos de inovação estrangeiros Agosto 2002 12 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 0
  121. 121. Strategos Institute Agosto 2002 12 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 1
  122. 122. Definição: Consórcio de empresas que estuda como desenvolver umacapacidade sistêmica de inovação em grandes empresasIdade e local: 3 anos. Menlo Park, CAQuem faz: Constituído por consultores da empresa de consultoriaamericana,liderada pelo ‘guru’ Gary Hamel, e por professoresconvidados das Universidades de Stanford, Harvard, Wharton eINSEAD,além dos executivos das empresas.Membros: Cerca de 30 empresas, incluindo Royal Dutch/Shell, IBM,General Motors, Hewlett-Packard, Dow Chemical e Charles Schwab Agosto 2002 12 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 2
  123. 123. Produtos Principais‘Blueprint’ para inovação estratégica que incorpora ferramentas,métricas, processos e clima organizacional para o desenvolvimentoda inovação orientada a criação de nova riqueza. Compreende:•Um arcabouço para entender o papel da estratégia na criação de novariqueza•Ferramentas para avaliar a decadência estratégica de negócios atuais•Novas maneiras de pensar sobre setores e domínios competitivos - ameaçase oportunidades•‘Insights’ sobre pré-condições organizacionais que devem ser criadas parao florescimento da inovação•Diagnósticos das barreiras organizacionais para a inovação estratégica•Ferramentas para estimular novas idéias e modelos de negócio, e queauxiliem sua implantação•Novas métricas de performance para monitorar o sucesso de uma empresaem criar e capturar nova riqueza Agosto 2002 12 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 3
  124. 124. Innovation Exchange Agosto 2002 12 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 4
  125. 125. Definição:O Innovation Exchange é uma rede informal administrada pelo Centro dePesquisa Organizacional da London Business School, em associação com o‘Marketing Council’, para compartilhar experiências e desenvolver ‘bestpractices’ em inovação.Idade e local:5 anos. London, UKQuem faz:Constituído por professores da London Business School e executivosdas empresas.Membros:22 empresas, incluindo British Telecom, Cadbury Schwepps,GlaxoSmithKline,Lloyds, London Business School, Marks & Spencer,Roche, Shell e Unilever Agosto 2002 12 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 5
  126. 126. Produtos PrincipaisEstudo de melhores práticas de Inovação entre membros e casos externos.Inclui: ponto de vista da empresa sobre inovação, melhores e piores práticas,desafios corporativos, ‘paradoxos’ da Inovação. 41 entrevistas em 21empresas, sobre cultura organizacional, visão e estratégia, liderança eprocessos.•‘Innovation Journey assessment and development tool’, uma ferramenta paraavaliar o estágio da empresa em relação a inovação e como desenvolverpráticas de inovação. A ferramenta é constituída a partir de entrevistas comexecutivos e estudos de melhores práticas.•O IE promove diversos workshops e seminários, sobre temas como:‘dinâmica da inovação’ e ‘desenvolvimento de produtos’.•Curso de Inovação no MBA Agosto 2002 12 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 6
  127. 127. Business Innovation Consortium Agosto 2002 12 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 7
  128. 128. Definição:Consórcio de empresas que objetiva desenvolver e implementar Processos deinovaçãoIdade e local:5 anos. Baltimore, MDQuem faz:Grupo de consultores liderados por David Sutherland, em parceria comexecutivos das empresasMembros:8 empresas: US Air Force, Bank of America, BMW, BorgWarner(autosupplier), National Cooperative Bank, Pfizer, Sony e Siemens AG Agosto 2002 12 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 8
  129. 129. Produtos PrincipaisFoco em desenvolver capacidades de inovar sustentáveis, incluindo•Estudos de avaliação e benchmarking com best practices•Desenvolvimento e implementação de processos de inovação•Ferramentas de geração de idéias•“Innovation Journeys”: visitas a empresas em “áreas de oportunidade”•Desenho de ambientes físicos de trabalho•“Employee Value Proposition”: metodologia para atração e gestão de recursoshumanos tendo em vista a inovação.•Desenho de perfis de liderança para inovação Agosto 2002 12 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 9
  130. 130. Center for Business Innovation Agosto 2002 13 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 0
  131. 131. Definição:Centro de pesquisa em inovação em negócios para criação de novos serviçospara os clientes da Cap Gemini/E&Y, e para divulgação mais ampla para acomunidade empresarial internacional. O centro junta consultores, executivose pensadores de negócios para discutir novas abordagens de gestão.Idade e local:5 anos. Cambridge, MAQuem faz:35 consultores da E&Y, junto com convidados como: Stan Davis, JoshEpstein, e mais 15 profissionais de diversas áreas - músicos, cientistas,etc, além de mais de 500 executivos de empresas clientes da E&Y.Membros:Empresas clientes da E&Y participam das atividades de pesquisa Agosto 2002 13 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 1
  132. 132. Produtos PrincipaisEm 2001, o centro teve as seguintes linhas de estudo:•Biologia & Negócios•Comércio em Rede•“Connected Innovation”•Organização como ecossistema•Avaliação de ‘Intangíveis’(métricas deResultados alternativas)Além da publicação de artigos, livros e da realização de eventos abertos Agosto 2002 13 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 2
  133. 133. Um pouco de humor... Agosto 2002 13 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 3
  134. 134. O mito Este é você. Esta é sua empresa. Agosto 2002 13 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 4
  135. 135. A realidade Este é você.. Esta é sua empresa. Agosto 2002 13 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 5
  136. 136. O melhor que você pode esperar Este é você.. Esta é sua empresa.. Agosto 2002 13 Copyright © 2002, Strategos e Pieracciani Desenvolvimento de Empresas Ltda. 6
  137. 137. Workshop Inovação e Empreendedorismo Empresarial por Moysés Simantob, www.pieracciani.com.br fundador e sócio da SIM www.pritchett.com.br

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