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Art. 12 Assegurar à pessoa, família e coletividade assistência deenfermagem livre de danos decorrentes de imperícia, negli...
Art. 19 Respeitar o pudor, a privacidade e a intimidade do serhumano, em todo seu ciclo vital, inclusive nas situações de ...
Art. 26 Negar assistência de enfermagem em qualquer situaçãoque se caracterize como urgência ou emergência.Art. 27 Executa...
Art. 31 Prescrever medicamentos e praticar ato cirúrgico, excetonos casos previstos na legislação vigente e em situação de...
Art. 48 Cumprir e fazer os preceitos éticos e legais da profissão
Art. 63 Desenvolver suas atividades profissionais em condiçõesde trabalho que promovam a própria segurança e a da pessoa,f...
o Ruaro AF, Nascimento CCR, Kayamori CHG. Comissão decontrole de infecção hospitalar: direitos e deveres. RevBrasOrtop1995...
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Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH)

  1. 1. Discentes: Cintia Alves; Cristiane Teixeira; IvanaFerraz; Laís Lobo; Lauren Silva; Lorena Gomes; LucianeBarbosa; Martha Brito; Vanessa Araújo e VanildoAraújo.Docente: Sheyla Nayara.Disciplina: Saúde do Adulto 6 SemestreJequié/BASetembro de 2012
  2. 2. Infecções hospitalares são definidas comoaquelas adquiridas após a admissão dopaciente ao hospital, que se manifestamdurante a internação ou após a alta epodem ser relacionadas com a internaçãoou procedimentos hospitalares.
  3. 3. o Uma das primeiras medidas de controle dessasinfecções foi a criação de Comissões de Controlede Infecção Hospitalar (CCIH), sob arecomendação da American Hospital Association,em 1958, com o objetivo de prover os hospitaisamericanos de um sistema que lhes permitisseapurar as causas das infecções neles adquiridas edotá-los de instrumentos necessários contrapossíveis ações legais movidas pela clientela;o No Brasil, a preocupação com o controle deinfecções hospitalares surge na década de 60através de publicações dos primeiros relatos sobreo tema;
  4. 4. o A primeira iniciativa paracriação de uma CCIH data de1963, no Hospital ErnestoDornelles, em Porto Alegre-RS;o A criação de comissõesmultidisciplinares, vinculadasa hospitaisuniversitários, surgiram apartir da década de 70.
  5. 5. o No Brasil, o Controle dasInfecções Hospitalares teve seumarco referencialregulamentado em 1983, com aPortaria MS nº 196/83, que foirevogada e substituída pelaPortaria MS nº 930/92;o Atualmente, está em vigor aPortaria nº 2616, de 12 de maiode 1998, que revogou a Portarianº 930/92;
  6. 6. o Em 1997, foi publicada, no Diário Oficial daUnião, a Lei nº 9431/97, que em seu artigo1º fala da obrigatoriedade dos hospitaismanterem um Programa de InfecçõesHospitalares (PCIH) e no artigo 2º preconizaa criação de Comissão de Controle deInfecções Hospitalares (CCIH) paraexecução deste controle;o Essa legislação determina que a CCIH éresponsável pela implementação da políticade prevenção e controle de agravosinfecciosos à saúde de pacientes eprofissionais no ambiente hospitalar.
  7. 7. o Detectar casos de infecçãohospitalar, seguindo critérios de diagnósticospreviamente estabelecidos;o Conhecer as principais infecções hospitalaresdetectadas no serviço e definir se aocorrência destes episódios de infecção estádentro de parâmetros aceitáveis;o Elaborar normas de padronização para que osprocedimentos realizados na instituição sigam umatécnica asséptica;o Colaborar no treinamento de todos os profissionaisda saúde no que se refere à prevenção e controledas infecções hospitalares;
  8. 8. o Realizar controle da prescrição deantibióticos, evitando que os mesmos sejamutilizados de maneira descontrolada no hospital;o Recomendar as medidas de isolamento dedoenças transmissíveis, quando se trata depacientes hospitalizados;o Oferecer apoio técnico à administraçãohospitalar para a aquisição correta de materiais eequipamentos e para o planejamento adequadoda área física das unidades de saúde.
  9. 9. Enfermeiro; Farmacêutico; Médico Neonatologista eInfectologista Pediátrico; Técnico de Enfermagem; Técnicos emAtividades Administrativas.
  10. 10. Consultores e Executores, sendo que o enfermeirodeve ser de preferência um dos executores, com cargahorária mínima diária de 6 (seis) horas e 4(quatro) horaspara os demais profissionais.
  11. 11. É preciso haver uma interação maior do setor de CCIHcom os demais setores do hospital, para que hajamelhor desenvolvimento das atividades e uma assistência dequalidade oferecida aos pacientes, dessa forma, é necessário umentendimento do que significa infecção hospitalar por parte dosprofissionais que estão diretamente desempenhando suas funçõesassistenciais, pois um controle de infecção hospitalar eficientegera redução nos gastos hospitalares em decorrência da reduçãodo tempo de internação hospitalar e retorno dos clientes àinstituição em virtude de um processo infeccioso.
  12. 12. Art. 12 Assegurar à pessoa, família e coletividade assistência deenfermagem livre de danos decorrentes de imperícia, negligênciaou imprudência.Art. 15 Prestar assistência de enfermagem sem discriminação dequalquer natureza.Art. 17 Prestar adequadas informações à pessoa, família ecoletividade a respeito dos direitos, riscos, benefícios eintercorrências acerca da assistência de enfermagem.Art. 18 Respeitar, reconhecer e realizar ações que garantam odireito da pessoa ou de seu representante legal, de tomar decisõessobre sua saúde, tratamento, conforto e bem estar.
  13. 13. Art. 19 Respeitar o pudor, a privacidade e a intimidade do serhumano, em todo seu ciclo vital, inclusive nas situações de mortee pós-morte.Art. 20 Colaborar com a equipe de saúde no esclarecimento dapessoa, família e coletividade a respeito dos direitos, riscos,benefícios e intercorrências acerca de seu estado de saúde etratamento.Art. 25 Registrar no prontuário do paciente as informaçõesinerentes e indispensáveis ao processo de cuidar.
  14. 14. Art. 26 Negar assistência de enfermagem em qualquer situaçãoque se caracterize como urgência ou emergência.Art. 27 Executar ou participar da assistência à saúde sem oconsentimento da pessoa ou de seu representante legal, exceto emiminente risco de morte.Art. 30 Administrar medicamentos sem conhecer a ação dadroga e sem certificar-se da possibilidade de riscos.
  15. 15. Art. 31 Prescrever medicamentos e praticar ato cirúrgico, excetonos casos previstos na legislação vigente e em situação deemergência.Art. 43 Colaborar, direta ou indiretamente com outrosprofissionais de saúde, no descumprimento da legislação referenteaos transplantes de órgãos, tecidos, esterilização humana,fecundação artificial e manipulação genética.
  16. 16. Art. 48 Cumprir e fazer os preceitos éticos e legais da profissão
  17. 17. Art. 63 Desenvolver suas atividades profissionais em condiçõesde trabalho que promovam a própria segurança e a da pessoa,família e coletividade sob seus cuidados, e dispor de material eequipamentos de proteção individual e coletiva, segundo asnormas vigentes.Art. 64 Recusar-se a desenvolver atividades profissionais na faltade material ou equipamentos de proteção individual e coletivadefinidos na legislação específica.Art. 68 Registrar no prontuário, e em outros documentospróprios da enfermagem, informações referentes ao processo decuidar da pessoa.
  18. 18. o Ruaro AF, Nascimento CCR, Kayamori CHG. Comissão decontrole de infecção hospitalar: direitos e deveres. RevBrasOrtop1995.o Fernandes AT (ed). Infecção Hospitalar e suas Interfaces na Áreada Saúde. São Paulo, 2001p. Atheneu, 2000.o ZANON U; AGUIAR N & COSTA BG. Diretrizes para aorganização da comissão de controle de infecções hospitalaresIn: ZANON U & NEVES J. Infecções hospitalares: prevenção,diagnóstico e tratamento. Medsi, Rio de Janeiro, p. 47-55, 1987.o Hoefel HHK, Sheneider LO. O profissional de saúde na cadeiaepidemiológica In:Rodrigues EAC. Infecções hospitalares:prevenção e controle. São Paulo: Savier; 1997. p.78-86.o Código de Ética. Disponível em:http://site.portalcofen.gov.br/node/4158. Acesso em 29/08/2012ás 20h10min.

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