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BBiioosssseegguurraannççaa 
JJaannaaíínnaa NNaasscciimmeennttoo LLaassssaallaa 
Enfermeira CCIH / CME 
Formada pela Universidade Federal da Bahia 
Pós Graduada em Gerontologia - UFBA 
Especialização em Enfermagem Dermatológica - Estácio 
1
Biossegurança na Saúde 
* Conjunto de normas e procedimentos 
considerados seguros e adequados à manutenção 
da saúde em atividades de risco de aquisição de 
doenças profissionais. 
2
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* RISCO é o perigo mediado pelo conhecimento que se 
tem da situação. É o que temos como prevenir. 
* PERIGO existe enquanto não se conhece a situação. É 
o desconhecido ou mal conhecido. 
Atividade ddee rriissccoo ssããoo aass ccaappaazzeess ddee 
pprrooppoorrcciioonnaarr ddaannoo,, ddooeennççaa oouu mmoorrttee.. 
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Exposições Profissionais 
EEqquuiippee ddee eennffeerrmmaaggeemm:: mmaaiioorr nnº ddee 
EExxppoossiiççããoo eennttrree ooss pprrooffiissssiioonnaaiiss 
MMaaiioorr eeqquuiippee ddooss sseerrvviiddoorreess ddee ssaaúúddee 
MMaaiiss tteemmppoo ccoomm oo aammbbiieennttee 
4 Mais procedimentos nnooss ppaacciieennttee
Como nos Proteger Durante o 
Trabalho em Saúde- Cuidados 
PRECAUÇÕES PADRÃO 
* Lavagem das Mãos 
* Manipulação de Instrumentos e Materiais 
* Manipulação de Materiais Cortantes e de Punção 
* Ambiente e Equipamentos 
* Roupas e Campos de Uso no Paciente 
* Vacinação 
5
Manipulação de Instrumentos e Materiais 
Cortantes e de Punção 
Instrumentos pérfuro-cortantes devem ser descartados em caixas 
apropriadas, rígidas e impermeáveis que devem ser colocadas 
próximo a área em que os materiais são usados. 
6
RDC 306, 07 de Dezembro de 2004 
Dispõe sobre o Regulamento Técnico para o gerenciamento 
de resíduos de serviços de saúde 
*14.1 - Os materiais perfurocortantes devem ser descartados separadamente, no 
local de sua geração, imediatamente após o uso ou necessidade de descarte, em 
recipientes, rígidos, resistentes à punctura, ruptura e vazamento, com tampa, 
devidamente identificados, atendendo aos parâmetros referenciados na norma 
NBR 13853/97 da ABNT. 
*19 - Todos os profissionais que trabalham no serviço, mesmo os que atuam 
temporariamente ou não estejam diretamente envolvidos nas atividades de 
gerenciamento de resíduos, devem conhecer o sistema adotado para o 
gerenciamento de RSS, a prática de segregação de resíduos, reconhecer os 
símbolos, expressões, padrões de cores adotados, conhecer a localização dos 
abrigos de resíduos, entre outros fatores 7 
indispensáveis à completa integração ao 
PGRSS
8
Manipulação de Instrumentos e Materiais 
Cortantes e de Punção 
* Nunca deve-se reencapar agulhas após o uso. 
* Não remover com as mãos agulhas usadas das seringas 
descartáveis e não as quebrar ou entortar. 
9
Acidente com Pérfuro-Cortante 
* Injúria percutânea por objetos cortantes, ou contato de 
mucosa e pele não íntegra com sangue, tecidos ou fluidos 
corpóreos potencialmente infectantes 
* Riscos: 
- Hepatite B: 30% 
- Hepatite C: 3% 
- HIV: 0,3% 
(NR 32 DOU DE 16/11/05) 10
Como e quando usar luvas? 
* Usar luvas de procedimento, não estéril, quando 
houver possibilidade de contato em sangue, fluídos 
corporais, mucosas, pele não íntegra e qualquer ítem 
contaminado de todos os clientes; 
* Trocar as luvas entre um procedimento e outro; 
* Calçar as luvas imediatamente antes do cuidado a ser 
executado, evitando contaminação prévia das 
mesmas; 
11
Como e quando usar luvas? 
* Estando de luvas, não manipule objetos fora do 
campo de trabalho; 
* Retirar as luvas imediatamente após o término da 
atividade; 
* Removê-las sem tocar na parte externa das mesmas; 
* Usar luvas adequadas para cada procedimento. 
- Luvas cirúrgicas estéreis; 
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12
Luvas 
13
Avental, máscara, óculos, calçados e gorro. 
14
TTiippooss ddee EEPPII:: 
* Luva – proteção da pele à exposição de material biológico e 
produtos químicos; 
* Óculos de acrílico – proteção de mucosa ocular; 
* Avental impermeável / Capote de manga comprida – para a 
proteção da roupa e pele do profissional; 
* Sapato fechado impermeável – proteção da pele do profissional; 
* Máscara cirúrgica – indicada para proteção da mucosa oro-nasal; 
* Gorro – proteção de exposição dos cabelos e couro cabeludo à 
matéria orgânica; 
* Máscara PFF2/N95 – indicada para a proteção de doenças por 
transmissão aérea tuberculose, varicela, sarampo e SARG 
(síndrome aguda respiratória grave).
O uso dos EPI no Brasil é regulamentado pela NR-6 da Portaria 3214 
de 1978, do Ministério do Trabalho e Emprego, que em seu 
parágrafo 6.7.1 diz: 
Cabe ao empregado quanto ao EPI: 
a) usar, utilizando-o apenas para a finalidade a que se destina; 
b) responsabilizar-se pela guarda e conservação; 
c) comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne 
impróprio para uso; 
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Medida individual mais simples e menos dispendiosa 
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* após tocar fluidos, secreções e itens contaminados; 
* após a retirada das luvas; 
* antes de procedimentos no paciente; 
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20
Antes de iniciar qualquer a higienização das mãos, é 
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sob tais objetos podem acumular microrganismos. 
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21
22
23
Obrigada!
BIBLIOGRAFIA 
OPPERMANN, Carla Maria, Lia Capsi Pires. Manual de biossegurança 
para serviços de saúde. Porto Alegre,PMPA / SMS/CGVS, 2003. 
PIANUCCI. Ana, Saber cuidar – Procedimentos Básicos em 
Enfermagem. Senac – SP, 2003. 
www.anvisa.gov.br/hotsite/higienizacao_maos/index.htm 
Norma Regulamentadora 32 - NR 32. SEGURANÇA E SAÚDE NO 
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  • 1. BBiioosssseegguurraannççaa JJaannaaíínnaa NNaasscciimmeennttoo LLaassssaallaa Enfermeira CCIH / CME Formada pela Universidade Federal da Bahia Pós Graduada em Gerontologia - UFBA Especialização em Enfermagem Dermatológica - Estácio 1
  • 2. Biossegurança na Saúde * Conjunto de normas e procedimentos considerados seguros e adequados à manutenção da saúde em atividades de risco de aquisição de doenças profissionais. 2
  • 3. RISCO x PERIGO * RISCO é o perigo mediado pelo conhecimento que se tem da situação. É o que temos como prevenir. * PERIGO existe enquanto não se conhece a situação. É o desconhecido ou mal conhecido. Atividade ddee rriissccoo ssããoo aass ccaappaazzeess ddee pprrooppoorrcciioonnaarr ddaannoo,, ddooeennççaa oouu mmoorrttee.. 3
  • 4. Exposições Profissionais EEqquuiippee ddee eennffeerrmmaaggeemm:: mmaaiioorr nnº ddee EExxppoossiiççããoo eennttrree ooss pprrooffiissssiioonnaaiiss MMaaiioorr eeqquuiippee ddooss sseerrvviiddoorreess ddee ssaaúúddee MMaaiiss tteemmppoo ccoomm oo aammbbiieennttee 4 Mais procedimentos nnooss ppaacciieennttee
  • 5. Como nos Proteger Durante o Trabalho em Saúde- Cuidados PRECAUÇÕES PADRÃO * Lavagem das Mãos * Manipulação de Instrumentos e Materiais * Manipulação de Materiais Cortantes e de Punção * Ambiente e Equipamentos * Roupas e Campos de Uso no Paciente * Vacinação 5
  • 6. Manipulação de Instrumentos e Materiais Cortantes e de Punção Instrumentos pérfuro-cortantes devem ser descartados em caixas apropriadas, rígidas e impermeáveis que devem ser colocadas próximo a área em que os materiais são usados. 6
  • 7. RDC 306, 07 de Dezembro de 2004 Dispõe sobre o Regulamento Técnico para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde *14.1 - Os materiais perfurocortantes devem ser descartados separadamente, no local de sua geração, imediatamente após o uso ou necessidade de descarte, em recipientes, rígidos, resistentes à punctura, ruptura e vazamento, com tampa, devidamente identificados, atendendo aos parâmetros referenciados na norma NBR 13853/97 da ABNT. *19 - Todos os profissionais que trabalham no serviço, mesmo os que atuam temporariamente ou não estejam diretamente envolvidos nas atividades de gerenciamento de resíduos, devem conhecer o sistema adotado para o gerenciamento de RSS, a prática de segregação de resíduos, reconhecer os símbolos, expressões, padrões de cores adotados, conhecer a localização dos abrigos de resíduos, entre outros fatores 7 indispensáveis à completa integração ao PGRSS
  • 8. 8
  • 9. Manipulação de Instrumentos e Materiais Cortantes e de Punção * Nunca deve-se reencapar agulhas após o uso. * Não remover com as mãos agulhas usadas das seringas descartáveis e não as quebrar ou entortar. 9
  • 10. Acidente com Pérfuro-Cortante * Injúria percutânea por objetos cortantes, ou contato de mucosa e pele não íntegra com sangue, tecidos ou fluidos corpóreos potencialmente infectantes * Riscos: - Hepatite B: 30% - Hepatite C: 3% - HIV: 0,3% (NR 32 DOU DE 16/11/05) 10
  • 11. Como e quando usar luvas? * Usar luvas de procedimento, não estéril, quando houver possibilidade de contato em sangue, fluídos corporais, mucosas, pele não íntegra e qualquer ítem contaminado de todos os clientes; * Trocar as luvas entre um procedimento e outro; * Calçar as luvas imediatamente antes do cuidado a ser executado, evitando contaminação prévia das mesmas; 11
  • 12. Como e quando usar luvas? * Estando de luvas, não manipule objetos fora do campo de trabalho; * Retirar as luvas imediatamente após o término da atividade; * Removê-las sem tocar na parte externa das mesmas; * Usar luvas adequadas para cada procedimento. - Luvas cirúrgicas estéreis; - Luvas de procedimentos não estéreis. 12
  • 14. Avental, máscara, óculos, calçados e gorro. 14
  • 15. TTiippooss ddee EEPPII:: * Luva – proteção da pele à exposição de material biológico e produtos químicos; * Óculos de acrílico – proteção de mucosa ocular; * Avental impermeável / Capote de manga comprida – para a proteção da roupa e pele do profissional; * Sapato fechado impermeável – proteção da pele do profissional; * Máscara cirúrgica – indicada para proteção da mucosa oro-nasal; * Gorro – proteção de exposição dos cabelos e couro cabeludo à matéria orgânica; * Máscara PFF2/N95 – indicada para a proteção de doenças por transmissão aérea tuberculose, varicela, sarampo e SARG (síndrome aguda respiratória grave).
  • 16. O uso dos EPI no Brasil é regulamentado pela NR-6 da Portaria 3214 de 1978, do Ministério do Trabalho e Emprego, que em seu parágrafo 6.7.1 diz: Cabe ao empregado quanto ao EPI: a) usar, utilizando-o apenas para a finalidade a que se destina; b) responsabilizar-se pela guarda e conservação; c) comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso; d) cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado.
  • 17. 17
  • 18. O QUE É HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS? Medida individual mais simples e menos dispendiosa para prevenir a propagação das infecções relacionadas à assistência à saúde. “Basctérias não voam” 18
  • 20. Indicação da lavagem das mãos * após tocar fluidos, secreções e itens contaminados; * após a retirada das luvas; * antes de procedimentos no paciente; * entre contatos com pacientes; * entre procedimentos num mesmo paciente; * antes e depois de atos fisiológicos; * antes do preparo de soros e medicações. 20
  • 21. Antes de iniciar qualquer a higienização das mãos, é necessário retirar jóias (anéis, pulseiras, relógio), pois sob tais objetos podem acumular microrganismos. (Exigência da NR-32) 21
  • 22. 22
  • 23. 23
  • 25. BIBLIOGRAFIA OPPERMANN, Carla Maria, Lia Capsi Pires. Manual de biossegurança para serviços de saúde. Porto Alegre,PMPA / SMS/CGVS, 2003. PIANUCCI. Ana, Saber cuidar – Procedimentos Básicos em Enfermagem. Senac – SP, 2003. www.anvisa.gov.br/hotsite/higienizacao_maos/index.htm Norma Regulamentadora 32 - NR 32. SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM SERVIÇOS DE SAÚDE 25