Competitividade pela Inovação

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Palestra realizada durante o Encontro de Inovação, em 20 de agosto de 2013.

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Competitividade pela Inovação

  1. 1. COMPETITIVIDADE PELA INOVAÇÃO Giovana Salmazo Ribeiro Coord. dos Núcleos de Estudos e Conhecimentos da FNQ
  2. 2. A NOSSA MISSÃO Estimular e apoiar as organizações para o desenvolvimento e evolução de sua gestão, por meio da disseminação dos Fundamentos e Critérios de Excelência, para que se tornem sustentáveis, cooperativas e gerem valor para a sociedade.
  3. 3. O QUE É UM MODELO DE EXCELÊNCIA? Os modelos de excelência são utilizados como referencial para promover a melhoria da qualidade da gestão e o aumento da competitividade das organizações. O QUE É O MODELO DE EXCELÊNCIA DA GESTÃO®? O Modelo de Excelência da Gestão® (MEG) é o modelo brasileiro, disseminado pela Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) há 21 anos, sendo utilizado por milhares de organizações no Brasil em autoavaliações periódicas de suas práticas de gestão, que constituem a base de programas de melhoria contínua da gestão.
  4. 4. MODELO DE EXCELÊNCIA DA GESTÃO® (MEG) Fundamentos da Excelência – 20ª EDIÇÃO •Pensamento sistêmico •Atuação em rede •Aprendizado organizacional •Inovação •Agilidade •Liderança transformadora •Olhar para o futuro •Conhecimento sobre o cliente e o mercado •Responsabilidade Social •Valorização das Pessoas e da Cultura •Decisões Fundamentadas •Orientação por processos •Geração de valor
  5. 5. MEG: PROCESSO CONTÍNUO DE ATUALIZAÇÃO 1992 - 1996 1997 - 2000 2001 - 2002 2003 - ? E s tru tu r a d o s C ri té r io s E s tr a té g ia s e p l a n o s d e a ç ã o 2 5 P l a n e j a m e n to e s tr a té g i c o G e s tão d e p es s o a s 7 1 L id e r a n ç a 3 6 Foco no c l i e n te e n o m e rc ad o R e s u lt a d o s da o r g a n iz aç ã o Res ulta dos G e s tão d e p r o c e ss o s 4 In f o r m a ç ã o e a n á lis e C om p u MAX C on s ult ( 460 ) Evolução do Modelo de Gestão ?
  6. 6. VALOR GERADO COM A ADOÇÃO DO MEG • Visão sistêmica da organização • Diagnóstico, medição e melhoria do desempenho do negócio • Identificação dos pontos fortes e oportunidades de melhoria da gestão • Linguagem e comunicação gerencial uniformes • Foco em resultados planejados • Comprometimento e cooperação das pessoas • Maior confiança e reconhecimento das partes interessadas • Medição do grau de maturidade da gestão • Atualizado com base em práticas de gestão de classe mundial
  7. 7. AS ATIVIDADES DA FNQ E O MEG Autoavaliação Programa De Excelência Capacitação Sensibilização Premiação Núcleos de Estudos Banco de Boas Práticas Publicações Palestras Eventos
  8. 8. NÚCLEOS DE ESTUDO E CONHECIMENTO • Com o objetivo principal de debater questões relacionadas ao aperfeiçoamento do MEG e assuntos em destaque na gestão brasileira, a FNQ criou Núcleos de Estudos com denominações e finalidades distintas, divididos em Núcleos Técnicos e Núcleos Temáticos. Entre suas principais funções estão as de gerar conhecimento e compartilhá-lo com a sociedade, por meio de artigos, entrevistas, pesquisas, publicações, entre outras iniciativas.
  9. 9. • Em parceria com o Fórum de Inovação da FGV-EAESP, a FNQ criou o Núcleo de Estudo Temático de Gestão de Inovação, que tem por objetivo: “Desenvolver estudos, pesquisas, publicações e disseminar o conceito sobre “Gestão de Inovação” às organizações brasileiras e ao meio acadêmico, contribuindo para a melhoria contínua do MEG”
  10. 10. EMPRESAS PARTICIPANTES AES Ampla Brasilata Cemig Coelba Correios Cummins EDP Embraer Fíbria Fleury GPC Química Itaú Natura PROMON Senac RS Senai Siemens Volvo Senac RS
  11. 11. O QUE O NÚCLEO TEM PRODUZIDO? Troca de práticas Palestras Artigos Entrevistas Livro
  12. 12. INOVAÇÃO
  13. 13. De acordo com os Fundamentos 20ª edição dos Critérios, Inovação é: Promoção de um ambiente favorável à criatividade, experimentação e implementação de novas ideias capazes de gerar ganhos de competitividade com desenvolvimento sustentável
  14. 14. De acordo com o Fórum de Inovação da FGV: INOVAÇÃO = IDEIA + AÇÃO + RESULTADO SUSTENTÁVEL* (*) Resultados positivos para fundadores, investidores e demais stakeholders, por um prazo razoável. Fonte: Fórum de Inovação da FGV-EAESP
  15. 15. TIPOS DE INOVAÇÃO RUPTURA: MUDANÇA RADICAL
  16. 16. INCREMENTAL: MELHORIA CONTÍNUA
  17. 17. INCREMENTAL: MELHORIA CONTÍNUA
  18. 18. ONDE PODEMOS INOVAR? • Introdução de um novo bem, ou de uma nova qualidade de um bem; • Introdução de um novo método de produção ou de • comercialização; • Abertura de um novo mercado, quer esse mercado tenha existido antes ou não; • Conquista de uma nova fonte de oferta de matérias-primas ou de bens semi-manufaturados; • Estabelecimento de uma nova organização para o negócio. Fonte: Fórum de Inovação da FGV-EAESP
  19. 19. MEG E A INOVAÇÃO
  20. 20. CRITÉRIOS E ITENS: ONDE ESTÁ A INOVAÇÃO? 1 Liderança 1.1 Governança corporativa 1.2 Exercício da liderança e promoção da cultura da excelência 1.3 Análise do desempenho da organização “Como os processos gerenciais são aperfeiçoados, destacando a forma de promover melhorias por meio do aprendizado e da INOVAÇÃO”
  21. 21. CRITÉRIOS E ITENS: ONDE ESTÁ A INOVAÇÃO? 6 Pessoas 6.1 Sistemas de trabalho 6.2 Capacitação e desenvolvimento 6.3 Qualidade de vida “Como a organização do trabalho é definida? Destacar a autonomia dos diversos níveis da forma de trabalho para definir, gerir e melhorar os processos da organização e para busca da inovação;” “Como é mantido um clima organizacional favorável à criatividade, à inovação, à excelência no desempenho e ao desenvolvimento profissional das pessoas e das equipes?”
  22. 22. CRITÉRIOS E ITENS: ONDE ESTÁ A INOVAÇÃO? 7 Processos 7.1 processos principais do negócio e processos de apoio 7.2 Processos relativos a fornecedores 7.3 Processos econômico-financeiros “Como a organização estimula seus fornecedores a implementar melhorias, inovações e otimização de custos nos seus processos e produtos? “
  23. 23. COMPETIVIDADE E INOVAÇÃO PORQUE INOVAR?
  24. 24. EVOLUÇÃO DO FOCO DAS ORGANIZAÇÕES Era da Informação Era da Indústria Sustentabilidade Era da Agricultura Globalização Marketing: a retomada Grande recessão Crescimento industrial Era dos Excessos Transição para a industrialização Na Sociedade Pós-industrial não prevalecerão as mesmas regras que deram certo na Era Industrial: é preciso fazer diferente e não fazer mais do mesmo! Fase artesanal 1760 1860 Era dos Limites 1914 1945 1960 1990 2010
  25. 25. 00 - 20: O DESAFIADOR CENÁRIO ATUAL •A crise financeira sem fim •Desigualdades continentais •Os BRICS: países emergentes •Crise da zona do Euro •Falta de alimentos •Escassez de recursos naturais •Crescimento populacional •Crise energética •Poder de consumo dos BRICS •Aquecimento global •Catástrofes climáticas
  26. 26. OS PRÓXIMOS 20 ANOS Rapidez Complexidade Complexidade Riscos Riscos As mudanças serão cada vez mais rápidas e abrangentes, incluindo todos os aspectos da vida. O número de forças aparentemente não inter-relacionadas interferirão na vida e na segurança das pessoas, instituições e países. Os riscos e as incertezas se multiplicarão, o que inclui ameaças como o terrorismo, a criminalidade e as turbulências econômicas. Mudança Teremos que nos adaptar, por meio de mudanças radicais, em nossos ambientes de trabalho, comunidades e relacionamentos. Surpresa Boas ou más, imagináveis ou inimagináveis, as surpresas cada vez mais farão parte do dia a dia, desafiando a nossa sensibilidade e a lógica binária do nosso entendimento.
  27. 27. QUANDO INOVAMOS, CONSEGUIMOS: Melhorar custos Gerar novas demandas Melhorar nosso produto Trazer diferencial para o cliente Encontrar novas maneiras de consumir GERANDO MAIS COMPETITIVIDADE!
  28. 28. VENDER OU ALUGAR BOLSAS?
  29. 29. PEGAR UMA CARONA?
  30. 30. COMPRAR OU TROCAR?
  31. 31. NOVAS MANEIRAS DE CONSUMIR
  32. 32. “Nenhum problema pode ser resolvido no mesmo nível de consciência em que foi criado” Albert Einstein OBRIGADA! giovana.ribeiro@fnq.org.br

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