Serviço social de caso

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As respostas teórico-medológicas e práticas do Serviço Social em suas vertentes tradicionais e suas interconexões com as matrizes teóricas: Serviço Social de Caso; Serviço Social de Grupo; Serviço Social de Comunidade e Desenvolvimento de Comunidade.

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Serviço social de caso

  1. 1. UNIDADE III- AS RESPOSTAS TEÓRICO- MEDOLÓGICAS E PRÁTICAS DO SERVIÇO SOCIAL EM SUAS VERTENTES TRADICIONAIS E SUAS INTERCONEXÕES COM AS MATRIZES TEÓRICAS: SERVIÇO SOCIAL DE CASO; SERVIÇO SOCIAL DE GRUPO; SERVIÇO SOCIAL DE COMUNIDADE E DESENVOLVIMENTO DE COMUNIDADE. SERVIÇO SOCIAL DE CASO
  2. 2. Serviço Social de Caso, em linhas gerais:  É um método norte-americano;  Forte influência da medicina, psicologia e da sociologia positivista, principalmente da sua vertente funcionalista;  A Questão Social é um problema individual;  Propõem uma mudança na personalidade do individuo para que este se ajuste na sociedade;  Tem como sua principal representante: Mary Richmond.
  3. 3. CASO? MARY E. RIHMOND,1922.  O livro baseia-se na experiência da autora, suplementada pela leitura de inúmeros casos, sua exposição se refere ao trabalho especializado de seis casos, de tratamento prolongado e intensivo( 2 a 6 anos), pois este constitui a mais segura medida de avaliação de sucessos e insucessos, com “clientes” de nacionalidades diferentes.  O Serviço Social de Caso tem como idéia central: “o desenvolvimento da personalidade, através de ajustamentos conscientes e abrangentes.”  O assistente social deve estar igualmente ocupado com o individuo e com o seu meio social.
  4. 4. Segundo Mary Richmond, o caso social consiste nos processos de desenvolvimento da personalidade, através de ajustamentos conscientemente efetuados, de individuo a individuo e do homem para com o seu meio social. Tendo o Assistente Social como artífice do relacionamento social, a principal técnica utilizada pelas assistente sociais eram as entrevistas e relatórios bem detalhados da história do cliente.
  5. 5. CASO DE MARIA BIELOWSKI  Maria era uma jovem polonesa, que durante quatro anos, ficou sob os cuidados de uma pequena obra particular, que matinha uma equipe de assistentes sociais e uma escola para moças difíceis, mas não retardadas.  Foi trabalhar em numa fábrica quando tinha apenas 15 anos, depois de muitos desentendimento com a madrasta, deixou o lar e passou a viver em hospedarias e hotéis baratos. Em um desses lugares, roubou alguns dólares de sua companheira e foi presa.  A “probation officer” responsável por Maria , verificou algumas pessoas sobre os antecedentes de Maria e descobriu que sua família, há cinco...
  6. 6. ...anos antes do roubo, soube-se que o seu pai, sua segunda esposa e os seus filhos, tinham vindo da Polônia. O pai falecera 3 anos depois e a madrasta, que não falava mais que uma dúzia de palavras em inglês, perdera todo o controle dos filhos , embora parecesse ser uma boa senhora. Os filhos mais velhos havia saído de casa, o mais moço achava-se em um reformatório. Maria, fora boa estudante, completara a sétima série em 4 anos, tendo começado sem saber nada de inglês, participou dos grupos bandeirantes e da escola dominical. Esses fatos mostraram que a liberdade vigiada em condições capazes de assegurar um máximo de cuidado individualizado, poderia trazer bons resultados, assim “probation officer” procurou ajuda da obra citada acima.
  7. 7. Alguns meses depois de entrar nessa escola, umas das assistentes sociais, com concordância da jovem, de sua família e do magistério, tornou-se sua guardiã legal. Sob esta guarda, o comportamento e o caráter da jovem, melhoraram constantemente. ○ Passos que levaram a mudanças nos hábitos da moça e no seu relacionamento com o meio ambiente: - Tratamento das condições físicas; - Ensino dos padrões americanos de vida em família; - Privilegiada com alguns empregos (5 empregos); - Continuidade dos estudos. ○ A assistente social ganhou a confiança de Maria, cuidando de evitar rigidez de pensamento e a tendência de inibir a iniciativa da cliente, apelando constantemente para o auto- respeito a ambição da jovem. Estimulando mais através de atos do que por palavras convencionais.
  8. 8. Caso Social – Sua Definição  Levou em consideração serviços a longo prazo e o trabalho especializado;  Serviço social complementar as outras profissões;  “Quando um homem perde suas terras, sua saúde, sua força, ele ainda é a mesma pessoa e nada perdeu da sua personalidade” (Metafísica escocês).  Conceitos importantes: - Individualidade; - Meio Social; - Personalidade.  O caso social trabalha com os aspectos relacionados a personalidade, que exige um campo especifico, que é o Serviço Social de Caso.  Definição de SS de Caso.
  9. 9.  Mary Richmond analisa os casos levando em consideração 4 divisões: - “insight” (percepção) das características individuais e pessoais; - “insight” dos recursos, perigos e influências do meio social; - Ação direta de individuo a individuo; - Ação indireta através do meio social.
  10. 10.  As assistentes sociais de caso estão sempre agindo como intermediarias e procurando utilizar, inteligentemente, os recursos sociais da comunidade ao lado dos avanços da medicina afim de possibilitar um melhor trabalho de caso individual.  Entretanto, nem sempre basta tentar um ajustamento entre o cliente e seu meio, as vezes a mudança deste – temporária ou permanente – é um recurso importante.  Enfim, todos os aspectos analisados convergem para um único objetivo “efetuar o melhor ajustamento entre o individuo e o mundo em vive”.
  11. 11. SERVIÇO SOCIAL: PROCESSOS E TÉCNICAS. BALBINA OTTONI VIEIRA, 1977. SERVIÇO SOCIAL DE CASOS  I- CONCEITUAÇÃO - Em sua evolução histórica, uma das tendências do Serviço Social foi a individualização da assistência; - Por ter passado por uma evolução muito rápida o Serviço Social de Casos ao longo dos anos recebeu conceituações diferentes; - No séc. XX a partir de estudos minuciosos o SS descobriu suas bases cientificas e Mary Richmond lançou a primeira definição do SS de Casos: “O SS de Casos é o processo que desenvolve a personalidade através de um
  12. 12. homens e seu ambiente.” - Mas a ONU em 1960 lança o último conceito de SS de Casos: “O SS de Casos é uma dinâmica mútua, entre o A.S e o cliente, deliberadamente utilizada para o tratamento social, e que se origina no estudo do indivíduo, e na situação peculiar onde se encontra, nos problemas que o afetam e da maneira em que pode ser ajudado a resolvê-los, mediante seus próprios recursos e os da comunidade.” - O SS é posto em prática de maneira diferente pelos vários países, ele é dinâmico, sendo o produto da civilização onde se desenvolve.
  13. 13. - O SS de Casos procura ajudar o indivíduo a resolver seus próprios problemas, seja através de mudanças de atitudes, seja pela utilização dos recursos da comunidade ou por ambos os meios. E o papel do assistente social é ajudar o indivíduo a examinar estas dificuldades e auxiliar o cliente a encontrar a solução para elas,assim como meios para executá-las. - O SS de Casos só se aplica a problemas individuais ou de família. - Segundo Hamilton, o caso social é composto de fatores internos(subjetivos) e externos(objetivos), não se trata os indivíduos somente em relação a suas experiências sociais, mas também trata-se de seus sentimentos em relação a estas experiências. Então não é possível restringir o SS de Casos a
  14. 14. simples modificações das condições exteriores pois cada problema é, em geral, interpessoal além de social.  II-INSTRUMENTOS DO SS DE CASOS 1-Relações entre assistente social e cliente - Pelo fato de o A.S ajudar o cliente na resolução de seus problemas suas relações tem um caráter especial, onde a personalidade do primeiro influência no processo de tratamento, e nesta relação pode-se distinguir três aspectos: a) A “aceitação do cliente” - O assistente social deve aceitar o cliente, reconhecer que ele tem o direito de ser o que é: econômica, social, moral ou psicologicamente.
  15. 15. - Para poder ajudar o cliente ao A.S não basta conhecer apenas seu problema, mas tomar ciência sobre o modo pelo qual o cliente o encara, o que pensa sobre ele, e a maneira pela qual espera solucioná-lo. - O SS de Casos não pretende reformar a personalidade do cliente, mas aproveitar suas aptidões em potencial para obter novas iniciativas ou mudanças em relação a suas dificuldades. E neste processo o A.S deve apenas orientar e esclarecer o cliente, e não tomar a atitude de proteger ou resolver os problemas por ele. - Portanto, a atitude de “aceitação” do cliente leva o A.S a respeitar sua liberdade de pensar, de escolher e de atuar.
  16. 16. b) O uso da “autoridade” - A autoridade do A.S é proveniente da sua formação profissional, que agora se coloca à disposição do cliente, e que está baseada na aceitação do cliente e estabelecimento de uma confiança mútua necessária ao tratamento social. - Essa autoridade também está fundamentada nas leis morais e civis, de um lado, e de outro nas funções da entidade da qual é funcionário. - A autoridade do A.S representa um fator de ordem na prestação da assistência, para que as funções das instituições sejam claramente definidas. - A arte do A.S consiste em exercer esta autoridade de uma maneira benéfica para o cliente, tornado- a positiva para os que tem dificuldades em lidar
  17. 17. c) Autoconhecimento do Assistente Social - O assistente social tem que ter consciência de sua individualidade, de suas crenças e de seus preconceitos, e de que maneira reage diante de determinadas situações, somente assim poderá controlar suas reações e suas atitudes diante do cliente. - O assistente social deve ser neutro nos julgamentos de valor sobre o cliente e saber controlar suas emoções para não se identificar com o cliente ou seu problema. - O autoconhecimento e o autodomínio do A.S mostrará ao cliente que pode ter confiança nele, e que o apoio que recebem parte de uma personalidade sólida e equilibrada.
  18. 18. d) A confidencialidade - O assistente social tem que passar ao cliente a certeza de que as informações sobre ele não serão divulgadas ou comentadas com terceiros, sendo esta a base da ação do profissional de serviço social. - Esta atitude de descrição também serve como influência educativa para os clientes, e os leva a usar de maior franqueza com o A.S e estabelece um clima de confiança imprescindível ao tratamento social.
  19. 19. e) A unidade no tratamento - O caso deve ser tratado em todas as etapas por pelo mesmo assistente social. - Mas se o caso não se enquadra na ação daquela obra social, o assistente social deve preparar o cliente, avisá-lo que ele irá ser transferido para o tratamento com outro assistente e até em outra instituição, para que os clientes que tenham a personalidade mais dependente não se sintam rejeitados pelo assistente social.
  20. 20. 2-Técnicas de Entrevistas - Em SS de Casos a entrevista é o meio para se estabelecer as relações com o cliente a fim de permitir o tratamento social. - A entrevista pode ser conduzida de várias formas, e difere de acordo com a maneira que o cliente chega ao assistente social. - Os principais elementos da entrevista são classificados didaticamente como: “observar”, “ouvir”, “perguntar” e “interpretar”. - E o assistente social deve tomar alguns cuidados ao fazer a entrevista, como prestar bem atenção ao problema do cliente, não fazer anotações e escolher um ambiente que seja propício para execução de uma entrevista. E pode recorrer a entrevistas com “colaterais” do cliente.
  21. 21. 3-Utilização dos recursos da comunidade - Dentro da comunidade existem várias obras ou instituições sociais que se propõem a tentar ajudar os moradores a resolver suas dificuldades, mas nenhuma obra ou instituição sozinha é capaz de atender a todas as necessidades dos moradores, por isso cada uma deve ter sua finalidade bem definida. - Na comunidade em que trabalha o assistente social encontra um determinado número de recursos legais, médicos, sanitários, educacionais, assistenciais que deve conhecer a fundo para utilizá-los eficientemente. - A maioria dos serviços públicos é muito burocrática, e isso impede o acesso da população a seus recursos.
  22. 22. - O assistente social, é nestas condições considerado pelo cliente uma espécie de mediador para obter mais fácil e rapidamente o acesso aos recursos das repartições públicas que pretendem alcançar. - O SS de Casos procura então estabelecer um equilíbrio entre a pessoa e o meio em que vive, ajudando-a a adaptar-se e atuar de melhor forma em relação aos serviços dispostos na comunidade.
  23. 23.  III- FASES DO PROCESSO DE SERVIÇO SOCIAL DE CASOS - A finalidade do SS de Casos é ajudar o cliente a solucionar seus problemas, os quais, logicamente, precisam ser conhecidos, a fim de que seja aplicado o tratamento adequado a sua natureza. - A simples exposição dos fatos já constitui parte do tratamento, na medida em que ao fazer isto o cliente toma consciência de seu estado e junto com o assistente social estuda os meios de solucionar seu problema através de seus próprios recursos e os recursos da comunidade, a participação ativa do cliente é característica fundamental do SS de Casos.
  24. 24. - As fases do processo do SS de Casos estão divididas em três: 1-O Estudo - O tratamento social já começa a partir do primeiro contato com o cliente, a medida inicial é saber quem ele é, que problema o aflige e o que pretende fazer. O estudo do caso pode ser conseguido através dos seguintes meios: a)Entrevista na obra - As informações recolhidas devem ser subordinadas aos encargos da obra. - Estas informações devem permitir ao A.S a compreensão do problema trazido pelo cliente. Para que o A.S possa analisar se o pedido do cliente se enquadra nas finalidades daquela obra.
  25. 25. b) Visitas Domiciliares - Este artifício não deve ser usado em todos os casos, é usado apenas como uma forma de estudo ou tratamento que tem uma finalidade determinada. - Mas é obrigatória em certos tipos de serviços assistenciais, como: escolha de um lar substituto, verificação do ambiente onde vive a criança, cujos pais pedem intervenção; entre outros casos. c) Informações Colaterais - São informações que o A.S busca sobre o indivíduo através de empregadores, parentes ou amigos que podem ser valiosas para o estudo do problema. - E para que estas informações sejam úteis o A.S deve estabelecer um equilíbrio entre as
  26. 26. d) Exames e Testes - Só os serviços especializados, como clínicas de orientação, ou serviços de colocação familiar pedem exames médicos ou testes psicológicos. - O papel do A.S é informar ao cliente da necessidade ou exigência destes testes. 2- O Diagnóstico - PROBLEMA; - CAUSAS; - CLIENTE .
  27. 27. 3- TRATAMENTO SOCIAL a)Tratamento Indireto - Tratamento Indireto – prestação de serviços concretos - Tratamento Indireto – modificação do ambiente b)Tratamento Direto ou Psicossocial c)Avaliação do Tratamento
  28. 28.  IV- ORGANIZAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL DE CASOS 1) Utilização do Serviço Social de Casos 2) Categorias de “Casos Sociais” 3) Primeiro contato do Cliente com o Serviço Social: O “Plantão” 4) Trabalhos que não podem ser considerados Serviço Social de Casos - Distribuição de auxílios - Concessão de benefícios - Matrículas e inscrições em instituições sociais - Estudo de candidatos a habitações populares - Recuperação e seguimento de pacientes, de recém-empregados e de inválidos. - Divisão do trabalho entres os assistentes sociais.
  29. 29. TEORIA E PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL DE CASOS ( GORDON HAMILTON )  Métodos de Diagnóstico e de Avaliação *Para compreender a significação de um caso , são indispensáveis certos dados psicológicos e sociais *A opinião do assistente social deve formar-se o mais rápido possível *A significação dada pelo assistente social aos incidentes, ao histórico e ao comportamento é chamada de "diagnóstico" *O diagnóstico preocupa-se com a interação causal; a avaliação, com o objetivo social *O diagnóstico e avaliação tem como objetivo tornar o tratamento praticável
  30. 30.  O Processo de Diagnóstico *Ao fazer o diagnóstico, procura-se chegar às causas, pois assim se consegue uma definição mais precisa do problema Diagnóstico e "Gestalt" *Todo diagnóstico é uam configuração ou "Gestalt", cujo significado total decorre do fato de que, como profissionais, faremos alguma coisa a respeito do pedido do cliente para ser assistido Causalidade no Diagnóstico *A causalidade histórica é como uma pirâmide  de vertice para baixo  -  o comportamento ou situação representam o vértice - e, quanto mais nos aproximarmos da base, mais causas aparecerão
  31. 31.  Classificação e Afirmação Diagnóstica *Não se pode descrever e definir sem classificar; todos os seres que pensam fazem, de um modo ou de outro, classificações Conclusões e Diagnóstico *As conclusões são a matéria-prima para  o diagnóstico, mas  não são propriamente o diagnóstico *Os fatos que parecem mais  significativos  para compreender o problema  ou a pessoa são chamados "conclusões" Diagnóstico em  Colaboração *Os assistentes sociais precisam utilizar-se das outras profisssões para chegarem aos diagnósticos que se enquadram dentro da sua função
  32. 32.  O  Processo de Avaliação *O diagnóstico e a avaliação  constituem processos intelectuais complementares, tendo por finalidade dar a essência de significação do caso; ambos têm início no plantão e continuam no correr do tratamento, focalizando diversos pontos do mesmo *A avaliação é um movimento de equilíbrio entre prós e contras, capacidades e fraquezas, ações construtivas e destrutivas
  33. 33. MÉTODOS DE TRATAMENTO  Tratamento (conceito)  Objetivo:estabilizar ou melhorara o reajustamento do cliente  O tratamento é sempre condicionado pelos costumes, cultura, oportunidades existentes na comunidade, aptidão e habilidade do ass. Social,pela capacidade e disposição do cliente em participar do processo de tratamento.
  34. 34.  Desajustamento X Ajustamento  Objetivo do ajustamento:prevenir os desajustamento, procurara desenvolver as potencialidades do cliente, identificar novas possibilidades para o aperfeiçoamento e desenvolvimento do cliente, restabelecer suas relações humanas, tornar suas experiências de vida satisfatória.
  35. 35.  Tratamento indireto:  Prestação de serviços concretos:auxílio dado ao cliente para que escolha e se utilize do recurso disponível na comunidade.ex: colônias de férias, auxílio econômico, abrigo, orientação, assistência médica.  Papel do Ass. Social  Público atendido
  36. 36.  Tratamento indireto  Modificação do ambiente:todas as tentativas para diminuir as pressões ou dificuldades do indivíduo, contribuindo para melhorar a situação do cliente. Ex: lares substitutos, experiências de grupo, programas de adaptação e readaptação.  Papel do Ass. social
  37. 37.  Tratamento direto  Entrevista (objetivos e benefícios)-visa ajudar o cliente a entender suas atitudes,suas reações e como ele contribui para isso, clarificando os conflitos,discutindo as possibilidades de soluções  Orientação- em certo sentido é um processo educativo, oferece informações, clarifica a visão do indivíduo em relação a se próprio e ao ambiente.
  38. 38.  Transferência- se realiza pela interação psicossocial, serve para libertar o cliente para que ele possa sentir e pensar mais objetivamente seu comportamento e sua relação com o outro.  Defesas e resistências- o assistente social tem como objetivo ajudar as pessoas a superar suas defesas e resistência, pois estas podem prejudicar o tratamento.
  39. 39. MUITO OBRIGADO!!!!
  40. 40. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS HAMINTON, Gordon. Teoria e prática do serviço social de caso. Rio:Agir, 1979. RICHMOND, Mary. O que é serviço social de Caso. Rio: CBCISS, 1974. VIEIRA, Serviço Social: processos e tecnicas. 4 ed.Rio: Agir, 1978.

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