SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 40
Baixar para ler offline
UNIDADE III- AS RESPOSTAS TEÓRICO-
MEDOLÓGICAS E PRÁTICAS DO SERVIÇO SOCIAL
EM SUAS VERTENTES TRADICIONAIS E SUAS
INTERCONEXÕES COM AS MATRIZES TEÓRICAS:
SERVIÇO SOCIAL DE CASO; SERVIÇO SOCIAL DE
GRUPO; SERVIÇO SOCIAL DE COMUNIDADE E
DESENVOLVIMENTO DE COMUNIDADE.
SERVIÇO SOCIAL DE
CASO
Serviço Social de Caso, em linhas gerais:
 É um método norte-americano;
 Forte influência da medicina, psicologia e da
sociologia positivista, principalmente da sua vertente
funcionalista;
 A Questão Social é um problema individual;
 Propõem uma mudança na personalidade do
individuo para que este se ajuste na sociedade;
 Tem como sua principal representante: Mary
Richmond.
CASO?
MARY E.
RIHMOND,1922.
 O livro baseia-se na experiência da autora,
suplementada pela leitura de inúmeros casos, sua
exposição se refere ao trabalho especializado de seis
casos, de tratamento prolongado e intensivo( 2 a 6
anos), pois este constitui a mais segura medida de
avaliação de sucessos e insucessos, com “clientes”
de nacionalidades diferentes.
 O Serviço Social de Caso tem como idéia central: “o
desenvolvimento da personalidade, através de
ajustamentos conscientes e abrangentes.”
 O assistente social deve estar igualmente ocupado
com o individuo e com o seu meio social.
Segundo Mary Richmond, o caso social consiste nos
processos de desenvolvimento da personalidade,
através de ajustamentos conscientemente efetuados,
de individuo a individuo e do homem para com o seu
meio social. Tendo o Assistente Social como artífice
do relacionamento social, a principal técnica utilizada
pelas assistente sociais eram as entrevistas e relatórios
bem detalhados da história do cliente.
CASO DE MARIA BIELOWSKI
 Maria era uma jovem polonesa, que durante quatro
anos, ficou sob os cuidados de uma pequena obra
particular, que matinha uma equipe de assistentes
sociais e uma escola para moças difíceis, mas não
retardadas.
 Foi trabalhar em numa fábrica quando tinha apenas
15 anos, depois de muitos desentendimento com a
madrasta, deixou o lar e passou a viver em
hospedarias e hotéis baratos. Em um desses lugares,
roubou alguns dólares de sua companheira e foi
presa.
 A “probation officer” responsável por Maria ,
verificou algumas pessoas sobre os antecedentes de
Maria e descobriu que sua família, há cinco...
...anos antes do roubo, soube-se que o seu pai, sua
segunda esposa e os seus filhos, tinham vindo da
Polônia. O pai falecera 3 anos depois e a madrasta,
que não falava mais que uma dúzia de palavras em
inglês, perdera todo o controle dos filhos , embora
parecesse ser uma boa senhora. Os filhos mais
velhos havia saído de casa, o mais moço achava-se
em um reformatório. Maria, fora boa estudante,
completara a sétima série em 4 anos, tendo
começado sem saber nada de inglês, participou dos
grupos bandeirantes e da escola dominical. Esses
fatos mostraram que a liberdade vigiada em
condições capazes de assegurar um máximo de
cuidado individualizado, poderia trazer bons
resultados, assim “probation officer” procurou ajuda
da obra citada acima.
Alguns meses depois de entrar nessa escola, umas das
assistentes sociais, com concordância da jovem, de sua
família e do magistério, tornou-se sua guardiã legal. Sob
esta guarda, o comportamento e o caráter da jovem,
melhoraram constantemente.
○ Passos que levaram a mudanças nos hábitos da moça e
no seu relacionamento com o meio ambiente:
- Tratamento das condições físicas;
- Ensino dos padrões americanos de vida em família;
- Privilegiada com alguns empregos (5 empregos);
- Continuidade dos estudos.
○ A assistente social ganhou a confiança de Maria, cuidando
de evitar rigidez de pensamento e a tendência de inibir a
iniciativa da cliente, apelando constantemente para o auto-
respeito a ambição da jovem. Estimulando mais através de
atos do que por palavras convencionais.
Caso Social – Sua Definição
 Levou em consideração serviços a longo prazo e o trabalho
especializado;
 Serviço social complementar as outras profissões;
 “Quando um homem perde suas terras, sua saúde, sua
força, ele ainda é a mesma pessoa e nada perdeu da sua
personalidade” (Metafísica escocês).
 Conceitos importantes:
- Individualidade; - Meio Social; - Personalidade.
 O caso social trabalha com os aspectos relacionados a
personalidade, que exige um campo especifico, que é o
Serviço Social de Caso.
 Definição de SS de Caso.
 Mary Richmond analisa os casos levando em
consideração 4 divisões:
- “insight” (percepção) das características individuais e
pessoais;
- “insight” dos recursos, perigos e influências do meio
social;
- Ação direta de individuo a individuo;
- Ação indireta através do meio social.
 As assistentes sociais de caso estão sempre agindo como
intermediarias e procurando utilizar, inteligentemente, os
recursos sociais da comunidade ao lado dos avanços da
medicina afim de possibilitar um melhor trabalho de caso
individual.
 Entretanto, nem sempre basta tentar um ajustamento entre
o cliente e seu meio, as vezes a mudança deste –
temporária ou permanente – é um recurso importante.
 Enfim, todos os aspectos analisados convergem para um
único objetivo “efetuar o melhor ajustamento entre o
individuo e o mundo em vive”.
SERVIÇO SOCIAL: PROCESSOS E
TÉCNICAS.
BALBINA OTTONI VIEIRA, 1977.
SERVIÇO SOCIAL DE CASOS
 I- CONCEITUAÇÃO
- Em sua evolução histórica, uma das tendências
do Serviço Social foi a individualização da
assistência;
- Por ter passado por uma evolução muito rápida o
Serviço Social de Casos ao longo dos anos recebeu
conceituações diferentes;
- No séc. XX a partir de estudos minuciosos o SS
descobriu suas bases cientificas e Mary
Richmond lançou a primeira definição do SS de
Casos: “O SS de Casos é o processo que
desenvolve a personalidade através de um
homens e seu ambiente.”
- Mas a ONU em 1960 lança o último conceito de
SS de Casos: “O SS de Casos é uma dinâmica
mútua, entre o A.S e o cliente, deliberadamente
utilizada para o tratamento social, e que se
origina no estudo do indivíduo, e na situação
peculiar onde se encontra, nos problemas que o
afetam e da maneira em que pode ser ajudado a
resolvê-los, mediante seus próprios recursos e os
da comunidade.”
- O SS é posto em prática de maneira diferente
pelos vários países, ele é dinâmico, sendo o
produto da civilização onde se desenvolve.
- O SS de Casos procura ajudar o indivíduo a
resolver seus próprios problemas, seja através de
mudanças de atitudes, seja pela utilização dos
recursos da comunidade ou por ambos os meios.
E o papel do assistente social é ajudar o indivíduo
a examinar estas dificuldades e auxiliar o cliente
a encontrar a solução para elas,assim como meios
para executá-las.
- O SS de Casos só se aplica a problemas
individuais ou de família.
- Segundo Hamilton, o caso social é composto de
fatores internos(subjetivos) e externos(objetivos),
não se trata os indivíduos somente em relação a
suas experiências sociais, mas também trata-se
de seus sentimentos em relação a estas
experiências. Então não é possível restringir o SS
de Casos a
simples modificações das condições exteriores pois
cada problema é, em geral, interpessoal além de
social.
 II-INSTRUMENTOS DO SS DE CASOS
1-Relações entre assistente social e cliente
- Pelo fato de o A.S ajudar o cliente na resolução de
seus problemas suas relações tem um caráter
especial, onde a personalidade do primeiro
influência no processo de tratamento, e nesta
relação pode-se distinguir três aspectos:
a) A “aceitação do cliente”
- O assistente social deve aceitar o cliente,
reconhecer que ele tem o direito de ser o que é:
econômica, social, moral ou psicologicamente.
- Para poder ajudar o cliente ao A.S não basta
conhecer apenas seu problema, mas tomar
ciência sobre o modo pelo qual o cliente o encara,
o que pensa sobre ele, e a maneira pela qual
espera solucioná-lo.
- O SS de Casos não pretende reformar a
personalidade do cliente, mas aproveitar suas
aptidões em potencial para obter novas
iniciativas ou mudanças em relação a suas
dificuldades. E neste processo o A.S deve apenas
orientar e esclarecer o cliente, e não tomar a
atitude de proteger ou resolver os problemas por
ele.
- Portanto, a atitude de “aceitação” do cliente leva
o A.S a respeitar sua liberdade de pensar, de
escolher e de atuar.
b) O uso da “autoridade”
- A autoridade do A.S é proveniente da sua
formação profissional, que agora se coloca à
disposição do cliente, e que está baseada na
aceitação do cliente e estabelecimento de uma
confiança mútua necessária ao tratamento social.
- Essa autoridade também está fundamentada nas
leis morais e civis, de um lado, e de outro nas
funções da entidade da qual é funcionário.
- A autoridade do A.S representa um fator de
ordem na prestação da assistência, para que as
funções das instituições sejam claramente
definidas.
- A arte do A.S consiste em exercer esta autoridade
de uma maneira benéfica para o cliente, tornado-
a positiva para os que tem dificuldades em lidar
c) Autoconhecimento do Assistente Social
- O assistente social tem que ter consciência de
sua individualidade, de suas crenças e de seus
preconceitos, e de que maneira reage diante de
determinadas situações, somente assim poderá
controlar suas reações e suas atitudes diante do
cliente.
- O assistente social deve ser neutro nos
julgamentos de valor sobre o cliente e saber
controlar suas emoções para não se identificar
com o cliente ou seu problema.
- O autoconhecimento e o autodomínio do A.S
mostrará ao cliente que pode ter confiança nele,
e que o apoio que recebem parte de uma
personalidade sólida e equilibrada.
d) A confidencialidade
- O assistente social tem que passar ao cliente a
certeza de que as informações sobre ele não serão
divulgadas ou comentadas com terceiros, sendo
esta a base da ação do profissional de serviço
social.
- Esta atitude de descrição também serve como
influência educativa para os clientes, e os leva a
usar de maior franqueza com o A.S e estabelece
um clima de confiança imprescindível ao
tratamento social.
e) A unidade no tratamento
- O caso deve ser tratado em todas as etapas por
pelo mesmo assistente social.
- Mas se o caso não se enquadra na ação daquela
obra social, o assistente social deve preparar o
cliente, avisá-lo que ele irá ser transferido para o
tratamento com outro assistente e até em outra
instituição, para que os clientes que tenham a
personalidade mais dependente não se sintam
rejeitados pelo assistente social.
2-Técnicas de Entrevistas
- Em SS de Casos a entrevista é o meio para se
estabelecer as relações com o cliente a fim de
permitir o tratamento social.
- A entrevista pode ser conduzida de várias
formas, e difere de acordo com a maneira que o
cliente chega ao assistente social.
- Os principais elementos da entrevista são
classificados didaticamente como: “observar”,
“ouvir”, “perguntar” e “interpretar”.
- E o assistente social deve tomar alguns cuidados
ao fazer a entrevista, como prestar bem atenção
ao problema do cliente, não fazer anotações e
escolher um ambiente que seja propício para
execução de uma entrevista. E pode recorrer a
entrevistas com “colaterais” do cliente.
3-Utilização dos recursos da comunidade
- Dentro da comunidade existem várias obras ou
instituições sociais que se propõem a tentar
ajudar os moradores a resolver suas dificuldades,
mas nenhuma obra ou instituição sozinha é capaz
de atender a todas as necessidades dos
moradores, por isso cada uma deve ter sua
finalidade bem definida.
- Na comunidade em que trabalha o assistente
social encontra um determinado número de
recursos legais, médicos, sanitários, educacionais,
assistenciais que deve conhecer a fundo para
utilizá-los eficientemente.
- A maioria dos serviços públicos é muito
burocrática, e isso impede o acesso da população
a seus recursos.
- O assistente social, é nestas condições
considerado pelo cliente uma espécie de mediador
para obter mais fácil e rapidamente o acesso aos
recursos das repartições públicas que pretendem
alcançar.
- O SS de Casos procura então estabelecer um
equilíbrio entre a pessoa e o meio em que vive,
ajudando-a a adaptar-se e atuar de melhor forma
em relação aos serviços dispostos na comunidade.
 III- FASES DO PROCESSO DE SERVIÇO
SOCIAL DE CASOS
- A finalidade do SS de Casos é ajudar o cliente a
solucionar seus problemas, os quais, logicamente,
precisam ser conhecidos, a fim de que seja
aplicado o tratamento adequado a sua natureza.
- A simples exposição dos fatos já constitui parte
do tratamento, na medida em que ao fazer isto o
cliente toma consciência de seu estado e junto
com o assistente social estuda os meios de
solucionar seu problema através de seus próprios
recursos e os recursos da comunidade, a
participação ativa do cliente é característica
fundamental do SS de Casos.
- As fases do processo do SS de Casos estão
divididas em três:
1-O Estudo
- O tratamento social já começa a partir do
primeiro contato com o cliente, a medida inicial é
saber quem ele é, que problema o aflige e o que
pretende fazer. O estudo do caso pode ser
conseguido através dos seguintes meios:
a)Entrevista na obra
- As informações recolhidas devem ser
subordinadas aos encargos da obra.
- Estas informações devem permitir ao A.S a
compreensão do problema trazido pelo cliente.
Para que o A.S possa analisar se o pedido do
cliente se enquadra nas finalidades daquela obra.
b) Visitas Domiciliares
- Este artifício não deve ser usado em todos os
casos, é usado apenas como uma forma de estudo
ou tratamento que tem uma finalidade
determinada.
- Mas é obrigatória em certos tipos de serviços
assistenciais, como: escolha de um lar substituto,
verificação do ambiente onde vive a criança, cujos
pais pedem intervenção; entre outros casos.
c) Informações Colaterais
- São informações que o A.S busca sobre o
indivíduo através de empregadores, parentes ou
amigos que podem ser valiosas para o estudo do
problema.
- E para que estas informações sejam úteis o A.S
deve estabelecer um equilíbrio entre as
d) Exames e Testes
- Só os serviços especializados, como clínicas de
orientação, ou serviços de colocação familiar
pedem exames médicos ou testes psicológicos.
- O papel do A.S é informar ao cliente da
necessidade ou exigência destes testes.
2- O Diagnóstico
- PROBLEMA;
- CAUSAS;
- CLIENTE .
3- TRATAMENTO SOCIAL
a)Tratamento Indireto
- Tratamento Indireto – prestação de serviços
concretos
- Tratamento Indireto – modificação do ambiente
b)Tratamento Direto ou Psicossocial
c)Avaliação do Tratamento
 IV- ORGANIZAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL DE
CASOS
1) Utilização do Serviço Social de Casos
2) Categorias de “Casos Sociais”
3) Primeiro contato do Cliente com o Serviço Social:
O “Plantão”
4) Trabalhos que não podem ser considerados
Serviço Social de Casos
- Distribuição de auxílios
- Concessão de benefícios
- Matrículas e inscrições em instituições sociais
- Estudo de candidatos a habitações populares
- Recuperação e seguimento de pacientes, de
recém-empregados e de inválidos.
- Divisão do trabalho entres os assistentes sociais.
TEORIA E PRÁTICA DO SERVIÇO
SOCIAL DE CASOS ( GORDON
HAMILTON )
 Métodos de Diagnóstico e de Avaliação
*Para compreender a significação de um caso ,
são indispensáveis certos dados psicológicos e
sociais
*A opinião do assistente social deve formar-se o
mais rápido possível
*A significação dada pelo assistente social aos
incidentes, ao histórico e ao comportamento é
chamada de "diagnóstico"
*O diagnóstico preocupa-se com a interação
causal; a avaliação, com o objetivo social
*O diagnóstico e avaliação tem como objetivo
tornar o tratamento praticável
 O Processo de Diagnóstico
*Ao fazer o diagnóstico, procura-se chegar às
causas, pois assim se consegue uma definição
mais precisa do problema
Diagnóstico e "Gestalt"
*Todo diagnóstico é uam configuração ou
"Gestalt", cujo significado total decorre do fato de
que, como profissionais, faremos alguma coisa a
respeito do pedido do cliente para ser assistido
Causalidade no Diagnóstico
*A causalidade histórica é como uma pirâmide 
de vertice para baixo  -  o comportamento ou
situação representam o vértice - e, quanto mais
nos aproximarmos da base, mais causas
aparecerão
 Classificação e Afirmação Diagnóstica
*Não se pode descrever e definir sem classificar;
todos os seres que pensam fazem, de um modo ou
de outro, classificações
Conclusões e Diagnóstico
*As conclusões são a matéria-prima para  o
diagnóstico, mas  não são propriamente o
diagnóstico
*Os fatos que parecem mais  significativos  para
compreender o problema  ou a pessoa são
chamados "conclusões"
Diagnóstico em  Colaboração
*Os assistentes sociais precisam utilizar-se das
outras profisssões para chegarem aos
diagnósticos que se enquadram dentro da sua
função
 O  Processo de Avaliação
*O diagnóstico e a avaliação  constituem
processos intelectuais complementares, tendo por
finalidade dar a essência de significação do caso;
ambos têm início no plantão e continuam no
correr do tratamento, focalizando diversos pontos
do mesmo
*A avaliação é um movimento de equilíbrio entre
prós e contras, capacidades e fraquezas, ações
construtivas e destrutivas
MÉTODOS DE TRATAMENTO
 Tratamento (conceito)
 Objetivo:estabilizar ou melhorara o
reajustamento do cliente
 O tratamento é sempre condicionado pelos
costumes, cultura, oportunidades existentes na
comunidade, aptidão e habilidade do ass.
Social,pela capacidade e disposição do cliente em
participar do processo de tratamento.
 Desajustamento X Ajustamento
 Objetivo do ajustamento:prevenir os
desajustamento, procurara desenvolver as
potencialidades do cliente, identificar novas
possibilidades para o aperfeiçoamento e
desenvolvimento do cliente, restabelecer suas
relações humanas, tornar suas experiências de
vida satisfatória.
 Tratamento indireto:
 Prestação de serviços concretos:auxílio dado ao
cliente para que escolha e se utilize do recurso
disponível na comunidade.ex: colônias de férias,
auxílio econômico, abrigo, orientação, assistência
médica.
 Papel do Ass. Social
 Público atendido
 Tratamento indireto
 Modificação do ambiente:todas as tentativas para
diminuir as pressões ou dificuldades do
indivíduo, contribuindo para melhorar a situação
do cliente. Ex: lares substitutos, experiências de
grupo, programas de adaptação e readaptação.
 Papel do Ass. social
 Tratamento direto
 Entrevista (objetivos e benefícios)-visa ajudar o
cliente a entender suas atitudes,suas reações e
como ele contribui para isso, clarificando os
conflitos,discutindo as possibilidades de soluções
 Orientação- em certo sentido é um processo
educativo, oferece informações, clarifica a visão
do indivíduo em relação a se próprio e ao
ambiente.
 Transferência- se realiza pela interação
psicossocial, serve para libertar o cliente para
que ele possa sentir e pensar mais objetivamente
seu comportamento e sua relação com o outro.
 Defesas e resistências- o assistente social tem
como objetivo ajudar as pessoas a superar suas
defesas e resistência, pois estas podem prejudicar
o tratamento.
MUITO OBRIGADO!!!!
REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
HAMINTON, Gordon. Teoria e prática do serviço social de caso.
Rio:Agir, 1979.
RICHMOND, Mary. O que é serviço social de Caso. Rio: CBCISS,
1974.
VIEIRA, Serviço Social: processos e tecnicas. 4 ed.Rio: Agir,
1978.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Oficina de serviço social elaboração de relatórios e laudos.
Oficina de serviço social   elaboração de relatórios e laudos.Oficina de serviço social   elaboração de relatórios e laudos.
Oficina de serviço social elaboração de relatórios e laudos.Rosane Domingues
 
COMO FAZER RELATÓRIOS
COMO FAZER RELATÓRIOSCOMO FAZER RELATÓRIOS
COMO FAZER RELATÓRIOSDaiane Daine
 
Fundamentos do serviço social 2 - parte 2 - capitulo 2
Fundamentos do serviço social 2 - parte 2 - capitulo 2Fundamentos do serviço social 2 - parte 2 - capitulo 2
Fundamentos do serviço social 2 - parte 2 - capitulo 2Daniele Rubim
 
Serviço Social : Surgimento e Institucionalização no Brasil
Serviço Social : Surgimento e Institucionalização no BrasilServiço Social : Surgimento e Institucionalização no Brasil
Serviço Social : Surgimento e Institucionalização no BrasilIlana Fernandes
 
Sociologia: Interação social
Sociologia: Interação socialSociologia: Interação social
Sociologia: Interação socialhap99
 
Apresentação serviço social.
Apresentação serviço social.Apresentação serviço social.
Apresentação serviço social.Felipe Marques
 
Cartilha Perguntas e Resposta do CREAS
Cartilha Perguntas e Resposta do CREASCartilha Perguntas e Resposta do CREAS
Cartilha Perguntas e Resposta do CREASRosane Domingues
 
Trajetória do Serviço Social
Trajetória do Serviço SocialTrajetória do Serviço Social
Trajetória do Serviço SocialConceição Amorim
 
Fundamentos serviço social rompendo com a alienação - 1 º semestre
Fundamentos serviço social   rompendo com a alienação - 1 º semestreFundamentos serviço social   rompendo com a alienação - 1 º semestre
Fundamentos serviço social rompendo com a alienação - 1 º semestreDaniele Rubim
 
Interação Social
Interação SocialInteração Social
Interação Socialturma12d
 
SUAS- 13 estudos de caso para DEBATE
SUAS- 13 estudos de caso para DEBATESUAS- 13 estudos de caso para DEBATE
SUAS- 13 estudos de caso para DEBATERosane Domingues
 

Mais procurados (20)

Oficina de serviço social elaboração de relatórios e laudos.
Oficina de serviço social   elaboração de relatórios e laudos.Oficina de serviço social   elaboração de relatórios e laudos.
Oficina de serviço social elaboração de relatórios e laudos.
 
Apresentação serviços social
Apresentação serviços socialApresentação serviços social
Apresentação serviços social
 
COMO FAZER RELATÓRIOS
COMO FAZER RELATÓRIOSCOMO FAZER RELATÓRIOS
COMO FAZER RELATÓRIOS
 
Fundamentos do serviço social 2 - parte 2 - capitulo 2
Fundamentos do serviço social 2 - parte 2 - capitulo 2Fundamentos do serviço social 2 - parte 2 - capitulo 2
Fundamentos do serviço social 2 - parte 2 - capitulo 2
 
Políticas Sociais
Políticas SociaisPolíticas Sociais
Políticas Sociais
 
Serviço Social : Surgimento e Institucionalização no Brasil
Serviço Social : Surgimento e Institucionalização no BrasilServiço Social : Surgimento e Institucionalização no Brasil
Serviço Social : Surgimento e Institucionalização no Brasil
 
O estudo social
O estudo socialO estudo social
O estudo social
 
Relatório final de estágio
Relatório final de estágio Relatório final de estágio
Relatório final de estágio
 
Modelo parecer social
Modelo  parecer socialModelo  parecer social
Modelo parecer social
 
Sociologia: Interação social
Sociologia: Interação socialSociologia: Interação social
Sociologia: Interação social
 
Apresentação serviço social.
Apresentação serviço social.Apresentação serviço social.
Apresentação serviço social.
 
Cartilha Perguntas e Resposta do CREAS
Cartilha Perguntas e Resposta do CREASCartilha Perguntas e Resposta do CREAS
Cartilha Perguntas e Resposta do CREAS
 
Relatorio social adoção
Relatorio social adoçãoRelatorio social adoção
Relatorio social adoção
 
Trajetória do Serviço Social
Trajetória do Serviço SocialTrajetória do Serviço Social
Trajetória do Serviço Social
 
Prática de Serviço Social Psicossocial
Prática de Serviço Social PsicossocialPrática de Serviço Social Psicossocial
Prática de Serviço Social Psicossocial
 
Questão Social no Brasil
Questão Social no BrasilQuestão Social no Brasil
Questão Social no Brasil
 
Fundamentos serviço social rompendo com a alienação - 1 º semestre
Fundamentos serviço social   rompendo com a alienação - 1 º semestreFundamentos serviço social   rompendo com a alienação - 1 º semestre
Fundamentos serviço social rompendo com a alienação - 1 º semestre
 
Interação Social
Interação SocialInteração Social
Interação Social
 
SUAS- 13 estudos de caso para DEBATE
SUAS- 13 estudos de caso para DEBATESUAS- 13 estudos de caso para DEBATE
SUAS- 13 estudos de caso para DEBATE
 
A Visita Domiciliar no Serviço Social
A Visita Domiciliar no Serviço SocialA Visita Domiciliar no Serviço Social
A Visita Domiciliar no Serviço Social
 

Destaque (9)

Seminário Saúde Mental na Atenção Básica: "Vínculos e Diálogos Necessários" -...
Seminário Saúde Mental na Atenção Básica: "Vínculos e Diálogos Necessários" -...Seminário Saúde Mental na Atenção Básica: "Vínculos e Diálogos Necessários" -...
Seminário Saúde Mental na Atenção Básica: "Vínculos e Diálogos Necessários" -...
 
Xesús constela
Xesús constelaXesús constela
Xesús constela
 
Consultoria em serviço social
Consultoria em serviço socialConsultoria em serviço social
Consultoria em serviço social
 
Caps
CapsCaps
Caps
 
O trabalho do assistente social no caps ad
O trabalho do assistente social no caps adO trabalho do assistente social no caps ad
O trabalho do assistente social no caps ad
 
Trabalho Saúde Mental
Trabalho Saúde MentalTrabalho Saúde Mental
Trabalho Saúde Mental
 
Saúde Mental
Saúde Mental Saúde Mental
Saúde Mental
 
Aula Saúde Mental
Aula Saúde MentalAula Saúde Mental
Aula Saúde Mental
 
Serviço Social e Saúde Mental
Serviço Social e Saúde MentalServiço Social e Saúde Mental
Serviço Social e Saúde Mental
 

Semelhante a Serviço Social de Caso: história, conceitos e técnicas

um novo olhar para o sujeito social
um novo olhar para o sujeito social um novo olhar para o sujeito social
um novo olhar para o sujeito social Projovem Urbano
 
Navegando nas Águas Turvas: Entendendo Relacionamentos Tóxicos e Abuso Psicol...
Navegando nas Águas Turvas: Entendendo Relacionamentos Tóxicos e Abuso Psicol...Navegando nas Águas Turvas: Entendendo Relacionamentos Tóxicos e Abuso Psicol...
Navegando nas Águas Turvas: Entendendo Relacionamentos Tóxicos e Abuso Psicol...VictorRodrigues765598
 
Slide_Psicologia_Social_Silvia_Lane_e_En.pptx
Slide_Psicologia_Social_Silvia_Lane_e_En.pptxSlide_Psicologia_Social_Silvia_Lane_e_En.pptx
Slide_Psicologia_Social_Silvia_Lane_e_En.pptxrosemendes2001hotmai
 
Comunicação dirigida escrita
Comunicação dirigida escritaComunicação dirigida escrita
Comunicação dirigida escritaDragodragons
 
Conferencia Situación de Calle - Versão Final.pptx
Conferencia Situación de Calle - Versão Final.pptxConferencia Situación de Calle - Versão Final.pptx
Conferencia Situación de Calle - Versão Final.pptxSoninhaFrancine1
 
Factores de escolha profissional
Factores de escolha profissionalFactores de escolha profissional
Factores de escolha profissionalLaissane Dimande
 
Amar e Proteger2 Serviço de Proteção Social
Amar e Proteger2 Serviço de Proteção Social Amar e Proteger2 Serviço de Proteção Social
Amar e Proteger2 Serviço de Proteção Social Rosemeire Rocha D. Fukue
 
Amar e Proteger2 Serviço de Proteção Social
 Amar e Proteger2 Serviço de Proteção Social  Amar e Proteger2 Serviço de Proteção Social
Amar e Proteger2 Serviço de Proteção Social Rosemeire Rocha D. Fukue
 

Semelhante a Serviço Social de Caso: história, conceitos e técnicas (20)

um novo olhar para o sujeito social
um novo olhar para o sujeito social um novo olhar para o sujeito social
um novo olhar para o sujeito social
 
Navegando nas Águas Turvas: Entendendo Relacionamentos Tóxicos e Abuso Psicol...
Navegando nas Águas Turvas: Entendendo Relacionamentos Tóxicos e Abuso Psicol...Navegando nas Águas Turvas: Entendendo Relacionamentos Tóxicos e Abuso Psicol...
Navegando nas Águas Turvas: Entendendo Relacionamentos Tóxicos e Abuso Psicol...
 
Slide_Psicologia_Social_Silvia_Lane_e_En.pptx
Slide_Psicologia_Social_Silvia_Lane_e_En.pptxSlide_Psicologia_Social_Silvia_Lane_e_En.pptx
Slide_Psicologia_Social_Silvia_Lane_e_En.pptx
 
Amar e proteger2
Amar e proteger2Amar e proteger2
Amar e proteger2
 
Amar e proteger2
Amar e proteger2Amar e proteger2
Amar e proteger2
 
Diretrizes Curriculares RME SL
Diretrizes Curriculares RME SLDiretrizes Curriculares RME SL
Diretrizes Curriculares RME SL
 
Amar e Proteger2
Amar e Proteger2Amar e Proteger2
Amar e Proteger2
 
Amar e proteger2
Amar e proteger2Amar e proteger2
Amar e proteger2
 
O adolescente resiliente
O adolescente resiliente   O adolescente resiliente
O adolescente resiliente
 
Comunicação dirigida escrita
Comunicação dirigida escritaComunicação dirigida escrita
Comunicação dirigida escrita
 
LIVRO_UNICO.pdf
LIVRO_UNICO.pdfLIVRO_UNICO.pdf
LIVRO_UNICO.pdf
 
Conferencia Situación de Calle - Versão Final.pptx
Conferencia Situación de Calle - Versão Final.pptxConferencia Situación de Calle - Versão Final.pptx
Conferencia Situación de Calle - Versão Final.pptx
 
Factores de escolha profissional
Factores de escolha profissionalFactores de escolha profissional
Factores de escolha profissional
 
Amar e Proteger2
Amar e Proteger2Amar e Proteger2
Amar e Proteger2
 
Apresentação Amar e Proteger2
Apresentação Amar e Proteger2Apresentação Amar e Proteger2
Apresentação Amar e Proteger2
 
Amar e Proteger2 Serviço de Proteção Social
Amar e Proteger2 Serviço de Proteção Social Amar e Proteger2 Serviço de Proteção Social
Amar e Proteger2 Serviço de Proteção Social
 
Apresentação Amar e Proteger2
Apresentação Amar e Proteger2Apresentação Amar e Proteger2
Apresentação Amar e Proteger2
 
Amar e Proteger2 Serviço de Proteção Social
 Amar e Proteger2 Serviço de Proteção Social  Amar e Proteger2 Serviço de Proteção Social
Amar e Proteger2 Serviço de Proteção Social
 
Apresentação Amar e Proteger2
Apresentação Amar e Proteger2Apresentação Amar e Proteger2
Apresentação Amar e Proteger2
 
Apresentação amar e proteger2
Apresentação amar e proteger2Apresentação amar e proteger2
Apresentação amar e proteger2
 

Mais de Rosane Domingues

Projeto de vida- Brincadeira poética- 2020
Projeto de vida- Brincadeira poética- 2020Projeto de vida- Brincadeira poética- 2020
Projeto de vida- Brincadeira poética- 2020Rosane Domingues
 
Eletiva- Cinema e Fotografia
Eletiva- Cinema e Fotografia Eletiva- Cinema e Fotografia
Eletiva- Cinema e Fotografia Rosane Domingues
 
Acolhimento Aula de Eletiva - Inova
Acolhimento Aula de Eletiva - InovaAcolhimento Aula de Eletiva - Inova
Acolhimento Aula de Eletiva - InovaRosane Domingues
 
Acolhimento- Projeto d Vida- Inova- MODELO
Acolhimento-  Projeto d Vida- Inova- MODELOAcolhimento-  Projeto d Vida- Inova- MODELO
Acolhimento- Projeto d Vida- Inova- MODELORosane Domingues
 
1960 Quarto de despejo - Carolina maria de jesus.
1960 Quarto de despejo - Carolina maria de jesus.1960 Quarto de despejo - Carolina maria de jesus.
1960 Quarto de despejo - Carolina maria de jesus.Rosane Domingues
 
101 questões- Ética no serviço social - simulado grupo de estudo- CONCURSO SE...
101 questões- Ética no serviço social - simulado grupo de estudo- CONCURSO SE...101 questões- Ética no serviço social - simulado grupo de estudo- CONCURSO SE...
101 questões- Ética no serviço social - simulado grupo de estudo- CONCURSO SE...Rosane Domingues
 
Parte 3 de 4- ECA -2017- Anotado e Interpretado- atualizado até a Lei 13.441d...
Parte 3 de 4- ECA -2017- Anotado e Interpretado- atualizado até a Lei 13.441d...Parte 3 de 4- ECA -2017- Anotado e Interpretado- atualizado até a Lei 13.441d...
Parte 3 de 4- ECA -2017- Anotado e Interpretado- atualizado até a Lei 13.441d...Rosane Domingues
 
Parte 2 de 4-ECA -2017- Anotado e Interpretado- atualizado até a Lei 13.441 d...
Parte 2 de 4-ECA -2017- Anotado e Interpretado- atualizado até a Lei 13.441 d...Parte 2 de 4-ECA -2017- Anotado e Interpretado- atualizado até a Lei 13.441 d...
Parte 2 de 4-ECA -2017- Anotado e Interpretado- atualizado até a Lei 13.441 d...Rosane Domingues
 
Parte 1 de 4- ECA -2017- Anotado e Interpretado- atualizado até a Lei 13.441d...
Parte 1 de 4- ECA -2017- Anotado e Interpretado- atualizado até a Lei 13.441d...Parte 1 de 4- ECA -2017- Anotado e Interpretado- atualizado até a Lei 13.441d...
Parte 1 de 4- ECA -2017- Anotado e Interpretado- atualizado até a Lei 13.441d...Rosane Domingues
 
MODELO- Pesquisa Socioeconômica clima organizacional
MODELO- Pesquisa Socioeconômica clima organizacional MODELO- Pesquisa Socioeconômica clima organizacional
MODELO- Pesquisa Socioeconômica clima organizacional Rosane Domingues
 
FORMULÁRIO DE DENÚNCIA ÉTICA-SERVIÇO SOCIAL- versão 2016
FORMULÁRIO DE DENÚNCIA ÉTICA-SERVIÇO SOCIAL-  versão 2016FORMULÁRIO DE DENÚNCIA ÉTICA-SERVIÇO SOCIAL-  versão 2016
FORMULÁRIO DE DENÚNCIA ÉTICA-SERVIÇO SOCIAL- versão 2016Rosane Domingues
 
MANUAL DE ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL
MANUAL DE ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIALMANUAL DE ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL
MANUAL DE ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIALRosane Domingues
 
OS CONTEÚDOS E AS REFERÊNCIAS PARA CONSTRUÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA CULTURA E ...
OS CONTEÚDOS E AS REFERÊNCIAS PARA CONSTRUÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA CULTURA E ...OS CONTEÚDOS E AS REFERÊNCIAS PARA CONSTRUÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA CULTURA E ...
OS CONTEÚDOS E AS REFERÊNCIAS PARA CONSTRUÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA CULTURA E ...Rosane Domingues
 
ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL PLURIANUAL DE ASSISTÊNCIA SO...
ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL PLURIANUAL DE ASSISTÊNCIA SO...ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL PLURIANUAL DE ASSISTÊNCIA SO...
ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL PLURIANUAL DE ASSISTÊNCIA SO...Rosane Domingues
 
Plano municipal - CULTURA- social - 2012
Plano municipal - CULTURA- social  - 2012Plano municipal - CULTURA- social  - 2012
Plano municipal - CULTURA- social - 2012Rosane Domingues
 
Plano municipal social - Vulnerabilidade e riscos sociais-2012
Plano municipal social - Vulnerabilidade e riscos sociais-2012Plano municipal social - Vulnerabilidade e riscos sociais-2012
Plano municipal social - Vulnerabilidade e riscos sociais-2012Rosane Domingues
 
PEDAGOGIA- 176 DE 809 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA ESTUDANTE E PROFESSORES...
PEDAGOGIA- 176 DE 809 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA ESTUDANTE E PROFESSORES...PEDAGOGIA- 176 DE 809 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA ESTUDANTE E PROFESSORES...
PEDAGOGIA- 176 DE 809 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA ESTUDANTE E PROFESSORES...Rosane Domingues
 
PEDAGOGIA- 276 DE 809 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA ESTUDANTE E PROFESSORES...
PEDAGOGIA- 276 DE 809 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA ESTUDANTE E PROFESSORES...PEDAGOGIA- 276 DE 809 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA ESTUDANTE E PROFESSORES...
PEDAGOGIA- 276 DE 809 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA ESTUDANTE E PROFESSORES...Rosane Domingues
 
PEDAGOGIA- 150 DE 809 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DE PEDAGOGIA PARA ESTUDANTE ...
PEDAGOGIA- 150 DE 809 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DE PEDAGOGIA PARA ESTUDANTE ...PEDAGOGIA- 150 DE 809 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DE PEDAGOGIA PARA ESTUDANTE ...
PEDAGOGIA- 150 DE 809 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DE PEDAGOGIA PARA ESTUDANTE ...Rosane Domingues
 
PEDAGOGIA- 200 DE 809 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA ESTUDANTE E PROFESSORES...
PEDAGOGIA- 200 DE 809 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA ESTUDANTE E PROFESSORES...PEDAGOGIA- 200 DE 809 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA ESTUDANTE E PROFESSORES...
PEDAGOGIA- 200 DE 809 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA ESTUDANTE E PROFESSORES...Rosane Domingues
 

Mais de Rosane Domingues (20)

Projeto de vida- Brincadeira poética- 2020
Projeto de vida- Brincadeira poética- 2020Projeto de vida- Brincadeira poética- 2020
Projeto de vida- Brincadeira poética- 2020
 
Eletiva- Cinema e Fotografia
Eletiva- Cinema e Fotografia Eletiva- Cinema e Fotografia
Eletiva- Cinema e Fotografia
 
Acolhimento Aula de Eletiva - Inova
Acolhimento Aula de Eletiva - InovaAcolhimento Aula de Eletiva - Inova
Acolhimento Aula de Eletiva - Inova
 
Acolhimento- Projeto d Vida- Inova- MODELO
Acolhimento-  Projeto d Vida- Inova- MODELOAcolhimento-  Projeto d Vida- Inova- MODELO
Acolhimento- Projeto d Vida- Inova- MODELO
 
1960 Quarto de despejo - Carolina maria de jesus.
1960 Quarto de despejo - Carolina maria de jesus.1960 Quarto de despejo - Carolina maria de jesus.
1960 Quarto de despejo - Carolina maria de jesus.
 
101 questões- Ética no serviço social - simulado grupo de estudo- CONCURSO SE...
101 questões- Ética no serviço social - simulado grupo de estudo- CONCURSO SE...101 questões- Ética no serviço social - simulado grupo de estudo- CONCURSO SE...
101 questões- Ética no serviço social - simulado grupo de estudo- CONCURSO SE...
 
Parte 3 de 4- ECA -2017- Anotado e Interpretado- atualizado até a Lei 13.441d...
Parte 3 de 4- ECA -2017- Anotado e Interpretado- atualizado até a Lei 13.441d...Parte 3 de 4- ECA -2017- Anotado e Interpretado- atualizado até a Lei 13.441d...
Parte 3 de 4- ECA -2017- Anotado e Interpretado- atualizado até a Lei 13.441d...
 
Parte 2 de 4-ECA -2017- Anotado e Interpretado- atualizado até a Lei 13.441 d...
Parte 2 de 4-ECA -2017- Anotado e Interpretado- atualizado até a Lei 13.441 d...Parte 2 de 4-ECA -2017- Anotado e Interpretado- atualizado até a Lei 13.441 d...
Parte 2 de 4-ECA -2017- Anotado e Interpretado- atualizado até a Lei 13.441 d...
 
Parte 1 de 4- ECA -2017- Anotado e Interpretado- atualizado até a Lei 13.441d...
Parte 1 de 4- ECA -2017- Anotado e Interpretado- atualizado até a Lei 13.441d...Parte 1 de 4- ECA -2017- Anotado e Interpretado- atualizado até a Lei 13.441d...
Parte 1 de 4- ECA -2017- Anotado e Interpretado- atualizado até a Lei 13.441d...
 
MODELO- Pesquisa Socioeconômica clima organizacional
MODELO- Pesquisa Socioeconômica clima organizacional MODELO- Pesquisa Socioeconômica clima organizacional
MODELO- Pesquisa Socioeconômica clima organizacional
 
FORMULÁRIO DE DENÚNCIA ÉTICA-SERVIÇO SOCIAL- versão 2016
FORMULÁRIO DE DENÚNCIA ÉTICA-SERVIÇO SOCIAL-  versão 2016FORMULÁRIO DE DENÚNCIA ÉTICA-SERVIÇO SOCIAL-  versão 2016
FORMULÁRIO DE DENÚNCIA ÉTICA-SERVIÇO SOCIAL- versão 2016
 
MANUAL DE ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL
MANUAL DE ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIALMANUAL DE ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL
MANUAL DE ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL
 
OS CONTEÚDOS E AS REFERÊNCIAS PARA CONSTRUÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA CULTURA E ...
OS CONTEÚDOS E AS REFERÊNCIAS PARA CONSTRUÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA CULTURA E ...OS CONTEÚDOS E AS REFERÊNCIAS PARA CONSTRUÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA CULTURA E ...
OS CONTEÚDOS E AS REFERÊNCIAS PARA CONSTRUÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA CULTURA E ...
 
ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL PLURIANUAL DE ASSISTÊNCIA SO...
ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL PLURIANUAL DE ASSISTÊNCIA SO...ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL PLURIANUAL DE ASSISTÊNCIA SO...
ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL PLURIANUAL DE ASSISTÊNCIA SO...
 
Plano municipal - CULTURA- social - 2012
Plano municipal - CULTURA- social  - 2012Plano municipal - CULTURA- social  - 2012
Plano municipal - CULTURA- social - 2012
 
Plano municipal social - Vulnerabilidade e riscos sociais-2012
Plano municipal social - Vulnerabilidade e riscos sociais-2012Plano municipal social - Vulnerabilidade e riscos sociais-2012
Plano municipal social - Vulnerabilidade e riscos sociais-2012
 
PEDAGOGIA- 176 DE 809 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA ESTUDANTE E PROFESSORES...
PEDAGOGIA- 176 DE 809 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA ESTUDANTE E PROFESSORES...PEDAGOGIA- 176 DE 809 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA ESTUDANTE E PROFESSORES...
PEDAGOGIA- 176 DE 809 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA ESTUDANTE E PROFESSORES...
 
PEDAGOGIA- 276 DE 809 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA ESTUDANTE E PROFESSORES...
PEDAGOGIA- 276 DE 809 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA ESTUDANTE E PROFESSORES...PEDAGOGIA- 276 DE 809 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA ESTUDANTE E PROFESSORES...
PEDAGOGIA- 276 DE 809 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA ESTUDANTE E PROFESSORES...
 
PEDAGOGIA- 150 DE 809 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DE PEDAGOGIA PARA ESTUDANTE ...
PEDAGOGIA- 150 DE 809 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DE PEDAGOGIA PARA ESTUDANTE ...PEDAGOGIA- 150 DE 809 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DE PEDAGOGIA PARA ESTUDANTE ...
PEDAGOGIA- 150 DE 809 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DE PEDAGOGIA PARA ESTUDANTE ...
 
PEDAGOGIA- 200 DE 809 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA ESTUDANTE E PROFESSORES...
PEDAGOGIA- 200 DE 809 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA ESTUDANTE E PROFESSORES...PEDAGOGIA- 200 DE 809 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA ESTUDANTE E PROFESSORES...
PEDAGOGIA- 200 DE 809 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA ESTUDANTE E PROFESSORES...
 

Último

ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxDeyvidBriel
 
Combinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptx
Combinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptx
Combinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxalessandraoliveira324
 
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxSlides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdf
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdfLinguagem verbal , não verbal e mista.pdf
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdfLaseVasconcelos1
 
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdfSlides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdfpaulafernandes540558
 
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdfPLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdfProfGleide
 
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptxAs Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptxAlexandreFrana33
 
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptTREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptAlineSilvaPotuk
 
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona  - Povos Indigenas BrasileirosMini livro sanfona  - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona - Povos Indigenas BrasileirosMary Alvarenga
 
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfDIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfIedaGoethe
 
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaA Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaFernanda Ledesma
 
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chaveAula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chaveaulasgege
 
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptxErivaldoLima15
 
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdfCurrículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdfIedaGoethe
 
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdfCultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdfaulasgege
 
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parte
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parteDança Contemporânea na arte da dança primeira parte
Dança Contemporânea na arte da dança primeira partecoletivoddois
 

Último (20)

ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
 
Combinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptx
Combinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptx
Combinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptx
 
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxSlides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
 
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdf
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdfLinguagem verbal , não verbal e mista.pdf
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdf
 
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdfSlides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
 
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdfPLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdf
 
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptxAs Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
 
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptTREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
 
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona  - Povos Indigenas BrasileirosMini livro sanfona  - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
 
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfDIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
 
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaA Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
 
(76- ESTUDO MATEUS) A ACLAMAÇÃO DO REI..
(76- ESTUDO MATEUS) A ACLAMAÇÃO DO REI..(76- ESTUDO MATEUS) A ACLAMAÇÃO DO REI..
(76- ESTUDO MATEUS) A ACLAMAÇÃO DO REI..
 
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chaveAula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
 
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
 
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdfCurrículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
 
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdfCultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
 
treinamento brigada incendio 2024 no.ppt
treinamento brigada incendio 2024 no.ppttreinamento brigada incendio 2024 no.ppt
treinamento brigada incendio 2024 no.ppt
 
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parte
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parteDança Contemporânea na arte da dança primeira parte
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parte
 

Serviço Social de Caso: história, conceitos e técnicas

  • 1. UNIDADE III- AS RESPOSTAS TEÓRICO- MEDOLÓGICAS E PRÁTICAS DO SERVIÇO SOCIAL EM SUAS VERTENTES TRADICIONAIS E SUAS INTERCONEXÕES COM AS MATRIZES TEÓRICAS: SERVIÇO SOCIAL DE CASO; SERVIÇO SOCIAL DE GRUPO; SERVIÇO SOCIAL DE COMUNIDADE E DESENVOLVIMENTO DE COMUNIDADE. SERVIÇO SOCIAL DE CASO
  • 2. Serviço Social de Caso, em linhas gerais:  É um método norte-americano;  Forte influência da medicina, psicologia e da sociologia positivista, principalmente da sua vertente funcionalista;  A Questão Social é um problema individual;  Propõem uma mudança na personalidade do individuo para que este se ajuste na sociedade;  Tem como sua principal representante: Mary Richmond.
  • 3. CASO? MARY E. RIHMOND,1922.  O livro baseia-se na experiência da autora, suplementada pela leitura de inúmeros casos, sua exposição se refere ao trabalho especializado de seis casos, de tratamento prolongado e intensivo( 2 a 6 anos), pois este constitui a mais segura medida de avaliação de sucessos e insucessos, com “clientes” de nacionalidades diferentes.  O Serviço Social de Caso tem como idéia central: “o desenvolvimento da personalidade, através de ajustamentos conscientes e abrangentes.”  O assistente social deve estar igualmente ocupado com o individuo e com o seu meio social.
  • 4. Segundo Mary Richmond, o caso social consiste nos processos de desenvolvimento da personalidade, através de ajustamentos conscientemente efetuados, de individuo a individuo e do homem para com o seu meio social. Tendo o Assistente Social como artífice do relacionamento social, a principal técnica utilizada pelas assistente sociais eram as entrevistas e relatórios bem detalhados da história do cliente.
  • 5. CASO DE MARIA BIELOWSKI  Maria era uma jovem polonesa, que durante quatro anos, ficou sob os cuidados de uma pequena obra particular, que matinha uma equipe de assistentes sociais e uma escola para moças difíceis, mas não retardadas.  Foi trabalhar em numa fábrica quando tinha apenas 15 anos, depois de muitos desentendimento com a madrasta, deixou o lar e passou a viver em hospedarias e hotéis baratos. Em um desses lugares, roubou alguns dólares de sua companheira e foi presa.  A “probation officer” responsável por Maria , verificou algumas pessoas sobre os antecedentes de Maria e descobriu que sua família, há cinco...
  • 6. ...anos antes do roubo, soube-se que o seu pai, sua segunda esposa e os seus filhos, tinham vindo da Polônia. O pai falecera 3 anos depois e a madrasta, que não falava mais que uma dúzia de palavras em inglês, perdera todo o controle dos filhos , embora parecesse ser uma boa senhora. Os filhos mais velhos havia saído de casa, o mais moço achava-se em um reformatório. Maria, fora boa estudante, completara a sétima série em 4 anos, tendo começado sem saber nada de inglês, participou dos grupos bandeirantes e da escola dominical. Esses fatos mostraram que a liberdade vigiada em condições capazes de assegurar um máximo de cuidado individualizado, poderia trazer bons resultados, assim “probation officer” procurou ajuda da obra citada acima.
  • 7. Alguns meses depois de entrar nessa escola, umas das assistentes sociais, com concordância da jovem, de sua família e do magistério, tornou-se sua guardiã legal. Sob esta guarda, o comportamento e o caráter da jovem, melhoraram constantemente. ○ Passos que levaram a mudanças nos hábitos da moça e no seu relacionamento com o meio ambiente: - Tratamento das condições físicas; - Ensino dos padrões americanos de vida em família; - Privilegiada com alguns empregos (5 empregos); - Continuidade dos estudos. ○ A assistente social ganhou a confiança de Maria, cuidando de evitar rigidez de pensamento e a tendência de inibir a iniciativa da cliente, apelando constantemente para o auto- respeito a ambição da jovem. Estimulando mais através de atos do que por palavras convencionais.
  • 8. Caso Social – Sua Definição  Levou em consideração serviços a longo prazo e o trabalho especializado;  Serviço social complementar as outras profissões;  “Quando um homem perde suas terras, sua saúde, sua força, ele ainda é a mesma pessoa e nada perdeu da sua personalidade” (Metafísica escocês).  Conceitos importantes: - Individualidade; - Meio Social; - Personalidade.  O caso social trabalha com os aspectos relacionados a personalidade, que exige um campo especifico, que é o Serviço Social de Caso.  Definição de SS de Caso.
  • 9.  Mary Richmond analisa os casos levando em consideração 4 divisões: - “insight” (percepção) das características individuais e pessoais; - “insight” dos recursos, perigos e influências do meio social; - Ação direta de individuo a individuo; - Ação indireta através do meio social.
  • 10.  As assistentes sociais de caso estão sempre agindo como intermediarias e procurando utilizar, inteligentemente, os recursos sociais da comunidade ao lado dos avanços da medicina afim de possibilitar um melhor trabalho de caso individual.  Entretanto, nem sempre basta tentar um ajustamento entre o cliente e seu meio, as vezes a mudança deste – temporária ou permanente – é um recurso importante.  Enfim, todos os aspectos analisados convergem para um único objetivo “efetuar o melhor ajustamento entre o individuo e o mundo em vive”.
  • 11. SERVIÇO SOCIAL: PROCESSOS E TÉCNICAS. BALBINA OTTONI VIEIRA, 1977. SERVIÇO SOCIAL DE CASOS  I- CONCEITUAÇÃO - Em sua evolução histórica, uma das tendências do Serviço Social foi a individualização da assistência; - Por ter passado por uma evolução muito rápida o Serviço Social de Casos ao longo dos anos recebeu conceituações diferentes; - No séc. XX a partir de estudos minuciosos o SS descobriu suas bases cientificas e Mary Richmond lançou a primeira definição do SS de Casos: “O SS de Casos é o processo que desenvolve a personalidade através de um
  • 12. homens e seu ambiente.” - Mas a ONU em 1960 lança o último conceito de SS de Casos: “O SS de Casos é uma dinâmica mútua, entre o A.S e o cliente, deliberadamente utilizada para o tratamento social, e que se origina no estudo do indivíduo, e na situação peculiar onde se encontra, nos problemas que o afetam e da maneira em que pode ser ajudado a resolvê-los, mediante seus próprios recursos e os da comunidade.” - O SS é posto em prática de maneira diferente pelos vários países, ele é dinâmico, sendo o produto da civilização onde se desenvolve.
  • 13. - O SS de Casos procura ajudar o indivíduo a resolver seus próprios problemas, seja através de mudanças de atitudes, seja pela utilização dos recursos da comunidade ou por ambos os meios. E o papel do assistente social é ajudar o indivíduo a examinar estas dificuldades e auxiliar o cliente a encontrar a solução para elas,assim como meios para executá-las. - O SS de Casos só se aplica a problemas individuais ou de família. - Segundo Hamilton, o caso social é composto de fatores internos(subjetivos) e externos(objetivos), não se trata os indivíduos somente em relação a suas experiências sociais, mas também trata-se de seus sentimentos em relação a estas experiências. Então não é possível restringir o SS de Casos a
  • 14. simples modificações das condições exteriores pois cada problema é, em geral, interpessoal além de social.  II-INSTRUMENTOS DO SS DE CASOS 1-Relações entre assistente social e cliente - Pelo fato de o A.S ajudar o cliente na resolução de seus problemas suas relações tem um caráter especial, onde a personalidade do primeiro influência no processo de tratamento, e nesta relação pode-se distinguir três aspectos: a) A “aceitação do cliente” - O assistente social deve aceitar o cliente, reconhecer que ele tem o direito de ser o que é: econômica, social, moral ou psicologicamente.
  • 15. - Para poder ajudar o cliente ao A.S não basta conhecer apenas seu problema, mas tomar ciência sobre o modo pelo qual o cliente o encara, o que pensa sobre ele, e a maneira pela qual espera solucioná-lo. - O SS de Casos não pretende reformar a personalidade do cliente, mas aproveitar suas aptidões em potencial para obter novas iniciativas ou mudanças em relação a suas dificuldades. E neste processo o A.S deve apenas orientar e esclarecer o cliente, e não tomar a atitude de proteger ou resolver os problemas por ele. - Portanto, a atitude de “aceitação” do cliente leva o A.S a respeitar sua liberdade de pensar, de escolher e de atuar.
  • 16. b) O uso da “autoridade” - A autoridade do A.S é proveniente da sua formação profissional, que agora se coloca à disposição do cliente, e que está baseada na aceitação do cliente e estabelecimento de uma confiança mútua necessária ao tratamento social. - Essa autoridade também está fundamentada nas leis morais e civis, de um lado, e de outro nas funções da entidade da qual é funcionário. - A autoridade do A.S representa um fator de ordem na prestação da assistência, para que as funções das instituições sejam claramente definidas. - A arte do A.S consiste em exercer esta autoridade de uma maneira benéfica para o cliente, tornado- a positiva para os que tem dificuldades em lidar
  • 17. c) Autoconhecimento do Assistente Social - O assistente social tem que ter consciência de sua individualidade, de suas crenças e de seus preconceitos, e de que maneira reage diante de determinadas situações, somente assim poderá controlar suas reações e suas atitudes diante do cliente. - O assistente social deve ser neutro nos julgamentos de valor sobre o cliente e saber controlar suas emoções para não se identificar com o cliente ou seu problema. - O autoconhecimento e o autodomínio do A.S mostrará ao cliente que pode ter confiança nele, e que o apoio que recebem parte de uma personalidade sólida e equilibrada.
  • 18. d) A confidencialidade - O assistente social tem que passar ao cliente a certeza de que as informações sobre ele não serão divulgadas ou comentadas com terceiros, sendo esta a base da ação do profissional de serviço social. - Esta atitude de descrição também serve como influência educativa para os clientes, e os leva a usar de maior franqueza com o A.S e estabelece um clima de confiança imprescindível ao tratamento social.
  • 19. e) A unidade no tratamento - O caso deve ser tratado em todas as etapas por pelo mesmo assistente social. - Mas se o caso não se enquadra na ação daquela obra social, o assistente social deve preparar o cliente, avisá-lo que ele irá ser transferido para o tratamento com outro assistente e até em outra instituição, para que os clientes que tenham a personalidade mais dependente não se sintam rejeitados pelo assistente social.
  • 20. 2-Técnicas de Entrevistas - Em SS de Casos a entrevista é o meio para se estabelecer as relações com o cliente a fim de permitir o tratamento social. - A entrevista pode ser conduzida de várias formas, e difere de acordo com a maneira que o cliente chega ao assistente social. - Os principais elementos da entrevista são classificados didaticamente como: “observar”, “ouvir”, “perguntar” e “interpretar”. - E o assistente social deve tomar alguns cuidados ao fazer a entrevista, como prestar bem atenção ao problema do cliente, não fazer anotações e escolher um ambiente que seja propício para execução de uma entrevista. E pode recorrer a entrevistas com “colaterais” do cliente.
  • 21. 3-Utilização dos recursos da comunidade - Dentro da comunidade existem várias obras ou instituições sociais que se propõem a tentar ajudar os moradores a resolver suas dificuldades, mas nenhuma obra ou instituição sozinha é capaz de atender a todas as necessidades dos moradores, por isso cada uma deve ter sua finalidade bem definida. - Na comunidade em que trabalha o assistente social encontra um determinado número de recursos legais, médicos, sanitários, educacionais, assistenciais que deve conhecer a fundo para utilizá-los eficientemente. - A maioria dos serviços públicos é muito burocrática, e isso impede o acesso da população a seus recursos.
  • 22. - O assistente social, é nestas condições considerado pelo cliente uma espécie de mediador para obter mais fácil e rapidamente o acesso aos recursos das repartições públicas que pretendem alcançar. - O SS de Casos procura então estabelecer um equilíbrio entre a pessoa e o meio em que vive, ajudando-a a adaptar-se e atuar de melhor forma em relação aos serviços dispostos na comunidade.
  • 23.  III- FASES DO PROCESSO DE SERVIÇO SOCIAL DE CASOS - A finalidade do SS de Casos é ajudar o cliente a solucionar seus problemas, os quais, logicamente, precisam ser conhecidos, a fim de que seja aplicado o tratamento adequado a sua natureza. - A simples exposição dos fatos já constitui parte do tratamento, na medida em que ao fazer isto o cliente toma consciência de seu estado e junto com o assistente social estuda os meios de solucionar seu problema através de seus próprios recursos e os recursos da comunidade, a participação ativa do cliente é característica fundamental do SS de Casos.
  • 24. - As fases do processo do SS de Casos estão divididas em três: 1-O Estudo - O tratamento social já começa a partir do primeiro contato com o cliente, a medida inicial é saber quem ele é, que problema o aflige e o que pretende fazer. O estudo do caso pode ser conseguido através dos seguintes meios: a)Entrevista na obra - As informações recolhidas devem ser subordinadas aos encargos da obra. - Estas informações devem permitir ao A.S a compreensão do problema trazido pelo cliente. Para que o A.S possa analisar se o pedido do cliente se enquadra nas finalidades daquela obra.
  • 25. b) Visitas Domiciliares - Este artifício não deve ser usado em todos os casos, é usado apenas como uma forma de estudo ou tratamento que tem uma finalidade determinada. - Mas é obrigatória em certos tipos de serviços assistenciais, como: escolha de um lar substituto, verificação do ambiente onde vive a criança, cujos pais pedem intervenção; entre outros casos. c) Informações Colaterais - São informações que o A.S busca sobre o indivíduo através de empregadores, parentes ou amigos que podem ser valiosas para o estudo do problema. - E para que estas informações sejam úteis o A.S deve estabelecer um equilíbrio entre as
  • 26. d) Exames e Testes - Só os serviços especializados, como clínicas de orientação, ou serviços de colocação familiar pedem exames médicos ou testes psicológicos. - O papel do A.S é informar ao cliente da necessidade ou exigência destes testes. 2- O Diagnóstico - PROBLEMA; - CAUSAS; - CLIENTE .
  • 27. 3- TRATAMENTO SOCIAL a)Tratamento Indireto - Tratamento Indireto – prestação de serviços concretos - Tratamento Indireto – modificação do ambiente b)Tratamento Direto ou Psicossocial c)Avaliação do Tratamento
  • 28.  IV- ORGANIZAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL DE CASOS 1) Utilização do Serviço Social de Casos 2) Categorias de “Casos Sociais” 3) Primeiro contato do Cliente com o Serviço Social: O “Plantão” 4) Trabalhos que não podem ser considerados Serviço Social de Casos - Distribuição de auxílios - Concessão de benefícios - Matrículas e inscrições em instituições sociais - Estudo de candidatos a habitações populares - Recuperação e seguimento de pacientes, de recém-empregados e de inválidos. - Divisão do trabalho entres os assistentes sociais.
  • 29. TEORIA E PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL DE CASOS ( GORDON HAMILTON )  Métodos de Diagnóstico e de Avaliação *Para compreender a significação de um caso , são indispensáveis certos dados psicológicos e sociais *A opinião do assistente social deve formar-se o mais rápido possível *A significação dada pelo assistente social aos incidentes, ao histórico e ao comportamento é chamada de "diagnóstico" *O diagnóstico preocupa-se com a interação causal; a avaliação, com o objetivo social *O diagnóstico e avaliação tem como objetivo tornar o tratamento praticável
  • 30.  O Processo de Diagnóstico *Ao fazer o diagnóstico, procura-se chegar às causas, pois assim se consegue uma definição mais precisa do problema Diagnóstico e "Gestalt" *Todo diagnóstico é uam configuração ou "Gestalt", cujo significado total decorre do fato de que, como profissionais, faremos alguma coisa a respeito do pedido do cliente para ser assistido Causalidade no Diagnóstico *A causalidade histórica é como uma pirâmide  de vertice para baixo  -  o comportamento ou situação representam o vértice - e, quanto mais nos aproximarmos da base, mais causas aparecerão
  • 31.  Classificação e Afirmação Diagnóstica *Não se pode descrever e definir sem classificar; todos os seres que pensam fazem, de um modo ou de outro, classificações Conclusões e Diagnóstico *As conclusões são a matéria-prima para  o diagnóstico, mas  não são propriamente o diagnóstico *Os fatos que parecem mais  significativos  para compreender o problema  ou a pessoa são chamados "conclusões" Diagnóstico em  Colaboração *Os assistentes sociais precisam utilizar-se das outras profisssões para chegarem aos diagnósticos que se enquadram dentro da sua função
  • 32.  O  Processo de Avaliação *O diagnóstico e a avaliação  constituem processos intelectuais complementares, tendo por finalidade dar a essência de significação do caso; ambos têm início no plantão e continuam no correr do tratamento, focalizando diversos pontos do mesmo *A avaliação é um movimento de equilíbrio entre prós e contras, capacidades e fraquezas, ações construtivas e destrutivas
  • 33. MÉTODOS DE TRATAMENTO  Tratamento (conceito)  Objetivo:estabilizar ou melhorara o reajustamento do cliente  O tratamento é sempre condicionado pelos costumes, cultura, oportunidades existentes na comunidade, aptidão e habilidade do ass. Social,pela capacidade e disposição do cliente em participar do processo de tratamento.
  • 34.  Desajustamento X Ajustamento  Objetivo do ajustamento:prevenir os desajustamento, procurara desenvolver as potencialidades do cliente, identificar novas possibilidades para o aperfeiçoamento e desenvolvimento do cliente, restabelecer suas relações humanas, tornar suas experiências de vida satisfatória.
  • 35.  Tratamento indireto:  Prestação de serviços concretos:auxílio dado ao cliente para que escolha e se utilize do recurso disponível na comunidade.ex: colônias de férias, auxílio econômico, abrigo, orientação, assistência médica.  Papel do Ass. Social  Público atendido
  • 36.  Tratamento indireto  Modificação do ambiente:todas as tentativas para diminuir as pressões ou dificuldades do indivíduo, contribuindo para melhorar a situação do cliente. Ex: lares substitutos, experiências de grupo, programas de adaptação e readaptação.  Papel do Ass. social
  • 37.  Tratamento direto  Entrevista (objetivos e benefícios)-visa ajudar o cliente a entender suas atitudes,suas reações e como ele contribui para isso, clarificando os conflitos,discutindo as possibilidades de soluções  Orientação- em certo sentido é um processo educativo, oferece informações, clarifica a visão do indivíduo em relação a se próprio e ao ambiente.
  • 38.  Transferência- se realiza pela interação psicossocial, serve para libertar o cliente para que ele possa sentir e pensar mais objetivamente seu comportamento e sua relação com o outro.  Defesas e resistências- o assistente social tem como objetivo ajudar as pessoas a superar suas defesas e resistência, pois estas podem prejudicar o tratamento.
  • 40. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS HAMINTON, Gordon. Teoria e prática do serviço social de caso. Rio:Agir, 1979. RICHMOND, Mary. O que é serviço social de Caso. Rio: CBCISS, 1974. VIEIRA, Serviço Social: processos e tecnicas. 4 ed.Rio: Agir, 1978.