O Fenómeno Espírita <ul><li>BREVE ESTUDO SOBRE A EVOCAÇÃO DOS MORTOS, POR DIVERSOS POVOS, AO LONGO DO TEMPO. </li></ul>
O FENÓMENO ESPÍRITA <ul><li>O Fenómeno Espírita é de todos os tempos.  </li></ul><ul><li>A crença na Imortalidade da Alma ...
NOS POVOS DA ANTIGUIDADE <ul><li>Eram gerais as  crenças : </li></ul><ul><li>-  NA IMORTALIDADE DA ALMA </li></ul><ul><li>...
A EVOCAÇÃO DOS MORTOS <ul><li>Os sacerdotes conheciam os segredos ocultos pelo véu da morte, pois contactavam com as almas...
NA ÍNDIA DOS VEDAS <ul><li>OS VEDAS SÃO O MAIS ANTIGO CÓDIGO RELIGIOSO CONHECIDO. </li></ul><ul><li>APARECE MILHARES DE AN...
O GRANDE LEGISLADOR MANU EXPRIME-SE A ESTE RESPEITO: <ul><li>“Os espíritos dos antepassados, no estado invisível, acompanh...
OUTRO AUTOR HINDU DECLARA: <ul><li>“ Muito tempo antes de se despojarem do envoltório mortal, as almas que só praticaram o...
OS FAQUIRES E A EVOCAÇÃO DOS ESPÍRITOS <ul><li>Desde tempos imemoriais, os sacerdotes iniciados nos mistérios preparam os ...
OS TRÊS GRAUS DA INICIAÇÃO <ul><li>O PRIMEIRO GRAU FORMAVA OS BRÂMANES DO CULTO VULGAR E OS ECÔNOMOS DOS PAGODES ENCARREGA...
2º grau da iniciação <ul><li>Era composto pelos exorcistas, adivinhos, profetas e evocadores de Espíritos. </li></ul><ul><...
o 3º grau de iniciação <ul><li>Era composto pelos brâmanes que já não tinham mais relações directas com a multidão. </li><...
NA CHINA <ul><li>Desde tempos imemoriais que os chineses se entregaram à evocação dos Espíritos dos avoengos. </li></ul>
<ul><li>Com o tempo, e em consequência das guerras que forçaram parte da população hindu a emigrar, o segredo das evocaçõe...
NO EGIPTO <ul><li>Os historiadores são unânimes em atribuir aos sacerdotes egípcios poderes que parecem sobrenaturais e mi...
A PROIBIÇÃO DE MOISÉS <ul><li>“ Que entre nós ninguém use de sortilégio e de encantamentos, nem interrogue os mortos para ...
NO ANTIGO TESTAMENTO: <ul><li>Saúl consulta a pitonisa de Endor e comunica-se com a sombra de Samuel (fenómeno de material...
A CABALA <ul><li>Apesar da proibição de Moisés, houve sempre investigadores tentados por essas evocações misteriosas. </li...
DIZ O TALMUD: <ul><li>“Qualquer pessoa que, sendo instruída nesse segredo ( a evocação dos mortos), o guarda com vigilânci...
NA GRÉCIA <ul><li>A crença nas evocações era geral. </li></ul><ul><li>Todos os templos possuíam mulheres, chamadas pitonis...
HOMERO, NA “ODISSEIA”: <ul><li>descreve as cerimónias pelas quais Ulisses pôde conversar com a  sombra  do divino Tirésias...
APOLÓNIO DE TIRANA <ul><li>Este sábio filósofo pitagórico e taumaturgo de grande poder, possuía vastos conhecimentos refer...
EM ROMA <ul><li>As sibilas romanas, evocando os mortos, interrogando os Espíritos, são continuamente consultadas pelos gen...
<ul><li>Em Itália, tal como na Índia, no Egipto e entre os hebreus, o privilégio de evocar os mortos, primitivamente reser...
Se crermos em Tertuliano, o Espiritismo era exercido entre os antigos pelos mesmos meios que, hoje, entre nós. <ul><li>Diz...
AMIANO MARCELINO <ul><li>Escreve, numa passagem sobre Patrício e Hilário, levados perante o tribunal romano por crime de m...
<ul><li>Hilário acrescentou: </li></ul><ul><li>“ Um dia, ele tinha perguntado quem sucederia ao imperador actual, e o anel...
<ul><li>A evocação dos mortos foi geral na Antiguidade, como vimos. </li></ul><ul><li>O poder teocrático e o poder civil e...
A IGREJA CATÓLICA E A IDADE MÉDIA <ul><li>A Igreja Católica, mais do que qualquer outra, teve necessidade de combater essa...
JOANA D’ARC <ul><li>Esta figura heróica mostra como as comunicações dos Espíritos podem dar resultados tão grandiosos quão...
<ul><li>Apesar de todas as perseguições, a tradição conservou-se. </li></ul><ul><li>A História conserva ainda os nomes de ...
Às vezes as manifestações eram públicas e atingiam extraordinário desenvolvimento. <ul><li>Não é sem terror que se lêem as...
CONCLUSÃO <ul><li>Fica demonstrado que, em todos os tempos, a evocação dos mortos foi praticada universalmente, e que todo...
<ul><li>EM SEGUIDA, ESTUDAREMOS O MOVIMENTO ESPÍRITA CONTEMPORÂNEO, MOSTRANDO A CONSIDERÁVEL IMPORTÂNCIA QUE ELE CONQUISTO...
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    1. 1. O Fenómeno Espírita <ul><li>BREVE ESTUDO SOBRE A EVOCAÇÃO DOS MORTOS, POR DIVERSOS POVOS, AO LONGO DO TEMPO. </li></ul>
    2. 2. O FENÓMENO ESPÍRITA <ul><li>O Fenómeno Espírita é de todos os tempos. </li></ul><ul><li>A crença na Imortalidade da Alma está presente em todos os povos e culturas. </li></ul><ul><li>A História conserva a memória do intercâmbio permanente estabelecido entre os vivos e os chamados “mortos”. </li></ul><ul><li>Mas só o Espiritismo pode explicar essa ordem de fenómenos racionalmente. </li></ul>
    3. 3. NOS POVOS DA ANTIGUIDADE <ul><li>Eram gerais as crenças : </li></ul><ul><li>- NA IMORTALIDADE DA ALMA </li></ul><ul><li>- NA COMUNICAÇÃO ENTRE OS VIVOS E OS MORTOS. </li></ul>
    4. 4. A EVOCAÇÃO DOS MORTOS <ul><li>Os sacerdotes conheciam os segredos ocultos pelo véu da morte, pois contactavam com as almas desencarnadas. </li></ul><ul><li>Mas só a eles era lícito esse contacto. </li></ul><ul><li>O povo era mantido na ignorância quanto ao verdadeiro estado da alma após a morte. </li></ul><ul><li>Este assunto era, pois, considerado sagrado. </li></ul><ul><li>As cerimónias, pelas quais os sacerdotes entravam em contacto com os “mortos”, eram, para eles, uma fonte de lucro. </li></ul>
    5. 5. NA ÍNDIA DOS VEDAS <ul><li>OS VEDAS SÃO O MAIS ANTIGO CÓDIGO RELIGIOSO CONHECIDO. </li></ul><ul><li>APARECE MILHARES DE ANOS ANTES DE JESUS CRISTO. </li></ul><ul><li>NOS VEDAS AFIRMA-SE A EXISTÊNCIA DOS ESPÍRITOS. </li></ul>
    6. 6. O GRANDE LEGISLADOR MANU EXPRIME-SE A ESTE RESPEITO: <ul><li>“Os espíritos dos antepassados, no estado invisível, acompanham certos brâmanes convidados para as cerimónias em comemoração dos mortos, sob uma forma aérea; </li></ul><ul><li>seguem-nos e tomam lugar a seu lado quando eles se assentam”. </li></ul>
    7. 7. OUTRO AUTOR HINDU DECLARA: <ul><li>“ Muito tempo antes de se despojarem do envoltório mortal, as almas que só praticaram o bem, como as que habitam os corpos dos sannysassis e dos vanaprastha (anacoretas e cenobitas) adquirem a faculdade de conversar com as almas que as precederam no swarga ; </li></ul><ul><li>é sinal que para essas almas, a série das suas transmigrações sobre a terra terminou”. </li></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>( TEXTO DO BAGAVATTA ) </li></ul></ul></ul></ul></ul>
    8. 8. OS FAQUIRES E A EVOCAÇÃO DOS ESPÍRITOS <ul><li>Desde tempos imemoriais, os sacerdotes iniciados nos mistérios preparam os indivíduos chamados faquires para a evocação dos espíritos e para a obtenção dos mais notáveis fenómenos do magnetismo. </li></ul><ul><li>O segredo da evocação era reservado àqueles que pudessem ter quarenta anos de noviciado e obediência passiva. </li></ul>
    9. 9. OS TRÊS GRAUS DA INICIAÇÃO <ul><li>O PRIMEIRO GRAU FORMAVA OS BRÂMANES DO CULTO VULGAR E OS ECÔNOMOS DOS PAGODES ENCARREGADOS DE EXPLORAR A CREDULIDADE DA MULTIDÃO. </li></ul><ul><li>APRENDIAM A COMENTAR OS TRÉS PRIMEIROS LIVROS DOS VEDAS, </li></ul><ul><li>A DIRIGIR CERIMÓNIAS </li></ul><ul><li>E A CUMPRIR SACRIFÍCIOS. </li></ul><ul><li>OS BRÂMANES DO 1º GRAU ESTAVAM EM COMUNICA-ÇÃO CONSTANTE COM O POVO: ERAM OS SEUS DIRECTORES IMEDIATOS. </li></ul>
    10. 10. 2º grau da iniciação <ul><li>Era composto pelos exorcistas, adivinhos, profetas e evocadores de Espíritos. </li></ul><ul><li>Estes, em certos momentos críticos, eram encarregues de actuar sobre a imaginação das massas, por meio de fenómenos sobrenaturais. </li></ul><ul><li>Liam e comentavam o Atharva-Veda, repositório de conjurações mágicas. </li></ul>
    11. 11. o 3º grau de iniciação <ul><li>Era composto pelos brâmanes que já não tinham mais relações directas com a multidão. </li></ul><ul><li>Ocupavam-se unicamente do estudo das forças físicas e naturais do Universo. </li></ul><ul><li>Quando se manifestavam exteriormente, faziam-no sempre por meio de fenómenos aterrorizadores e de longe. </li></ul>
    12. 12. NA CHINA <ul><li>Desde tempos imemoriais que os chineses se entregaram à evocação dos Espíritos dos avoengos. </li></ul>
    13. 13. <ul><li>Com o tempo, e em consequência das guerras que forçaram parte da população hindu a emigrar, o segredo das evocações espalhou-se por toda a Ásia, encontrando-se ainda entre os egípcios e entre os hebreus a tradição que veio da Índia. </li></ul>
    14. 14. NO EGIPTO <ul><li>Os historiadores são unânimes em atribuir aos sacerdotes egípcios poderes que parecem sobrenaturais e misteriosos. </li></ul><ul><li>A Bíblia narra alguns dos prodígios (com algum excesso à mistura) realizados por estes magos. </li></ul><ul><li>É certo que eles evocavam os mortos, pois Moisés, seu discípulo, proibiu formalmente os hebreus de se entregarem a estas práticas. </li></ul>
    15. 15. A PROIBIÇÃO DE MOISÉS <ul><li>“ Que entre nós ninguém use de sortilégio e de encantamentos, nem interrogue os mortos para saber a verdade”. </li></ul><ul><li>Deuteronómio </li></ul>
    16. 16. NO ANTIGO TESTAMENTO: <ul><li>Saúl consulta a pitonisa de Endor e comunica-se com a sombra de Samuel (fenómeno de materialização). </li></ul>
    17. 17. A CABALA <ul><li>Apesar da proibição de Moisés, houve sempre investigadores tentados por essas evocações misteriosas. </li></ul><ul><li>Institui-se, então, uma doutrina secreta a que chamaram Cabala. </li></ul><ul><li>Cercaram-na de precauções, fazendo o adepto jurar inviolável segredo para o vulgo </li></ul>
    18. 18. DIZ O TALMUD: <ul><li>“Qualquer pessoa que, sendo instruída nesse segredo ( a evocação dos mortos), o guarda com vigilância num coração puro pode contar com o amor de Deus e o favor dos homens; </li></ul><ul><li>o seu nome inspira respeito, a sua ciência não teme o olvido, e torna-se ele herdeiro de dois mundos: aquele em que vivemos agora e o mundo futuro” </li></ul>
    19. 19. NA GRÉCIA <ul><li>A crença nas evocações era geral. </li></ul><ul><li>Todos os templos possuíam mulheres, chamadas pitonisas, encarregues de proferir oráculos, evocando os deuses. </li></ul><ul><li>Muitas vezes o consultante queria, ele próprio, ver e falar à sombra desejada, e, como na Judeia, conseguia-se pô-lo em comunicação com o ser que desejava interrogar. </li></ul>
    20. 20. HOMERO, NA “ODISSEIA”: <ul><li>descreve as cerimónias pelas quais Ulisses pôde conversar com a sombra do divino Tirésias. </li></ul><ul><li>Estas práticas eram frequentemente empregadas por aqueles que desejavam entrar em relação com as almas dos parentes, ou amigos,que tinham perdido. </li></ul>
    21. 21. APOLÓNIO DE TIRANA <ul><li>Este sábio filósofo pitagórico e taumaturgo de grande poder, possuía vastos conhecimentos referentes às ciências ocultas; </li></ul><ul><li>a sua vida é pródiga em factos extraordinários; </li></ul><ul><li>ele acreditava firmemente nos Espíritos e nas suas comunicações com os encarnados. </li></ul>
    22. 22. EM ROMA <ul><li>As sibilas romanas, evocando os mortos, interrogando os Espíritos, são continuamente consultadas pelos generais. </li></ul><ul><li>Nenhuma pessoa importante decidia sem receber prévio aviso dessas sacerdotisas. </li></ul>
    23. 23. <ul><li>Em Itália, tal como na Índia, no Egipto e entre os hebreus, o privilégio de evocar os mortos, primitivamente reservado aos membros da classe sacerdotal, espalhou-se, pouco a pouco, entre o povo. </li></ul>
    24. 24. Se crermos em Tertuliano, o Espiritismo era exercido entre os antigos pelos mesmos meios que, hoje, entre nós. <ul><li>Diz ele: “Se é dado aos magos fazer aparecer fantasmas, evocar as almas dos mortos, poder forçar a boca das crianças a proferir oráculos; se eles realizam grande número de milagres, se explicam sonhos, se têm às suas ordens Espíritos mensageiros e demónios , em virtude dos quais as mesas que profetizam são um facto vulgar , com que redobrado zelo esses Espíritos poderosos não se esforçarão por fazer em próprio proveito o que eles fazem em serviço de outrem ?” (Tertuliano - “Apologética”, 23) </li></ul>
    25. 25. AMIANO MARCELINO <ul><li>Escreve, numa passagem sobre Patrício e Hilário, levados perante o tribunal romano por crime de magia, acusação esta de que eles se defenderam referindo que “tinham fabricado, com pedaços de loureiro, uma mesinha (mensulam) sobre a qual colocaram uma bacia circular feita de vários metais, tendo um alfabeto gravado nas bordas. Em seguida, um homem vestido de linho, depois de ter recitado uma fórmula e feito uma evocação ao deus da profecia, tinha suspendido em cima da bacia um anel preso a um fio de linho muito fino e consagrado por meios misteriosos. O anel, saltando sucessivamente, mas sem confusão, sobre várias letras gravadas, e parando sobre cada uma, formava versos perfeitamente regulares, em resposta às questões propostas”. </li></ul>
    26. 26. <ul><li>Hilário acrescentou: </li></ul><ul><li>“ Um dia, ele tinha perguntado quem sucederia ao imperador actual, e o anel, designando as letras, deu a sílaba: Theo . </li></ul><ul><li>Nada mais inquiriram, persuadidos de que se tratava da palavra Theodoro ”. </li></ul><ul><li>Os factos, diz Amiano Marcelino, desmentiram os magos, mais tarde, porém não a predição, porque esta foi Theodósio . </li></ul>
    27. 27. <ul><li>A evocação dos mortos foi geral na Antiguidade, como vimos. </li></ul><ul><li>O poder teocrático e o poder civil estavam muito intimamente ligados para que esta prescrição fosse severamente observada. </li></ul><ul><li>Não convinha que as almas dos mortos viessem contradizer o ensinamento oficial dos sacerdotes e lançar a perturbação entre os homens, fazendo-os conhecer a verdade. </li></ul>
    28. 28. A IGREJA CATÓLICA E A IDADE MÉDIA <ul><li>A Igreja Católica, mais do que qualquer outra, teve necessidade de combater essas práticas para si detestáveis. </li></ul><ul><li>Durante a Idade Média milhares de vítimas foram queimadas sem piedade, sob o nome de feiticeiros e mágicos, por terem evocado os Espíritos. </li></ul><ul><li>A tortura e os horrores cometidos para encontrarem os vestígios do diabo no corpo das vítimas, ainda hoje causam arrepios e desgosto e tudo isso para maior glória de um Deus de amor e de misericórdia ! </li></ul>
    29. 29. JOANA D’ARC <ul><li>Esta figura heróica mostra como as comunicações dos Espíritos podem dar resultados tão grandiosos quão inesperados. </li></ul><ul><li>Não fosse a História registar os factos e a história dessa pastora que expulsa o estrangeiro do seu país, guiada pelas potências espirituais, pareceria maravilhosa ficção. </li></ul>
    30. 30. <ul><li>Apesar de todas as perseguições, a tradição conservou-se. </li></ul><ul><li>A História conserva ainda os nomes de Paracelso, Cornelius Agripa, Swedenborg, Jacob Boehm, Martinez Pascalis, Conde de Saint-Germain, Saint-Martin, etc. </li></ul>
    31. 31. Às vezes as manifestações eram públicas e atingiam extraordinário desenvolvimento. <ul><li>Não é sem terror que se lêem as narrações relativas aos possessos de Loudun , os factos estranhos atribuídos aos convulsionários de Cevenas e aos visionários do cemitério de Saint-Médard . </li></ul>
    32. 32. CONCLUSÃO <ul><li>Fica demonstrado que, em todos os tempos, a evocação dos mortos foi praticada universalmente, e que todos esses fenómenos, na realidade, são tão velhos quanto o mundo </li></ul>
    33. 33. <ul><li>EM SEGUIDA, ESTUDAREMOS O MOVIMENTO ESPÍRITA CONTEMPORÂNEO, MOSTRANDO A CONSIDERÁVEL IMPORTÂNCIA QUE ELE CONQUISTOU EM NOSSA ÉPOCA. </li></ul>

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