Mediunidade através dos tempos, A-1,5h

2.482 visualizações

Publicada em

Trata de um estudo sobre a mediunidade no decorrer dos séculos. Versão 15.

Publicada em: Espiritual
7 comentários
2 gostaram
Estatísticas
Notas
Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.482
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
32
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
204
Comentários
7
Gostaram
2
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Mediunidade através dos tempos, A-1,5h

  1. 1. A mediunidadeA mediunidade atravésatravés dos temposdos tempos
  2. 2. “[…] derramarei o meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, […].” (Joel 2,28-29)
  3. 3. Introdução Estudando-se as várias culturas, facilmente se observará que os fenômenos mediúnicos são fatos que vêm ocorrendo em todos os tempos e lugares, desde as épocas mais re- motas da humanidade. A imortalidade da alma e a possibilidade da comunicação entre “os vivos” e “os mortos” são crenças que sempre existiram; porém tomadas à conta de superstições popular. Particularmente, somos da opinião de que toda crença universal tem um fundo de ver- dade, ainda que não se dê conta disso.
  4. 4. Introdução “As comunicações entre o mundo espiritual e o mundo corpóreo fazem parte da nature- za das coisas e não constituem nenhum fato sobrenatural, razão pela qual encontramos seus vestígios entre todos os povos e em to-das as épocas. Hoje se generalizaram e se tornaram patentes para todos.” (KARDEC, in Prolegômenos, O Livro dos Espíritos, p. 63)
  5. 5. Introdução Ao observarmos o passado, evocando a lembrança das religiões desaparecidas, das crenças mortas, veremos que, todas elas, tinham um ensinamento dúplice: um exte- rior ou público, com suas cerimônias bizar- ras, rituais e mitos, e outro interior ou secreto revestido de um caráter profundo e elevado. Os aspectos exteriores eram leva- dos ao povo de um modo geral (exotérico), enquanto que o aspecto interior era revela- do apenas a indivíduos especiais (esotérico), os chamados "iniciados", que eram prepara- dos desde a infância, às vezes por 20 a 30 anos.
  6. 6. Primórdios Nas comunidades primi- tivas, em remotas eras da humanidade, as pra- ticas ritualísticas envol- vendo a adoração dos antepassados são um inegável indício de que estabeleciam contato com os Espíritos de seus “mortos”.
  7. 7. 6.000 a 4.000 a.C. Como um bom exemplo da relação entre os mun- dos material e espiritual, citamos o Código dos Ve- das, o mais antigo código religioso que se tem no- tícia, onde, de forma cla- ra, se tem o registro da crença na existência dos Espíritos: Código dos Vedas: Livro sagrado do hinduísmo, escrito por volta de 1.300 a 1.000 a.C., Índia.
  8. 8. 6.000 a 4.000 a.C. “Os espíritos dos antepassados, no estado invisível, acompanham certos brâmanes, convidados para cerimônia em comemoração dos mortos, sob uma forma aérea; seguem- nos e tomam lugar ao seu lado quando eles se assentam.”
  9. 9. 3.100 a.C. a 100 a.C. Os Egípcios acreditavam nu- ma vida para além da morte, pela conservação dos corpos de seus mortos, através da mumificação. Os sacerdotes do antigo Egito eram tidos como pessoas sobrenaturais, em face de seus dons mediú- nicos. O sacerdote Ameno- phis, preferido do faraó Ram- sés II, era médium de efeitos físicos, existem relatos sobre as sessões de materialização que já eram realizadas na- quela época. (Revista Cristã de Espiritismo, nº 12, p. 20-24)
  10. 10. 3.100 a.C. a 100 a.C. “Há 4 mil anos, o sumo sacerdote de Amon, a mais importante autoridade a serviço do faraó Mentuhotep II do Egito, estava preocu- pado com uma influência espiritual que o afli gia. Mas ele estava determinado a, quando chegasse à noite em sua casa, resolver essa questão. Para os egípcios, os mortos podiam interferir em suas vidas. Depois de dar as ordens aos servos e cuidar de sua higiene, subiu ao terraço de sua lu- xuosa residência e estendeu suas mãos para o céu estrelado fazendo uma evocação, pe- dindo auxílio dos Espíritos protetores: §]=>
  11. 11. 3.100 a.C. a 100 a.C. 'Invoco os deuses do céu, os deuses da Ter- ra, os do Sul, os do Norte, os do Ocidente, os do Oriente, os deuses do outro mundo'; en- tão fez a eles um pedido: 'Fazei com que ve- nha até mim o Espírito'. O Espírito veio, e lhe disse: 'Eu sou aquele que vem para dormir em seu túmulo'. O sumo sacerdote de Amon pediu que o Es- pírito se identificasse para que pudesse ofe- recer um sacrifício no nome dele, trazendo- lhe, assim, a paz. O Espírito respondeu: §]=>
  12. 12. 3.100 a.C. a 100 a.C. 'Meu nome é Niutbusemekh, meu pai é Ankhmen e minha mãe é Taemchas'. O sumo sacerdote então afirmou: 'Diz-me o que de- sejas e farei com que isso se cumpra para ti. Não se preocupe, pois vou ajudá-lo. Meu co- ração ficará agitado como o Nilo... Não vou te abandonar, se fosse essa minha intenção não teria me ocupado com este assunto'. O Espírito respondeu firme: 'Chega de pala- vras'. ==>
  13. 13. 3.100 a.C. a 100 a.C. […] o experiente e poderoso sacerdote, […] disse-lhe: 'Ficarei então aqui sem comer e sem beber, as trevas cairão sobre mim cada dia, não sairei daqui'. O Espírito conta então, sua história: 'Quando eu estava vivo sobre a terra, era o chefe do tesouro do faraó e também oficial do exér- cito. Quando morri, meu soberano mandou preparar minha tumba, os quatro vasos de embalsamento e o meu sarcófago de alabas- tro. Mas o tempo passou, o túmulo caiu, o vento e a areia arruinaram tudo. §]=>
  14. 14. 3.100 a.C. a 100 a.C. Em outras épocas, por quatro vezes já me evocaram e prometeram uma nova sepultu- ra. Mas até agora nada. Como posso acredi- tar em novas promessas? Somente com con- versas não atingirei meu objetivo.' O sumo sacerdote mandou três homens atra- vessarem o rio Nilo até a região funerária de Tebas. Escolheram um bom lugar e, além de uma nova tumba, o sumo sacerdote mandou que dez servos se dedicassem a fazer ofe- rendas diárias de água e trigo ao espírito. §]=>
  15. 15. 3.100 a.C. a 100 a.C. Depois de todo esse trabalho, o sumo sacer- dote ficou cheio de alegria por ter atendido aos desejos do Espírito.” (FIGUEIREDO, Paulo Hen- rique, 2007, p. 32-33) ARAÚJO, Luís Manuel. Mitos e lendas do antigo Egipto. Lisboa, Portugal: Livros e Livros, 2005, p. 195-198)
  16. 16. 3.100 a.C. a 100 a.C. Flávio Josefo (37-103 d.C.), his- toriador hebreu, nos dá conta dessa prática dizendo que o rei Saul “mandou que se indagasse onde se poderia encontrar al- gum daqueles que fazem voltar as almas dos mortos para inter rogá-las e saber coisas futuras.” (JOSEFO, História dos hebreus, 2003) Ao relatar este fato, Josefo confirma a pas- sagem bíblica que conta essa história; mais à frente, iremos vê-la.
  17. 17. 3.100 a.C. a 100 a.C. Nenhum povo da Antiguidade deixou mais registros de fenômenos mediúnicos que os hebreus, ao legar, às gerações futuras, inu- meráveis casos registrando-os na Bíblia. A tão propalada proibição de Moisés à evoca- ção dos mortos é uma evidente confirmação sobre a existência da mediunidade, pela qual estabeleciam contato com os Espíritos. Vejamos, na versão da Bíblia Anotada (Edito- ra Mundo Cristão), de orientação protestan- te, a passagem em questão:
  18. 18. 3.100 a.C. a 100 a.C. “Quando entrares na terra que o Senhor teu Deus te der, não aprenderás a fazer confor- me as abominações daqueles povos. Não se achará entre ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal cousa é abomi- nação ao Senhor; e por tais abominações o Senhor teu Deus os lança de diante de ti.” (Dt 18,9-12) Abominação: coisa abominável [detestável], execrável, re- pulsiva. (HOUAISS).
  19. 19. 3.100 a.C. a 100 a.C. Jamais são citados os dois versículos que se seguem, cuja particularidade é, exatamente, a de resumir tudo que se estava proibindo: “Perfeito serás para com o Senhor teu Deus. Porque estas nações, que hás de possuir, ou- vem os prognosticadores e os adivinhadores; porém a ti o Senhor teu Deus não permitiu tal cousa.” (Dt 18,13-14)
  20. 20. 3.100 a.C. a 100 a.C. Jamais são citados os dois versículos que se seguem, cuja particularidade é, exatamente, a de resumir tudo que se estava proibindo: “Perfeito serás para com o Senhor teu Deus. Porque estas nações, que hás de possuir, ou- vem os prognosticadores e os adivinhadores; porém a ti o Senhor teu Deus não permitiu tal cousa.” (Dt 18,13-14) “[…] Saul havia expulsado da terra os necro- mantes e os adivinhos.” (1Sm 28,3) (Bíblia de Jerusalém)
  21. 21. 3.100 a.C. a 100 a.C.
  22. 22. 3.100 a.C. a 100 a.C.
  23. 23. 3.100 a.C. a 100 a.C.
  24. 24. 3.100 a.C. a 100 a.C. Se tudo na Bíblia é a “palavra de Deus”, em- tão, por que não cumprem essa ordem?: Dt 21,18-21: “Se alguém tiver um filho re- belde e indócil, que não obedece ao pai e à mãe e não os ouve mesmo quando o corri- gem, o pai e a mãe o pegarão e o levarão aos anciãos da cidade, à porta do lugar, e dirão aos anciãos da cidade: 'Este nosso filho é rebelde e indocível, não nos obedece, é devasso e beberrão'. E todos os homens da cidade o apedrejarão até que morra. Deste modo extirparás o mal do seu meio, e todo o Israel ouvirá e ficará com medo.”
  25. 25. 3.100 a.C. a 100 a.C. Jesus não deixou de nos informar até quando a legislação mosaica (= Antigo Testamento) prevaleceu, portanto, limitou-a no tempo: Lc 16,16: “A Lei e os profetas vigoraram até João; desde esse tempo vem sendo anun- ciado o evangelho do Reino de Deus, e todo homem se esforça para entrar nele.”
  26. 26. 3.100 a.C. a 100 a.C. Quem de fato se manifestou a Moisés? Ex 24,12: “Javé disse a Moisés: '[…] estarei aí para lhe dar as tábuas de pedra com a lei e os mandamentos que escrevi, para você os ins- truir'". At 7,53: “Vocês receberam a Lei, promulgada através dos anjos, e não a observaram!”. Gl 3,19: “[…] A Lei foi promulgada pelos anjos, e um homem serviu de intermediário”. Hb 2,2: “De fato, se a palavra transmitida por meio dos anjos se mostrou válida, e toda trans- gressão e desobediência recebeu um justo casti- go,”.
  27. 27. 3.100 a.C. a 100 a.C. Os profetas nada mais eram que médiuns. 1Sm 9,10-12: “Saul disse ao servo: 'Falaste bem. Vamos, então.' E chegaram à cidade onde se encontrava o homem de Deus. […] cruzaram com duas jovens que saíam para buscar água e lhes perguntaram: 'O vidente está na cidade?' – Antigamente, em Israel, quando alguém ia consultar a Deus, dizia: 'Vamos ao vidente', porque, em vez de 'pro- feta', como hoje se diz, dizia-se 'vidente'.” (Bíblia de Jerusalém)
  28. 28. 3.100 a.C. a 100 a.C. 1Sm 10,5-12: “[…] entrando, na cidade, defron- tarás com um bando de profetas […], precedi- dos de harpas, tamborins, flautas, cítaras, e estarão em estado de transe profético. Então o espírito de Iahweh virá sobre ti, e entrarás em transe com eles e te transformarás em outro homem. […] Partindo dali, chegaram a Gabaá, e logo um grupo de profetas veio ao seu encon- tro; o espírito de Deus veio sobre ele, e ele entrou em transe com eles. Quando os que o conheciam de longa data o viram profetizando com os profetas diziam uns aos outros: 'Que terá acontecido ao filho de Cis? Está também Saul entre os profetas?” (Bíblia de Jerusalém)
  29. 29. 3.100 a.C. a 100 a.C. Transe: 2. fenômeno religioso e social de representação coletiva, no qual o médium experimenta um sentimento de identificação com comportamentos correspondentes a de- terminada divindade ou entidade; 3. estado afim do sono ou de alteração da consciência, marcado por reduzida sensibilidade a estímu- los, perda ou alteração do conhecimento do que sucede à volta e substituição da ativida- de voluntária pela automática. (HOUAISS)
  30. 30. 3.100 a.C. a 100 a.C. 1Sm 16,14-23: “O espírito de Iahweh tinha se retirado de Saul, e um mau espírito, procedente de Iahweh, lhe causava terror. Então os servos de Saul lhe disseram: '[…] Mande nosso senhor, e os servos que te assistem irão buscar um homem que saiba dedilhar a lira e, quando o mau espírito da parte de Deus te atormentar, ele tocará e tu te sentirás melhor.' Então Saul disse […]: 'Procurai, pois um homem que toque bem e trazei-mo'. […] 'Tenho visto um filho de Jessé, o belemita, que sabe tocar […] e Iahweh está com ele'. […] Davi tomava a lira e tocava; então Saul se acalmava, sentia-se melhor e o mau espírito o deixava.” (Bíblia de Jerusalém)
  31. 31. 3.100 a.C. a 100 a.C. 1Sm 19,9-10: “Ora, um mau espírito da par- te de Iahweh se apossou de Saul quando ele estava assentado em sua casa, a sua lança à mão, Davi dedilhando a cítara. Saul procurou traspassar Davi contra a parede, mas Davi se desviou e a lança se encravou na parede. En- tão Davi fugiu e escapou.” (Bíblia de Jerusalém)
  32. 32. 3.100 a.C. a 100 a.C. Jó 26,2-4: “Como sabes ajudar ao que não tem força e prestar socorro ao braço que não tem vigor! Como sabes aconselhar ao que não tem sabedoria e revelar plenitude de verdadeiro conhecimento! Com a ajuda de quem proferes tais palavras? E de quem é o espírito que fala em ti?” (Jó em resposta ao amigo Bildade)
  33. 33. 3.100 a.C. a 100 a.C. Na Bíblia, em Daniel, é relatado um caso de escrita direta
  34. 34. 3.100 a.C. a 100 a.C. Dn 5,5: “[…] por ocasião em que se realizava um banquete oferecido pelo rei Balthazar (fi- lho de Nabucodonosor), ao qual compare- ceram mais de mil pessoas da corte, no mo- mento em que bebiam vinho e louvavam os deuses, apareceram uns dedos de mão de homem e escreviam defronte ao candeeiro, na caiadura da parede do palácio real; e o rei via os movimentos da mão que escrevia”.
  35. 35. 3.100 a.C. a 100 a.C.
  36. 36. 3.100 a.C. a 100 a.C. 1Sm 28,1.3-20: “Ora, naqueles dias os filis- teus concentraram as tropas para a guerra, para combater contra Israel […]. Ora, Samuel tinha morrido e todo Israel o tinha pranteado. Enterraram-no em sua cidade natal, Ramá. Saul tinha eliminado do país os necromantes e os adivinhos. Então os filisteus se reuniram e avançaram, acampando em Sunam. […] Saul avistou o acampamento dos filisteus, foi toma- do de medo e seu coração tremeu fortemente. Saul consultou ao Senhor, mas ele não lhe deu resposta nem por sonhos nem pela sorte e também através de profetas. ==>
  37. 37. 3.100 a.C. a 100 a.C. Então Saul ordenou aos seus servos: 'Procu- rai-me uma mulher entendida em evocar os mortos, pois quero ir consultá-la.' […] lhe responderam: 'Olha, há uma mulher assim em Endor'. Saul […] pôs a caminho com dois homens. Chegaram à casa de noite. Então ele disse: 'Por favor, adivinha para mim por meio da necromancia e evoca-me aquele que eu te disser'. […] A mulher perguntou: 'A quem devo evocar?”. E ele respondeu: 'Evo- ca-me a Samuel'. ==>
  38. 38. 3.100 a.C. a 100 a.C. […] a mulher avistou Samuel, […] O rei lhe replicou: '[…] Vamos, o que estás vendo?' A mulher respondeu: 'Estou vendo um espírito subindo das profundezas da terra' […] 'É um homem velho que está subindo, envolto num manto'. Então Saul reconheceu que era real- mente Samuel e caiu com o rosto por terra, prostrando-se para ele. Samuel, porém, dis- se a Saul: 'Por que perturbas o meu repouso, evocando-me?' Saul respondeu: 'Vejo-me numa situação desesperada: é que os filis- teus me fazem guerra […] Por isso te cha- mei, para me indicares o que devo fazer.' ==>
  39. 39. 3.100 a.C. a 100 a.C. Samuel replicou: '[…] O Senhor cumpriu o que tinha falado por meu intermédio. O Senhor arrancou da tua mão a realeza e a deu ao teu companheiro Davi. […] e amanhã tu e teus filhos estareis comigo. O Senhor entregará nas mãos dos filisteus também o exército de Israel'. Ao ouvir isto, Saul […] estava profundamente apavorado com as palavras de Samuel.” (Bíblia Sagrada Vozes)
  40. 40. No monte Tabor ocorre uma autêntica sessão espírita 0 a 100 d.C.
  41. 41. Mt 17,1-9: “Seis dias depois, Jesus tomou a sós consigo Pedro, os irmãos Tiago e João, e os levou a um lugar à parte, sobre uma alta montanha. E se transfigurou diante deles: o seu rosto brilhou como o sol, e as suas rou- pas ficaram brancas como a luz. Nisso lhes apareceram Moisés e Elias, conversando com Jesus. […] uma nuvem luminosa os cobriu com sua sombra, e da nuvem saiu uma voz que dizia: 'Este é o meu Filho amado, que muito me agrada. Escutem o que ele diz.' ==> 0 a 100 d.C.
  42. 42. […] Ao descerem da montanha, Jesus orde- nou-lhes: 'Não contem a ninguém essa vi- são, até que o Filho do Homem tenha ressus- citado dos mortos.'" 0 a 100 d.C.
  43. 43. Mc 13,11: “Quando conduzirem vocês para serem entregues, não se preocupem com aquilo que vocês deverão dizer: digam o que vier na mente de vocês nesse momento, por- que não será você que falará, mas o Espírito Santo.” 0 a 100 d.C.
  44. 44. Lc 9,38-42: “Um homem gritou do meio da multidão: 'Mestre, eu te peço, vem ver o meu filho, pois é o meu único filho. Um espí- rito o ataca e, de repente, solta gritos e o sacode, e o faz espumar. Eu pedi aos teus discípulos que expulsassem o espírito, mas eles não conseguiram'. Jesus disse: '[…] Tra- ga o menino aqui'. […] Então Jesus ordenou ao espírito mau, e curou o menino. Depois o entregou a seu pai.” (ordenou = repreendeu) 0 a 100 d.C.
  45. 45. Lc 8,26-31: “[…] um homem da cidade foi ao encon tro de Jesus. Era possuído por demônios, e há mui- to tempo ele não se vestia, nem morava em casa, mas nos túmulos. Vendo Jesus, […] falou com voz forte: 'Que há entre mim e ti, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Eu te peço, não me atormentes!' […] falou assim, porque Jesus tinha mandado que o espírito mau saísse dele. De fato, muitas vezes o espírito tinha tomado posse dele. Para protegê-lo, o prendiam com correntes e algemas; ele, porém, arrebentava as correntes, e o demônio o levava para lugares desertos. Então Jesus lhe perguntou: 'Qual é o seu nome?' Ele respondeu: 'Meu nome é Legião.' Pois muitos demônios tinham entrado nele. […].” 0 a 100 d.C.
  46. 46. Lc 8,26-31: “[…] um homem da cidade foi ao encon tro de Jesus. Era possuído por demônios, e há mui- to tempo ele não se vestia, nem morava em casa, mas nos túmulos. Vendo Jesus, […] falou com voz forte: 'Que há entre mim e ti, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Eu te peço, não me atormentes!' […] falou assim, porque Jesus tinha mandado que o espírito mau saísse dele. De fato, muitas vezes o espírito tinha tomado posse dele. Para protegê-lo, o prendiam com correntes e algemas; ele, porém, arrebentava as correntes, e o demônio o levava para lugares desertos. Então Jesus lhe perguntou: 'Qual é o seu nome?' Ele respondeu: 'Meu nome é Legião.' Pois muitos demônios tinham entrado nele. […].” 0 a 100 d.C.
  47. 47. “[…] Josefo (De Belo Jud. VII 6,3) pensava que os demônios eram os espíritos dos homens maus, que depois da morte voltavam a este mundo, e essa ideia era comum entre os antigos, incluindo os gregos. Também foi ideia de alguns dos pais da Igreja, como Justino (cerca de 150 d.C.) e de Atenágoras. Tertuliano foi o primeiro a mudar de ideia na igreja, aceitando que os demônios são anjos caídos, e não espíritos humanos. Finalmen- te, Crisóstomo (407 d.C.) rejeitou a ideia de que os demônios são espíritos humanos, e a igreja aceitou que os demônios são outros espíritos, talvez pertencentes à ordem dos anjos. […].” (CHAMPLIN e BENTES, Enciclopédia de Bíblia, teologia e filosofia. Vol. 5) (nota: Tertuliano: ca 160 – ca 220 d.C.) 0 a 100 d.C.
  48. 48. “[…] O Espiritismo demonstra que esses de- mônios mais não são do que as almas dos homens perversos, que ainda se não despo- jaram dos instintos materiais; que ninguém logra aplacá-los, senão mediante o sacrifício do ódio existente, isto é, pela caridade; que esta não tem por efeito, unicamente, impedi- los de praticar o mal e, sim, também o de os reconduzir ao caminho do bem e de contri- buir para a salvação deles. […].” (KARDEC, ESE, Cap. XII, item 6) 0 a 100 d.C.
  49. 49. Lc 16,19-31: “Havia um homem rico que se vestia de púrpura e linho fino e cada dia se banqueteava com requinte. Um pobre, cha- mado Lázaro, jazia à sua porta, coberto de úlceras. Desejava saciar-se do que caía da mesa do rico... E até os cães vinham lamber- lhe as úlceras. Aconteceu que o pobre mor- reu e foi levado pelos anjos ao seio de Abra- ão. Morreu também o rico e foi sepultado. Na mansão dos mortos, em meio a tormentos, levantou os olhos e viu ao longe Abraão e Lázaro em seu seio. ==> 0 a 100 d.C.
  50. 50. Então exclamou: 'Pai Abraão, tem piedade de mim e manda que Lázaro molhe a ponta do dedo para me refrescar a língua, pois estou torturado nesta chama'. Abraão respondeu: 'Filho, lembra-te de que recebeste teus bens durante tua vida, e Lázaro por sua vez os males; agora, porém, ele encontra aqui con- solo e tu és atormentado. E além do mais, entre nós e vós existe um grande abismo, a fim de que aqueles que quiserem passar daqui para junto de vós não o possam, nem tampouco atravessem de lá até nós.' ==> 0 a 100 d.C.
  51. 51. Ele replicou: 'Pai, eu te suplico, envia então Lázaro até à casa de meu pai, pois tenho cin- co irmãos; que leve a eles seu testemunho, para que não venham eles também para este lugar de tormento'. Abraão, porém, respon- deu: 'Eles têm Moisés e os Profetas; que os ouçam'. Disse ele: 'Não, pai Abraão, mas se alguém dentre os mortos for procurá-los, eles se arrependerão'. Mas Abraão lhe disse: 'Se não escutam nem a Moisés nem aos Pro- fetas, mesmo que alguém ressuscite dos mortos, não se convencerão.'" 0 a 100 d.C.
  52. 52. Pura mediunidade: Paulo de Tarso e os “Dons do Espírito” 0 a 100 d.C.
  53. 53. 1Cor 12,1.4-11: “Sobre os dons do Espírito, irmãos, não quero que vocês fiquem na ignorância”. Existem dons diferentes, mas o Espírito é o mesmo; diferentes serviços, mas o Senhor é o mesmo; diferentes modos de agir, mas é o mesmo Deus que realiza tudo em todos. Cada um recebe o dom de mani- festar o Espírito para a utilidade de todos. A um, o Espírito dá a palavra de sabedoria; a outro, a palavra de ciência segundo o mesmo Espírito; a outro, o mesmo Espírito dá a fé; a outro ainda, o único e mesmo Espírito concede o dom das curas; ==> 0 a 100 d.C.
  54. 54. a outro, o poder de fazer milagres; a outro, a profecia; a outro, o discernimento dos espíri- tos; a outro, o dom de falar em línguas; a outro ainda, o dom de as interpretar. Mas é o único e mesmo Espírito quem realiza tudo isso, distribuindo os seus dons a cada um, conforme ele quer.” 0 a 100 d.C.
  55. 55. João Evangelista mostra a realidade da comunicação entre os dois mundos ao alertar sobre às qualidades morais daqueles que se manifestam, dizendo: “Não creiais em todos os espíritos, mas provai se os espíritos são de Deus.” (1Jo 4,1) 0 a 100 d.C.
  56. 56. Dia de Pentecostes: Manifestação coletiva da mediunidade 0 a 100 d.C.
  57. 57. At 2,1-4: “Quando chegou o dia de Pentecos- tes, todos eles estavam reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um barulho como o sopro de um forte vendaval, e en- cheu a casa onde eles se encontravam. Apa- receram então umas como línguas de fogo, que se espalharam e foram pousar sobre ca- da um deles. Todos ficaram repletos do Espí- rito Santo, e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia que falassem.” 0 a 100 d.C.
  58. 58. At 6,8-10: “Estêvão, cheio de graça e fortaleza, fazia grandes milagres e prodí- gios entre o povo. Mas alguns da sinagoga, […] levantaram-se para dis- putar com ele. Não po- diam, porém, resistir à sa bedoria e ao Espírito que o inspirava.” (Bíblia Ave-Ma- ria) 0 a 100 d.C.
  59. 59. 0 a 100 d.C. At 16,6-8: [Paulo e Timóteo] “[…] impedidos que foram pelo Espírito Santo de anun- ciar a palavra na Ásia. Che- gando aos confins da Mísia, tentaram penetrar na Bitínia, mas o Espírito de Jesus não lho permitiu. Atravessaram então a Mísia e desceram a Trôade.” Na sequência, algo inusitado acontece...
  60. 60. 0 a 100 d.C. At 16,9: “Ora, durante a noite, sobreveio a Paulo uma visão. Um macedô- nio, de pé diante dele, fazia-lhe este pedido: 'Vem para a Macedônia, e ajuda-nos!'.”
  61. 61. 0 a 100 d.C. At 19,13-17: “Alguns exorcistas judeus itinerantes começaram a invocar o nome do Senhor Jesus so- bre aqueles que tinham espíritos maus. E diziam: 'Eu esconjuro você por este Jesus que Paulo está pregando'. Os que faziam isso eram os sete filhos de Ceva, um sumo sacerdote judeu. Mas o espírito mau reagiu, dizendo: 'Eu conheço Jesus e sei quem é Paulo; mas quem são vocês?' E o homem que es- tava possesso do espírito mau pulou sobre eles com tanta violência, que tiveram de fugir daquela casa, sem roupas e cobertos de ferimentos. E toda a po- pulação de Éfeso, judeus e gregos, ficou sabendo do fato. O temor se apossou de todos. E a grandeza do nome de Jesus era exaltada.”
  62. 62. 100 d.C. a 2.008 Na obra O Pastor, escrita por volta de 142 a 155 E.C., Hermas, o seu autor, provavelmente um discí- pulo de Paulo (Rm 16,14), dá judiciosa orientação pa ra se distinguir os bons dos maus espíritos:
  63. 63. 100 d.C. a 2.008 “O espírito que vem da parte de Deus é pací- fico e humilde; afasta-se de toda malícia e de todo vão desejo deste mundo e paira aci- ma de todos os homens. Não responde a to- dos os que o interrogam, nem às pessoas em particular, porque o espírito que vem de Deus não fala ao homem quando o homem quer, mas quando Deus o permite. Quando, pois, um homem que tem um espírito de Deus vem à assembleia dos fiéis, desde que se fez a prece, o espírito toma lugar nesse homem, que fala na assembleia como Deus o quer. ==>
  64. 64. 100 d.C. a 2.008 Reconhece-se, ao contrário, o espírito terres- tre, frívolo, sem sabedoria e sem força, no que se agita, se levanta e toma o primeiro lugar. É importuno, tagarela e não profetiza sem remuneração. Um profeta de Deus não procede assim.” (LÉON DENIS, Cristianismo e Espiritismo, p. 61)
  65. 65. 100 d.C. a 2.008 Joana d'Arc (1412-1431), desde pequena escutava vozes. Orientada pelas “vo- zes do céu”, assume a mis- são de libertar sua pátria do jugo inglês. Em 9 de maio de 1920, cerca de 500 anos depois de sua morte, Joana d'Arc foi definitivamente reabilitada, sendo canoniza- da pelo papa Bento XV – era a Santa Joana d'Arc.
  66. 66. 100 d.C. a 2.008 Emanuel Swedenborg (1688- 1772), nascido em Estocolmo, Suécia, possuía várias habilida- des mediúnicas e numa destas ocasiões num jantar em Hinden- burg, ele relatou um incêndio na casa de um vizinho a 405 km de onde estavam. Duas horas de- pois, ele exclamou, com alívio, que o fogo tinha parado a três portas da sua casa. Dois dias mais tarde, relatórios confirma- ram cada declaração que ele tinha feito a ponto de coincidir com exatidão quanto à hora do ocorrido.
  67. 67. 100 d.C. a 2.008 Materialização e LevitaçãoClarividência no diagnóstico de doenças Escrita automática, levitação, voz direta e escrita direta
  68. 68. 100 d.C. a 2.008 Casa de Madeira Em meados do século XIX, mais precisamente no mês de março de 1848, aconte- ceram, no pequeno povoa- do de Hydesville, nos Esta- dos Unidos da América do Norte, os primeiros fenô- menos espíritas dos tem- pos modernos, os quais passaram a ser considera- dos como sendo o marco inicial da Doutrina Espírita.
  69. 69. 100 d.C. a 2.008 Hydesville era um pequeno povoado típico do Estado de New York e, quando da ocorrência desses fenômenos, contava com um pequeno número de casas de madeira, do tipo mais simples. Numa dessas cabanas, habitava a família de John D. Fox, de religião metodis- ta, composta dos pais e vários filhos, dentre outros Margareth, de quatorze anos, Kate de onze anos, além de Leah, que residia noutra cidade.
  70. 70. 100 d.C. a 2.008 A família Fox passou a morar nessa casa no dia 11 de dezem- bro de 1847. Algum tempo após essa mudança, seus ocupantes começaram a ouvir arranhões, ruídos insólitos e pancadas, vi- bradas no forro da sala, no as- soalho, nas paredes e nos mó- veis, os quais passaram a cons- tituir verdadeira preocupação para aquela humilde família. Na noite de 31 de março de 1848, descobriu-se um meio de entrar em contato com a entidade espiritual que pro- duzia os fenômenos.
  71. 71. 100 d.C. a 2.008 A filha menor do casal, Kate, disse, batendo palmas: “Sr. Pé Rachado, faça o que eu fa- ço.” De forma imediata, repetiram-se as palmadas. Quando ela parou, o som tam- bém parou em seguida. Em face daquela resposta, Margareth, então, disse, brincan- do: “Agora faça exatamente como eu. Conte um, dois, três, quatro, e bateu palmas.” O que ela havia solicitado foi repetido com in- crível exatidão. Kate, adiantando-se, disse, na sua simplicidade infantil: “Oh! Mamãe! Eu já sei o que é. Amanhã é primeiro de abril e alguém quer nos pregar uma men- tira.”
  72. 72. 100 d.C. a 2.008 Prancheta Tábua OUIJA Mesas girantes Psicografia
  73. 73. 100 d.C. a 2.008 Em 18.04.1857, Hippolyte Léon Denizard Rivail, com o pseudônimo de Allan Kardec, publica a primeira obra da codificação, dando início ao Espiritismo “moderno”. Se- guindo o critério do Controle Universal do Ensino dos Espí- ritos codifica toda a doutrina, dando-lhe corpo publicando várias obras. Allan Kardec (1804-1869)
  74. 74. 100 d.C. a 2.008 Médiuns de destaque no Brasil:  Efeitos Físicos – Carmini Mirabelli (1889-1951) – Anna Prado (? -1923) – Francisco Peixoto Lins (1905-1966) – Zé Arigó (1921-1972)  Efeitos inteligentes – Eurípedes Barsanulfo (1880-1918) – Yvone do Amaral Pereira (1900-1984) – Francisco Cândido Xavier (1910-2002) – Raul Teixeira (1949- ) – Divaldo Pereira Franco (1927- )
  75. 75. Definição No Vocabulário Espírita (LM, cap. 32), Kardec dá os sinônimos dos termos mediunidade e medianimidade, definindo-os com "a faculdade dos médiuns". Quanto à palavra médium, ex- plicita o seu significado como: MÉDIUM. (do latim, médium, meio, interme- diário). Pessoa que pode servir de inter- mediário entre os Espíritos e os homens. Na Revista Espírita 1858, Kardec, ao analisar os conceitos de médium e de mediunidade, faz notar que a palavra médium comporta duas acepções distintas, que resumimos:
  76. 76. Definição • Acepção ampla: Qualquer pessoa apta a receber ou a trans- mitir comunicações dos Espíritos é, por isso mesmo, médium, quaisquer que sejam o modo empregado e o grau de desenvolvi- mento da faculdade, desde a simples influên- cia oculta até à produção dos mais insólitos fenômenos.
  77. 77. Definição • Acepção restrita: Em seu uso ordinário, todavia, esse termo tem uma aplicação mais restrita, aplicando- se às pessoas dotadas de um poder media- dor suficientemente grande, seja para a pro- dução de efeitos físicos, seja para transmitir o pensamento dos Espíritos pela escrita ou pela palavra.
  78. 78. Definição “Recebemos a inspiração dos Espíritos que nos influenciam para o bem ou para o mal. […] Aplica-se a todas as circunstâncias da vi- da, nas resoluções que devemos tomar. […].” (KARDEC, LM, cap. XV, item 182) “[…] pode-se dizer que todos são médiuns, pois não há quem não tenha os seus Espíri- tos protetores e familiares, que tudo fazem para transmitir bons pensamentos aos seus protegidos. […].” (KARDEC, LM, cap. XV, item 182)
  79. 79. 459. Os Espíritos influem em nossos pensa- mentos e em nossos atos? “Muito mais que imaginais, pois frequente- mente são eles que vos dirigem.” O Livro dos Espíritos
  80. 80. 489. Há Espíritos que se liguem particular- mente a um indivíduo para protegê-lo? “Há o irmão espiritual, o que chamais o bom Espírito ou o bom gênio.” 490. Que se deve entender por anjo de guar- da ou anjo guardião? “O Espírito protetor, pertencente a uma or- dem elevada.” O Livro dos Espíritos
  81. 81. O Livro dos Espíritos “[…] Cada anjo da guarda tem o seu protegi- do, pelo qual vela, como o pai a um filho. Alegra-se, quando o vê no bom caminho; so- fre, quando ele lhe despreza os conselhos.” (Santo Agostinho, pergunta 495) “O Espírito protetor, anjo de guarda, ou bom gênio é o que tem por missão acompanhar o homem na vida e ajudá-lo a progredir. É sempre de natureza superior, com relação ao protegido.” (KARDEC, LE, comentário à pergunta 514)
  82. 82. O Livro dos Espíritos 498. Será por não poder lutar contra Espíri- tos malévolos que um Espírito protetor deixa que seu protegido se transvie na vida? “Não é porque não possa, mas porque não quer. E não quer, porque das provas sai o seu protegido mais instruído e perfeito. Assiste-o sempre com seus conselhos, dando-os por meio dos bons pensamentos que lhe inspira, porém que quase nunca são atendidos. A fra-queza, o descuido ou o orgulho do homem são exclusivamente o que empresta força aos maus Espíritos, cujo poder todo advém do fato de lhes não opordes resistência.”
  83. 83. O Princípio Básico
  84. 84. O Princípio Básico
  85. 85. O Princípio Básico
  86. 86. O Princípio Básico
  87. 87. O Princípio Básico
  88. 88. Sono: encontro no plano espiritual com um amigo (encarnado ou desencarnado)
  89. 89. As modalidades mediúnicas Psicopraxia = incorporação
  90. 90. Referências Bibliográficas: Adaptação dos autores:  CHEVENI, Silvio e Clarice S. Estudo da Mediunidade. in Reformador de agosto de 1987, p. 240-243 e 153-155.  LACERDA FILHO, L. S. A Mediunidade na História Humana. In Espiritismo, ano I, nº 01, São Paulo: Editora Eclipse, 2007, p. 4-9.  JOSEFO, F. História dos hebreus. Rio de Janeiro: CPAD, 2003. Outras obras consultadas:  GIMÊNEZ, H. N., A Mediunidade na Bíblia, São Paulo: FEESP, 1996.  DENIS, L. Cristianismo e Espiritismo. Rio de Janeiro: FEB, 1987a.  KARDEC, A. O céu e o inferno. Rio de Janeiro: FEB, 2007d.  KARDEC, A. O Livro dos Médiuns, Rio de Janeiro: FEB, 1996.  KARDEC, A. O Livro dos Espíritos. Rio de Janeiro: FEB, 2006.  LACERDA FILHO, L. S. A Mediunidade na História Humana. Vol. I a V. Araguari, MG: Minas Editora, 2005.  FIGUEIREDO, P. H. Os mistérios do Egito segundo o Espiritismo, Revista Universo Espírita, nº 39, mar/2007, São Paulo: Universo Espírita, p. 32-33).  ARAÚJO, L. M. Mitos e lendas do antigo Egipto. Lisboa, Portugal: Livros e Livros, 2005.  Bíblia Sagrada, Edição Pastoral, São Paulo: Paulus, 2001.  Bíblia de Jerusalém, São Paulo: Paulus, 2002.  A Bíblia Anotada. São Paulo: Mundo Cristão, 1994.  Bíblia Sagrada, Editora Vozes, 8ª ed. 1989.
  91. 91. Imagens: Capa: http://www.dhonella.com.br/images/stories/Imagens_Marcia/kardecismo_e_u mbanda.jpg Pagé; http://www.xamanismo.com.br/twiki/pub/Universo/SubUniverso1191191114I t010/te.jpg Rig Veda: http://powerpointparadise.com/blog/wp- content/uploads/2013/06/RigVeda.jpg Egípcios: https://s-media-cache- ec0.pinimg.com/736x/f1/5b/68/f15b68433163377305ff3dd8f62b9632.jpg Mitos e lendas do antigo Egipto: http://4.bp.blogspot.com/- 2wUcKRdrMqM/UkRwZ9r2fxI/AAAAAAAAARc/pUKfh2t3z7Q/s1600/19+- +Outubro+2005.jpg Dedos de mãos: https://s-media-cache- ec0.pinimg.com/736x/7e/31/ec/7e31ecdb1cedd7936d5fe1ff6f7956c4.jpg Samuel: http://1.bp.blogspot.com/_dtafSTqXxtQ/S- SuTk08WII/AAAAAAAAACE/Ri8XfamEpKs/s1600/William+Sidney+Mount.jpg Transfiguração de Jesus: http://www.itf.org.br/wp- content/uploads/2012/10/3943_251012.jpg Paulo de Tarso: http://pedemacarrao.files.wordpress.com/2013/10/paulo_de_tarso.jpg
  92. 92. Imagens: João Evangelista: http://uploads6.wikipaintings.org/images/diego- velazquez/saint-john-at-patmos.jpg Pentecostes: http://www.blessedmotherschildren.com/uploads/3/0/2/8/3028145/8203612. jpg?305 Martírio Estêvão: http://www.franciscanos.org.br/wp- content/uploads/2012/12/261.jpg Jesus a Paulo e Timóteo: http://jesusinnetwork.it/wp- content/uploads/2014/03/image12.jpg Visão do Macedônio: http://2.bp.blogspot.com/- _5kTAOSuApg/UnlWaId4NfI/AAAAAAAAAoI/FWa41EBbr-o/s400/O-ap %C3%B3stolo-paulo-e-o-esp%C3%ADrito-de-um-maced%C3%B4nio.JPG O Pastor: http://www.artline.ro/files/gItems/image/5/Good_shepherd_02b_close.jpg Joana D'Arc: http://ic.pics.livejournal.com/pryf/39738266/7132806/7132806_original.jpg Swedenborg: http://sacred-texts.com/swd/swedenborg.jpg D. D. Home: http://daimaohgun.web.fc2.com/mystery/x-126-4.JPG A. J. Davis: http://www.spiritwritings.com/AndrewJacksonDavis.gif Irmãos Davenport: http://gotsc.org/images/DavenportBrothers.jpg
  93. 93. Imagens: Cabana família Fox: http://gejapa.files.wordpress.com/2011/09/aantigacasadafamc3adliafox1.jpg Irmãs Fox: http://www.sgi.org.br/wp-content/uploads/2010/09/Irm%E3s- Fox.jpg Mesas girantes: revista Grandes Líderes da História, nº 6. São Paulo: Arte Antiga, p. 15. Prancheta: revista Conhecer Fantástico, nº 13. São Paulo: Arte Antiga, p. 42. Tábua Ouija: http://www.kazeo.com/sites/fr/photos/251/la-planche-du- ouija_2516609-M.jpg Psicografia: http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/imagem/3791.jpg Allan Kardec: http://img1.mlstatic.com/o-livro-dos-espiritos-allan- kardec_MLB-O-151106640_3620.jpg O Princípio básico: CHAGAS, A. P. Introdução à Ciência Espírita. Bragança Paulista: Lachâtre, 2004, p. 26, 50 e 62. Desdobramento noturno: http://www.rcespiritismo.com.br/conteudo_site/imagens/viagem- astral/homem_projetado2_menor.gif
  94. 94. Site www.paulosnetos.net Email: paulosnetos@gmail.com Versão 15

×