Cristo Apela à Ressurreição 
Citações das catequeses do Papa João Paulo II
“Períodos Teológicos” 
• “História” 
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Histórico” 
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• Tríplice 
concupis-cência 
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A Pergunta dos Saduceus 
Uns saduceus, os quais dizem não existir ressurreição, 
aproximaram-se de Jesus e lhe perguntaram...
As palavras de Cristo 
Jesus respondeu: “Acaso não 
estais errados, porque não 
compreendeis as Escrituras, nem 
o poder d...
A Ressurreição 
• O matrimônio e a 
procriação não constituem 
o futuro escatológico do 
homem. Na ressurreição 
perdem, p...
A Ressurreição 
• O contexto indica 
claramente que o homem 
conservará no “outro 
mundo” a própria 
natureza humana 
psic...
A Ressurreição 
• O estado do homem no 
“outro mundo” não será 
apenas um estado de 
perfeita espiritualização, 
mas també...
A Ressurreição e o Significado Esponsal do Corpo 
• Nesta “espiritualização” e “divinização”, em que o homem 
participará ...
“Este ‘homem celestial’ – o homem 
da ressurreição, cujo protótipo é Cristo 
ressuscitado – não é tanto antítese e 
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Celibato: chamado à comunhão 
“Quando o chamado à continência ‘pelo Reino dos Céus’ 
encontra eco na alma humana na condiç...
Alguns discípulos se 
escandalizam com a 
doutrina do matrimônio 
(Mt 19< 10) e chegam a 
dizer: “Se a situação do 
homem ...
O Celibato para o reino dos Céus 
• A Igreja tem a convicção de que estas palavras não expressam um 
mandamento que obriga...
“A divina maternidade de Maria é 
também, em certo sentido, uma 
superabundante revelação 
daquela fecundidade do espírito...
Celibato e Matrimônio 
• A questão da continência para o Reino dos Céus 
não é colocada em oposição ao matrimônio, 
nem se...
Esta renúncia por parte de pessoas individuais, homens 
e mulheres, é em certo sentido indispensável para um 
reconhecimen...
Solidão e Comunhão 
“Embora permanecendo pela 
sua natureza um ser “dual” 
(isto é, inclinado como 
homem para a mulher, e...
A renúncia ao matrimônio por amor do Reino de 
Deus coloca em evidência, ao mesmo tempo, 
aquele significado [esponsal do ...
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Parte 4 - Cristo se refere a ressurreição

  1. 1. Cristo Apela à Ressurreição Citações das catequeses do Papa João Paulo II
  2. 2. “Períodos Teológicos” • “História” • “Homem Histórico” • Após o pecado original • Tríplice concupis-cência • Redenção de Cristo • “Ressurreição” • “Homem Escatológico” • Visão beatífica de Deus “face-a- face” • Núpcias do Cordeiro” • Comunhão dos Santos • “Princípio • “Homem Original” • Gênesis – “Paraíso” • Antes do pecado original
  3. 3. A Pergunta dos Saduceus Uns saduceus, os quais dizem não existir ressurreição, aproximaram-se de Jesus e lhe perguntaram: “Mestre, Moisés deixou-nos escrito: ‘Se alguém tiver um irmão e este morrer, deixando a mulher sem filhos, ele deve casar-se com a mulher para dar descendência ao irmão’. Havia sete irmãos. O mais velho casou-se com uma mulher e morreu sem deixar descendência. O segundo, então, casou-se com ela e igualmente morreu sem deixar descendência. A mesma coisa aconteceu com o terceiro. E nenhum dos sete irmãos deixou descendência. Depois de todos, morreu também a mulher. Na ressurreição, quando ressuscitarem, ela será a esposa de qual deles? Pois os sete a tiveram por esposa?”
  4. 4. As palavras de Cristo Jesus respondeu: “Acaso não estais errados, porque não compreendeis as Escrituras, nem o poder de Deus? Quando ressuscitarem dos mortos, os homens e as mulheres não se casarão; serão como anjos no céu. Quanto à ressurreição dos mortos, não lestes, no livro de Moisés, na passagem da sarça ardente, como Deus lhe falou: ‘Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó!’ Ele é Deus não de mortos, mas de vivos! Estais muito errados”. (Marcos 22, 23-32)
  5. 5. A Ressurreição • O matrimônio e a procriação não constituem o futuro escatológico do homem. Na ressurreição perdem, por assim dizer, a sua razão de ser. • A ressurreição significa um estado completamente novo da própria vida humana. • Os corpos humanos, recuperados e também renovados na ressurreição, preservarão seu específico caráter masculino ou feminino. (TdC 66)
  6. 6. A Ressurreição • O contexto indica claramente que o homem conservará no “outro mundo” a própria natureza humana psicossomática. (TdC 66) • A “espiritualização” significa não só que o espírito dominará o corpo, mas diria, que ele permeará inteiramente o corpo, e que as forças do espírito permearão as energias do corpo. (TdC 67)
  7. 7. A Ressurreição • O estado do homem no “outro mundo” não será apenas um estado de perfeita espiritualização, mas também de fundamental “divinização” da sua humanidade. (TdC 67) • Esta intimidade com deus em uma perfeita comunhão de pessoas não absolverá a subjetividade pessoal do homem. (TdC 67)
  8. 8. A Ressurreição e o Significado Esponsal do Corpo • Nesta “espiritualização” e “divinização”, em que o homem participará na ressurreição, descobrimos – numa dimensão escatológica – as mesmas características que marcam o significado “esponsal” do corpo. (TdC 67) • Como conseqüência da visão de Deus “face a face”, nascerá nele [no homem] um amor de tal profundidade e força de concentração sobre o próprio Deus, que inundará completamente a sua inteira subjetividade psicossomática. (TdC 68) • Professamos a fé na “comunhão dos santos” (...) na redescoberta de uma nova e perfeita intersubjetividade de todos (...) O significado “esponsal” de ser um corpo será realizado como um significado que é perfeitamente pessoal e comunitário ao mesmo tempo. (TdC 68-69)
  9. 9. “Este ‘homem celestial’ – o homem da ressurreição, cujo protótipo é Cristo ressuscitado – não é tanto antítese e negação do ‘homem na terra’ (cujo protótipo é o “primeiro Adão”), mas sobretudo é a sua consumação e a sua confirmação.
  10. 10. Celibato: chamado à comunhão “Quando o chamado à continência ‘pelo Reino dos Céus’ encontra eco na alma humana na condição da temporalidade (...) não é difícil captar nisso uma particular sensibilidade do espírito humano que parece antecipar, já nas condições da temporalidade, aquilo de que o homem se tornará participante na ressurreição futura.” (TdC 73)
  11. 11. Alguns discípulos se escandalizam com a doutrina do matrimônio (Mt 19< 10) e chegam a dizer: “Se a situação do homem com a mulher é assim, é melhor não casar-se.” Jesus Cristo usa este diálogo para ensinar que: “...existem homens impossibilitados de casar-se [eunucos], porque nasceram assim; outros foram feitos assim por mão humana; outros ainda, por causa do reino dos Céus se fizeram incapazes do casamento [eunucos].” (Mt 19, 12)
  12. 12. O Celibato para o reino dos Céus • A Igreja tem a convicção de que estas palavras não expressam um mandamento que obriga a todos, mas um conselho que diz respeito só a algumas pessoas (TdC 73) • Essa escolha está conectada à renúncia e também a um determinado esforço espiritual. (TdC 74) • Essa maneira de existir enquanto ser humano (homem e mulher), aponta para a “virgindade” escatológica do homem ressuscitado, na qual, eu diria, o absoluto e eterno significado esponsal do corpo glorificado será revelado. (TdC 75) • É sinal de que o corpo, cujo fim não é a morte, tende para a glorificação; é um testemunho entre os homens que antecipa a futura ressurreição. (TdC 73)
  13. 13. “A divina maternidade de Maria é também, em certo sentido, uma superabundante revelação daquela fecundidade do espírito Santo, a que o homem submete o seu espírito, quando livremente escolhe a continência ‘no corpo’.” (TdC 75) “O matrimônio de Maria com José, encerra em si, ao mesmo tempo, o mistério da perfeita comunhão das pessoas, do Homem e da Mulher no pacto conjugal, e ao mesmo tempo o mistério daquela singular ‘continência’ por amor do Reino dos Céus .” (TdC 75)
  14. 14. Celibato e Matrimônio • A questão da continência para o Reino dos Céus não é colocada em oposição ao matrimônio, nem se baseia num juízo negativo a respeito da sua importância. (TdC 73) • A superioridade evangélica e autenticidade cristã da virgindade, da continência, é, portanto, ditada pelo motivo do Reino dos Céus. (TdC 77) • O matrimônio e a continência nem se contrapõem um ao outro, nem dividem a comunidade humana (e cristã) em dois campos (digamos: aqueles que são “perfeitos” por causa da continência e aqueles que são “imperfeitos” ou menos perfeitos por causa da realidade da vida conjugal). (TdC 78)
  15. 15. Esta renúncia por parte de pessoas individuais, homens e mulheres, é em certo sentido indispensável para um reconhecimento mais claro do mesmo significado esponsal do corpo em todo o ethos da vida humana e sobretudo no ethos da vida) conjugal. (TdC 81) O amor esponsal que encontra a sua expressão na continência “pelo Reino dos Céus”, deve levar, em seu desenvolvimento normal, à “paternidade” ou “maternidade” no sentido espiritual (ou seja, precisamente àquela “fecundidade do espírito santo”, de que já falamos). (TdC 78)
  16. 16. Solidão e Comunhão “Embora permanecendo pela sua natureza um ser “dual” (isto é, inclinado como homem para a mulher, e como mulher, para o homem), ele [o celibatário] é capaz de descobrir nesta sua solidão, que nunca deixa de ser uma dimensão pessoal da natureza dual de cada um, uma nova e até mesmo mais plena forma de comunhão intersubjetiva com os outros.” (TdC 77)
  17. 17. A renúncia ao matrimônio por amor do Reino de Deus coloca em evidência, ao mesmo tempo, aquele significado [esponsal do corpo] em toda a sua verdade interior e em toda a sua beleza pessoal. (TdC 81)
  18. 18. Senhora gloriosa, bem mais do que o sol brilhais. O Deus que vos criou ao seio amamentais. O que Eva destruiu, no Filho recriais; do céu abris a porta e os tristes abrigais. Da luz brilhantes porta, sois pórtico do Rei. Da Virgem veio a vida. Remidos, bendizei! Ao Pai e ao Espírito, poder, louvor, vitória, e ao Filho, que gerastes e vos vestiu de glória.

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