Equipe Teologia do Corpo – Brasil www.teologiadocorpo.com.br Catequese “Teologia do Corpo” de João Paulo II
<ul><li>Alguns discípulos se escandalizam com a doutrina do matrimônio (Mt 19, 10) e chegaram a dizer: “Se essa é a situaç...
<ul><li>“ Para responder à pergunta dos discípulos, ou antes, para esclarecer o problema por eles referido, Cristo  recorr...
“ A continência  para o Reino dos Céus,  como fruto de uma opção , é uma exceção a respeito do outro estado, isto é, daque...
<ul><li>“ Na tradição do Antigo Testamento, o matrimônio, como fonte de fecundidade e de procriação relativamente à descen...
<ul><li>A “virgindade&quot; escatológica do homem ressuscitado (...) revelará (...) o absoluto e eterno significado espons...
<ul><li>“ Toda a vida de Cristo, desde o princípio, foi uma discreta mas clara separação daquilo que no Antigo Testamento ...
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“ Mais ainda, [a divina maternidade de Maria] era, em certo sentido, a absoluta plenitude daquela fecundidade espiritual, ...
<ul><li>A “continência deve demonstrar que o homem, na sua mais profunda constituição, é não apenas &quot;duplo&quot;, mas...
<ul><li>“ Não se pode de nenhum modo ver [na continência] uma negação do valor essencial do matrimônio; antes, pelo contrá...
“ As palavras de Cristo, que derivam da divina profundidade do mistério da redenção, permitem descobrir e reforçar aquele ...
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Gvtc Tema 05 Celibato

  1. 1. Equipe Teologia do Corpo – Brasil www.teologiadocorpo.com.br Catequese “Teologia do Corpo” de João Paulo II
  2. 2. <ul><li>Alguns discípulos se escandalizam com a doutrina do matrimônio (Mt 19, 10) e chegaram a dizer: “Se essa é a situação do homem perante a mulher, não é conveniente casar-se. </li></ul><ul><li>Jesus Cristo usa este diálogo para ensinar que: </li></ul><ul><li>“ ...há eunucos que o são desde o ventre de suas mães, há eunucos tornados tais pelas mãos dos homens e há eunucos que a si mesmos se fizeram eunucos por amor do Reino dos céus”. (Mt 19, 12). </li></ul>
  3. 3. <ul><li>“ Para responder à pergunta dos discípulos, ou antes, para esclarecer o problema por eles referido, Cristo recorre a outro princípio . </li></ul><ul><li>A continência, é observada por aqueles que na vida fazem tal opção &quot;para o Reino dos Céus&quot;, não pelo fato de &quot;não ser conveniente casar-se&quot;, ou seja, pela razão de um suposto valor negativo do matrimônio mas em vista do particular valor que está ligado com tal escolha, que é necessário descobrir e adotar pessoalmente como própria vocação. E por isso diz Cristo: &quot;Quem puder compreender, compreenda&quot;. Pelo contrário, imediatamente antes diz: &quot;Nem todos compreendem esta linguagem, mas apenas aqueles a quem isso é dado&quot;. </li></ul>
  4. 4. “ A continência para o Reino dos Céus, como fruto de uma opção , é uma exceção a respeito do outro estado, isto é, daquele de que o homem &quot;desde o princípio&quot; se tornou e se mantém participante no curso de toda a existência terrena.” “ Aquele &quot; não desposar-se &quot; escatológico será um &quot;estado&quot;, isto é, o modo próprio e fundamental da existência dos seres humanos, varões e mulheres, nos seus corpos glorificados”.
  5. 5. <ul><li>“ Na tradição do Antigo Testamento, o matrimônio, como fonte de fecundidade e de procriação relativamente à descendência, era um estado religiosamente privilegiado : e privilegiado pela revelação mesma. Sobre o fundo desta tradição, segundo a qual o Messias devia ser &quot;filho de Davi&quot;, era difícil entender o ideal da continência. Tudo perorava em favor do matrimônio: não só as razões de natureza humana, mas também as do Reino de Deus”. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>A “virgindade&quot; escatológica do homem ressuscitado (...) revelará (...) o absoluto e eterno significado esponsal do corpo glorificado na união com o próprio Deus, mediante a visão d'Ele &quot;face a face&quot;; e glorificado, também, mediante a união de uma perfeita intersubjetividade, que unirá todos os &quot;participantes do outro mundo&quot;, homens e mulheres, no mistério da comunhão dos santos.” </li></ul>“ A continência terrena &quot;por amor do Reino dos Céus” é indubitavelmente um sinal que indica esta verdade e esta realidade”.
  7. 7. <ul><li>“ Toda a vida de Cristo, desde o princípio, foi uma discreta mas clara separação daquilo que no Antigo Testamento tão profundamente determinou o significado do corpo... </li></ul><ul><li>A história do nascimento de Jesus encontra-se certamente em linha com a revelação daquela &quot;continência por amor do Reino dos Céus&quot;, de que falará Cristo, um dia, aos Seus discípulos...” </li></ul>“ A divina maternidade de Maria é também, em certo sentido, uma superabundante revelação daquela fecundidade do Espírito Santo, a que o homem submete o seu espírito, quando livremente escolhe a continência ‘no corpo’: precisamente, a continência ‘por amor do Reino dos Céus’”.
  8. 8. <ul><li>“ O matrimônio de Maria com José (em que a Igreja honra José como esposo de Maria e Maria como esposa dele), encerra em si , o mistério da perfeita comunhão das pessoas, do Homem e da Mulher no pacto conjugal, e ao mesmo tempo o mistério daquela singular &quot;continência por amor do Reino dos Céus&quot; : continência que servia, na história da salvação, para a mais perfeita &quot; fecundidade do Espírito Santo &quot;. </li></ul>
  9. 9. “ Mais ainda, [a divina maternidade de Maria] era, em certo sentido, a absoluta plenitude daquela fecundidade espiritual, uma vez que precisamente nas condições nazaretanas do pacto de Maria e José no Matrimônio e na continência, se realizou o dom da encarnação do Verbo Eterno : o Filho de Deus, consubstancial ao Pai foi concebido e nasceu como Homem da Virgem Maria”.
  10. 10. <ul><li>A “continência deve demonstrar que o homem, na sua mais profunda constituição, é não apenas &quot;duplo&quot;, mas também (nesta duplicidade –masculinidade e feminilidade) está &quot;só&quot; diante de Deus com Deus.” </li></ul>
  11. 11. <ul><li>“ Não se pode de nenhum modo ver [na continência] uma negação do valor essencial do matrimônio; antes, pelo contrário, a continência serve indiretamente para colocar em relevo o que na vocação conjugal é perene e mais profundamente pessoal, o que nas dimensões da temporalidade (e, ao mesmo tempo, na perspectiva do &quot;outro mundo&quot;) corresponde à dignidade do dom pessoal, ligado ao significado esponsal do corpo na sua masculinidade ou feminilidade.” </li></ul>
  12. 12. “ As palavras de Cristo, que derivam da divina profundidade do mistério da redenção, permitem descobrir e reforçar aquele laço, que existe entre a dignidade do ser humano (do homem ou da mulher) e o significado esponsal do seu corpo. Permitem compreender e realizar, com base naquele significado, a liberdade completa do dom, que num modo se exprime no matrimônio indissolúvel, e no outro mediante a abstenção do matrimônio por amor do Reino de Deus. Por estes caminhos diversos, Cristo desvela plenamente o homem ao homem, tornando-lhe conhecida a &quot;sua altíssima vocação&quot;. Esta vocação está inscrita no homem segundo todo o sue compositum psicofísico, precisamente mediante o mistério da redenção do corpo”.
  13. 13. Todas as citações são das catequeses do Papa JPII

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