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Equipe Embrapa FlorestasA PESQUISA FLORESTAL NACIONALInstitutos Públicos de Pesquisa – Embrapa – IaparInstitutos Mistos ...
Equipe Embrapa FlorestasA PESQUISA FLORESTAL NACIONALLaboratório de Produtos Florestais (LPF) do IBAMAJardim Botânico do...
Equipe Embrapa FlorestasA PESQUISA FLORESTAL NACIONALPRINCIPAIS PROBLEMASRecursos humanos - proibição de contratação – e...
Equipe Embrapa FlorestasRECURSOS PARA A PESQUISA FLORESTALNACIONALPrograma Nacional de FlorestasMinistério da Agricultur...
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Equipe Embrapa FlorestasFUNDOS SETORIAISInstrumentos de financiamento de projetos de pesquisa, desenvolvimento einovação ...
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Equipe Embrapa FlorestasFUNDOS TRANSVERSAISLógica: integração de FundosMecanismo: cada Fundo destina aproximadamente 50% d...
Equipe Embrapa FlorestasA PESQUISA FLORESTAL NA REGIÃO SULIPPs (Embrapa Florestas, IAPAR, EPAGRI; LPF da UFPR e FEPAGRO)IP...
Equipe Embrapa FlorestasA PESQUISA FLORESTAL NA REGIÃO SUL3 - Apenas a Embrapa Florestas e a EPAGRI, dois IPPs, têm um sis...
Equipe Embrapa FlorestasA PESQUISA FLORESTAL NA REGIÃO SUL7 - Falta planejamento estratégico na maioria dos IPPs e IPMs da...
Equipe Embrapa Florestas
Equipe Embrapa FlorestasO PROCESSO DE INOVAÇÃO NO SETOR DE BASEFLORESTAL BRASILEIROAssociação Nacional de Pesquisa, Desenv...
Equipe Embrapa FlorestasO PROCESSO DE INOVAÇÃO NO SETOR DE BASEFLORESTAL BRASILEIRO23 atividades analisadas - três do agro...
Equipe Embrapa FlorestasO PROCESSO DE INOVAÇÃO NO SETOR DE BASEFLORESTAL BRASILEIROFabricação de produtos de madeira (14,3...
Equipe Embrapa FlorestasO PROCESSO DE INOVAÇÃO NO SETOR DE BASEFLORESTAL BRASILEIROAs três atividades tiveram uma intensid...
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Equipe Embrapa FlorestasO PROCESSO DE INOVAÇÃO NO SETOR FLORESTAL DAREGIÃO SUL DO BRASILO estado do Rio Grande do Sul, em...
Equipe Embrapa FlorestasRESULTADOS GERADOS PELA PESQUISA NA REGIÃO SULDO BRASILMelhoramento genético de exóticas (eucalip...
Equipe Embrapa FlorestasRESULTADOS GERADOS PELA PESQUISA NA REGIÃO SULDO BRASILOs benefícios econômicos atribuídos à insti...
Equipe Embrapa FlorestasRESULTADOS GERADOS PELA PESQUISA NA REGIÃO SULDO BRASILOs benefícios econômicos pela adoção das tr...
Equipe Embrapa FlorestasDIFUSÃO E TRANSFERÊNCIA DE CONHECIMENTOS ETECNOLOGIAS PARA O SETOR FLORESTAL DA REGIÃO SULPrevale...
Equipe Embrapa FlorestasA ampliação dos programas florestais para pequenos produtores faz crescer aimportância das empres...
Equipe Embrapa FlorestasO Sistema Regional de Inovação na região Sul está de certa forma bemestruturado:Boas Universidad...
Equipe Embrapa FlorestasA maioria dos IPPS e IPMs não têm planejamento estratégico e atua commodelos mercadológicos em um...
Equipe Embrapa FlorestasA predominância de recursos das empresas para o custeio dos IPMs e IPPs temocasionado uma concent...
Equipe Embrapa FlorestasSomente com a criação de um sistema organizado e coordenado de pesquisa florestal naregião podere...
Equipe Embrapa FlorestasÉ essencial que o Sistema de C&T&I para o setor de base florestal seja vistocomo um conjunto de or...
Equipe Embrapa FlorestasEm resumo, é importante que se proceda na região o estabelecimento de:1. um Fórum de Diretores de ...
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Palestra sobre inovação tecnológica no setor florestal

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Palestra preparada por Moacir José Sales Medrado e apresentada no município de Porto União.

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Palestra sobre inovação tecnológica no setor florestal

  1. 1. Equipe Embrapa FlorestasESTATÍSTICAS DO SETOR FLORESTAL6,5 milhões de empregos (9% da população economicamente ativa brasileira –PEA) – erva mate 800.000 empregosRS $ 22,0 bilhões (4,5% do PIB nacional)espaço para ampliação das receitascrescimento da área plantadamelhoria da eficiência de muitos produtores florestais e de algumas empresasUS$ 5,5 bilhões (7,5% das exportações brasileiras)Produtividades de até 70 m3/ha/anoMédia do setor - 25 m3/ha/anoDados experimentais - clones com 110 m3/ha/anoFinlândia, Portugal, Estados Unidos e África do Sul, com 5, 10, 15 e 18m3/ha/ano, respectivamente.
  2. 2. Equipe Embrapa FlorestasExportações Agronegócio –Principais Produtosúltimos 12 meses - (Julho 2003 a Junho 2004)US$ 35,52 bilhõesUS$ 35,52 bilhõesMUNDO:MUNDO:AÇÚCAR7%CAFÉ5%MADEIRA E SUASOBRAS7%PRODUTOS DECOURO4%SUCOS DE FRUTAS3%COUROS3%FUMO E TABACO3%Demais17%CELULOSE EPAPEL8%CARNES14%COMPLEXO DESOJA29%
  3. 3. Equipe Embrapa FlorestasINOVAÇÃO - FERRAMENTA PARA O DESENVOLVIMENTOPara que ocorra uma inovação, é preciso que:conhecimentos científicos sejam transformados em serviço ouproduto, via tecnologiao processo de inovação consiste na colocação de uma idéia emprática. É um processo gerador de externalidade positiva, uma vez quecada idéia gerada pode ser insumo de outras tantasA inovação é ferramenta importantíssima para a política industrialde qualquer região ou país. Empresas inovadoras contribuem maisefetivamente para o desenvolvimento econômico, pois, normalmente,crescem mais e são mais bem sucedidasPOR ISTOO investimento em inovação deve ser de responsabilidade dasempresas e dos governos.
  4. 4. Equipe Embrapa FlorestasA INOVAÇÃO COMO FERRAMENTA PARA ODESENVOLVIMENTOEmpresas devem investir para se manterem competitivasGoverno deve apoiá-lasprovendo incentivos ao desenvolvimento e à difusão de idéiaspromovendo e mantendo uma política econômica consistentepromovendo e mantendo uma estabilidade político – institucional garantidorada segurança necessária a quem deseja investir em inovação.(FONSECA, 2005).Algumas vezes, no entanto, o elevado benefício social de determinadaidéia força o governo a atuar diretamente na produção e/ou difusão damesma
  5. 5. Equipe Embrapa FlorestasA INOVAÇÃO COMO FERRAMENTA PARA ODESENVOLVIMENTOInvestimento privado em inovação – reduzidoAceleração do progresso tecnológico – comprometidoHistoricamente tem sido pequeno o investimento públicoEm 2000 - o Brasil investiu em P&D pouco mais de 1% do PIBInvestimento superior ao da América Latina (0,6%)Investimento abaixo dos paises desenvolvidos - 2 a 4% do PIBEnquanto o setor empresarial responde por mais de 63% dos dispêndios comP&D nos paises membros da OCDE, no Brasil, essa participação é de apenas37%. - ANPEI
  6. 6. Equipe Embrapa FlorestasA INOVAÇÃO COMO FERRAMENTA PARA ODESENVOLVIMENTOMARQUES (2004)Brasil está incluído entre os 31 países mais significativos para a ciência. No“ranking” dos países que produziram 1% de artigos mais citados do mundo oBrasil é o vigésimo terceiroBrasil teve 188 artigos entre os mais citados no mundo; quase que o dobro doperíodo 1993 a 1997O número de pesquisas sobre pesquisa genômica publicados por brasileiros emperiódicos internacionais, por exemplo, cresceu 72,4% entre 1999 e 2003
  7. 7. Equipe Embrapa FlorestasPRODUÇÃO CIENTÍFICA BRASILEIRASbragia (2003)Quase metade da produção latino-americanaÚltima década do século - 50% do total de recursos investidos em P&D na AL eCaribe foram no BrasilInvestimento brasileiro, por ano, na última década do século cerca de 0,9% doPIBInvestimento brasileiro, por pesquisador, foi US$ 123 mil contra US$ 74 mil damédia regionalBrasil tem apenas 0,67 pesquisadores por cada mil pessoas da populaçãoeconomicamente ativa – PEA enquanto a AL, Japão e União Européia têm 0,69;9,7 e 5,78 pesquisadores por mil, respectivamente.Essa situação é perigosa pois a disponibilidade de recursos humanosqualificados para pesquisa leva muito mais tempo que a recuperação deinvestimentos em C&T&I.
  8. 8. Equipe Embrapa FlorestasA INOVAÇÃO COMO FERRAMENTA PARA ODESENVOLVIMENTOÁvila (2004)Década de 90: sensível crescimento no sistema de C&T&I brasileiroNão houve, no entanto, uma forte vinculação desse crescimento com a demanda do setorempresarialPoucas alternativas consistentes de financiamento público para a inovação não permitiu odesenvolvimento das capacidades de nossas empresas em pesquisa e desenvolvimento -P&D internaFragilidade de nossas empresas frente à concorrência internacional.Início do século: Ministério da Ciência e Tecnologia e o Ministério do Desenvolvimentotraçaram políticas e direcionaram recursos para estimular o processo de inovaçãoempresarial.
  9. 9. Equipe Embrapa FlorestasA INOVAÇÃO COMO FERRAMENTA PARA ODESENVOLVIMENTOÁvila (2004)Baixa inovação – inovação por processo supera inovação por produtoNo Brasil, em comparação com países europeus, um percentual bem menor de firmas nossetores de maior intensidade tecnológica, Em função disso, há necessidade de que osesforços direcionados à inovação sejam acompanhados por políticas de estabilização e derecuperação e desenvolvimento da infra-estrutura física do paísAnpei (2004)Entre as firmas industriais com 10 ou mais pessoas ocupadas, a taxa de inovação noperíodo de 1998 a 2000 foi 31,5%, sendo que 13,9% das firmas inovaram apenas emprocesso, 11,3 % inovaram em produto e processo e 6,3% apenas em produto.
  10. 10. Equipe Embrapa FlorestasA INOVAÇÃO COMO FERRAMENTA PARA ODESENVOLVIMENTOCruz...(2001)Concentração das atividades de P&D no ambiente acadêmico de universidades einstitutos de pesquisa no Brasil – importante – não suficientePequeno número de pesquisadores nas empresas nacionais – dificuldade derelacionamento com ambiente acadêmicoÉ necessário constituir-se núcleos de P&D dentro das empresas, pois somente com acontínua absorção de técnicos qualificados, com mestrado e doutorado, é que ainterlocução entre o setor produtivo e a academia poderá se estabelecer de modopermanente.Programa de Apoio à Pesquisa em Empresas – PAPPE – Lançamento 2004Lei da InovaçãoImportantes para o Sistema Nacional de Inovação – SNIMarcos do desenvolvimento empresarial brasileiro
  11. 11. Equipe Embrapa FlorestasA INOVAÇÃO COMO FERRAMENTA PARA ODESENVOLVIMENTOO Pappe, Programa de Apoio à Pesquisa em Empresas, foi lançado pela FINEP,em parceria com as FAPs, com o objetivo de ajudar os Estados a financiarempesquisa e desenvolvimento de produtos e processos inovadores em empresasde base tecnológica.O PAPPE tem como um dos objetivos principais a desconcentração da gestão de C&T eassegurar recursos, principalmente, para os Fundos Setoriais de Agronegócio, Saúde,Energia, Verde – Amarelo e Biotecnologia.
  12. 12. Equipe Embrapa FlorestasA INOVAÇÃO NO AGRONEGÓCIOÚltimas décadas: esforços governamentais e empresariais - bom desenvolvimentotecnológico em:Melhoramento genéticoBiotecnologiaControle de pragas e doenças (especialmente controle biológico)Tecnologia de sementesNutrição de plantasPráticas agrícolas: irrigação, conservação de solo e cultivo mínimoAgronegócio representa hoje cerca de 30% do Produto Interno Bruto - PIB brasileiroprovêm dele. Apesar disso, o investimento em ciência e tecnologia em áreas componentesdo mesmo ainda é pequeno, especialmente, no setor de base florestal.
  13. 13. Equipe Embrapa Florestas44 % dasexportações33,8 % do PIB37 % dosempregosUS$ 35,51 bilhões de exportações nos últimos 12 mesesUS$ 35,51 bilhões de exportações nos últimos 12 meses(julho de 2003 a junho de 2004)(julho de 2003 a junho de 2004)EXPORTAÇÕES EM 2003 – US$ 30,639 BILHÕESEXPORTAÇÕES EM 2003 – US$ 30,639 BILHÕES17,7 MILHÕES DE TRABALHADORES NO CAMPO17,7 MILHÕES DE TRABALHADORES NO CAMPOEm 2003, o PIB do Agronegócio = R$ 508,27 bilhõesEm 2003, o PIB do Agronegócio = R$ 508,27 bilhões ..Fonte: CNA IPEAFonte: CNA IPEAUS$ 35,51 bilhões de exportações nos últimos 12 mesesUS$ 35,51 bilhões de exportações nos últimos 12 meses(julho de 2003 a junho de 2004)(julho de 2003 a junho de 2004)EXPORTAÇÕES EM 2003 – US$ 30,639 BILHÕESEXPORTAÇÕES EM 2003 – US$ 30,639 BILHÕES17,7 MILHÕES DE TRABALHADORES NO CAMPO17,7 MILHÕES DE TRABALHADORES NO CAMPOEm 2003, o PIB do Agronegócio = R$ 508,27 bilhõesEm 2003, o PIB do Agronegócio = R$ 508,27 bilhões ..Fonte: CNA IPEAFonte: CNA IPEA
  14. 14. Equipe Embrapa FlorestasA PESQUISA FLORESTAL NACIONALInstitutos Públicos de Pesquisa – Embrapa – IaparInstitutos Mistos de Pesquisa – FUPEF – SIF – IPEFEmpresas Florestais: globalização - esforço diminuiu – parte das empresasbuscaram apoio nas Universidades e nos IPPs e/ou IPMsEsse processo ampliou os investimentos das empresas nas Universidades eInstitutos de Pesquisa, mas gerou uma demanda elevadíssima de inovaçõesincrementais, diminuindo em conseqüência o processo de geração de inovaçõesradicais que representam a geração de produtos, processos ou serviços inéditos.Cerca de 54 instituições de pesquisa e Universidades desenvolvendo pesquisaflorestal no Brasil. Também desenvolvem pesquisas florestais algumas entidadesde direito privado, principalmente algumas empresas do setor de produção depapel e celulose.[
  15. 15. Equipe Embrapa FlorestasA PESQUISA FLORESTAL NACIONALLaboratório de Produtos Florestais (LPF) do IBAMAJardim Botânico do Rio de JaneiroInstituto de Pesquisas da Amazônia (INPA)Fundação de Pesquisas Florestais do Paraná (FUPEF) - UFPRCentro de Pesquisas Florestais (CEPEF) – UFSMInstituto de Pesquisas e Estudos Florestais (IPEF) – ESALQU/USPSociedade de Investigação Florestal (SIF) – UFVCentro de Estudos em Recursos Naturais Renováveis (CERNE) – UFLInstituto Florestal de São Paulo (IFSP), em São Paulo, SPInstituto Agronômico do Paraná (IAPAR)Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG)Empresa Catarinense de Pesquisa Agropecuária (EPAGRI)Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (FEPAGRO) em Porto Alegre, RS, dentreoutros.
  16. 16. Equipe Embrapa FlorestasA PESQUISA FLORESTAL NACIONALPRINCIPAIS PROBLEMASRecursos humanos - proibição de contratação – envelhecimento – não reposiçãoProfissionais que entram não recebem dos que saem a bagagem científica e práticaacumuladaInvestimento público para formação e manutenção de doutores e pós-doutores nosInstitutos de Pesquisa Públicos diminuiu de forma acentuada nos últimos anos e emfunção disso está se perdendo nossa excelência científica.Pela característica de gerar fundamentalmente bens públicos, o Estado ainda é a principalfonte de recursos para as pesquisas florestais embora as grandes empresas do setortenham avançado sobremaneira em relação a investimento cooperativo, inclusive empesquisas de ponta nas áreas de melhoramento genético e biotecnologia. Como exemplo deinvestimento privado temos o Projeto Rede Brasileira de Pesquisa do Genoma deEucalyptus – Genolyptus onde a Embrapa se associou a 13 empresas e sete Universidades
  17. 17. Equipe Embrapa FlorestasRECURSOS PARA A PESQUISA FLORESTALNACIONALPrograma Nacional de FlorestasMinistério da Agricultura Pecuária e Abastecimento – MAPAEmpresas Florestais – Lei da InovaçãoFundações de Amparo a Pesquisa EstaduaisMCTFundos setoriaisCNPq FUNDO FLORESTAL – “TRUST FOUND”
  18. 18. Equipe Embrapa Florestas
  19. 19. Equipe Embrapa Florestas
  20. 20. Equipe Embrapa FlorestasFUNDOS SETORIAISInstrumentos de financiamento de projetos de pesquisa, desenvolvimento einovação no paísVerbas originam-se de diferentes setores produtivos, inclusive o florestalReceitas que formam os FUNDOS:Royalties; compensações financeiras; Licenças; autorizações, etc.Contribuições recebidas em função da exploração de recursos naturais da UniãoParcelas sobre Produtos Industrializados de certos setoresContribuição de Intervenção no Domínio Econômico – CIDEHá 16 Fundos Setoriais relativos a setores específicos e dois transversais. DestesFundos Transversais, um é voltado à interação universidade-empresa (FVA –Fundo Verde-Amarelo), enquanto o outro é destinado a apoiar a melhoria da infra-estrutura de ICTs (Infra-estrutura).Em 2004 - R$ 600 milhões - R$ 100 milhões acima de 2003O SETOR DE BASE FLORESTAL POUCO OU NADA APROVEITOU
  21. 21. Equipe Embrapa Florestas
  22. 22. Equipe Embrapa FlorestasFUNDOS TRANSVERSAISLógica: integração de FundosMecanismo: cada Fundo destina aproximadamente 50% de seusrecursosTipo de ações financiadas: estratégicas e com ênfase na PolíticaIndustrial Tecnológica e de Comércio Exterior – PITCE do GovernoFederalPITCE – pontos centrais:aumento da eficiência da estrutura produtivaaumento da capacidade de inovação das empresas brasileirasexpansão das exportações.
  23. 23. Equipe Embrapa FlorestasA PESQUISA FLORESTAL NA REGIÃO SULIPPs (Embrapa Florestas, IAPAR, EPAGRI; LPF da UFPR e FEPAGRO)IPMs (FUPEF, CEPEF)Empresas Florestais - principalmente do setor de celulose e papelOrganizações Não Governamentais Castro (2005)“Análise comparativa dos modelos de geração, difusão e transferência detecnologia dos institutos públicos de pesquisa e institutos de pesquisa mistos, noagronegócio florestal da Região Sul”RESULTADOS1 - A Embrapa Florestas e o Laboratório de Proteção Florestal da UFPR foram osInstitutos que mais satisfizeram os usuários;2- Os usuários têm um grau de satisfação maior com os IPPs que com os IPMs.Esse resultado pode estar relacionado à avaliação favorável recebida pelos IPPsquanto ao alto grau de credibilidade dos resultados das pesquisas; a agilidade noatendimento de solicitações das visitas técnicas às plantações; e a rapidez nadivulgação dos resultados
  24. 24. Equipe Embrapa FlorestasA PESQUISA FLORESTAL NA REGIÃO SUL3 - Apenas a Embrapa Florestas e a EPAGRI, dois IPPs, têm um sistema deplanejamento estratégico.4 - entre as empresas florestais e mesmo entre as instituições de pesquisa daregião Sul, ainda é baixo o processo de cooperação;5 - Os principais problemas sentidos pelas instituições do SSI da região Sul são afalta de recursos humanos, materiais e financeiros para a execução de suamissão institucional de forma plena e satisfatória;6 - Para todos os IPPs e IPMs, a falta de pesquisadores é mais grave que a derecursos financeiros, uma vez que tende a torná-los vulneráveis e incapacitadospara a realização de pesquisas básicas e estratégicas geradoras de inovaçõesradicais;
  25. 25. Equipe Embrapa FlorestasA PESQUISA FLORESTAL NA REGIÃO SUL7 - Falta planejamento estratégico na maioria dos IPPs e IPMs da região Sule uma coordenação da pesquisa florestal na região.que facilitasse acooperação entre IPPs, IPMs, empresas e produtores florestais.RIPAWorkshop “Governança da Inovação Florestal na Região Sul do Brasil8 – Os IPPs e IPMs da região, trabalham em um modelo de fortecaracterística mercadológica.9 – Com exceção da Embrapa Florestas e da EPAGRI, há uma pequenapreocupação dos IPPs com a pequena produção rural.
  26. 26. Equipe Embrapa Florestas
  27. 27. Equipe Embrapa FlorestasO PROCESSO DE INOVAÇÃO NO SETOR DE BASEFLORESTAL BRASILEIROAssociação Nacional de Pesquisa, Desenvolvimento e Engenharia dasEmpresas Inovadoras – ANPEI – 2004“Como alavancar a inovação tecnológica nas empresas”Premissa do trabalho: “...muito pouco se fez no Brasil, nas últimas décadas, paraaceleração dos investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação - P&D&Ino setor produtivo brasileiro, e de que o pouco que se fez não produziu osresultados esperados”Objetivo do trabalho: discutir e propor medidas para elevar o nível de inovaçãotecnológica das empresas, notadamente através de investimentos em pesquisa edesenvolvimento, como forma de superar os baixos níveis de inovação queprevalecem na indústria brasileira desde o início de nossa industrialização.
  28. 28. Equipe Embrapa FlorestasO PROCESSO DE INOVAÇÃO NO SETOR DE BASEFLORESTAL BRASILEIRO23 atividades analisadas - três do agronegócio florestalFabricação de produtos de madeiraFabricação de celulose, papel e produtos de papelFabricação de móveis e indústrias diversasA taxa de inovação geral da atividade de fabricação de móveis e indústrias diversas(34,4%) suplanta mais da metade das outras 22 atividades. Ela ocupa a décima primeiraposição em relação à inovação geral, a mesma posição em relação à inovação para omercado e perde apenas uma posição na inovação para processos.Teve suas taxas de inovação acima da média das indústrias de transformação e dasempresas de capital nacional, mas, ainda, ficou muito distante das taxas gerais dasatividades que mais inovam (> que 50%) - taxa média européia.
  29. 29. Equipe Embrapa FlorestasO PROCESSO DE INOVAÇÃO NO SETOR DE BASEFLORESTAL BRASILEIROFabricação de produtos de madeira (14,3%) e fabricação de celulose, papel eprodutos de papel (24,8%) apresentaram taxas de inovação mais baixas que a médiadas indústrias de transformação e muito próximas às da indústria extrativa.Fabricação de produtos de madeira ficou em penúltima posição em relação àinovação geral e para produto e no último lugar para inovação de processo.Fabricação de produtos de madeira além de apresentar taxa de inovação muitopequena, também tem uma das mais baixas intensidades de P&D (0,19%) e um dos maisbaixos investimentos em P&DAs atividades ligadas ao setor de base florestal, além de apresentarem uma baixa taxa geralde inovação, privilegiam a inovação por processo em detrimento da inovação por produto.Fabricação de celulose, papel e produtos de papel, apesar de ter a maiorintensidade de P&D, não foi a que apresentou maior taxa de inovação. Acredita-se quenesse setor de atividades, os investimentos não estão sendo aplicados da forma mais eficaze eficiente. Fabricação de móveis e indústrias diversas mostrou uma eficienteaplicação de recursos, pois teve suas taxas de inovação superiores àquelas obtidas emrelação a seus gastos com P&D e com a intensidade de P&D.
  30. 30. Equipe Embrapa FlorestasO PROCESSO DE INOVAÇÃO NO SETOR DE BASEFLORESTAL BRASILEIROAs três atividades tiveram uma intensidade de inovação <q a média brasileira - afabricação de produtos de madeira ficou muito próximo da média das indústriasextrativas.Entre as três atividades apenas fabricação de celulose, papel e produtos de papelatingiu a média das empresas de capital nacional quanto a pessoas empregadas em P&D.Mesmo assim abaixo da média nacional (6 pessoas), e da média de empresas estrangeiras(17 pessoas).Apenas na fabricação de móveis, as empresas nacionais apresentaram um esforçomaior que as empresas estrangeiras na realização interna de P&D.Na fabricação de celulose, papel e produtos de papel verificou-se com maiorevidência o esforço das empresas estrangeiras em desenvolver P&D interna.Vale salientar,no entanto, que o esforço das empresas estrangeiras em realizarem P&D interna foi bemmenor que a média do país. No caso específico das atividades de fabricação deprodutos de madeira e fabricação de produtos de celulose, papel e produtosde papel, o esforço aplicado pelas empresas nacionais chegou a ser menor que o aplicadopelas indústrias extrativas nacionais.
  31. 31. Equipe Embrapa FlorestasO PROCESSO DE INOVAÇÃO NO SETOR FLORESTAL DAREGIÃO SUL DO BRASILO Fundo Nacional do Desenvolvimento Científico e Tecnológico – FNDCT quase duplicou adestinação de recursos de 2003 para 2004As regiões que mais se beneficiaram com os recursos do FNDCT nos dois anos foram aSudeste e a Sul que receberam cerca de 50,0% e 25,0% respectivamente. Isto pode serexplicado pelo fato do investimento do FNDCT acompanhar de certa forma a composiçãodos PIBs regionais e estaduais.O Rio Grande do Sul apropriou-se de 56,87% e 66,01 % nos anos de 2003 e 2004O estado do Paraná foi o que menos se beneficiou dos recursos, utilizando-se apenas de13,79% e 13,10%.O Rio Grande do Sul, também recebeu a quarta maior verba do país.Essa expressiva posição do Rio Grande do Sul pode ser creditada, em parte, ao estiloagressivo do Governo através de sua Secretaria de Ciência e Tecnologia que induziu eapoiou a instalação de uma representação do Ministério da Ciência e Tecnologia no Estado,inclusive com uma representação da FINEP desburocratizando os procedimentos paraobtenção de financiamentos.
  32. 32. Equipe Embrapa FlorestasO PROCESSO DE INOVAÇÃO NO SETOR FLORESTAL DAREGIÃO SUL DO BRASILNa região Sul, o estado do Rio Grande do Sul (ICT&I = 0,418) supera Santa Catarina eParaná.No âmbito das regiões Sul e Sudeste o Rio Grande do Sul só é superado por São Paulo(ICT&I = 0,8) e Rio de Janeiro (ICT&I = 0,484).Os estados de Santa Catarina (ICT&I = 0,371) e Paraná (ICT&I = 0,217) encontram-se emquarto e quinto lugares, superando Minas Gerais (ICT&I = 0,172) e Espírito Santo (ICT&I =0,040)O Rio Grande do Sul tem na região os melhores indicadores de produção científica etecnológica, base educacional e disponibilidade de recursos humanos qualificados eamplitude e difusão de inovações, sendo superado apenas no indicador prioridadegovernamental em ciência e tecnologia, pelo estado de Santa Catarina
  33. 33. Equipe Embrapa FlorestasO PROCESSO DE INOVAÇÃO NO SETOR FLORESTAL DAREGIÃO SUL DO BRASILO estado do Rio Grande do Sul, em 2003, investiu R$ 12 milhões em C&T e,além disso, é o quarto colocado no “ranking” nacional de captação de recursospara C&T.. No entanto, apesar de haver captado o maior percentual de recursos doFNDCT, ao contrário dos estados do Santa Catarina e Paraná o estado do RioGrande do Sul não apresentou nenhum projeto diretamente ligado ao negócioflorestal durante os anos de 2003 e 2004.
  34. 34. Equipe Embrapa FlorestasRESULTADOS GERADOS PELA PESQUISA NA REGIÃO SULDO BRASILMelhoramento genético de exóticas (eucalipto, pínus e acácia-negra) e de nativas (erva-mate; e seringueira)Tecnologias de propagação de espécies florestaisSistemas agroflorestais (com ênfase em erva-mate e bracatinga; e silvipastoris)Controle de pragas e doenças florestaisSilvicultura de espécies nativas e introduzidasRestauração e recuperação de ecossistemasConservação de recursos genéticos.Não existe entre as instituições a prática de avaliar o impacto das inovaçõesgeradas e transferidas de forma efetiva. A Embrapa Florestas talvez seja a únicainstituição da região Sul que tem avaliado impacto de suas tecnologias. Iniciou oprocesso selecionando três de suas tecnologias mais importantes: o eucaliptobentami , o controle biológico da vespa-da-madeira e o software SISPLAN.
  35. 35. Equipe Embrapa FlorestasRESULTADOS GERADOS PELA PESQUISA NA REGIÃO SULDO BRASILOs benefícios econômicos atribuídos à instituição pela adoção das três tecnologiasavaliadas no período de 1999 a 2004 foram expressivos e crescentes.De forma individualizada, foram os seguintes os impactos econômicos:Eucalyptus benthamii: 1999 (R$ 4 mil), 2000 (R$ 9,7 mil), 2001 (R$ 50,8 mil), 2002 (R$98,8 mil), 2003 (R$ 151,2 mil) e 2004 (R$ R$ 210 mil)Manejo integrado: 1999 (R$ 13,1 milhões), 2000 (R$ 16,8 milhões), 2001 (R$ 21,2milhões), 2002 (R$ 27,6 milhões), 2003 (R$ 42,9 milhões) e 2004 (R$ R$ 56milhões)SISPLAN: 1999 (R$ 19,9 milhões), 2000 (R$ 28,2 milhões), 2001 (R$ 41,1 milhões),2002 (R$ 64,7 milhões), 2003 (R$ 95,8 milhões) e 2004 (R$ R$ 117,6 milhões)No agregado o impacto foi de: R$ 555,5 milhões no período avaliado - 7,2 vezes maisque o gasto total com capital, custeios e pessoal realizado pela Unidade nosrespectivos seis anos, que foi de R$ 77,2 milhõesFONTE: Setor de Orçamento e Finanças - SOF da Embrapa Florestas).
  36. 36. Equipe Embrapa FlorestasRESULTADOS GERADOS PELA PESQUISA NA REGIÃO SULDO BRASILOs benefícios econômicos pela adoção das três tecnologias avaliadas no período de1999 a 2004 foram expressivos e crescentes.De forma individualizada, foram os seguintes os impactos econômicos: Eucalyptus benthamii: 1999 (R$ 4 mil), 2000 (R$ 9,7 mil), 2001 (R$ 50,8 mil),2002 (R$ 98,8 mil), 2003 (R$ 151,2 mil) e 2004 (R$ R$ 210 mil) Manejo integrado: 1999 (R$ 13,1 milhões), 2000 (R$ 16,8 milhões), 2001 (R$ 21,2milhões), 2002 (R$ 27,6 milhões), 2003 (R$ 42,9 milhões) e 2004 (R$ R$ 56milhões) SISPLAN: 1999 (R$ 19,9 milhões), 2000 (R$ 28,2 milhões), 2001 (R$ 41,1milhões), 2002 (R$ 64,7 milhões), 2003 (R$ 95,8 milhões) e 2004 (R$ R$ 117,6milhões)No agregado o impacto foi de: R$ 555,5 milhões no período avaliado - 7,2 vezes maisque o gasto total com capital, custeios e pessoal realizado pela Unidade nosrespectivos seis anos, que foi de R$ 77,2 milhõesFONTE: Setor de Orçamento e Finanças - SOF da Embrapa Florestas).
  37. 37. Equipe Embrapa FlorestasDIFUSÃO E TRANSFERÊNCIA DE CONHECIMENTOS ETECNOLOGIAS PARA O SETOR FLORESTAL DA REGIÃO SULPrevalece na região um “programa ineficiente de difusão tecnológica na maioriadas instituições de P&DGrandes propriedades e empresas privadas são mais beneficiadas pelos avançosde P&D que as pequenas propriedades e organizações não-governamentais.Não são apenas as empresas florestais e especialmente as grandes quedemandam e necessitam de conhecimento e de tecnologias florestais na regiãoSul.Os pequenos produtores, principalmente agora, com a existência deprogramas de incentivo ao plantio florestal em condições acessíveis como oPROPFLORA e o PRONAF Florestal são importantes clientes e usuários dosresultados da pesquisa florestal.
  38. 38. Equipe Embrapa FlorestasA ampliação dos programas florestais para pequenos produtores faz crescer aimportância das empresas de assistência técnica estaduais, das secretariasmunicipais de agricultura e dos institutos públicos de pesquisa.Deve ocorrer na região - onde existe um imenso contingente de produtoresfamiliares - algo parecido com o que foi levantado no Brasil: de 85.185produtores, escolhidos por um processo de amostra intencional, por região,abrangendo os responsáveis por 70% da produção rural em cada município,revelou que a maioria deles (56,5%) foram enquadrados na categoria de“excluídos e isolados” considerando os índices “compra de insumos” e“relacionamento informativo”.É importante ressaltar que a Embrapa Florestas, juntamente com asEmpresas de Assistência Técnica e Extensão Rural – EMATER dosestados do Rio Grande do Sul e Paraná estão desenvolvendoagendas de trabalho bastante interessante que poderão inclusiveservir de modelo para outros estados brasileiros.
  39. 39. Equipe Embrapa FlorestasO Sistema Regional de Inovação na região Sul está de certa forma bemestruturado:Boas Universidades Federais e EstaduaisIPPs e IPMs fortesAlgumas empresas com departamentos de pesquisa funcionandoFundações de Apoio a Pesquisa – FAP operantesSecretarias de Ciência e Tecnologia trabalhando de forma cooperativa parao desenvolvimento da região.Em função disso a relação de troca com o Governo Federal através do MCT érazoável tendo recebido bastante investimentos na área de C&T&I.No entanto, seria muito interessante que os estados estabelecessem seusíndices C&T&I. Tais índices, compostos por indicadores sintéticos de áreasimportantes como produção científica, base educacional, disponibilidade derecursos humanos qualificados, e amplitude e difusão das inovaçõesempresariais ajudarão, em muito, na elaboração de políticas específicas.
  40. 40. Equipe Embrapa FlorestasA maioria dos IPPS e IPMs não têm planejamento estratégico e atua commodelos mercadológicos em um regime de competição muito acentuado.É necessário, o estabelecimento de um Fórum de Gestores de C&T&I do setorflorestal na região para que se possa discutir uma governança da pesquisaflorestal na região baseada em um entendimento de que a competição deve sertravada com outros institutos internacionais, principalmente no que tange àgarantia de um nível tecnológico de ponta.As empresas empresas florestais nacionais têm uma baixa taxa de inovação.A inovação por processo suplanta em muito a inovação por produto e asdemandas das empresas para IPPs e IPMs são na maioria das vezes parainovações incrementais. Em função disso, os IPPs e IPMs da região Sultrabalham em demandas muito pontuais e emergenciais, perdendo umaconcepção e uma visão das linhas básicas de pesquisa de importância estratégicapara o setor florestal no médio e longo prazos.
  41. 41. Equipe Embrapa FlorestasA predominância de recursos das empresas para o custeio dos IPMs e IPPs temocasionado uma concentração da pesquisa em alguns poucos segmentos do setor de baseflorestal:Papel e celulose; e móveis; produção de produtos de valor agregado - atualizadoprodução de serrados e de energia - “gap” tecnológico muito acentuado.Há uma concentração dos investimentos de pesquisa na área industrial em detrimento doinvestimento na produção da matéria-prima.O investimento privado na pesquisa florestal é baixo e pode ser atribuído a:grau de incerteza das empresas privadas do setor de base florestalpouco entendimento da sociedade e dos políticos sobre a importância doagronegócio, e em especial o florestal, para as economias locais, regional e nacionaldesarticulação do Sistema Regional de Inovação para o setor florestal.Um exemplo de desarticulação foi a divisão de áreas feita pelo o Fórum das FAPs onde SCficou com energia, RS com eletrônica, PR com Biotecnologia e MS com agronegócio. Ficaclaro, portanto, que para a região Sul. O agronegócio não foi definido como prioritário parainvestimentos dos Fundos Setoriais.
  42. 42. Equipe Embrapa FlorestasSomente com a criação de um sistema organizado e coordenado de pesquisa florestal naregião poderemos balancear as inovações incrementais com as radicais.Os IPMs devem se organizarem em conjunto com as universidades às quais estão ligados,para a realização de um plano estratégico que possibilite a prospecção de demandas depesquisas básicas e estratégicas para o setor florestal.A Rede de Inovação e Prospecção Tecnológica para o Agronegócio (RIPA) que foiconsolidada no âmbito do CT-Agronegócio deve ser prestigiada.Essa rede tem como um dos principais objetivos do projeto o subsídio ao Comitê Gestor doFundo Setorial de Agronegócio do MCT, formuladores de políticas públicas, definidores deprioridades. A Rede terá uma estrutura virtual, por meio de um portal nacional de oferta edemanda de tecnologias (www.ripa.com.br) para o agronegócio; e uma estrutura física, coma implantação de um centro de referência em cada uma das cinco regiões.Na região Sul é a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado do Paraná a coordenadoraregional.
  43. 43. Equipe Embrapa FlorestasÉ essencial que o Sistema de C&T&I para o setor de base florestal seja vistocomo um conjunto de organizações e instituições, sob coordenação doEstado e dentro de seu limite, seguindo os seguintes princípios:1. considerar a especificidade das demandas e os arranjos produtivos locais2. estar sob a orientação da política industrial e de ciência e tecnologia dosestados3. respeitar as políticas fiscal, financeira, salarial, previdenciária, educacional ede saúde4. ter como objetivo a produção e a difusão efetiva de inovações para produçãode produtos florestais madeireiros e não madeireiros para todos os tipos deprodutores e empresas5. respeitar os preceitos do desenvolvimento sustentável.
  44. 44. Equipe Embrapa FlorestasEm resumo, é importante que se proceda na região o estabelecimento de:1. um Fórum de Diretores de IPPs e IPMs que desenvolvem pesquisa florestalna região2. um modelo de governança da C&T&I florestal na região3. um modelo de transferência de tecnologia para o setor florestal4. um programa estratégico para o setor florestal da região5. um fortalecimento da Rede de Inovação e Prospecção Tecnológica para oAgronegócio (RIPA) que foi consolidada no âmbito do CT-Agronegócio.
  45. 45. Equipe Embrapa FlorestasCom o SIR estabelecido dever-se-á estabelecer de forma urgente um PlanoEstratégico para o Setor Florestal Regional - PEF. : Durante aelaboração do PEF é importante estabelecer-se um entendimento entre os atoresresponsáveis pelo desenvolvimento florestal sustentável regional no sentido deselecionar regiões produtoras para o desenvolvimento de Arranjos ProdutivosLocais – APLs que incluam pequenas, médias e grandes empresas florestais e secaracterizem por ter um número significativo de empreendimentos e de indivíduosatuando em torno de uma atividade produtiva predominante e que compartilhemformas percebidas de cooperação e alguns mecanismos de governança.
  46. 46. Equipe Embrapa FlorestasMELHORIA DA EFICIÊNCIA E EFICÁCIA DOSETOREnglobará a melhoria da condução e da colheita das plantaçõesflorestais e, principalmente, da exploração das florestas naturais, alémda geração de tecnologias para produção de novos produtos quepossibilitem um maior aproveitamento por árvore, o aproveitamento e areciclagem de resíduos. Este procedimento passará, necessariamente,pelo estabelecimento de eficientes sistemas de inovação e deinformação florestal.
  47. 47. Equipe Embrapa FlorestasSUSTENTABILIDADE DAS ORGANIZAÇÕESInovação na área técnicaInovação na área gerencialPrincípiosInterdependênciaValorização da sustentabilidadeValorização do comportamento éticoEficiência ecológicaBusca de oportunidades de crescimentoCriatividadeRecompensaCertificação independenteRelacionamento com fornecedores, consumidores e com o entorno.Integrar o crescimento econômico, proteção ambiental e bem estarsocial em uma nova estratégia de negócio

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