Aliança para Inovação Agropecuária no Brasil

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Apresentação do Maurício Lopes, presidente da EMBRAPA, para empresários do setor no Conselho Superior do Agronegócio - Cosag -, na FIESP, em 3/11/2015

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Aliança para Inovação Agropecuária no Brasil

  1. 1. Aliança para a inovação agropecuária no Brasil Fundamentos – Atores – Estratégia – OperaçãoFundamentos – Atores – Estratégia – Operação Maurício Antônio Lopes Presidente da Embrapa
  2. 2. Aliança para Inovação Agropecuária PESQUISAPESQUISA COOPERAÇÃOCOOPERAÇÃO 2 CAPACITAÇÃOCAPACITAÇÃO IINOVAÇÃONOVAÇÃO
  3. 3. Produção de alto desempenho .... Agricultura baseada em ciência .... Crescente incorporação de práticas sustentáveis .... Pesquisa e Inovação Agropecuária no Brasil 3 .... Impactos mensuráveis em segurança alimentar .... Impactos mensuráveis em capacidade exportadora .... Impactos mensuráveis em desenvolvimento regional
  4. 4. Pesquisa e Inovação Agropecuária no Brasil 4 Fonte: http://www.klepsidra.net/klepsidra25/rs-mt.htm Vista aérea de Sinop no ano da sua fundação, em 1974. O nome da cidade deriva das letras iniciais da Colonizadora que projetou a cidade, Sociedade Imobiliária Noroeste do Paraná. Foto: acervo Luiz Erardí.
  5. 5. Vista aérea da cidade de SinopVista aérea da cidade de Sinop –– MT, Junho 2015MT, Junho 2015 Pesquisa e Inovação Agropecuária no Brasil 5
  6. 6. Entre Sinop e Lucas do Rio VerdeEntre Sinop e Lucas do Rio Verde –– MT, Junho 2015MT, Junho 2015 Pesquisa e Inovação Agropecuária no Brasil 6
  7. 7. Pesquisa e Inovação Agropecuária no Brasil 7
  8. 8. Evolução do IDHM de SinopEvolução do IDHM de Sinop Pesquisa e Inovação Agropecuária no Brasil 8 Evolução do IDHM de Lucas do Rio VerdeEvolução do IDHM de Lucas do Rio Verde
  9. 9. Integração Governo Estados Pesquisa Pesquisa e Inovação Agropecuária no Brasil 9 Integração e SinergiaMunicípios Cadeias Empresas Cooperativas Produtores
  10. 10. Rede de Pesquisa e Inovação Embrapa Universidades 10 Estados Empresas
  11. 11. Integração nas Cadeias Produtivas Um sistema agroalimentar e agroindustrial moderno atuando nas várias cadeias produtivas e seus elos de forma competente e integrada 11
  12. 12. PolíticasPolíticas P&DP&DInstituiçõesInstituições CooperaçãoCooperação InsumosInsumos Composição e Integração de Soluções 12 PolíticasPolíticas InvestimentosInvestimentos CapacitaçãoCapacitação CréditoCrédito ServiçosServiços Etc...
  13. 13. E daqui para o futuro? 13
  14. 14. Intensificar a Produção de Forma SustentávelIntensificar a Produção de Forma Sustentável Elevar Produtividade e Qualidade com Tecnologias de Baixo ImpactoElevar Produtividade e Qualidade com Tecnologias de Baixo Impacto Reduzir RiscosReduzir Riscos -- Poupar RecursosPoupar Recursos -- Elevar RendaElevar Renda –– Inclusão ProdutivaInclusão Produtiva Agregação de Valor, DiversificaçãoAgregação de Valor, Diversificação e Especializaçãoe Especialização Mercados mais sofisticados, competitivos e rentáveisMercados mais sofisticados, competitivos e rentáveis Grandes Desafios à Frente 14 Mercados mais sofisticados, competitivos e rentáveisMercados mais sofisticados, competitivos e rentáveis
  15. 15. Grandes Desafios à Frente 15
  16. 16. Grandes Desafios à Frente - Curtíssimo Prazo (Conjuntura) - 16
  17. 17. Grandes Desafios à Frente - Curto/Médio Prazo - 17
  18. 18. E daqui para o futuro? 18 Quão preparados estamos?
  19. 19. Liderança e Protagonismo 19
  20. 20. Liderança e Protagonismo 20
  21. 21. Liderança e Protagonismo 21
  22. 22. Práticas ConservacionistasPráticas Conservacionistas Liderança e Protagonismo 22
  23. 23. Intensificação Sustentável Integração Lavoura-Pecuária e Integração Lavoura-Pecuária-Floresta 23
  24. 24. Intensificação Sustentável Integração Lavoura-Pecuária e Integração Lavoura-Pecuária-Floresta 24 Um novo conceito para carne sustentável produzida nos trópicos!
  25. 25. Quão Preparados Estamos? Resposta às Rupturas – Construção de NovasTrajetórias 25 TrajetóriasRupturas
  26. 26. Grandes Desafios à Frente - Curto/Médio Prazo - 26
  27. 27. Para fortalecer e dinamizar a capacidade do sistema agroalimentar e agroindustrial brasileiro Quão Preparados Estamos? 27
  28. 28. Impactos da Revolução Tecnológica no Agro 28 Fonte: Pieter Haasnoot - upnext.nl DNA E GENÔMICADNA E GENÔMICA
  29. 29. Impactos da Revolução Tecnológica no Agro 29 BIOLOGIA SINTÉTICABIOLOGIA SINTÉTICA Fonte: Pieter Haasnoot - upnext.nl
  30. 30. Impactos da Revolução Tecnológica no Agro 30 Fonte: 99 Facts on the Future of Business in the Digital Economy - www.digitalistmag.com
  31. 31. Impactos da Revolução Tecnológica no Agro 31 NANOTECNOLOGIANANOTECNOLOGIA Fonte: Pieter Haasnoot - upnext.nl
  32. 32. Impactos da Revolução Tecnológica no Agro 32 BIG DATABIG DATA E INTERNET DAS COISASE INTERNET DAS COISAS Fonte: Pieter Haasnoot - upnext.nl
  33. 33. Impactos da Revolução Tecnológica no Agro 33 AUTOMAÇÃO E AGRICULTURA DE PRECISÃOAUTOMAÇÃO E AGRICULTURA DE PRECISÃO Fonte: Pieter Haasnoot - upnext.nl
  34. 34. Impactos da Revolução Tecnológica no Agro 34 Fonte: 99 Facts on the Future of Business in the Digital Economy - www.digitalistmag.com
  35. 35. Impactos da Revolução Tecnológica no Agro 35 Fonte: Richard van Hooijdonk - Future of Agriculture
  36. 36. Impactos da Revolução Digital na Agricultura 36 Fonte: 99 Facts on the Future of Business in the Digital Economy - www.digitalistmag.com
  37. 37. Impactos da Revolução Digital na Agricultura 37 Fonte: 99 Facts on the Future of Business in the Digital Economy - www.digitalistmag.com
  38. 38. Impactos das Mudanças Demográficas no Agro 38 Fonte: 99 Facts on the Future of Business in the Digital Economy - www.digitalistmag.com
  39. 39. Com Baixo Investimento em Pesquisa e Inovação... 39 Não Conseguiremos Competir!
  40. 40. Precisaremos de um Sistema de C&T Fortalecido Precisaremos de mais Investimentos Pesquisa e Inovação
  41. 41. “De acordo com a OECD, o patamar mínimo adequado de investimento em P&D, para sustentar fluxos de inovação, é de 2% do PIB. Evolução do Investimento em C&T 41 Dados OECD, elaboração Adams et al. (2013). Países na vanguarda da inovação mundial, como a Coréia do Sul, têm níveis de investimentos da ordem de 3,5% a 4% do PIB.”
  42. 42. Percentagem do gasto total em P&D realizado pelas empresas e pelo governo, no Brasil O Brasil Investe Pouco em C&T E a contribuição privada é pequena... 42 Fonte: Valor Especial – Inovação, Novembro 2014
  43. 43. Gastos Públicos com P&D Agrícola: Brasil, China e Índia – 1981 a 2011 (Bilhões de Dólares de 2005) Evolução do Investimento em P&D Agrícola Países Selecionados 43 Fonte: ASTI (2012).
  44. 44. Relação entre PIB da Agropecuária, do Agronegócio e Dispêndios em Pesquisa Agropecuária - Brasil Evolução do Investimento em P&D Agrícola no Brasil Como Percentual do PIB Agropecuário 44
  45. 45. Investimento Público em P&D Agrícola Participação percentual de países e regiões 45 Fonte: SOFA/FAO, 2014 (com dados de 2009)
  46. 46. Conclusão 1: O Brasil precisará fortalecer a sua infraestrutura (pública + privada) de pesquisa e inovação agropecuária para responder aos desafios à frente
  47. 47. Conclusão 2: O Brasil precisará ampliar de forma significativa os investimentos em P&D agropecuário para sustentar capacidade competitiva no futuro
  48. 48. Aliança para Inovação Agropecuária Uma nova visão de futuro para pesquisa e a inovação 48 Articulação, alinhamento e sinergia entre Embrapa, Organizações Estaduais, Universidades, Setor Privado, e outros atores envolvidos no processo de pesquisa e inovação agropecuária; Modelar e implementar uma aliança capaz de ampliar a diversidade e a disponibilidade de produtos, práticas, processos e conhecimentos para o sistema produtivo agropecuário Consolidar um modelo de governança dinâmico e eficiente, capaz de atrair fontes adicionais de financiamento público e privado, em âmbito nacional e internacional; Uma nova visão de futuro para pesquisa e a inovação
  49. 49. Setor público de pesquisa Assistência técnica e extensão rural Setor público e privado de ensino Setor de fomento Parceiros internacionais Aliança para Inovação Agropecuária - Atores 49 Setor privado nacional e internacional Outras organizações ligadas ao setor Articulação, Alinhamentos e Sinergia Estudos realizados pela Embrapa – Consepa - CGEE
  50. 50. 1. Formulação estratégica para uuma agenda de interesse comum 2. Compartilhar estruturas e competências, reduzir redundâncias 3. Fortalecer parcerias público-privadas em pesquisa e inovação Aliança para Inovação Agropecuária - Principais Eixos de Atuação - 50 3. Fortalecer parcerias público-privadas em pesquisa e inovação 4. Substituir a lógica de projetos isolados pela lógica de portfólios 5. Incorporar novos mecanismos de financiamento para inovação 6. Fortalecer a cooperação institucional no âmbito internacional 7. Fomentar o empreendedorismo e a inovação
  51. 51. Inteligência Territorial Estratégica como Base de Planejamento Aliança para Inovação Agropecuária - Mecanismos 51
  52. 52. Inteligência Territorial Estratégica como Base de Planejamento Aliança para Inovação Agropecuária - Mecanismos MATOPIBA Quadro Natural Quadro Agrícola Quadro Agrário Quadro Socioeconômico 52 Processo inédito de planejamento Como acomodar no território, de forma planejada e coordenada, as atividades e funções de interesse da sociedade. Quadro Socioeconômico Infraestrutura ...
  53. 53. Pesquisa e Inovação Parcerias Público Privadas Comunicação e Informação Aliança para Inovação Agropecuária - Mecanismos Políticas e Estímulos Formação de Competências FormulaçãoFormulação EstratégicaEstratégica ITEITE
  54. 54. Portólios de Pesquisa e Inovação Agropecuária Aliança para Inovação Agropecuária - Mecanismos 54
  55. 55. Rede de Laboratórios e Estruturas Multiuso Laboratório Nacional de Agricultura de PrecisãoLaboratório Nacional de Agricultura de Precisão Laboratório de Química deLaboratório de Química de Produtos NaturaisProdutos Naturais Aliança para Inovação Agropecuária - Mecanismos 55 Laboratório de Bioeficiência e Sustentabilidade da PecuáriaLaboratório de Bioeficiência e Sustentabilidade da Pecuária
  56. 56. Unidades Mistas de Pesquisa – UMIPs Integrando Embrapa, Universidades e Setor Privado Aliança para Inovação Agropecuária - Mecanismos 56 http://www.inova.unicamp.br/parquecientifico/ UmipUmip--GenClimaGenClima EmpreendimentoEmpreendimento EmbrapaEmbrapa--UnicampUnicamp
  57. 57. Unidades Mistas de Pesquisa – UMIPs Integrando Embrapa, Universidades e Setor Privado Pipeline de P&D da Umip GenClima À semelhança das grandes empresas de biotecnologia agrícola Aliança para Inovação Agropecuária - Mecanismos 57
  58. 58. Arranjos e Parcerias Público-Privadas Inovadoras O Exemplo da RedeO Exemplo da Rede dede Fomento àFomento à iLPFiLPF Aliança para Inovação Agropecuária - Mecanismos 58 Esta rede tem o potencial de integrar até 50 empresas e arrecadar cerca de R$ 25 milhões/ano para promoção de sistemas integrados
  59. 59. PPP para Seleção Genômica e Melhoramento do Eucalyptus Aliança para Inovação Agropecuária - Mecanismos 59
  60. 60. Parceria PúblicoParceria Público--PrivadaPrivada ProgramaPrograma Nacional de MelhoramentoNacional de Melhoramento Genético PreventivoGenético Preventivo Aliança para Inovação Agropecuária - Mecanismos 60 Esta rede tem o potencial de integrar as Empresas de Sementes no Brasil para antecipação de soluções para pragas quarentenárias de importância estratégica. Desenvolver, antecipadamente, estoques genéticos de diferentes culturas resistentes a pragas quarentenárias, antes que entrem no país.
  61. 61. Composição e Operação de Fundos Check-off Sistema Americano de Apoio Setorial - Soja O USDA administra um fundo, previsto na Farm Bill 1990, com o nome da Soybean Check-off. Aliança para Inovação Agropecuária - Mecanismos 61 A soja check-off é um programa com o objetivo de promover a soja dos EUA no país e no exterior, com apoio dos próprios agricultores. É financiado através de uma taxação de 0,5% sobre o preço de mercado líquido de cada bushel (27,2157 kg) de soja produzido. Destino do fundo: 50% para Organizações Estaduais (Qualified State Soybean Board). 50% para o United Soybean Board (USB)
  62. 62. Composição e Operação de Fundos Check-off Regras de Operação do Check-off As prioridades e ações do check-off estão concentrados em Pesquisa e Desenvolvimento, aprimoramento da capacidade Sistema Americano de Apoio Setorial - Soja Aliança para Inovação Agropecuária - Mecanismos 62 Pesquisa e Desenvolvimento, aprimoramento da capacidade produtiva, Comunicação, Marketing doméstico e internacional. Financia organizações como a American Soybean Association (ASA), dedicada à promoção externa da soja americana.
  63. 63. Internacionalização - Ampliação do Labex e do Programa de Cientistas Visitantes Com participação da Embrapa, OEPAS, Universidades e Parceiros Internacionais Aliança para Inovação Agropecuária - Mecanismos 63 Parceria com a CAPES, MCTI, CNPq, Fapesp para ampliação da cooperação internacional
  64. 64. Mecanismos de fomento ao empreendedorismo e à inovação Aliança para Inovação Agropecuária - Mecanismos 64 EmbrapaTec – Subsidiária da Embrapa Uma S.A. de controle integral dedicada a fortalecer as interfaces da Embrapa com o mercado de inovação. Uma Empresa, não dependente do Tesouro, dedicada à exploração comercial de inovações e dos direitos decorrentes de propriedade intelectual gerados pela Embrapa e parceiros.
  65. 65. Mecanismos de fomento ao empreendedorismo e à inovação Aliança para Inovação Agropecuária - Mecanismos 65 ParqueParque dede CiênciaCiência ee TecnologiaTecnologia TropicalTropical Complexo estruturado no Distrito Federal, envolvendo a Embrapa e instituições parceiras para promoção de cooperação internacional, empreendedorismo e geração de novos negócios de base tecnológica com foco nos desafios do mundo tropical – agricultura e bioindústrias.
  66. 66. Modelo de Governança Aliança para Inovação Agropecuária 66 Modelo de Governança Formulação final - incluindo critérios de operação da Aliança - ainda está em curso. Liderança de um Conselho de Representantes, que terá a participação do MAPA, Embrapa, Sistemas Estaduais, setor privado, universidades e outros parceiros Envolverá a definição de estratégia e foco, o estabelecimento de prioridades, a busca de novos participantes, a facilitação da captação de recursos e a definição de indicadores para acompanhamento e aferição de resultados e impactos
  67. 67. Iniciamos aqui Linha do Tempo Ago 2015 Aliança para Inovação Agropecuária Nov 2015 67 Apresentação ao Conselho Embrapa CONSAD – ML -AN Conselho de Representantes Instituído - MKA Apresentação na Reunião com o FERAB ML Anteprojeto do Parque Científico Tropical - ML Lançamento da Aliança Projeto da EmbrapaTec formulado - ML Início do programa Labex e Cientista Visitante vinculado à Aliança - ML Portfólios Prioritários da Aliança definidos - ML Apresentação ao COSAG-FIESP Reunião com Parceiros CGEE - ML Apresentação ao MEC ML Estudos de Check- off iniciados ML - AN Apresentação ao BNDES – ML - AN Reunião com CAPES, CNPq, FINEP - ML
  68. 68. Mauricio Antonio Lopes, PhDMauricio Antonio Lopes, PhDMauricio Antonio Lopes, PhDMauricio Antonio Lopes, PhDMauricio Antonio Lopes, PhDMauricio Antonio Lopes, PhD Empresa Brasileira de Pesquisa AgropecuáriaEmpresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária presidencia@embrapa.brpresidencia@embrapa.br mauricio.lopes@embrapa.brmauricio.lopes@embrapa.br www.embrapa.brwww.embrapa.br www.facebook.com/agrosustentavelwww.facebook.com/agrosustentavel www.facebook.com/lopes.mauriciowww.facebook.com/lopes.mauricio br.linkedin.com/pub/mauriciobr.linkedin.com/pub/mauricio--lopes/23/642/407lopes/23/642/407 @MauricioLopes@MauricioLopes @Science4Future@Science4Future Mauricio Antonio Lopes, PhDMauricio Antonio Lopes, PhD Empresa Brasileira de Pesquisa AgropecuáriaEmpresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária presidencia@embrapa.brpresidencia@embrapa.br mauricio.lopes@embrapa.brmauricio.lopes@embrapa.br www.embrapa.brwww.embrapa.br www.facebook.com/agrosustentavelwww.facebook.com/agrosustentavel www.facebook.com/lopes.mauriciowww.facebook.com/lopes.mauricio br.linkedin.com/pub/mauriciobr.linkedin.com/pub/mauricio--lopes/23/642/407lopes/23/642/407 @MauricioLopes@MauricioLopes @Science4Future@Science4Future

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