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Normas Técnicas PETROBRAS
N-0115: Fabricação e Montagem de Tubulações Metálicas
N-0116: Sistemas de purga de vapor em tubulações
N-2555: Inspeção em serviço de tubulação
N-1593: Ensaio não destrutivo estanqueidade

Normas Internacionais
API RP 686 - Recommended Practices for Machinery Installation and Installation Design
ASME B-31.3 - Process Piping

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Condicionamento - Diretrizes para Limpeza de Tubulações - PETROBRAS-ABEMI-ABCE

  1. 1. PROCEDIMENTO Nº: PR-0000.00-0000-970-GKY-008 CLIENTE: FOLHA: 1 de 16 PROGRAMA: ÁREA: ABEMI TÍTULO: Condicionamento - Diretrizes para Limpeza de Tubulações Anexo ao Comunicado no 30/8-2 Grupo de Trabalho PETROBRAS-ABEMI-ABCE ABEMI: PEC-1201.01 Contrato: Resp.Técnico: CREA Reg.: ÍNDICE DE REVISÕES REV. DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS 0 A B Emissão inicial Substituição do item 7.2 (Competência) por texto padrão e formatação do procedimento. Atualização geral e inclusão do item 8.6 REV. 0 REV. A REV. B REV. C REV. D REV. E REV. F REV. G REV. H DATA 31/03/10 26/08/10 XXXX PROJETO EXECUÇÃO ABEMI ABEMI ABEMI VERIFICAÇÃO GTT GTT GTT APROVAÇÃO GT GT GT Nota: Sugestões e Comentários aos Procedimentos, enviar para os e-mail’s: procedimentos@abemi.org.br e gtem@petrobras.com.br
  2. 2. PROCEDIMENTO Nº PR-0000.00-0000-970-GKY-008 REV. B FOLHA 2 de 16 TÍTULO: Condicionamento - Diretrizes para Limpeza de Tubulações Sumário 1 Objetivo......................................................................................................................................................3 2 Aplicação ...................................................................................................................................................3 3 Documentos de Referência.......................................................................................................................3 3.1 Normas PETROBRAS.......................................................................................................................3 3.2 Normas Brasileiras - ABNT ...............................................................................................................3 3.3 Normas Internacionais e Estrangeiras ..............................................................................................3 3.4 Outras Referências ...........................................................................................................................3 4 Atribuições e Responsabilidades ..............................................................................................................4 4.1 Do Gestor do Grupo de Comissionamento.......................................................................................4 4.2 Do Coordenador do Controle da Qualidade......................................................................................4 4.3 Dos supervisores e encarregados ....................................................................................................4 4.4 Do Executante...................................................................................................................................4 4.5 Dos Profissionais de SMS.................................................................................................................4 4.6 Grupo Técnico ABEMI/PETROBRAS (Grupo Temático)..................................................................4 4.7 PETROBRAS / ENGENHARIA – ABEMI..........................................................................................5 5 Termos, Definições e Siglas......................................................................................................................5 5.1 Termos e Definições .........................................................................................................................5 5.2 Siglas.................................................................................................................................................5 6 Palavra(s) Chave.......................................................................................................................................5 7 Recursos ...................................................................................................................................................5 7.1 Recursos Humanos - Funções Envolvidas .......................................................................................5 7.2 Competência (Formação / Treinamento / Habilitação / Experiência) ...............................................6 7.3 Equipamentos, Ferramentas e Instrumentos....................................................................................6 8 Métodos Executivos ..................................................................................................................................6 8.1 Sopragem com Ar .............................................................................................................................6 8.2 Sopragem com Vapor (steam out) ....................................................................................................7 8.3 Lavagem de Linhas .........................................................................................................................10 8.4 Limpeza Quimica – Decapagem / Apassivação / Desengraxe ......................................................12 8.5 Limpeza com óleo - Flushing ..........................................................................................................13 8.6 Limpeza Atravez de Jateamento (usando esponjas com óxido de alumínio).................................13 9 Requisitos de Segurança, Meio Ambiente e Saúde................................................................................15 10 Registros ...............................................................................................................................................15 11 Anexos...................................................................................................................................................15
  3. 3. PROCEDIMENTO Nº PR-0000.00-0000-970-GKY-008 REV. B FOLHA 3 de 16 TÍTULO: Condicionamento - Diretrizes para Limpeza de Tubulações 1 Objetivo Este procedimento estabelece as condições mínimas a serem utilizadas na limpeza de Tubulações com o objetivo de remoção de materiais estranhos e depósitos presentes no interior das tubulações e sistemas. A limpeza deve ser executada após o teste hidrostático / pneumático e antes do condicionamento final. Recomenda-se que este procedimento seja executado na sequência imediata à realização do teste hidrostático aproveitando-se o volume de água existente nas linhas. No caso de impossibilidade de sua realização imediata, recomenda-se que seja realizado em até 3 meses do teste hidrostático, nesse caso deve-se drenar previamente as linhas e seca-las tanto quanto possível. Para uma melhor performance de preservação recomenda-se realizar a sopragem das linhas com ar comprimido retirando-se o excesso de água acumulada. Deve ser escolhido o método de limpeza recomendado pelo projeto de acordo com as características do sistema e fluido e de acordo com a disponibilidade de utilidades existente. 2 Aplicação Este procedimento aplica-se às atividades de Construção e Montagem nos contratos firmados no âmbito da PETROBRAS/ETM. NOTA Caso seja preciso utilizar metodologia diferente de algum item deste Procedimento, deve ser elaborada uma instrução de trabalho específica. 3 Documentos de Referência NOTA No caso de indicação de revisão da norma diferente da revisão do contrato deve prevalecer à revisão constante do contrato, salvo acordo entre a PETROBRAS e a empresa contratada. 3.1 Normas PETROBRAS N-0115 – Fabricação e Montagem de Tubulações Metálicas N-0116 – Sistemas de purga de vapor em tubulações N-2555 – Inspeção em serviço de tubulação N-1593 – Ensaio não destrutivo estanqueidade 3.2 Normas Brasileiras - ABNT Não há Normas Brasileiras neste Procedimento. 3.3 Normas Internacionais e Estrangeiras API RP 686 - Recommended Practices for Machinery Installation and Installation Design ASME B-31.3 - Process Piping 3.4 Outras Referências Documentos do projeto (especificações, desenhos etc.) Documentos do fabricante
  4. 4. PROCEDIMENTO Nº PR-0000.00-0000-970-GKY-008 REV. B FOLHA 4 de 16 TÍTULO: Condicionamento - Diretrizes para Limpeza de Tubulações Diretriz Contratual – Anexo de Requisitos de Comissionamento Diretriz Contratual – Anexo de Requisitos da Preservação Outras normas ou requisitos aplicáveis. 4 Atribuições e Responsabilidades 4.1 Do Gestor do Grupo de Comissionamento a) Providenciar os recursos materiais e humanos necessários à execução dos serviços; b) Coordenar a execução dos serviços; c) Providenciar as soluções técnicas e administrativas necessárias. 4.2 Do Coordenador do Controle da Qualidade a) atuar de forma que os serviços sejam executados de acordo com este procedimento e seus resultados registrados; b) disponibilizar os documentos necessários às verificações previstas, conforme este procedimento, diretriz contratual e normas aplicáveis; c) delegar pessoal responsável pelo acompanhamento do processo de limpeza das tubulações; d) arquivar os registros e realizar a transferência dos documentos para o cliente final. 4.3 Dos supervisores e encarregados a) Promover a orientação e execução dos serviços conforme este procedimento e os procedimentos específicos; b) Exigir a utilização dos EPIs (Equipamento de Proteção Individual) necessários à execução dos serviços; c) Solicitar ao Controle da Qualidade as inspeções necessárias; d) Providenciar documentos e liberações necessárias para o início dos serviços; e) Realizar o DDSMS (Dialogo Diario de Segurança, Meio Ambiente e Saude), participar da elaboração das APRs (Analise Preliminar de Risco) dos serviços e fiscalizar o seu cumprimento. 4.4 Do Executante a) Executar os serviços conforme este procedimento e os procedimentos específicos; b) Manter os equipamentos em perfeitas condições de uso; c) Utilizar os EPIs aplicáveis conforme requerido. 4.5 Dos Profissionais de SMS Responsável por orientar, acompanhar a execução dos serviços a fim de evitar desvio, incidente, acidentes e impacto ao Meio Ambiente. 4.6 Grupo Técnico ABEMI/PETROBRAS (Grupo Temático) Responsável pela emissão e atualização desse procedimento.
  5. 5. PROCEDIMENTO Nº PR-0000.00-0000-970-GKY-008 REV. B FOLHA 5 de 16 TÍTULO: Condicionamento - Diretrizes para Limpeza de Tubulações 4.7 PETROBRAS / ENGENHARIA – ABEMI Responsável pela aprovação conjunta desse procedimento. 5 Termos, Definições e Siglas 5.1 Termos e Definições Para as terminologias e definições de comissionamento favor consultar o Procedimento Geral de Comissionamento PEC –1201.00. 5.2 Siglas APR - Análise Preliminar de Risco; AST - Análise de Segurança da Tarefa; DDSMS - Diálogo Diário de Segurança, Meio Ambiente e Saúde; EPC - Equipamentos de Proteção Coletiva; EPI - Equipamento de Proteção Individual; FISPQ - Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos; PDRE - Plano Diretor de Resíduos e Efluentes; PT - Permissão de Trabalho; PTT - Permissão de Trabalho Temporária; SMS - Segurança, Meio Ambiente e Saúde. 6 Palavra(s) Chave — Apassivação  Comissionamento  Condicionamento  Decapagem  Desengraxe  Flushing  Lavagem  Limpeza química  Sopragem  Steam Out  Tubulação  Vapor 7 Recursos 7.1 Recursos Humanos - Funções Envolvidas a) Coordenador / Gerente de Comissionamento; b) Supervisor/Encarregado; c) Executante; d) Ajudante; e) Técnico de SMS; f) Entre outros, quando aplicável
  6. 6. PROCEDIMENTO Nº PR-0000.00-0000-970-GKY-008 REV. B FOLHA 6 de 16 TÍTULO: Condicionamento - Diretrizes para Limpeza de Tubulações 7.2 Competência (Formação / Treinamento / Habilitação / Experiência) Para os Empreendimentos em geral, as atividades inerentes às funções que afetam a qualidade do produto para a área de comissionamento têm sua competência estabelecida com base em formação, treinamento, habilidade e/ou experiência na função comprovada através de documentos legais, prevalecendo às diretrizes do instrumento contratual. 7.3 Equipamentos, Ferramentas e Instrumentos Os recursos (equipamentos, ferramentas e instrumentos) que se fizerem necessários, devem ser disponibilizados pela executante e devem ser utilizados racionalmente de forma a garantir a execução dos serviços, com o objetivo de atingir a produtividade requerida. Os instrumentos devem estar calibrados e com seus respectivos certificados válidos, em conformidade aos padrões de qualidade adotados no contrato e devem ter precisão compatível com as medições a serem realizadas. 8 Métodos Executivos 8.1 Sopragem com Ar O objetivo da Sopragem com Ar é remover e eliminar por arraste eventuais detritos remanescentes do processo de montagem e alguma quantidade de água presente nos pontos baixos das tubulações. Como forma de não interferir no andamento dos serviços de montagem, recomenda-se a execução dos serviços de sopragem com ar comprimido em horários de pouco tráfego (almoço, período noturno ou finais de semana 8.1.1 Antes da Sopragem  Os sistemas para limpeza serão previamente determinados, por conjunto ou SOPs (Sistema Operacional), assinalados nos fluxogramas correspondentes;  Remover ou isolar todos os instrumentos e elementos de medição (ex: placas de orifícios, orifícios de restrição) e outros acessórios que poderão ser bloqueados ou danificados por arraste de carepas ou outros corpos estranhos;  Verificar que todas as válvulas de bloqueio manual estejam na posição Aberta;  Verificar que todos os drenos e vent´s do sistema estejam na posição Fechada;  Remover ou isolar todas as válvulas de controle substituindo-as por carretéis onde necessário;  Isolar os equipamentos existentes no circuito, salvo orientações em contrário;  Não soprar as linhas a montante de equipamentos para dentro deles. A tubulação deve ser bloqueada por raquetes, ou desconectada e afastada do flange de conexão com os equipamentos, os quais deverão estar isolados por raquetes;  É necessário que todas as conexões, suportes e tirantes existentes em linhas e equipamentos, estejam bem fixadas para evitar acidentes;
  7. 7. PROCEDIMENTO Nº PR-0000.00-0000-970-GKY-008 REV. B FOLHA 7 de 16 TÍTULO: Condicionamento - Diretrizes para Limpeza de Tubulações  A vazão de ar utilizada deve ser compatível com o diâmetro da linha, de modo a garantir a velocidade necessária para remoção dos detritos, dimensionando-se os equipamentos e instalações provisórias necessárias e suficientes para a realização das tarefas;  Proteger e sinalizar adequadamente os pontos onde ocorrerão descartes da sopragem de modo a evitar acidentes, pelo arraste de objetos em correntes a alta velocidade;  Realizar o alinhamento das válvulas do sistema conforme planejado antes da execução da sopragem de modo a evitar a pressurização indevida do sistema e realizar uma operação segura; 8.1.2 Durante a Sopragem  Utilizar como fluido ar comprimido industrial ou gás seco sem presença de umidade e óleo compatíveis com o processo;  Durante o processo de sopragem manter o deslocamento no sentido descendente durante tempo suficiente para garantir a limpeza do trecho da linha;  Iniciar, cuidadosamente, a admissão de ar comprimido no circuito ou sistema a ser soprado, acompanhando a elevação da pressão através dos manômetros de campo;  A intervalos regulares de pressão, abrir drenos para eliminação de eventual condensado formado, voltando a fechar em seguida. 8.1.3 Após a Sopragem  Considerada satisfatória a sopragem das linhas do circuito ou sistema, bloquear a alimentação de ar comprimido;  Proceder à remoção de todos os dispositivos temporários utilizados e carretéis;  Reinstalar todos os itens removidos para a execução da sopragem recompondo o sistema;  Verificar se todas as válvulas de retenção estão destravadas e recompor os internos que tenham sido removidos;  Certificar-se durante a remontagem, que as juntas usadas nas conexões de tubulações e válvulas tenham sido adequadamente instaladas e as juntas provisórias sejam substituídas por definitivas onde forem requeridas ou quando o sistema for disponibilizado para a etapa de pré-operação;  Os resultados devem ser registrados por sistema soprado em formulário específico liberado pela Fiscalização da Petrobras; 8.2 Sopragem com Vapor (steam out) O objetivo da Sopragem com Vapor é a remoção de resíduos que possam causar danos mecânicos aos equipamentos e observar o comportamento mecânico da tubulação durante o aquecimento. Sugere-se a execução destes trabalhos em dias e horários de baixo número de pessoas na obra e realizar o isolamento adequado das áreas próximas à passagem do fluido em razão dos riscos envolvidos, devendo, de qualquer forma, todos estarem amplamente avisados da ocorrência de testes com vapor e da necessidade de utilização dos EPIs recomendados para a situação.
  8. 8. PROCEDIMENTO Nº PR-0000.00-0000-970-GKY-008 REV. B FOLHA 8 de 16 TÍTULO: Condicionamento - Diretrizes para Limpeza de Tubulações 8.2.1 Antes da Sopragem  Estabelecer contato com o órgão operacional visando planejar as etapas da sopragem de vapor;  A sopragem de vapor deverá ser realizada conforme acordado com o órgão operacional que determinará os critérios de aceitação da mesma, a duração, quantidade e localização de corpos de prova e silenciadores;  Os SOPs deverão estar totalmente montados, testados e disponibilizados nos respectivos limites;  Os limites de bateria e interligações com sistemas e equipamentos adjacentes deverão ser identificados, alinhados e etiquetados para a segurança da operação;  Aterrar as tubulações visando evitar acidentes por eletricidade estática;  Remover ou bloquear todos os elementos de medição, placas de orifício, orifícios de restrição e outros acessórios que possam ser danificados por arraste de carepas ou outros corpos estranhos;  PSV´s devem ser removidas ou raqueteadas durante a sopragem do trecho de linha em que se encontram, mas reinstaladas imediatamente após para que possam atuar em caso de elevação de pressão na continuidade da sopragem.  As válvulas de bloqueio no limite de bateria devem ser substituídas por “válvulas de sacrifício”. O controle da vazão de sopragem deve ser feito somente por estas válvulas. Para evitar desgaste, as demais válvulas do sistema devem estar totalmente abertas ou totalmente fechadas durante as sopragens. As válvulas provisórias devem ser do tipo gaveta e as gaxetas deverão ser do mesmo tipo das válvulas da linha a ser soprada.  Fixar todas as conexões, suportes e tirantes existentes em linhas e equipamentos para evitar acidentes;  Remover as travas dos suportes de mola, verificar e registrar as suas respectivas posições a frio;  Retirar o travamento das juntas de expansão;  Instalar os silenciadores temporários nos locais pré-determinados e assinalados nos fluxogramas específicos, adequados aos níveis de pressão do fluido utilizado;  Adotar sinalização adequada alertando sobre a existência de linhas e equipamentos com temperaturas elevadas;  Adotar as cautelas adequadas quanto às tubulações não isoladas que podem ocasionar lesões graves. As mesmas devem ser identificadas;  Isolar a área e identificar os vents e drenos de modo a não serem operados inadvertidamente, evitando acidentes graves;  Efetuar a abertura dos drenos dos pontos baixos das tubulações para evitar o “martelo hidráulico” e sérios prejuízos às tubulações e equipamentos;  Para tubulações novas, antes da sopragem com vapor, o sistema deve ser lavado com água, conforme item 8.3;  Os dispositivos provisórios de limpeza com vapor devem ter flexibilidade e classe de pressão compatível com as condições de serviço e atender ao código de projeto aplicável;
  9. 9. PROCEDIMENTO Nº PR-0000.00-0000-970-GKY-008 REV. B FOLHA 9 de 16 TÍTULO: Condicionamento - Diretrizes para Limpeza de Tubulações  Verificar se a operação de “steam out” foi prevista no projeto de tubulação das linhas envolvidas considerando materiais adequados e flexibilidade, inclusive válvulas e acessórios que possuem elementos de vedação resiliente;. A temperatura do vapor utilizado nunca deve ser superior a temperatura de projeto da linha;  Equipamentos e instrumentos instalados na direção ou proximidade da descarga de vapor devem ser previamente protegidos;  Os corpos de prova para o teste de partículas deverão ser instalados de acordo com a norma API RP 686; 8.2.2 Durante a Sopragem  Durante as operações de aquecimento, sopragens e pressurizações a equipe de Comissionamento deverá monitorar e vistoriar todo o circuito do SOP e/ou SSOP.  Monitorar e registrar o ruído durante as sopragens;  A sopragem com vapor deve sempre ser executada no sentido do fluxo, iniciando pela linha tronco e depois pelos ramais;  Abrir todos os vents e drenos da linha principal (Header), no inicio da abertura do bloqueio junto ao limite de bateria com a Utilidades, para evitar o acúmulo de condensado;  Na extremidade das linhas dos sistemas, abrir apenas ¼ do curso total das válvulas vent direcionadas para atmosfera, para eliminar o ar contido e proporcionar o adequado aquecimento, alcançando ao final a temperatura normal de trabalho da utilidade; caso o vapor seja admitido muito rapidamente em um sistema frio, ocorrerá o preenchimento imediato do sistema e o contato com as paredes frias de equipamentos e tubulações irá provocar condensação e possibilidade de ocorrência de “martelo hidráulico”, podendo causar danos a válvulas ou curvas existentes em tubulações;  Quando as válvulas de admissão de vapor forem abertas não devem existir pessoas em frente a drenos e suspiros das tubulações e equipamentos, o que pode vir a causar acidentes graves;  Drenar nos pontos pré-determinados, o condensado que normalmente é formado no sistema durante a pressurização;  O aquecimento (inserir vapor) das linhas deve ser gradual, a fim de evitar “martelamento hidráulico”;  Após o aquecimento, iniciar a sopragem.  O tempo requerido para o aquecimento de uma linha ou sistema de processo depende basicamente do diâmetro e comprimento das tubulações aliada aos parâmetros de temperatura e pressão de operação;  Verificar nos pontos de dilatação máxima da linha se não estão ocorrendo interferências com outras linhas e perda de suportação;  Verificar o adequado funcionamento de cada purgador;  Em intervalos regulares de pressão, abrir drenos para eliminação de eventual condensado formado, voltando a fechar em seguida;
  10. 10. PROCEDIMENTO Nº PR-0000.00-0000-970-GKY-008 REV. B FOLHA 10 de 16 TÍTULO: Condicionamento - Diretrizes para Limpeza de Tubulações  Interromper a sopragem no tempo estabelecido ou quando o critério de finalização for alcançado, como por exemplo quando a chapa de teste estiver dentro do parâmetro de qualidade esperado; 8.2.3 Após a Sopragem  Prover a operação adequada dos drenos e vents a fim de evitar a formação de vácuo em equipamentos e linhas através da condensação de vapor;  Após a aprovação das sopragens, recompor os sistemas com os elementos de medição, placas de orifícios, orifícios de restrição e outros acessórios que foram retirados durante a sopragem, efetuando o fechamento definitivo do sistema;  Quando requerido pelo projeto ou pelo órgão operacional, a tubulação deve ser mantida com Nitrogênio ou água desmineralizada com aditivo anticorrosivo e bactericida. Neste último caso, os suportes de mola deverão ser travados;  Os resultados devem ser registrados por sistema soprado em formulário específico, previamente liberado pela fiscalização da Petrobras. 8.3 Lavagem de Linhas O objetivo da Lavagem de Linhas com água é a remoção de depósitos de ferrugem, pontas de eletrodos, restos de montagem, escórias, poeiras, rebarbas e outros corpos estranhos presentes no interior de equipamentos e tubulações remanescentes das fases de construção e montagem. 8.3.1 Antes da Lavagem  A água utilizada na lavagem deve ser analisada sempre que houver preocupação com contaminação por cloretos;  Estabelecer, previamente, em conjunto com a Petrobras os pontos de descarte da lavagem, listando as medidas preventivas para evitar danos ao meio ambiente, decorrentes da qualidade do produto utilizado como fluido de limpeza e do efluente final. Deve estar claramente definido no Plano Diretor de Resíduos e Efluentes qual o destino a ser dado aos efluentes da lavagem;  Considerar para cada diâmetro a vazão / velocidade mínimas para promover o arraste de sólidos dimensionando o equipamento / instalação adequado para a realização da tarefa;  Remover, “baipassar” ou bloquear todos os elementos de medição, instrumentos, placas de orifício, orifícios de restrição e outros acessórios que poderão ser danificados por arraste de carepas ou outros corpos estranhos;  Remover substituindo por carretéis as válvulas de controle, de alívio ou de segurança, shut-off, on- off, e onde possível, remover, bloquear ou baipassar as válvulas manuais tipo “globo”.  Os instrumentos existentes devem ser removidos ou isolados para possibilitar o trabalho sem danifica-los;
  11. 11. PROCEDIMENTO Nº PR-0000.00-0000-970-GKY-008 REV. B FOLHA 11 de 16 TÍTULO: Condicionamento - Diretrizes para Limpeza de Tubulações  Atenção ao correto posicionamento das figuras 8, flanges cegos e check-valves distribuídas ao longo do sistema.  Abrir totalmente todas as válvulas de bloqueio nas linhas para limpeza, à exceção daquelas que isolam equipamentos;  Verificar no projeto se as tubulações podem ser preenchidas com água (devido ao peso) e, caso permitido, se são necessários suportes provisórios que devam ser construídos e montados nos pontos indicados;  Remover ou travar os elementos internos das válvulas de retenção existentes no circuito de lavagem;  Não lavar as linhas a montante de equipamentos para dentro dos mesmos. A tubulação deve ser desconectada, afastada do flange, que deverá estar protegido;  É necessário que todas as conexões, suportes ou tirantes existentes em linhas e equipamentos, estejam bem fixadas para evitar acidentes;  Proteger, isolar e sinalizar adequadamente os pontos onde ocorrerão descartes da lavagem, de modo a evitar acidentes, pelo arraste de objetos em correntes a alta velocidade;  Verificar se os pontos de drenagem da água de lavagem de equipamentos não irão causar danos ao isolamento térmico ou prejuízo a outros trabalhos paralelos, como por exemplo, o tratamento térmico. 8.3.2. Durante a Lavagem  A Limpeza deve ser executada de acordo com o descrito no procedimento e assinalado nos fluxogramas;  A lavagem deve ser feita, preferencialmente, abrindo-se um ponto de descarte por vez e, permanecendo os demais bloqueados, para manter a velocidade adequada à lavagem;  Os sistemas de tubulação serão considerados limpos quando a água sair livre de detritos a uma velocidade mínima adequada. 8.3.3. Após a Lavagem  Recompor os sistemas com os elementos de medição, placas de orifícios, orifícios de restrição e outros acessórios que foram retirados durante a lavagem, efetuando o fechamento definitivo do sistema;  Certificar-se durante a remontagem, que as juntas usadas nas conexões de tubulações e válvulas tenham sido adequadamente instaladas e as juntas provisórias sejam substituídas por definitivas onde forem requeridas ou quando o sistema for disponibilizado para a etapa de pré-operação;  A tubulação deve ser identificada como lavada, em local visível;  Os resultados devem ser registrados por sistema lavado em formulário específico, previamente liberado pela fiscalização da Petrobras;  Concluída a lavagem, bloquear a alimentação de água de suprimento;  Esgotar todo o circuito para a atmosfera, pelos pontos baixos, com os respiros abertos para não provocar a formação de vácuo;
  12. 12. PROCEDIMENTO Nº PR-0000.00-0000-970-GKY-008 REV. B FOLHA 12 de 16 TÍTULO: Condicionamento - Diretrizes para Limpeza de Tubulações  Quando requerido, após o esgotamento das linhas, realizar a sopragem com ar comprimido para a remoção de excesso de água (cf. 8.1);  Quando requerido, realizar a preservação das linhas com fluido anticorrosivo e bactericida ou gás inerte; 8.4 Limpeza Quimica – Decapagem / Apassivação / Desengraxe O objetivo da limpeza química é remover a camada oxidada, óleos e graxas ou outros materiais estranhos aderidos às tubulações. 8.4.1. Antes da Limpeza Química  Deve ser efetuado estudo preliminar para escolha do tipo de limpeza química a ser executada;  Devem ser tomadas todas as medidas preventivas visando preservar as pessoas envolvidas, o meio ambiente e as instalações;  A limpeza química deverá ser realizada apenas por empresas qualificadas, que deverão apresentar previamente um procedimento específico do serviço a executar, contemplando os requisitos de SMS e as recomendações da N-0115;  Definir os pontos de injeção, drenagem e respiro do produto químico a ser utilizado e quais os dispositivos auxiliares de limpeza a serem fabricados, como por exemplo conexões e carretéis;  Analisar previamente a compatibilidade entre as soluções químicas de limpeza e do material do sistema de tubulação e relacionar quais acessórios deverão ser removidos, devido à incompatibilidade química;  Todos dispositivos, peças e equipamentos que possam se danificar ou restringir o fluxo (filtros, válvulas de controle, válvulas de segurança, válvulas de retenções, purgadores, placas de orifício, instrumentos e etc.) tem que ser removidos ou isolados através de by pass ou raqueteamento.  Verificar no projeto se as tubulações podem ser preenchidas com água (devido ao peso) e, caso permitido, se são necessários suportes provisórios que devam ser construídos e montados nos pontos indicados. Os suportes de molas deverão ser travados (se houver).  Após análise dos desenhos, fluxogramas dos sistemas e características específicas de cada sistema, será definida a vazão mínima que determina a velocidade de circulação do produto nos vários pontos das tubulações;  Deve ser elaborada folha tarefa específica para cada limpeza química de cada sistema;  Serão identificados nos fluxogramas dos sistemas onde haverá circulação de produtos químicos, os pontos de inspeção final e o grau de qualidade da limpeza química;  Antes de ser iniciada a limpeza química, todos os setores serão alertados dos riscos envolvidos e adotadas as recomendações descritas na Análise Preliminar de Risco. 8.4.2. Durante a Limpeza Química  Manter verificação constante em todo o sistema durante o processo de limpeza química para prevenir ocorrências anormais;
  13. 13. PROCEDIMENTO Nº PR-0000.00-0000-970-GKY-008 REV. B FOLHA 13 de 16 TÍTULO: Condicionamento - Diretrizes para Limpeza de Tubulações  Se após a conclusão da limpeza química ainda persistir a formação de oxidação nas tubulações, todo o processo deverá ser repetido;  Deve ser efetuado acompanhamento da concentração da solução ácida, de modo a verificar se é o momento de concluir a fase ácida ou de renovar a solução;  Nas soluções ácidas é obrigatória a substituição da solução quando o teor de íons de ferro for superior a 0,4 %. 8.4.3. Depois da Limpeza Química Após a limpeza química deve ser verificada a necessidade de inertização com gás inerte para preservação e/ou para eliminação atmosfera explosiva como condição de pré-partida dos sistemas devendo mantê-los pressurizados, monitorando sua pressão até a partida.  Emitir Certificado de Limpeza Química das Tubulações; 8.5 Limpeza com óleo - Flushing O objetivo da Limpeza com óleo - flushing é remover a camada oxidada, óleos e graxas ou impurezas aderidos à tubulação e assegurar a limpeza e qualidade do óleo de sistemas hidráulicos. 8.5.1. Considerações Básicas  Em tubulações onde exigida limpeza com óleo deve ser instalado um filtro temporário, antes do início dos serviços, visando recolher os detritos do interior da linha e permitir análise do grau de remoção destes ao longo do processo;  A graduação da tela deve ser selecionada em função das características das impurezas e dos equipamentos ligados às tubulações;  Para este caso específico o procedimento de limpeza deve considerar a tubulação limpa quando o óleo estiver dentro dos parâmetros de impureza aceitáveis pelo fabricante do equipamento ou, se estes parâmetros não estiverem disponíveis, quando não for detectada presença de impurezas depositadas no filtro, após circulação do óleo, por um período mínimo de 6 h, a uma velocidade mínima de 3 m/s. 8.5.2 Considerações Específicas Para execução da limpeza com óleo, consultar se existem procedimentos de Flushing específicos para cada grupo de equipamentos ou fornecedor (exemplo: compressores). 8.6 Limpeza Atravez de Jateamento (usando esponjas com óxido de alumínio) O objetivo da Limpeza através de jateamento é a remoção de materiais estranhos e depósitos presentes no seu interior e a preservação da tubulação. O método consiste em jatear internamente a tubulação com esponja de poliuretano seco, lançamento de pig e aplicação de produto anti-corrosivo visando
  14. 14. PROCEDIMENTO Nº PR-0000.00-0000-970-GKY-008 REV. B FOLHA 14 de 16 TÍTULO: Condicionamento - Diretrizes para Limpeza de Tubulações atingir o grau de limpesa As 3 ( metal branco). Este método minimiza a utilização de água e o tratamento de efluente alem de obter um grau de limpeza alem do requerido. 8.6.1. Antes da Limpeza Atravez de Jateamento  Deve ser efetuado estudo preliminar para escolha do tipo de jateamento a ser executado;  Devem ser tomadas todas as medidas preventivas visando preservar as pessoas envolvidas, o meio ambiente e as instalações;  O jateamento deve ser executado preferencialmente após a fabricação dos Spools, em linhas já instaladas deve ser avaliada a viabilidade em função do lay out da instalação. O processo deve ser executado a seco com produto abrasivo com esponja, Pig mecânico com produto anti- corrosivo com garantia de no mínimo um ano.  Todos dispositivos, peças e equipamentos que possam se danificar ou restringir o fluxo (filtros, válvulas de controle, válvulas de segurança, válvulas de retenções, purgadores, placas de orifício, instrumentos e etc.) tem que ser removidos ou isolados através de by pass ou raqueteamento para execução do jateamento e do lançamento de Pig. 8.6.2. Durante a Limpeza Atravez de Jateamento  A limpeza com abrasivos envolvidos com esponja de poliuretano seco deverá manter o perfil de limpeza visual Sa 3 (metal branco), uniforme em toda a extensão do tubo.  O mesmo processo deve seguir quando for feito a passagem de PIG com escova de aço e espuma mecanicamente, seguindo o critério de limpeza Sa1 a Sa2, conforme exigido pela engenharia e o tipo do fluido.  Para os sistemas que serão usados os abrasivos envolvidos com esponja de poliuretano, o grau de limpeza deverá atingir Sa 2.½ a Sa 3, conforme determinado pela engenharia e o tipo do fluido.  Executar inspeção visual antes da aplicação do inibidor de corrosão, a fim de verificar se o padrão final de limpeza está de acordo com o especificado no grau de limpeza, conforme cada sistema de tubulação.  Nesta inspeção, também deve ser verificado se existem vestígios de óleo, graxa, sais, gordura ou outro objetos estranhos ao sistema. 8.6.3. Depois da Limpeza Atravez de Jateamento  Após realizar a limpeza, deverá se dar inicio o processo de proteção com inibidor de corrosão.  A água do teste hidrostático deverá conter um produto anti-corrosivo, mantendo o padrão de limpeza desejavel com a capacidade do sistema. Sempre que for necessário deve-se fazer uma varredura com Borocóspio fotografando os principais pontos. 8.6.4 Considerações Específicas  O método de Jateamento interno das tubulações por abrasivo seco (SPONGE JET) e limpeza por PIG mecânico puxado com guincho, com pulverização de produto biodegradável 775 (CHESTERTON) para preservação de tubulação, atinge um nível de limpeza superior aos outros
  15. 15. PROCEDIMENTO Nº PR-0000.00-0000-970-GKY-008 REV. B FOLHA 15 de 16 TÍTULO: Condicionamento - Diretrizes para Limpeza de Tubulações métodos tradicionais de limpeza, podendo substituí-los, porem deve-se acordar com o cliente antes da substituição. 9 Requisitos de Segurança, Meio Ambiente e Saúde 9.1 Todos os profissionais envolvidos nas atividades a executar devem estar capacitados e treinados nos aspectos de SMS relacionados. 9.2 Antes de iniciar os trabalhos, verificar os procedimentos de SMS específicos. 9.3 Todas as atividades de serviços devem ser precedidas de APR; AST e o Levantamento de Impactos Ambientais das atividades a serem desenvolvidas. NOTA 1 Verificar a necessidade de PT ou PTT. NOTA 2 Em caso de mudanças de pessoas, materiais, equipamentos e ou processos, revisar a APR e a AST. NOTA 3 Sinalizar e isolar a área de desenvolvimento da atividade quando esta oferecer riscos. 9.4 Diariamente, antes do início da atividade, deve ser realizado o DDSMS focado nas atividades do dia, preferencialmente incidentes relativos aquelas atividades e registrá-los. 9.5 As ferramentas e equipamentos a serem utilizados devem ser inspecionados diariamente e devem estar em bom estado de conservação, antes de iniciar as atividades. 9.6 Verificar se os acessos, andaimes e iluminação são suficientes e adequados ao trabalho, assim como os trabalhos em paralelo (simultâneos e/ou sobrepostos) não oferecem riscos à segurança. 9.7 Utilizar os EPCs e EPIs necessários e indicados para a execução dos serviços e seguir sempre as orientações de SMS. 9.8 As sobras de materiais, peças e ferramentas devem ser recolhidas no término da jornada diária de trabalho (ou no término da atividade), deixando a área limpa e em ordem. A segregação dos resíduos gerados deve ser realizada através da coleta seletiva, conforme prescrito no PDRE da empresa. 9.9 Para utilização de produtos químicos, disponibilizar e atender a FISPQ e armazenar adequadamente conforme disposições indicadas. 9.10 Em caso de acidentes (segurança e meio ambiente), comunicar imediatamente a supervisão e proceder de acordo ao Plano de Emergência da obra. 10 Registros Não há Registros neste Procedimento. 11 Anexos
  16. 16. PROCEDIMENTO Nº PR-0000.00-0000-970-GKY-008 REV. B FOLHA 16 de 16 TÍTULO: Condicionamento - Diretrizes para Limpeza de Tubulações Não há Anexos neste Procedimento.

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