Apresentação1

4.778 visualizações

Publicada em

Apresentação dos alunos da EE BRASIL, Limeira,SP

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
4.778
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
129
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
77
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Apresentação1

  1. 1. E.E.Brasil Disciplina: Educação Física Trabalho Sobre:
  2. 2. Anorexia
  3. 3. <ul><li>ANOREXIA NERVOSA </li></ul><ul><li>Sinônimos </li></ul><ul><li>Anorexia, transtornos alimentares </li></ul><ul><li>O que é? </li></ul><ul><li>Anorexia nervosa é um transtorno alimentar no qual a busca implacável por magreza leva a pessoa a recorrer a estratégias para perda de peso, ocasionando importante emagrecimento. As pessoas anoréxicas apresentam um medo intenso de engordar mesmo estando extremamente magras. Em 90% dos casos, acomete mulheres adolescentes e adultas jovens, na faixa de 12 a 20 anos. É uma doença com riscos clínicos, podendo levar à morte por desnutrição. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>O que se sente? </li></ul><ul><li>Perda de peso em um curto espaço de tempo. </li></ul><ul><li>Alimentação e preocupação com peso corporal tornam-se obsessões. </li></ul><ul><li>Crença de que se está gordo, mesmo estando excessivamente magro. </li></ul><ul><li>Parada do ciclo menstrual (amenorréia). </li></ul><ul><li>Interesse exagerado por alimentos. </li></ul><ul><li>Comer em segredo e mentir a respeito de comida. </li></ul><ul><li>Depressão, ansiedade e irritabilidade. </li></ul><ul><li>Exercícios físicos em excesso. </li></ul><ul><li>Progressivo isolamento da família e amigos. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Complicações médicas   </li></ul><ul><li>Desnutrição e desidratação. </li></ul><ul><li>Hipotensão (diminuição da pressão arterial). </li></ul><ul><li>Anemia. </li></ul><ul><li>Redução da massa muscular. </li></ul><ul><li>Intolerância ao frio. </li></ul><ul><li>Motilidade gástrica diminuída. </li></ul><ul><li>Amenorréia (parada do ciclo menstrual). </li></ul><ul><li>Osteoporose (rarefação e fraqueza óssea). </li></ul><ul><li>Infertilidade em casos crônicos. </li></ul><ul><li>Maior propensão a infecções por comprometimento do sistema imunológico. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Quais são as causas? </li></ul><ul><li>Não existe uma causa única para explicar o desenvolvimento da anorexia nervosa. Essa síndrome é considerada multideterminada por uma mescla de fatores biológicos, psicológicos, familiares e culturais. Alguns estudos chamam atenção que a extrema valorização da magreza e o preconceito com a gordura nas sociedades ocidentais estariam fortemente associada à ocorrência desses quadros. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Como se desenvolve? </li></ul><ul><li>A preocupação com o peso e a forma corporal leva o adolescente a iniciar uma dieta progressivamente mais seletiva, evitando ao máximo alimentos de alto teor calórico. Aparecem outras estratégias para perda de peso como, por exemplo: exercícios físicos excessivos, vômitos, jejum absoluto. </li></ul><ul><li>A pessoa segue se sentindo gorda, apesar de estar extremamente magra, acabando por se tornar escrava das calorias e de rituais em relação à comida. Isola-se da família e dos amigos, ficando cada vez mais triste irritada e ansiosa. Dificilmente, a pessoa admite ter problemas e não aceita ajuda de forma alguma. A família às vezes demora para perceber que algo está errado. Assim, as pessoas com anorexia nervosa podem não receber tratamento médico, até que tenham se tornado perigosamente magras e desnutridas. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Como se trata? </li></ul><ul><li>O tratamento deve ser realizado por uma equipe multidisciplinar formada por psiquiatra, psicólogo, pediatra, clínico e nutricionista, em função da complexa interação de problemas emocionais e fisiológicos nos transtornos alimentares. </li></ul><ul><li>Quando for diagnosticada a anorexia nervosa, o médico deve avaliar se o paciente está em risco iminente de vida, requerendo, portanto, hospitalização. </li></ul><ul><li>O objetivo primordial do tratamento é a recuperação do peso corporal através de uma reeducação alimentar com apoio psicológico. Em geral, é necessária alguma forma de psicoterapia para ajudar o paciente a lidar com sua doença e com as questões emocionais subjacentes. </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Psicoterapia individual, terapia ou orientação familiar, terapia cognitivo-comportamental (uma psicoterapia que ensina os pacientes a modificarem pensamentos e comportamentos anormais) são, em geral, muito produtivas. </li></ul><ul><li>Para o quadro de anorexia nervosa não há medicação específica indicada. O uso de antidepressivos pode ser eficaz se houver persistência de sintomas de depressão após a recuperação do peso corporal. </li></ul><ul><li>O tratamento da anorexia nervosa costuma ser demorado e difícil. O paciente deve permanecer em acompanhamento após melhora dos sintomas para prevenir recaídas. </li></ul>
  10. 10. <ul><li>Como se previne? </li></ul><ul><li>Uma diminuição da pressão cultural e familiar com relação à valorização de aspectos físicos, forma corporal e beleza pode eventualmente reduzir a incidência desses quadros. É fundamental fornecer informações a respeito dos riscos dos regimes rigorosos para obtenção de uma silhueta &quot;ideal&quot;, pois eles têm um papel decisivo no desencadeamento dos transtornos alimentares. </li></ul>
  11. 11. Fotos
  12. 13. Bulimia
  13. 14. <ul><li>BULIMIA NERVOSA </li></ul><ul><li>Sinônimos </li></ul><ul><li>Bulimia, transtornos alimentares </li></ul><ul><li>O que é? </li></ul><ul><li>A Bulimia Nervosa é um Transtorno Alimentar que se caracteriza pela ingestão de grandes quantidades de alimentos (episódios de comer compulsivo ou episódios bulímicos), seguidos por métodos compensatórios, tais como vômitos auto-induzidos, uso de laxantes e/ou diuréticos e prática de exercícios extenuantes como forma de evitar o ganho de peso pelo medo exagerado de engordar. </li></ul><ul><li>Diferentemente da anorexia nervosa, na bulimia pode não haver perda de peso, e assim médicos e familiares têm dificuldade de detectar o problema. A doença ocorre mais frequentemente em mulheres jovens, embora possa ocorrer, raramente, em homens e mulheres com mais idade. </li></ul>
  14. 15. <ul><li>O que se sente?   </li></ul><ul><li>Ingestão compulsiva e exagerada de alimentos. </li></ul><ul><li>Vômitos auto-induzidos, uso de laxantes e diuréticos para evitar ganho de peso. </li></ul><ul><li>Alimentação excessiva, sem aumento proporcional do peso corporal. </li></ul><ul><li>Depressão. </li></ul><ul><li>Obsessão por exercícios físicos. </li></ul><ul><li>Obsessão por exercícios físicos. </li></ul><ul><li>Comer em segredo ou escondido dos outros. </li></ul>
  15. 16. <ul><li>Complicações médicas   </li></ul><ul><li>Inflamação na garganta (inflamação do tecido que reveste o esôfago pelos efeitos do vômito). </li></ul><ul><li>Face inchada e dolorida (inflamação nas glândulas salivares). </li></ul><ul><li>Cáries e lesão sobre o esmalte dentário. Desidratação. </li></ul><ul><li>Desequilíbrio eletrolítico. </li></ul><ul><li>Vômitos com sangue. </li></ul><ul><li>Dores musculares e câimbras. </li></ul>
  16. 17. <ul><li>Causas </li></ul><ul><li>Assim como na anorexia, a bulimia nervosa é uma síndrome multideterminada por uma mescla de fatores biológicos, psicológicos, familiares e culturais. A ênfase cultural na aparência física pode ter um papel importante. Problemas familiares, baixa auto-estima e conflitos de identidade também são fatores envolvidos no desencadeamento desses quadros. </li></ul>
  17. 18. <ul><li>Como se desenvolve? </li></ul><ul><li>Muitas vezes, leva tempo para se perceber que alguém tem bulimia nervosa. A característica principal é o episódio de comer compulsivo, acompanhado por uma sensação de falta de controle sobre o ato e, às vezes, feito secretamente. Os comportamentos direcionados a controle de peso incluem jejum, vômitos auto-induzidos, uso de laxantes, enemas, diuréticos, e exercícios físicos extenuantes. O diagnóstico de bulimia nervosa requer episódios com uma frequência mínima de duas vezes por semana, por pelo menos três meses. A fobia de engordar é o sentimento motivador de todo o quadro. Esses episódios de comer compulsivo, seguidos de métodos compensatórios, podem permanecer escondidos da família por muito tempo. </li></ul>
  18. 19. <ul><li>A bulimia nervosa acomete adolescentes um pouco mais velhas, em torno dos 17 anos. Pessoas com bulimia têm vergonha de seus sintomas, portanto, evitam comer em público e evitam lugares como praias e piscinas onde precisam mostrar o corpo. À medida que a doença se desenvolve, essas pessoas só se interessam por assuntos relacionados à comida, peso e forma corporal. </li></ul>
  19. 20. <ul><li>Como se trata? </li></ul><ul><li>A abordagem multidisciplinar é a mais adequada no tratamento da bulimia nervosa, e inclui psicoterapia individual ou em grupo, farmacoterapia e abordagem nutricional em nível ambulatorial. </li></ul><ul><li>As técnicas cognitivo-comportamentais têm se mostrado eficazes. </li></ul>
  20. 21. <ul><li>As medicações antidepressivas também têm se mostrado eficazes no controle dos episódios bulímicos. </li></ul><ul><li>A abordagem nutricional visa estabelecer um hábito alimentar mais saudável, eliminando o ciclo &quot;compulsão alimentar/purgação/jejum&quot;. </li></ul><ul><li>A orientação e/ou terapia familiar faz-se necessária uma vez que a família desempenha um papel muito importante na recuperação do paciente. </li></ul>
  21. 22. <ul><li>Como se previne? </li></ul><ul><li>Uma diminuição na ênfase da aparência física, tanto no aspecto cultural como familiar, pode eventualmente reduzir a incidência desses quadros. É importante fornecer informações a respeito dos riscos de regimes rigorosos para obtenção de uma silhueta &quot;ideal&quot;, já que eles desempenham um papel fundamental no desencadeamento dos transtornos alimentares. </li></ul>
  22. 23. <ul><li>Fotos </li></ul>
  23. 25. Vigorexia
  24. 26. <ul><li>VIGOREXIA </li></ul><ul><li>Introdução </li></ul><ul><li>A adicção ou dependência ao exercício, também chamada de Vigorexia ou Overtraining, em inglês, é um transtorno no qual as pessoas realizam práticas esportivas de forma continua, com uma valorização praticamente religiosa (fanatismo) ou a tal ponto de exigir constantemente seu corpo sem importar com eventuais conseqüências ou contra-indicações, mesmo medicamente orientadas. </li></ul>
  25. 27. <ul><li>É bastante curioso observar como as patologias mentais ou, no mínimo, os sintomas mentais evoluem e se transformam ao longo do tempo ou entre as diversas culturas, mostrando-se sensíveis às mudanças sócio-culturais. Observa-se que a prevalência das Doenças Mentais está absolutamente associada a uma época determinada e a determinados valores culturais. </li></ul>
  26. 28. <ul><li>A Vigorexia está nascendo no seio de uma sociedade consumista, competitiva, frívola até certo ponto e onde o culto à imagem acaba adquirindo, praticamente, a categoria de religião. A Vigorexia e, em geral os Transtornos Alimentares exemplificam bem a influência sociocultural na incidência de alguns transtornos emocionais. Com toda certeza, a Vigorexia é uma das mais recentes patologias emocionais estimuladas pela cultura, e nem foi ainda catalogada como doença específica pelos manuais de classificação (CID.10 e DSM. IV). </li></ul>
  27. 29. <ul><li>A Vigorexia, mais comum em homens, se caracteriza por uma preocupação excessiva em ficar forte a todo custo. Apesar dos portadores desses transtornos serem bastante musculosos, passam horas na academia malhando e ainda assim se consideram fracos, magros e até esqueléticos. Uma das observações psicológicas desses pacientes é que têm vergonha do próprio corpo, recorrendo assim aos exercícios excessivos e à fórmulas mágicas para acelerar o fortalecimento, como por exemplo, os esteróides anabolizantes. </li></ul>
  28. 30. <ul><li>Conseqüências da Vigorexia </li></ul><ul><li>Uma das conseqüências da vigorexia ou overtraining, dizem respeito ao excesso de treinamento e às reações corporais que avisam, por assim dizer, que algo está errado. São reações semelhantes ao estresse tais como: insônia, falta de apetite, irritabilidade, desinteresse sexual, fraqueza, cansaço constante, dificuldade de concentração entre outras. </li></ul>
  29. 31. <ul><li>Além da obsessão com o corpo perfeito, a Vigorexia também produz uma importante mudança nos hábitos e atitudes dos pacientes, notadamente na questão alimentar. Até a mínima caloria ingerida será contabilizada e medida com máxima atenção, pois a beleza corporal dependerá disso. A vida do anoréxico gira em torno dos cuidados com seu corpo, sua dieta é minuciosamente regulada, eliminando-se totalmente as gorduras e, ao contrário, consumindo-se excessivamente as proteínas. Esse desequilíbrio alimentar acaba por sobrecarregar o fígado, obrigando-o a desempenhar um trabalho extra. </li></ul>
  30. 32. <ul><li>A Vigorexia causa problemas físicos e estéticos, como por exemplo, a desproporção displásica, também entre o corpo e cabeça, problemas ósseos e articulares devido ao peso excessivo, falta de agilidade e encurtamento de músculos e tendões. </li></ul><ul><li>A situação se agrava quando surge o consumo de esteróides e anabolizantes com o fim de conseguir &quot;melhores resultados&quot;. O consumo destas sustâncias aumenta o risco de doenças cardiovasculares, lesões hepáticas, disfunções sexuais, diminuição do tamanho dos testículos e maior propensão ao câncer da próstata. </li></ul>
  31. 33. <ul><li>Emocionalmente, segundo estudos de Pope, a Vigorexia pode ter como conseqüência um quadro de Transtorno Obsessivo-conpulsivo, fazendo com que os pacientes se sintam fracassados e abandonem suas atividades sociais, inclusive de trabalho, com o propósito de treinar e exercitar-se sem descanso. </li></ul><ul><li>Costuma haver algum grau significativo de comprometimento social e/ou ocupacional nos pacientes portadores de Vigorexia, e sua qualidade de vida pode ser agravada ainda por procedimentos potencialmente iatrogênicos e onerosos, como tratamentos cirúrgicos e dermatológicos desnecessários. </li></ul>
  32. 34. Fotos
  33. 36. Bibliografia <ul><li>http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?138 </li></ul><ul><li>http://gballone.sites.uol.com.br/alimentar/vigorexia.htmll. </li></ul>
  34. 37. <ul><li>Nomes: </li></ul><ul><li>Bruno Campos Nº :09 </li></ul><ul><li>Guilherme Nº: 15 </li></ul><ul><li>Isadora Nº: 16 </li></ul><ul><li>Luane Nº: 20 </li></ul><ul><li>Paulo Nº: 27 </li></ul><ul><li>Rafael Nº: 29 </li></ul><ul><li>Renata Nº: 31 </li></ul><ul><li>Professor: João Série: 1º2 </li></ul>

×