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  1. 1. Ministério da Educação LÍNGUA PORTUGUESA
  2. 2. TP5 GÊNEROS E TIPOS TEXTUAIS CADERNO DE TEORIA E PRÁTICA
  3. 3. Relações lógicas no texto UNIDADE 20
  4. 4. Continuamos, nesta unidade, a falar de harmonia.... Da harmonia do meio ambiente e da harmonia dos textos. No caso dos seres humanos, o meio ambiente envolve o espaço físico, biológico e sócio-cultural. Por isso, atitudes individuais e coletivas, ligadas a representações sociais discursivamente estruturadas, constituem também material para a educação ambiental. A linguagem, como aqui é enfocada, constitui fator essencial na "troca" entre os elementos do meio ambiente. Nada mais pertinente, então, do que tratar de textualidade na interrelação com o tema meio ambiente.
  5. 5. Apoiando as atividades de Língua Portuguesa nesses temas que envolvem a relação entre o ser humano e o ambiente em que vive, vamos refletir sobre outro conjunto de relações: as relações lógicas que sustentam a continuidade de sentidos de um texto e, por isso, estão intimamente ligadas à coerência textual. Não raro nos surpreendemos dizendo ou pensando: Mas isso não faz sentido! Isso não tem lógica!
  6. 6. · Essa percepção de que o sentido está ligado à lógica não é em vão. Nas nossas interlocuções diárias, buscamos sempre o fio condutor da organização das idéias e das informações: buscamos a lógica dos discursos . Esse "fio condutor" da nossa interpretação do mundo e das coisas é construído a partir de raciocínios lógicos. Nesta unidade, vamos desenvolver algumas atividades que nos mostram, que, quando usamos a linguagem, o fazemos seguindo uma certa lógica. A reflexão sobre essas atividades nos mostrará como lidar mais adequadamente com algumas das mais importantes relações lógicas que se estabelecem nos textos.
  7. 7. Como você sabe, estamos abordando o ensino de Língua Portuguesa em uma perspectiva teórica de linguagem como atividade social, como interação sociocomunicativa. Nesta perspectiva, não é possível desvincular os textos de suas situações de produção, isto é, de seu contexto, de suas finalidades e de seus interlocutores. Por isso, já tratamos, em unidades anteriores, de gêneros e tipos textuais. Também já vimos várias qualidades do texto - a intertextualidade, a coerência, a coesão – todas intrinsecamente relacionadas na construção da textualidade.
  8. 8. Esses conceitos foram tratados separadamente porque, para colocarmos nelas nosso olhar de analista, precisamos delimitar o campo de estudo. Não podemos deixar de lembrar, no entanto, que no uso cotidiano da linguagem essas qualidades estão interligadas e são solidárias na construção dos sentidos textuais e, portanto, do próprio texto. Por isso, falamos em harmonia: todos os aspectos se ligam, numa harmonia solidária, para alcançar o mesmo objetivo, que é a construção da textualidade.
  9. 9. Vamos agora focalizar outro componente dessa harmonia: as relações lógicas. No texto, essas são relações que ressaltam como os pilares da organização da coerência e da coesão, hierarquizam e montam o "quebra-cabeças" da textualidade. As marcas linguísticas dessas relações orientam a leitura e interpretação do texto.
  10. 10. Existe uma grande variedade de relações lógicas que podem ser estabelecidas entre as informações de um texto, mas nesta unidade vamos focalizar apenas algumas das mais importantes, como a temporalidade , a identidade e, com especial enfoque, a negação e a implicação . Vamos focalizar as muitas maneiras de marcá-las na textualidade e analisar os efeitos de sentido daí decorrentes.
  11. 11. Assim, mantemos em comum, com o tema transversal e a construção da textualidade, a busca da harmonia: a percepção da complexidade das formas de vida que nos cercam tem sua contraparte discursiva na percepção da complexidade de organização das idéias e informações no texto.

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