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Gravissimum Educationis
Momentum, Decreto, C. Vaticano II
50 anos.
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Educar não é uma profissão, mas uma
atitude, um modo de ser; para educar é
preciso sair de si mesmo e permanecer no
meio dos jovens.
“Educar não é ensinar matemática, física,
química, geografia, português, e sim ensinar a
ver.”
Rubem Alves, 1933-2014
4
A contribuição da educação católica
alimenta o duplo crescimento, em
ciência e em humanidade.
Como colocar o conhecimento e a
ciência a serviço da vida e de um
mundo melhor?
5
A ESCOLA católica é muitas vezes o único ponto
onde os jovens encontram mensageiros do
Evangelho.
COMO A ESCOLA CATOLICA
PODE ABRIR ESPAÇO PARA
PEDAGOGIA DO ENCONTRO
ESPIRITUALIDADE DO SAGRADO CORAÇÃO COMO REMÉDIO PARA OS
MALES DO NOSSO TEMPO.
6
A Escola Católica é
caracterizada pela
multiplicidade das culturas e
das crenças; por isso a
formação religiosa deve partir
da consciência do pluralismo
existente e saber atualizar-se e
anunciar JESUS como centro
da fé.
7
Faltam sacerdotes,
religiosos e religiosas.
Trata-se de uma situação
inédita, que pede uma
presença de leigos
empenhados e preparados.
8
Um educador transmite
conhecimentos e valores
com suas palavras, mas
só será influente se
acompanhar as palavras
com o testemunho.
Escola Católica:
o espaço possível do
primeiro anúncio
evangélico ou da nova
evangelização.
9
10
Mostrar a face
humana de Jesus
no mundo dos
jovens
Na V Conferência Geral do Episcopado
Latino-Americano (Aparecida/SP – 2007), os bispos
manifestaram que o grande desafio da Igreja,
atualmente, é mostrar capacidade de promover e
formar discípulos e missionários que
respondam à vocação recebida e comuniquem,
por toda parte o dom do encontro com Jesus”.
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Para vencer esse desafio os bispos
propuseram realizar uma Missão Continental, com
o objetivo de que a Escola Católica, através de
LINHAS DE AÇÃO, assuma o dever de evangelizar
na sua tarefa educacional, frente ao contexto da
pós-modernidade, à luz de Aparecida.
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Pôr em prática a Missão
Continental na escola
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O Documento de Aparecida evoca as
Comunidades Educacionais Católicas a confirmar,
renovar e revitalizar a novidade do Evangelho
arraigada em nossa história, a partir de um encontro
pessoal e comunitário com Jesus Cristo, que
desperte discípulos e missionários.
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Para isso, nessa nova época, é necessário
atualizar, reforçar ou resgatar a identidade da
Escola Católica, na qual Jesus Cristo seja
conhecido, amado, seguido e anunciado com
ardor, para promover e transformar o sentido
da existência, para pensar, querer e agir segundo
o Evangelho.
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Essa nova maneira de encarar o compromisso
da educação requer a conversão de professores,
famílias e comunidades educacionais.
Nesse contexto urge aprofundar e esclarecer o
papel de discípulos missionários de todos os
agentes da Escola Católica.
A Escola Católica, como discípula
missionária, deve estar em estado de missão
permanente.
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Vivemos uma mudança de época, e seu
nível mais profundo é o cultural.
A globalização, antes que qualquer outra
dimensão, impacta a nossa cultura e o modo
como nos inserimos e nos apropriamos dela.
Dissolve-se a concepção integral do ser
humano, sua relação com o mundo e com Deus.
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Efeitos da globalização
• Por qualquer ângulo que se olhe,
percebemos que cada indivíduo vive hoje
numa sociedade mundial. As pessoas se
alimentam, se vestem, moram, são
transportadas, se comunicam, se
divertem, por meio de bens e serviços
mundiais, utilizando mercadorias
produzidas pelo capitalismo mundial,
globalizado.
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• A modernidade costuma ser entendida como
um ideário ou visão de mundo relacionada ao
projeto empreendido a partir da transição
teórica operada por Descartes, com a ruptura
com a tradição herdada - o pensamento
medieval dominado pela Escolástica - e o
estabelecimento da autonomia da razão, o
que teve enormes repercussões sobre a
filosofia, a cultura e as sociedades ocidentais
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• O projeto moderno consolida-se com a Revolução Industrial
e está normalmente relacionado com o desenvolvimento
do capitalismo.
• A modernidade transita, em seu fechamento e
esgotamento, para a pós-modernidade. Muitos teóricos
trataram dessa transição e tentaram sondar para ver além
dos limites da transição para tentar captar que outro
mundo estava surgindo. A pós-modernidade como um
outro mundo relativamente à modernidade também é um
tema filosófico da mais alta importância. Pós-modernidade
carece de definição, nos parece, em sí mesma, só fazendo
sentido se, em conexão com a modernidade, ou sua
extensão, ou sua ruptura.
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• Para Bauman (1999 e 2004), o que mudou foi a "modernidade
sólida", que cessa de existir, e, em seu lugar, surge a
"modernidade líquida". A primeira seria justamente a que tem
início com as transformações clássicas e o advento de um
conjunto estável de valores e modos de vida cultural e político.
Na modernidade líquida, tudo é volátil, as relações humanas não
são mais tangíveis e a vida em conjunto, familiar, de casais, de
grupos de amigos, de afinidades políticas e assim por diante,
perde consistência e estabilidade. Essa reflexão de Bauman já
está de algum modo presente em Marx quando, conforme
observa Berman (1982), ele aponta para a ação do éter das
revoluções modernas que desmancha tudo o que é sólido. A
diferença é que Bauman já trabalha no campo minado da pós-
modernidade que dificilmente permite que se façam planos para
modos estáveis de sociedades futuros.
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Surge hoje, com grande força, uma
sobrevalorização da subjetividade individual.
O individualismo enfraquece os vínculos
comunitários e propõe uma radical transformação
do tempo e do espaço. Os fenômenos sociais,
econômicos e tecnológicos estão nesta base.
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Deixa-se de lado a preocupação pelo bem
comum para dar lugar à realização imediata dos
desejos dos indivíduos, à criação de novos e muitas
vezes arbitrários direitos individuais.
As relações humanas estão sendo consideradas
objetos de consumo, conduzindo a relações afetivas
sem compromisso responsável e definitivo.
Se caracterizando pela autorreferência do
indivíduo, que conduz à indiferença pelo outro.
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Realidade contemporânea
O mundo tornou-se uma grande “aldeia”.
A escola não é mais o lugar da aprendizagem,
mas da organização da aprendizagem e das
relações humana.
O EDUCADOR É UM VOCACIONADO AO AMOR
GRATUITO.
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As novas formas educacionais impulsionadas
para se adaptar às novas exigências que vão se
criando com a mudança global, aparecem centradas
prioritariamente na aquisição de conhecimentos e
habilidades.
Com frequência, elas propiciam a inclusão de
fatores contrários à vida, a família e a uma sã
sexualidade. Desta forma, elas não manifestam os
melhores valores do jovens nem seu espírito
religioso.
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LINHAS DE AÇÃO:
• Identificar e descrever na própria realidade escolar
(e no seu contexto) os sinais e as manifestações da
mudança de época.
• Revisar e atualizar o Projeto de Educação
Institucional da Escola Católica à luz dos desafios
da mudança de época na própria realidade e
formular os compromissos que dele decorrem.
• Gerar estratégias para que a comunidade conheça e
aprofunde o documento de Aparecida e a missão
continental à que somos chamados pelos nossos
pastores.
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Constitui responsabilidade estrita da escola,
enquanto instituição educativa, destacar a dimensão
ética e religiosa da cultura, ajudando a alcançar a
liberdade ética.
Porém a educação que incorpora todas as
dimensões do ser humano e que encontra na
verdade revelada e na pessoa de Jesus Cristo sua
plenitude - requer uma escola com uma clara
identidade católica.
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A educação católica deve ser uma proposta de
qualidade em educação e em pastoral.
Tem como propósito a orientação e animação de
todos os processos acadêmicos e de formação dos
membros da comunidade educacional à luz dos
princípios evangélicos e dos documentos da Igreja.
No projeto educacional da Escola Católica,
Jesus Cristo é o fundamento, e deve ser vivido por
todos os membros da comunidade.
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O desafio da Escola Católica é fazer presente a
tarefa evangelizadora através do currículo
educacional.
Através de um currículo evangelizador os
grandes objetivos da Escola Católica são anunciados
diariamente, de forma orgânica nos diferentes
âmbitos do currículo e, portanto, pela totalidade dos
agentes educadores.
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Num processo de conversão, as Escolas
Católicas devem rever seus projetos educacionais,
porque nem sempre tem como suporte e fundamento
os valores do Evangelho.
Muitas vezes cresceram sem uma clara
definição a respeito dos valores, perdendo a
identidade católica e missionária.
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A Escola Católica deve advogar por oferecer
uma pedagogia onde se debatam os temas da agenda
educativa de nosso tempo mas, ao mesmo tempo, que
anuncie a Verdade que nos propõe a mensagem
revelada e o magistério da Igreja.
Deve pôr em prática uma pedagogia do
encontro, do discernimento, do acompanhamento e
do testemunho.
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Em síntese, a Escola Católica deve ir além
de uma pastoral de mera conservação para uma
pastoral decididamente missionária. Abandonar o
medo de expressar sua identidade para:
Evangelizar pela ação pedagógica
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É possível ensinar o AMOR
Nossa missão:
SER NA TERRA
O CORAÇÃO DE
DEUS
(Pe. Julio Chevalier)
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Através de nossa ação
pedagógica somos chamados a
anunciar que em Jesus Cristo,
Deus nos ama com Coração
humano.
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LINHAS DE AÇÃO:
• Revisar ou elaborar o projeto educativo para
certificar se contém práticas curriculares
evangelizadoras à luz dos critérios de Aparecida.
• Implementar um currículo evangelizador em sintonia
com o projeto educativo institucional.
• Avaliar se a escola consegue atingir um nível de
qualidade tal consiga um desenvolvimento integral
de todos e cada um de seus estudantes.
• Revisar o funcionamento das Escolas Católicas em
todos seus afazeres e motivar a conversão das
comunidades educativas para que sejam verdadeiras
discípulas missionárias.
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LINHAS DE AÇÃO:
• Revisar as práticas pedagógicas, à luz da
pedagogia de Jesus Mestre. Nossos métodos,
critérios e praticas. ( aula, avaliação, seleção de
alunos, vestibular e outros)
• Avaliar em que grau a comunidade avança na
construção de uma Escola Católica em pastoral.
• Fomentar a relação das escolas católicas com as
paróquias e as dioceses, para promover a pertença
viva à Igreja como Povo de Deus e participar nos
planos pastorais diocesanos. Estimular a vivencia
comunitária da fé.
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Na Escola Católica, todos os agentes da
comunidade educacional devem ser sujeitos e
protagonistas dessa missão continental,
considerando seu papel de educador e sua
identidade cristã: diretores, docentes, pessoal
técnico-administrativo, famílias e estudantes.
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Tem a responsabilidade de dirigir e gerir a
instituição, exercendo uma liderança que estimule a
essência pastoral na escola.
A imagem evangélica do Bom Pastor deve ser
o modelo de sua identidade.
Por seu papel, deve ter um perfil que
contemple características íntegras de maturidade
humana e espiritual, além das aptidões
administrativas e pedagógicas.
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Sua formação profissional sólida implicará na
capacidade de estimular toda a comunidade, bem
como na orientação do desenvolvimento curricular.
O Educador Diretor, como um bom líder, terá
autoridade perante os membros de sua comunidade
por comprovação de sua maturidade e da sua forma
de agir.
Suas condutas se inspirarão no Evangelho e
servirão de exemplo para toda a comunidade
educacional.
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Vários textos evangélicos que retratam a vida
de Jesus expressam seu estilo pedagógico,
caracterizado nos seguintes feitos:
 A acolhida: se aproxima e se interessa;
 O discernimento: explica as Escrituras;
 O acompanhamento: permanece com eles;
 Suscita o testemunho: infunde uma força que
enche os discípulos de esperança.
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O educador docente da Escola Católica deve
se destacar por:
 Amor Pedagógico.
 Sábio e respeitoso acompanhamento do
estudante;
 Anseio de excelência profissional.
 Conhecimento e manuseio das tecnologias a
serviço da educação.
 Preocupação por viver e crescer na fé à luz de
uma espiritualidade cristã.
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Grandes desafios
Vencer o desafio de educar para o século
XXI com uma pratica pedagógica do século
XX.
Ter excelência na arte de ensinar.
Ser “excelente” na arte de se relacionar.
Amar/ adotar “ filhos e filhas” que não
geramos biologicamente, mas que
assumimos o ônus de educar e transformar
em homens e mulheres de valor.
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Somente pessoas sãs e maduras podem
servir de guia para sujeitos em crescimento.
O educador docente é chamado a refletir seu
compromisso de fé, que surge da vocação cristã
através do exercício da docência e que implica em
uma relação interpessoal com seus alunos que
ultrapassa a mera transmissão de conhecimentos.
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A avidez do mercado descontrola o desejo;
as novas gerações são afetadas pela cultura de
consumo em suas aspirações pessoais profundas,
crescem na lógica do individualismo pragmático
e narcisista.
Frente a esta realidade da juventude, a
Escola Católica deve ter uma preocupação
especial em ir ao encontro dela, com a mensagem
do Evangelho.
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Os estudantes esperam obter da Escola
Católica: formação para exercerem com
responsabilidade a liberdade nesse mundo de
tanto relativismo, uma educação cidadã e ser
educados na experiência da solidariedade e do
diálogo intercultural.
A juventude clama por encontrar
testemunhos e modelos que iluminem seu
caminhar.
Jesus é a resposta a todas as demandas
juvenis.
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Os egressos levam as riquezas do ensino e
da vivência da comunidade escolar na qual
estudaram.
Tem em seus modos de vida um importante
referencial da qualidade do trabalho de formação
empreendido pela Escola Católica.
Por isso, os ex-alunos devem ser atuantes na
comunidade educacional.
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Para educar é necessário que os pais não
renunciem à sua tarefa em relação a seus filhos de
corrigi-los, adverti-los e orientá-los; mas,
também, de acompanhá-los na definição de seu
projeto de vida e de amadurecimento da fé.
Através da família recebe-se o dom da vida,
a primeira experiência do amor gratuito e da fé.
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O vínculo histórico entre a família e a escola
continua sendo o respaldo necessário para o
desenvolvimento de todas as escolas. As mudanças
enfraqueceram esse vínculo, de modo que é
absolutamente necessário restabelecê-lo.
Sem a Família, a Escola perde seu respaldo: seus
ensinamentos não tem onde serem processados,
reforçados e internalizados.
Como REDE somos chamadas a ser sinal deu ma nova
sociedade, de uma nova forma de fazer educação.
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LINHAS DE AÇÃO:
• Avaliar se os Educadores Diretores exercem sua
tarefa com a devida maturidade e liderança.
• Implementar planos de renovação ou formação.
• Gerar instancias de avaliação e reflexão à luz da
prática docente e da Pedagogia de Jesus.
• Envolver todo o pessoal técnico-pedagógico nos
trabalhos pastorais.
• Rever o perfil de seleção de todo o pessoal que
trabalha na comunidade educacional.
• Estabelecer um plano de formação permanente que
favoreça o aperfeiçoamento.
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• Conhecer a realidade dos jovens e aprender a vê-la
com os olhos da juventude, como ponto de partida do
processo educacional.
• Permitir que o estudante seja o protagonista na escola,
com acompanhamento e reflexão.
• Promover entre os pais o exercício dos direitos e das
obrigações na educação de cada um de seus filhos.
• Promover a presença de ex-alunos na comunidade
educacional, proporcionando formação permanente.
• Incorporar a avaliação dos ex-alunos às práticas da
escola, funcionando como referência de qualidade.
• Implementar o SOR em nossas escolas e dar suporte
para o seu funcionamento.
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Fazer da escola um
espaço de
experiência do amor
e da ternura de
Deus, vivenciado nas
relações cotidianas.
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Você como professor...
• Acha que já marcou vidas...
• Devolveu vida...
• Alimentou vidas...
• Ou apenas ensinou, aprovou e reprovou...
• Quais são os rostos e vozes que povoam a sua
memória?
Ainda há tempo, professor, de mudar o final da
sua e da nossa historia. Vale a pena.
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O TEMPO É AGORA.
O GRANDE PRESENTE É O
MOMENTO PRESENTE.
• Não perca a oportunidade. Na próxima
vez que entrar em sala de aula, de
entrar diferente, de sair diferente e de
ser um professor diferente.
• Nossa profissão tem recompensar que
vão além de questões financeiras.
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ALGUMAS ESCOLHAS...
• Nunca terão explicação...
• Fazem parte do mistério da
existência humana.
ENTÃO, VIVA PLENAMENTE O
MISTÉRIO DA SUA VOCAÇÃO DE
ENSINAR.
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Da próxima vez gostaria de colocar
sua imagem aqui.
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E dizer que VOCE é peça
fundamental na missão das Filhas de
Nossa Senhora do Sagrado Coração e
que sem VOCE nossa escola não seria
esse sucesso.
Que Deus abençoe você e sua missão
PROFESSOR.
Irmã Marisa Aquino
Instituto Geremário Dantas
Rio de Janeiro – aquino@igd.com.br
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Vão e ensinem reunião de curitiba 2015

  • 1.
    19/02/2015 CNSSC - Curitiba Ir.Marisa Aquino Janeiro/2015 1
  • 2.
    Gravissimum Educationis Momentum, Decreto,C. Vaticano II 50 anos. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 2
  • 3.
    3 Educar não éuma profissão, mas uma atitude, um modo de ser; para educar é preciso sair de si mesmo e permanecer no meio dos jovens. “Educar não é ensinar matemática, física, química, geografia, português, e sim ensinar a ver.” Rubem Alves, 1933-2014
  • 4.
    4 A contribuição daeducação católica alimenta o duplo crescimento, em ciência e em humanidade. Como colocar o conhecimento e a ciência a serviço da vida e de um mundo melhor?
  • 5.
    5 A ESCOLA católicaé muitas vezes o único ponto onde os jovens encontram mensageiros do Evangelho. COMO A ESCOLA CATOLICA PODE ABRIR ESPAÇO PARA PEDAGOGIA DO ENCONTRO ESPIRITUALIDADE DO SAGRADO CORAÇÃO COMO REMÉDIO PARA OS MALES DO NOSSO TEMPO.
  • 6.
    6 A Escola Católicaé caracterizada pela multiplicidade das culturas e das crenças; por isso a formação religiosa deve partir da consciência do pluralismo existente e saber atualizar-se e anunciar JESUS como centro da fé.
  • 7.
    7 Faltam sacerdotes, religiosos ereligiosas. Trata-se de uma situação inédita, que pede uma presença de leigos empenhados e preparados.
  • 8.
    8 Um educador transmite conhecimentose valores com suas palavras, mas só será influente se acompanhar as palavras com o testemunho.
  • 9.
    Escola Católica: o espaçopossível do primeiro anúncio evangélico ou da nova evangelização. 9
  • 10.
    10 Mostrar a face humanade Jesus no mundo dos jovens
  • 11.
    Na V ConferênciaGeral do Episcopado Latino-Americano (Aparecida/SP – 2007), os bispos manifestaram que o grande desafio da Igreja, atualmente, é mostrar capacidade de promover e formar discípulos e missionários que respondam à vocação recebida e comuniquem, por toda parte o dom do encontro com Jesus”. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 Janeiro/2015 11
  • 12.
    Para vencer essedesafio os bispos propuseram realizar uma Missão Continental, com o objetivo de que a Escola Católica, através de LINHAS DE AÇÃO, assuma o dever de evangelizar na sua tarefa educacional, frente ao contexto da pós-modernidade, à luz de Aparecida. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 12
  • 13.
    Pôr em práticaa Missão Continental na escola 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 13
  • 14.
    O Documento deAparecida evoca as Comunidades Educacionais Católicas a confirmar, renovar e revitalizar a novidade do Evangelho arraigada em nossa história, a partir de um encontro pessoal e comunitário com Jesus Cristo, que desperte discípulos e missionários. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 14
  • 15.
    Para isso, nessanova época, é necessário atualizar, reforçar ou resgatar a identidade da Escola Católica, na qual Jesus Cristo seja conhecido, amado, seguido e anunciado com ardor, para promover e transformar o sentido da existência, para pensar, querer e agir segundo o Evangelho. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 15
  • 16.
    Essa nova maneirade encarar o compromisso da educação requer a conversão de professores, famílias e comunidades educacionais. Nesse contexto urge aprofundar e esclarecer o papel de discípulos missionários de todos os agentes da Escola Católica. A Escola Católica, como discípula missionária, deve estar em estado de missão permanente. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 16
  • 17.
    19/02/2015 CNSSC - Curitiba- Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 17
  • 18.
    Vivemos uma mudançade época, e seu nível mais profundo é o cultural. A globalização, antes que qualquer outra dimensão, impacta a nossa cultura e o modo como nos inserimos e nos apropriamos dela. Dissolve-se a concepção integral do ser humano, sua relação com o mundo e com Deus. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 18
  • 19.
    Efeitos da globalização •Por qualquer ângulo que se olhe, percebemos que cada indivíduo vive hoje numa sociedade mundial. As pessoas se alimentam, se vestem, moram, são transportadas, se comunicam, se divertem, por meio de bens e serviços mundiais, utilizando mercadorias produzidas pelo capitalismo mundial, globalizado. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 19
  • 20.
    • A modernidadecostuma ser entendida como um ideário ou visão de mundo relacionada ao projeto empreendido a partir da transição teórica operada por Descartes, com a ruptura com a tradição herdada - o pensamento medieval dominado pela Escolástica - e o estabelecimento da autonomia da razão, o que teve enormes repercussões sobre a filosofia, a cultura e as sociedades ocidentais 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 20
  • 21.
    • O projetomoderno consolida-se com a Revolução Industrial e está normalmente relacionado com o desenvolvimento do capitalismo. • A modernidade transita, em seu fechamento e esgotamento, para a pós-modernidade. Muitos teóricos trataram dessa transição e tentaram sondar para ver além dos limites da transição para tentar captar que outro mundo estava surgindo. A pós-modernidade como um outro mundo relativamente à modernidade também é um tema filosófico da mais alta importância. Pós-modernidade carece de definição, nos parece, em sí mesma, só fazendo sentido se, em conexão com a modernidade, ou sua extensão, ou sua ruptura. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 21
  • 22.
    • Para Bauman(1999 e 2004), o que mudou foi a "modernidade sólida", que cessa de existir, e, em seu lugar, surge a "modernidade líquida". A primeira seria justamente a que tem início com as transformações clássicas e o advento de um conjunto estável de valores e modos de vida cultural e político. Na modernidade líquida, tudo é volátil, as relações humanas não são mais tangíveis e a vida em conjunto, familiar, de casais, de grupos de amigos, de afinidades políticas e assim por diante, perde consistência e estabilidade. Essa reflexão de Bauman já está de algum modo presente em Marx quando, conforme observa Berman (1982), ele aponta para a ação do éter das revoluções modernas que desmancha tudo o que é sólido. A diferença é que Bauman já trabalha no campo minado da pós- modernidade que dificilmente permite que se façam planos para modos estáveis de sociedades futuros. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 22
  • 23.
    Surge hoje, comgrande força, uma sobrevalorização da subjetividade individual. O individualismo enfraquece os vínculos comunitários e propõe uma radical transformação do tempo e do espaço. Os fenômenos sociais, econômicos e tecnológicos estão nesta base. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 23
  • 24.
    Deixa-se de ladoa preocupação pelo bem comum para dar lugar à realização imediata dos desejos dos indivíduos, à criação de novos e muitas vezes arbitrários direitos individuais. As relações humanas estão sendo consideradas objetos de consumo, conduzindo a relações afetivas sem compromisso responsável e definitivo. Se caracterizando pela autorreferência do indivíduo, que conduz à indiferença pelo outro. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 24
  • 25.
    Realidade contemporânea O mundotornou-se uma grande “aldeia”. A escola não é mais o lugar da aprendizagem, mas da organização da aprendizagem e das relações humana. O EDUCADOR É UM VOCACIONADO AO AMOR GRATUITO. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 25
  • 26.
    As novas formaseducacionais impulsionadas para se adaptar às novas exigências que vão se criando com a mudança global, aparecem centradas prioritariamente na aquisição de conhecimentos e habilidades. Com frequência, elas propiciam a inclusão de fatores contrários à vida, a família e a uma sã sexualidade. Desta forma, elas não manifestam os melhores valores do jovens nem seu espírito religioso. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 26
  • 27.
    LINHAS DE AÇÃO: •Identificar e descrever na própria realidade escolar (e no seu contexto) os sinais e as manifestações da mudança de época. • Revisar e atualizar o Projeto de Educação Institucional da Escola Católica à luz dos desafios da mudança de época na própria realidade e formular os compromissos que dele decorrem. • Gerar estratégias para que a comunidade conheça e aprofunde o documento de Aparecida e a missão continental à que somos chamados pelos nossos pastores. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 27
  • 28.
    19/02/2015 CNSSC - Curitiba- Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 28
  • 29.
    Constitui responsabilidade estritada escola, enquanto instituição educativa, destacar a dimensão ética e religiosa da cultura, ajudando a alcançar a liberdade ética. Porém a educação que incorpora todas as dimensões do ser humano e que encontra na verdade revelada e na pessoa de Jesus Cristo sua plenitude - requer uma escola com uma clara identidade católica. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 29
  • 30.
    A educação católicadeve ser uma proposta de qualidade em educação e em pastoral. Tem como propósito a orientação e animação de todos os processos acadêmicos e de formação dos membros da comunidade educacional à luz dos princípios evangélicos e dos documentos da Igreja. No projeto educacional da Escola Católica, Jesus Cristo é o fundamento, e deve ser vivido por todos os membros da comunidade. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 30
  • 31.
    O desafio daEscola Católica é fazer presente a tarefa evangelizadora através do currículo educacional. Através de um currículo evangelizador os grandes objetivos da Escola Católica são anunciados diariamente, de forma orgânica nos diferentes âmbitos do currículo e, portanto, pela totalidade dos agentes educadores. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 31
  • 32.
    Num processo deconversão, as Escolas Católicas devem rever seus projetos educacionais, porque nem sempre tem como suporte e fundamento os valores do Evangelho. Muitas vezes cresceram sem uma clara definição a respeito dos valores, perdendo a identidade católica e missionária. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 32
  • 33.
    A Escola Católicadeve advogar por oferecer uma pedagogia onde se debatam os temas da agenda educativa de nosso tempo mas, ao mesmo tempo, que anuncie a Verdade que nos propõe a mensagem revelada e o magistério da Igreja. Deve pôr em prática uma pedagogia do encontro, do discernimento, do acompanhamento e do testemunho. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 33
  • 34.
    Em síntese, aEscola Católica deve ir além de uma pastoral de mera conservação para uma pastoral decididamente missionária. Abandonar o medo de expressar sua identidade para: Evangelizar pela ação pedagógica 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 34
  • 35.
    É possível ensinaro AMOR Nossa missão: SER NA TERRA O CORAÇÃO DE DEUS (Pe. Julio Chevalier) 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 35
  • 36.
    Através de nossaação pedagógica somos chamados a anunciar que em Jesus Cristo, Deus nos ama com Coração humano. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 36
  • 37.
    LINHAS DE AÇÃO: •Revisar ou elaborar o projeto educativo para certificar se contém práticas curriculares evangelizadoras à luz dos critérios de Aparecida. • Implementar um currículo evangelizador em sintonia com o projeto educativo institucional. • Avaliar se a escola consegue atingir um nível de qualidade tal consiga um desenvolvimento integral de todos e cada um de seus estudantes. • Revisar o funcionamento das Escolas Católicas em todos seus afazeres e motivar a conversão das comunidades educativas para que sejam verdadeiras discípulas missionárias. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 37
  • 38.
    LINHAS DE AÇÃO: •Revisar as práticas pedagógicas, à luz da pedagogia de Jesus Mestre. Nossos métodos, critérios e praticas. ( aula, avaliação, seleção de alunos, vestibular e outros) • Avaliar em que grau a comunidade avança na construção de uma Escola Católica em pastoral. • Fomentar a relação das escolas católicas com as paróquias e as dioceses, para promover a pertença viva à Igreja como Povo de Deus e participar nos planos pastorais diocesanos. Estimular a vivencia comunitária da fé. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 38
  • 39.
    19/02/2015 CNSSC - Curitiba- Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 39
  • 40.
    Na Escola Católica,todos os agentes da comunidade educacional devem ser sujeitos e protagonistas dessa missão continental, considerando seu papel de educador e sua identidade cristã: diretores, docentes, pessoal técnico-administrativo, famílias e estudantes. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 40
  • 41.
    Tem a responsabilidadede dirigir e gerir a instituição, exercendo uma liderança que estimule a essência pastoral na escola. A imagem evangélica do Bom Pastor deve ser o modelo de sua identidade. Por seu papel, deve ter um perfil que contemple características íntegras de maturidade humana e espiritual, além das aptidões administrativas e pedagógicas. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 41
  • 42.
    Sua formação profissionalsólida implicará na capacidade de estimular toda a comunidade, bem como na orientação do desenvolvimento curricular. O Educador Diretor, como um bom líder, terá autoridade perante os membros de sua comunidade por comprovação de sua maturidade e da sua forma de agir. Suas condutas se inspirarão no Evangelho e servirão de exemplo para toda a comunidade educacional. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 42
  • 43.
    Vários textos evangélicosque retratam a vida de Jesus expressam seu estilo pedagógico, caracterizado nos seguintes feitos:  A acolhida: se aproxima e se interessa;  O discernimento: explica as Escrituras;  O acompanhamento: permanece com eles;  Suscita o testemunho: infunde uma força que enche os discípulos de esperança. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 43
  • 44.
    O educador docenteda Escola Católica deve se destacar por:  Amor Pedagógico.  Sábio e respeitoso acompanhamento do estudante;  Anseio de excelência profissional.  Conhecimento e manuseio das tecnologias a serviço da educação.  Preocupação por viver e crescer na fé à luz de uma espiritualidade cristã. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 44
  • 45.
    Grandes desafios Vencer odesafio de educar para o século XXI com uma pratica pedagógica do século XX. Ter excelência na arte de ensinar. Ser “excelente” na arte de se relacionar. Amar/ adotar “ filhos e filhas” que não geramos biologicamente, mas que assumimos o ônus de educar e transformar em homens e mulheres de valor. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 45
  • 46.
    Somente pessoas sãse maduras podem servir de guia para sujeitos em crescimento. O educador docente é chamado a refletir seu compromisso de fé, que surge da vocação cristã através do exercício da docência e que implica em uma relação interpessoal com seus alunos que ultrapassa a mera transmissão de conhecimentos. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 46
  • 47.
    A avidez domercado descontrola o desejo; as novas gerações são afetadas pela cultura de consumo em suas aspirações pessoais profundas, crescem na lógica do individualismo pragmático e narcisista. Frente a esta realidade da juventude, a Escola Católica deve ter uma preocupação especial em ir ao encontro dela, com a mensagem do Evangelho. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 47
  • 48.
    Os estudantes esperamobter da Escola Católica: formação para exercerem com responsabilidade a liberdade nesse mundo de tanto relativismo, uma educação cidadã e ser educados na experiência da solidariedade e do diálogo intercultural. A juventude clama por encontrar testemunhos e modelos que iluminem seu caminhar. Jesus é a resposta a todas as demandas juvenis. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 48
  • 49.
    Os egressos levamas riquezas do ensino e da vivência da comunidade escolar na qual estudaram. Tem em seus modos de vida um importante referencial da qualidade do trabalho de formação empreendido pela Escola Católica. Por isso, os ex-alunos devem ser atuantes na comunidade educacional. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 49
  • 50.
    Para educar énecessário que os pais não renunciem à sua tarefa em relação a seus filhos de corrigi-los, adverti-los e orientá-los; mas, também, de acompanhá-los na definição de seu projeto de vida e de amadurecimento da fé. Através da família recebe-se o dom da vida, a primeira experiência do amor gratuito e da fé. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 50
  • 51.
    O vínculo históricoentre a família e a escola continua sendo o respaldo necessário para o desenvolvimento de todas as escolas. As mudanças enfraqueceram esse vínculo, de modo que é absolutamente necessário restabelecê-lo. Sem a Família, a Escola perde seu respaldo: seus ensinamentos não tem onde serem processados, reforçados e internalizados. Como REDE somos chamadas a ser sinal deu ma nova sociedade, de uma nova forma de fazer educação. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 51
  • 52.
    LINHAS DE AÇÃO: •Avaliar se os Educadores Diretores exercem sua tarefa com a devida maturidade e liderança. • Implementar planos de renovação ou formação. • Gerar instancias de avaliação e reflexão à luz da prática docente e da Pedagogia de Jesus. • Envolver todo o pessoal técnico-pedagógico nos trabalhos pastorais. • Rever o perfil de seleção de todo o pessoal que trabalha na comunidade educacional. • Estabelecer um plano de formação permanente que favoreça o aperfeiçoamento. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 52
  • 53.
    • Conhecer arealidade dos jovens e aprender a vê-la com os olhos da juventude, como ponto de partida do processo educacional. • Permitir que o estudante seja o protagonista na escola, com acompanhamento e reflexão. • Promover entre os pais o exercício dos direitos e das obrigações na educação de cada um de seus filhos. • Promover a presença de ex-alunos na comunidade educacional, proporcionando formação permanente. • Incorporar a avaliação dos ex-alunos às práticas da escola, funcionando como referência de qualidade. • Implementar o SOR em nossas escolas e dar suporte para o seu funcionamento. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 53
  • 54.
    Fazer da escolaum espaço de experiência do amor e da ternura de Deus, vivenciado nas relações cotidianas. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 54
  • 55.
    Você como professor... •Acha que já marcou vidas... • Devolveu vida... • Alimentou vidas... • Ou apenas ensinou, aprovou e reprovou... • Quais são os rostos e vozes que povoam a sua memória? Ainda há tempo, professor, de mudar o final da sua e da nossa historia. Vale a pena. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 55
  • 56.
    O TEMPO ÉAGORA. O GRANDE PRESENTE É O MOMENTO PRESENTE. • Não perca a oportunidade. Na próxima vez que entrar em sala de aula, de entrar diferente, de sair diferente e de ser um professor diferente. • Nossa profissão tem recompensar que vão além de questões financeiras. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 56
  • 57.
    ALGUMAS ESCOLHAS... • Nuncaterão explicação... • Fazem parte do mistério da existência humana. ENTÃO, VIVA PLENAMENTE O MISTÉRIO DA SUA VOCAÇÃO DE ENSINAR. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 57
  • 58.
    Da próxima vezgostaria de colocar sua imagem aqui. 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 58
  • 59.
    E dizer queVOCE é peça fundamental na missão das Filhas de Nossa Senhora do Sagrado Coração e que sem VOCE nossa escola não seria esse sucesso. Que Deus abençoe você e sua missão PROFESSOR. Irmã Marisa Aquino Instituto Geremário Dantas Rio de Janeiro – aquino@igd.com.br 19/02/2015 CNSSC - Curitiba - Ir. Marisa Aquino Janeiro/2015 59

Notas do Editor

  • #4 Psicanalista Teólogo Educador + Campinas, julho de 2014.
  • #6 Geração X ou Geração Baby Boom – 1964-1974 Geração Y 1977-1999 ou do milênio Geração Z, geração Next ou Milenials – 2000 em diante Justin Bieber tatuado com o nome e rosto de Jesus (Canadá, 1994, cantor) I-phone indispensável: Selfies Relacionamento online Ilha do Mediterrâneo, verão, noite, felação + bebida alcoólica – 50 Euros
  • #7 Umberto Eco (O Nome da Rosa) “Formação religiosa é fundamental na escola para conhecimento da história e da sociedade.”