EHROS TOMASINI 1
VICIADA EM SEXO2
EHROS TOMASINI 3
VICIADA EM SEXO - Parte I
- Vai uma chupadinha aí, cara?
A princípio, Daniel não entendeu o que a jovem more-
na, aparentando uns vinte e cinco anos, falou. Olhou para ela
e achou que era uma pedinte, pois ela se vestia mal, com um
vestido surrado. Respondeu:
- Desculpe, não tenho nenhum trocado.
Ela riu um riso jovial. Depois, disse:
- Aceito dinheiro pegado. Só não tenho troco. Mas te
dou um bônus.
- Desculpe, mas eu não entendi. O que você perguntou
primeiro?
- Perguntei se queria uma chupadinha. Sai barato. Mas
vou logo avisando que não deve gozar na boca.
VICIADA EM SEXO4
Ele fez uma cara de desdém. Nem se dignou a respon-
der. Continuou seu caminho, sem lhe dar atenção. Ela veio
atrás. Pegou em seu braço. Ele parou, irritado:
- Largue meu braço, por favor. Não tenho interesse em
sexo com prostitutas. Tenho amor ao meu caralho. Não que-
ro contrair doença venérea.
Ela, no entanto, insistiu:
- Então, me dá uns trocados?
- Já disse que não tenho.
- Certo, certo. Paga um lanche para mim?
Ele demorou-se olhando para ela. Achou-a bonita, ape-
sar de maltrapilha. Não era um mulherão, mas ele gostava
do seu tipo delicado, aparentemente sem muitas carnes. Ela
também não parecia ser uma prostituta. Se não o tivesse can-
tado, ele não a teria percebido.
- Vá lá, cara. Estou com fome. E tenho uma irmã defi-
ciente para alimentar.
- Isso não seria motivo para estar se prostituindo.
- Nego, tu não sabe da minha vida um terço. Então,
não me julgue sem me conhecer. Se não quiser me pagar um
sanduíche, tudo bem. A amizade é a mesma.
- Eu estava indo tomar umas cervejas no bar mais pró-
ximo. Pode ir comigo e te pago um rango. Mas não te quero
sentada junto de mim, okay?
- Como quiser. Não quero te incomodar mais do que já
incomodei. Mas tô com fome mesmo, cara. Ainda não comi
hoje. Nem minha irmãzinha.
- Cadê ela?
- Deixei-a numa marquise lá embaixo. O tempo está
nublado e eu não a quero levando chuva.
- Estarei bebendo ali. Vá busca-la. Pagarei um lanche
para ela, também.
EHROS TOMASINI 5
Ela agarrou-se de repente com ele e lhe deu um beijo
rápido na boca. Exclamou:
- Obrigada, cara. Desde já, te agradecemos. Vou cha-
mar Aninha. Volto já.
Daniel foi até o bar que viu do outro lado da rua, sen-
tou-se numa mesa desocupada e esperou o garçom. Veio
uma garçonete boazuda lhe atender. A minissaia curtíssima
que ela vestia demonstrava bem a sua intenção de agradar a
clientela, composta de maioria masculina. Ele pediu:
- Me dá uma cerva geladíssima e traz também o car-
dápio.
Pouco depois, saboreava a bebida refrescante. A cerveja
viera geladíssima, como ele pediu. A garçonete entregou-lhe
um cardápio bem sortido e ele deu uma olhada nos preços.
Não eram tão caros. Depois, enquanto sorvia uns goles da
bebida, passeou a vista pelo bar. Viu apenas três mulheres,
sentadas em mesas distintas. Uma delas, uma loira muito bo-
nita, não tirava os olhos dele.
Daniel tinha quase trinta anos, era bonito e bem vesti-
do. Trabalhava como designer publicitário e tinha um bom
salário. Era solteiro, morava sozinho e, atualmente, estava
sem namorada. A última o tinha traído com um cara que ela
conheceu na Internet. Desde então, ele quis dar um tempo
nos relacionamentos. Bem apessoado e bem sucedido, sabia
que não teria dificuldades em conseguir alguém. Mas não ti-
nha pressa de entrar num novo namoro.
- Oi. Podemos nos sentar naquela mesa ali?
Ele ficou surpreso. Já tinha esquecido da pedinte. Ago-
ra, ela lhe aparecia com a irmã sentada numa cadeira de ro-
das. O espanto, no entanto, tinha sido porque a irmã da ga-
rota era muito bonita. Parecia uma atriz de cinema. O rapaz
VICIADA EM SEXO6
mudou de ideia:
- Oh, podem se sentar aqui mesmo. Já pedi o cardápio.
Deem uma olhada e peçam o que quiserem.
- Como é teu nome? - Perguntou a paraplégica, olhan-
do-o bem dentro dos olhos.
- Daniel Stenio. E você?
- Sou Ana Karina. Minha irmã se chama Aretha. Obri-
gada por nos oferecer algo para comer, Daniel. Estou mor-
rendo de fome.
- Vocês moram na rua?
- Não. Temos nossa casa. Foi tudo o que nosso pai nos
deixou. Ele nos abandonou quando tínhamos quinze anos,
para morar com uma mulher que não queria ter filhos e nos
detestava.
- Detestava vocês por quê?
- Não diga, Aninha. Não conhecemos esse cara direito.
- Advertiu Aretha.
- Eu gostei dele.
- Você gosta de todos.
- Ei, ei, ei... não vão arengar agora, não é? Melhor pedi-
rem o que comer. - Disse Daniel.
- Melhor, mesmo. O que podemos pedir, moço?
- Já disse: peçam o que quiserem.
Aretha, que tinha feito a pergunta, deu uma olhada no
cardápio. Perguntou para a paraplégica:
- Você vai querer um sanduíche, ou quer alguma coisa
mais substanciosa?
A bela jovem deu uma olhada no menu. Escolheu um
fígado acebolado. A irmã queria uma maminha completa.
Levariam as sobras para casa. A paraplégica concordou. Mas,
antes, perguntou a Daniel:
- Pode pagar, moço? Estou vendo que é muito caro.
- Sem problemas. Repito que podem pedir o que quise-
EHROS TOMASINI 7
rem. Se preferirem, peguem os dois pratos.
- Podemos?
- Não me faça repetir o que digo, por favor.
Aretha deu-lhe outro beijo na boca. O rapaz quis se
esquivar, lembrando-se que ela lhe ofereceu uma chupada.
Decerto, costumava chupar qualquer um. Ele quase sentiu o
gosto de rola na boca. Tomou imediatamente um gole de cer-
veja. Depois, chamou a garçonete. Ambas fizeram o pedido.
Quando a atendente saiu rebolando, as duas ficaram cochi-
chando entre si. A mais bonita não tirava os olhos de Daniel,
mas ele não conseguia ouvir o que diziam. A paraplégica pe-
diu:
- Posso tomar um gole da tua cerveja? Eu adoro beber.
- Não, Karina. Você fica logo bêbada e fazendo bestei-
ras.
- Se ela quer, deixe-a beber. - Incentivou o jovem.
- Está bem. Mas depois não reclame, viu? - Disse ela, se
dirigindo a Daniel.
Demorou a ser servido os dois pratos. Karina ficou vi-
sivelmente embriagada logo. Não parava de rir e de dizer pa-
lavrões bem alto. Chamava a atenção dos clientes. Aí, o dono
do bar, que ficava atendendo lá dentro, veio reclamar:
- Este é um ambiente familiar. Não tolero escândalos
aqui. O senhor, pague as cervejas e vão embora. Não servire-
mos mais vocês.
- Você é um cuzão, caralho. Agora, diga que estou erra-
da, pra eu te dar uns tapas! - Afoitou-se a deficiente.
- Pare, Ana Karina! Você já passou dos limites. Eu bem
que avisei. Agora, ficaremos com fome. Vamos embora.
Daniel pagou ao homem, visivelmente chateado. Mas
não reclamou. Quando se levantaram para ir embora, ele dis-
se a Aretha:
VICIADA EM SEXO8
- Vamos para outro restaurante. Vocês comem lá.
- Agora ela está bêbada. Vou ter que leva-la em casa,
pois não quero passar vergonha de novo. Mas você não sabia
como ela age. Não tem culpa de ter incentivado ela beber.
- Desculpe-me. Devia ter escutado você. Onde vocês
moram? Perto? Posso ir para outro bar, pegar a comida e le-
var até vocês.
- Faria mesmo isso, moço?
- Meu nome é Daniel.
- É mesmo. Esqueci. Mas levaria mesmo a comida, não
nos faria ficar esperando em vão?
- Não me faça repetir o que digo. Detesto. Onde vocês
moram?
- Se quer mesmo pagar pra gente, lá perto de casa tem
outro restaurante, mas é mais caro do que esse. No entanto,
todos conhecem minha irmã lá e já nem ligam quando ela
fica bêbada.
- Então, vamos para lá.
Pouco depois, estavam num restaurante bem maior do
que o de antes. Foram empurrando a cadeira de rodas, até
lá. No meio do caminho, Karina adormeceu. Sentaram-se a
uma mesa e um garçom jovem veio atender. Refizeram o pe-
dido e o rapaz foi bem solícito. Mas cochichou algo ao ouvido
de Aretha. Ela também cochichou-lhe. O garçom olhou para
Daniel, como se estivesse rindo dele. O rapaz continuou to-
mando sua cerveja sem dar-lhe atenção. Karina continuava
dormindo. Quando o garçom afastou-se, Daniel perguntou:
- Vocês estavam falando de mim?
- Desculpe, mas estávamos, sim. O garçom é apaixona-
do por minha irmã. Eu disse pra ele que ela está afim de você.
É que ele acha que estamos te explorando.
- E tua irmã ficou afim de mim?
Ela demorou a responder. Disse, depois de alguns mi-
EHROS TOMASINI 9
nutos:
- Sim. Lá no bar ela me disse que te achou lindo. Eu
disse a ela que você não gostava de putas. Por isso ela ficou
logo bêbada.
- Não devia ter-lhe dito isso. Eu também a achei muito
bonita. Eu transaria sim, com ela.
- Por que não disse logo? Eu não te ofereci uma chupa-
dinha?
- Sim, mas você me abordou de forma muito agressiva.
Eu não transaria com você. Mas ela parece muito diferente de
você. Com ela, eu transaria, sim.
A morena ficou triste. Seus olhos brilharam, como se
fosse chorar. Respirou fundo, para dizer:
- Então, vamos lá pra casa. Ela vai ficar contente. E eu
aproveito para descansar. O dia hoje foi puxado, ainda mais
com fome.
- Moram perto?
- Ali, naquela casa de grade, do outro lado da rua. Se
quiser, quando vierem as comidas, peço para embrulhar para
viagem. Aí, vamos para lá.
- Você vai acordá-la? E se ela começar a dar escândalo
de novo?
- Mas você não quer fodê-la?
- A essa altura, desisto. Mas que, de repente, me deu
vontade de transar, deu sim. Talvez porque ela seja muito bo-
nita. Isso me causou tesão.
- Posso te aliviar. Você tem sido legal com a gente.
- já sei: mas nada de gozar na boca, não é?
- Isso é com minha irmã. Ela detesta que lhe gozem na
boca. Eu não me importo.
- Como é que é? Não foi você que andou me oferecen-
do uma chupada?
- Sim. Mas se você topasse, quem iria te chupar era
Aninha. Ela é viciada em sexo. Mas quem tem que procurar
VICIADA EM SEXO10
parceiros para ela sou eu, pois ela quando está sóbria tem
vergonha.
- Taí, por essa eu não esperava. Mas você também apro-
veita para dar umas e ganhar alguma grana, não é?
- Não. Ainda sou virgem.
- Ah, sem essa. Não acredito que nunca deu o cabaci-
nho pra alguém.
- Quer que eu prove? Vamos lá pra casa!
- Só porque eu estou te pagando um jantar, Aretha?
- Também por isso. Mas eu sempre quis dar meu caba-
cinho. Porém, minha irmã toma todos os meus namorados.
Ela é revoltada porque eu posso andar e ela não. Mas a coita-
da é muito rejeitada por causa da sua deficiência. Os homens
a fodem e depois deixam a pobrezinha. Ela chora muito por
causa disso.
- Aí fica pegando qualquer cara? Ora, é isso que faz
com que os homens a deixem. Homem não gosta de mulher
que trepe com qualquer um. Isso a torna vulgar.
- Você acha?
- Sim. Eu não demoraria muito com tua irmã, se des-
cobrisse que ela vive trepando adoidada. Comeria uma única
vez e tiraria meu corpo fora.
- Você não gostou de mim?
- Você não é de se jogar fora. Mas tenho que te confes-
sar que ela é mais bonita.
Mais uma vez, Daniel percebeu os olhos dela brilharem,
como se fosse chorar. Mas ela se conteve. Aí, a irmã acordou.
Perguntou o que tinha acontecido para terem mudado de bar.
Aretha disse:
- Você ficou bêbada e, mais uma vez, me fez vergonha.
Fez vergonha a Daniel, também. Mas ele ficou afim de ti.
Quer foder contigo.
- Falou das minhas condições a ele?
- Ele te acha muito linda. Não creio que vá se chatear, se
EHROS TOMASINI 11
não gozar na tua boca.
- Pergunte a ele.
- Pergunte você. Chega de ser tua intérprete. Você sabe
falar, caralho.
- Agora quem está fazendo vergonha é você, com essa
boca suja. - Disse Karina.
- Ah, vai te foder! O garçom vem aí. Fale para ele colo-
car nossas comidas numas quentinhas. Eu vou-me embora.
Peça para Daniel te levar em casa. Pra mim, chega por hoje!
Dessa vez, o rapaz não se meteu na discussão. Antes de
ir, no entanto, a morena deu-lhe mais um beijo na boca, dessa
feita mais demorado. Daniel não se esquivou. Despediu-se
dela e disse que levaria Karina em casa. Ela não respondeu.
Foi-se embora, emburrada. O garçom trouxe as marmitas
com comida e depois cochichou ao ouvido da paraplégica.
Esta pediu licença a Daniel. O garçom conduziu-lhe a cadeira
de rodas em direção ao interior do bar. O designer esperou
um tempo, depois foi ao W.C. Para a sua surpresa, quando
entrou no gabinete, encontrou a moça chupando o garçom.
Este ficou todo empulhado. Daniel disse:
- Vou pagar minha conta e irei embora. Deixo a grana
com o outro garçom, então vocês podem acabar aí tranqui-
los. Depois, a leve em casa, okay?
- Mas... você não disse que me levava? Por isso, achei
que podia dar uma rapidinha com ele. Depois, te chupo tam-
bém, tá?
- Não é preciso, Karina. Também cansei de você, por
hoje. Farei como tua irmã: vou-me embora.
- Vai para casa?
- Não. Ainda é cedo. Tomarei mais umas por aí, até dar
onze da noite. Depois, sim, irei para casa.
Pouco depois, Daniel sentava-se à mesa de um outro
bar. Não andou muito. Ficou nas redondezas do que estava.
VICIADA EM SEXO12
Mas este era mais bem frequentado. Viu que tinha mais mu-
lheres do que homens no local. No entanto, o pequeno porém
simpático barzinho de subúrbio, não estava muito cheio. Pe-
diu uma cerveja e ficou olhando algumas jovens da sua idade.
Pareciam patricinhas, a maioria com namorado ou bebendo
com amigos. Estava entretido quando ouviu a voz perto de si:
- Posso sentar aqui?
Quase não reconheceu Aretha. Ela estava linda, de
cabelos molhados e com maquiagem leve. Vestia uma calça
comprida jeans, bem colada ao corpo, e uma jaqueta sobre
uma blusa preta. Antes, estava com um vestido surrado, pa-
recendo uma puta pobre. Daniel puxou cavalheirescamente a
cadeira. Ela sentou-se, muito elegante. Ele perguntou:
- A que devo a honra de você vir vestida para matar?
- Você é o primeiro a rejeitar minha irmã. Ela me ligou,
dizendo que você iria continuar bebendo. Vesti-me rápido
e corri para cá. Achei que seria o primeiro bar a encontrar,
depois daquele. Ainda bem que acertei.
- O que quer tomar?
- Pode ser um suco? Não quero ficar bêbada como ela.
- Se ficar, tudo bem. Te levo em casa.
- Não cumpriu com a tua palavra. Não confio mais em
você.
- É justo. O que posso fazer para ter tua confiança de
volta?
- Não muito. Apenas, me beije.
FIM DA PRIMEIRA PARTE
EHROS TOMASINI 13
VICIADA EM SEXO - Parte II
- Não quer ir lá pra casa? Comemos aquela comida que
você nos pagou.
- Não, deixe pra tua irmã. Peça outro prato para comer
aqui, se quiser. Não vou demorar muito. Amanhã tenho que
trabalhar cedo.
- Você trabalha com quê?
- Sou publicitário.
- Uau. Então, deve ganhar bem. Logo vi.
- Não posso reclamar. Você tem alguma profissão?
- Não. Eu nunca trabalhei. Não ouso deixar minha irmã
sozinha por muito tempo.
- Ué, por quê?
- Ela tem mania de suicídio. Entra em depressão, quan-
do se sente sozinha. Já tentou se matar umas dez vezes.
- Dez vezes?
- Exagero, claro. Mas já disse que ia se matar muitas
VICIADA EM SEXO14
vezes, tantas que perdi a conta. Então, não confio deixa-la
sozinha.
- Quem é a mais velha das duas?
- Ela. Eu sou a caçula. Tínhamos um irmãozinho, mas
não sabemos por onde anda. Minha mãe, quando deixou
meu pai, o levou. Nunca mais o vimos.
- Quanto tempo faz isso?
- Eu tenho vinte e cinco... então, fazem quinze anos.
- Tua mãe nunca voltou a procurar vocês?
- Não. Ficou com raiva da gente porque preferimos fi-
car com painho. Ela o traía com outro. Nós sabíamos disso,
pois painho saía para trabalhar e o cara já estava esperando
do outro lado da rua para ir lá pra casa. Um dia, painho des-
cobriu e quis matar mãezinha. Nós o impedimos. Ela resol-
veu ir-se embora. Só meu irmão mais velho quis ir com ela.
Desde então, não a vimos mais.
- É uma pena. Teu pai era ruim para ela?
- Meu pai era o melhor marido do mundo. Muitas mu-
lheres invejavam mãezinha. Mas ela era igual minha irmã:
não podia ver um homem que logo queria trepar.
- Eu acredito que isso seja uma doença, Aretha.
- Sim. Uma doença chamada safadeza.
- Bem, você vai pedir o quê para comer? Logo terei que
ir embora.
- Você mora onde?
- Um pouco longe. Terei que pegar um táxi.
- Me leva pra tua casa? Hoje, não quero dormir onde
moro.
- E tua irmã?
- Ela deve estar com Ruivinho, o garçom. Ele mora so-
zinho. De vez em quando, ela dorme na casa dele. Não gosto
dele lá em casa.
- Por quê?
- Todas as vezes, ele embebeda minha irmã para tentar
transar comigo. Não quero.
EHROS TOMASINI 15
Daniel esteve pensativo, depois disse:
- Não costumo levar ninguém que não conheça lá em
casa, Aretha.
- É porque você tem namorada? Se tiver, diga. Transa-
ria contigo, mesmo se tivesse.
- Está tão decidida a dar esse cabacinho assim?
- Sim. Se não for a você, dou pra outro. Não quero mais
ser virgem. Já sou de maior e tenho direito de dar umas tre-
padas.
- Está bem. Vamos lá pra casa. Se quiser levar umas
cervejas, tudo bem. Tenho sanduíches já prontos e refrige-
rante, lá. A menos que você saiba cozinhar. Não tem comida
pronta na geladeira.
- Um sanduíche me basta. Continuo com fome. Ainda
não comi nada hoje.
Pouco depois, ambos desciam de um táxi na frente da
residência do jovem. Tinha um carro na garagem. Ela per-
guntou por que ele não estava dirigindo.
- Saí de casa pensando em beber. Não gosto de dirigir
após ter ingerido álcool.
- Tua casa é grande. Mora sozinho?
- Sim. Minha família é toda do Interior de Pernambu-
co. Mas, desde criança, moro em Recife. Estudava aqui e mo-
rava com uma avó.
- Cadê ela?
- Faleceu ano passado. Esta casa era dela. Deixou-a de
papel passado para mim.
- Você teve sorte. Nós, também. A casa onde moramos
é própria. Posso pegar uma ducha?
- Claro. Mas deixe-me tomar um banho, primeiro. De-
pois, o banheiro é todo teu. Enquanto isso, você mastiga al-
guma coisa.
VICIADA EM SEXO16
- Não quer que eu te dê uma banho?
- Mmmmmmmmm, melhor não. Decerto eu ficaria
excitado, e terminaríamos fodendo. E eu preciso mesmo
acordar cedo amanhã.
Ela abaixou a cabeça, triste. Dessa vez, ele viu duas lá-
grimas escorrerem pelo seu rosto. Ela perguntou:
- Eu não te agrado?
Ele olhou para ela. Seu corpo era sinuoso, apesar de
magro. Não. Era esbelto. A calça jeans a deixava muito ele-
gante e sensual. Os seios, querendo pular da blusa de malha
preta sob o casaco, eram apetitosos. Sim, ela o agradava.
- Você me agrada, sim, Aretha. Mas eu preferia transar
contigo quando tivesse mais tempo, já que disseste que era
virgem.
- E sou, quer ver?
- Quero, sim.
- Ela tirou o casaco, a blusa preta e depois começou a se
despir da calça. Fez tudo isso de forma bem sensual, sem ser
amostrada. Despia-se naturalmente, com uma feminilidade
impressionante. Ele ficou de pau duro. Ela não tinha sequer
uma mancha na pele. Depois que terminou de se despir, ela
pediu que ele se agachasse na frente dela. Abriu os lábios va-
ginais. Mostrou a ele:
- Tá vendo? Meu hímen é intacto. Nunca foi nem lam-
bido.
O pau do cara deu um pulo, com essas palavras. Ele
apertou, involuntariamente, o cacete. Ela percebeu o tesão
em seu rosto. Incentivou:
- Eu não preciso nem tomar um banho, sabia? Tomei
um, antes de sair de casa. Veja como a minha boceta está
cheirosinha...
- Ele aproximou o rosto da vulva dela e cheirou. Ela
EHROS TOMASINI 17
sentiu um arrepio. Ele, o cheiro de sabonete. Lambeu o pin-
guelo. Ela estremeceu todo o corpo. Segurou sua cabeça com
as duas mãos e aproximou mais a xana do rosto dele. Ele
abriu os pequenos e os grandes lábios com os dedos e lam-
beu novamente o pinguelo. Ela estremeceu de novo e caiu
de joelhos perante ele, como se suas pernas tivessem se do-
brado. Beijou-o com volúpia. Ele correspondeu ao beijo. Ela
tirou rapidamente as roupas dele, enquanto o beijava. Pou-
co depois, tinha seu caralho na mão. Parou de beijá-lo, para
olhar para o pênis. O cara tinha um pau enorme, o maior que
ela já tinha visto ao vivo. Já vira alguns namorados da irmã
nus, transando com ela mas, das poucas vezes que prestou
atenção, o pinto dos caras eram de tamanho normal. Aquele
que tinha à sua frente, agora, era monstruoso. Bateu-lhe um
medo repentino. Gemeu:
- Aiii, eu quero, mas tenho medo de não aguentar esse
pau enorme.
- Não precisa aguentá-lo. Basta mamá-lo um pouco.
- Mas eu quero ser fodida.
- Teremos tempo.
- Mas você disse que precisava trabalhar.
- E preciso. Mas ainda temos tempo.
- Mas eu quero foder agora. Já. Bota essa pica enorme
na minha bocetinha...
- Ainda não. Dê-me primeiro uma chupadinha.
- Depois. Eu preciso saber se aguento ela dentro de
mim, primeiro.
- Está bem. Eu vou botar só a cabecinha.
- Bota, amorzinho...
Daniel cuspiu na mão, lambuzou o enorme caralho e
depois colocou a cabeçorra na entrada da vulva dela. Na pri-
meira investida, porém, ela gritou:
- Para. Para. Para... Está doendo demais.
VICIADA EM SEXO18
Ele empurrou mais um pouco, ao invés de parar.
- Tira. Tira. Tira... por favor... dói... dói muito, moço...
Então, ele tirou.
FIM DA SEGUNDA PARTE.
EHROS TOMASINI 19
VICIADA EM SEXO - Parte III
Aretha ficou chateada por não aguentar o enorme pau
dele. Ele, não. Deu-lhe um beijo na testa e disse que ia
tomar banho. Quando voltou para a sala, ela estava choran-
do. Ele acalentou-a:
- Depois, tentaremos de novo, linda. Não fique chate-
ada. Não é fácil engolir uma jeba do tamanho da minha. Re-
laxe.
- Mas eu quero.
- Eu também. Mas faremos isso aos poucos. Logo, você
conseguirá.
- Tem certeza de que também quer? Não ficou zangado
comigo?
- Claro que não. Para mim, será uma honra ser o teu
primeiro homem.
- Está bem. Posso dormir por aqui, né? Você tem In-
VICIADA EM SEXO20
ternet?
- Oh, tenho sim. Achei que você não conhecia essas
coisas.
- Eu navego no meu celular. Ou quando vou a alguma
lan house.
- Entendo. Vá tomar seu banho. Enquanto isso, te pre-
paro algo para comer.
- Não quer tentar de novo?
- Foder? Não, garota. Tenho mesmo que acordar cedo.
E essas coisas não se deve fazer às pressas. Quero você bem
fodida.
- Promete?
- Porra, por que tenho que estar repetindo o que digo?
- Desculpa. Não fique zangado. É mania minha.
- Está desculpada. Vá tomar seu banho.
Quando ela saiu totalmente nua, se enxugando, do ba-
nheiro, ele já lhe havia preparado dois sanduíches. Esperava-
-a na cozinha. Ela agradeceu e comeu com refrigerante. Ele
foi até a sala e voltou com um laptop. Entregou-o a ela, depois
de destravar uma senha. Ela o beijou novamente. Percebeu
que ele estava ainda excitado. Perguntou-lhe:
- Quer que eu te alivie?
- Eu dormiria mais depressa. Não fica chateada se eu
não te fizer um carinho também?
- Não. Eu estou te devendo uma chupada, lembra?
- Você disse que quem chupava era tua irmã, lembra?
- Mas, agora, não quero mais que ela te chupe. Chupo-
-te eu.
- Você ainda está comendo. Quando terminar, estou
te esperando na cama. Se dormir, me chupe assim mesmo.
Adoro acordar sendo chupado.
Ela o beijou novamente na boca. Estava contente dele
ter a deixado à vontade, mesmo sem a conhecer. Empenhou-
EHROS TOMASINI 21
-se em terminar de comer os dois sanduíches. Ele foi deitar-
-se. Quando terminou a refeição, ela lavou a boca e cami-
nhou até o quarto. Era tudo muito limpo e arrumado. Ficou
maravilhada com o bom gosto do rapaz. Mas já o encontrou
dormindo. Ressonava, por causa da bebida ingerida. Ela o
beijou na testa. Não queria acordá-lo. Saiu do quarto, após
apagar a lâmpada, e foi para a sala. Sentou-se a uma escriva-
ninha e abriu o laptop. Procurou por vídeos de chupadas. En-
controu vários, a maioria interpretados por profissionais do
sexo. Mas eram vídeos desinteressantes, de atuações sofríveis
e sem alma. Procurou por boquetes amadores e apenas um,
feito por uma jovem de apenas dezoito aninhos lhe chamou
a atenção. No vídeo, a mocinha elogiava o tamanho, o gosto
e a grossura do pau do cara, a cada lambida ou chupada que
lhe dava. Demorava-se só na cabeçorra do pau. O sujeito que
ganhou o boquete parecia estar gozando de verdade. Menta-
lizou bem a cena. Depois colocou na barra de procura:
- COMO CHUPAR UM PAU E DAR PRAZER?
A matéria que vislumbrou explicava que a melhor po-
sição para o sexo oral perfeito é a mais simples possível: com
ele deitado de costas, com a cabeça apoiada em um travessei-
ro, e ela apoiada ao lado, onde é fácil ter contato com toda a
genitália masculina. Essa posição também permite variedade
e flexibilidade e, se a parceira for criativa, ela pode se mover
de um lado para o outro passando por entre as pernas dele,
permitindo muitas variantes nos carinhos. Ela pode girar por
cima dele esfregando o corpo enquanto chupa, chegando até
a posição sexual 69, que é bastante apreciada pelos homens
pelo seu erotismo explícito. Ela pode esfregar a buceta no
rosto dele enquanto chupa criando um clima bastante eró-
tico. Garantia que qualquer homem adoraria uma Mulher
voluptuosa assim.
Aretha aprendeu que quando se trata de boquete, a
VICIADA EM SEXO22
umidade é crucial. Quanto mais molhado, mais gostoso fica o
sexo oral perfeito. Quanto mais saliva ela usasse, menos atri-
to ocorreria e mais confortável e agradável seria a massagem.
Ela deveria começar a lamber o pênis da base até a
ponta e usar as mãos para espalhar bem a saliva deixando-o
bem molhado. Fazendo isso duas ou três vezes, alternando
o lado do pênis para molhar cada milímetro. Então, sugar a
cabeça com bastante pressão enquanto acaricia o corpo do
pênis harmoniosamente de cima para baixo, certificando-se
de mantê-lo bem escorregadio. A morena viu que homens
adoram que o pênis fique bem molhado, então seria bom não
deixar de usar bastante saliva.
Ela tinha a consciência de provocar a libido dele en-
quanto faria o boquete – tudo que fizesse, que provocasse a
excitação do seu parceiro seria válido para criar um clima de
sensualidade. Olhar para os olhos dele, morder os próprios
lábios e dizer “Você quer que eu chupe ele, quer?” ou “Eu
quero você na minha boca agora, mete tudo mete...”.
A morena aprendeu que utilizar frases “sujas” para pro-
vocá-lo, sendo criativa e dizendo bastante putaria, faria seu
homem adorar o sexo com ela. Aretha parou para pensar:
lembrou-se que os homens são seres visuais, que ADORAM
VER! Faria caricias no corpo de Daniel e iria descendo até o
pau, abriria o zíper com cara de safada e diria querer chupar
aquele pau gostoso até ele gozar a última gota. Tiraria a calça
dele e faria uma Espanhola, esfregando bastante seus seios no
corpo dele, continuando fazendo carinha de safada. Nessas
horas, quanto mais sem vergonha ela fosse, melhor.
O que ela não sabia era que usar os dedos indicador e
o polegar como um anel, para fazer pressão na base do pênis,
forçando-o para baixo, era o ideal. Essa técnica deixa a glande
bem exposta e a pele bem esticada e lisa para ser chupada in-
EHROS TOMASINI 23
tensificando a sensação de contato. Concordou que essa per-
cepção de pressão no pênis é muito agradável para o homem,
seus dedos fazendo o papel de um anel peniano que é uma
conhecida técnica para retardar a ejaculação, pois tampa a
passagem do esperma prolongando o orgasmo. O texto en-
sinava que mulheres experientes faziam isso naturalmente e
se ela fizesse isso, também seria lembrada como uma. Aretha
queria proporcionar a Daniel o melhor boquete da sua vida.
Outra coisa que ela desconhecia era que devia fazer
gemidos enquanto chupava. O sexo oral perfeito é a arte de
provocar sensações e as mulheres mais experientes e habili-
dosas sempre se destacam nisso. Além da visão, ela devia se
lembrar do sentido da audição. Os homens adoram saber que
a parceira está se satisfazendo na cama (mesmo que não seja
verdade), e uma ótima maneira de fazer isso é ouvindo as
reações dela. Os Homens adoram ouvir os sons da parceira,
portanto, emitir gemidos enquanto faz o sexo oral os deixa
doidos. Ruídos de prazer sempre serão bem vindos durante o
sexo. O texto só alertava para ela não exagerar nos gemidos
pois podiam parecer artificiais.
A moça não sabia que o frênulo prepucial, ou só frê-
nulo, era um pequeno pedaço de pele de forma triangular na
parte exterior do pênis, também conhecido como freio do
pênis. O frênulo liga o corpo do pênis à glande, exatamente
como um freio. Aliás, explicava o texto que poucas mulheres
sabem que o frênulo é um ponto muito sensível do pênis,
e qualquer pressão ali é muito agradável. Ela deveria fazer
movimentos de baixo para cima, ou de um lado para o outro,
lambendo essa região vigorosamente. Movimentos rápidos e
curtos também eram muito apreciados. Alternar estas lambi-
das com a sucção também vigorosa da glande, faria seu par-
ceiro ter sensações muito fortes e agradáveis.
VICIADA EM SEXO24
Ela também lembrou-se de que a irmã afirmava que se
devia pressionar os testículos. Claro que se o apertão fosse
muito forte e desajeitado não haveria quem aguentasse a dor.
A matéria que lia naquele momento dizia que, se a mulher
envolvesse suavemente o saco e o mantivesse coberto com
uma ou as duas mãos enquanto chupava (enquanto caval-
gava também), o Homem teria sensações muito agradáveis.
Alertou, porém, que nunca desse tapinhas ou puxões no saco,
pois podia doer de verdade. Aretha aprendeu que dava para
perceber se o Homem estava excitado pela rigidez da pele dos
testículos. Quando estão mais rígida a pele fica mais fácil de
acariciar.
A morena desconhecia que um ponto erótico masculi-
no pouco explorado pela maioria das mulheres é o períneo,
a região entre os testículos e o ânus. Por causa desta sensibi-
lidade extrema, acariciar esta área sempre será muito gosto-
so. A matéria ensinava tentar massagear, lamber, pressionar,
fazer cócegas ou dar tapinhas ali. Todas essas técnicas iriam
proporcionar a ele sensações agradáveis. O texto incentivava
brincar com essas técnicas para ver como o parceiro reage,
contanto que ela fosse gentil e cuidadosa com as carícias.
Aretha também não sabia que algumas mulheres des-
conhecem a importância de uma bela chupada no saco para
fazer o cara gemer de prazer e nunca mais esquecê-la. Chu-
par as bolas dele é uma técnica apurada e muito apreciada
pelos homens e pode ser um complemento ao item anterior.
Ao mesmo tempo que brinca com o períneo dele com uma
das mãos, ela poderia chupar e lamber o saco e, com a outra
mão, bater aquela punhetinha gostosa. No entanto, para isso,
deveria manter os testículos bem molhados.
Mas aí ela leu sobre um assunto polêmico: a massagem
da próstata. É que enquanto alguns homens podem ficar mui-
EHROS TOMASINI 25
to nervosos com este assunto tão delicado, outros não têm o
menor problema em lidar com a manipulação anal, ou seja,
a massagem na próstata. A próstata é uma glândula exócrina
que faz parte do sistema reprodutor masculino e sua função
é produzir e armazenar um fluido incolor que constitui de 10
a 30% do volume do fluido seminal, que juntamente com os
espermatozoides constitui o sêmen.
Claro que se ela pretendia fazer a massagem na prósta-
ta de Daniel, era sugerido muito cuidado ao propor isso a ele.
É que poucos homens aceitam a ideia de levar uma dedada
no cu – técnica também chamada de fio-terra. É certo que
ela sabia que a massagem na próstata não está diretamente
relacionada com homossexualidade, mas será que Daniel era
da sua mesma opinião?
O fio-terra consiste na manipulação da próstata, que
também é conhecida como Ponto G masculino ou Ponto P.
Manipular a próstata pode fazer com que o parceiro tenha
um orgasmo da próstata que é o orgasmo mais forte e intenso
que um Homem pode ter. Claro que a maioria dos homens
sentirá que sua masculinidade foi ferida (literalmente) e nem
pensarão na possibilidade de receber esta massagem. Portan-
to, ela deveria ter cuidado para pedir algo assim para ele. Mas
era um desejo que ela gostaria de realizar: ter um homem
gozando no seu dedo. Outra coisa que tinha vontade de ex-
perimentar era o beijo grego: beijar o cu de um namorado ou
ter o cu beijado por ele.
Aretha não aguentou ler o resto do texto. Estava tão
excitada que a boceta pingava um líquido espesso na cadei-
ra. Levantou-se e voltou para o quarto. Pensou em acender
a lâmpada, para ver o efeito que as suas carícias fariam ao
jovem publicitário. Este continuava dormindo e talvez des-
pertasse, com a claridade. Resolveu dar-lhe prazer na pe-
VICIADA EM SEXO26
numbra, sendo iluminados apenas pelos faróis de carros que
passavam na frente da residência. O jovem estava deitado de
lado. O sexo estava em repouso, mesmo assim era de um ta-
manho impressionante. Com cuidado, ela o virou de barriga
para cima. Ele não se acordou. Então ela, suavemente, colo-
cou seu caralho na boca. Lambeu toda a extensão do bicho,
ainda com cuidado para não acordá-lo. Mesmo assim, gemeu
enquanto o chupava suavemente. Ele não abriu os olhos, mas
ajeitou-se melhor na cama para receber os carinhos dela.
FIM DA QUARTA PARTE
EHROS TOMASINI 27
VICIADA EM SEXO - Parte IV
Quando acordou-se, de manhã cedo, Daniel tinha a sen-
sação de que havia sonhado com alguém lhe chupando
gostoso o cacete. Seu pinto estava encolhido e sequinho, por
isso ele não achou que havia tido polução noturna, já que o
lençol da cama também estava limpo. Como não viu Aretha
por perto, achou que ela tinha saído bem cedo, antes dele
acordar. Teve um sobressalto: será que ela tinha furtado al-
gum objeto da casa? Levantou-se de um pulo e caminhou em
direção à sala. Viu a moça deitada no sofá, ainda nua. Seu
rosto estava todo melecado de esperma já seco. Ele sorriu. Ela
havia lhe chupado tão suavemente que ele nem sentiu, por
isso não se acordou.
Deu-lhe um beijinho na testa. Ela moveu-se, mas não
despertou. Ele foi ao banheiro, fez xixi e depois tomou um
demorado banho. Estava com um pouco de ressaca. Quando
VICIADA EM SEXO28
lavou a genitália, o pênis deu sinais de vida. Mas reprimiu a
vontade de se masturbar. Terminou de se banhar, foi à cozi-
nha fazer o desjejum e deixou café pronto na garrafa térmica,
encima da mesa. Junto, colocou um bilhete para Aretha di-
zendo-lhe que quando ela fosse embora, jogasse a chave por
baixo da porta pois ele tinha uma cópia. Depois, vestiu a rou-
pa e saiu. Já estava atrasado para o trabalho, apesar de ainda
ser cedo. Mas tinha que entregar uma peça publicitária antes
das dez da manhã.
Quando Aretha despertou, já era quase onze. Espregui-
çou-se, antes de levantar. Sentou-se no sofá e olhou em volta,
lembrando-se de que estava na casa de Daniel. Não sabia que
já era tão tarde, por isso procurou-o pela residência, chaman-
do-o. Como não obteve resposta, teve a certeza de que ele já
havia ido. Viu a mesa posta com algumas frutas e pães di-
versos, além de cereais. Sorriu. Não se lembrava de quando
alguém lhe preparara alguma refeição. A irmã era muito pre-
guiçosa e quem fazia tudo dentro de casa era ela. Também leu
o bilhete. Mas pensou que, se ele acreditava que iria se livrar
dela tão cedo, estava muito enganado!
Nesse dia Daniel largou muito tarde, por volta das onze
da noite. Estivera distraído o dia todo, de vez em quando
pensando em Aretha, e relaxou suas tarefas na agência. Fi-
cava de pau duro toda vez que pensava nela. Não conseguia
evitar isso. Teve uma hora em que não mais aguentou e foi
ao banheiro bater uma punheta. Porém, teve dificuldades
em ejacular. Quando finalmente conseguiu gozar, saiu pou-
quíssima porra. Chegou à conclusão de que a morena que
dormira em sua casa lhe havia chupado mais de uma vez,
para deixá-lo com tão pouco esperma. O rosto dela, que viu
melecado, atestava isso.
Foi o último a sair da empresa de publicidade. Era uma
EHROS TOMASINI 29
sexta feira e os bares estavam lotados. Ele tinha a garganta
seca, resquício da farra da noite anterior. Não voltaria para
casa tão cedo. Pensou em passar pelo último bar onde bebe-
ra com Aretha, mas desistiu. Ela não deveria estar lá. E não
queria passar pela casa dela. Em plena sexta-feira à noite,
era provável que ela estivesse arregimentando clientes para
a irmã.
No início, não acreditara que a moça fosse virgem. Mas
ele havia forçado a entrada do pau na sua boceta e o hímen
resistiu. Esse pensamento o deixou de pau duro de novo. Re-
solveu-se a se sentar no primeiro bar que encontrasse pelo
caminho.
Lembrou-se que perto da agência havia um bar que era
frequentado por uma maioria de jovens. Foi para lá. Encon-
trou o local lotado, sem nem um lugar para se sentar. Apro-
ximou-se do balcão e pediu uma cerveja long neck. Não ha-
via cervejas maiores, a não ser latões. Mas ele não gostava de
cervejas em latas. Disseram que só atendiam com fichas. Ele
olhou para a longa fila de gente pagando antecipado. Desis-
tiu. Antes de se afastar do balcão, porém, uma loirinha sim-
pática pegou no seu braço. Ela perguntou:
- Quer beber? Te empresto uma ficha das minhas. De-
pois você me devolve.
Ele esteve na dúvida. Depois agradeceu:
- Obrigado, mas o local está muito cheio e barulhento.
Pretendia pegar uma cerveja e ir bebendo até outro bar.
- Se não gosta de barulho, tem um barzinho bem inti-
mista perto daqui. Normalmente, vou para lá. Tem uma can-
tora muito talentosa, que se apresenta lá dia de hoje. Vamos?
- Você está sozinha?
- Não. Estava. Agora, acredito que esteja contigo.
VICIADA EM SEXO30
Ele riu. Havia gostado da baixinha. Ela devia ter cerca
de 1,60m enquanto ele media quase dois metros de altura.
1,85cm para ser mais exato. Ofereceu-lhe cavalheirescamente
o braço. Ela o aceitou sorrindo.
- Vamos. - Disse ele.
- Mas, antes, deixa eu vender as fichas que peguei para
os últimos da fila. - Ela pediu.
Pouco depois, estavam num barzinho no segundo an-
dar de um prédio comercial. Haviam subido a estreita escada
que dava ao estabelecimento. Havia poucas pessoas dentro
do bar com decoração dos anos 1930 ou 1940, Daniel não
soube precisar.
- Não vi a placa. Como é o nome deste barzinho?
- Aconchego. O nome já define o estilo. É um bar novo,
mas com decoração antiquada. Dos anos trinta, com certeza.
- Você entende de decoração?
- Sou arquiteta.
- Oh, muito bem. Nunca conheci nenhuma arquiteta
ao vivo e a cores. Prazer. Meu nome é Daniel Stenio.
- Carla Azambuja. O prazer vai ser todo meu.
- Como disse?
- Oh, nada, nada... estava dispersa. Mas ouvi teu nome.
Daniel, não é?
- Sim, Carla. Escolha uma mesa.
- Quero uma bem discreta, que fique num cantinho.
Quanto mais escurinho, melhor. É que hoje estou inspirada.
É meu aniversário, sabia?
- Claro que não sabia. Meus parabéns. Muitos anos de
vida. Faremos um brinde a isso, assim que você achar uma
mesa do teu agrado.
- Vai me dar um presente?
- O que gostaria de receber?
- Eu te direi quando estivermos na quinta cerveja.
EHROS TOMASINI 31
Daniel estava achando a loirinha divertida. Bem hu-
morada, bonita e decidida. Logo, estavam sentados a uma
mesa do canto. A única onde não existia uma luzinha ilumi-
nando o casal. Ela conhecia o local. A lâmpada que deveria
estar acesa estava quebrada. Como era uma de modelo anti-
go, decerto não haviam encontrada outra para repor. Quan-
do o garçom chegou com uma cerveja, sem que eles tivessem
pedido, ela disse:
- Traga-nos duas outras, imediatamente. Essa vai ser
para eu comemorar.
Daniel só entendeu o que ela queria dizer quando a loi-
ra virou a cerveja e a sorveu totalmente do próprio gargalo,
de um só gole. Ela botou a mão cobrindo a boca, arrotou e
disse:
- Pronto. Já fiz o meu brinde. Quando chegarem as ou-
tras, faça o teu.
Daniel sorriu. Estava cada vez mais gostando da com-
panhia dela. Olhou em volta. Não havia ninguém cantando.
Mas o pequeno palco estava armado. Ele perguntou:
- De que horas começa o show?
- Já, já. Normalmente o cara que toca começa à meia-
-noite em ponto. A cantora chega pouco tempo depois.
- Mas diga aí, Carla: você vem sempre aqui?
- Todas as sextas, se tiver companhia. Coisa que faz
tempos que não tenho.
- Não tem namorado?
- Nunca quis. Muito trabalho. Prefiro os ficantes. Mas
já tive marido.
- Posso saber por que se separaram?
- Pode. Ele não me aguentou. Eu queria foder todos os
dias.
- Nossa! Muita disposição. Eu também acho que não
aguentaria um rojão desses.
- Não gosta de foder?
VICIADA EM SEXO32
- Adoro. Mas só quando estou com vontade. Não tran-
saria por obrigação.
- É o que ele me dizia. Mas não me deixava trepar com
outro.
- Se estivesse no lugar dele, você o deixaria transar com
outra?
- Sim. Por isso, nos separamos. Emprestei-o para a mi-
nha melhor amiga.
- Como assim?
- Ela ficou interessada nele, quando o conheceu. Traba-
lhava no mesmo escritório de arquitetura que eu. Aliás, era a
minha chefa. Quando percebi o seu interesse, perguntei-lhe
se o queria emprestado. Ela quis. Mas não mais me devolveu.
- Entendo. Você não o devia ter emprestado.
- Devia, sim. Assim, livrei-me dele antes que se livrasse
de mim.
- Não gostava dele?
- Gostava do pau dele. Mais do que eu deveria. Na ver-
dade, eu não gosto de homem.
- Não???
- Não. Gosto de pau de homem. É diferente. E nem
todo pau me agrada.
- Como os prefere?
- Vou ser curta e grossa: o pau tem que ter essas mes-
mas características.
- Quais?
- Curto e grosso.
- Ah, entendi. - Disse ele, rindo.
- Como é o teu pau? - Perguntou ela, de repente, antes
mesmo que ele parasse de rir.
- Tem a preferência nacional. Desejo de homens e mu-
lheres.
- Agora sou eu que pergunto: como assim?
- Grande e grosso, como a maioria das mulheres gosta-
riam que fossem, e como todos os homens gostariam de ter.
EHROS TOMASINI 33
- Você é um convencido. Gostei. Pode provar o que diz?
- Claro. Mas a noite é apenas uma criança.
- Isso parece bordão de publicitários.
- Eu sou publicitário.
Ela riu-se a valer. Abraçou-se forte a ele e depois lhe
deu um longo beijo na boca. O garçom chegou com as duas
cervejas geladas. Ambas de 600ml. Carla disse:
- Agora é a tua vez de brindar.
Daniel secou o peito e se preparou para sorver todo o
líquido de uma só vez. Conseguiu tomar tudo em três gran-
des goles. Ela o aplaudiu. Aí, ouviu o cantor dar boa noite a
todos. O show ia começar. Antes, porém, ele anunciou:
- Gente, eu tenho que pedir desculpas a vocês pela
ausência da cantora. Pela primeira vez em mais de um ano
cantando juntos, ela não veio. Nem me deu nenhuma expli-
cação. Já liguei, e seu celular está desligado. Dito isso, vamos
ao show.
O cara começou cantando músicas de Roberto Carlos,
coisa que Daniel detestava. Nunca foi muito fã do cantor.
Carla, no entanto, parecia apreciar as canções dele. Cantava
baixinho, acompanhando o intérprete. O jovem aproveitou
para olhar em volta. A casa começava a encher, mas a maioria
das mesas estavam ocupadas por casais. Tudo gente chique.
Aí, sentiu uma mão pousar no seu pau. Perguntou a Carla:
- Não acha que vão nos ver? Não quero ser expulso do
bar mais uma vez esta semana.
- Não se preocupe. Estamos vendo todos porque esta-
mos no escuro. A nossa é a única mesa sem lâmpada. Portan-
to, os outros não conseguem nos ver.
- Ah, bom. Tem razão. Então, pode me apalpar à von-
tade.
- Quero fazer melhor. Hoje é meu aniversário, esque-
ceu? Quero te cobrar o meu presente.
VICIADA EM SEXO34
- Que seria?
- Não digo agora. Peça mais duas cervejas.
- Não vou virar de novo, aviso logo. Não pretendo ficar
bêbado.
- Tudo bem. Eu viro sozinha.
Pouco depois, ela virava mais uma cerveja. Agora já ha-
via cinco cascos sobre a mesa. Ela disse, sem parar de massa-
gear o caralho dele por cima da calça:
- Assim que terminarmos essa quinta cerveja, te cobro
meu presente.
- Não vejo a hora - disse ele.
Alisado pela mão dela em toques suaves, o caralho dele
já estava ao ponto de pular fora da calça. Então, ela começou
a apertá-lo. Daniel gemeu baixinho. Ela lhe deu uma lambida
na orelha e ele quase goza. Então, ela sussurrou ao seu ouvi-
do:
- Hora de cobrar meu presente. Não faça alarde e nin-
guém vai perceber, amor.
Sem que o jovem esperasse, ela se meteu debaixo da
mesa. Fez isso numa rapidez enorme, se escondendo sob a
toalha da mesa que quase tocava o chão. Daniel olhou em
volta. Ninguém parecia prestar atenção a eles. Relaxou. Mas
ficou tenso de novo quando sentiu as mãos dela tocarem em
sua braguilha, querendo libertar o pau. Ela engoliu seu enor-
me cacete e ficou brincando com ele na boca. O rapaz perce-
beu que ela queria lubrificar a pica, para que esta se ajustasse
melhor à sua goela. Pouco depois, ele a sentiu deglutindo seu
enorme caralho totalmente, fazendo uma “garganta profun-
da”. A loira nem tossiu nem se engasgou com o enorme vo-
lume que tinha na boca. Engoliu totalmente seu pênis várias
vezes, deixando-o cada vez mais babado. Ela meteu a mão
por baixo dele até pegar suas bolas. Ficou apertando-a de
EHROS TOMASINI 35
leve, enquanto o mamava. Ele botou as duas mãos por bai-
xo da mesa e forçou sua cabeça contra o colo dele. Sentiu
os lábios dela tocarem em seus pentelhos, abocanhando toda
a jeba. Mas ela logo voltou a masturba-lo com a boca, en-
quanto lhe massageava as bolas e punhetava a pica. Veio uma
vontade incontrolável de Daniel gozar. Sacudiu-a pelos om-
bros, avisando a proximidade do gozo. Quando ela sentiu seu
membro inchar, apressou a punheta, sem tirar a cabeçorra da
boca.
Por pouco o rapaz não faz um escândalo, quando ge-
meu alto na hora da farta ejaculação.
FIM DA QUARTA PARTE.
VICIADA EM SEXO36
VICIADA EM SEXO - Parte V
Com a mesma agilidade que se escondeu sob a mesa,
a loira voltou para o seu lugar. Beijou Daniel na boca, ainda
com resíduos de porra na dela. Disse a ele:
-Para você saber que gosto tem teu próprio leitinho, amor.
Eu adorei. Obrigada pelo presente.
Ele ainda resfolegava. Por isso, ela chamou novamente
o garçom. Quando ele veio, ela lhe pediu mais uma cerveja.
Quando o cara trouxe uma geladíssima, ela disse para Daniel,
que já havia recuperado o fôlego:
- Por hoje, eu já me sinto satisfeita. Já posso até ir para
casa.
- Mas eu ainda quero foder uma boceta.
- A minha, não, amor. Minha bocetinha é bem peque-
nina, não iria aguentar teu bilolão enorme. Talvez, num ou-
tro dia, quando eu estiver disposta a ser arrombada. Mas se
EHROS TOMASINI 37
você quiser, posso chamar uma amiga pra te aliviar. É só eu
ligar para ela.
- Ela é alguma prostituta, para aceitar transar com
quem não conhece na mesma hora?
- E nós não acabamos de fazer isso? E olha que também
acabamos de nos conhecer...
- Ela é bonita?
- Isso, quem dirá é você. Não costumo achar mulher
bonita. Gosto unicamente de homem. - Disse ela, retirando
da bolsa discreta que carregava um pequeno celular. Teclou
um número. Quando atenderam, apenas disse:
- Já acabei com ele. Pode vir. - E desligou o telefone.
A loira voltou a encher seu copo e o do rapaz e, depois,
tomou um pequeno gole. Daniel se sentiu chateado por ter
sido prontamente descartado, mas não comentou nada. Dava
um gole demorado na sua cerveja quando uma negra bela e
gostosíssima se aproximou deles. Ela cochichou algo ao ou-
vido de Carla e depois olhou sorridente para Daniel. A loira
disse:
- Daniel, esta é Aphrodite, minha chefa. Aphrodite, este
é Daniel, um estimado amigo que conheci hoje.
A negra estendeu-lhe a mão, enquanto Daniel se levan-
tava, ainda admirado da beleza dela. O rapaz também esten-
deu-lhe a mão e gaguejou:
- E-encantado, senhorita. É um prazer conhece-la.
- Que nada, o prazer vai ser todo meu!
O jovem, que tinha problemas de audição, não enten-
deu bem o que ela disse, mas a negra sentou-se ao seu lado
sem nem pedir licença. Daniel virou-se para a loira, também
ao seu lado, e cochichou-lhe ao ouvido:
- É essa que...
VICIADA EM SEXO38
- Sim, é essa que me roubou o marido. Eu a vi chegar
aqui e sabia que ela iria querer ser apresentada a você. Não ti-
rou os olhos da gente, mesmo estando acompanhada do meu
ex-marido.
- Teu ex está aqui?
- Sim. É aquele que está sentado sozinho ali. Como ele
está sem óculos e não enxerga de longe, decerto nem sabe
que estou aqui.
- Caracas. Por essa eu não esperava.
- Relaxe. Minha chefa gostou de você. Eu vou deixar
vocês a sós. Preciso falar com ele sobre nosso divórcio em
andamento. Não precisa teme-lo. Vou dizer-lhe que a minha
chefa encontrou uma amiga nossa e disse que iria demorar
um pouco nesta mesa. Depois o chamo para conversar lá fora
e o tiro daqui. Pode ter certeza de que ele não voltará para
este bar tão cedo.
- Veja lá o que vai fazer.
- O mesmo que fiz a você: pedir-lhe um presente de
aniversário. Ele irá adorar, o safado. E com ele, posso trepar
pois tem um caralho do jeito que eu gosto.
- Curto e grosso. Já sei. Obrigado pelo entretenimento.
Ainda nos veremos?
- Quem sabe? - Disse a loira, se levantando e deixando
algum dinheiro na mesa. Depois, trocou beijinhos nas faces
com a negra, antes de se dirigir à mesa onde o ex-marido
estava sentado.
- Estavam discutindo?
- Oh, não. Ela estava me dizendo que ia ter uma con-
versa com o ex-marido sobre divórcio, então iria demorar.
Que nós ficássemos à vontade pois iria arrastá-lo daqui.
- Ficarmos à vontade? Então, posso tirar a roupa? - E
ela sorriu de forma tão sensual que o caralho do jovem deu
novamente sinais de vida.
- Melhor não. A noite ainda é uma criança.
- Uau, você é publicitário?
EHROS TOMASINI 39
- Sou, sim.
Ela atirou-se nos braços dele e o beijou na boca. De-
pois, afirmou:
- Pois eu adoro publicitários. Sempre desejei trepar
com um.
- Ué, por quê?
- Dizem que todos têm pênis grande. A-do-roooooooo.
- Isso é propaganda enganosa. Nem todos têm.
- Não me diga que...
- Oh, não. Nesse caso, sou um publicitário exemplar.
Ela suspirou. Sorriu feliz. Voltou a beijá-lo na boca,
dessa vez mais demoradamente. Quando separaram os lá-
bios, ele perguntou:
- E teu marido, o que está sentado ali?
- Hoje, ele é marido dela. Já havíamos marcado, eu e
ela, de nos encontrarmos aqui, pois hoje é o seu aniversário.
O porra nem lembrava! Vim disposta a empresta-lo para ela,
mas só por hoje. Portanto, hoje estou livre e sou toda tua! E
só tenho a agradecer a ela por não me deixar só na mão, pois
era isso que eu iria fazer quando chegasse em casa.
- Você também é curta e grossa?
- Mmmmmmmmmmm? Isso terá de ser uma longa
conversa!
Cerca de uma hora depois, estavam num motel. Nem
bem entraram, ela se atirou em seus braços. Beijou-o apres-
sadamente na boca mas logo foi descendo com os lábios pelo
pescoço, pelo peito dele, enquanto lhe tirava a camisa de ma-
lha preta que ele vestia. Mordeu-o com força no peito e ele
gemeu de dor. Tirou suas calças de maneira urgente. Quando
o pau duríssimo saltou, ela elogiou:
- Uau. Nossa conversa vai ser very long. Ou, long dong,
se preferir.
VICIADA EM SEXO40
Dito isso, a negra abocanhou-lhe o pau. Ele gemeu:
- Não vá mordê-lo, também.
Ela fez que não ouviu. Mas reclamou do cheiro forte de
esperma que ele liberava.
- É que ele foi testado e aprovado antes. E está na ga-
rantia.
- De quanto tempo?
- Depende do consumidor. No caso, da consumidora.
- Se eu não gostar, devolvo-o enfiado na tua bunda.
Essas palavras acenderam a libido do rapaz. Ele a pe-
gou nos braços e jogou-a sobre a cama. Ela caiu de bunda
para cima. Ele também subiu no leito e se postou atrás dela.
Abriu-lhe bem as pernas, mas ela gritou:
- Não, senhor! Pare imediatamente. Ainda não estou
em posição de ser atacada pela retaguarda!
- É um ataque-surpresa. Pense nisso como uma invasão
do território inimigo.
- Tudo bem, mas eu gostaria de receber primeiro o ini-
migo na sala de lazer.
- É que o inimigo chegou com vontade de ir direto ao
banheiro.
- Então, antes de sair, por favor, dê descarga. - Disse a
negra, se referindo à ejaculação.
Ele calou-se. Suspendeu as ancas dela e lambeu seu
cuzinho com cheiro de rosas. O botão se abriu mais para ele.
Quando o jovem percebeu que as pregas estavam bastante
lambuzadas de saliva, apontou a cabeçorra do pau para elas.
A negra gemeu:
- Vai, arromba a porta e entra de uma vez.
Ele não fez o que lhe era pedido. Pegou a rola com uma
mão e parafusou com ela, no cu da negra. Ela gemeu de novo:
EHROS TOMASINI 41
- Eu já estou rendida, caralho. Não judie de mim...
Ele empurrou de vez. Ela abriu desmesuradamente a
boca e os olhos. Sentiu-se empalada com o enorme cacete
dele. Ordenou, como se fosse uma comandante militar:
- Soca, soca, soca, socaaaaaaaa...
Ele socou. Iniciou um galope alucinado. O cu fazia
um barulho estranho, como se estivesse rangendo. Mas era
apertado e lubrificado ao mesmo tempo. Ele parou de meter,
incomodado por aquele barulhinho. Ela entrou em frenesi:
rebolou no pau, empinou e desceu o bundão, chocou o rabo
contra o caralho enorme dele por alguns minutos, depois fi-
cou estática. Quando ele voltou a bombear no cuzinho dela,
a negra começou a se tremer. Parecia que havia baixado um
caboclo em seu corpo naquela hora. Ao invés de parar, ele
aumentou a velocidade das estocadas. Finalmente, ela gritou:
- Aaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhh, que delícia foi
perder essa guerraaaaaaaaaaaaa...
A negra se mijou toda. Vários jatos de mijo. Desvenci-
lhou-se do pau do jovem e jogou-se na cama, virando-se de
frente para ele. Continuava mijando em jatos rápidos, mas
fortes. Daniel meteu a boca na xoxota dela, ficando de rosto
todo molhado.
FIM DA SEXTA PAETE
VICIADA EM SEXO42
VICIADA EM SEXO - Parte VI
Anegra Aphrodite estava destruída. Tinha fodido de to-
das as maneiras com Daniel. De repente, levantou-se de
perto dele dizendo:
- Por hoje, chega! Quer me matar, peste? Pensei que
minha amiga já tinha acabado contigo e havia me empres-
tado só o bagaço, mas você parece que ainda aguenta outra,
caralho. Chego a estar de boceta e de cu ardido, por causa
dessa jeba enorme. Vai te foder. Estou fora.
- Para onde vai?
- Pra casa. Quero chegar antes do meu marido.
- Acha que ele ainda chega hoje?
- Foi o trato que fiz com Carla: ela deveria liberá-lo
para que fosse para casa. Eu também queria dar uma com ele.
- Se ela tivesse intenção de liberá-lo tão cedo, não teria
me emprestado para ti.
- Faz sentido. Mas não quero mais foder contigo. Você
EHROS TOMASINI 43
é um jumento incansável, porra. - Disse ela, andando em di-
reção ao banheiro. Tomou um banho rápido e começou a se
vestir. Ele não saiu da cama.
- Vai ficar?
- Vou, sim.
- Não vai querer que eu te dê uma carona?
- Não é preciso. Posso chamar um táxi, do motel.
- Como queira. Estou indo. Mas dê-me teu telefone.
Gostei de você. Posso querer trepar contigo novamente. Mas
não gosto de ser assediada, está ouvindo?
- Sim, senhora.
Quando a negra saiu, Daniel suspirou. Havia dado o
telefone errado a ela, já que ela não se dignou a dar-lhe o
seu. Achou-a muito mandona, e não gostava de mulheres as-
sim. Preferia as submissas. Como Aretha. Estava disposto a
procura-la pela manhã, talvez à noite. Mas ainda não estava
satisfeito da farra. Queria beber mais um pouco. No frigobar
do motel não havia cervejas. Ligou para a portaria. Pediu cin-
co longs necks. A moça que atendeu disse não haver mais em
estoque, mas se ele quisesse ela podia comprar. Era só ele lhe
dar o dinheiro. Daniel concordou.
Quando a recepcionista apareceu, ao invés de chamar
na portinhola, bateu na porta do quarto. Ele abriu e teve uma
baita surpresa. Tratava-se de Aretha. Ela também ficou sur-
presa ao vê-lo ali. Disse que não o tinha visto entrar. Ele men-
tiu, dizendo que estava ali desde o início da noite. Perguntou
o que ela fazia ali.
- Hoje é o meu primeiro dia de trabalho aqui. Estou ti-
rando as férias de uma amiga. Talvez me contratem, se eu me
sair bem. Vi uma negra bonita sair daqui, dizendo na porta-
ria que estava neste quarto. É verdade? Não minta pra mim.
- É minha namorada -, mentiu ele novamente - mas
acabamos de brigar. Acho que ela vai se separar de mim.
VICIADA EM SEXO44
A morena tinha a cara feliz quando disse:
- Que pena. Quem sabe ela não se arrependa e volte
amanhã mesmo?
- Espero que não. É uma pessoa muito mandona e eu
não gosto disso.
Aretha atirou-se em seus braços e lhe deu um demora-
do beijo, pegando-o de surpresa. O pau, encostado na barri-
ga dela, pulsou. Depois do beijo, ela ficou agarradinha a ele.
Daniel disse:
- Decida-se. Ou entra, ou vai comprar minhas cervejas.
Ela ficou triste. Disse:
- Ainda estou trabalhando. Não posso ficar com você.
Mas gostaria muito.
- Então, vá comprar as cervejas. Eu te espero aqui, até
você largar.
- Jura? - Ela estava contente.
- Juro. Tome o dinheiro.
- Posso comprar uma carteira de cigarros para mim?
Normalmente, não fumo. Mas estou muito nervosa neste pri-
meiro dia de trabalho. Ainda mais agora que te encontrei.
- Tudo bem. Mas quando vier, não venha fumando.
Não tolero cigarros. Mas pode fumar à vontade, contanto que
não seja perto de mim.
- Está bem. Enxaguarei a boca, antes de vir. Pode dei-
xar.
- Cadê tua irmã?
- Desde ontem, ficou na casa do garçom. Disse-me para
eu não me preocupar. Eu estou achando é bom. Estou pedin-
do a Deus que ele assuma Aninha. Ela já abortou dois filhos
dele. - Disse a morena, enquanto se afastava para comprar as
encomendas dele.
EHROS TOMASINI 45
Quando Aretha voltou, Daniel estava nu, assistindo
tevê. Ela bateu na porta e ele levantou-se para atender. Como
estava nu, seu enorme caralho chamou a atenção dela. Ime-
diatamente, a morena olhou para a tevê. Não estava passando
filme erótico, como ela esperava. Mas o pau dele estava duro.
- Por quê está de pau duro? Estava assistindo sacana-
gens?
- Não. Estive pensando em você.
- Em mim? Na frustração que teve por eu não ter con-
seguido foder contigo?
- Também. Mas o foco era outro.
- Qual?
- Se tua irmã for morar com o garçom, você quer tra-
balhar lá em casa?
Ela baixou a cabeça. Ficou triste. Ele perguntou o por-
quê. Ela respondeu:
- Pôxa, seu Daniel, eu achei que iria me chamar para
morar com o senhor. Mas o senhor quer que eu seja tua em-
pregada. Quero não. Essa história de foder com o patrão não
dá certo, e eu ainda não desisti de dar o meu cabacinho pro
senhor.
- Desculpe. Você tem razão. Fui mau. Mas a minha in-
tenção era te ter por perto. E você não precisar mais estar se
prostituindo para comer.
- Eu não me prostituo. Arranjo machos para a minha
irmã. Peço esmolas, é verdade. Mas não obrigo ninguém a me
dar, nem roubo de ninguém. Tome as tuas cervejas. Obrigada
pelo cigarro. Vou embora pois eu devia estar trabalhando.
Ela saiu mais triste do que zangada. Daniel ficou chate-
ado. Não queria tê-la deixado daquele jeito. Achava que esta-
va abafando, a convidando para trabalhar na sua casa. Tomou
duas cervejas das que ela havia trazido, olhando sem ver a
tevê. Depois, levantou-se e foi tomar uma ducha. Vestiu-se
VICIADA EM SEXO46
e pediu a conta pelo interfone. Atendeu-o outra recepcionis-
ta. Ele pediu, também, um táxi. Pouco depois, bateram na
portinhola do motel com a sua conta. Ele examinou-a, tirou
algum dinheiro do bolso e pagou. Disse para a mocinha que
veio atendê-lo:
- Fique com o troco.
Ela agradeceu, contente. Havia sido uma gorjeta de
quase cinquenta reais. Avisou que o táxi já o esperava na
frente da garagem. Ele saiu do quarto e desceu as escadas.
Quando entrou e sentou-se no veículo, na cadeira do caro-
na, nova surpresa: a taxista era uma mulher. Ela o saudou e
perguntou:
- Trepou bem, senhor?
- Como disse?
- Perguntei se fodeu à vontade, senhor, ou se ainda está
insatisfeito.
- Estou bem. Mas, e se ainda estivesse insatisfeito?
- Recebi orientação para aliviá-lo, senhor. Mas não
pode ser aqui. Teria que me levar para outro motel, ou faría-
mos isso na tua casa. Para mim, tanto faz.
O rapaz olhou para a taxista, divertido. Ela era bonita,
e parecia ter um corpo interessante, mas estava vestida para
frio, com uma roupa sobre a outra, de casaco de frio e tudo.
Não dava para saber se era boazuda. Quando ela percebeu
que ele lhe avaliava, disse:
- Posso tirar essas roupas, para que possa me avaliar
melhor, senhor. Mas não na rua, claro. Posso conduzi-lo até
tua residência?
- Por acaso sabe onde moro?
- Sim, senhor. Estou bem informada.
- Por quem?
- Por uma grande amiga. Ela não gostaria que eu citasse
seu nome, senhor. Mas te é muito grata.
EHROS TOMASINI 47
- E por quê você está fazendo isso por ela?
- Não o faço por ela, senhor. Faço-o por mim. Ela sabe
da minha situação.
- Que seria...?
- Vou ficar constrangida em dizer, senhor... mas ela
sabe que já estou há alguns meses sem foder. Minha xoxota
chegou a ficar chorando quando vi que és muito bonito. Ela
me disse que eu podia te cantar, que você aceitaria dar uma
foda comigo.
- Quando você diz “ela”, está se referindo a Aphrodite?
- Não sei de quem fala, senhor. Quem chamou o meu
táxi foi Aretha. Ela é muito amiga da minha filha. Fui eu que
falei desse emprego no motel para ela. Por gratidão, ela me
indicou o senhor. Disse que é um homem bondoso e que não
se incomodaria em me quebrar esse galho.
- Dar uma foda contigo?
- Isso mesmo, senhor. Eu ficaria enormemente agrade-
cida.
Daniel coçou a cabeça. A taxista dirigia confiante de
que estava a caminho da sua casa. Permaneceu calado, para
ver se ela parava mesmo na frente da sua residência. Ela não
errou a parada. Quando estacionou na frente da casa, per-
guntou para ele:
- E então, senhor. O que decide?
Ele suspirou, depois disse com ar cansado:
- Olha... como é mesmo o teu nome?
- Bruna, senhor.
- Pare de me chamar de senhor.
- Fui militar, senhor. Não consigo perder o hábito.
- Bem, Bruna... eu estou cansado. E chateado. Quis aju-
dar Aretha e acabei fazendo merda. Ela deve estar muito puta
comigo. Então, sinto muito mas não sou uma boa companhia
para hoje.
VICIADA EM SEXO48
- Vou ficar de novo na mão, senhor?
- Não tem com quem trepar?
- Se tivesse, não estaria implorando, senhor.
- Por quê eu?
- Porque Aretha disse que tem uma bimba enorme, e
eu gosto assim. Não é fácil para mim encontrar homens bem
dotados. E os que encontro, são tarados: trepam como se es-
tivessem estuprando. Não gosto disso. Prefiro sexo suave, se-
nhor.
Ele esteve pensativo. Depois, disse para ela:
- Eu tenho uma proposta. Se você topar, a gente dá uma
boa foda. Mas não poderá dizer a Aretha que transamos, está
bem?
- Qual a proposta, senhor?
************************
Depois que conversaram, a taxista foi embora contente.
Daniel entrou em casa. Procurou a chave que havia pedido
para Aretha jogar por baixo da porta e não encontrou. Ficou
chateado. Achou que não podia confiar nela. Deu uma olha-
da rápida na casa e não percebeu nada faltando. Olhou para
o relógio: ainda ia dar quatro horas da madruga. Foi até a
geladeira e constatou que não havia nenhuma cerveja lá. Não
havia bar aberto, àquela hora, por perto. Por sorte, tinha uma
garrafinha de uísque que ganhara da ex-namorada guardada.
Detestava uísques, mas ainda estava seco para beber. Tirou
toda a roupa e sentou-se no sofá da sala. Ligou a tevê e depois
preparou uma dose dupla de uísque. Antes de terminar de
beber, adormeceu.
Despertou com o toque da campaninha. Não poderia
ser a taxista. A proposta que lhe fez lhe tomaria um bom tem-
po para que fosse realizada. Caminhou até a porta e olhou
EHROS TOMASINI 49
pelo olho-mágico. Teve uma nova surpresa. Abriu a porta,
sorridente. Aretha estava à sua frente. Tinha uma sacola na
mão. Ela disse:
- Trouxe as cervejas que deixou intacta no motel, mais
outras cinco.
- Pois adivinhou que eu estava afim de beber.
- Por quê não fodeu com a minha amiga taxista? Ela é
muito mais boazuda do que eu.
- Continuo preferindo você.
- O que você disse?
- Porra, tenho que estar repetindo o que digo a você?
- Desculpe, amor. É que eu queria ter certeza. Adorei
não ter fodido com ela, apesar de ter pena da bichinha.
- Pena, por que?
- Ela passou vários meses fazendo terapia. Era viciada
em sexo. Conseguiu vencer o vício, mas teve uma recaída.
Está doida para transar, a coitada.
- E se eu tivesse transado com ela?
- Eu ia te perdoar. Devo meu emprego a ela. E sou mui-
to amiga da filha dela.
- E qual a idade dela?
- Da mãe ou da filha?
- De ambas.
- A filha tem a minha mesma idade. A mãe engravidou
com onze anos.
- Puta que pariu. Foi apresentada a uma rola mui-
to cedo. Não admira que tenha ficado viciada. Por que veio
aqui? Achei que havia ficado zangada comigo...
- E fiquei. Mas pensei numa proposta melhor e vim te
fazer.
- Qual?
- Ao invés de eu vir trabalhar aqui, você vai morar lá
em casa, se minha irmã for embora. Aí, na minha casa, eu
estaria cuidando de ti, e não sendo tua empregada. Você me
ajudaria, claro, com as despesas.
VICIADA EM SEXO50
Dessa vez foi ele que a beijou. Um beijo demorado e
cheio de malícia. Ela ficou toda arrepiada. Sua boca se en-
cheu de saliva. Encostou-se mais na bilola dura dele. Ainda
estava de sacola na mão. Ele tomou-lhe a sacola e deixou-a
no chão. Ela reclamou que as cervejas iam ficar quentes, ape-
sar dela ter vindo de táxi com Bruna. Convenceu-o a botar,
primeiro, as cervejas no freezer. Abraçaram-se de novo e ela
abaixou-se, querendo mamar sua pica dura. Ele a impediu,
dizendo:
- Dessa vez sou eu que quero te chupar bem muito.
FIM DA SEXTA PARTE
EHROS TOMASINI 51
VICIADA EM SEXO - Parte VII
Aretha estava nervosa. Sabia que, após lambê-la bem ali,
em seu grelinho endurecido, Daniel iria querer foder
sua bocetinha virgem. Ainda não estava preparada para per-
der seu cabacinho para uma rola tão grande e grossa. Mas
logo esqueceu do nervosismo, quando o rapaz começou a
tremular a língua no seu pinguelo. Subiu-lhe uma quentura
enorme pelo corpo, e ela gemeu alto. Ficou jogando a cabeça
para um lado e para o outro, já quase gozando. Ele percebeu
sua xota começar a encharcar mais que antes, então parou de
lamber o pinguelo e passou a língua por todo o lábio externo
e completou a carícia lambendo também os lábios internos.
Quando ela menos esperou, ele lhe mordiscou o grelo. Ela
teve o seu primeiro orgasmo. Ficou se tremendo toda, a es-
pera de outros. O cu rosado também piscava, de tão excitada
que estava. Daniel percebeu seu cu piscando. Lambuzou o
dedo médio da própria seiva dela e meteu-o no seu buraqui-
VICIADA EM SEXO52
nho. Ela arregalou os olhos, surpresa. Devagar, ele enfiou o
dedo até a metade. Ela gemeu:
- Ahhhhhhhhhhhhhhhhh, por aí eu também sou vir-
gem...
- A partir de hoje, não vai mais ser. Vou foder teu cuzi-
nho.
- Não... vai... doer?
- Se doer, diga que eu paro um pouco para você des-
cansar. Mas só paro quando estiver tudo dentro...
- Falta muito?
Ele empurrou o dedo mais um pouco. Ela voltou a ge-
mer alto. Tapou a própria boca, para os vizinhos não ouvi-
rem. Ele aproveitou para enfiar até o fim. Quando sua falange
estava toda dentro, ele voltou a chupar o seu grelinho. Ela
começou a convulsionar. Seus olhos estavam revirados. Ela
estava gozando de novo. Ele tirou o dedo de vez, e ela deu um
grito. Mais de prazer do que de surpresa. Ficou remexendo o
pélvis, ansiosa de que ele voltasse a lhe enfiar o dedo. Mas aí,
sentiu outra coisa tocar em seu ânus. Daniel tinha se ajeita-
do melhor na cama e salivava a enorme peia duríssima. Ela
gemeu:
- Não... continua com o dedo... assim estava gostoso...
- Vai ficar mais. Não se preocupe. Se doer eu paro.
- Está bem...
Ele voltou a apontar a cabeçorra para as pregas dela.
Pediu que ela relaxasse, pois a jovem espremia as nádegas,
assustada. Ele abaixou-se e abriu-lhe as nádegas com as duas
mão. Depois lambeu o cuzinho dela. Ela passou a esfregar o
grelo com o dedo. Ele continuou lambendo o furico. Quando
percebeu que ela ia gozar com a própria masturbação, voltou
a tocar-lhe o ânus com a cabeça da pica. Ela apressou a siri-
rica. Então, sentiu a rola entrar um pouco. Retraiu a bunda,
EHROS TOMASINI 53
mas ficou surpresa por não ter doído. Voltou a relaxar. Ele a
penetrou novamente, dessa vez com mais profundidade. E
parou.
Aretha ficou frustrada. Queria que ele enfiasse tudo de
vez, pois não sentia dor. Gemeu:
- Bota tudo de uma vez... não está doendo...
Ao invés de empurrar mais o falo, ele retirou tudo de
dentro. Ela chegou a chorar, de tanta ansiedade.
- Vai, amor, não tira não...
Ele voltou a meter-lhe no cuzinho. Ela abriu muito a
boca. Dessa vez, sentiu uma dorzinha. Choramingou:
- Ai, agora está ardendo...
- É normal. Algumas pregas devem ter se rompido.
- Noooossa, eu vou ficar afolozada?
- Claro que não. Depois, teu cuzinho gostoso volta a ser
o que era antes.
- Mentiroso! Eu vou ficar...
Não completou a frase. Daniel empurrou tudo de vez.
Ela gemeu demoradamente, mas não reclamou. Ele deu uma
paradinha, para ela refolegar, depois começou os movimentos
de cópula. Bem devagar. Quase parando. Então, ela começou
a rebolar na pica dele. Colocou os calcanhares nos ombros
dele e moveu-se com mais sensualidade. Sentia a cabeçorra
do pau dele bem profundo. Gemeu:
- Uhhhhhhhhhhhhhh, está bom... muito bom... eu não
sabia que era tão bom... vou gozar...
Ele apressou os movimentos. Suas coxas batiam na
bunda dela, pois agora ele estava de joelhos. Ela gemia:
- Vou gozar... Porra, eu vou gozar... Ai que caralho gos-
toso, meu Deus... Eu vou...
VICIADA EM SEXO54
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh...
Pela primeira vez na sua vida, Aretha lançou gozo lon-
ge, como se estivesse mijando. Daniel meteu com mais velo-
cidade. Ela revirou os olhos e ficou de fôlego suspenso, como
se fosse ter um treco. Esteve estática, enquanto ele lhe metia
no cu. Ela continuou paradona, sem gemer e sem fazer qual-
quer movimento. O rapaz parou de foder. Estava preocupa-
do. Quando já ia se retirar do cuzinho dela, ela pareceu ter
recuperado o fôlego de repente. Gritou:
- Putaquepariu. Goza, amor. Goza... quero sentir teu
gozo...
Ele voltou a bombear no seu reto. Fê-lo com mais ênfa-
se, já que pensava que ela tinha desfalecido. Aretha voltou a
gozar de novo, lançando esperma longe. Ficou tocando uma
siririca alucinada, enquanto ele lhe fodia as pregas. Aí, ela
sentiu ser inundade de porra lá dentro do cuzinho. Percebeu
sua rola engrossar mais e depois lançar um forte jato de gozo.
Então, ela sentiu algo indescritível: estava gozando pelo ânus,
também. Ficou alucinada, remexendo a bunda, se retirando
quase totalmente do caralho dele, depois acomodando ele to-
talmente no cu. Chegou a convulsionar, de gozo. De repente,
retirou-se de vez do pau dele. Gemeu alto:
- Aaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhh, me deu uma dor de
barriga tremenda. Vou ao banheiro...
Mas não chegou a dar três passos, caiu no chão. Ficou
se contorcendo e estrebuchando, chorando. Daniel correu
para ajudá-la. Ela disse, quase sem fôlego:
- Aaaaaaaaaaaahh... ainda estou... gozando... amor...
O rapaz beijou-a na testa. Seu pau ainda pingava gozo.
EHROS TOMASINI 55
Ela recuperou-se logo e pegou em seu cacete, que ainda esta-
va duro. Botou-o na boca, chupando com gosto. Masturbava
o membro, ao mesmo tempo que o engolia até o máximo que
podia. Ele gemeu:
- Na cabecinha. Mame só na cabecinha... eu gosto...
Ela fez o que lhe era pedido. Punhetava e mamava. Aí,
pouco depois, ele estava gozando de novo. Dessa vez ela se
lambuzou toda no rosto com a sua porra.
Passaram um tempo ceitados no chão, recuperando o
fôlego. Ela se aninhou nos braços dele. Depois afirmou:
- Foi muito bom, amor. Eu tinha medo que doesse, mas
doeu pouquinho. Não quero mais dar a boceta. Só quero que
goze no meu cuzinho, tá?
- Por mim, não tem problema. Mas nós iremos tentar
foder tua bocetinha, outras vezes.
- Sim, sim... quando eu estiver pronta, te peço. Mas só
quando estiver cansada de dar meu cuzinho.
- Quem sabe é você. Eu gostei de foder ele. É apertado,
mas num instante fica bem lubrificado.
- Quando eu era pequena tive hemorroidas. Quando
ia defecar, meu cu saia da bunda. Quando acabava de fazer o
cocô, minha mãe tinha que coloca-lo de volta no lugar. Um
dia, acordei com o amante da minha mãe tentando comer
meu cuzinho. Eu tinha doze anos. Consegui me libertar dele
e corri pra dizer à minha mãe. Ao invés de brigar com ele, ela
lhe ofereceu o cu dela. Foi a primeira vez que vi um homem
foder um cu. Ele tinha a bilola enorme, mas menor do que a
tua. Desde aquele dia, fiquei traumatizada. Jurei que nunca
daria meu cuzinho. Não sabia o que estava perdendo...
- Depois, tua mãe não reclamou a ele de ter tentado te
estuprar?
- Que nada. Disse-me que um dia eu ia dar o meu tam-
bém. Eu contei isso chorando a meu pai, quando ele chegou
VICIADA EM SEXO56
do trabalho. Minha mãe fez ele acreditar que eu estava com
raiva dela, por isso estava inventando aquela história. Ele
acreditou nela, mas ficou cismado. Poucos dias depois, eu
soube que minha irmã deu o cu e o cabaço para ele, o amante
de minha mãe. Ela ficou irada com a minha irmã, pois pegou
os dois transando. O cara, cinicamente, disse que ia terminar
de foder minha irmã e depois iria foder a minha mãe. A filha
da puta da coroa ainda ajudou ele a foder Aninha. Ficou ma-
mando os peitinhos dela, enquanto o safado lhe comia o cu.
Naquela noite, eu contei a papai. Fiz isso às escondidas, sem
que minha mãe soubesse. Aí, dois dias depois, ele a flagrou
com o amante, encima da sua própria cama. Deu-lhe dois
tiros. O cabra safado do amante conseguiu fugir nu. Foi um
escândalo tão grande que tivemos de nos mudar. Minha mãe
alegou que lhe botou um par de cifres porque ele pouco tre-
pava com ela, e ela queria fazer isso todos os dias.
- Era uma ninfomaníaca.
- Isso. Foi como um amigo nosso, médico, disse a meu
pai. Minha mãe desapareceu do hospital onde estava inter-
nada. Depois, nos procurou para nos levar embora. Mas nós
duas preferimos ficar com meu pai. Desde então, ela sumiu.
- Uma história triste. E teu pai?
- Já te disse uma vez: ele nos abandonou por uma mu-
lher que não queria cuidar de filhos dos outros. Antes de ir,
no entanto, nos deixou aquela casa. Depois, soube que ele
morreu. Mas não fomos ao enterro dele.
- Entendo. Acho que eu também não iria.
- Já descansou, amor? Vamos dar outra foda?
Ele a beijou nos lábios. Depois a virou de costas, de
quatro na cama. Ela sorria contente.
FIM DA SÉTIMA PARTE
EHROS TOMASINI 57
VICIADA EM SEXO - Parte VIII
Aretha passou todo o dia na casa de Daniel e só se foi
quando chegou a noitinha. Ia trabalhar no motel. Mas
não quis que ele lhe desse carona. Temia que seu patrão
cismasse de que ela não precisava trabalhar, por namorar
um cara que tinha grana, e colocar outra em seu lugar.
Daniel não insistiu. Até mesmo porque estava esgotado de
lhe ter fodido o cuzinho várias vezes. Quando ela foi-se
embora, ele caiu na cama. Mas nem chegou a dormir. Ou-
viu a campainha da sua porta tocar e foi atender. Era a
taxista.
- Consegui o que você me pediu.
- Já?
- Confesso que para mim foi fácil. Eu sabia onde a
mulher que você procura mora. Fomos vizinhas.
- E então, ela quer rever as meninas?
- Ela não me deu resposta, senhor. Disse-me que
VICIADA EM SEXO58
queria falar com você, antes.
- E por quê não a trouxe aqui?
- Eu sabia que Arethinha estava contigo e disse isso
para ela. Ela não quis encontrar a filha ainda.
Daniel havia incumbido a taxista de achar a mãe de
Aretha e Aninha, pois esta disse que a conhecia e que não
seria difícil encontrá-la. Se a taxista Bruna conseguisse
um encontro entre mãe e filhas, o rapaz transaria com ela.
Bruna havia partido contente, pois tinha certeza de onde
encontrar a mulher. Agora, chegava com aquela notícia:
a senhora queria se encontrar primeiro com ele. Daniel
decidiu:
- Então, me leve até ela, por favor.
- Só se for agora, senhor.
A taxista o levou até uma comunidade pobre de um
morro do Recife. Mas não encontraram a mulher em casa.
Uma vizinha informou que ela havia ido ao supermercado
e logo voltaria. Daniel e a taxista a esperaram tomando
umas cervejas num barzinho próximo à residência dela.
Quando a mulher chegou, Daniel ficou surpreso com a
enorme semelhança de Aretha com a mãe. E a senhora era
nova, devia ter engravidado cedo. Ela apertou a mão do
rapaz com o olhar fixo nele. Perguntou:
- É o namorado da minha filha? Te achei muito bo-
nito.
- Obrigado, senhora. Meu nome é Daniel. Daniel
Stenio. Com quem eu falo?
- Oh, desculpe, bonitão. Meu nome é Amara. Muito
prazer.
- O prazer é meu, dona Amara. Acho que a senhora
já sabe o motivo desta minha visita...
- Sim, minha amiga taxista me disse que você quer
me reaproximar de minhas filhas, não é?
EHROS TOMASINI 59
- Isso mesmo. Mas estou fazendo tudo às escondidas
delas. Na verdade, ainda não falei com elas sobre isso.
- Não precisa falar com elas. Eu não quero corja com
minhas filhas.
- Posso saber por quê?
- Aninha é uma puta safada. Soube que se prostitui.
E ela comeu meu homem. Não confio nela.
- Ela é ninfomaníaca. Tem que lhe dar um desconto
por causa disso.
- E daí, se é doente? Eu acho que a maior doença dela
é a safadeza. Ela pode muito bem andar. Não anda porque
não quer. Gosta de se fazer de coitadinha. A irmã mais
nova engole as malandragens dela, eu não.
- Por que acha que ela se finge de paraplégica?
- Porque já a vi andando pelas próprias pernas, mais
de uma vez, quando ela achava que estava sozinha. Aninha
é uma puta safada. Gosta de enganar as pessoas.
- E Aretha. O que a senhora tem contra ela?
A mulher esteve em silêncio por um instante. De-
pois, disse:
- Aretha, sim, é doente, mas não deixa de ser safada.
Se fingia de sonâmbula, ainda menina, para transar com o
pai. E o safado, para não engravidá-la, só comia o cuzinho
dela. Minha filha chegou a ficar de cu pra fora da bunda,
de tanto que levou a rola enorme daquele monstro. Ficou
traumatizada, a bichinha. Tive que levá-la a uma psiquia-
tra muito boa, para que esta a fizesse esquecer que o pai
andava fodendo-a.
- Como é que é? O próprio pai a fodia? Achei que
fosse o teu amante.
- Não, era o pai, aquele nojento. Mas eu não tive sor-
te. Meti-lhe um par de chifres só para encontrar outro tão
nojeto quanto ele. O filho da puta do meu amante desvir-
ginou a minha outra filha. Mas aquela é safada por natu-
VICIADA EM SEXO60
reza. Fodia com meu homem por gostar de pica. Nem a
psiquiatra deu jeito nela.
- A senhora está me dizendo que foi a vítima, nessa
história toda? Pode me provar isso?
- Claro. A psiquiatra ainda tem um consultório no
mesmo lugar. Doutora Edite. Se não acredita em mim,
pergunte a ela.
- Vou querer mesmo fazer isso. Pode me dar o ende-
reço?
Assim que saíram da comunidade pobre, a taxista
perguntou:
- Vou continuar na mão?
- Não, minha amiga. Iremos ver a psiquiatra e depois
iremos para um motel, está bem assim?
- A esta hora da noite, a mulher já deve ter largado.
E eu confesso que estou subindo pelas paredes de tanta
vontade de trepar, senhor.
- Tem razão. Promessa é dívida. Você já cumpriu a
sua parte. Merece que eu cumpra a minha.
- Gostaria de perguntar se meu corpo te agrada, se-
nhor. Se não for assim, nem insisto. Não gosto de fazer
nada forçado.
- Confesso que não consigo te dizer se teu corpo me
agrada ou não, Bruna. Você está vestindo muitas roupas, e
todas folgadonas. Encobrem tua beleza corporal. Mas teu
rosto é bonito...
- Obrigada, senhor. Basta que me diga isso. Se não
tem nada contra, estamos indo para um motel. Eu confio
na minha beleza corporal, como o senhor diz.
Daniel ainda estava pregado das fodas, mas não quis
frustrar mais a taxista Bruna. Concordou em irem para
um local que ficassem mais à vontade. Ela aumentou a
velocidade do veículo, como se estivesse muito ansiosa.
EHROS TOMASINI 61
Logo, estavam num simpático motelzinho de bairro. Aí,
a taxista tirou a roupa, sem nenhuma pressa. Daniel sen-
tou-se na cama e esteve olhando o seu breve strip-tease.
Ficou maravilhado com o corpo da taxista. Ela era muito
mais formosa do que a negra Aphrodite. E tinha as carnes
duras, como se malhasse diariamente. Ele elogiou:
- Você é muito bonita e apetitosa, Bruna. Está de pa-
rabéns.
- Obrigada, senhor. Mas não gosto quando dizem
que sou apetitosa. Isso me faz sentir como se fosse uma
fruta ou umas carnes de restaurante.
- Desculpe. Nunca tinha pensado por esse prisma.
- Pare de falar e me foda, por favor, senhor.
O rapaz lembrou-se que ela havia dito que gostava
de sexo suave. Chamou-a para perto de si. Levantou-se da
cama e a beijou nos lábios. Depois, beijou-a nos lóbulos
das orelhas, baixou a boca para o seu pescoço, e só de-
pois lambeu os biquinhos dos seios dela. Ela estava toda
arrepiada. Mas não gemia. No entanto, quando ele foi bai-
xando a boca até a sua barriguinha de atleta, ela se con-
traiu toda. Soltou um gemido efêmero. Mas ele animou-se
com o que ouviu. Deitou-a na cama, abriu-lhe as pernas
e desceu a língua ao redor da sua vulva sem, no entan-
to, tocar nos seus lábios vaginais. Ela já estava de xoxota
toda molhadinha, escorrendo pelas coxas. Ele desceu com
a boca por onde a seiva escorria por suas pernas, desceu e
até beijou-lhe o dedão do pé. Chupou-o, como se estivesse
chupando a cabeça de uma pica. Ela estremeceu o corpo.
Soltou o segundo gemido. Sentou-se rápido na cama e o
puxou para perto da vulva. Mas ele ainda queria fazer um
passeio completo pelo corpo dela. Virou-a de costas e vol-
tou a beijar-lhe a nuca. Agora ela gemia baixinho. Quando
ele desceu com a língua entre suas costas, ela estremeceu
de prazer. Liberou um perfume do corpo, denunciando
VICIADA EM SEXO62
seu cio.
Ele continuou serpenteando a língua no corpo dela.
Quando tocou seu orifício anal, ela empinou a bunda. Ele
se concentrou em lamber e a chupar seu botão. Ela estre-
mecia cada vez mais. De novo, puxou-o pelo braço, como
se quisesse que ele encostasse o corpo atrás do dela. Daniel
deitou-se sobre a taxista. Quando fez isso, sua enorme rola
encaixou-se na regada da bunda dela. Ela empinou bem
as nádegas. Quando ele ia apontar-lhe a cabeçorra para
o ânus, eis que ela se virou de frente para ele, de repente.
Gemeu:
- Eu gosto mais na minha xoxotinha. Mas depois eu
deixo você botar no meu cuzinho, tá?
- Ele não reclamou. Passou várias vezes a cabeça da
pica na racha dela, que já estava bastante encharcada, e
esta ficou prontamente lubrificada. Ela se abriu mais. Ele
disse:
- Eu gosto mais assim...
E fechou as pernas dela com as suas, deixando a ca-
beçorra na boquinha da racha. Ela ajeitou o membro com
a mão, temendo que ele escapulisse. Disse:
- Enfia, vai... tô muito carente...
Ele já estava de pau duríssimo. Forçou a entrada. A
rola escorregou na seiva dela suavemente. Entrou devagar
e sempre. Ela não deu um pio. Mas sua expressão facial
era de grande contentamento, e duas lágrimas escorreram
pelas suas faces. Ela continuava pegando em seu pau com
suas mãos calejadas. Puxava o membro de encontro a si,
fazendo-o encontrar o caminho da gruta. Pouco depois,
Daniel tinha todo o caralho dentro dela. Começou suave-
mente os movimentos de cópula. Ela seguia seu ritmo com
a respiração. Tinha os olhos abertos, como se não quisesse
perder nenhuma expressão facial dele. O rapaz sentia seu
EHROS TOMASINI 63
saco escrotal totalmente molhado da seiva dela. Prendeu
mais as pernas dela com as suas, e a pressão da vulva da
taxista aumentou mais sobre seu pau. Aí ele passou a en-
fiar mais profundo, até não sobrar nem um centímetro do
seu pau do lado de fora. Ela acompanhava cada estocada
com um suspiro. Mas não gemia. No entanto, dali a pouco
começou a dizer:
- Vou gozar. Deus, vou gozar. E vai ser um gozo ma-
ravilhoso. Mantenha esse ritmo, por favor, senhor...
Mais uma vez, inesperadamente, ela jogou o corpo
de sob o dele e passou a montá-lo. Depois disso, aumen-
tou o ritmo do galope. Atritava a boceta com força, de en-
contro ao talo dele. Quando Daniel menos esperou, ela o
beijou nos lábios com certa violência. E apressou os mo-
vimentos do coito. Mordeu os lábios dele com força e ele
sentiu o gosto de sangue na boca.
Aí, a taxista Bruna ficou alucinada. Rosnava, grita-
va, dizia palavrões e fodia o rapaz até com uma exagera-
da violência. Ele sentiu ela espirrar gozo sobre ele, numa
quantidade grande. Depois, se retirou do pau dele e ficou
de joelhos, batendo uma siririca alucinada. Daniel meteu
a boca em seu grelo. Mordeu um pouquinho. Ela deu um
urro alto e desfaleceu sobre ele.
********************************
No outro dia de manhã, ao invés de ir trabalhar, Da-
niel foi procurar a tal psiquiatra. A mãe de Aretha tinha
dado o endereço certo. Uma secretária o atendeu. Ele dis-
se:
- Eu quero marcar uma consulta com a Dra. Cláudia
Edite.
- Tem convênio?
- Não. É particular.
VICIADA EM SEXO64
- São duzentos e cinquenta reais, senhor.
- Aceitam cartão?
- Não, senhor. Tem que ser em dinheiro.
Daniel retirou o dinheiro do bolso e entregou à se-
cretária.
- Aguarde um pouquinho, por favor. A dra. Edite
deve estar chegando. Quer um cafezinho?
- Obrigado. Depois eu pego.
O rapaz olhou para os lados. Só tinha paciente mu-
lher na sala. Cerca de dez minutos depois, a médica che-
gava afobada. Disse em voz alta, para que todas as pessoas
ali escutasse:
- Vou atender primeiro os novatos. As outras, aten-
derei por ordem de chegada.
Aí a médica viu Daniel e disse novamente, para que
todas que todas escutassem:
- Uau, gente. Hoje temos um paciente homem co-
nosco. Sinto muito por vocês, mas é o que eu atenderei
primeiro. Vamos para a minha sala, bonitão.
Daniel pensava que a dra. Cláudia Edite fosse uma
senhora idosa. Ela tinha um pouco mais que a sua idade.
Era bonita e muito boazuda, talvez um pouco acima do
peso. Mas era alta e seu porte chamava à atenção. Todas
as pacientes riram da atitude dela. Quando ele entrou no
consultório, a médica foi logo dizendo:
- É casado?
- Não, senhora.
- Então, vá logo tirando a roupa.
- Como é que é?
- Tire a roupa, meu filho, pois não consigo transar se
você estiver vestido.
EHROS TOMASINI 65
- Não vim transar, senhora. Vim apenas fazer-lhe al-
gumas perguntas.
- Está me rejeitando garoto?
- Não, senhora. É muito bonita para que eu te rejeite.
E parece saber trepar bem. Mas não vim aqui para isso.
Neste momento, quero apenas conversar.
A médica fez cara de desânimo. Depois, disse:
- Está bem, garoto. Mas não vou te devolver o di-
nheiro da consulta. E não me faça perder muito tempo,
pois ainda tenho várias pacientes para atender.
FIM DA OITAVA PARTE
VICIADA EM SEXO66
VICIADA EM SEXO - Parte IX
Adoutora Cláudia Edite se lembrava muito bem das duas
irmãs. Mas disse que o tratamento dispensado a elas era
sigilo médico, e ela não podia quebrar essa regra. Mesmo as-
sim, perguntou para que o rapaz queria aquele tipo de infor-
mação.
- Eu estou namorando a Aretha. Talvez case com ela.
Por isso, gostaria de saber algumas coisas que ela talvez não
tenha coragem de me contar.
- Quer um conselho?
- Diga.
- Afaste-se daquelas duas. Uma é muito dissimulada,
ao ponto de eu desconfiar de que nunca foi paraplégica. A
outra esconde todo o mal do mundo dentro de si.
- Aretha? Como assim?
- Eu acho que já falei demais.
- Ela ainda é tua paciente?
EHROS TOMASINI 67
- Não. Deus me livre. Aquela bandida tem instinto as-
sassino. Mas ele só aflora quando ela fica com raiva de al-
guém. E ela detestava as sessões de terapia comigo.
- Alguma vez, ela foi perigosa?
- Quase todas as vezes, rapazinho. Por diversas ocasi-
ões, tive que desarmá-la de tesouras, facas e até um martelo
que pegou de uns homens que reformavam meu consultório,
na época.
- Uau, isso é novo para mim.
- Já disse: afaste-se daquelas duas.
- Infelizmente, acho que me apaixonei por Aretha.
- Problema teu. Depois, não diga que não avisei. A ses-
são está encerrada. Peça para a minha secretária me mandar
a próxima paciente.
Daniel esteve em dúvida, depois perguntou:
- Desistiu de foder comigo?
Ela o olhou fixamente, como se não acreditasse no que
estava ouvindo. Inqueriu:
- Por que isso agora?
- Estive olhando melhor pra você, enquanto conversá-
vamos. Não é mulher de se jogar fora.
- Qual é a tua idade, rapazinho?
- Trinta anos, a completarem-se no próximo mês.
- Eu tenho quase o dobro da tua idade, fedelho. Vai en-
carar?
- Não parece ter a idade que diz ter. Eu te daria uns
trinta e cinco, no máximo quarenta.
- Tenho cinquenta e cinco. De outro modo, seria mui-
to jovem para ter sido médica de Aretha e Aninha. Eu teria
trepado contigo numa boa, antes. Mas, agora, me sentiria fo-
dendo um filho meu.
- Se sou tão jovem assim, por que tarou em mim, quan-
do me viu?
VICIADA EM SEXO68
- Vou te dizer um segredo: eu fiz um tratamento para
permanecer jovem, ministrado por uma médica amiga mi-
nha. O tal tratamento foi apelidado de Beleza Mortal. Deixa-
-me bela, mas me dá vontade de trepar o tempo todo. Vivo
permanentemente com a libido no auge. Porém, não me per-
mite engravidar, e eu adoraria ter um filho. Mas a tal médica
sumiu e, hoje em dia, parece que o efeito da fórmula secreta
dela está se esvaindo. Estou ficando gorda e morro de dores
de cabeça. Que só passam quando eu fodo. Ou, quando chu-
po um homem.
Ele abriu o fecho da calça. Botou a enorme jeba para
fora. Ela ficou cismada. Perguntou:
- Tudo isso é para que eu fale mais da minha ex pacien-
te Aretha pra você?
- Confesso que sim. É que me interessa, mesmo, saber
mais sobre ela.
- Afaste-se dela. É novamente o conselho que te dou.
Tudo mais que eu te dissesse, seriam suposições. Não poderia
dar um diagnóstico preciso, pois ela não me deu tempo de
saber mais sobre si. Abandonou o tratamento assim que foi
abandonada pelos pais.
- Então, obrigado pelas informações. A oferta ainda
está de pé. Ou devo guardar meu cacete de volta?
Ela esteve indecisa. Depois disse, segura de si:
- Deixe teu telefone com a minha secretária. Agora, es-
tou realmente ocupada. Mas depois, talvez queira ao menos
dar uma com você.
Daniel saiu. Fez o que ela pediu e depois foi embora
do consultório. Quando já ia entrar no seu carro, avistou um
rosto conhecido se aproximar da clínica. Era a negra Aphro-
dite. Ela o reconheceu logo. Perguntou o que ele fazia ali.
EHROS TOMASINI 69
- Vim fazer uma consulta com a doutora Cláudia Edite.
- Uau, você também faz o tratamento contra aumento
da libido com ela?
- Como?
- O tratamento. Eu, e várias amigas minhas, inclusive a
loira que te apresentou a mim, fazemos um tratamento para
deixarmos de ter essa vontade incessante de trepar, trepar,
trepar. Se eu ficar um dia só sem foder, fico morrendo de do-
res de cabeça. Acho que todas as mulheres que vêm aqui so-
frem do mesmo mal.
- E como é esse tratamento?
- Você não sabe? Você não faz?
- Oh, é que essa foi a minha primeira consulta. - Ele
dava “corda” a ela, para saber mais.
- Ah, bom. Se vai ser paciente da doutora Cláudia, me-
rece saber. É um método revolucionário de beleza e rejuve-
nescimento. Mas é sigiloso. Eu venho uma vez por semana
para aplicar na coxa um líquido esverdeado, mas parece que
ele já não está mais fazendo efeito. Cada dia, tenho mais ne-
cessidade de foder. Disseram que eu sou ninfomaníaca mas
eu não era assim, antes. Só fiquei sedenta de sexo depois que
comecei o tratamento de beleza. Carla disse que descobriu
um meio de não precisar da fórmula esverdeada que nos
aplicam na coxa, mas nunca abriu o jogo pra mim.
- Carla é a loira arquiteta?
- Sim, Carla Azambuja. Já tinha esquecido dela?
- Não sou bom em lembrar nomes.
- Bem, deixe-me entrar que já não aguento mais de
vontade de trepar. Depois eu te telefono, está bem?
Ele esteve indeciso, depois disse:
- Eu te dei um telefone errado, Aphro. Confundi os nú-
meros - mentiu ele. Na verdade, ele havia dado o número er-
rado de propósito, por acha-la muito mandona. Mas a negra
era muito gostosona. Naquele momento, tinha vontade de
VICIADA EM SEXO70
fodê-la de novo. O papo com a médica o havia deixado ex-
citado. A decepção de Aretha não ser uma boa pessoa, tam-
bém. Tinha acreditado nas palavras da doutora e nas da pró-
pria mãe da morena. Não era possível que as duas estivessem
mentindo. Portanto, pretendia se afastar da arrumadeira de
motel. A negra, profissionalmente bem resolvida, combinava
mais com ele. Achava que iria ter muitas dores de cabeça,
além de problemas mil, se assumisse a irmã de Aninha. A
negra perguntou:
- Deu-me o telefone errado de propósito, não foi?
Ele resolveu assumir:
- Sim. Fiquei chateado quando me rejeitou.
- Ah, bobinho. Eu só usei uma desculpa para ir-me em-
bora. Estava preocupada, temendo perder meu macho para
Carla. Então, naquela noite, fui á procura deles. Mas fui pre-
terida, sabia? O puto voltou para a ex-mulher. Retornou para
a loira Carla.
- Você está sem namorado?
- Estou, sim. E doida para transar. Mas deixa eu tomar
minha vacina que...
- Eu sei qual foi a descoberta de Carla para aplacar a
vontade de foder. Acho que você não devia continuar apli-
cando esse composto. No final, vai te fazer mal.
Ela parou imediatamente. Ficou olhando para ele, bem
dentro dos seus olhos, como não acreditasse no que dizia.
- O que está me dizendo?
- Eu tive umas poucas palavras com a doutora Cláudia
mas ela já deixou me transparecer que o tratamento é “fura-
do”. Aí, quando você falou do segredo de Carla, juntei uma
coisa com a outra. Eu sei o que ela toma para passar a vontade
de foder.
- Você não está me enganando, só para transar comigo,
está?
EHROS TOMASINI 71
- Está com dores de cabeça, neste momento?
- Muita. Quase não aguento.
- Façamos um acordo: nós vamos até o meu carro e pa-
ramos em algum lugar. Se eu não fizer essa dor passar, te pago
um tratamento completo, mas com outra doutora.
- Não é preciso pagar. Eu posso muito bem assumir esse
ônus. Mas, agora, fiquei curiosa. Você está de carro? Acabei
de deixar o meu numa oficina.
Pouco depois, paravam numa rua erma que ela conhe-
cia, perto do consultório. Ele já havia lhe falado, então, de que
se tratava o método que Carla Azambuja usava para passar a
dor. Botou o enorme cacete para fora, ambos dentro do carro,
com os vidros fumês levantados. Ela ainda parecia indecisa.
Mas a vontade de foder era enorme. Quando abaixou a cabe-
ça para chupá-lo, esta doeu mais ainda. Ele aconselhou:
- Bata-me uma punheta apressada. Quanto mais rápido
eu gozar, melhor pra você.
Ela fez o que ele pediu, ainda cismada de estar sendo
enganada. Mas, assim que engoliu o esperma do cara, a dor
de cabeça passou como um passe de mágica.
- Puxa, você tinha razão. A dor passou. Mas a vontade
de foder, ainda não. E, agora que fiquei mais excitada, você
não me escapa. Vamos para um motel!
FIM DA NONA PARTE
VICIADA EM SEXO72
VICIADA EM SEXO - Parte X
Já entraram se pegando no motel. A negra Aphrodite pare-
cia estar querendo pagar com sexo o bem que Daniel lhe
fez: fazer sua cabeça parar de doer. Também estava doida
para levar, de novo, no cuzinho, toda aquela jeba dele. Gosta-
ra de ter fodido com o rapaz. E adorava dar seu rabo grande.
Sabia que os homens eram doidos para lhe foder por trás.
Mas não gostava de paus curtos. Por isso, se apaixonara logo
pelo enorme caralho de Daniel. Mas, depois da chupada que
lhe dera, o pau do jovem estava bambo. Ela perguntou:
- Você gosta de jogos sexuais?
- Nunca joguei. O que pretende?
- Em minha bolsa, lá no teu carro, deixei um brinque-
dinho que uso quando estou afim e não tem homem por per-
to. Pode pegar para mim? Estou vendo que precisa descansar
um pouco, pra recuperar o tesão. Então, me ajude a me diver-
tir, enquanto isso.
EHROS TOMASINI 73
Quando o rapaz voltou, ela estava de quatro sobre a
cama, com a bunda voltada para a borda da mesma. Sacudia
o enorme rabo rápido, como se estivesse ansiosa. Daniel não
gostava de mexer em bolsas alheias, por isso trouxe a dela
sem abrir. Ela insistiu que ele abrisse e tirasse seu consolo de
dentro. O jovem esperava um vibrador, mas o que havia no
interior da bolsa grande que tinha em mãos era um bastão
inflável e flexível, medindo cerca de um metro. Ele disse:
- Achei que se tratava de um “maranhão”.
- O maior que encontrei, achei pequeno. Eu já te disse
que gosto de homens bem-dotados. Quanto maior o pênis,
mas adoro tomar no meu cuzinho. Ajude-me a enfiar isso no
meu rabinho.
- Não é melhor lubrificar isso, antes?
- Claro, amor. Dentro da bolsa, tem um gel. Use-o, por
favor.
Daniel passou um pouco de gel no ânus dela, inclusive
lambuzando-a por dentro, com o dedo. Ela gemia, excitada
com a invasão. Depois, ele passou gel na metade da extensão
do tubo inflável. Ela pediu:
- Passe nele todo. Quero que o enfie em mim até que
eu o faça desaparecer totalmente dentro de minha bundona.
Mas faça isso devagar, com calma, compreendeu?
Ele não respondeu. Apontou uma das extremidades
rombudas para as pregas dela e empurrou um pouco. Ela pa-
receu relaxar o reto, pois a peça entrou quase um palmo. Ela
gemeu:
- Aaaaaaaaaaaaaahh, assim mesmo. Empurre mais um
pouco...
Ele fez o que lhe era pedido. Entrou mais um palmo.
Ela passou a movimentar o bundão, bem suavemente, fazen-
VICIADA EM SEXO74
do o falo plástico entrar mais um pouco.
- Um pouco mais, amor...
Ele tornou a empurrar. Dessa vez, com mais firmeza.
Entrou até a metade. Ela gemeu demoradamente. Tinha um
sorriso sacana no rosto.
- Agora, só pare se eu pedir. Pode enfiar o resto...
Ele respirou fundo. Temia machucar-lhe. Mas estava
gostando da putaria. Tanto que o caralho já estava mais duro.
Afastou-se mais dela, de forma a ver melhor a peça inflável
entrando, e empurrou com mais firmeza. Ela forçou, também,
a enorme bunda contra o objeto. Finalmente, o falo entrou
totalmente. Ela piscou o cu e ele se escondeu dentro dela.
Então, com cuidado para o pênis de plástico não se desalojar
dali, ela deitou-se de costas para a cama. Disse. depois:
- Agora, bota essa bimba, que já estou vendo que ficou
dura, na minha bocetinha. Mas não empurre tudo. Sou aper-
tada e pouco profunda. Pare, quando topar com a glande na
entrada do meu útero.
Ele nem precisou lubrificar a pica. A xoxota já estava
pingando uma gosma translúcida e espessa. Chegava a de-
morar a pingar na cama, fazendo aquele cordão de esperma.
Ele pegou o caralho com uma das mãos e parafusou na racha
dela. Ela gemeu mais demorado. Sugeriu:
- Se empurrar devagar e sempre, gozo num instante.
Ele o fez. Sem pressa. Só parou quando a cabeçorra to-
pou na entrada do útero. Ela abriu desmesuradamente a boca
e os olhos. Depois, pediu:
- Soca. Soca. soca. Socaaaaaaaaaaaaaaaaaa...
À medida que o rapaz bombeava, ela urrava de pra-
zer. Aí, liberou o falo que tinha introduzido no ânus. Quan-
do daniel percebeu o objeto lhe tocar as coxas, meteu a mão
por baixo dela e pegou o taco plástico. Ficou socando o pênis
EHROS TOMASINI 75
falso, num entra e sai moderado, enquanto concatenava seus
movimentos de bimbadas. Ela foi ao delírio. Chorou, se es-
perneou, xingou e finalmente, gozou.
- Goza. Goza. Goza também, junto comigo...
Mas Daniel não gozou logo. Na verdade, não conse-
guiu. Naquele momento, havia reacendido o tesão, ao vê-la
gozando, mas a porra demorou a sair. Quando saiu, final-
mente, inundou sua boceta por dentro, ao ponto de derra-
mar-se fora. Ele soltou o objeto e ela o expeliu do cu, ainda
gozando. Depois, ficou se tremendo sobre a cama. Estava em
convulsão. Gritou:
- Filho da puta. Assim, você me mata de novo, porra.
Sai de cima de mim. Sai de cima de mim!!!
FIM DA DÉCIMA PARTE
VICIADA EM SEXO76
VICIADA EM SEXO - Parte XI
Daniel ficou emburrado. Pela segunda vez, tinha sido re-
jeitado pela negra. Deitou-se na cama, pensativo, en-
quanto ela correu para o banheiro, para se lavar. O celular
dela, no entanto, tocou insistentemente. Ela gritou lá do cubí-
culo:
- Traz o telefone para mim, por favor.
Ele levantou-se, pegou o celular de dentro da bolsa e
levou-o até ela. Aphrodite saiu do chuveiro e atendeu, sem
olhar quem ligava:
- Quem é? Está bem, pode passar para ela.
O rapaz não saiu de perto. Havia visto, quando pegou
o telefone, que se tratava de uma ligação da doutora Cláudia.
Estava curioso para saber o que ela queria. A negra disse:
- Boa tarde, doutora. Não, não vou precisar de minha
dose semanal. Acho que encontrei um substituto para a fór-
EHROS TOMASINI 77
mula. Isso mesmo. Está bem. Passo aí pra a gente conversar.
Entregou o telefone a ele e depois disse:
- Pode me levar de volta à clínica? A doutora Cláudia
quer falar comigo.
Ele não respondeu. Estava amuado. Voltou a se deitar
na cama. Ela reclamava do banheiro que estava toda ardida
e melecada de porra por dentro da vagina, e que o banheiro
não era limpo o bastante para ela fazer uma ducha intra va-
ginal. Terminou de tomar banho e veio se enxugando para
perto dele. Beijou-o na boca, mas não foi correspondida. Ela
disse:
- Fique chateado comigo não, amor. Eu tenho esses
rompantes de ira desde pequena. Principalmente, depois que
gozo.
- Você é egoísta. Depois que goza, não se importa mais
com o parceiro. Esta foi a última vez que fodemos, ok? Te
levo na clínica e depois é cada um pro seu lado.
- Não. Faça isso não, logo agora que não tenho mais
nenhum namorado. Não me deixe na mão, amorzinho...
- Continua sendo egoísta, porra. Só me quer porque
está sem ninguém. Vou-me embora. Te vira, para chegar à
clínica. Não vou mais te levar.
- Puto safado. Já comeu meu cuzinho, agora está esno-
bando, né? Faz mal não. Encontro outra jeba igual à tua para
foder.
Ele já estava se vestindo. Achou que nem valia a pena
retrucar. Quando se virou para ir embora, ela olhou em volta.
Procurou algum objeto cortante para furá-lo, mas não encon-
trou. Então, atirou-se nas costas dele, dando-lhe porradas.
Ele fez um movimento rápido e ela se desequilibrou, caindo
de bunda no chão. Levantou-se mais furiosa ainda, mas ele
VICIADA EM SEXO78
já havia saído e fechado a porta atrás de si, deixando-a tran-
cada. Ela ficou esmurrando a porta, xingando-o em voz alta.
Ele desceu as escadas e caminhou até o carro. Parou o veículo
na portaria e pediu a conta. Entregou a chave, dizendo:
- Tem uma jovem trancada no quarto, reclamando
mais do que rapariga de zona. Agora, já pode soltá-la.
A recepcionista riu. Logo depois, voltou com a conta.
Ele pagou e foi embora.
Pouco depois, chegava ao seu apartamento. Tomou um
banho demorado, ainda chateado. Aí, lembrou-se de que a
psiquiatra havia dito que Aretha tinha rompantes de ódio,
também. Será que sofriam da mesma doença? Dormiu pen-
sando nisso. Quando acordou, já estava escuro. Tinha fome,
pois não tinha almoçado nem jantado. A barriga roncava.
Olhou para o visor do seu celular e tinha uma ligação perdi-
da. Não ouvira, pois pegara num sono pesado. Não conhecia
o número. A negra teria ligado? Ou teria sido a morena que
agora trabalhava no motel? Ligou de volta. Mas o telefone
tocou, tocou e ninguém atendeu. Desligou-o e vestiu-se para
sair. Pretendia comer alguma coisa. Pegou seu carro na gara-
gem e saiu. Não percebeu que estava sendo seguido. Demo-
rou um pouco a achar um restaurante, por perto de casa, que
lhe agradasse. Mas encontrou um pouco frequentado. Sen-
tou-se e chamou um garçom. Fez o pedido bem na hora em
que entrava no local um casal bem distinto. O cara era um
negrão dos olhos azuis e ela era uma coroa de cabelos bran-
quíssimos e curtos. Os dois se sentaram a uma mesa perto
do rapaz e um garçom veio lhes atender. Enquanto o homem
escolhia, a mulher não tirava os olhos de Daniel. Até sorria
para ele.
O negro era alto e forte, e Daniel não era de ficar aza-
rando mulher acompanhada. Fez que não a viu. O negro fa-
lou algo para o garçom, mas o pobre não entendeu. Daniel
EHROS TOMASINI 79
percebeu que o cara falava em inglês. Ele entendia um pouco
o idioma. Daniel falou para o garçom:
- Ele está perguntando se os pratos dão para três pes-
soas.
- Oh, sim, sim. Dá até para quatro. Diga isso para ele,
senhor. Pode ser?
Daniel falou num inglês irrepreensível e a mulher lhe
agradeceu a ajuda com o pedido. O homem chamou Daniel
para a mesa deles. O rapaz esteve indeciso, depois se levan-
tou. Foi para a outra mesa.
- Obrigado pelo convite. Meu nome é Daniel Stênio. -
Disse ele, em inglês.
- Eu sou Alaoh e minha esposa se chama Maria. Fique
conosco. Nos ajudará a fazer os pedidos.
- Nós não entendemos, nem falamos bem, o português.
- Disse ela.
- Americanos?
- Yes. Yes. Você parece falar fluentemente o nosso idio-
ma.
- Fiz um curso demorado. Pretendia ir morar nos Sta-
tes.
- E por que não foi?
- Grana. Andava curta. Mas agora não posso reclamar.
Ganho bem. No entanto, gasto bem, também.
Os dois riram, mas ela não tirava os olhos do rapaz. O
negro que disse se chamar Alaoh pediu licença para ir lavar
as mãos. Quando desapareceu em um dos boxes sanitários, a
mulher disse em ótimo português:
- Meu marido não sabe que falo bem a língua de vocês.
Eu gostei de ti, logo que te vi, assim que desceu do carro. Se
quiser, posso fingir que estou passando mal e peço para ele
me levar para casa. Você nos segue de carro. Tenho certeza
que ele me deixará lá e voltará para cá, para pegar as refeições
que pedimos. Não é a primeira vez que finjo doença.
VICIADA EM SEXO80
- Você o trai tanto assim?
- Por quê pergunta? Eu não te agrado?
- Não costumo me meter com mulher dos outros, se-
nhora.
- Ele está voltando. Vou fingir ir também ao gabinete.
Se eu demorar, peça para ele ir lá, ver o que me aconteceu.
Antes que Daniel pudesse responder, ela levantou-se e
caminhou em direção ao negro. Cochichou-lhe algo ao ou-
vido e seguiu. Alaoh disse, ao sentar-se novamente à mesa:
- Minha esposa está se sentindo mal. Quase toda vez
que saímos, é isso. Quando chegamos em casa, ela está boazi-
nha. Hoje, não vou cair nessa. Quero ficar aqui bebendo um
pouco. Se ela demorar, por favor vá procurá-la no sanitário
- pediu o negro de olhos azuis.
Ela demorou. O negro voltou a incentivar o jovem a
ir lá ao toilete feminino. Ele bateu na porta. Ela se abriu e a
coroa o puxou para dentro. Deu-lhe um beijo demorado na
boca. Daniel se deixou ser beijado mas, quando ela se afas-
tou, ele disse:
- Não me sinto á vontade num banheiro para mulheres,
senhora. E teu marido, se demorarmos, pode vir ver o que
acontece.
- Então, me tire daqui. Leve-me para casa. Mesmo que
ele venha conosco, você aprende onde moro.
- Sinto, mas não vai rolar, senhora. Não quero arriscar
ser pego no ato com a mulher alheia.
- Você é um frouxo. Posso sentir que está excitado, mas
insiste em resistir.
- Tem razão, senhora. Estou excitado. Mas confesso que
sou covarde demais para me meter nesse tipo de encrenca.
- Ao menos, mostre-me teu cacete duro.
Ele esteve indeciso, depois abriu o fecho da calça. Um
caralho enorme saltou de dentro. Ela assobiou e disse:
EHROS TOMASINI 81
- Uau. Bem que adivinhei que tinhas um belo cacete.
Agora, não vai escapar de mim. Deixa eu ver se despacho
meu marido. Iremos para um motel.
Antes que ele se negasse, ela abriu a porta e olhou pro
lado de fora, em direção à mesa em que estavam sentados.
Pegou no braço dele e falou:
- Vamos. Ele está sentado de costas pra nós. Sairemos
sem que ele nos veja. Não seja tão babaca. Não perca uma
oportunidade dessas.
- Está bem. Mas iremos para a minha casa. Ele não sabe
onde é.
- Ótimo. Depois invento uma desculpa qualquer para
ele. Mesmo que me bata, eu já terei fodido contigo.
- Pois então vamos, enquanto ele está distraído.
Daniel conseguiu sair com a coroa sem que o negrão os
visse. Abriu a porta do carro para ela, fechou, e depois arro-
deou, para entrar em seu veículo. Quando sentou-se ao lado
dela, recebeu um jato de spray no rosto. Ficou zonzo. Num
instante, perdeu os sentidos.
*******************************
Daniel despertou ainda zonzo. Sentiu umas correias de
couro lhe apertando os tornozelos e os pulsos. Estava total-
mente nu. Depois de acostumar as vistas à claridade, olhou
em volta. Descobriu-se numa ampla sala, toda de paredes e
teto brancos. Parecia um laboratório. Quando olhou para o
outro lado, viu que não estava só.
Em camas separadas estavam, também amarradas, a
negra Aphrodite e a morena Aretha. Ainda confuso, pergun-
tou:
- O que aconteceu?
VICIADA EM SEXO82
- Desculpe, amor. Acho que fui a culpada. Falei de você
e do teu enorme pinto medicinal para a doutora. Enquanto
eu era atendida por ela, a safada ligou para um casal. Me pe-
garam de surpresa e me fizeram desmaiar.
- E você, Aretha? Como te pegaram?
- O mesmo casal esteve lá no motel. Fingiram ser clien-
tes e me raptaram. Não sei o porquê.
- Por que você é filha de um ex-amigo meu - disse uma
voz conhecida.
Era a doutora Cláudia. Trazia uma seringa na mão.
Aproximou-se de Daniel, disposta a tirar-lhe sangue das
veias. Ele se debateu. Outra voz, dessa vez masculina, alertou:
- Não resista, rapaz. É pro teu próprio bem.
O jovem olhou para o negro de olhos azuis. Este pare-
cia muito seguro de si. Explicou:
- Minha esposa está consertando um erro antigo dela.
Todos vocês serviram de cobaias para uma experiência inusi-
tada: tranformá-lo em exemplares de rara beleza. Mas o tra-
tamento não deu certo. Agora, a doutora Maria Bauer quer
reverter o resultado.
- Você também sente dores de cabeça, amor? - Pergun-
tou a dra. Cláudia Edite.
- Ele passou por um tipo de experimento diferente. já
nasceu bonito. Mas com um pau de tamanho ínfimo. A fór-
mula serviu para lhe fazer crescer o falo - disse outra voz co-
nhecida.
Era a mulher de cabelos curtos e alvíssimos. A doutora
Bauer adentrou o salão portando, também, uma seringa. Di-
rigiu-se à Aretha. Continuou dizendo:
- Esta aqui é cria do padre Lázaro. Ele era o amante
da mãe dela, até serem flagrados pelo pai das duas irmãs.
Ela não modificou o rosto nem o corpo com o composto.
EHROS TOMASINI 83
Mas ganhou a agressividade de Lázaro. O experimento vi-
sava criarmos um exército de assassinas. Não consegui isso
com os clones que fiz de mim. Mas ela, assim como todos
vocês, inclusives as outras minhas pacientes, estão morrendo
- Completou a dra. Cláudia. - Agora, pretendemos reverter
esse processo. A dra. Bauer criou um método de cura. Mas,
para isso, teremos que analisar o sangue de todos vocês.
- Mas eu nunca senti sequer uma dor de cabeça. Nem
sei o que é isso. - afirmou Daniel.
- Acredito. Mas o composto também foi aplicado em
você, ainda criança. Teu avô ficou responsável por misturá-lo
à tua comida. O objetivo foi alcançado: você ficou com um
caralho enorme. Mas será que teve efeitos colaterais? Só uma
análise do teu sangue irá dizer. - Disse a coroa de cabelos
brancos.
- Se é assim, por que me amarraram? E por quê o tra-
balho todo para me raptar? Poderiam ter conversado comigo.
- Não sabíamos como iria reagir. Por isso, o teatro. Mas
se quer ser solto, faremos isso - disse o negro de olhos azuis.
- Pois soltem-me.
O rapaz foi solto. As mulheres, não. A dra. Bauer ale-
gou que o tratamento que seria infligido a elas era muito do-
loroso. E que elas poderiam ficar agressivas além da conta.
Portanto, continuariam amarradas. Daniel deixou que lhe
tirassem sangue. Depois, enquanto as duas médicas se ausen-
tavam para análises, ele ficou com o negrão. Este disse:
- Sei que ficou afim de minha mulher. Não me importo,
se ela quiser foder contigo depois. Eu mesmo, transo com
quem eu quero.
- Não te incomoda ser corno?
- Eu era casado com uma mulher mais bela que ela.
Só que ela me botou um par de chifres com um colega de
trabalho. Desde então, não ligo para mulheres. Dou-lhes li-
berdades, mas não suporto cenas de ciúmes delas. Pergunto
VICIADA EM SEXO84
de novo: quer foder com minha mulher?
Aretha olhava para Daniel. Esperava sua resposta. O
jovem esteve pensativo, depois disse:
- Eu me apaixonei por esta morena aí. Pensei até em me
casar com ela. Mas a doutora me alertou que ela tem o gênio
assassino do tal padre.
- E é verdade. O cara, hoje, está morto. Minha mulher
o degolou na minha frente. Depois deu sumiço ao cadáver. O
filho da puta matou muita gente, e quase me mata, também.
- Quer dizer que o amante da minha mãe, esse que
morreu, era meu pai? - Perguntou Aretha.
- Não, não... apenas foi usado DNA dele para te tornar
uma assassina em potencial. Você e a negra. Depois, replica-
riam as duas. Fariam vários clones de vocês. Minha esposa
quer reverter esse processo.
- Se foi ela quem nos fez de cobaia, por que agora quer
dar uma de santinha? - Perguntou a negra Aphrodite.
- Eu exigi isso. Se ela quiser permanecer comigo, terá
de ser uma pessoa boa e exemplar. Caso contrário, eu a mato,
como ela fez com o padre assassino.
- Puta merda. Teria coragem de mata-la?
- Não duvide, rapaz - disse a Dra. Bauer, entrando de
novo na sala. Estava sorridente. Mostrou um tubo de ensaio a
Daniel. Esse não estava entendendo nada. Ela explicou:
- Fiz os testes necessários. Você está muito bem. Não
houve nenhum efeito colateral causado pela fórmula. Não vai
precisar de nenhum tratamento. Pode comemorar: está livre.
- Posso ir embora?
- Claro, rapaz. - Disse o negro.
- E Aretha?
- Infelizmente, ela e Aphrodite terão que ficar interna-
das aqui por um bom tempo. A doutora Cláudia me ajudará
com o tratamento. Talvez precisemos de uma troca total de
sangue.
EHROS TOMASINI 85
- Vou voltar a ser feia e raquítica como antes? - Pergun-
tou a negra.
- Infelizmente, sim.
- Então, não quero fazer nenhum tratamento. Quero
continuar bela, como sou.
- Mas permanecerá com as dores de cabeça e a vontade
incessante de foder. Além de continuar sob risco de morte.
- Não importa. Não quero voltar a ser feia. Senão, eu
mesma me mato.
- Verei o que posso fazer.
- E quanto a mim? - Perguntou Aretha.
- Com uma hemodiálise total, teu corpo não mudará.
Só perderá os instintos assassinos.
- Eu quero perder mais uma coisa. - afirmou a morena.
- O quê? - Perguntou a médica.
Ela a chamou perto de si. Cochichou em seu ouvido. A
médica deu uma sonora risada. Depois disse:
- Vou ver o que posso fazer. - E, virando-se para Daniel
- Você é um cara de sorte, rapaz. Mas ficará me devendo uma
coisa.
- O quê?
- Depois, te digo. Agora, não. Teu carro está aí na fren-
te.
- Gostaria de saber como me encontraram.
- Você deixou nome, telefone e endereço, quando pre-
encheu a ficha, no consultório da Dra. Cláudia. Ela ligou pra
gente e nos deu o teu endereço. Te seguimos da tua casa até
aquele restaurante. Eu já tinha deixado o spray dentro do teu
carro, pois tinha certeza de que aceitaria fugir comigo.
- Deixei meu carro trancado.
- Mas meu homem é exímio em arrombar qualquer
coisa. Até o meu cuzinho apertado. Já foi policial federal.
- Entendo. Bem, estou indo embora.
- Dê-me um beijo antes, amor. - Pediu Aretha.
VICIADA EM SEXO86
Assim que o jovem saiu da sala, a médica perguntou ao
negrão:
- Acha que devemos deixar ele ir?
- Não há perigo. O cara é inteligente. Já percebeu que
não queremos lhe fazer mal.
- Se você, que é todo desconfiado, diz...
Quando Daniel chegou do lado de fora da clínica, a
dra. Cláudia estava fumando um cigarro. Perguntou para ele:
- Vou ficar sem minha foda?
- Ainda está afim?
- Claro. E você prometeu.
- Pode ser para já?
- Sim, jovem. Mas advirto que sou diferente das mulhe-
res que você transou.
- Diferente, como?
Ela esteve indecisa, depois abriu os botões do uniforme
médico que usava. Estava totalmente nua por baixo da roupa.
Daniel olhou para a sua boceta. Havia um pinguelo enorme
saindo dela. E estava mole.
- Não me diga que pretende comer meu cu...
Ela riu. Um riso gostoso. Depois disse:
- Não, meu jovem. Mas vou querer que dê-lhe uma
chupadinha. Adoro. Vai encarar?
Pouco depois, eles estavam em um dos dormitórios da
clínica. Ele tinha o enorme pinguelo na boca, e ela chupa-
va seu pau com gula, num gostoso 69 sexual. A princípio, o
rapaz achou estranho chupar aquela anomalia. Mas aquilo
era cheiroso e tinha gosto bom. Ela chupava muito bem. Ele
estava perto de gozar. Quando ela percebeu, falou:
- Não goze agora, por favor. Eu vou querer esse pau
enorme na minha boceta. Mas eu quero liderar a foda, tudo
EHROS TOMASINI 87
bem?
Ele deu um chupão mais forte no grelo dela. Pega de
surpresa, a médica gozou imediatamente. Seu esperma era
grosso, como o de um homem. Ele tossiu sufocado. Mas ela
deu outra gozada, pegando-o também de surpresa.
FIM DA DÉCIMA PRIMEIRA PARTE
VICIADA EM SEXO88
VICIADA EM SEXO - Parte XII
Depois da foda com a médica de pinguelo graúdo, Daniel
foi para casa. Ainda estava morrendo de fome. Prepara-
ria algum sanduíche simples, antes de dormir. Mas, nem bem
começou a preparar o lanche, tocaram a campainha da porta.
Foi atender e deu de cara com a irmã paraplégica de Aretha.
Esta veio com a cadeira empurrada pelo jovem garçom. A
garota foi logo perguntando:
- Cadê minha irmã? Faz dias que ela não volta para
casa. Havia me dito que viria para a tua casa.
- E veio. Depois, voltou para o motel onde agora está
trabalhando.
- Motel? Não sabia nem que ela estava trabalhando.
- Está. Mas lá, exigiram que ela fizesse um tratamento
de saúde numa clínica - inventou o jovem, sem querer dizer
que a morena havia sido raptada - e ela está lá. Acho que vai
demorar a voltar para casa.
EHROS TOMASINI 89
- E eu, como fico?
- Ela me disse que você ia morar com o rapaz aí. Não
está querendo que ela vá contigo, só para fazê-la de empre-
gada, né?
A irmã de Aretha olhou para ele de olhos aboticados.
Não esperava por aquela. O namorado dela estava sorrindo.
Disse:
- Eu disse a ela que a irmã não iria se passar para isso.
Que ela deixasse de ser preguiçosa, se quisesse viver comigo.
- Pois é - concordou Daniel - já está em tempo dela se
virar sozinha. Deixar a irmã viver a vida dela.
- Mas eu sou paraplégica, porra!
- Não, não é. A mim, você não engana. Andei falando
com a tua mãe e...
- Você ousou procurar nossa mãe, sem a nossa permis-
são?
- Sim, ousei. Queria saber o motivo dela ter abando-
nado vocês. Ela me contou uma história muito interessante
sobre ti.
- Sobre mim?
- Sim. Sobre você. Disse que tinha te flagrado, várias
vezes, andando com as próprias pernas, indo em direção ao
quarto do amante dela. Disse que você era mais safada que
tua irmã. Por isso, não queria mais corja com vocês.
- O que é que tu tá dizendo, cara?
- Achei que você deveria saber, antes de morar com ela.
Ela finge ser coitadinha, mas é para fazer a irmã de escrava.
Não caia nessa dela. Irá ter problemas, depois.
Aninha olhava para ele com cara de ódio. Depois, le-
vantou-se da cadeira de rodas. O garçom ficou espantado.
Daniel, não. Ela avançou para o jovem, disposta a esbofeteá-
-lo. Ele alertou:
- Se tocar em mim, devolvo a pancada em dobro.
- Bate em mulher?
VICIADA EM SEXO90
- Bato em moléstia. E, sinceramente, você é uma.
Ela ainda esteve de mão levantada, preparada para ba-
ter no cara, mas ouviu passos às suas costas. Quando se virou,
o garçom estava indo embora. Chamou por ele, mas ouviu:
- Vai te foder. Você é nojenta. Não quero mais morar
contigo.
Ela começou a chorar. Dizia para Daniel:
- Tá vendo o que me fez? Você é o culpado por ele me
deixar. O que vou fazer da minha vida, agora?
- Tua irmã vai demorar a poder voltar ao serviço. Você
fica no lugar dela. Eu te levo lá no motel.
Ela esteve indecisa. Depois, concordou:
- Vamos. Já está em tempo de eu ter minha grana sem
precisar me prostituir. Mas não posso viver sem dar uma xo-
xotada. Sou viciada em sexo.
- Depois que tua irmã voltar do tratamento que está
fazendo na clínica, eu te interno lá. Perderá esse fogo que tem
na tabaca.
- Nem pensar em perder! Só quero diminuir um pouco,
pois vivo subindo pelas paredes. Agora mesmo, tô doida para
transar contigo.
- Sem chances. Eu gosto da tua irmã. E prefiro ela a
você. Vamos embora.
Aninha fez todo o percurso até o motel chorando.
Quando chegou lá, Daniel quis falar com alguém da admi-
nistração. Depois de uma espera de mais de meia hora, que
serviu para a jovem enxugar as lágrimas, uma mulher já co-
roa os atendeu. O jovem contou uma longa história, pulando
algumas partes que não interessava à senhora. Ela escutou
tudo com atenção. Depois disse:
- Está bem. Eu já estava chateada com a taxista que me
EHROS TOMASINI 91
pediu para empregar a tal Aretha. Quando ela sumiu de re-
pente, sem dar notícias, fiquei zangada. Mas, se a ausência
dela é por motivo de doença, aceito a substituta. Estou preci-
sando mesmo de alguém, com urgência. Obrigada por trazê-
-la aqui. Mas ainda não está empregada, mocinha. Quero ver
o que sabe fazer, antes.
- Não sei fazer quase nada, dona. Vim só para minha
irmã não perder o emprego.
- Bem, pelo menos é sincera. Vou pedir que a arruma-
deira te dê umas dicas. Mas depois, é por tua conta.
- Obrigada.
Quando Daniel ia se despedir para ir embora, assim
que a mulher chamou a faxineira para orientar Aninha, a
dona do motel disse:
- Eu soube o que você fez por minha prima, a taxista.
Ela ficou muito contente por tirar o atraso. Recomendou-me
ligar para você. Também preciso de umas fodas.
- Sinto muito, mas estou para me casar. Então, vou dei-
xar de ser tão fodelão, antes que também me transforme em
um viciado em sexo.
- E que mal há nisso, ser viciado em sexo? Eu adoro.
- Conhece a doutora Bauer?
A mulher esteve desconfiada. depois, perguntou:
- Você conhece a doutora? Faz parte do tratamento
dela?
- Fui cobaia dela. Aretha, a irmã dessa que trouxe aqui,
também. A senhora, além da vontade de foder incessante,
sente dores de cabeça?
- Ah, meu filho, elas são atrozes. Tem vezes que só falto
enlouquecer.
- Não faz o tratamento com a doutora Cláudia?
- Ôxente, também sabe de Cláudia? Abandonei o tra-
tamento com ela já faz vários anos. Eu sou viuva, não tenho
VICIADA EM SEXO92
com quem conseguir esperma diariamente. E tenho vergo-
nha de pedir a qualquer homem que não conheço.
Ele esteve indeciso, depois ligou para a doutora Cláu-
dia. Esta atendeu contente. Ele perguntou:
- Oi, queria saber quantas pacientes você tem cadastra-
das. Tive uma ideia.
- Okay. Isso merece uma bebemoração. Nunca mais to-
mei um cálice de vinho. Me convida?
Não demorou muito e se encontraram num restaurante
chique. Ele lhe contou da sua ideia:
- Eu e o negrão alimentaríamos de porra todas as pa-
cientes de vocês, até que terminasse o tratamento da totali-
dade delas.
- Há pacientes gays, também.
- Não contava com isso. Mas damos um jeito. Podemos
criar um banco de esperma.
- Uma ótima ideia. Por quê não pensamos nisso? Vou
ligar agora mesmo pra Alaoh.
O negro de olhos azuis apareceu pouco depois, acom-
panhado da bela médica. A doutora Bauer estava contente.
Disse ao jovem:
- Muito obrigada. Meu experimento é clandestino e
meu homem sozinho sempre supriu minhas pacientes com
sua porra. Agora, é bom que tenha um substituto.
- Não um substituto, pois não pretendo tomar o lugar
dele. Digamos que agora ele tenha um ajudante. Tendente a
se demitir, se não aguentar o rojão.
- Não se preocupe em aguentar ou não. Produzi uma
fórmula inócua, que aplico em meu homem. Aumenta a sua
resistência e permite que goze mais vezes que o natural.
- Sem fórmulas. Se houver necessidade, contato alguns
amigos meus que sejam dispostos a ser chupados por mulhe-
EHROS TOMASINI 93
res.
- Sem teus amigos. Esse é um troço ilegal e não que-
remos a Polícia Federal encima da gente. Bastamos nós dois
como fornecedores de porra, vai ver. - Disse o negro.
- Eu já estou precisando da minha dose diária - recla-
mou a dona do motel.
- Eu te presto socorro. O rapaz atende a minha mulher.
Isso, se não for problema eu atender a namorada dele, quan-
do ela precisar.
Daniel esteve pensativo, antes de responder:
- Sem problemas. Mas gostaria, eu mesmo, de atende-
-la, quando for preciso.
Todos riram, menos o negro. Este ficou calado e absor-
to. A doutora Bauer disse:
- Então, vamos lá para o teu carro rapaz?
Daniel foi com ela. Quando se trancaram no carro que
tinha os vidros fumês, dentro do estacionamento do restau-
rante, ele perguntou:
- Se tem o antídoto da fórmula, por que não usa em
você mesma?
- Porque estou carente. O negrão não trepa mais comi-
go. Só fica comigo para ter a certeza de que eu estou rever-
tendo o processo nas minhas pacientes e nas da dra. Cláudia.
Depois, temo que ele volte para a ex-esposa. Por isso, não liga
se eu trepar com quem quiser.
- Por que comigo?
- Porque estou muito carente, e você é um belo tipo.
Também me parece mais viril do que Alaoh. Mas deixemos o
papo para depois. Eu quero dar uma chupada gostosa nesse
pau enorme.
- Eu gosto de foder um cuzinho.
- Está bem, mas só depois que eu te chupar. Não gosto
VICIADA EM SEXO94
muito de pica fedendo a cu.
- Então, chupa.
A doutora Bauer o chupou. A coroa sabia das coisas.
Aliás, Daniel começava a comparar as recentes chupadas
recebidas. As mais coroas chupavam melhor. Ele ajeitou-se
na cadeira, após arriar as calças totalmente, e ela caiu-lhe de
boca. Bauer tinha uma técnica apurada de felação. Chupava-
-o enquanto lhe massageava as bolas com uma mão e o falo
com a outra. Concentrava-se na glande, e ele já sentia von-
tade de ejacular. Ela dava uma paradinha e lambia o cacete
em toda a sua extensão. Depois, voltava a se concentrar na
cabeçorra. Ele gemeu:
- Estou quase gozando.
Inesperadamente, ela enfiou-lhe um dedo no cu.
- Ei, não combinamos nada disso...
- Se quer comer meu cuzinho, deixa eu primeiro foder
o teu. Relaxe. Não vou te machucar. Tenho larga experiência
com isso. O padre Lázaro, de quem fui amante, adorava isso
e o beijo grego.
- Era um depravado. Eu prefiro o sexo normal.
- Esse tipo de sexo é mais normal do que imagina, meu
jovem. Relaxe. Logo, estará gozando gostoso na minha boca.
Ela não estava mentindo. Breve, Daniel dava uma das
suas mais extensas gozadas. Ela engolia a sua porra aos pou-
cos, até não restar mais nem um pingo.
FIM DA DÉCIMA SEGUNDA PARTE
EHROS TOMASINI 95
VICIADA EM SEXO - Parte XIII
Duas semanas e meia depois, Aretha estava em forma. A
transfusão lhe fizera muito bem. Estava mais corada e
um pouquinho mais forte. Daniel foi busca-la na clínica. O
rapaz a tinha visitado todos os dias, depois de largar do tra-
balho. Mas agora ela estava triste. Ele perguntou:
- O que está havendo, amor? Está com uma cara tris-
tonha...
Ela demorou a responder:
- Eu soube através da dra. Cláudia que você e o marido
da outra médica vão ajudar as outras mulheres suprindo-as
de porra. Não gostei. Fiquei com ciúmes.
- Será por pouco tempo. Cerca de quinze dias, talvez.
Acho que o tempo que você ficou internada.
- Mesmo assim. Se me ama, como diz, não aceite ajudar
no tratamento delas.
VICIADA EM SEXO96
- A ideia foi minha, linda. Estarei ajudando a salvar vi-
das.
- Não ligo. Só não quero meu namorado transando
com outra.
- Sinto muito. Eu não vou desistir. Mesmo que tenha-
mos que acabar o nosso relacionamento.
- Eu imaginei que diria isso. Me arrependi do pedido
que fiz à dra. Bauer.
- Ah, lembro que você cochichou algo ao ouvido dela
e ela riu. Mas tinha esquecido disso. O que pediu para ela?
- Não importa. Não vai mudar a nossa situação.
- Eu não posso saber?
- Talvez, um dia eu te conte. Não precisa me levar em
casa. Pedi para a dra. Cláudia fazer isso. Ela já deve estar vin-
do.
- Está querendo se livrar da minha companhia?
- Desculpe-me, mas sim. Pensei muito, antes de tomar
essa decisão. Só espero que minha irmã esteja em casa. Ainda
estou fraca das pernas, por conta da transfusão.
Agora, quem estava triste era Daniel. Sem que ela sou-
besse, ele havia contratado uma decoradora para dar uma
planejada no seu lar, deixando-o mais feminino. E uma en-
fermeira para ficar com ela, enquanto convalescesse. Mas
não insistiu. Deu-lhe um beijo na face e entrou no carro. Ela
olhou para o outro lado, sem querer vê-lo ir embora. Tinha
duas lágrimas rolando do seu rosto. Já passavam das oito da
noite. A dra. Cláudia saiu da clínica dirigindo seu carro. Es-
tacionou perto dela. Quando a viu chorando, adivinhou o
motivo:
- Brigou com ele por ciúmes? Você é uma idiota. O cara
não saiu de perto de ti, sempre que largava do trabalho. Che-
ga me deu uma inveja boa de você.
- Não é só por ciúmes. Eu não aguentei ter meu cabaci-
nho dilacerado por sua enorme pica.
EHROS TOMASINI 97
- Eu soube que ele gosta mais de cu, oras. E fiquei sa-
bendo do seu pedido para a dra. Maria. Tenho certeza de que
ela deu um jeito nessa boceta minúscula que você tem.
- Acha que agora, depois da cirurgia que ela fez, me
rompendo definitivamente o hímen, vou aguentar a jeba
dele?
- Não custa tentar de novo. E fazer um esforço, né?
Acho que valerá a pena. Ele é um menino bom.
- Eu sei. Mas agora, já o dispensei. Não tenho coragem
de correr atrás dele.
- Eu falo com ele por você. Entre no carro. Sabe onde
ele mora, não é?
- Sei, sim.
- Pois se pegarmos algum atalho, chegaremos lá antes
dele.
************************
Mas Daniel não tinha ido para casa. Parou num barzi-
nho a caminho dela. Sentou-se a uma mesa, disposto a tomar
todas. O bar estava quase vazio àquela hora. Só umas poucas
pessoas, a maioria em duplas, bebiam e conversavam. Mas
havia uma morena lindíssima bebendo sozinha, numa das
mesas do canto. Olhava para uma fotografia já rota. Tinha o
rosto molhado de lágrimas. O rapaz viu uma plaqueta enci-
ma da mesa onde ela estava. Tinha escrito nela:
- POR FAVOR, NÃO PERTURBE
Ela viu quando ele entrou e sentou-se à mesa. Espe-
rou para ver o que ele iria beber. Tinha gostado dele. Algu-
ma coisa nele a deixou imediatamente interessada. Guardou
a foto que tinha em mãos e ficou olhando abertamente para
o jovem. O rapaz, apesar de achá-la muito bonita, não estava
afim de papo. Queria ficar sozinho, para pensar em Aretha.
Quando a morena viu que ele havia pedido cerveja a um gar-
çom parrudo e careca, tirou um cigarro da bolsa que esta-
VICIADA EM SEXO98
va sobre a cadeira, ao seu lado, e se levantou. Caminhou em
direção a ele, mas parou no meio do caminho. Um jovem
mais bonito que Daniel acabara de entrar no recinto. Tirou
do bolso um isqueiro e se aproximou muito sério dela. Daniel
a ouviu dizer:
- Não sabia que fumava.
- E nem fumo. Passei a andar com isqueiro depois de
um tempo trabalhando juntos. Você está fumando muito
mais que antes.
Ela passou a não dar mais atenção a Daniel. Acendeu
seu cigarro e ambos se sentaram à mesa onde ela esteve. O
rapaz ficou olhando o casal. Ela parecia decepcionada com
algo. Enxugou as lágrimas do rosto. O bonitão deu-lhe um
beijo carinhoso na testa e levantou-se. Ela continuou fuman-
do, absorta. Um garçom aproximou-se e falou alguma coisa,
baixinho, para ela. Ela pediu desculpas e apagou o cigarro,
jogando-o dentro da garrafa de cerveja vazia que estava sobre
a mesa. Havia mais cinco garrafas. Daniel achou que ela já es-
tava bicada. Quando o garçom saiu, ela voltou a levantar-se.
Veio direto para a mesa dele. Perguntou:
- Posso me sentar aqui, jovem? Está chato beber sozi-
nha. - Falou com a voz fanhosa de quem estava chorando.
Ele olhou para ela. Em pé, e perto dele, a morena pa-
recia bem maior. Uma gigantesca cavalona. Mas ele reagiu
assim:
- Se for para contar teus problemas, desculpe mas vou
pedir emprestado a tua placa. Já tenho os meus e eles pare-
cem insolúveis.
- Por que acha que vou querer descarregar em você?
- Tomou várias e esteve chorando. E aquele que saiu já
foi ou ainda é teu namorado.
- Já foi. Hoje, é um grande amigo, que está me ajudando
a achar uma pessoa que eu ainda amo.
EHROS TOMASINI 99
- Tá vendo? Já começou o melodrama.
- Deixe de ser chato. Estou te pedindo ajuda, caralho.
- Bem, se é assim, senta aí. Mas antes, traga aquela foto-
grafia que estava olhando para ela. Se é alguém que mora por
perto, talvez eu conheça.
- Não, ele não mora por perto. Meu amigo diz que ele
está morto. Mesmo assim, me ajuda a procura-lo. Quer que
eu tenha certeza. Vou buscar a foto. É um pouco antiga, e nela
ele está barbudo. Mas ele não costumava usar barba. Espere
aqui.
Ela veio com a foto surrada e mostrou a ele. Sentou-se à
mesa. Daniel pediu um copo limpo e o garçom deu para ela.
Ela mesma encheu o copo e bebericou em seguida. Daniel
estava olhando a foto. Ele disse:
- Está diferente de óculos escuros e barba, porém me
lembra alguém. Mas seria muita coincidência.
Ela ficou ansiosa. Perguntou onde ele o tinha visto. Ele
falou:
- Não acho que o tenha visto. Devo estar confundindo.
Por que ele usa esses óculos escuros?
- Ele é cego. No lugar dos olhos tem cicatrizes. Sumiu
numa missão faz um par de anos. Desde então, o tenho pro-
curado.
- Acha que ele está por aqui?
- Não sei. Eu e Santo temos procurado em tudo que é
clínica estética e de internamento. Soubemos que havia uma
nova por aqui, mas meu parceiro não conseguiu encontra-la.
- Como é o nome do cego?
- Alaoh. Era meu marido. E eu o amava.
- Alaoh? - Espantou-se o rapaz - Então não é mais mera
coincidência! Mas o Alaoh que eu conheço não é cego. Tem
os olhos azuis.
- Um negro de olhos azuis? Isso é muito raro. Será que
VICIADA EM SEXO100
não usa lentes de contato?
- Não sei. Não atentei para isso. Coincidentemente,
ele tem ligações com uma clínica. A das doutoras Cláudia e
Bauer.
- Como é que é? Qual o nome da doutora que acabou
de dizer?
- Cláudia.
- Não. A outra...
- Maria Bauer.
Inesperadamente, a linda morena deu um beijo demo-
rado nos lábios de Daniel. Quando largou dele, estava cho-
rando de novo, mas de felicidade. Disse:
- É mesmo o meu Alaoh. Obrigada, porra. Você não
sabe o quanto me fez feliz. Vamos agora mesmo à tal clínica.
- Deixa eu tomar minhas cervejas, antes.
- Não, não. Se for verdade o que diz, te pago quantas
cervejas você quiser. Vamos embora. Deixa que eu pago tudo
aqui.
Pouco depois, ambos estavam decepcionados diante da
residência onde funcionava a clínica. Haviam até retirado a
placa, por isso o bonitão não a tinha encontrado. Ela pergun-
tou:
- Tem certeza de que era aqui? Parece uma residência
qualquer, abandonada.
- Saí daqui antes de chegar àquele bar. É aqui, sim. E
havia uma placa enorme afixada na fachada.
Ela fez uma ligação. Quando atenderam, ela disse:
- Santo, você tinha razão. Havia mesmo uma clínica.
Mas deve ter sido desmontada há pouco. Precisamos inva-
di-la.
- Invadi-la? Vocês são ladrões, por acaso? - Perguntou,
EHROS TOMASINI 101
espantado, Daniel.
Ela sacou um distintivo de dentro da bolsa que carre-
gava. Disse:
- Polícia Federal, rapaz. Não se preocupe. Mas é melhor
você entrar no teu carro e ir embora. Pode rolar tiroteio, e
não quero que seja atingido. Mas me diga o teu telefone.
- Eu tenho papel e caneta no carro. Você pode esquecer.
- Não esquecerei. Tenho treinamento para isso. Não
quero nada escrito. Se formos capturados, teriam teu tele-
fone também, entende? Saberiam que foi você quem os de-
nunciou. E não estamos lidando com principiantes. A dra.
Bauer é nossa inimiga já há bastante tempo. O padre Lázaro,
também.
- Padre Lázaro? Disseram-me que ele foi morto.
- O filho da puta consegue voltar à vida. Já fez isso al-
gumas vezes. Diga-me teu telefone e vá-se embora, por favor.
Ele disse. Depois partiu. Ainda viu um carro encostar
junto a ela. Decerto, era o tal Santo. Quando já dobrara uma
esquina, ouviu seu telefone tocar. Era a doutora Cláudia. Ela
perguntou:
- Onde você está? Estamos te esperando na frente da
tua residência.
- Estamos? Você e quem?
- É surpresa. Mas você irá gostar.
- Estou farto de surpresas, por hoje. O que aconteceu
na clínica? Retiraram até a placa...
- Encontramos outro endereço. Sempre nos mudamos,
para não sermos achados pela Federal.
- Pois acabaram de ser encontrados. Há agentes lá, nes-
te momento.
- Puta merda. Mas acho que não tem mais nada, por lá,
que nos incrimine.
- Conseguiram limpar a casa em tão pouco tempo?
VICIADA EM SEXO102
- Claro que não, bobinho. Já vínhamos tirando as coisas
de lá há vários dias. Só deixamos aquela enfermaria montada,
a que você visitava a tua namorada. Venha para casa.
- Não, não vou agora. Vou tomar umas antes. Adeus,
doutora. Entrem em contato depois, para continuarmos o
projeto.
Daniel desligou completamente o telefone. Resolveu
voltar ao bar onde conhecera a morena cavalona. O mesmo
garçom lhe atendeu. Parecia que já estava esperando por ele,
pois trouxe-lhe a cerveja antes que o jovem pedisse. Mas não
foi nada discreto, ao perguntar:
- Já? Uma morenona daquelas não se come em alguns
minutos, rapaz. Levou um fora?
- Não creio que seja da tua conta, mas não. Não levei
fora. Apenas a deixei no trabalho.
- Ué, ela foi para a Polícia Federal?
- Como sabe?
O cara totalmente careca e barbudo, vestido de garçom,
disse baixinho:
- Também sou policial federal. Estamos armando uma
operação para pegar uns traficantes de mulheres, aqui. Veja
em volta: todos somos policiais. Pode haver trocas de tiros.
Mas não se preocupe. É só se jogar sob a mesa, assim que o
tiroteio começar.
- Caralho, que eu vou ficar aqui. Puta merda. Hoje não
é o meu dia de sorte.
- Fica aí, porra. Agora, não dá mais para sair. Os sujei-
tos que acabaram de entrar são os que estávamos esperando.
Vou pegar a tua cerveja.
Quando voltou, o celular do garçom tocou. Ele disse:
- Está sim. Vou passar para ele.
Quando atendeu, o rapaz reconheceu a voz da cavalo-
EHROS TOMASINI 103
na. Ela perguntou:
- Ei, por que desligou teu celular?
- Descarregou - mentiu ele.
- Bem, não importa. Fique aí. Vou precisar de novo de
ti. Não encontramos nenhum vestígio da clínica. Limparam
tudo.
- E como vou poder ajudar?
- Espere-me aí. Chego já.
- Parece que o tempo vai fechar por aqui.
- Ih, os traficantes de escravas brancas chegaram? Ago-
ra é que não deve mesmo sair. Se eles te virem ir embora,
pensarão que és um espião. Irão querer te matar. Chego já.
Quando ela chegou, no entanto, os sujeitos já tinham
sido dominados pelos policiais disfarçados. Não houve troca
de tiros. Santo foi o primeiro a entrar. O careca, disse:
- Tá tudo dominado. Mas obrigado por virem.
A morenaça apareceu pouco depois. Suspirou, quando
viu os colegas levando os caras algemados. O careca disse:
- O jovem é corajoso. Outro, teria se aperreado com o
perigo e fugido no ato.
- Merece um beijo. Mas precisamos conversar, eu e vo-
cês. Segundo esse jovem, estou cada vez mais perto de achar
Alaoh.
O careca ficou triste. Não aceditava que o negrão esti-
vesse vivo. Santo, no entanto, disse:
- O lugar que achamos foi limpo às pressas. Tem todas
as características das clínicas da dra. Bauer. Estamos cada vez
mais perto de acha-los.
- Então, continuemos procurando. Que pensa em fazer,
agora, Jurema? - Perguntou o careca.
Ela virou-se para o jovem Daniel. Perguntou:
- O que sugere?
VICIADA EM SEXO104
Daniel esteve pensativo. Depois, disse:
- Quero falar contigo a sós.
Pouco depois, o rapaz tinha contado todas as suas
aventuras e desventuras com as médicas. Inclusive, que o ne-
gro agora estava de caso com a doutora Bauer. A cavalona
Jurema se espantou:
- Alaoh e Bauer? Não acredito! Então, ele está fingindo
e enganando-a, para poder fugir.
- Ele me contou sobre vocês. Disse que o tinha traído.
- Que eu o tinha... pôrra, agora entendi tudo. Uma vez
eu estava muito carente e beijei meu parceiro Santo. Pensei
que fazia isso às escondidas mas ele deve ter visto. Porém,
não rolou nada entre a gente, depois. Santo é um cavalheiro.
Disse que, enquanto não tivesse certeza de que meu negro
estivesse morto, não tocaria em mim. O cara pode ter a mu-
lher que quiser. É bonitão e dizem que é ótimo na cama. Mas
nunca fodemos, se é isso que quer saber.
- Isso não me importa. Não temos nenhum relaciona-
mento, a menos que ache que um beijo equivale a uma foda.
Logo, não tenho ciumes de você.
- Pois eu vou querer uma foda contigo, sim. Deve fazer
uns dois anos que não fodo, desde que perdi meu compa-
nheiro. E agora que sei que ele tem outra, fiquei irada de ter
perdido tanto tempo à sua procura.
- Convença-o de que não trepou com o bonitão. Ele
pode deixar a outra pra ficar contigo.
- Porra, até você quer se livrar de mim, como Santo?
Sou tão desinteressante assim, caralho?
- Você é bonita e muito gostosa. Mas eu não costumo
foder mulheres que já tem dono. Evito, assim, problemas.
- Entendo, e agradeço. Mas preciso, mesmo, dar umas
fodas, antes que comece a subir pelas paredes. Posso contar
contigo?
- Está bem. Mas me deixe ajudar a dra. Bauer a curar
EHROS TOMASINI 105
aquelas mulheres. Depois, digo onde ela se encontra e vocês
a prendem.
- Combinado. E fodemos quando?
*************************
Pouco depois, estavam num motel. Ela estava visivel-
mente nervosa. Quando trancaram a porta do quarto, ela
confessou:
- Olha, eu não sou muito boa de cama. Nunca soube
satisfazer um homem. Meu companheiro reclamava muito
disso. Mas aprendo rápido. Se me ensinar do que o homem
gosta e não gosta, te farei o melhor carinho do mundo.
- Não se preocupe. Aprenderá já fodendo. Pra começar,
adoro ser despido por uma mulher. Pode fazer isso enquanto
me beija o corpo todo. Vai perceber onde eu sou mais sensí-
vel.
- Não podemos pular essa parte e ir já pro teu cacete?
Estou muito carente, caralho.
- Não. Não precisamos ter pressa. Controle a tesão e
faça o que estou dizendo. Afinal, a noite é uma criança.
- Ih, isso é jargão de escritor ou publicitário. Você é?
Ela não deixou o jovem responder. Beijou-o na boca,
de língua, enquanto apalpava seu enorme cacete.
FIM DA DÉCIMA TERCEIRA PARTE
VICIADA EM SEXO106
VICIADA EM SEXO - Parte XIV
Na terceira foda que deram, Jurema estava exausta. Da-
niel resfolegava, mas disse que, se descansasse, aguenta-
ria mais uma. Ela nunca tinha gozado tanto. Mentira para o
rapaz, dizendo que nunca havia trepado com o parceiro poli-
cial, mas este não aguentara seu enorme fogo sexual. Daniel,
além de ter dado uma aula de como uma mulher podia sa-
tisfazer um homem na cama, tivera muita paciência com ela.
Ela estava destruída. Talvez porque a rola dele fosse maior
do que a do negrão, que fora seu companheiro. Agora que
sabia que Alaoh vivia com a dra. Bauer, tomou abuso do cara.
Isso fez com que se soltasse mais na cama com Daniel. Na
verdade, sempre pensara que, por ser gostosona, um homem
gozaria só de olhar para o corpo dela. Não foi o caso com o
publicitário. Ele se preocupou mais em fazê-la gozar do que
a si próprio. Beijou o jovem, carinhosamente, nos lábios e
levantou-se para ir ao banheiro. Ele ficou na cama, ainda res-
EHROS TOMASINI 107
folegando. Ela perguntou, já tomando banho:
- Quer dizer que precisa de um tempo para curar as
enfermas da doutora? Não vai me trocar por outra?
- Você sabe onde moro, não? Mesmo se não souber,
tem como saber. Poderemos ficar juntos, enquanto dura a de-
sintoxicação delas.
- Agradeço a oferta mas, se eu for vista por perto de ti,
teu plano vai por água abaixo. Não. Aguentei dois anos sem
foder. Posso passar mais dois, agora que me satisfiz.
- Não vai procurar teu ex-marido?
- Você acha que eu devo?
- Sim. Você passou esse tempo todo à sua procura. Me-
rece saber da boca dele por que te deixou.
Ela esteve calada. Depois, mudou de assunto:
- Estou faminta. Vamos comer alguma coisa, em algum
restaurante?
- Se não se incomoda, prefiro ir para casa. Estou exaus-
to. E, amanhã, tenho que trabalhar.
- Voce não respondeu quando perguntei antes: é publi-
citário? Aquele bordão que usou não me é estranho. Se não
me engano, só profissionais da publicidade ou escritores o
usam.
- Refere-se ao “a noite é uma criança”? Não sei. Digo
isso desde menino. Ouvia isso do meu avô. Mas, que eu saiba,
ele nunca foi publicitário, muito menos escritor.
- Deixa pra lá. Vamos embora. Estou, realmente, com
fome. Vamos comigo. Eu janto e você me acompanha. De-
pois, me leva em casa. Não vim de carro.
Ele foi. pararam em um restaurante simpático, à bei-
ra-mar. Ela pediu um prato leve e ele apenas bebericou uma
cerveja, esperando por ela. Aí, seu telefone celular tocou. Era
um número desconhecido. Uma voz que ele conhecia, no en-
tanto, argumentou:
VICIADA EM SEXO108
- Precisamos conversar. Amanhã, começa o tratamento
das mulheres da clínica. Como iremos nos revezar?
Daniel esteve mudo. Reconhecera a voz de Alaoh.
Olhou para Jurema e ela estava nervosa. Ele tapou o aparelho
com a mão e perguntou a ela:
- É teu marido. Quer falar com ele?
Ela esteve indecisa. Depois, pediu:
- Chame-o aqui. Diga que está jantando e o convide
para conversar. Sente-se em outra mesa. Eu ficarei nesta.
Quando ele chegar, fique na tua. Deixe-me conversar a sós
com ele. Mas não vá embora.
Daniel fez o que ela pediu. Foi para uma mesa bem afas-
tada da dela. Menos de meia hora depois, o negro de olhos
azuis chegou sozinho. Viu o rapaz e caminhou diretamente
para a mesa onde ele estava. Não viu a ex-esposa. Quando
passou por ela, no entanto, ela se levantou da mesa e pegou
em seu braço. Alaoh tomou um baita susto. Ficou indeciso
se a abraçava ou não. Ela atirou-se em seus braços, beijan-
do-o demoradamente na boca. O cara não correspondeu ao
beijo. Mas, ao invés de seguir até a mesa de Daniel, sentou
à mesa dela. Estiveram conversando por mais de uma hora.
Enquanto isso, Daniel pagou a sua conta, levantou-se e foi-se
embora. O casal continuou discutindo em voz baixa. Nem
deram pela sua falta.
Quando chegou em casa, o jovem tomou um demora-
do banho. Estava mais exausto ainda. Encontrou um bilhete
de Aretha, dizendo querer falar com ele. Rasgou o papel e
jogou no lixo. Estava chateado com ela. Se ela tinha entrado
na sua residência, na certa tinha uma cópia da sua chave. Re-
solveu-se a trocar a fechadura, no outro dia. E dormiu ime-
diatamente.
EHROS TOMASINI 109
Acordou-se sentindo o cheiro de sabonete líquido.
Apurou os ouvidos e escutou a água caindo no piso do ba-
nheiro. Levantou-se e caminhou até lá, esperando encontrar
Aretha. Mas era Jurema quem tomava banho. Perguntou-lhe:
- Oi, bonitona. Como conseguiu entrar?
- Esqueceu-se de que sou policial? Abri tua porta com
uma gazua.
- E por que veio?
- Não adivinha?
- Prefiro que me diga.
- Acabou-se minha procura. Achei um desconhecido.
Agora, estou livre. Podemos ficar juntos, se me quiser ainda.
- O que houve entre vocês?
- Ele não acreditou que o amo. Cobrou ciúmes. Jurou
que não estava com a doutora, mas eu conheço quando men-
te. Acabou. Eu dei a ele cinco dias para desaparecer, levando
a sua companheira. Depois disso, eu volto a persegui-lo, des-
sa vez para prendê-lo como cúmplice da doutora e do padre
Lázaro. Sem que ele soubesse, eu o segui depois até onde está
escondido. Já há três agentes federais o vigiando. Não vai es-
capar com aquela assassina.
- E meu acordo com eles? Tem mulheres moribundas
envolvidas.
- Não se preocupe com isso. Assim que os prendermos,
resgatamos as pacientes. A PF ficará encarregada de salvar-
-lhes a vida.
- Ele sabe que fui eu que o alcaguetei?
- Sim. Eu lhe disse. Não ficou com raiva.
- Duvido. Mas, agora, isso é problema dele. Não o temo.
- Pois devia. Ele é perigoso, quando irado. Felizmente,
disse que perdeu os poderes que tinha e eu acredito. Não foi
capaz de me detectar no restaurante, até que o peguei pelo
braço.
- E agora, o que vai ser da gente?
VICIADA EM SEXO110
- Eu quero estar com você. Ganho bem e posso susten-
tar nós dois.
- Eu também ganho bem. E não gosto de ser sustentado
por mulheres.
- Isso vai ser um problema? Então, posso morar aqui,
ao invés de você ir lá para casa.
- Onde você mora?
- Em Olinda. À beira-mar. Numa casa enorme. Sem ca-
chorros nem papagaios.
- Parece bom. Vem quando?
Ela o beijou demoradamente nos lábios. Ele ficou de
pau duro. Ela, no entanto, disse:
- Vou buscar algumas coisas e logo estarei aqui.
- Se não se incomodar, prefiro que venha amanhã. Es-
tou cansadíssimo. Não consegui dormir direito, ainda, e te-
nho algo importante para fazer amanhã.
Ela o beijou novamente. Depois, pegou sua bolsa e foi
embora sem se despedir de novo. Ele trancou a porta e caiu
na cama de novamente. O pau voltou a ficar em descanso.
Olhou para o relógio de pulso. Ia dar três horas da madru-
gada. Nem bem cochilou, ouviu uma chave girar na porta.
Achou que a bela morena havia esquecido algo e voltado. Fi-
cou aguardando-a no quarto, Para a sua surpresa, quem apa-
receu foi Aretha. Estava, novamente, triste. Disse:
- Vim fazer as pazes contigo, mas vi uma morena muito
linda saindo daqui. Alaoh disse que ela está com você. Mas eu
queria me despedir. Fiquei te devendo meu cabacinho. Vim
pagar minha dívida. Mas devo te dizer que não tenho mais o
hímen intacto. Pedi para a doutora Bauer o remover cirurgi-
camente.
- Acha que aguentará minha rola descomunal?
- Sim. Desta vez, iremos até o fim. Mesmo que eu chore
de dor, continue. Prossiga, mesmo que eu peça que pare.
EHROS TOMASINI 111
Ele se ajeitou melhor na cama, cedendo mais espaço
para ela. Ela tirou toda a roupa, sem pressa, oferecendo uma
visão total do seu corpo nu. Depois, deitou-se ao lado dele.
Ele disse:
- Sem pressa. Assuma o comando do coito. Você mes-
ma coloca meu sexo dentro do teu...
Ela começou a acaricia-lo dos pés à cabeça. Beijou-o
todo, causando-lhe arrepios. Depois, veio por cima e se fin-
cou no pau dele. Gemeu, chorou, mas não desistiu. No en-
tanto, ainda estava pouco lubrificada. Ele percebeu e passou
a lambê-la na xoxota. Num instante, ela começou a gozar.
Aproveitou os espasmos para se enfiar mais na enorme rola
dele. Ele sentiu o sangue escorrer-lhe entre as pernas. Havia
rompido alguma coisa lá, que não era o cabaço. Ela gemeu:
- Não ligue. Estou bem. Sangra e dói, mas estou bem.
Venha por cima agora e faça os movimentos. Minhas pernas
estão trêmulas. Estou quase gozando.
Ele subiu sobre ela. Com cuidado, começou a se movi-
mentar. Ela teve o primeiro orgasmo demorado. Pediu:
- Não pare. Quero fazer desse momento a minha me-
lhor trepada. Que seja uma foda inesquecível.
Ele não parou. Ela teve o segundo grande orgasmo va-
ginal. Depois, o terceiro. O sangue escorria mais abundante
da sua xoxota. Ela gemeu:
- Ahhhhhhhhhhhhh... não aguento mais de dor. Colo-
ca no meu cuzinho agora, por favor...
Com essas palavras, ele não conseguiu se segurar mais.
Gozou espasmodicamente na boceta dela. Ela esteve resfole-
gando, deitada ao lado dele, depois disse:
- Pronto. Está consumado. Agora, vou-me embora.
Ouvi o que a morena cavalona disse a ti: que logo estará de
VICIADA EM SEXO112
volta. Não quero que ela me encontre aqui.
- O que está fazendo? Posso explicar a ela que...
Ela colocou o dedo em seus lábios. Disse:
- Não. Já tive o que queria. Adeus, meu amor. Acho que
você não irá mais me ver.
- O que está dizendo? E o teu emprego?
- Não vou mais precisar dele. Mas não me pergunte
mais nada. Não quero ir-me deixando você zangado comigo.
Adeus.
O jovem estava tão perplexo que ficou sem ação. Ela
nem se banhou. Foi-se embora. Ele ainda correu para a jane-
la, para vê-la mais uma vez. Mas ela entrou num carro que a
esperava na frente da residência. Daniel reconheceu o veícu-
lo. Pertencia ao negro Alaoh. Viu quando ela entrou no carro
e beijou o negro de olhos azuis. Depois ele deu partida no
carro e foram embora. O jovem ficou triste, mas achava que o
negro havia deixado a dra. Bauer para ficar com ela. Lamen-
tou, mas achou que tinha escolhido a mulher certa para ficar.
Achava que a morena Jurema era muito mais interessante
que Aretha.
Dessa vez, ele conseguiu mesmo dormir. Passou da
hora de acordar. Perdeu de ir para o emprego. Tomou um
demorado banho e fez o desjejum. Ainda não tinha termi-
nado, quando a morena Jurema apareceu de biquíni. Estava
radiante. Disse:
- A dra. Bauer apareceu degolada. Cassandra, meu che-
fe, acredita que o corpo que encontramos seja de um clone
dela. Mas Alaoh me prometeu mata-la antes de ir embora.
Cumpriu o prometido, mas não posso dizer isso a Cassandra.
Ele perseguiria meu ex-marido até encontra-lo. Alaoh me
deu uma lista de nomes das mulheres sob tratamento. Como
eu disse: assumiremos o projeto da dra. Bauer. Então, ganhei
alguns dias de férias. Quero passa-los com você.
EHROS TOMASINI 113
- Você esquece que eu preciso trabalhar. Perdi a hora
hoje mas, amanhã, eu vou.
- Não vai. Meu chefe, atendendo o meu pedido, ligou
para o teu. Pediu-lhe uma licença pra tu, remunerada por
mim. Quinze dias, está bom?
- Isso, assim, sem me consultar?
- Já te disse que ganho bem, amor. Posso segurar a bar-
ra de grana e você abre teu próprio negócio. Não é o que você
sempre quis?
- Mas, desse jeito, não.
- Pare de reclamar e me beija. Mas sem safadezas. Ain-
da estou toda ardida.
Foi um longo e molhado beijo. Depois, ele vestiu-se
com roupas de banho e foram para uma praia.
FIM DA SÉRIE
VICIADA EM SEXO114
EHROS TOMASINI 115

VICIADA EM SEXO

  • 1.
  • 2.
  • 3.
    EHROS TOMASINI 3 VICIADAEM SEXO - Parte I - Vai uma chupadinha aí, cara? A princípio, Daniel não entendeu o que a jovem more- na, aparentando uns vinte e cinco anos, falou. Olhou para ela e achou que era uma pedinte, pois ela se vestia mal, com um vestido surrado. Respondeu: - Desculpe, não tenho nenhum trocado. Ela riu um riso jovial. Depois, disse: - Aceito dinheiro pegado. Só não tenho troco. Mas te dou um bônus. - Desculpe, mas eu não entendi. O que você perguntou primeiro? - Perguntei se queria uma chupadinha. Sai barato. Mas vou logo avisando que não deve gozar na boca.
  • 4.
    VICIADA EM SEXO4 Elefez uma cara de desdém. Nem se dignou a respon- der. Continuou seu caminho, sem lhe dar atenção. Ela veio atrás. Pegou em seu braço. Ele parou, irritado: - Largue meu braço, por favor. Não tenho interesse em sexo com prostitutas. Tenho amor ao meu caralho. Não que- ro contrair doença venérea. Ela, no entanto, insistiu: - Então, me dá uns trocados? - Já disse que não tenho. - Certo, certo. Paga um lanche para mim? Ele demorou-se olhando para ela. Achou-a bonita, ape- sar de maltrapilha. Não era um mulherão, mas ele gostava do seu tipo delicado, aparentemente sem muitas carnes. Ela também não parecia ser uma prostituta. Se não o tivesse can- tado, ele não a teria percebido. - Vá lá, cara. Estou com fome. E tenho uma irmã defi- ciente para alimentar. - Isso não seria motivo para estar se prostituindo. - Nego, tu não sabe da minha vida um terço. Então, não me julgue sem me conhecer. Se não quiser me pagar um sanduíche, tudo bem. A amizade é a mesma. - Eu estava indo tomar umas cervejas no bar mais pró- ximo. Pode ir comigo e te pago um rango. Mas não te quero sentada junto de mim, okay? - Como quiser. Não quero te incomodar mais do que já incomodei. Mas tô com fome mesmo, cara. Ainda não comi hoje. Nem minha irmãzinha. - Cadê ela? - Deixei-a numa marquise lá embaixo. O tempo está nublado e eu não a quero levando chuva. - Estarei bebendo ali. Vá busca-la. Pagarei um lanche para ela, também.
  • 5.
    EHROS TOMASINI 5 Elaagarrou-se de repente com ele e lhe deu um beijo rápido na boca. Exclamou: - Obrigada, cara. Desde já, te agradecemos. Vou cha- mar Aninha. Volto já. Daniel foi até o bar que viu do outro lado da rua, sen- tou-se numa mesa desocupada e esperou o garçom. Veio uma garçonete boazuda lhe atender. A minissaia curtíssima que ela vestia demonstrava bem a sua intenção de agradar a clientela, composta de maioria masculina. Ele pediu: - Me dá uma cerva geladíssima e traz também o car- dápio. Pouco depois, saboreava a bebida refrescante. A cerveja viera geladíssima, como ele pediu. A garçonete entregou-lhe um cardápio bem sortido e ele deu uma olhada nos preços. Não eram tão caros. Depois, enquanto sorvia uns goles da bebida, passeou a vista pelo bar. Viu apenas três mulheres, sentadas em mesas distintas. Uma delas, uma loira muito bo- nita, não tirava os olhos dele. Daniel tinha quase trinta anos, era bonito e bem vesti- do. Trabalhava como designer publicitário e tinha um bom salário. Era solteiro, morava sozinho e, atualmente, estava sem namorada. A última o tinha traído com um cara que ela conheceu na Internet. Desde então, ele quis dar um tempo nos relacionamentos. Bem apessoado e bem sucedido, sabia que não teria dificuldades em conseguir alguém. Mas não ti- nha pressa de entrar num novo namoro. - Oi. Podemos nos sentar naquela mesa ali? Ele ficou surpreso. Já tinha esquecido da pedinte. Ago- ra, ela lhe aparecia com a irmã sentada numa cadeira de ro- das. O espanto, no entanto, tinha sido porque a irmã da ga- rota era muito bonita. Parecia uma atriz de cinema. O rapaz
  • 6.
    VICIADA EM SEXO6 mudoude ideia: - Oh, podem se sentar aqui mesmo. Já pedi o cardápio. Deem uma olhada e peçam o que quiserem. - Como é teu nome? - Perguntou a paraplégica, olhan- do-o bem dentro dos olhos. - Daniel Stenio. E você? - Sou Ana Karina. Minha irmã se chama Aretha. Obri- gada por nos oferecer algo para comer, Daniel. Estou mor- rendo de fome. - Vocês moram na rua? - Não. Temos nossa casa. Foi tudo o que nosso pai nos deixou. Ele nos abandonou quando tínhamos quinze anos, para morar com uma mulher que não queria ter filhos e nos detestava. - Detestava vocês por quê? - Não diga, Aninha. Não conhecemos esse cara direito. - Advertiu Aretha. - Eu gostei dele. - Você gosta de todos. - Ei, ei, ei... não vão arengar agora, não é? Melhor pedi- rem o que comer. - Disse Daniel. - Melhor, mesmo. O que podemos pedir, moço? - Já disse: peçam o que quiserem. Aretha, que tinha feito a pergunta, deu uma olhada no cardápio. Perguntou para a paraplégica: - Você vai querer um sanduíche, ou quer alguma coisa mais substanciosa? A bela jovem deu uma olhada no menu. Escolheu um fígado acebolado. A irmã queria uma maminha completa. Levariam as sobras para casa. A paraplégica concordou. Mas, antes, perguntou a Daniel: - Pode pagar, moço? Estou vendo que é muito caro. - Sem problemas. Repito que podem pedir o que quise-
  • 7.
    EHROS TOMASINI 7 rem.Se preferirem, peguem os dois pratos. - Podemos? - Não me faça repetir o que digo, por favor. Aretha deu-lhe outro beijo na boca. O rapaz quis se esquivar, lembrando-se que ela lhe ofereceu uma chupada. Decerto, costumava chupar qualquer um. Ele quase sentiu o gosto de rola na boca. Tomou imediatamente um gole de cer- veja. Depois, chamou a garçonete. Ambas fizeram o pedido. Quando a atendente saiu rebolando, as duas ficaram cochi- chando entre si. A mais bonita não tirava os olhos de Daniel, mas ele não conseguia ouvir o que diziam. A paraplégica pe- diu: - Posso tomar um gole da tua cerveja? Eu adoro beber. - Não, Karina. Você fica logo bêbada e fazendo bestei- ras. - Se ela quer, deixe-a beber. - Incentivou o jovem. - Está bem. Mas depois não reclame, viu? - Disse ela, se dirigindo a Daniel. Demorou a ser servido os dois pratos. Karina ficou vi- sivelmente embriagada logo. Não parava de rir e de dizer pa- lavrões bem alto. Chamava a atenção dos clientes. Aí, o dono do bar, que ficava atendendo lá dentro, veio reclamar: - Este é um ambiente familiar. Não tolero escândalos aqui. O senhor, pague as cervejas e vão embora. Não servire- mos mais vocês. - Você é um cuzão, caralho. Agora, diga que estou erra- da, pra eu te dar uns tapas! - Afoitou-se a deficiente. - Pare, Ana Karina! Você já passou dos limites. Eu bem que avisei. Agora, ficaremos com fome. Vamos embora. Daniel pagou ao homem, visivelmente chateado. Mas não reclamou. Quando se levantaram para ir embora, ele dis- se a Aretha:
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    VICIADA EM SEXO8 -Vamos para outro restaurante. Vocês comem lá. - Agora ela está bêbada. Vou ter que leva-la em casa, pois não quero passar vergonha de novo. Mas você não sabia como ela age. Não tem culpa de ter incentivado ela beber. - Desculpe-me. Devia ter escutado você. Onde vocês moram? Perto? Posso ir para outro bar, pegar a comida e le- var até vocês. - Faria mesmo isso, moço? - Meu nome é Daniel. - É mesmo. Esqueci. Mas levaria mesmo a comida, não nos faria ficar esperando em vão? - Não me faça repetir o que digo. Detesto. Onde vocês moram? - Se quer mesmo pagar pra gente, lá perto de casa tem outro restaurante, mas é mais caro do que esse. No entanto, todos conhecem minha irmã lá e já nem ligam quando ela fica bêbada. - Então, vamos para lá. Pouco depois, estavam num restaurante bem maior do que o de antes. Foram empurrando a cadeira de rodas, até lá. No meio do caminho, Karina adormeceu. Sentaram-se a uma mesa e um garçom jovem veio atender. Refizeram o pe- dido e o rapaz foi bem solícito. Mas cochichou algo ao ouvido de Aretha. Ela também cochichou-lhe. O garçom olhou para Daniel, como se estivesse rindo dele. O rapaz continuou to- mando sua cerveja sem dar-lhe atenção. Karina continuava dormindo. Quando o garçom afastou-se, Daniel perguntou: - Vocês estavam falando de mim? - Desculpe, mas estávamos, sim. O garçom é apaixona- do por minha irmã. Eu disse pra ele que ela está afim de você. É que ele acha que estamos te explorando. - E tua irmã ficou afim de mim? Ela demorou a responder. Disse, depois de alguns mi-
  • 9.
    EHROS TOMASINI 9 nutos: -Sim. Lá no bar ela me disse que te achou lindo. Eu disse a ela que você não gostava de putas. Por isso ela ficou logo bêbada. - Não devia ter-lhe dito isso. Eu também a achei muito bonita. Eu transaria sim, com ela. - Por que não disse logo? Eu não te ofereci uma chupa- dinha? - Sim, mas você me abordou de forma muito agressiva. Eu não transaria com você. Mas ela parece muito diferente de você. Com ela, eu transaria, sim. A morena ficou triste. Seus olhos brilharam, como se fosse chorar. Respirou fundo, para dizer: - Então, vamos lá pra casa. Ela vai ficar contente. E eu aproveito para descansar. O dia hoje foi puxado, ainda mais com fome. - Moram perto? - Ali, naquela casa de grade, do outro lado da rua. Se quiser, quando vierem as comidas, peço para embrulhar para viagem. Aí, vamos para lá. - Você vai acordá-la? E se ela começar a dar escândalo de novo? - Mas você não quer fodê-la? - A essa altura, desisto. Mas que, de repente, me deu vontade de transar, deu sim. Talvez porque ela seja muito bo- nita. Isso me causou tesão. - Posso te aliviar. Você tem sido legal com a gente. - já sei: mas nada de gozar na boca, não é? - Isso é com minha irmã. Ela detesta que lhe gozem na boca. Eu não me importo. - Como é que é? Não foi você que andou me oferecen- do uma chupada? - Sim. Mas se você topasse, quem iria te chupar era Aninha. Ela é viciada em sexo. Mas quem tem que procurar
  • 10.
    VICIADA EM SEXO10 parceirospara ela sou eu, pois ela quando está sóbria tem vergonha. - Taí, por essa eu não esperava. Mas você também apro- veita para dar umas e ganhar alguma grana, não é? - Não. Ainda sou virgem. - Ah, sem essa. Não acredito que nunca deu o cabaci- nho pra alguém. - Quer que eu prove? Vamos lá pra casa! - Só porque eu estou te pagando um jantar, Aretha? - Também por isso. Mas eu sempre quis dar meu caba- cinho. Porém, minha irmã toma todos os meus namorados. Ela é revoltada porque eu posso andar e ela não. Mas a coita- da é muito rejeitada por causa da sua deficiência. Os homens a fodem e depois deixam a pobrezinha. Ela chora muito por causa disso. - Aí fica pegando qualquer cara? Ora, é isso que faz com que os homens a deixem. Homem não gosta de mulher que trepe com qualquer um. Isso a torna vulgar. - Você acha? - Sim. Eu não demoraria muito com tua irmã, se des- cobrisse que ela vive trepando adoidada. Comeria uma única vez e tiraria meu corpo fora. - Você não gostou de mim? - Você não é de se jogar fora. Mas tenho que te confes- sar que ela é mais bonita. Mais uma vez, Daniel percebeu os olhos dela brilharem, como se fosse chorar. Mas ela se conteve. Aí, a irmã acordou. Perguntou o que tinha acontecido para terem mudado de bar. Aretha disse: - Você ficou bêbada e, mais uma vez, me fez vergonha. Fez vergonha a Daniel, também. Mas ele ficou afim de ti. Quer foder contigo. - Falou das minhas condições a ele? - Ele te acha muito linda. Não creio que vá se chatear, se
  • 11.
    EHROS TOMASINI 11 nãogozar na tua boca. - Pergunte a ele. - Pergunte você. Chega de ser tua intérprete. Você sabe falar, caralho. - Agora quem está fazendo vergonha é você, com essa boca suja. - Disse Karina. - Ah, vai te foder! O garçom vem aí. Fale para ele colo- car nossas comidas numas quentinhas. Eu vou-me embora. Peça para Daniel te levar em casa. Pra mim, chega por hoje! Dessa vez, o rapaz não se meteu na discussão. Antes de ir, no entanto, a morena deu-lhe mais um beijo na boca, dessa feita mais demorado. Daniel não se esquivou. Despediu-se dela e disse que levaria Karina em casa. Ela não respondeu. Foi-se embora, emburrada. O garçom trouxe as marmitas com comida e depois cochichou ao ouvido da paraplégica. Esta pediu licença a Daniel. O garçom conduziu-lhe a cadeira de rodas em direção ao interior do bar. O designer esperou um tempo, depois foi ao W.C. Para a sua surpresa, quando entrou no gabinete, encontrou a moça chupando o garçom. Este ficou todo empulhado. Daniel disse: - Vou pagar minha conta e irei embora. Deixo a grana com o outro garçom, então vocês podem acabar aí tranqui- los. Depois, a leve em casa, okay? - Mas... você não disse que me levava? Por isso, achei que podia dar uma rapidinha com ele. Depois, te chupo tam- bém, tá? - Não é preciso, Karina. Também cansei de você, por hoje. Farei como tua irmã: vou-me embora. - Vai para casa? - Não. Ainda é cedo. Tomarei mais umas por aí, até dar onze da noite. Depois, sim, irei para casa. Pouco depois, Daniel sentava-se à mesa de um outro bar. Não andou muito. Ficou nas redondezas do que estava.
  • 12.
    VICIADA EM SEXO12 Maseste era mais bem frequentado. Viu que tinha mais mu- lheres do que homens no local. No entanto, o pequeno porém simpático barzinho de subúrbio, não estava muito cheio. Pe- diu uma cerveja e ficou olhando algumas jovens da sua idade. Pareciam patricinhas, a maioria com namorado ou bebendo com amigos. Estava entretido quando ouviu a voz perto de si: - Posso sentar aqui? Quase não reconheceu Aretha. Ela estava linda, de cabelos molhados e com maquiagem leve. Vestia uma calça comprida jeans, bem colada ao corpo, e uma jaqueta sobre uma blusa preta. Antes, estava com um vestido surrado, pa- recendo uma puta pobre. Daniel puxou cavalheirescamente a cadeira. Ela sentou-se, muito elegante. Ele perguntou: - A que devo a honra de você vir vestida para matar? - Você é o primeiro a rejeitar minha irmã. Ela me ligou, dizendo que você iria continuar bebendo. Vesti-me rápido e corri para cá. Achei que seria o primeiro bar a encontrar, depois daquele. Ainda bem que acertei. - O que quer tomar? - Pode ser um suco? Não quero ficar bêbada como ela. - Se ficar, tudo bem. Te levo em casa. - Não cumpriu com a tua palavra. Não confio mais em você. - É justo. O que posso fazer para ter tua confiança de volta? - Não muito. Apenas, me beije. FIM DA PRIMEIRA PARTE
  • 13.
    EHROS TOMASINI 13 VICIADAEM SEXO - Parte II - Não quer ir lá pra casa? Comemos aquela comida que você nos pagou. - Não, deixe pra tua irmã. Peça outro prato para comer aqui, se quiser. Não vou demorar muito. Amanhã tenho que trabalhar cedo. - Você trabalha com quê? - Sou publicitário. - Uau. Então, deve ganhar bem. Logo vi. - Não posso reclamar. Você tem alguma profissão? - Não. Eu nunca trabalhei. Não ouso deixar minha irmã sozinha por muito tempo. - Ué, por quê? - Ela tem mania de suicídio. Entra em depressão, quan- do se sente sozinha. Já tentou se matar umas dez vezes. - Dez vezes? - Exagero, claro. Mas já disse que ia se matar muitas
  • 14.
    VICIADA EM SEXO14 vezes,tantas que perdi a conta. Então, não confio deixa-la sozinha. - Quem é a mais velha das duas? - Ela. Eu sou a caçula. Tínhamos um irmãozinho, mas não sabemos por onde anda. Minha mãe, quando deixou meu pai, o levou. Nunca mais o vimos. - Quanto tempo faz isso? - Eu tenho vinte e cinco... então, fazem quinze anos. - Tua mãe nunca voltou a procurar vocês? - Não. Ficou com raiva da gente porque preferimos fi- car com painho. Ela o traía com outro. Nós sabíamos disso, pois painho saía para trabalhar e o cara já estava esperando do outro lado da rua para ir lá pra casa. Um dia, painho des- cobriu e quis matar mãezinha. Nós o impedimos. Ela resol- veu ir-se embora. Só meu irmão mais velho quis ir com ela. Desde então, não a vimos mais. - É uma pena. Teu pai era ruim para ela? - Meu pai era o melhor marido do mundo. Muitas mu- lheres invejavam mãezinha. Mas ela era igual minha irmã: não podia ver um homem que logo queria trepar. - Eu acredito que isso seja uma doença, Aretha. - Sim. Uma doença chamada safadeza. - Bem, você vai pedir o quê para comer? Logo terei que ir embora. - Você mora onde? - Um pouco longe. Terei que pegar um táxi. - Me leva pra tua casa? Hoje, não quero dormir onde moro. - E tua irmã? - Ela deve estar com Ruivinho, o garçom. Ele mora so- zinho. De vez em quando, ela dorme na casa dele. Não gosto dele lá em casa. - Por quê? - Todas as vezes, ele embebeda minha irmã para tentar transar comigo. Não quero.
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    EHROS TOMASINI 15 Danielesteve pensativo, depois disse: - Não costumo levar ninguém que não conheça lá em casa, Aretha. - É porque você tem namorada? Se tiver, diga. Transa- ria contigo, mesmo se tivesse. - Está tão decidida a dar esse cabacinho assim? - Sim. Se não for a você, dou pra outro. Não quero mais ser virgem. Já sou de maior e tenho direito de dar umas tre- padas. - Está bem. Vamos lá pra casa. Se quiser levar umas cervejas, tudo bem. Tenho sanduíches já prontos e refrige- rante, lá. A menos que você saiba cozinhar. Não tem comida pronta na geladeira. - Um sanduíche me basta. Continuo com fome. Ainda não comi nada hoje. Pouco depois, ambos desciam de um táxi na frente da residência do jovem. Tinha um carro na garagem. Ela per- guntou por que ele não estava dirigindo. - Saí de casa pensando em beber. Não gosto de dirigir após ter ingerido álcool. - Tua casa é grande. Mora sozinho? - Sim. Minha família é toda do Interior de Pernambu- co. Mas, desde criança, moro em Recife. Estudava aqui e mo- rava com uma avó. - Cadê ela? - Faleceu ano passado. Esta casa era dela. Deixou-a de papel passado para mim. - Você teve sorte. Nós, também. A casa onde moramos é própria. Posso pegar uma ducha? - Claro. Mas deixe-me tomar um banho, primeiro. De- pois, o banheiro é todo teu. Enquanto isso, você mastiga al- guma coisa.
  • 16.
    VICIADA EM SEXO16 -Não quer que eu te dê uma banho? - Mmmmmmmmm, melhor não. Decerto eu ficaria excitado, e terminaríamos fodendo. E eu preciso mesmo acordar cedo amanhã. Ela abaixou a cabeça, triste. Dessa vez, ele viu duas lá- grimas escorrerem pelo seu rosto. Ela perguntou: - Eu não te agrado? Ele olhou para ela. Seu corpo era sinuoso, apesar de magro. Não. Era esbelto. A calça jeans a deixava muito ele- gante e sensual. Os seios, querendo pular da blusa de malha preta sob o casaco, eram apetitosos. Sim, ela o agradava. - Você me agrada, sim, Aretha. Mas eu preferia transar contigo quando tivesse mais tempo, já que disseste que era virgem. - E sou, quer ver? - Quero, sim. - Ela tirou o casaco, a blusa preta e depois começou a se despir da calça. Fez tudo isso de forma bem sensual, sem ser amostrada. Despia-se naturalmente, com uma feminilidade impressionante. Ele ficou de pau duro. Ela não tinha sequer uma mancha na pele. Depois que terminou de se despir, ela pediu que ele se agachasse na frente dela. Abriu os lábios va- ginais. Mostrou a ele: - Tá vendo? Meu hímen é intacto. Nunca foi nem lam- bido. O pau do cara deu um pulo, com essas palavras. Ele apertou, involuntariamente, o cacete. Ela percebeu o tesão em seu rosto. Incentivou: - Eu não preciso nem tomar um banho, sabia? Tomei um, antes de sair de casa. Veja como a minha boceta está cheirosinha... - Ele aproximou o rosto da vulva dela e cheirou. Ela
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    EHROS TOMASINI 17 sentiuum arrepio. Ele, o cheiro de sabonete. Lambeu o pin- guelo. Ela estremeceu todo o corpo. Segurou sua cabeça com as duas mãos e aproximou mais a xana do rosto dele. Ele abriu os pequenos e os grandes lábios com os dedos e lam- beu novamente o pinguelo. Ela estremeceu de novo e caiu de joelhos perante ele, como se suas pernas tivessem se do- brado. Beijou-o com volúpia. Ele correspondeu ao beijo. Ela tirou rapidamente as roupas dele, enquanto o beijava. Pou- co depois, tinha seu caralho na mão. Parou de beijá-lo, para olhar para o pênis. O cara tinha um pau enorme, o maior que ela já tinha visto ao vivo. Já vira alguns namorados da irmã nus, transando com ela mas, das poucas vezes que prestou atenção, o pinto dos caras eram de tamanho normal. Aquele que tinha à sua frente, agora, era monstruoso. Bateu-lhe um medo repentino. Gemeu: - Aiii, eu quero, mas tenho medo de não aguentar esse pau enorme. - Não precisa aguentá-lo. Basta mamá-lo um pouco. - Mas eu quero ser fodida. - Teremos tempo. - Mas você disse que precisava trabalhar. - E preciso. Mas ainda temos tempo. - Mas eu quero foder agora. Já. Bota essa pica enorme na minha bocetinha... - Ainda não. Dê-me primeiro uma chupadinha. - Depois. Eu preciso saber se aguento ela dentro de mim, primeiro. - Está bem. Eu vou botar só a cabecinha. - Bota, amorzinho... Daniel cuspiu na mão, lambuzou o enorme caralho e depois colocou a cabeçorra na entrada da vulva dela. Na pri- meira investida, porém, ela gritou: - Para. Para. Para... Está doendo demais.
  • 18.
    VICIADA EM SEXO18 Eleempurrou mais um pouco, ao invés de parar. - Tira. Tira. Tira... por favor... dói... dói muito, moço... Então, ele tirou. FIM DA SEGUNDA PARTE.
  • 19.
    EHROS TOMASINI 19 VICIADAEM SEXO - Parte III Aretha ficou chateada por não aguentar o enorme pau dele. Ele, não. Deu-lhe um beijo na testa e disse que ia tomar banho. Quando voltou para a sala, ela estava choran- do. Ele acalentou-a: - Depois, tentaremos de novo, linda. Não fique chate- ada. Não é fácil engolir uma jeba do tamanho da minha. Re- laxe. - Mas eu quero. - Eu também. Mas faremos isso aos poucos. Logo, você conseguirá. - Tem certeza de que também quer? Não ficou zangado comigo? - Claro que não. Para mim, será uma honra ser o teu primeiro homem. - Está bem. Posso dormir por aqui, né? Você tem In-
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    VICIADA EM SEXO20 ternet? -Oh, tenho sim. Achei que você não conhecia essas coisas. - Eu navego no meu celular. Ou quando vou a alguma lan house. - Entendo. Vá tomar seu banho. Enquanto isso, te pre- paro algo para comer. - Não quer tentar de novo? - Foder? Não, garota. Tenho mesmo que acordar cedo. E essas coisas não se deve fazer às pressas. Quero você bem fodida. - Promete? - Porra, por que tenho que estar repetindo o que digo? - Desculpa. Não fique zangado. É mania minha. - Está desculpada. Vá tomar seu banho. Quando ela saiu totalmente nua, se enxugando, do ba- nheiro, ele já lhe havia preparado dois sanduíches. Esperava- -a na cozinha. Ela agradeceu e comeu com refrigerante. Ele foi até a sala e voltou com um laptop. Entregou-o a ela, depois de destravar uma senha. Ela o beijou novamente. Percebeu que ele estava ainda excitado. Perguntou-lhe: - Quer que eu te alivie? - Eu dormiria mais depressa. Não fica chateada se eu não te fizer um carinho também? - Não. Eu estou te devendo uma chupada, lembra? - Você disse que quem chupava era tua irmã, lembra? - Mas, agora, não quero mais que ela te chupe. Chupo- -te eu. - Você ainda está comendo. Quando terminar, estou te esperando na cama. Se dormir, me chupe assim mesmo. Adoro acordar sendo chupado. Ela o beijou novamente na boca. Estava contente dele ter a deixado à vontade, mesmo sem a conhecer. Empenhou-
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    EHROS TOMASINI 21 -seem terminar de comer os dois sanduíches. Ele foi deitar- -se. Quando terminou a refeição, ela lavou a boca e cami- nhou até o quarto. Era tudo muito limpo e arrumado. Ficou maravilhada com o bom gosto do rapaz. Mas já o encontrou dormindo. Ressonava, por causa da bebida ingerida. Ela o beijou na testa. Não queria acordá-lo. Saiu do quarto, após apagar a lâmpada, e foi para a sala. Sentou-se a uma escriva- ninha e abriu o laptop. Procurou por vídeos de chupadas. En- controu vários, a maioria interpretados por profissionais do sexo. Mas eram vídeos desinteressantes, de atuações sofríveis e sem alma. Procurou por boquetes amadores e apenas um, feito por uma jovem de apenas dezoito aninhos lhe chamou a atenção. No vídeo, a mocinha elogiava o tamanho, o gosto e a grossura do pau do cara, a cada lambida ou chupada que lhe dava. Demorava-se só na cabeçorra do pau. O sujeito que ganhou o boquete parecia estar gozando de verdade. Menta- lizou bem a cena. Depois colocou na barra de procura: - COMO CHUPAR UM PAU E DAR PRAZER? A matéria que vislumbrou explicava que a melhor po- sição para o sexo oral perfeito é a mais simples possível: com ele deitado de costas, com a cabeça apoiada em um travessei- ro, e ela apoiada ao lado, onde é fácil ter contato com toda a genitália masculina. Essa posição também permite variedade e flexibilidade e, se a parceira for criativa, ela pode se mover de um lado para o outro passando por entre as pernas dele, permitindo muitas variantes nos carinhos. Ela pode girar por cima dele esfregando o corpo enquanto chupa, chegando até a posição sexual 69, que é bastante apreciada pelos homens pelo seu erotismo explícito. Ela pode esfregar a buceta no rosto dele enquanto chupa criando um clima bastante eró- tico. Garantia que qualquer homem adoraria uma Mulher voluptuosa assim. Aretha aprendeu que quando se trata de boquete, a
  • 22.
    VICIADA EM SEXO22 umidadeé crucial. Quanto mais molhado, mais gostoso fica o sexo oral perfeito. Quanto mais saliva ela usasse, menos atri- to ocorreria e mais confortável e agradável seria a massagem. Ela deveria começar a lamber o pênis da base até a ponta e usar as mãos para espalhar bem a saliva deixando-o bem molhado. Fazendo isso duas ou três vezes, alternando o lado do pênis para molhar cada milímetro. Então, sugar a cabeça com bastante pressão enquanto acaricia o corpo do pênis harmoniosamente de cima para baixo, certificando-se de mantê-lo bem escorregadio. A morena viu que homens adoram que o pênis fique bem molhado, então seria bom não deixar de usar bastante saliva. Ela tinha a consciência de provocar a libido dele en- quanto faria o boquete – tudo que fizesse, que provocasse a excitação do seu parceiro seria válido para criar um clima de sensualidade. Olhar para os olhos dele, morder os próprios lábios e dizer “Você quer que eu chupe ele, quer?” ou “Eu quero você na minha boca agora, mete tudo mete...”. A morena aprendeu que utilizar frases “sujas” para pro- vocá-lo, sendo criativa e dizendo bastante putaria, faria seu homem adorar o sexo com ela. Aretha parou para pensar: lembrou-se que os homens são seres visuais, que ADORAM VER! Faria caricias no corpo de Daniel e iria descendo até o pau, abriria o zíper com cara de safada e diria querer chupar aquele pau gostoso até ele gozar a última gota. Tiraria a calça dele e faria uma Espanhola, esfregando bastante seus seios no corpo dele, continuando fazendo carinha de safada. Nessas horas, quanto mais sem vergonha ela fosse, melhor. O que ela não sabia era que usar os dedos indicador e o polegar como um anel, para fazer pressão na base do pênis, forçando-o para baixo, era o ideal. Essa técnica deixa a glande bem exposta e a pele bem esticada e lisa para ser chupada in-
  • 23.
    EHROS TOMASINI 23 tensificandoa sensação de contato. Concordou que essa per- cepção de pressão no pênis é muito agradável para o homem, seus dedos fazendo o papel de um anel peniano que é uma conhecida técnica para retardar a ejaculação, pois tampa a passagem do esperma prolongando o orgasmo. O texto en- sinava que mulheres experientes faziam isso naturalmente e se ela fizesse isso, também seria lembrada como uma. Aretha queria proporcionar a Daniel o melhor boquete da sua vida. Outra coisa que ela desconhecia era que devia fazer gemidos enquanto chupava. O sexo oral perfeito é a arte de provocar sensações e as mulheres mais experientes e habili- dosas sempre se destacam nisso. Além da visão, ela devia se lembrar do sentido da audição. Os homens adoram saber que a parceira está se satisfazendo na cama (mesmo que não seja verdade), e uma ótima maneira de fazer isso é ouvindo as reações dela. Os Homens adoram ouvir os sons da parceira, portanto, emitir gemidos enquanto faz o sexo oral os deixa doidos. Ruídos de prazer sempre serão bem vindos durante o sexo. O texto só alertava para ela não exagerar nos gemidos pois podiam parecer artificiais. A moça não sabia que o frênulo prepucial, ou só frê- nulo, era um pequeno pedaço de pele de forma triangular na parte exterior do pênis, também conhecido como freio do pênis. O frênulo liga o corpo do pênis à glande, exatamente como um freio. Aliás, explicava o texto que poucas mulheres sabem que o frênulo é um ponto muito sensível do pênis, e qualquer pressão ali é muito agradável. Ela deveria fazer movimentos de baixo para cima, ou de um lado para o outro, lambendo essa região vigorosamente. Movimentos rápidos e curtos também eram muito apreciados. Alternar estas lambi- das com a sucção também vigorosa da glande, faria seu par- ceiro ter sensações muito fortes e agradáveis.
  • 24.
    VICIADA EM SEXO24 Elatambém lembrou-se de que a irmã afirmava que se devia pressionar os testículos. Claro que se o apertão fosse muito forte e desajeitado não haveria quem aguentasse a dor. A matéria que lia naquele momento dizia que, se a mulher envolvesse suavemente o saco e o mantivesse coberto com uma ou as duas mãos enquanto chupava (enquanto caval- gava também), o Homem teria sensações muito agradáveis. Alertou, porém, que nunca desse tapinhas ou puxões no saco, pois podia doer de verdade. Aretha aprendeu que dava para perceber se o Homem estava excitado pela rigidez da pele dos testículos. Quando estão mais rígida a pele fica mais fácil de acariciar. A morena desconhecia que um ponto erótico masculi- no pouco explorado pela maioria das mulheres é o períneo, a região entre os testículos e o ânus. Por causa desta sensibi- lidade extrema, acariciar esta área sempre será muito gosto- so. A matéria ensinava tentar massagear, lamber, pressionar, fazer cócegas ou dar tapinhas ali. Todas essas técnicas iriam proporcionar a ele sensações agradáveis. O texto incentivava brincar com essas técnicas para ver como o parceiro reage, contanto que ela fosse gentil e cuidadosa com as carícias. Aretha também não sabia que algumas mulheres des- conhecem a importância de uma bela chupada no saco para fazer o cara gemer de prazer e nunca mais esquecê-la. Chu- par as bolas dele é uma técnica apurada e muito apreciada pelos homens e pode ser um complemento ao item anterior. Ao mesmo tempo que brinca com o períneo dele com uma das mãos, ela poderia chupar e lamber o saco e, com a outra mão, bater aquela punhetinha gostosa. No entanto, para isso, deveria manter os testículos bem molhados. Mas aí ela leu sobre um assunto polêmico: a massagem da próstata. É que enquanto alguns homens podem ficar mui-
  • 25.
    EHROS TOMASINI 25 tonervosos com este assunto tão delicado, outros não têm o menor problema em lidar com a manipulação anal, ou seja, a massagem na próstata. A próstata é uma glândula exócrina que faz parte do sistema reprodutor masculino e sua função é produzir e armazenar um fluido incolor que constitui de 10 a 30% do volume do fluido seminal, que juntamente com os espermatozoides constitui o sêmen. Claro que se ela pretendia fazer a massagem na prósta- ta de Daniel, era sugerido muito cuidado ao propor isso a ele. É que poucos homens aceitam a ideia de levar uma dedada no cu – técnica também chamada de fio-terra. É certo que ela sabia que a massagem na próstata não está diretamente relacionada com homossexualidade, mas será que Daniel era da sua mesma opinião? O fio-terra consiste na manipulação da próstata, que também é conhecida como Ponto G masculino ou Ponto P. Manipular a próstata pode fazer com que o parceiro tenha um orgasmo da próstata que é o orgasmo mais forte e intenso que um Homem pode ter. Claro que a maioria dos homens sentirá que sua masculinidade foi ferida (literalmente) e nem pensarão na possibilidade de receber esta massagem. Portan- to, ela deveria ter cuidado para pedir algo assim para ele. Mas era um desejo que ela gostaria de realizar: ter um homem gozando no seu dedo. Outra coisa que tinha vontade de ex- perimentar era o beijo grego: beijar o cu de um namorado ou ter o cu beijado por ele. Aretha não aguentou ler o resto do texto. Estava tão excitada que a boceta pingava um líquido espesso na cadei- ra. Levantou-se e voltou para o quarto. Pensou em acender a lâmpada, para ver o efeito que as suas carícias fariam ao jovem publicitário. Este continuava dormindo e talvez des- pertasse, com a claridade. Resolveu dar-lhe prazer na pe-
  • 26.
    VICIADA EM SEXO26 numbra,sendo iluminados apenas pelos faróis de carros que passavam na frente da residência. O jovem estava deitado de lado. O sexo estava em repouso, mesmo assim era de um ta- manho impressionante. Com cuidado, ela o virou de barriga para cima. Ele não se acordou. Então ela, suavemente, colo- cou seu caralho na boca. Lambeu toda a extensão do bicho, ainda com cuidado para não acordá-lo. Mesmo assim, gemeu enquanto o chupava suavemente. Ele não abriu os olhos, mas ajeitou-se melhor na cama para receber os carinhos dela. FIM DA QUARTA PARTE
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    EHROS TOMASINI 27 VICIADAEM SEXO - Parte IV Quando acordou-se, de manhã cedo, Daniel tinha a sen- sação de que havia sonhado com alguém lhe chupando gostoso o cacete. Seu pinto estava encolhido e sequinho, por isso ele não achou que havia tido polução noturna, já que o lençol da cama também estava limpo. Como não viu Aretha por perto, achou que ela tinha saído bem cedo, antes dele acordar. Teve um sobressalto: será que ela tinha furtado al- gum objeto da casa? Levantou-se de um pulo e caminhou em direção à sala. Viu a moça deitada no sofá, ainda nua. Seu rosto estava todo melecado de esperma já seco. Ele sorriu. Ela havia lhe chupado tão suavemente que ele nem sentiu, por isso não se acordou. Deu-lhe um beijinho na testa. Ela moveu-se, mas não despertou. Ele foi ao banheiro, fez xixi e depois tomou um demorado banho. Estava com um pouco de ressaca. Quando
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    VICIADA EM SEXO28 lavoua genitália, o pênis deu sinais de vida. Mas reprimiu a vontade de se masturbar. Terminou de se banhar, foi à cozi- nha fazer o desjejum e deixou café pronto na garrafa térmica, encima da mesa. Junto, colocou um bilhete para Aretha di- zendo-lhe que quando ela fosse embora, jogasse a chave por baixo da porta pois ele tinha uma cópia. Depois, vestiu a rou- pa e saiu. Já estava atrasado para o trabalho, apesar de ainda ser cedo. Mas tinha que entregar uma peça publicitária antes das dez da manhã. Quando Aretha despertou, já era quase onze. Espregui- çou-se, antes de levantar. Sentou-se no sofá e olhou em volta, lembrando-se de que estava na casa de Daniel. Não sabia que já era tão tarde, por isso procurou-o pela residência, chaman- do-o. Como não obteve resposta, teve a certeza de que ele já havia ido. Viu a mesa posta com algumas frutas e pães di- versos, além de cereais. Sorriu. Não se lembrava de quando alguém lhe preparara alguma refeição. A irmã era muito pre- guiçosa e quem fazia tudo dentro de casa era ela. Também leu o bilhete. Mas pensou que, se ele acreditava que iria se livrar dela tão cedo, estava muito enganado! Nesse dia Daniel largou muito tarde, por volta das onze da noite. Estivera distraído o dia todo, de vez em quando pensando em Aretha, e relaxou suas tarefas na agência. Fi- cava de pau duro toda vez que pensava nela. Não conseguia evitar isso. Teve uma hora em que não mais aguentou e foi ao banheiro bater uma punheta. Porém, teve dificuldades em ejacular. Quando finalmente conseguiu gozar, saiu pou- quíssima porra. Chegou à conclusão de que a morena que dormira em sua casa lhe havia chupado mais de uma vez, para deixá-lo com tão pouco esperma. O rosto dela, que viu melecado, atestava isso. Foi o último a sair da empresa de publicidade. Era uma
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    EHROS TOMASINI 29 sextafeira e os bares estavam lotados. Ele tinha a garganta seca, resquício da farra da noite anterior. Não voltaria para casa tão cedo. Pensou em passar pelo último bar onde bebe- ra com Aretha, mas desistiu. Ela não deveria estar lá. E não queria passar pela casa dela. Em plena sexta-feira à noite, era provável que ela estivesse arregimentando clientes para a irmã. No início, não acreditara que a moça fosse virgem. Mas ele havia forçado a entrada do pau na sua boceta e o hímen resistiu. Esse pensamento o deixou de pau duro de novo. Re- solveu-se a se sentar no primeiro bar que encontrasse pelo caminho. Lembrou-se que perto da agência havia um bar que era frequentado por uma maioria de jovens. Foi para lá. Encon- trou o local lotado, sem nem um lugar para se sentar. Apro- ximou-se do balcão e pediu uma cerveja long neck. Não ha- via cervejas maiores, a não ser latões. Mas ele não gostava de cervejas em latas. Disseram que só atendiam com fichas. Ele olhou para a longa fila de gente pagando antecipado. Desis- tiu. Antes de se afastar do balcão, porém, uma loirinha sim- pática pegou no seu braço. Ela perguntou: - Quer beber? Te empresto uma ficha das minhas. De- pois você me devolve. Ele esteve na dúvida. Depois agradeceu: - Obrigado, mas o local está muito cheio e barulhento. Pretendia pegar uma cerveja e ir bebendo até outro bar. - Se não gosta de barulho, tem um barzinho bem inti- mista perto daqui. Normalmente, vou para lá. Tem uma can- tora muito talentosa, que se apresenta lá dia de hoje. Vamos? - Você está sozinha? - Não. Estava. Agora, acredito que esteja contigo.
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    VICIADA EM SEXO30 Eleriu. Havia gostado da baixinha. Ela devia ter cerca de 1,60m enquanto ele media quase dois metros de altura. 1,85cm para ser mais exato. Ofereceu-lhe cavalheirescamente o braço. Ela o aceitou sorrindo. - Vamos. - Disse ele. - Mas, antes, deixa eu vender as fichas que peguei para os últimos da fila. - Ela pediu. Pouco depois, estavam num barzinho no segundo an- dar de um prédio comercial. Haviam subido a estreita escada que dava ao estabelecimento. Havia poucas pessoas dentro do bar com decoração dos anos 1930 ou 1940, Daniel não soube precisar. - Não vi a placa. Como é o nome deste barzinho? - Aconchego. O nome já define o estilo. É um bar novo, mas com decoração antiquada. Dos anos trinta, com certeza. - Você entende de decoração? - Sou arquiteta. - Oh, muito bem. Nunca conheci nenhuma arquiteta ao vivo e a cores. Prazer. Meu nome é Daniel Stenio. - Carla Azambuja. O prazer vai ser todo meu. - Como disse? - Oh, nada, nada... estava dispersa. Mas ouvi teu nome. Daniel, não é? - Sim, Carla. Escolha uma mesa. - Quero uma bem discreta, que fique num cantinho. Quanto mais escurinho, melhor. É que hoje estou inspirada. É meu aniversário, sabia? - Claro que não sabia. Meus parabéns. Muitos anos de vida. Faremos um brinde a isso, assim que você achar uma mesa do teu agrado. - Vai me dar um presente? - O que gostaria de receber? - Eu te direi quando estivermos na quinta cerveja.
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    EHROS TOMASINI 31 Danielestava achando a loirinha divertida. Bem hu- morada, bonita e decidida. Logo, estavam sentados a uma mesa do canto. A única onde não existia uma luzinha ilumi- nando o casal. Ela conhecia o local. A lâmpada que deveria estar acesa estava quebrada. Como era uma de modelo anti- go, decerto não haviam encontrada outra para repor. Quan- do o garçom chegou com uma cerveja, sem que eles tivessem pedido, ela disse: - Traga-nos duas outras, imediatamente. Essa vai ser para eu comemorar. Daniel só entendeu o que ela queria dizer quando a loi- ra virou a cerveja e a sorveu totalmente do próprio gargalo, de um só gole. Ela botou a mão cobrindo a boca, arrotou e disse: - Pronto. Já fiz o meu brinde. Quando chegarem as ou- tras, faça o teu. Daniel sorriu. Estava cada vez mais gostando da com- panhia dela. Olhou em volta. Não havia ninguém cantando. Mas o pequeno palco estava armado. Ele perguntou: - De que horas começa o show? - Já, já. Normalmente o cara que toca começa à meia- -noite em ponto. A cantora chega pouco tempo depois. - Mas diga aí, Carla: você vem sempre aqui? - Todas as sextas, se tiver companhia. Coisa que faz tempos que não tenho. - Não tem namorado? - Nunca quis. Muito trabalho. Prefiro os ficantes. Mas já tive marido. - Posso saber por que se separaram? - Pode. Ele não me aguentou. Eu queria foder todos os dias. - Nossa! Muita disposição. Eu também acho que não aguentaria um rojão desses. - Não gosta de foder?
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    VICIADA EM SEXO32 -Adoro. Mas só quando estou com vontade. Não tran- saria por obrigação. - É o que ele me dizia. Mas não me deixava trepar com outro. - Se estivesse no lugar dele, você o deixaria transar com outra? - Sim. Por isso, nos separamos. Emprestei-o para a mi- nha melhor amiga. - Como assim? - Ela ficou interessada nele, quando o conheceu. Traba- lhava no mesmo escritório de arquitetura que eu. Aliás, era a minha chefa. Quando percebi o seu interesse, perguntei-lhe se o queria emprestado. Ela quis. Mas não mais me devolveu. - Entendo. Você não o devia ter emprestado. - Devia, sim. Assim, livrei-me dele antes que se livrasse de mim. - Não gostava dele? - Gostava do pau dele. Mais do que eu deveria. Na ver- dade, eu não gosto de homem. - Não??? - Não. Gosto de pau de homem. É diferente. E nem todo pau me agrada. - Como os prefere? - Vou ser curta e grossa: o pau tem que ter essas mes- mas características. - Quais? - Curto e grosso. - Ah, entendi. - Disse ele, rindo. - Como é o teu pau? - Perguntou ela, de repente, antes mesmo que ele parasse de rir. - Tem a preferência nacional. Desejo de homens e mu- lheres. - Agora sou eu que pergunto: como assim? - Grande e grosso, como a maioria das mulheres gosta- riam que fossem, e como todos os homens gostariam de ter.
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    EHROS TOMASINI 33 -Você é um convencido. Gostei. Pode provar o que diz? - Claro. Mas a noite é apenas uma criança. - Isso parece bordão de publicitários. - Eu sou publicitário. Ela riu-se a valer. Abraçou-se forte a ele e depois lhe deu um longo beijo na boca. O garçom chegou com as duas cervejas geladas. Ambas de 600ml. Carla disse: - Agora é a tua vez de brindar. Daniel secou o peito e se preparou para sorver todo o líquido de uma só vez. Conseguiu tomar tudo em três gran- des goles. Ela o aplaudiu. Aí, ouviu o cantor dar boa noite a todos. O show ia começar. Antes, porém, ele anunciou: - Gente, eu tenho que pedir desculpas a vocês pela ausência da cantora. Pela primeira vez em mais de um ano cantando juntos, ela não veio. Nem me deu nenhuma expli- cação. Já liguei, e seu celular está desligado. Dito isso, vamos ao show. O cara começou cantando músicas de Roberto Carlos, coisa que Daniel detestava. Nunca foi muito fã do cantor. Carla, no entanto, parecia apreciar as canções dele. Cantava baixinho, acompanhando o intérprete. O jovem aproveitou para olhar em volta. A casa começava a encher, mas a maioria das mesas estavam ocupadas por casais. Tudo gente chique. Aí, sentiu uma mão pousar no seu pau. Perguntou a Carla: - Não acha que vão nos ver? Não quero ser expulso do bar mais uma vez esta semana. - Não se preocupe. Estamos vendo todos porque esta- mos no escuro. A nossa é a única mesa sem lâmpada. Portan- to, os outros não conseguem nos ver. - Ah, bom. Tem razão. Então, pode me apalpar à von- tade. - Quero fazer melhor. Hoje é meu aniversário, esque- ceu? Quero te cobrar o meu presente.
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    VICIADA EM SEXO34 -Que seria? - Não digo agora. Peça mais duas cervejas. - Não vou virar de novo, aviso logo. Não pretendo ficar bêbado. - Tudo bem. Eu viro sozinha. Pouco depois, ela virava mais uma cerveja. Agora já ha- via cinco cascos sobre a mesa. Ela disse, sem parar de massa- gear o caralho dele por cima da calça: - Assim que terminarmos essa quinta cerveja, te cobro meu presente. - Não vejo a hora - disse ele. Alisado pela mão dela em toques suaves, o caralho dele já estava ao ponto de pular fora da calça. Então, ela começou a apertá-lo. Daniel gemeu baixinho. Ela lhe deu uma lambida na orelha e ele quase goza. Então, ela sussurrou ao seu ouvi- do: - Hora de cobrar meu presente. Não faça alarde e nin- guém vai perceber, amor. Sem que o jovem esperasse, ela se meteu debaixo da mesa. Fez isso numa rapidez enorme, se escondendo sob a toalha da mesa que quase tocava o chão. Daniel olhou em volta. Ninguém parecia prestar atenção a eles. Relaxou. Mas ficou tenso de novo quando sentiu as mãos dela tocarem em sua braguilha, querendo libertar o pau. Ela engoliu seu enor- me cacete e ficou brincando com ele na boca. O rapaz perce- beu que ela queria lubrificar a pica, para que esta se ajustasse melhor à sua goela. Pouco depois, ele a sentiu deglutindo seu enorme caralho totalmente, fazendo uma “garganta profun- da”. A loira nem tossiu nem se engasgou com o enorme vo- lume que tinha na boca. Engoliu totalmente seu pênis várias vezes, deixando-o cada vez mais babado. Ela meteu a mão por baixo dele até pegar suas bolas. Ficou apertando-a de
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    EHROS TOMASINI 35 leve,enquanto o mamava. Ele botou as duas mãos por bai- xo da mesa e forçou sua cabeça contra o colo dele. Sentiu os lábios dela tocarem em seus pentelhos, abocanhando toda a jeba. Mas ela logo voltou a masturba-lo com a boca, en- quanto lhe massageava as bolas e punhetava a pica. Veio uma vontade incontrolável de Daniel gozar. Sacudiu-a pelos om- bros, avisando a proximidade do gozo. Quando ela sentiu seu membro inchar, apressou a punheta, sem tirar a cabeçorra da boca. Por pouco o rapaz não faz um escândalo, quando ge- meu alto na hora da farta ejaculação. FIM DA QUARTA PARTE.
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    VICIADA EM SEXO36 VICIADAEM SEXO - Parte V Com a mesma agilidade que se escondeu sob a mesa, a loira voltou para o seu lugar. Beijou Daniel na boca, ainda com resíduos de porra na dela. Disse a ele: -Para você saber que gosto tem teu próprio leitinho, amor. Eu adorei. Obrigada pelo presente. Ele ainda resfolegava. Por isso, ela chamou novamente o garçom. Quando ele veio, ela lhe pediu mais uma cerveja. Quando o cara trouxe uma geladíssima, ela disse para Daniel, que já havia recuperado o fôlego: - Por hoje, eu já me sinto satisfeita. Já posso até ir para casa. - Mas eu ainda quero foder uma boceta. - A minha, não, amor. Minha bocetinha é bem peque- nina, não iria aguentar teu bilolão enorme. Talvez, num ou- tro dia, quando eu estiver disposta a ser arrombada. Mas se
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    EHROS TOMASINI 37 vocêquiser, posso chamar uma amiga pra te aliviar. É só eu ligar para ela. - Ela é alguma prostituta, para aceitar transar com quem não conhece na mesma hora? - E nós não acabamos de fazer isso? E olha que também acabamos de nos conhecer... - Ela é bonita? - Isso, quem dirá é você. Não costumo achar mulher bonita. Gosto unicamente de homem. - Disse ela, retirando da bolsa discreta que carregava um pequeno celular. Teclou um número. Quando atenderam, apenas disse: - Já acabei com ele. Pode vir. - E desligou o telefone. A loira voltou a encher seu copo e o do rapaz e, depois, tomou um pequeno gole. Daniel se sentiu chateado por ter sido prontamente descartado, mas não comentou nada. Dava um gole demorado na sua cerveja quando uma negra bela e gostosíssima se aproximou deles. Ela cochichou algo ao ou- vido de Carla e depois olhou sorridente para Daniel. A loira disse: - Daniel, esta é Aphrodite, minha chefa. Aphrodite, este é Daniel, um estimado amigo que conheci hoje. A negra estendeu-lhe a mão, enquanto Daniel se levan- tava, ainda admirado da beleza dela. O rapaz também esten- deu-lhe a mão e gaguejou: - E-encantado, senhorita. É um prazer conhece-la. - Que nada, o prazer vai ser todo meu! O jovem, que tinha problemas de audição, não enten- deu bem o que ela disse, mas a negra sentou-se ao seu lado sem nem pedir licença. Daniel virou-se para a loira, também ao seu lado, e cochichou-lhe ao ouvido: - É essa que...
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    VICIADA EM SEXO38 -Sim, é essa que me roubou o marido. Eu a vi chegar aqui e sabia que ela iria querer ser apresentada a você. Não ti- rou os olhos da gente, mesmo estando acompanhada do meu ex-marido. - Teu ex está aqui? - Sim. É aquele que está sentado sozinho ali. Como ele está sem óculos e não enxerga de longe, decerto nem sabe que estou aqui. - Caracas. Por essa eu não esperava. - Relaxe. Minha chefa gostou de você. Eu vou deixar vocês a sós. Preciso falar com ele sobre nosso divórcio em andamento. Não precisa teme-lo. Vou dizer-lhe que a minha chefa encontrou uma amiga nossa e disse que iria demorar um pouco nesta mesa. Depois o chamo para conversar lá fora e o tiro daqui. Pode ter certeza de que ele não voltará para este bar tão cedo. - Veja lá o que vai fazer. - O mesmo que fiz a você: pedir-lhe um presente de aniversário. Ele irá adorar, o safado. E com ele, posso trepar pois tem um caralho do jeito que eu gosto. - Curto e grosso. Já sei. Obrigado pelo entretenimento. Ainda nos veremos? - Quem sabe? - Disse a loira, se levantando e deixando algum dinheiro na mesa. Depois, trocou beijinhos nas faces com a negra, antes de se dirigir à mesa onde o ex-marido estava sentado. - Estavam discutindo? - Oh, não. Ela estava me dizendo que ia ter uma con- versa com o ex-marido sobre divórcio, então iria demorar. Que nós ficássemos à vontade pois iria arrastá-lo daqui. - Ficarmos à vontade? Então, posso tirar a roupa? - E ela sorriu de forma tão sensual que o caralho do jovem deu novamente sinais de vida. - Melhor não. A noite ainda é uma criança. - Uau, você é publicitário?
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    EHROS TOMASINI 39 -Sou, sim. Ela atirou-se nos braços dele e o beijou na boca. De- pois, afirmou: - Pois eu adoro publicitários. Sempre desejei trepar com um. - Ué, por quê? - Dizem que todos têm pênis grande. A-do-roooooooo. - Isso é propaganda enganosa. Nem todos têm. - Não me diga que... - Oh, não. Nesse caso, sou um publicitário exemplar. Ela suspirou. Sorriu feliz. Voltou a beijá-lo na boca, dessa vez mais demoradamente. Quando separaram os lá- bios, ele perguntou: - E teu marido, o que está sentado ali? - Hoje, ele é marido dela. Já havíamos marcado, eu e ela, de nos encontrarmos aqui, pois hoje é o seu aniversário. O porra nem lembrava! Vim disposta a empresta-lo para ela, mas só por hoje. Portanto, hoje estou livre e sou toda tua! E só tenho a agradecer a ela por não me deixar só na mão, pois era isso que eu iria fazer quando chegasse em casa. - Você também é curta e grossa? - Mmmmmmmmmmm? Isso terá de ser uma longa conversa! Cerca de uma hora depois, estavam num motel. Nem bem entraram, ela se atirou em seus braços. Beijou-o apres- sadamente na boca mas logo foi descendo com os lábios pelo pescoço, pelo peito dele, enquanto lhe tirava a camisa de ma- lha preta que ele vestia. Mordeu-o com força no peito e ele gemeu de dor. Tirou suas calças de maneira urgente. Quando o pau duríssimo saltou, ela elogiou: - Uau. Nossa conversa vai ser very long. Ou, long dong, se preferir.
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    VICIADA EM SEXO40 Ditoisso, a negra abocanhou-lhe o pau. Ele gemeu: - Não vá mordê-lo, também. Ela fez que não ouviu. Mas reclamou do cheiro forte de esperma que ele liberava. - É que ele foi testado e aprovado antes. E está na ga- rantia. - De quanto tempo? - Depende do consumidor. No caso, da consumidora. - Se eu não gostar, devolvo-o enfiado na tua bunda. Essas palavras acenderam a libido do rapaz. Ele a pe- gou nos braços e jogou-a sobre a cama. Ela caiu de bunda para cima. Ele também subiu no leito e se postou atrás dela. Abriu-lhe bem as pernas, mas ela gritou: - Não, senhor! Pare imediatamente. Ainda não estou em posição de ser atacada pela retaguarda! - É um ataque-surpresa. Pense nisso como uma invasão do território inimigo. - Tudo bem, mas eu gostaria de receber primeiro o ini- migo na sala de lazer. - É que o inimigo chegou com vontade de ir direto ao banheiro. - Então, antes de sair, por favor, dê descarga. - Disse a negra, se referindo à ejaculação. Ele calou-se. Suspendeu as ancas dela e lambeu seu cuzinho com cheiro de rosas. O botão se abriu mais para ele. Quando o jovem percebeu que as pregas estavam bastante lambuzadas de saliva, apontou a cabeçorra do pau para elas. A negra gemeu: - Vai, arromba a porta e entra de uma vez. Ele não fez o que lhe era pedido. Pegou a rola com uma mão e parafusou com ela, no cu da negra. Ela gemeu de novo:
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    EHROS TOMASINI 41 -Eu já estou rendida, caralho. Não judie de mim... Ele empurrou de vez. Ela abriu desmesuradamente a boca e os olhos. Sentiu-se empalada com o enorme cacete dele. Ordenou, como se fosse uma comandante militar: - Soca, soca, soca, socaaaaaaaa... Ele socou. Iniciou um galope alucinado. O cu fazia um barulho estranho, como se estivesse rangendo. Mas era apertado e lubrificado ao mesmo tempo. Ele parou de meter, incomodado por aquele barulhinho. Ela entrou em frenesi: rebolou no pau, empinou e desceu o bundão, chocou o rabo contra o caralho enorme dele por alguns minutos, depois fi- cou estática. Quando ele voltou a bombear no cuzinho dela, a negra começou a se tremer. Parecia que havia baixado um caboclo em seu corpo naquela hora. Ao invés de parar, ele aumentou a velocidade das estocadas. Finalmente, ela gritou: - Aaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhh, que delícia foi perder essa guerraaaaaaaaaaaaa... A negra se mijou toda. Vários jatos de mijo. Desvenci- lhou-se do pau do jovem e jogou-se na cama, virando-se de frente para ele. Continuava mijando em jatos rápidos, mas fortes. Daniel meteu a boca na xoxota dela, ficando de rosto todo molhado. FIM DA SEXTA PAETE
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    VICIADA EM SEXO42 VICIADAEM SEXO - Parte VI Anegra Aphrodite estava destruída. Tinha fodido de to- das as maneiras com Daniel. De repente, levantou-se de perto dele dizendo: - Por hoje, chega! Quer me matar, peste? Pensei que minha amiga já tinha acabado contigo e havia me empres- tado só o bagaço, mas você parece que ainda aguenta outra, caralho. Chego a estar de boceta e de cu ardido, por causa dessa jeba enorme. Vai te foder. Estou fora. - Para onde vai? - Pra casa. Quero chegar antes do meu marido. - Acha que ele ainda chega hoje? - Foi o trato que fiz com Carla: ela deveria liberá-lo para que fosse para casa. Eu também queria dar uma com ele. - Se ela tivesse intenção de liberá-lo tão cedo, não teria me emprestado para ti. - Faz sentido. Mas não quero mais foder contigo. Você
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    EHROS TOMASINI 43 éum jumento incansável, porra. - Disse ela, andando em di- reção ao banheiro. Tomou um banho rápido e começou a se vestir. Ele não saiu da cama. - Vai ficar? - Vou, sim. - Não vai querer que eu te dê uma carona? - Não é preciso. Posso chamar um táxi, do motel. - Como queira. Estou indo. Mas dê-me teu telefone. Gostei de você. Posso querer trepar contigo novamente. Mas não gosto de ser assediada, está ouvindo? - Sim, senhora. Quando a negra saiu, Daniel suspirou. Havia dado o telefone errado a ela, já que ela não se dignou a dar-lhe o seu. Achou-a muito mandona, e não gostava de mulheres as- sim. Preferia as submissas. Como Aretha. Estava disposto a procura-la pela manhã, talvez à noite. Mas ainda não estava satisfeito da farra. Queria beber mais um pouco. No frigobar do motel não havia cervejas. Ligou para a portaria. Pediu cin- co longs necks. A moça que atendeu disse não haver mais em estoque, mas se ele quisesse ela podia comprar. Era só ele lhe dar o dinheiro. Daniel concordou. Quando a recepcionista apareceu, ao invés de chamar na portinhola, bateu na porta do quarto. Ele abriu e teve uma baita surpresa. Tratava-se de Aretha. Ela também ficou sur- presa ao vê-lo ali. Disse que não o tinha visto entrar. Ele men- tiu, dizendo que estava ali desde o início da noite. Perguntou o que ela fazia ali. - Hoje é o meu primeiro dia de trabalho aqui. Estou ti- rando as férias de uma amiga. Talvez me contratem, se eu me sair bem. Vi uma negra bonita sair daqui, dizendo na porta- ria que estava neste quarto. É verdade? Não minta pra mim. - É minha namorada -, mentiu ele novamente - mas acabamos de brigar. Acho que ela vai se separar de mim.
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    VICIADA EM SEXO44 Amorena tinha a cara feliz quando disse: - Que pena. Quem sabe ela não se arrependa e volte amanhã mesmo? - Espero que não. É uma pessoa muito mandona e eu não gosto disso. Aretha atirou-se em seus braços e lhe deu um demora- do beijo, pegando-o de surpresa. O pau, encostado na barri- ga dela, pulsou. Depois do beijo, ela ficou agarradinha a ele. Daniel disse: - Decida-se. Ou entra, ou vai comprar minhas cervejas. Ela ficou triste. Disse: - Ainda estou trabalhando. Não posso ficar com você. Mas gostaria muito. - Então, vá comprar as cervejas. Eu te espero aqui, até você largar. - Jura? - Ela estava contente. - Juro. Tome o dinheiro. - Posso comprar uma carteira de cigarros para mim? Normalmente, não fumo. Mas estou muito nervosa neste pri- meiro dia de trabalho. Ainda mais agora que te encontrei. - Tudo bem. Mas quando vier, não venha fumando. Não tolero cigarros. Mas pode fumar à vontade, contanto que não seja perto de mim. - Está bem. Enxaguarei a boca, antes de vir. Pode dei- xar. - Cadê tua irmã? - Desde ontem, ficou na casa do garçom. Disse-me para eu não me preocupar. Eu estou achando é bom. Estou pedin- do a Deus que ele assuma Aninha. Ela já abortou dois filhos dele. - Disse a morena, enquanto se afastava para comprar as encomendas dele.
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    EHROS TOMASINI 45 QuandoAretha voltou, Daniel estava nu, assistindo tevê. Ela bateu na porta e ele levantou-se para atender. Como estava nu, seu enorme caralho chamou a atenção dela. Ime- diatamente, a morena olhou para a tevê. Não estava passando filme erótico, como ela esperava. Mas o pau dele estava duro. - Por quê está de pau duro? Estava assistindo sacana- gens? - Não. Estive pensando em você. - Em mim? Na frustração que teve por eu não ter con- seguido foder contigo? - Também. Mas o foco era outro. - Qual? - Se tua irmã for morar com o garçom, você quer tra- balhar lá em casa? Ela baixou a cabeça. Ficou triste. Ele perguntou o por- quê. Ela respondeu: - Pôxa, seu Daniel, eu achei que iria me chamar para morar com o senhor. Mas o senhor quer que eu seja tua em- pregada. Quero não. Essa história de foder com o patrão não dá certo, e eu ainda não desisti de dar o meu cabacinho pro senhor. - Desculpe. Você tem razão. Fui mau. Mas a minha in- tenção era te ter por perto. E você não precisar mais estar se prostituindo para comer. - Eu não me prostituo. Arranjo machos para a minha irmã. Peço esmolas, é verdade. Mas não obrigo ninguém a me dar, nem roubo de ninguém. Tome as tuas cervejas. Obrigada pelo cigarro. Vou embora pois eu devia estar trabalhando. Ela saiu mais triste do que zangada. Daniel ficou chate- ado. Não queria tê-la deixado daquele jeito. Achava que esta- va abafando, a convidando para trabalhar na sua casa. Tomou duas cervejas das que ela havia trazido, olhando sem ver a tevê. Depois, levantou-se e foi tomar uma ducha. Vestiu-se
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    VICIADA EM SEXO46 epediu a conta pelo interfone. Atendeu-o outra recepcionis- ta. Ele pediu, também, um táxi. Pouco depois, bateram na portinhola do motel com a sua conta. Ele examinou-a, tirou algum dinheiro do bolso e pagou. Disse para a mocinha que veio atendê-lo: - Fique com o troco. Ela agradeceu, contente. Havia sido uma gorjeta de quase cinquenta reais. Avisou que o táxi já o esperava na frente da garagem. Ele saiu do quarto e desceu as escadas. Quando entrou e sentou-se no veículo, na cadeira do caro- na, nova surpresa: a taxista era uma mulher. Ela o saudou e perguntou: - Trepou bem, senhor? - Como disse? - Perguntei se fodeu à vontade, senhor, ou se ainda está insatisfeito. - Estou bem. Mas, e se ainda estivesse insatisfeito? - Recebi orientação para aliviá-lo, senhor. Mas não pode ser aqui. Teria que me levar para outro motel, ou faría- mos isso na tua casa. Para mim, tanto faz. O rapaz olhou para a taxista, divertido. Ela era bonita, e parecia ter um corpo interessante, mas estava vestida para frio, com uma roupa sobre a outra, de casaco de frio e tudo. Não dava para saber se era boazuda. Quando ela percebeu que ele lhe avaliava, disse: - Posso tirar essas roupas, para que possa me avaliar melhor, senhor. Mas não na rua, claro. Posso conduzi-lo até tua residência? - Por acaso sabe onde moro? - Sim, senhor. Estou bem informada. - Por quem? - Por uma grande amiga. Ela não gostaria que eu citasse seu nome, senhor. Mas te é muito grata.
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    EHROS TOMASINI 47 -E por quê você está fazendo isso por ela? - Não o faço por ela, senhor. Faço-o por mim. Ela sabe da minha situação. - Que seria...? - Vou ficar constrangida em dizer, senhor... mas ela sabe que já estou há alguns meses sem foder. Minha xoxota chegou a ficar chorando quando vi que és muito bonito. Ela me disse que eu podia te cantar, que você aceitaria dar uma foda comigo. - Quando você diz “ela”, está se referindo a Aphrodite? - Não sei de quem fala, senhor. Quem chamou o meu táxi foi Aretha. Ela é muito amiga da minha filha. Fui eu que falei desse emprego no motel para ela. Por gratidão, ela me indicou o senhor. Disse que é um homem bondoso e que não se incomodaria em me quebrar esse galho. - Dar uma foda contigo? - Isso mesmo, senhor. Eu ficaria enormemente agrade- cida. Daniel coçou a cabeça. A taxista dirigia confiante de que estava a caminho da sua casa. Permaneceu calado, para ver se ela parava mesmo na frente da sua residência. Ela não errou a parada. Quando estacionou na frente da casa, per- guntou para ele: - E então, senhor. O que decide? Ele suspirou, depois disse com ar cansado: - Olha... como é mesmo o teu nome? - Bruna, senhor. - Pare de me chamar de senhor. - Fui militar, senhor. Não consigo perder o hábito. - Bem, Bruna... eu estou cansado. E chateado. Quis aju- dar Aretha e acabei fazendo merda. Ela deve estar muito puta comigo. Então, sinto muito mas não sou uma boa companhia para hoje.
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    VICIADA EM SEXO48 -Vou ficar de novo na mão, senhor? - Não tem com quem trepar? - Se tivesse, não estaria implorando, senhor. - Por quê eu? - Porque Aretha disse que tem uma bimba enorme, e eu gosto assim. Não é fácil para mim encontrar homens bem dotados. E os que encontro, são tarados: trepam como se es- tivessem estuprando. Não gosto disso. Prefiro sexo suave, se- nhor. Ele esteve pensativo. Depois, disse para ela: - Eu tenho uma proposta. Se você topar, a gente dá uma boa foda. Mas não poderá dizer a Aretha que transamos, está bem? - Qual a proposta, senhor? ************************ Depois que conversaram, a taxista foi embora contente. Daniel entrou em casa. Procurou a chave que havia pedido para Aretha jogar por baixo da porta e não encontrou. Ficou chateado. Achou que não podia confiar nela. Deu uma olha- da rápida na casa e não percebeu nada faltando. Olhou para o relógio: ainda ia dar quatro horas da madruga. Foi até a geladeira e constatou que não havia nenhuma cerveja lá. Não havia bar aberto, àquela hora, por perto. Por sorte, tinha uma garrafinha de uísque que ganhara da ex-namorada guardada. Detestava uísques, mas ainda estava seco para beber. Tirou toda a roupa e sentou-se no sofá da sala. Ligou a tevê e depois preparou uma dose dupla de uísque. Antes de terminar de beber, adormeceu. Despertou com o toque da campaninha. Não poderia ser a taxista. A proposta que lhe fez lhe tomaria um bom tem- po para que fosse realizada. Caminhou até a porta e olhou
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    EHROS TOMASINI 49 peloolho-mágico. Teve uma nova surpresa. Abriu a porta, sorridente. Aretha estava à sua frente. Tinha uma sacola na mão. Ela disse: - Trouxe as cervejas que deixou intacta no motel, mais outras cinco. - Pois adivinhou que eu estava afim de beber. - Por quê não fodeu com a minha amiga taxista? Ela é muito mais boazuda do que eu. - Continuo preferindo você. - O que você disse? - Porra, tenho que estar repetindo o que digo a você? - Desculpe, amor. É que eu queria ter certeza. Adorei não ter fodido com ela, apesar de ter pena da bichinha. - Pena, por que? - Ela passou vários meses fazendo terapia. Era viciada em sexo. Conseguiu vencer o vício, mas teve uma recaída. Está doida para transar, a coitada. - E se eu tivesse transado com ela? - Eu ia te perdoar. Devo meu emprego a ela. E sou mui- to amiga da filha dela. - E qual a idade dela? - Da mãe ou da filha? - De ambas. - A filha tem a minha mesma idade. A mãe engravidou com onze anos. - Puta que pariu. Foi apresentada a uma rola mui- to cedo. Não admira que tenha ficado viciada. Por que veio aqui? Achei que havia ficado zangada comigo... - E fiquei. Mas pensei numa proposta melhor e vim te fazer. - Qual? - Ao invés de eu vir trabalhar aqui, você vai morar lá em casa, se minha irmã for embora. Aí, na minha casa, eu estaria cuidando de ti, e não sendo tua empregada. Você me ajudaria, claro, com as despesas.
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    VICIADA EM SEXO50 Dessavez foi ele que a beijou. Um beijo demorado e cheio de malícia. Ela ficou toda arrepiada. Sua boca se en- cheu de saliva. Encostou-se mais na bilola dura dele. Ainda estava de sacola na mão. Ele tomou-lhe a sacola e deixou-a no chão. Ela reclamou que as cervejas iam ficar quentes, ape- sar dela ter vindo de táxi com Bruna. Convenceu-o a botar, primeiro, as cervejas no freezer. Abraçaram-se de novo e ela abaixou-se, querendo mamar sua pica dura. Ele a impediu, dizendo: - Dessa vez sou eu que quero te chupar bem muito. FIM DA SEXTA PARTE
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    EHROS TOMASINI 51 VICIADAEM SEXO - Parte VII Aretha estava nervosa. Sabia que, após lambê-la bem ali, em seu grelinho endurecido, Daniel iria querer foder sua bocetinha virgem. Ainda não estava preparada para per- der seu cabacinho para uma rola tão grande e grossa. Mas logo esqueceu do nervosismo, quando o rapaz começou a tremular a língua no seu pinguelo. Subiu-lhe uma quentura enorme pelo corpo, e ela gemeu alto. Ficou jogando a cabeça para um lado e para o outro, já quase gozando. Ele percebeu sua xota começar a encharcar mais que antes, então parou de lamber o pinguelo e passou a língua por todo o lábio externo e completou a carícia lambendo também os lábios internos. Quando ela menos esperou, ele lhe mordiscou o grelo. Ela teve o seu primeiro orgasmo. Ficou se tremendo toda, a es- pera de outros. O cu rosado também piscava, de tão excitada que estava. Daniel percebeu seu cu piscando. Lambuzou o dedo médio da própria seiva dela e meteu-o no seu buraqui-
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    VICIADA EM SEXO52 nho.Ela arregalou os olhos, surpresa. Devagar, ele enfiou o dedo até a metade. Ela gemeu: - Ahhhhhhhhhhhhhhhhh, por aí eu também sou vir- gem... - A partir de hoje, não vai mais ser. Vou foder teu cuzi- nho. - Não... vai... doer? - Se doer, diga que eu paro um pouco para você des- cansar. Mas só paro quando estiver tudo dentro... - Falta muito? Ele empurrou o dedo mais um pouco. Ela voltou a ge- mer alto. Tapou a própria boca, para os vizinhos não ouvi- rem. Ele aproveitou para enfiar até o fim. Quando sua falange estava toda dentro, ele voltou a chupar o seu grelinho. Ela começou a convulsionar. Seus olhos estavam revirados. Ela estava gozando de novo. Ele tirou o dedo de vez, e ela deu um grito. Mais de prazer do que de surpresa. Ficou remexendo o pélvis, ansiosa de que ele voltasse a lhe enfiar o dedo. Mas aí, sentiu outra coisa tocar em seu ânus. Daniel tinha se ajeita- do melhor na cama e salivava a enorme peia duríssima. Ela gemeu: - Não... continua com o dedo... assim estava gostoso... - Vai ficar mais. Não se preocupe. Se doer eu paro. - Está bem... Ele voltou a apontar a cabeçorra para as pregas dela. Pediu que ela relaxasse, pois a jovem espremia as nádegas, assustada. Ele abaixou-se e abriu-lhe as nádegas com as duas mão. Depois lambeu o cuzinho dela. Ela passou a esfregar o grelo com o dedo. Ele continuou lambendo o furico. Quando percebeu que ela ia gozar com a própria masturbação, voltou a tocar-lhe o ânus com a cabeça da pica. Ela apressou a siri- rica. Então, sentiu a rola entrar um pouco. Retraiu a bunda,
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    EHROS TOMASINI 53 masficou surpresa por não ter doído. Voltou a relaxar. Ele a penetrou novamente, dessa vez com mais profundidade. E parou. Aretha ficou frustrada. Queria que ele enfiasse tudo de vez, pois não sentia dor. Gemeu: - Bota tudo de uma vez... não está doendo... Ao invés de empurrar mais o falo, ele retirou tudo de dentro. Ela chegou a chorar, de tanta ansiedade. - Vai, amor, não tira não... Ele voltou a meter-lhe no cuzinho. Ela abriu muito a boca. Dessa vez, sentiu uma dorzinha. Choramingou: - Ai, agora está ardendo... - É normal. Algumas pregas devem ter se rompido. - Noooossa, eu vou ficar afolozada? - Claro que não. Depois, teu cuzinho gostoso volta a ser o que era antes. - Mentiroso! Eu vou ficar... Não completou a frase. Daniel empurrou tudo de vez. Ela gemeu demoradamente, mas não reclamou. Ele deu uma paradinha, para ela refolegar, depois começou os movimentos de cópula. Bem devagar. Quase parando. Então, ela começou a rebolar na pica dele. Colocou os calcanhares nos ombros dele e moveu-se com mais sensualidade. Sentia a cabeçorra do pau dele bem profundo. Gemeu: - Uhhhhhhhhhhhhhh, está bom... muito bom... eu não sabia que era tão bom... vou gozar... Ele apressou os movimentos. Suas coxas batiam na bunda dela, pois agora ele estava de joelhos. Ela gemia: - Vou gozar... Porra, eu vou gozar... Ai que caralho gos- toso, meu Deus... Eu vou...
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    VICIADA EM SEXO54 Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh... Pelaprimeira vez na sua vida, Aretha lançou gozo lon- ge, como se estivesse mijando. Daniel meteu com mais velo- cidade. Ela revirou os olhos e ficou de fôlego suspenso, como se fosse ter um treco. Esteve estática, enquanto ele lhe metia no cu. Ela continuou paradona, sem gemer e sem fazer qual- quer movimento. O rapaz parou de foder. Estava preocupa- do. Quando já ia se retirar do cuzinho dela, ela pareceu ter recuperado o fôlego de repente. Gritou: - Putaquepariu. Goza, amor. Goza... quero sentir teu gozo... Ele voltou a bombear no seu reto. Fê-lo com mais ênfa- se, já que pensava que ela tinha desfalecido. Aretha voltou a gozar de novo, lançando esperma longe. Ficou tocando uma siririca alucinada, enquanto ele lhe fodia as pregas. Aí, ela sentiu ser inundade de porra lá dentro do cuzinho. Percebeu sua rola engrossar mais e depois lançar um forte jato de gozo. Então, ela sentiu algo indescritível: estava gozando pelo ânus, também. Ficou alucinada, remexendo a bunda, se retirando quase totalmente do caralho dele, depois acomodando ele to- talmente no cu. Chegou a convulsionar, de gozo. De repente, retirou-se de vez do pau dele. Gemeu alto: - Aaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhh, me deu uma dor de barriga tremenda. Vou ao banheiro... Mas não chegou a dar três passos, caiu no chão. Ficou se contorcendo e estrebuchando, chorando. Daniel correu para ajudá-la. Ela disse, quase sem fôlego: - Aaaaaaaaaaaahh... ainda estou... gozando... amor... O rapaz beijou-a na testa. Seu pau ainda pingava gozo.
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    EHROS TOMASINI 55 Elarecuperou-se logo e pegou em seu cacete, que ainda esta- va duro. Botou-o na boca, chupando com gosto. Masturbava o membro, ao mesmo tempo que o engolia até o máximo que podia. Ele gemeu: - Na cabecinha. Mame só na cabecinha... eu gosto... Ela fez o que lhe era pedido. Punhetava e mamava. Aí, pouco depois, ele estava gozando de novo. Dessa vez ela se lambuzou toda no rosto com a sua porra. Passaram um tempo ceitados no chão, recuperando o fôlego. Ela se aninhou nos braços dele. Depois afirmou: - Foi muito bom, amor. Eu tinha medo que doesse, mas doeu pouquinho. Não quero mais dar a boceta. Só quero que goze no meu cuzinho, tá? - Por mim, não tem problema. Mas nós iremos tentar foder tua bocetinha, outras vezes. - Sim, sim... quando eu estiver pronta, te peço. Mas só quando estiver cansada de dar meu cuzinho. - Quem sabe é você. Eu gostei de foder ele. É apertado, mas num instante fica bem lubrificado. - Quando eu era pequena tive hemorroidas. Quando ia defecar, meu cu saia da bunda. Quando acabava de fazer o cocô, minha mãe tinha que coloca-lo de volta no lugar. Um dia, acordei com o amante da minha mãe tentando comer meu cuzinho. Eu tinha doze anos. Consegui me libertar dele e corri pra dizer à minha mãe. Ao invés de brigar com ele, ela lhe ofereceu o cu dela. Foi a primeira vez que vi um homem foder um cu. Ele tinha a bilola enorme, mas menor do que a tua. Desde aquele dia, fiquei traumatizada. Jurei que nunca daria meu cuzinho. Não sabia o que estava perdendo... - Depois, tua mãe não reclamou a ele de ter tentado te estuprar? - Que nada. Disse-me que um dia eu ia dar o meu tam- bém. Eu contei isso chorando a meu pai, quando ele chegou
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    VICIADA EM SEXO56 dotrabalho. Minha mãe fez ele acreditar que eu estava com raiva dela, por isso estava inventando aquela história. Ele acreditou nela, mas ficou cismado. Poucos dias depois, eu soube que minha irmã deu o cu e o cabaço para ele, o amante de minha mãe. Ela ficou irada com a minha irmã, pois pegou os dois transando. O cara, cinicamente, disse que ia terminar de foder minha irmã e depois iria foder a minha mãe. A filha da puta da coroa ainda ajudou ele a foder Aninha. Ficou ma- mando os peitinhos dela, enquanto o safado lhe comia o cu. Naquela noite, eu contei a papai. Fiz isso às escondidas, sem que minha mãe soubesse. Aí, dois dias depois, ele a flagrou com o amante, encima da sua própria cama. Deu-lhe dois tiros. O cabra safado do amante conseguiu fugir nu. Foi um escândalo tão grande que tivemos de nos mudar. Minha mãe alegou que lhe botou um par de cifres porque ele pouco tre- pava com ela, e ela queria fazer isso todos os dias. - Era uma ninfomaníaca. - Isso. Foi como um amigo nosso, médico, disse a meu pai. Minha mãe desapareceu do hospital onde estava inter- nada. Depois, nos procurou para nos levar embora. Mas nós duas preferimos ficar com meu pai. Desde então, ela sumiu. - Uma história triste. E teu pai? - Já te disse uma vez: ele nos abandonou por uma mu- lher que não queria cuidar de filhos dos outros. Antes de ir, no entanto, nos deixou aquela casa. Depois, soube que ele morreu. Mas não fomos ao enterro dele. - Entendo. Acho que eu também não iria. - Já descansou, amor? Vamos dar outra foda? Ele a beijou nos lábios. Depois a virou de costas, de quatro na cama. Ela sorria contente. FIM DA SÉTIMA PARTE
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    EHROS TOMASINI 57 VICIADAEM SEXO - Parte VIII Aretha passou todo o dia na casa de Daniel e só se foi quando chegou a noitinha. Ia trabalhar no motel. Mas não quis que ele lhe desse carona. Temia que seu patrão cismasse de que ela não precisava trabalhar, por namorar um cara que tinha grana, e colocar outra em seu lugar. Daniel não insistiu. Até mesmo porque estava esgotado de lhe ter fodido o cuzinho várias vezes. Quando ela foi-se embora, ele caiu na cama. Mas nem chegou a dormir. Ou- viu a campainha da sua porta tocar e foi atender. Era a taxista. - Consegui o que você me pediu. - Já? - Confesso que para mim foi fácil. Eu sabia onde a mulher que você procura mora. Fomos vizinhas. - E então, ela quer rever as meninas? - Ela não me deu resposta, senhor. Disse-me que
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    VICIADA EM SEXO58 queriafalar com você, antes. - E por quê não a trouxe aqui? - Eu sabia que Arethinha estava contigo e disse isso para ela. Ela não quis encontrar a filha ainda. Daniel havia incumbido a taxista de achar a mãe de Aretha e Aninha, pois esta disse que a conhecia e que não seria difícil encontrá-la. Se a taxista Bruna conseguisse um encontro entre mãe e filhas, o rapaz transaria com ela. Bruna havia partido contente, pois tinha certeza de onde encontrar a mulher. Agora, chegava com aquela notícia: a senhora queria se encontrar primeiro com ele. Daniel decidiu: - Então, me leve até ela, por favor. - Só se for agora, senhor. A taxista o levou até uma comunidade pobre de um morro do Recife. Mas não encontraram a mulher em casa. Uma vizinha informou que ela havia ido ao supermercado e logo voltaria. Daniel e a taxista a esperaram tomando umas cervejas num barzinho próximo à residência dela. Quando a mulher chegou, Daniel ficou surpreso com a enorme semelhança de Aretha com a mãe. E a senhora era nova, devia ter engravidado cedo. Ela apertou a mão do rapaz com o olhar fixo nele. Perguntou: - É o namorado da minha filha? Te achei muito bo- nito. - Obrigado, senhora. Meu nome é Daniel. Daniel Stenio. Com quem eu falo? - Oh, desculpe, bonitão. Meu nome é Amara. Muito prazer. - O prazer é meu, dona Amara. Acho que a senhora já sabe o motivo desta minha visita... - Sim, minha amiga taxista me disse que você quer me reaproximar de minhas filhas, não é?
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    EHROS TOMASINI 59 -Isso mesmo. Mas estou fazendo tudo às escondidas delas. Na verdade, ainda não falei com elas sobre isso. - Não precisa falar com elas. Eu não quero corja com minhas filhas. - Posso saber por quê? - Aninha é uma puta safada. Soube que se prostitui. E ela comeu meu homem. Não confio nela. - Ela é ninfomaníaca. Tem que lhe dar um desconto por causa disso. - E daí, se é doente? Eu acho que a maior doença dela é a safadeza. Ela pode muito bem andar. Não anda porque não quer. Gosta de se fazer de coitadinha. A irmã mais nova engole as malandragens dela, eu não. - Por que acha que ela se finge de paraplégica? - Porque já a vi andando pelas próprias pernas, mais de uma vez, quando ela achava que estava sozinha. Aninha é uma puta safada. Gosta de enganar as pessoas. - E Aretha. O que a senhora tem contra ela? A mulher esteve em silêncio por um instante. De- pois, disse: - Aretha, sim, é doente, mas não deixa de ser safada. Se fingia de sonâmbula, ainda menina, para transar com o pai. E o safado, para não engravidá-la, só comia o cuzinho dela. Minha filha chegou a ficar de cu pra fora da bunda, de tanto que levou a rola enorme daquele monstro. Ficou traumatizada, a bichinha. Tive que levá-la a uma psiquia- tra muito boa, para que esta a fizesse esquecer que o pai andava fodendo-a. - Como é que é? O próprio pai a fodia? Achei que fosse o teu amante. - Não, era o pai, aquele nojento. Mas eu não tive sor- te. Meti-lhe um par de chifres só para encontrar outro tão nojeto quanto ele. O filho da puta do meu amante desvir- ginou a minha outra filha. Mas aquela é safada por natu-
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    VICIADA EM SEXO60 reza.Fodia com meu homem por gostar de pica. Nem a psiquiatra deu jeito nela. - A senhora está me dizendo que foi a vítima, nessa história toda? Pode me provar isso? - Claro. A psiquiatra ainda tem um consultório no mesmo lugar. Doutora Edite. Se não acredita em mim, pergunte a ela. - Vou querer mesmo fazer isso. Pode me dar o ende- reço? Assim que saíram da comunidade pobre, a taxista perguntou: - Vou continuar na mão? - Não, minha amiga. Iremos ver a psiquiatra e depois iremos para um motel, está bem assim? - A esta hora da noite, a mulher já deve ter largado. E eu confesso que estou subindo pelas paredes de tanta vontade de trepar, senhor. - Tem razão. Promessa é dívida. Você já cumpriu a sua parte. Merece que eu cumpra a minha. - Gostaria de perguntar se meu corpo te agrada, se- nhor. Se não for assim, nem insisto. Não gosto de fazer nada forçado. - Confesso que não consigo te dizer se teu corpo me agrada ou não, Bruna. Você está vestindo muitas roupas, e todas folgadonas. Encobrem tua beleza corporal. Mas teu rosto é bonito... - Obrigada, senhor. Basta que me diga isso. Se não tem nada contra, estamos indo para um motel. Eu confio na minha beleza corporal, como o senhor diz. Daniel ainda estava pregado das fodas, mas não quis frustrar mais a taxista Bruna. Concordou em irem para um local que ficassem mais à vontade. Ela aumentou a velocidade do veículo, como se estivesse muito ansiosa.
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    EHROS TOMASINI 61 Logo,estavam num simpático motelzinho de bairro. Aí, a taxista tirou a roupa, sem nenhuma pressa. Daniel sen- tou-se na cama e esteve olhando o seu breve strip-tease. Ficou maravilhado com o corpo da taxista. Ela era muito mais formosa do que a negra Aphrodite. E tinha as carnes duras, como se malhasse diariamente. Ele elogiou: - Você é muito bonita e apetitosa, Bruna. Está de pa- rabéns. - Obrigada, senhor. Mas não gosto quando dizem que sou apetitosa. Isso me faz sentir como se fosse uma fruta ou umas carnes de restaurante. - Desculpe. Nunca tinha pensado por esse prisma. - Pare de falar e me foda, por favor, senhor. O rapaz lembrou-se que ela havia dito que gostava de sexo suave. Chamou-a para perto de si. Levantou-se da cama e a beijou nos lábios. Depois, beijou-a nos lóbulos das orelhas, baixou a boca para o seu pescoço, e só de- pois lambeu os biquinhos dos seios dela. Ela estava toda arrepiada. Mas não gemia. No entanto, quando ele foi bai- xando a boca até a sua barriguinha de atleta, ela se con- traiu toda. Soltou um gemido efêmero. Mas ele animou-se com o que ouviu. Deitou-a na cama, abriu-lhe as pernas e desceu a língua ao redor da sua vulva sem, no entan- to, tocar nos seus lábios vaginais. Ela já estava de xoxota toda molhadinha, escorrendo pelas coxas. Ele desceu com a boca por onde a seiva escorria por suas pernas, desceu e até beijou-lhe o dedão do pé. Chupou-o, como se estivesse chupando a cabeça de uma pica. Ela estremeceu o corpo. Soltou o segundo gemido. Sentou-se rápido na cama e o puxou para perto da vulva. Mas ele ainda queria fazer um passeio completo pelo corpo dela. Virou-a de costas e vol- tou a beijar-lhe a nuca. Agora ela gemia baixinho. Quando ele desceu com a língua entre suas costas, ela estremeceu de prazer. Liberou um perfume do corpo, denunciando
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    VICIADA EM SEXO62 seucio. Ele continuou serpenteando a língua no corpo dela. Quando tocou seu orifício anal, ela empinou a bunda. Ele se concentrou em lamber e a chupar seu botão. Ela estre- mecia cada vez mais. De novo, puxou-o pelo braço, como se quisesse que ele encostasse o corpo atrás do dela. Daniel deitou-se sobre a taxista. Quando fez isso, sua enorme rola encaixou-se na regada da bunda dela. Ela empinou bem as nádegas. Quando ele ia apontar-lhe a cabeçorra para o ânus, eis que ela se virou de frente para ele, de repente. Gemeu: - Eu gosto mais na minha xoxotinha. Mas depois eu deixo você botar no meu cuzinho, tá? - Ele não reclamou. Passou várias vezes a cabeça da pica na racha dela, que já estava bastante encharcada, e esta ficou prontamente lubrificada. Ela se abriu mais. Ele disse: - Eu gosto mais assim... E fechou as pernas dela com as suas, deixando a ca- beçorra na boquinha da racha. Ela ajeitou o membro com a mão, temendo que ele escapulisse. Disse: - Enfia, vai... tô muito carente... Ele já estava de pau duríssimo. Forçou a entrada. A rola escorregou na seiva dela suavemente. Entrou devagar e sempre. Ela não deu um pio. Mas sua expressão facial era de grande contentamento, e duas lágrimas escorreram pelas suas faces. Ela continuava pegando em seu pau com suas mãos calejadas. Puxava o membro de encontro a si, fazendo-o encontrar o caminho da gruta. Pouco depois, Daniel tinha todo o caralho dentro dela. Começou suave- mente os movimentos de cópula. Ela seguia seu ritmo com a respiração. Tinha os olhos abertos, como se não quisesse perder nenhuma expressão facial dele. O rapaz sentia seu
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    EHROS TOMASINI 63 sacoescrotal totalmente molhado da seiva dela. Prendeu mais as pernas dela com as suas, e a pressão da vulva da taxista aumentou mais sobre seu pau. Aí ele passou a en- fiar mais profundo, até não sobrar nem um centímetro do seu pau do lado de fora. Ela acompanhava cada estocada com um suspiro. Mas não gemia. No entanto, dali a pouco começou a dizer: - Vou gozar. Deus, vou gozar. E vai ser um gozo ma- ravilhoso. Mantenha esse ritmo, por favor, senhor... Mais uma vez, inesperadamente, ela jogou o corpo de sob o dele e passou a montá-lo. Depois disso, aumen- tou o ritmo do galope. Atritava a boceta com força, de en- contro ao talo dele. Quando Daniel menos esperou, ela o beijou nos lábios com certa violência. E apressou os mo- vimentos do coito. Mordeu os lábios dele com força e ele sentiu o gosto de sangue na boca. Aí, a taxista Bruna ficou alucinada. Rosnava, grita- va, dizia palavrões e fodia o rapaz até com uma exagera- da violência. Ele sentiu ela espirrar gozo sobre ele, numa quantidade grande. Depois, se retirou do pau dele e ficou de joelhos, batendo uma siririca alucinada. Daniel meteu a boca em seu grelo. Mordeu um pouquinho. Ela deu um urro alto e desfaleceu sobre ele. ******************************** No outro dia de manhã, ao invés de ir trabalhar, Da- niel foi procurar a tal psiquiatra. A mãe de Aretha tinha dado o endereço certo. Uma secretária o atendeu. Ele dis- se: - Eu quero marcar uma consulta com a Dra. Cláudia Edite. - Tem convênio? - Não. É particular.
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    VICIADA EM SEXO64 -São duzentos e cinquenta reais, senhor. - Aceitam cartão? - Não, senhor. Tem que ser em dinheiro. Daniel retirou o dinheiro do bolso e entregou à se- cretária. - Aguarde um pouquinho, por favor. A dra. Edite deve estar chegando. Quer um cafezinho? - Obrigado. Depois eu pego. O rapaz olhou para os lados. Só tinha paciente mu- lher na sala. Cerca de dez minutos depois, a médica che- gava afobada. Disse em voz alta, para que todas as pessoas ali escutasse: - Vou atender primeiro os novatos. As outras, aten- derei por ordem de chegada. Aí a médica viu Daniel e disse novamente, para que todas que todas escutassem: - Uau, gente. Hoje temos um paciente homem co- nosco. Sinto muito por vocês, mas é o que eu atenderei primeiro. Vamos para a minha sala, bonitão. Daniel pensava que a dra. Cláudia Edite fosse uma senhora idosa. Ela tinha um pouco mais que a sua idade. Era bonita e muito boazuda, talvez um pouco acima do peso. Mas era alta e seu porte chamava à atenção. Todas as pacientes riram da atitude dela. Quando ele entrou no consultório, a médica foi logo dizendo: - É casado? - Não, senhora. - Então, vá logo tirando a roupa. - Como é que é? - Tire a roupa, meu filho, pois não consigo transar se você estiver vestido.
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    EHROS TOMASINI 65 -Não vim transar, senhora. Vim apenas fazer-lhe al- gumas perguntas. - Está me rejeitando garoto? - Não, senhora. É muito bonita para que eu te rejeite. E parece saber trepar bem. Mas não vim aqui para isso. Neste momento, quero apenas conversar. A médica fez cara de desânimo. Depois, disse: - Está bem, garoto. Mas não vou te devolver o di- nheiro da consulta. E não me faça perder muito tempo, pois ainda tenho várias pacientes para atender. FIM DA OITAVA PARTE
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    VICIADA EM SEXO66 VICIADAEM SEXO - Parte IX Adoutora Cláudia Edite se lembrava muito bem das duas irmãs. Mas disse que o tratamento dispensado a elas era sigilo médico, e ela não podia quebrar essa regra. Mesmo as- sim, perguntou para que o rapaz queria aquele tipo de infor- mação. - Eu estou namorando a Aretha. Talvez case com ela. Por isso, gostaria de saber algumas coisas que ela talvez não tenha coragem de me contar. - Quer um conselho? - Diga. - Afaste-se daquelas duas. Uma é muito dissimulada, ao ponto de eu desconfiar de que nunca foi paraplégica. A outra esconde todo o mal do mundo dentro de si. - Aretha? Como assim? - Eu acho que já falei demais. - Ela ainda é tua paciente?
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    EHROS TOMASINI 67 -Não. Deus me livre. Aquela bandida tem instinto as- sassino. Mas ele só aflora quando ela fica com raiva de al- guém. E ela detestava as sessões de terapia comigo. - Alguma vez, ela foi perigosa? - Quase todas as vezes, rapazinho. Por diversas ocasi- ões, tive que desarmá-la de tesouras, facas e até um martelo que pegou de uns homens que reformavam meu consultório, na época. - Uau, isso é novo para mim. - Já disse: afaste-se daquelas duas. - Infelizmente, acho que me apaixonei por Aretha. - Problema teu. Depois, não diga que não avisei. A ses- são está encerrada. Peça para a minha secretária me mandar a próxima paciente. Daniel esteve em dúvida, depois perguntou: - Desistiu de foder comigo? Ela o olhou fixamente, como se não acreditasse no que estava ouvindo. Inqueriu: - Por que isso agora? - Estive olhando melhor pra você, enquanto conversá- vamos. Não é mulher de se jogar fora. - Qual é a tua idade, rapazinho? - Trinta anos, a completarem-se no próximo mês. - Eu tenho quase o dobro da tua idade, fedelho. Vai en- carar? - Não parece ter a idade que diz ter. Eu te daria uns trinta e cinco, no máximo quarenta. - Tenho cinquenta e cinco. De outro modo, seria mui- to jovem para ter sido médica de Aretha e Aninha. Eu teria trepado contigo numa boa, antes. Mas, agora, me sentiria fo- dendo um filho meu. - Se sou tão jovem assim, por que tarou em mim, quan- do me viu?
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    VICIADA EM SEXO68 -Vou te dizer um segredo: eu fiz um tratamento para permanecer jovem, ministrado por uma médica amiga mi- nha. O tal tratamento foi apelidado de Beleza Mortal. Deixa- -me bela, mas me dá vontade de trepar o tempo todo. Vivo permanentemente com a libido no auge. Porém, não me per- mite engravidar, e eu adoraria ter um filho. Mas a tal médica sumiu e, hoje em dia, parece que o efeito da fórmula secreta dela está se esvaindo. Estou ficando gorda e morro de dores de cabeça. Que só passam quando eu fodo. Ou, quando chu- po um homem. Ele abriu o fecho da calça. Botou a enorme jeba para fora. Ela ficou cismada. Perguntou: - Tudo isso é para que eu fale mais da minha ex pacien- te Aretha pra você? - Confesso que sim. É que me interessa, mesmo, saber mais sobre ela. - Afaste-se dela. É novamente o conselho que te dou. Tudo mais que eu te dissesse, seriam suposições. Não poderia dar um diagnóstico preciso, pois ela não me deu tempo de saber mais sobre si. Abandonou o tratamento assim que foi abandonada pelos pais. - Então, obrigado pelas informações. A oferta ainda está de pé. Ou devo guardar meu cacete de volta? Ela esteve indecisa. Depois disse, segura de si: - Deixe teu telefone com a minha secretária. Agora, es- tou realmente ocupada. Mas depois, talvez queira ao menos dar uma com você. Daniel saiu. Fez o que ela pediu e depois foi embora do consultório. Quando já ia entrar no seu carro, avistou um rosto conhecido se aproximar da clínica. Era a negra Aphro- dite. Ela o reconheceu logo. Perguntou o que ele fazia ali.
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    EHROS TOMASINI 69 -Vim fazer uma consulta com a doutora Cláudia Edite. - Uau, você também faz o tratamento contra aumento da libido com ela? - Como? - O tratamento. Eu, e várias amigas minhas, inclusive a loira que te apresentou a mim, fazemos um tratamento para deixarmos de ter essa vontade incessante de trepar, trepar, trepar. Se eu ficar um dia só sem foder, fico morrendo de do- res de cabeça. Acho que todas as mulheres que vêm aqui so- frem do mesmo mal. - E como é esse tratamento? - Você não sabe? Você não faz? - Oh, é que essa foi a minha primeira consulta. - Ele dava “corda” a ela, para saber mais. - Ah, bom. Se vai ser paciente da doutora Cláudia, me- rece saber. É um método revolucionário de beleza e rejuve- nescimento. Mas é sigiloso. Eu venho uma vez por semana para aplicar na coxa um líquido esverdeado, mas parece que ele já não está mais fazendo efeito. Cada dia, tenho mais ne- cessidade de foder. Disseram que eu sou ninfomaníaca mas eu não era assim, antes. Só fiquei sedenta de sexo depois que comecei o tratamento de beleza. Carla disse que descobriu um meio de não precisar da fórmula esverdeada que nos aplicam na coxa, mas nunca abriu o jogo pra mim. - Carla é a loira arquiteta? - Sim, Carla Azambuja. Já tinha esquecido dela? - Não sou bom em lembrar nomes. - Bem, deixe-me entrar que já não aguento mais de vontade de trepar. Depois eu te telefono, está bem? Ele esteve indeciso, depois disse: - Eu te dei um telefone errado, Aphro. Confundi os nú- meros - mentiu ele. Na verdade, ele havia dado o número er- rado de propósito, por acha-la muito mandona. Mas a negra era muito gostosona. Naquele momento, tinha vontade de
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    VICIADA EM SEXO70 fodê-lade novo. O papo com a médica o havia deixado ex- citado. A decepção de Aretha não ser uma boa pessoa, tam- bém. Tinha acreditado nas palavras da doutora e nas da pró- pria mãe da morena. Não era possível que as duas estivessem mentindo. Portanto, pretendia se afastar da arrumadeira de motel. A negra, profissionalmente bem resolvida, combinava mais com ele. Achava que iria ter muitas dores de cabeça, além de problemas mil, se assumisse a irmã de Aninha. A negra perguntou: - Deu-me o telefone errado de propósito, não foi? Ele resolveu assumir: - Sim. Fiquei chateado quando me rejeitou. - Ah, bobinho. Eu só usei uma desculpa para ir-me em- bora. Estava preocupada, temendo perder meu macho para Carla. Então, naquela noite, fui á procura deles. Mas fui pre- terida, sabia? O puto voltou para a ex-mulher. Retornou para a loira Carla. - Você está sem namorado? - Estou, sim. E doida para transar. Mas deixa eu tomar minha vacina que... - Eu sei qual foi a descoberta de Carla para aplacar a vontade de foder. Acho que você não devia continuar apli- cando esse composto. No final, vai te fazer mal. Ela parou imediatamente. Ficou olhando para ele, bem dentro dos seus olhos, como não acreditasse no que dizia. - O que está me dizendo? - Eu tive umas poucas palavras com a doutora Cláudia mas ela já deixou me transparecer que o tratamento é “fura- do”. Aí, quando você falou do segredo de Carla, juntei uma coisa com a outra. Eu sei o que ela toma para passar a vontade de foder. - Você não está me enganando, só para transar comigo, está?
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    EHROS TOMASINI 71 -Está com dores de cabeça, neste momento? - Muita. Quase não aguento. - Façamos um acordo: nós vamos até o meu carro e pa- ramos em algum lugar. Se eu não fizer essa dor passar, te pago um tratamento completo, mas com outra doutora. - Não é preciso pagar. Eu posso muito bem assumir esse ônus. Mas, agora, fiquei curiosa. Você está de carro? Acabei de deixar o meu numa oficina. Pouco depois, paravam numa rua erma que ela conhe- cia, perto do consultório. Ele já havia lhe falado, então, de que se tratava o método que Carla Azambuja usava para passar a dor. Botou o enorme cacete para fora, ambos dentro do carro, com os vidros fumês levantados. Ela ainda parecia indecisa. Mas a vontade de foder era enorme. Quando abaixou a cabe- ça para chupá-lo, esta doeu mais ainda. Ele aconselhou: - Bata-me uma punheta apressada. Quanto mais rápido eu gozar, melhor pra você. Ela fez o que ele pediu, ainda cismada de estar sendo enganada. Mas, assim que engoliu o esperma do cara, a dor de cabeça passou como um passe de mágica. - Puxa, você tinha razão. A dor passou. Mas a vontade de foder, ainda não. E, agora que fiquei mais excitada, você não me escapa. Vamos para um motel! FIM DA NONA PARTE
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    VICIADA EM SEXO72 VICIADAEM SEXO - Parte X Já entraram se pegando no motel. A negra Aphrodite pare- cia estar querendo pagar com sexo o bem que Daniel lhe fez: fazer sua cabeça parar de doer. Também estava doida para levar, de novo, no cuzinho, toda aquela jeba dele. Gosta- ra de ter fodido com o rapaz. E adorava dar seu rabo grande. Sabia que os homens eram doidos para lhe foder por trás. Mas não gostava de paus curtos. Por isso, se apaixonara logo pelo enorme caralho de Daniel. Mas, depois da chupada que lhe dera, o pau do jovem estava bambo. Ela perguntou: - Você gosta de jogos sexuais? - Nunca joguei. O que pretende? - Em minha bolsa, lá no teu carro, deixei um brinque- dinho que uso quando estou afim e não tem homem por per- to. Pode pegar para mim? Estou vendo que precisa descansar um pouco, pra recuperar o tesão. Então, me ajude a me diver- tir, enquanto isso.
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    EHROS TOMASINI 73 Quandoo rapaz voltou, ela estava de quatro sobre a cama, com a bunda voltada para a borda da mesma. Sacudia o enorme rabo rápido, como se estivesse ansiosa. Daniel não gostava de mexer em bolsas alheias, por isso trouxe a dela sem abrir. Ela insistiu que ele abrisse e tirasse seu consolo de dentro. O jovem esperava um vibrador, mas o que havia no interior da bolsa grande que tinha em mãos era um bastão inflável e flexível, medindo cerca de um metro. Ele disse: - Achei que se tratava de um “maranhão”. - O maior que encontrei, achei pequeno. Eu já te disse que gosto de homens bem-dotados. Quanto maior o pênis, mas adoro tomar no meu cuzinho. Ajude-me a enfiar isso no meu rabinho. - Não é melhor lubrificar isso, antes? - Claro, amor. Dentro da bolsa, tem um gel. Use-o, por favor. Daniel passou um pouco de gel no ânus dela, inclusive lambuzando-a por dentro, com o dedo. Ela gemia, excitada com a invasão. Depois, ele passou gel na metade da extensão do tubo inflável. Ela pediu: - Passe nele todo. Quero que o enfie em mim até que eu o faça desaparecer totalmente dentro de minha bundona. Mas faça isso devagar, com calma, compreendeu? Ele não respondeu. Apontou uma das extremidades rombudas para as pregas dela e empurrou um pouco. Ela pa- receu relaxar o reto, pois a peça entrou quase um palmo. Ela gemeu: - Aaaaaaaaaaaaaahh, assim mesmo. Empurre mais um pouco... Ele fez o que lhe era pedido. Entrou mais um palmo. Ela passou a movimentar o bundão, bem suavemente, fazen-
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    VICIADA EM SEXO74 doo falo plástico entrar mais um pouco. - Um pouco mais, amor... Ele tornou a empurrar. Dessa vez, com mais firmeza. Entrou até a metade. Ela gemeu demoradamente. Tinha um sorriso sacana no rosto. - Agora, só pare se eu pedir. Pode enfiar o resto... Ele respirou fundo. Temia machucar-lhe. Mas estava gostando da putaria. Tanto que o caralho já estava mais duro. Afastou-se mais dela, de forma a ver melhor a peça inflável entrando, e empurrou com mais firmeza. Ela forçou, também, a enorme bunda contra o objeto. Finalmente, o falo entrou totalmente. Ela piscou o cu e ele se escondeu dentro dela. Então, com cuidado para o pênis de plástico não se desalojar dali, ela deitou-se de costas para a cama. Disse. depois: - Agora, bota essa bimba, que já estou vendo que ficou dura, na minha bocetinha. Mas não empurre tudo. Sou aper- tada e pouco profunda. Pare, quando topar com a glande na entrada do meu útero. Ele nem precisou lubrificar a pica. A xoxota já estava pingando uma gosma translúcida e espessa. Chegava a de- morar a pingar na cama, fazendo aquele cordão de esperma. Ele pegou o caralho com uma das mãos e parafusou na racha dela. Ela gemeu mais demorado. Sugeriu: - Se empurrar devagar e sempre, gozo num instante. Ele o fez. Sem pressa. Só parou quando a cabeçorra to- pou na entrada do útero. Ela abriu desmesuradamente a boca e os olhos. Depois, pediu: - Soca. Soca. soca. Socaaaaaaaaaaaaaaaaaa... À medida que o rapaz bombeava, ela urrava de pra- zer. Aí, liberou o falo que tinha introduzido no ânus. Quan- do daniel percebeu o objeto lhe tocar as coxas, meteu a mão por baixo dela e pegou o taco plástico. Ficou socando o pênis
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    EHROS TOMASINI 75 falso,num entra e sai moderado, enquanto concatenava seus movimentos de bimbadas. Ela foi ao delírio. Chorou, se es- perneou, xingou e finalmente, gozou. - Goza. Goza. Goza também, junto comigo... Mas Daniel não gozou logo. Na verdade, não conse- guiu. Naquele momento, havia reacendido o tesão, ao vê-la gozando, mas a porra demorou a sair. Quando saiu, final- mente, inundou sua boceta por dentro, ao ponto de derra- mar-se fora. Ele soltou o objeto e ela o expeliu do cu, ainda gozando. Depois, ficou se tremendo sobre a cama. Estava em convulsão. Gritou: - Filho da puta. Assim, você me mata de novo, porra. Sai de cima de mim. Sai de cima de mim!!! FIM DA DÉCIMA PARTE
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    VICIADA EM SEXO76 VICIADAEM SEXO - Parte XI Daniel ficou emburrado. Pela segunda vez, tinha sido re- jeitado pela negra. Deitou-se na cama, pensativo, en- quanto ela correu para o banheiro, para se lavar. O celular dela, no entanto, tocou insistentemente. Ela gritou lá do cubí- culo: - Traz o telefone para mim, por favor. Ele levantou-se, pegou o celular de dentro da bolsa e levou-o até ela. Aphrodite saiu do chuveiro e atendeu, sem olhar quem ligava: - Quem é? Está bem, pode passar para ela. O rapaz não saiu de perto. Havia visto, quando pegou o telefone, que se tratava de uma ligação da doutora Cláudia. Estava curioso para saber o que ela queria. A negra disse: - Boa tarde, doutora. Não, não vou precisar de minha dose semanal. Acho que encontrei um substituto para a fór-
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    EHROS TOMASINI 77 mula.Isso mesmo. Está bem. Passo aí pra a gente conversar. Entregou o telefone a ele e depois disse: - Pode me levar de volta à clínica? A doutora Cláudia quer falar comigo. Ele não respondeu. Estava amuado. Voltou a se deitar na cama. Ela reclamava do banheiro que estava toda ardida e melecada de porra por dentro da vagina, e que o banheiro não era limpo o bastante para ela fazer uma ducha intra va- ginal. Terminou de tomar banho e veio se enxugando para perto dele. Beijou-o na boca, mas não foi correspondida. Ela disse: - Fique chateado comigo não, amor. Eu tenho esses rompantes de ira desde pequena. Principalmente, depois que gozo. - Você é egoísta. Depois que goza, não se importa mais com o parceiro. Esta foi a última vez que fodemos, ok? Te levo na clínica e depois é cada um pro seu lado. - Não. Faça isso não, logo agora que não tenho mais nenhum namorado. Não me deixe na mão, amorzinho... - Continua sendo egoísta, porra. Só me quer porque está sem ninguém. Vou-me embora. Te vira, para chegar à clínica. Não vou mais te levar. - Puto safado. Já comeu meu cuzinho, agora está esno- bando, né? Faz mal não. Encontro outra jeba igual à tua para foder. Ele já estava se vestindo. Achou que nem valia a pena retrucar. Quando se virou para ir embora, ela olhou em volta. Procurou algum objeto cortante para furá-lo, mas não encon- trou. Então, atirou-se nas costas dele, dando-lhe porradas. Ele fez um movimento rápido e ela se desequilibrou, caindo de bunda no chão. Levantou-se mais furiosa ainda, mas ele
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    VICIADA EM SEXO78 jáhavia saído e fechado a porta atrás de si, deixando-a tran- cada. Ela ficou esmurrando a porta, xingando-o em voz alta. Ele desceu as escadas e caminhou até o carro. Parou o veículo na portaria e pediu a conta. Entregou a chave, dizendo: - Tem uma jovem trancada no quarto, reclamando mais do que rapariga de zona. Agora, já pode soltá-la. A recepcionista riu. Logo depois, voltou com a conta. Ele pagou e foi embora. Pouco depois, chegava ao seu apartamento. Tomou um banho demorado, ainda chateado. Aí, lembrou-se de que a psiquiatra havia dito que Aretha tinha rompantes de ódio, também. Será que sofriam da mesma doença? Dormiu pen- sando nisso. Quando acordou, já estava escuro. Tinha fome, pois não tinha almoçado nem jantado. A barriga roncava. Olhou para o visor do seu celular e tinha uma ligação perdi- da. Não ouvira, pois pegara num sono pesado. Não conhecia o número. A negra teria ligado? Ou teria sido a morena que agora trabalhava no motel? Ligou de volta. Mas o telefone tocou, tocou e ninguém atendeu. Desligou-o e vestiu-se para sair. Pretendia comer alguma coisa. Pegou seu carro na gara- gem e saiu. Não percebeu que estava sendo seguido. Demo- rou um pouco a achar um restaurante, por perto de casa, que lhe agradasse. Mas encontrou um pouco frequentado. Sen- tou-se e chamou um garçom. Fez o pedido bem na hora em que entrava no local um casal bem distinto. O cara era um negrão dos olhos azuis e ela era uma coroa de cabelos bran- quíssimos e curtos. Os dois se sentaram a uma mesa perto do rapaz e um garçom veio lhes atender. Enquanto o homem escolhia, a mulher não tirava os olhos de Daniel. Até sorria para ele. O negro era alto e forte, e Daniel não era de ficar aza- rando mulher acompanhada. Fez que não a viu. O negro fa- lou algo para o garçom, mas o pobre não entendeu. Daniel
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    EHROS TOMASINI 79 percebeuque o cara falava em inglês. Ele entendia um pouco o idioma. Daniel falou para o garçom: - Ele está perguntando se os pratos dão para três pes- soas. - Oh, sim, sim. Dá até para quatro. Diga isso para ele, senhor. Pode ser? Daniel falou num inglês irrepreensível e a mulher lhe agradeceu a ajuda com o pedido. O homem chamou Daniel para a mesa deles. O rapaz esteve indeciso, depois se levan- tou. Foi para a outra mesa. - Obrigado pelo convite. Meu nome é Daniel Stênio. - Disse ele, em inglês. - Eu sou Alaoh e minha esposa se chama Maria. Fique conosco. Nos ajudará a fazer os pedidos. - Nós não entendemos, nem falamos bem, o português. - Disse ela. - Americanos? - Yes. Yes. Você parece falar fluentemente o nosso idio- ma. - Fiz um curso demorado. Pretendia ir morar nos Sta- tes. - E por que não foi? - Grana. Andava curta. Mas agora não posso reclamar. Ganho bem. No entanto, gasto bem, também. Os dois riram, mas ela não tirava os olhos do rapaz. O negro que disse se chamar Alaoh pediu licença para ir lavar as mãos. Quando desapareceu em um dos boxes sanitários, a mulher disse em ótimo português: - Meu marido não sabe que falo bem a língua de vocês. Eu gostei de ti, logo que te vi, assim que desceu do carro. Se quiser, posso fingir que estou passando mal e peço para ele me levar para casa. Você nos segue de carro. Tenho certeza que ele me deixará lá e voltará para cá, para pegar as refeições que pedimos. Não é a primeira vez que finjo doença.
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    VICIADA EM SEXO80 -Você o trai tanto assim? - Por quê pergunta? Eu não te agrado? - Não costumo me meter com mulher dos outros, se- nhora. - Ele está voltando. Vou fingir ir também ao gabinete. Se eu demorar, peça para ele ir lá, ver o que me aconteceu. Antes que Daniel pudesse responder, ela levantou-se e caminhou em direção ao negro. Cochichou-lhe algo ao ou- vido e seguiu. Alaoh disse, ao sentar-se novamente à mesa: - Minha esposa está se sentindo mal. Quase toda vez que saímos, é isso. Quando chegamos em casa, ela está boazi- nha. Hoje, não vou cair nessa. Quero ficar aqui bebendo um pouco. Se ela demorar, por favor vá procurá-la no sanitário - pediu o negro de olhos azuis. Ela demorou. O negro voltou a incentivar o jovem a ir lá ao toilete feminino. Ele bateu na porta. Ela se abriu e a coroa o puxou para dentro. Deu-lhe um beijo demorado na boca. Daniel se deixou ser beijado mas, quando ela se afas- tou, ele disse: - Não me sinto á vontade num banheiro para mulheres, senhora. E teu marido, se demorarmos, pode vir ver o que acontece. - Então, me tire daqui. Leve-me para casa. Mesmo que ele venha conosco, você aprende onde moro. - Sinto, mas não vai rolar, senhora. Não quero arriscar ser pego no ato com a mulher alheia. - Você é um frouxo. Posso sentir que está excitado, mas insiste em resistir. - Tem razão, senhora. Estou excitado. Mas confesso que sou covarde demais para me meter nesse tipo de encrenca. - Ao menos, mostre-me teu cacete duro. Ele esteve indeciso, depois abriu o fecho da calça. Um caralho enorme saltou de dentro. Ela assobiou e disse:
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    EHROS TOMASINI 81 -Uau. Bem que adivinhei que tinhas um belo cacete. Agora, não vai escapar de mim. Deixa eu ver se despacho meu marido. Iremos para um motel. Antes que ele se negasse, ela abriu a porta e olhou pro lado de fora, em direção à mesa em que estavam sentados. Pegou no braço dele e falou: - Vamos. Ele está sentado de costas pra nós. Sairemos sem que ele nos veja. Não seja tão babaca. Não perca uma oportunidade dessas. - Está bem. Mas iremos para a minha casa. Ele não sabe onde é. - Ótimo. Depois invento uma desculpa qualquer para ele. Mesmo que me bata, eu já terei fodido contigo. - Pois então vamos, enquanto ele está distraído. Daniel conseguiu sair com a coroa sem que o negrão os visse. Abriu a porta do carro para ela, fechou, e depois arro- deou, para entrar em seu veículo. Quando sentou-se ao lado dela, recebeu um jato de spray no rosto. Ficou zonzo. Num instante, perdeu os sentidos. ******************************* Daniel despertou ainda zonzo. Sentiu umas correias de couro lhe apertando os tornozelos e os pulsos. Estava total- mente nu. Depois de acostumar as vistas à claridade, olhou em volta. Descobriu-se numa ampla sala, toda de paredes e teto brancos. Parecia um laboratório. Quando olhou para o outro lado, viu que não estava só. Em camas separadas estavam, também amarradas, a negra Aphrodite e a morena Aretha. Ainda confuso, pergun- tou: - O que aconteceu?
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    VICIADA EM SEXO82 -Desculpe, amor. Acho que fui a culpada. Falei de você e do teu enorme pinto medicinal para a doutora. Enquanto eu era atendida por ela, a safada ligou para um casal. Me pe- garam de surpresa e me fizeram desmaiar. - E você, Aretha? Como te pegaram? - O mesmo casal esteve lá no motel. Fingiram ser clien- tes e me raptaram. Não sei o porquê. - Por que você é filha de um ex-amigo meu - disse uma voz conhecida. Era a doutora Cláudia. Trazia uma seringa na mão. Aproximou-se de Daniel, disposta a tirar-lhe sangue das veias. Ele se debateu. Outra voz, dessa vez masculina, alertou: - Não resista, rapaz. É pro teu próprio bem. O jovem olhou para o negro de olhos azuis. Este pare- cia muito seguro de si. Explicou: - Minha esposa está consertando um erro antigo dela. Todos vocês serviram de cobaias para uma experiência inusi- tada: tranformá-lo em exemplares de rara beleza. Mas o tra- tamento não deu certo. Agora, a doutora Maria Bauer quer reverter o resultado. - Você também sente dores de cabeça, amor? - Pergun- tou a dra. Cláudia Edite. - Ele passou por um tipo de experimento diferente. já nasceu bonito. Mas com um pau de tamanho ínfimo. A fór- mula serviu para lhe fazer crescer o falo - disse outra voz co- nhecida. Era a mulher de cabelos curtos e alvíssimos. A doutora Bauer adentrou o salão portando, também, uma seringa. Di- rigiu-se à Aretha. Continuou dizendo: - Esta aqui é cria do padre Lázaro. Ele era o amante da mãe dela, até serem flagrados pelo pai das duas irmãs. Ela não modificou o rosto nem o corpo com o composto.
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    EHROS TOMASINI 83 Masganhou a agressividade de Lázaro. O experimento vi- sava criarmos um exército de assassinas. Não consegui isso com os clones que fiz de mim. Mas ela, assim como todos vocês, inclusives as outras minhas pacientes, estão morrendo - Completou a dra. Cláudia. - Agora, pretendemos reverter esse processo. A dra. Bauer criou um método de cura. Mas, para isso, teremos que analisar o sangue de todos vocês. - Mas eu nunca senti sequer uma dor de cabeça. Nem sei o que é isso. - afirmou Daniel. - Acredito. Mas o composto também foi aplicado em você, ainda criança. Teu avô ficou responsável por misturá-lo à tua comida. O objetivo foi alcançado: você ficou com um caralho enorme. Mas será que teve efeitos colaterais? Só uma análise do teu sangue irá dizer. - Disse a coroa de cabelos brancos. - Se é assim, por que me amarraram? E por quê o tra- balho todo para me raptar? Poderiam ter conversado comigo. - Não sabíamos como iria reagir. Por isso, o teatro. Mas se quer ser solto, faremos isso - disse o negro de olhos azuis. - Pois soltem-me. O rapaz foi solto. As mulheres, não. A dra. Bauer ale- gou que o tratamento que seria infligido a elas era muito do- loroso. E que elas poderiam ficar agressivas além da conta. Portanto, continuariam amarradas. Daniel deixou que lhe tirassem sangue. Depois, enquanto as duas médicas se ausen- tavam para análises, ele ficou com o negrão. Este disse: - Sei que ficou afim de minha mulher. Não me importo, se ela quiser foder contigo depois. Eu mesmo, transo com quem eu quero. - Não te incomoda ser corno? - Eu era casado com uma mulher mais bela que ela. Só que ela me botou um par de chifres com um colega de trabalho. Desde então, não ligo para mulheres. Dou-lhes li- berdades, mas não suporto cenas de ciúmes delas. Pergunto
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    VICIADA EM SEXO84 denovo: quer foder com minha mulher? Aretha olhava para Daniel. Esperava sua resposta. O jovem esteve pensativo, depois disse: - Eu me apaixonei por esta morena aí. Pensei até em me casar com ela. Mas a doutora me alertou que ela tem o gênio assassino do tal padre. - E é verdade. O cara, hoje, está morto. Minha mulher o degolou na minha frente. Depois deu sumiço ao cadáver. O filho da puta matou muita gente, e quase me mata, também. - Quer dizer que o amante da minha mãe, esse que morreu, era meu pai? - Perguntou Aretha. - Não, não... apenas foi usado DNA dele para te tornar uma assassina em potencial. Você e a negra. Depois, replica- riam as duas. Fariam vários clones de vocês. Minha esposa quer reverter esse processo. - Se foi ela quem nos fez de cobaia, por que agora quer dar uma de santinha? - Perguntou a negra Aphrodite. - Eu exigi isso. Se ela quiser permanecer comigo, terá de ser uma pessoa boa e exemplar. Caso contrário, eu a mato, como ela fez com o padre assassino. - Puta merda. Teria coragem de mata-la? - Não duvide, rapaz - disse a Dra. Bauer, entrando de novo na sala. Estava sorridente. Mostrou um tubo de ensaio a Daniel. Esse não estava entendendo nada. Ela explicou: - Fiz os testes necessários. Você está muito bem. Não houve nenhum efeito colateral causado pela fórmula. Não vai precisar de nenhum tratamento. Pode comemorar: está livre. - Posso ir embora? - Claro, rapaz. - Disse o negro. - E Aretha? - Infelizmente, ela e Aphrodite terão que ficar interna- das aqui por um bom tempo. A doutora Cláudia me ajudará com o tratamento. Talvez precisemos de uma troca total de sangue.
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    EHROS TOMASINI 85 -Vou voltar a ser feia e raquítica como antes? - Pergun- tou a negra. - Infelizmente, sim. - Então, não quero fazer nenhum tratamento. Quero continuar bela, como sou. - Mas permanecerá com as dores de cabeça e a vontade incessante de foder. Além de continuar sob risco de morte. - Não importa. Não quero voltar a ser feia. Senão, eu mesma me mato. - Verei o que posso fazer. - E quanto a mim? - Perguntou Aretha. - Com uma hemodiálise total, teu corpo não mudará. Só perderá os instintos assassinos. - Eu quero perder mais uma coisa. - afirmou a morena. - O quê? - Perguntou a médica. Ela a chamou perto de si. Cochichou em seu ouvido. A médica deu uma sonora risada. Depois disse: - Vou ver o que posso fazer. - E, virando-se para Daniel - Você é um cara de sorte, rapaz. Mas ficará me devendo uma coisa. - O quê? - Depois, te digo. Agora, não. Teu carro está aí na fren- te. - Gostaria de saber como me encontraram. - Você deixou nome, telefone e endereço, quando pre- encheu a ficha, no consultório da Dra. Cláudia. Ela ligou pra gente e nos deu o teu endereço. Te seguimos da tua casa até aquele restaurante. Eu já tinha deixado o spray dentro do teu carro, pois tinha certeza de que aceitaria fugir comigo. - Deixei meu carro trancado. - Mas meu homem é exímio em arrombar qualquer coisa. Até o meu cuzinho apertado. Já foi policial federal. - Entendo. Bem, estou indo embora. - Dê-me um beijo antes, amor. - Pediu Aretha.
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    VICIADA EM SEXO86 Assimque o jovem saiu da sala, a médica perguntou ao negrão: - Acha que devemos deixar ele ir? - Não há perigo. O cara é inteligente. Já percebeu que não queremos lhe fazer mal. - Se você, que é todo desconfiado, diz... Quando Daniel chegou do lado de fora da clínica, a dra. Cláudia estava fumando um cigarro. Perguntou para ele: - Vou ficar sem minha foda? - Ainda está afim? - Claro. E você prometeu. - Pode ser para já? - Sim, jovem. Mas advirto que sou diferente das mulhe- res que você transou. - Diferente, como? Ela esteve indecisa, depois abriu os botões do uniforme médico que usava. Estava totalmente nua por baixo da roupa. Daniel olhou para a sua boceta. Havia um pinguelo enorme saindo dela. E estava mole. - Não me diga que pretende comer meu cu... Ela riu. Um riso gostoso. Depois disse: - Não, meu jovem. Mas vou querer que dê-lhe uma chupadinha. Adoro. Vai encarar? Pouco depois, eles estavam em um dos dormitórios da clínica. Ele tinha o enorme pinguelo na boca, e ela chupa- va seu pau com gula, num gostoso 69 sexual. A princípio, o rapaz achou estranho chupar aquela anomalia. Mas aquilo era cheiroso e tinha gosto bom. Ela chupava muito bem. Ele estava perto de gozar. Quando ela percebeu, falou: - Não goze agora, por favor. Eu vou querer esse pau enorme na minha boceta. Mas eu quero liderar a foda, tudo
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    EHROS TOMASINI 87 bem? Eledeu um chupão mais forte no grelo dela. Pega de surpresa, a médica gozou imediatamente. Seu esperma era grosso, como o de um homem. Ele tossiu sufocado. Mas ela deu outra gozada, pegando-o também de surpresa. FIM DA DÉCIMA PRIMEIRA PARTE
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    VICIADA EM SEXO88 VICIADAEM SEXO - Parte XII Depois da foda com a médica de pinguelo graúdo, Daniel foi para casa. Ainda estava morrendo de fome. Prepara- ria algum sanduíche simples, antes de dormir. Mas, nem bem começou a preparar o lanche, tocaram a campainha da porta. Foi atender e deu de cara com a irmã paraplégica de Aretha. Esta veio com a cadeira empurrada pelo jovem garçom. A garota foi logo perguntando: - Cadê minha irmã? Faz dias que ela não volta para casa. Havia me dito que viria para a tua casa. - E veio. Depois, voltou para o motel onde agora está trabalhando. - Motel? Não sabia nem que ela estava trabalhando. - Está. Mas lá, exigiram que ela fizesse um tratamento de saúde numa clínica - inventou o jovem, sem querer dizer que a morena havia sido raptada - e ela está lá. Acho que vai demorar a voltar para casa.
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    EHROS TOMASINI 89 -E eu, como fico? - Ela me disse que você ia morar com o rapaz aí. Não está querendo que ela vá contigo, só para fazê-la de empre- gada, né? A irmã de Aretha olhou para ele de olhos aboticados. Não esperava por aquela. O namorado dela estava sorrindo. Disse: - Eu disse a ela que a irmã não iria se passar para isso. Que ela deixasse de ser preguiçosa, se quisesse viver comigo. - Pois é - concordou Daniel - já está em tempo dela se virar sozinha. Deixar a irmã viver a vida dela. - Mas eu sou paraplégica, porra! - Não, não é. A mim, você não engana. Andei falando com a tua mãe e... - Você ousou procurar nossa mãe, sem a nossa permis- são? - Sim, ousei. Queria saber o motivo dela ter abando- nado vocês. Ela me contou uma história muito interessante sobre ti. - Sobre mim? - Sim. Sobre você. Disse que tinha te flagrado, várias vezes, andando com as próprias pernas, indo em direção ao quarto do amante dela. Disse que você era mais safada que tua irmã. Por isso, não queria mais corja com vocês. - O que é que tu tá dizendo, cara? - Achei que você deveria saber, antes de morar com ela. Ela finge ser coitadinha, mas é para fazer a irmã de escrava. Não caia nessa dela. Irá ter problemas, depois. Aninha olhava para ele com cara de ódio. Depois, le- vantou-se da cadeira de rodas. O garçom ficou espantado. Daniel, não. Ela avançou para o jovem, disposta a esbofeteá- -lo. Ele alertou: - Se tocar em mim, devolvo a pancada em dobro. - Bate em mulher?
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    VICIADA EM SEXO90 -Bato em moléstia. E, sinceramente, você é uma. Ela ainda esteve de mão levantada, preparada para ba- ter no cara, mas ouviu passos às suas costas. Quando se virou, o garçom estava indo embora. Chamou por ele, mas ouviu: - Vai te foder. Você é nojenta. Não quero mais morar contigo. Ela começou a chorar. Dizia para Daniel: - Tá vendo o que me fez? Você é o culpado por ele me deixar. O que vou fazer da minha vida, agora? - Tua irmã vai demorar a poder voltar ao serviço. Você fica no lugar dela. Eu te levo lá no motel. Ela esteve indecisa. Depois, concordou: - Vamos. Já está em tempo de eu ter minha grana sem precisar me prostituir. Mas não posso viver sem dar uma xo- xotada. Sou viciada em sexo. - Depois que tua irmã voltar do tratamento que está fazendo na clínica, eu te interno lá. Perderá esse fogo que tem na tabaca. - Nem pensar em perder! Só quero diminuir um pouco, pois vivo subindo pelas paredes. Agora mesmo, tô doida para transar contigo. - Sem chances. Eu gosto da tua irmã. E prefiro ela a você. Vamos embora. Aninha fez todo o percurso até o motel chorando. Quando chegou lá, Daniel quis falar com alguém da admi- nistração. Depois de uma espera de mais de meia hora, que serviu para a jovem enxugar as lágrimas, uma mulher já co- roa os atendeu. O jovem contou uma longa história, pulando algumas partes que não interessava à senhora. Ela escutou tudo com atenção. Depois disse: - Está bem. Eu já estava chateada com a taxista que me
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    EHROS TOMASINI 91 pediupara empregar a tal Aretha. Quando ela sumiu de re- pente, sem dar notícias, fiquei zangada. Mas, se a ausência dela é por motivo de doença, aceito a substituta. Estou preci- sando mesmo de alguém, com urgência. Obrigada por trazê- -la aqui. Mas ainda não está empregada, mocinha. Quero ver o que sabe fazer, antes. - Não sei fazer quase nada, dona. Vim só para minha irmã não perder o emprego. - Bem, pelo menos é sincera. Vou pedir que a arruma- deira te dê umas dicas. Mas depois, é por tua conta. - Obrigada. Quando Daniel ia se despedir para ir embora, assim que a mulher chamou a faxineira para orientar Aninha, a dona do motel disse: - Eu soube o que você fez por minha prima, a taxista. Ela ficou muito contente por tirar o atraso. Recomendou-me ligar para você. Também preciso de umas fodas. - Sinto muito, mas estou para me casar. Então, vou dei- xar de ser tão fodelão, antes que também me transforme em um viciado em sexo. - E que mal há nisso, ser viciado em sexo? Eu adoro. - Conhece a doutora Bauer? A mulher esteve desconfiada. depois, perguntou: - Você conhece a doutora? Faz parte do tratamento dela? - Fui cobaia dela. Aretha, a irmã dessa que trouxe aqui, também. A senhora, além da vontade de foder incessante, sente dores de cabeça? - Ah, meu filho, elas são atrozes. Tem vezes que só falto enlouquecer. - Não faz o tratamento com a doutora Cláudia? - Ôxente, também sabe de Cláudia? Abandonei o tra- tamento com ela já faz vários anos. Eu sou viuva, não tenho
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    VICIADA EM SEXO92 comquem conseguir esperma diariamente. E tenho vergo- nha de pedir a qualquer homem que não conheço. Ele esteve indeciso, depois ligou para a doutora Cláu- dia. Esta atendeu contente. Ele perguntou: - Oi, queria saber quantas pacientes você tem cadastra- das. Tive uma ideia. - Okay. Isso merece uma bebemoração. Nunca mais to- mei um cálice de vinho. Me convida? Não demorou muito e se encontraram num restaurante chique. Ele lhe contou da sua ideia: - Eu e o negrão alimentaríamos de porra todas as pa- cientes de vocês, até que terminasse o tratamento da totali- dade delas. - Há pacientes gays, também. - Não contava com isso. Mas damos um jeito. Podemos criar um banco de esperma. - Uma ótima ideia. Por quê não pensamos nisso? Vou ligar agora mesmo pra Alaoh. O negro de olhos azuis apareceu pouco depois, acom- panhado da bela médica. A doutora Bauer estava contente. Disse ao jovem: - Muito obrigada. Meu experimento é clandestino e meu homem sozinho sempre supriu minhas pacientes com sua porra. Agora, é bom que tenha um substituto. - Não um substituto, pois não pretendo tomar o lugar dele. Digamos que agora ele tenha um ajudante. Tendente a se demitir, se não aguentar o rojão. - Não se preocupe em aguentar ou não. Produzi uma fórmula inócua, que aplico em meu homem. Aumenta a sua resistência e permite que goze mais vezes que o natural. - Sem fórmulas. Se houver necessidade, contato alguns amigos meus que sejam dispostos a ser chupados por mulhe-
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    EHROS TOMASINI 93 res. -Sem teus amigos. Esse é um troço ilegal e não que- remos a Polícia Federal encima da gente. Bastamos nós dois como fornecedores de porra, vai ver. - Disse o negro. - Eu já estou precisando da minha dose diária - recla- mou a dona do motel. - Eu te presto socorro. O rapaz atende a minha mulher. Isso, se não for problema eu atender a namorada dele, quan- do ela precisar. Daniel esteve pensativo, antes de responder: - Sem problemas. Mas gostaria, eu mesmo, de atende- -la, quando for preciso. Todos riram, menos o negro. Este ficou calado e absor- to. A doutora Bauer disse: - Então, vamos lá para o teu carro rapaz? Daniel foi com ela. Quando se trancaram no carro que tinha os vidros fumês, dentro do estacionamento do restau- rante, ele perguntou: - Se tem o antídoto da fórmula, por que não usa em você mesma? - Porque estou carente. O negrão não trepa mais comi- go. Só fica comigo para ter a certeza de que eu estou rever- tendo o processo nas minhas pacientes e nas da dra. Cláudia. Depois, temo que ele volte para a ex-esposa. Por isso, não liga se eu trepar com quem quiser. - Por que comigo? - Porque estou muito carente, e você é um belo tipo. Também me parece mais viril do que Alaoh. Mas deixemos o papo para depois. Eu quero dar uma chupada gostosa nesse pau enorme. - Eu gosto de foder um cuzinho. - Está bem, mas só depois que eu te chupar. Não gosto
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    VICIADA EM SEXO94 muitode pica fedendo a cu. - Então, chupa. A doutora Bauer o chupou. A coroa sabia das coisas. Aliás, Daniel começava a comparar as recentes chupadas recebidas. As mais coroas chupavam melhor. Ele ajeitou-se na cadeira, após arriar as calças totalmente, e ela caiu-lhe de boca. Bauer tinha uma técnica apurada de felação. Chupava- -o enquanto lhe massageava as bolas com uma mão e o falo com a outra. Concentrava-se na glande, e ele já sentia von- tade de ejacular. Ela dava uma paradinha e lambia o cacete em toda a sua extensão. Depois, voltava a se concentrar na cabeçorra. Ele gemeu: - Estou quase gozando. Inesperadamente, ela enfiou-lhe um dedo no cu. - Ei, não combinamos nada disso... - Se quer comer meu cuzinho, deixa eu primeiro foder o teu. Relaxe. Não vou te machucar. Tenho larga experiência com isso. O padre Lázaro, de quem fui amante, adorava isso e o beijo grego. - Era um depravado. Eu prefiro o sexo normal. - Esse tipo de sexo é mais normal do que imagina, meu jovem. Relaxe. Logo, estará gozando gostoso na minha boca. Ela não estava mentindo. Breve, Daniel dava uma das suas mais extensas gozadas. Ela engolia a sua porra aos pou- cos, até não restar mais nem um pingo. FIM DA DÉCIMA SEGUNDA PARTE
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    EHROS TOMASINI 95 VICIADAEM SEXO - Parte XIII Duas semanas e meia depois, Aretha estava em forma. A transfusão lhe fizera muito bem. Estava mais corada e um pouquinho mais forte. Daniel foi busca-la na clínica. O rapaz a tinha visitado todos os dias, depois de largar do tra- balho. Mas agora ela estava triste. Ele perguntou: - O que está havendo, amor? Está com uma cara tris- tonha... Ela demorou a responder: - Eu soube através da dra. Cláudia que você e o marido da outra médica vão ajudar as outras mulheres suprindo-as de porra. Não gostei. Fiquei com ciúmes. - Será por pouco tempo. Cerca de quinze dias, talvez. Acho que o tempo que você ficou internada. - Mesmo assim. Se me ama, como diz, não aceite ajudar no tratamento delas.
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    VICIADA EM SEXO96 -A ideia foi minha, linda. Estarei ajudando a salvar vi- das. - Não ligo. Só não quero meu namorado transando com outra. - Sinto muito. Eu não vou desistir. Mesmo que tenha- mos que acabar o nosso relacionamento. - Eu imaginei que diria isso. Me arrependi do pedido que fiz à dra. Bauer. - Ah, lembro que você cochichou algo ao ouvido dela e ela riu. Mas tinha esquecido disso. O que pediu para ela? - Não importa. Não vai mudar a nossa situação. - Eu não posso saber? - Talvez, um dia eu te conte. Não precisa me levar em casa. Pedi para a dra. Cláudia fazer isso. Ela já deve estar vin- do. - Está querendo se livrar da minha companhia? - Desculpe-me, mas sim. Pensei muito, antes de tomar essa decisão. Só espero que minha irmã esteja em casa. Ainda estou fraca das pernas, por conta da transfusão. Agora, quem estava triste era Daniel. Sem que ela sou- besse, ele havia contratado uma decoradora para dar uma planejada no seu lar, deixando-o mais feminino. E uma en- fermeira para ficar com ela, enquanto convalescesse. Mas não insistiu. Deu-lhe um beijo na face e entrou no carro. Ela olhou para o outro lado, sem querer vê-lo ir embora. Tinha duas lágrimas rolando do seu rosto. Já passavam das oito da noite. A dra. Cláudia saiu da clínica dirigindo seu carro. Es- tacionou perto dela. Quando a viu chorando, adivinhou o motivo: - Brigou com ele por ciúmes? Você é uma idiota. O cara não saiu de perto de ti, sempre que largava do trabalho. Che- ga me deu uma inveja boa de você. - Não é só por ciúmes. Eu não aguentei ter meu cabaci- nho dilacerado por sua enorme pica.
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    EHROS TOMASINI 97 -Eu soube que ele gosta mais de cu, oras. E fiquei sa- bendo do seu pedido para a dra. Maria. Tenho certeza de que ela deu um jeito nessa boceta minúscula que você tem. - Acha que agora, depois da cirurgia que ela fez, me rompendo definitivamente o hímen, vou aguentar a jeba dele? - Não custa tentar de novo. E fazer um esforço, né? Acho que valerá a pena. Ele é um menino bom. - Eu sei. Mas agora, já o dispensei. Não tenho coragem de correr atrás dele. - Eu falo com ele por você. Entre no carro. Sabe onde ele mora, não é? - Sei, sim. - Pois se pegarmos algum atalho, chegaremos lá antes dele. ************************ Mas Daniel não tinha ido para casa. Parou num barzi- nho a caminho dela. Sentou-se a uma mesa, disposto a tomar todas. O bar estava quase vazio àquela hora. Só umas poucas pessoas, a maioria em duplas, bebiam e conversavam. Mas havia uma morena lindíssima bebendo sozinha, numa das mesas do canto. Olhava para uma fotografia já rota. Tinha o rosto molhado de lágrimas. O rapaz viu uma plaqueta enci- ma da mesa onde ela estava. Tinha escrito nela: - POR FAVOR, NÃO PERTURBE Ela viu quando ele entrou e sentou-se à mesa. Espe- rou para ver o que ele iria beber. Tinha gostado dele. Algu- ma coisa nele a deixou imediatamente interessada. Guardou a foto que tinha em mãos e ficou olhando abertamente para o jovem. O rapaz, apesar de achá-la muito bonita, não estava afim de papo. Queria ficar sozinho, para pensar em Aretha. Quando a morena viu que ele havia pedido cerveja a um gar- çom parrudo e careca, tirou um cigarro da bolsa que esta-
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    VICIADA EM SEXO98 vasobre a cadeira, ao seu lado, e se levantou. Caminhou em direção a ele, mas parou no meio do caminho. Um jovem mais bonito que Daniel acabara de entrar no recinto. Tirou do bolso um isqueiro e se aproximou muito sério dela. Daniel a ouviu dizer: - Não sabia que fumava. - E nem fumo. Passei a andar com isqueiro depois de um tempo trabalhando juntos. Você está fumando muito mais que antes. Ela passou a não dar mais atenção a Daniel. Acendeu seu cigarro e ambos se sentaram à mesa onde ela esteve. O rapaz ficou olhando o casal. Ela parecia decepcionada com algo. Enxugou as lágrimas do rosto. O bonitão deu-lhe um beijo carinhoso na testa e levantou-se. Ela continuou fuman- do, absorta. Um garçom aproximou-se e falou alguma coisa, baixinho, para ela. Ela pediu desculpas e apagou o cigarro, jogando-o dentro da garrafa de cerveja vazia que estava sobre a mesa. Havia mais cinco garrafas. Daniel achou que ela já es- tava bicada. Quando o garçom saiu, ela voltou a levantar-se. Veio direto para a mesa dele. Perguntou: - Posso me sentar aqui, jovem? Está chato beber sozi- nha. - Falou com a voz fanhosa de quem estava chorando. Ele olhou para ela. Em pé, e perto dele, a morena pa- recia bem maior. Uma gigantesca cavalona. Mas ele reagiu assim: - Se for para contar teus problemas, desculpe mas vou pedir emprestado a tua placa. Já tenho os meus e eles pare- cem insolúveis. - Por que acha que vou querer descarregar em você? - Tomou várias e esteve chorando. E aquele que saiu já foi ou ainda é teu namorado. - Já foi. Hoje, é um grande amigo, que está me ajudando a achar uma pessoa que eu ainda amo.
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    EHROS TOMASINI 99 -Tá vendo? Já começou o melodrama. - Deixe de ser chato. Estou te pedindo ajuda, caralho. - Bem, se é assim, senta aí. Mas antes, traga aquela foto- grafia que estava olhando para ela. Se é alguém que mora por perto, talvez eu conheça. - Não, ele não mora por perto. Meu amigo diz que ele está morto. Mesmo assim, me ajuda a procura-lo. Quer que eu tenha certeza. Vou buscar a foto. É um pouco antiga, e nela ele está barbudo. Mas ele não costumava usar barba. Espere aqui. Ela veio com a foto surrada e mostrou a ele. Sentou-se à mesa. Daniel pediu um copo limpo e o garçom deu para ela. Ela mesma encheu o copo e bebericou em seguida. Daniel estava olhando a foto. Ele disse: - Está diferente de óculos escuros e barba, porém me lembra alguém. Mas seria muita coincidência. Ela ficou ansiosa. Perguntou onde ele o tinha visto. Ele falou: - Não acho que o tenha visto. Devo estar confundindo. Por que ele usa esses óculos escuros? - Ele é cego. No lugar dos olhos tem cicatrizes. Sumiu numa missão faz um par de anos. Desde então, o tenho pro- curado. - Acha que ele está por aqui? - Não sei. Eu e Santo temos procurado em tudo que é clínica estética e de internamento. Soubemos que havia uma nova por aqui, mas meu parceiro não conseguiu encontra-la. - Como é o nome do cego? - Alaoh. Era meu marido. E eu o amava. - Alaoh? - Espantou-se o rapaz - Então não é mais mera coincidência! Mas o Alaoh que eu conheço não é cego. Tem os olhos azuis. - Um negro de olhos azuis? Isso é muito raro. Será que
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    VICIADA EM SEXO100 nãousa lentes de contato? - Não sei. Não atentei para isso. Coincidentemente, ele tem ligações com uma clínica. A das doutoras Cláudia e Bauer. - Como é que é? Qual o nome da doutora que acabou de dizer? - Cláudia. - Não. A outra... - Maria Bauer. Inesperadamente, a linda morena deu um beijo demo- rado nos lábios de Daniel. Quando largou dele, estava cho- rando de novo, mas de felicidade. Disse: - É mesmo o meu Alaoh. Obrigada, porra. Você não sabe o quanto me fez feliz. Vamos agora mesmo à tal clínica. - Deixa eu tomar minhas cervejas, antes. - Não, não. Se for verdade o que diz, te pago quantas cervejas você quiser. Vamos embora. Deixa que eu pago tudo aqui. Pouco depois, ambos estavam decepcionados diante da residência onde funcionava a clínica. Haviam até retirado a placa, por isso o bonitão não a tinha encontrado. Ela pergun- tou: - Tem certeza de que era aqui? Parece uma residência qualquer, abandonada. - Saí daqui antes de chegar àquele bar. É aqui, sim. E havia uma placa enorme afixada na fachada. Ela fez uma ligação. Quando atenderam, ela disse: - Santo, você tinha razão. Havia mesmo uma clínica. Mas deve ter sido desmontada há pouco. Precisamos inva- di-la. - Invadi-la? Vocês são ladrões, por acaso? - Perguntou,
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    EHROS TOMASINI 101 espantado,Daniel. Ela sacou um distintivo de dentro da bolsa que carre- gava. Disse: - Polícia Federal, rapaz. Não se preocupe. Mas é melhor você entrar no teu carro e ir embora. Pode rolar tiroteio, e não quero que seja atingido. Mas me diga o teu telefone. - Eu tenho papel e caneta no carro. Você pode esquecer. - Não esquecerei. Tenho treinamento para isso. Não quero nada escrito. Se formos capturados, teriam teu tele- fone também, entende? Saberiam que foi você quem os de- nunciou. E não estamos lidando com principiantes. A dra. Bauer é nossa inimiga já há bastante tempo. O padre Lázaro, também. - Padre Lázaro? Disseram-me que ele foi morto. - O filho da puta consegue voltar à vida. Já fez isso al- gumas vezes. Diga-me teu telefone e vá-se embora, por favor. Ele disse. Depois partiu. Ainda viu um carro encostar junto a ela. Decerto, era o tal Santo. Quando já dobrara uma esquina, ouviu seu telefone tocar. Era a doutora Cláudia. Ela perguntou: - Onde você está? Estamos te esperando na frente da tua residência. - Estamos? Você e quem? - É surpresa. Mas você irá gostar. - Estou farto de surpresas, por hoje. O que aconteceu na clínica? Retiraram até a placa... - Encontramos outro endereço. Sempre nos mudamos, para não sermos achados pela Federal. - Pois acabaram de ser encontrados. Há agentes lá, nes- te momento. - Puta merda. Mas acho que não tem mais nada, por lá, que nos incrimine. - Conseguiram limpar a casa em tão pouco tempo?
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    VICIADA EM SEXO102 -Claro que não, bobinho. Já vínhamos tirando as coisas de lá há vários dias. Só deixamos aquela enfermaria montada, a que você visitava a tua namorada. Venha para casa. - Não, não vou agora. Vou tomar umas antes. Adeus, doutora. Entrem em contato depois, para continuarmos o projeto. Daniel desligou completamente o telefone. Resolveu voltar ao bar onde conhecera a morena cavalona. O mesmo garçom lhe atendeu. Parecia que já estava esperando por ele, pois trouxe-lhe a cerveja antes que o jovem pedisse. Mas não foi nada discreto, ao perguntar: - Já? Uma morenona daquelas não se come em alguns minutos, rapaz. Levou um fora? - Não creio que seja da tua conta, mas não. Não levei fora. Apenas a deixei no trabalho. - Ué, ela foi para a Polícia Federal? - Como sabe? O cara totalmente careca e barbudo, vestido de garçom, disse baixinho: - Também sou policial federal. Estamos armando uma operação para pegar uns traficantes de mulheres, aqui. Veja em volta: todos somos policiais. Pode haver trocas de tiros. Mas não se preocupe. É só se jogar sob a mesa, assim que o tiroteio começar. - Caralho, que eu vou ficar aqui. Puta merda. Hoje não é o meu dia de sorte. - Fica aí, porra. Agora, não dá mais para sair. Os sujei- tos que acabaram de entrar são os que estávamos esperando. Vou pegar a tua cerveja. Quando voltou, o celular do garçom tocou. Ele disse: - Está sim. Vou passar para ele. Quando atendeu, o rapaz reconheceu a voz da cavalo-
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    EHROS TOMASINI 103 na.Ela perguntou: - Ei, por que desligou teu celular? - Descarregou - mentiu ele. - Bem, não importa. Fique aí. Vou precisar de novo de ti. Não encontramos nenhum vestígio da clínica. Limparam tudo. - E como vou poder ajudar? - Espere-me aí. Chego já. - Parece que o tempo vai fechar por aqui. - Ih, os traficantes de escravas brancas chegaram? Ago- ra é que não deve mesmo sair. Se eles te virem ir embora, pensarão que és um espião. Irão querer te matar. Chego já. Quando ela chegou, no entanto, os sujeitos já tinham sido dominados pelos policiais disfarçados. Não houve troca de tiros. Santo foi o primeiro a entrar. O careca, disse: - Tá tudo dominado. Mas obrigado por virem. A morenaça apareceu pouco depois. Suspirou, quando viu os colegas levando os caras algemados. O careca disse: - O jovem é corajoso. Outro, teria se aperreado com o perigo e fugido no ato. - Merece um beijo. Mas precisamos conversar, eu e vo- cês. Segundo esse jovem, estou cada vez mais perto de achar Alaoh. O careca ficou triste. Não aceditava que o negrão esti- vesse vivo. Santo, no entanto, disse: - O lugar que achamos foi limpo às pressas. Tem todas as características das clínicas da dra. Bauer. Estamos cada vez mais perto de acha-los. - Então, continuemos procurando. Que pensa em fazer, agora, Jurema? - Perguntou o careca. Ela virou-se para o jovem Daniel. Perguntou: - O que sugere?
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    VICIADA EM SEXO104 Danielesteve pensativo. Depois, disse: - Quero falar contigo a sós. Pouco depois, o rapaz tinha contado todas as suas aventuras e desventuras com as médicas. Inclusive, que o ne- gro agora estava de caso com a doutora Bauer. A cavalona Jurema se espantou: - Alaoh e Bauer? Não acredito! Então, ele está fingindo e enganando-a, para poder fugir. - Ele me contou sobre vocês. Disse que o tinha traído. - Que eu o tinha... pôrra, agora entendi tudo. Uma vez eu estava muito carente e beijei meu parceiro Santo. Pensei que fazia isso às escondidas mas ele deve ter visto. Porém, não rolou nada entre a gente, depois. Santo é um cavalheiro. Disse que, enquanto não tivesse certeza de que meu negro estivesse morto, não tocaria em mim. O cara pode ter a mu- lher que quiser. É bonitão e dizem que é ótimo na cama. Mas nunca fodemos, se é isso que quer saber. - Isso não me importa. Não temos nenhum relaciona- mento, a menos que ache que um beijo equivale a uma foda. Logo, não tenho ciumes de você. - Pois eu vou querer uma foda contigo, sim. Deve fazer uns dois anos que não fodo, desde que perdi meu compa- nheiro. E agora que sei que ele tem outra, fiquei irada de ter perdido tanto tempo à sua procura. - Convença-o de que não trepou com o bonitão. Ele pode deixar a outra pra ficar contigo. - Porra, até você quer se livrar de mim, como Santo? Sou tão desinteressante assim, caralho? - Você é bonita e muito gostosa. Mas eu não costumo foder mulheres que já tem dono. Evito, assim, problemas. - Entendo, e agradeço. Mas preciso, mesmo, dar umas fodas, antes que comece a subir pelas paredes. Posso contar contigo? - Está bem. Mas me deixe ajudar a dra. Bauer a curar
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    EHROS TOMASINI 105 aquelasmulheres. Depois, digo onde ela se encontra e vocês a prendem. - Combinado. E fodemos quando? ************************* Pouco depois, estavam num motel. Ela estava visivel- mente nervosa. Quando trancaram a porta do quarto, ela confessou: - Olha, eu não sou muito boa de cama. Nunca soube satisfazer um homem. Meu companheiro reclamava muito disso. Mas aprendo rápido. Se me ensinar do que o homem gosta e não gosta, te farei o melhor carinho do mundo. - Não se preocupe. Aprenderá já fodendo. Pra começar, adoro ser despido por uma mulher. Pode fazer isso enquanto me beija o corpo todo. Vai perceber onde eu sou mais sensí- vel. - Não podemos pular essa parte e ir já pro teu cacete? Estou muito carente, caralho. - Não. Não precisamos ter pressa. Controle a tesão e faça o que estou dizendo. Afinal, a noite é uma criança. - Ih, isso é jargão de escritor ou publicitário. Você é? Ela não deixou o jovem responder. Beijou-o na boca, de língua, enquanto apalpava seu enorme cacete. FIM DA DÉCIMA TERCEIRA PARTE
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    VICIADA EM SEXO106 VICIADAEM SEXO - Parte XIV Na terceira foda que deram, Jurema estava exausta. Da- niel resfolegava, mas disse que, se descansasse, aguenta- ria mais uma. Ela nunca tinha gozado tanto. Mentira para o rapaz, dizendo que nunca havia trepado com o parceiro poli- cial, mas este não aguentara seu enorme fogo sexual. Daniel, além de ter dado uma aula de como uma mulher podia sa- tisfazer um homem na cama, tivera muita paciência com ela. Ela estava destruída. Talvez porque a rola dele fosse maior do que a do negrão, que fora seu companheiro. Agora que sabia que Alaoh vivia com a dra. Bauer, tomou abuso do cara. Isso fez com que se soltasse mais na cama com Daniel. Na verdade, sempre pensara que, por ser gostosona, um homem gozaria só de olhar para o corpo dela. Não foi o caso com o publicitário. Ele se preocupou mais em fazê-la gozar do que a si próprio. Beijou o jovem, carinhosamente, nos lábios e levantou-se para ir ao banheiro. Ele ficou na cama, ainda res-
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    EHROS TOMASINI 107 folegando.Ela perguntou, já tomando banho: - Quer dizer que precisa de um tempo para curar as enfermas da doutora? Não vai me trocar por outra? - Você sabe onde moro, não? Mesmo se não souber, tem como saber. Poderemos ficar juntos, enquanto dura a de- sintoxicação delas. - Agradeço a oferta mas, se eu for vista por perto de ti, teu plano vai por água abaixo. Não. Aguentei dois anos sem foder. Posso passar mais dois, agora que me satisfiz. - Não vai procurar teu ex-marido? - Você acha que eu devo? - Sim. Você passou esse tempo todo à sua procura. Me- rece saber da boca dele por que te deixou. Ela esteve calada. Depois, mudou de assunto: - Estou faminta. Vamos comer alguma coisa, em algum restaurante? - Se não se incomoda, prefiro ir para casa. Estou exaus- to. E, amanhã, tenho que trabalhar. - Voce não respondeu quando perguntei antes: é publi- citário? Aquele bordão que usou não me é estranho. Se não me engano, só profissionais da publicidade ou escritores o usam. - Refere-se ao “a noite é uma criança”? Não sei. Digo isso desde menino. Ouvia isso do meu avô. Mas, que eu saiba, ele nunca foi publicitário, muito menos escritor. - Deixa pra lá. Vamos embora. Estou, realmente, com fome. Vamos comigo. Eu janto e você me acompanha. De- pois, me leva em casa. Não vim de carro. Ele foi. pararam em um restaurante simpático, à bei- ra-mar. Ela pediu um prato leve e ele apenas bebericou uma cerveja, esperando por ela. Aí, seu telefone celular tocou. Era um número desconhecido. Uma voz que ele conhecia, no en- tanto, argumentou:
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    VICIADA EM SEXO108 -Precisamos conversar. Amanhã, começa o tratamento das mulheres da clínica. Como iremos nos revezar? Daniel esteve mudo. Reconhecera a voz de Alaoh. Olhou para Jurema e ela estava nervosa. Ele tapou o aparelho com a mão e perguntou a ela: - É teu marido. Quer falar com ele? Ela esteve indecisa. Depois, pediu: - Chame-o aqui. Diga que está jantando e o convide para conversar. Sente-se em outra mesa. Eu ficarei nesta. Quando ele chegar, fique na tua. Deixe-me conversar a sós com ele. Mas não vá embora. Daniel fez o que ela pediu. Foi para uma mesa bem afas- tada da dela. Menos de meia hora depois, o negro de olhos azuis chegou sozinho. Viu o rapaz e caminhou diretamente para a mesa onde ele estava. Não viu a ex-esposa. Quando passou por ela, no entanto, ela se levantou da mesa e pegou em seu braço. Alaoh tomou um baita susto. Ficou indeciso se a abraçava ou não. Ela atirou-se em seus braços, beijan- do-o demoradamente na boca. O cara não correspondeu ao beijo. Mas, ao invés de seguir até a mesa de Daniel, sentou à mesa dela. Estiveram conversando por mais de uma hora. Enquanto isso, Daniel pagou a sua conta, levantou-se e foi-se embora. O casal continuou discutindo em voz baixa. Nem deram pela sua falta. Quando chegou em casa, o jovem tomou um demora- do banho. Estava mais exausto ainda. Encontrou um bilhete de Aretha, dizendo querer falar com ele. Rasgou o papel e jogou no lixo. Estava chateado com ela. Se ela tinha entrado na sua residência, na certa tinha uma cópia da sua chave. Re- solveu-se a trocar a fechadura, no outro dia. E dormiu ime- diatamente.
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    EHROS TOMASINI 109 Acordou-sesentindo o cheiro de sabonete líquido. Apurou os ouvidos e escutou a água caindo no piso do ba- nheiro. Levantou-se e caminhou até lá, esperando encontrar Aretha. Mas era Jurema quem tomava banho. Perguntou-lhe: - Oi, bonitona. Como conseguiu entrar? - Esqueceu-se de que sou policial? Abri tua porta com uma gazua. - E por que veio? - Não adivinha? - Prefiro que me diga. - Acabou-se minha procura. Achei um desconhecido. Agora, estou livre. Podemos ficar juntos, se me quiser ainda. - O que houve entre vocês? - Ele não acreditou que o amo. Cobrou ciúmes. Jurou que não estava com a doutora, mas eu conheço quando men- te. Acabou. Eu dei a ele cinco dias para desaparecer, levando a sua companheira. Depois disso, eu volto a persegui-lo, des- sa vez para prendê-lo como cúmplice da doutora e do padre Lázaro. Sem que ele soubesse, eu o segui depois até onde está escondido. Já há três agentes federais o vigiando. Não vai es- capar com aquela assassina. - E meu acordo com eles? Tem mulheres moribundas envolvidas. - Não se preocupe com isso. Assim que os prendermos, resgatamos as pacientes. A PF ficará encarregada de salvar- -lhes a vida. - Ele sabe que fui eu que o alcaguetei? - Sim. Eu lhe disse. Não ficou com raiva. - Duvido. Mas, agora, isso é problema dele. Não o temo. - Pois devia. Ele é perigoso, quando irado. Felizmente, disse que perdeu os poderes que tinha e eu acredito. Não foi capaz de me detectar no restaurante, até que o peguei pelo braço. - E agora, o que vai ser da gente?
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    VICIADA EM SEXO110 -Eu quero estar com você. Ganho bem e posso susten- tar nós dois. - Eu também ganho bem. E não gosto de ser sustentado por mulheres. - Isso vai ser um problema? Então, posso morar aqui, ao invés de você ir lá para casa. - Onde você mora? - Em Olinda. À beira-mar. Numa casa enorme. Sem ca- chorros nem papagaios. - Parece bom. Vem quando? Ela o beijou demoradamente nos lábios. Ele ficou de pau duro. Ela, no entanto, disse: - Vou buscar algumas coisas e logo estarei aqui. - Se não se incomodar, prefiro que venha amanhã. Es- tou cansadíssimo. Não consegui dormir direito, ainda, e te- nho algo importante para fazer amanhã. Ela o beijou novamente. Depois, pegou sua bolsa e foi embora sem se despedir de novo. Ele trancou a porta e caiu na cama de novamente. O pau voltou a ficar em descanso. Olhou para o relógio de pulso. Ia dar três horas da madru- gada. Nem bem cochilou, ouviu uma chave girar na porta. Achou que a bela morena havia esquecido algo e voltado. Fi- cou aguardando-a no quarto, Para a sua surpresa, quem apa- receu foi Aretha. Estava, novamente, triste. Disse: - Vim fazer as pazes contigo, mas vi uma morena muito linda saindo daqui. Alaoh disse que ela está com você. Mas eu queria me despedir. Fiquei te devendo meu cabacinho. Vim pagar minha dívida. Mas devo te dizer que não tenho mais o hímen intacto. Pedi para a doutora Bauer o remover cirurgi- camente. - Acha que aguentará minha rola descomunal? - Sim. Desta vez, iremos até o fim. Mesmo que eu chore de dor, continue. Prossiga, mesmo que eu peça que pare.
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    EHROS TOMASINI 111 Elese ajeitou melhor na cama, cedendo mais espaço para ela. Ela tirou toda a roupa, sem pressa, oferecendo uma visão total do seu corpo nu. Depois, deitou-se ao lado dele. Ele disse: - Sem pressa. Assuma o comando do coito. Você mes- ma coloca meu sexo dentro do teu... Ela começou a acaricia-lo dos pés à cabeça. Beijou-o todo, causando-lhe arrepios. Depois, veio por cima e se fin- cou no pau dele. Gemeu, chorou, mas não desistiu. No en- tanto, ainda estava pouco lubrificada. Ele percebeu e passou a lambê-la na xoxota. Num instante, ela começou a gozar. Aproveitou os espasmos para se enfiar mais na enorme rola dele. Ele sentiu o sangue escorrer-lhe entre as pernas. Havia rompido alguma coisa lá, que não era o cabaço. Ela gemeu: - Não ligue. Estou bem. Sangra e dói, mas estou bem. Venha por cima agora e faça os movimentos. Minhas pernas estão trêmulas. Estou quase gozando. Ele subiu sobre ela. Com cuidado, começou a se movi- mentar. Ela teve o primeiro orgasmo demorado. Pediu: - Não pare. Quero fazer desse momento a minha me- lhor trepada. Que seja uma foda inesquecível. Ele não parou. Ela teve o segundo grande orgasmo va- ginal. Depois, o terceiro. O sangue escorria mais abundante da sua xoxota. Ela gemeu: - Ahhhhhhhhhhhhh... não aguento mais de dor. Colo- ca no meu cuzinho agora, por favor... Com essas palavras, ele não conseguiu se segurar mais. Gozou espasmodicamente na boceta dela. Ela esteve resfole- gando, deitada ao lado dele, depois disse: - Pronto. Está consumado. Agora, vou-me embora. Ouvi o que a morena cavalona disse a ti: que logo estará de
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    VICIADA EM SEXO112 volta.Não quero que ela me encontre aqui. - O que está fazendo? Posso explicar a ela que... Ela colocou o dedo em seus lábios. Disse: - Não. Já tive o que queria. Adeus, meu amor. Acho que você não irá mais me ver. - O que está dizendo? E o teu emprego? - Não vou mais precisar dele. Mas não me pergunte mais nada. Não quero ir-me deixando você zangado comigo. Adeus. O jovem estava tão perplexo que ficou sem ação. Ela nem se banhou. Foi-se embora. Ele ainda correu para a jane- la, para vê-la mais uma vez. Mas ela entrou num carro que a esperava na frente da residência. Daniel reconheceu o veícu- lo. Pertencia ao negro Alaoh. Viu quando ela entrou no carro e beijou o negro de olhos azuis. Depois ele deu partida no carro e foram embora. O jovem ficou triste, mas achava que o negro havia deixado a dra. Bauer para ficar com ela. Lamen- tou, mas achou que tinha escolhido a mulher certa para ficar. Achava que a morena Jurema era muito mais interessante que Aretha. Dessa vez, ele conseguiu mesmo dormir. Passou da hora de acordar. Perdeu de ir para o emprego. Tomou um demorado banho e fez o desjejum. Ainda não tinha termi- nado, quando a morena Jurema apareceu de biquíni. Estava radiante. Disse: - A dra. Bauer apareceu degolada. Cassandra, meu che- fe, acredita que o corpo que encontramos seja de um clone dela. Mas Alaoh me prometeu mata-la antes de ir embora. Cumpriu o prometido, mas não posso dizer isso a Cassandra. Ele perseguiria meu ex-marido até encontra-lo. Alaoh me deu uma lista de nomes das mulheres sob tratamento. Como eu disse: assumiremos o projeto da dra. Bauer. Então, ganhei alguns dias de férias. Quero passa-los com você.
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    EHROS TOMASINI 113 -Você esquece que eu preciso trabalhar. Perdi a hora hoje mas, amanhã, eu vou. - Não vai. Meu chefe, atendendo o meu pedido, ligou para o teu. Pediu-lhe uma licença pra tu, remunerada por mim. Quinze dias, está bom? - Isso, assim, sem me consultar? - Já te disse que ganho bem, amor. Posso segurar a bar- ra de grana e você abre teu próprio negócio. Não é o que você sempre quis? - Mas, desse jeito, não. - Pare de reclamar e me beija. Mas sem safadezas. Ain- da estou toda ardida. Foi um longo e molhado beijo. Depois, ele vestiu-se com roupas de banho e foram para uma praia. FIM DA SÉRIE
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