MINHA IRMÃ BUNDEIRA 1
Angelo Tomasini
LIVRO ERÓTICO
MINHA IRMÃ BUNDEIRA2
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 3
Capítulo 01
De uns tempos pra cá, tenho observado melhor minha
irmã Rafaela. Ela está um mulherão. Peitinhos empina-
dos, coxas grossas, cintura fina e ancas largas. Desenvolveu-
-se de repente, depois que completou dezessete anos. Agora,
estava em dias de completar dezoito aninhos. No entanto,
tem a mentalidade de uma menina de doze ou treze anos.
Não admira a quantidade de adolescentes da rua vindo aqui
em casa, alguns com a desculpa de tomar um simples copo
de água gelada. Ela os serve na maior simpatia e inocência, e
eu os fico observando: não tiram os olhos dela. Alguns, com
cara de tarado. Eu não me meto. Ela é de maior, a boceta é
dela e ela dá a quem quiser.
Minha mãe também não liga. Adverte-a apenas para
que não pegue um bucho indesejado. A velha passa a noite
trabalhando, vara a madrugada e só chega em casa de manhã.
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Dorme o dia inteiro, cansada. É enfermeira. Trabalha 12h por
24h. Não nos deixa trabalhar, apesar de eu já ter vinte anos.
Diz que eu tenho é de estudar. Mas vive dizendo que não vê
a hora de nos formarmos para que possamos cuidar das nos-
sas vidas e ela da dela. A coitada nos criou sozinha. Não tem
família e o nosso pai nos abandonou assim que minha irmã
nasceu.
Mas eu falava da Raffa. Ela sempre foi meio retardada.
É ingênua demais. Não tem malícia. Agora mesmo, assiste a
tevê deitada em meu colo, enquanto estou sentado no sofá da
sala. Costumo estar de cueca dentro de casa e sua boca está
bem próxima ao meu pau. Por isso, quando tive esses pensa-
mentos libidinosos, meu cacete ficou duro e pulsando bem
próximo ao seu rosto. Ela percebeu. Perguntou:
- Que é isso, mano? Senti algo se mover perto da minha
cara. Está excitado?
- S-sim. É que me lembrei de algo bem safado, aí não
pude me conter. Desculpa.
- Está me pedindo desculpa, maninho? De quê? Você
não fez nada...
- É verdade. Mas não consigo controlar a ereção.
- E daí? Dizem que homem é tudo safado, mas você
sempre me respeitou. Mainha diz que outro, no teu lugar,
passando o dia todo a sós comigo, já teria tentado alguma
coisa.
- Mainha diz isso?
- Diz, sim. Dia desses, me perguntou se eu já te vi de
namorada. Eu disse que não. Ela ficou preocupada, sabia?
- Ué, preocupada com quê?
- Parece que ela acha que tu és bicha.
- Ih, agora fodeu. Eu gosto de mulher! Mas confesso
que tenho dificuldades em arranjar namorada. Parece que as
garotas me acham desinteressante.
- Que nada. Minha amiga do colégio já me perguntou
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se tu tinha namorada. Deve ter ficado interessada em ti.
- Mesmo? Qual delas?
- Aquela loira bem boazuda. Os meninos da escola a
vivem assediando, mas ela não quer nada com eles. Porém,
vive perguntando por você. Quer que eu facilite tua aproxi-
mação com ela?
- Como assim?
- Amanhã, eu a trago aqui. Você permanece de cue-
ca na sala, fingindo não estar interessado. Aí eu arranco tua
cueca e te deixo nu. Você diz estar com vergonha e corre pro
quarto, mas deixa a porta apenas encostada. Deixa o resto
comigo.
- Eu vou te confessar uma coisa: eu nunca estive com
mulher. Acredite: eu nem sei como se faz.
-É fácil, bobão. Basta assistir uns filmes de sacanagens.
Aprende rápido.
- Você anda assistindo pornôs, Raffa?
- De vez em quando, se largo cedo. Vou para a casa da
minha amiga e assistimos alguns na internet. Pena não ter-
mos como assistir aqui.
- Mainha sabe disso?
- E por quê deveria saber? Ela não dá o serviço da vida
dela pra gente...
- Mainha trabalha demais. Acho que nem tem tempo
de namorar.
- Você é bobo. Dia desses, fucei a bolsa dela. Estava
cheia de anticoncepcionais. Pra que ela iria querer isso, se
não fosse pra foder?
- Que linguajar, Raffa. Quem está te ensinando essas
coisas?
- Todas as minha amigas falam assim. Mainha também,
mas evita fazer isso na tua frente.
- Por que diz isso?
- Você não percebeu que quando ela recebe um telefo-
nema, corre e se tranca no quarto? Dia desses, me antecipei
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a ela e me escondi debaixo da cama. Ela não me viu. Flagrei-
-a conversando com alguém que pelo visto era um homem.
Nesse dia, ela falou um bocado de frases safadas.
- Você não está mentindo?
- Por que eu mentiria? Só estou abrindo os teus olhos,
bobão.
Naquele momento, eu comecei a pensar que o ingênuo
e abestalhado naquela casa era eu. Raffa parecia estar saben-
do mais das coisas do que eu imaginava. Percebi que ela olha-
va fixamente para o meu volume escondido dentro da cueca.
Fiquei mais excitado ainda, por causa disso. Ela perguntou:
- Posso pegar nele? Nunca vi um de verdade, e tão pró-
ximo de mim...
- Está bem. Mas não vá machucá-lo.
Ela tirou meu cacete de dentro da cueca com uma leve-
za inacreditável. Levou o membro à boca e ficou brincando
com ele. Masturbava como se tivesse grande experiência nis-
so. Perguntou, de chofre:
- Quer gozar? Eu bato uma punheta pra tu. Só não goze
na minha boca. Eu tenho nojo.
Eu ia responder-lhe alguma coisa, mas achei melhor
não. A chupada pode ser melhor ainda se os dois fingirem
não se conhecerem. Naquele momento, eu esqueci de que ela
era minha irmã. Porra, eu me empolguei e gozei na boca dela.
Ela não se alterou. Continuou me chupando e mastur-
bando, mas era visível a falta de talento para espalhar minha
porra por seu rosto, como eu quase exigi. Pedi que ela viesse
por cima e se sentasse com a bunda em meu pau. Ela me res-
pondeu que a bunda era dela e ela me daria do jeito que bem
entendesse. Por isso, queria ficar de quatro, de modo que eu
pudesse abraça-la por trás. Porém, que eu não errasse de bu-
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raco, pois ela não queria engravidar.
Confesso que aquelas palavras me deixaram mais an-
sioso. Eu nunca havia fodido um cu. E ela tinha razão: não
havia motivo para facilitar a gravidez. Por isso, me posicionei
do jeito que ela pediu e apontei minha pica para as pregas
dela. Ela gemeu manhosa quando eu enfiei até o talo, sem
nem mesmo lubrificar a rola. Mas quando comecei a copular
seu rabo, ela disse apressado:
- Tira, tira, tira, tira. Tá doendo.
Eu não lhe dei atenção. Comecei a fazer os movimentos
de cópula mais rapidamente. Ela tentou se desvencilhar de
mim. Abracei-a com força pela cintura e a enrabei como se
fôssemos feras no cio. Disse a ela que ia gozar. Ela virou-se
e, de repente, me deu um tapa violento no rosto. Surpreso,
levei uma das mãos ao local atingido. Ficou fácil para Raffa
se livrar de mim. Girou o corpo, empurrou-me com os pés e
correu para o banheiro. Trancou-se. Ouvi o barulho da água
do chuveiro em seu corpo. Depois, escutei seus soluços. Ela
estava chorando.
FIM DA PRIMEIRA PARTE
MINHA IRMÃ BUNDEIRA8
Capítulo 02
Raffa passou dois dias sem falar comigo, trancada em seu
quarto. Só saia na hora de ir para a faculdade. Eu estava
aperreado. Nunca havia passado tanto tempo sem falar com
minha irmã. Éramos muito chegados um ao outro, e aquela
foi uma das raras vezes em que brigamos. Insisti, através da
porta:
- Desculpa, Raffa. Não quis te machucar. Mas eu havia
te dito que era a minha primeira vez.
Fez-se um silêncio demorado. Quando eu achei que ela
estava dormindo, por isso não havia me respondido, eis que
a porta do quarto se abre. Ela estava cabisbaixa.
- O que eu fiz de errado? - Perguntei.
- Ainda pergunta? Você me estuprou. Eu te dei o privi-
légio de ser o primeiro a comer minha bundinha e você me
estuprou, porra.
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- Eu estava excitado, maninha. Você mesma percebeu.
E não tenho experiência com sexo. Sou tímido e nunca tive
coragem de dizer nenhum galanteio para alguma das moci-
nhas que conheci.
- Galanteio... que palavra antiga. Você é muito antiqua-
do. E outro da tua idade já teria fodido desde que nasceu a
primeira espinha na cara.
- Você sabe que minha mãe sempre me ensinou a ter
respeito para com as mulheres...
- Respeito pode ser uma maneira carinhosa de lhe
apalpar os seios ou de lhe pegar na bunda. Não vale estuprar,
como você fez comigo. Fiquei traumatizada.
- Desculpa, vai. Eu não queria te machucar. Mas fiquei
muito tarado em teu cuzinho, naquela hora.
- Está bem, eu te desculpo. Mas não vou mais foder
contigo. Nunca mais.
- Você pode me ensinar a foder-te com mais compe-
tência.
- Eu vou falar com minha amiga que gosta de ti. Ela
disse que já trepou várias vezes, porém em todas ficou in-
satisfeita. Os caras só querem saber de gozar e a deixam na
mão. Vou pedir que ela foda contigo na minha frente. E que
te ensine como foder bem um cuzinho. Mas depois você terá
de fazer algo por mim.
- O que terei de fazer?
- Não vou te dizer, por enquanto. Mas é a minha exi-
gência para falar com a minha amiga. Topa?
- Sim.
- Então, deixa eu tomar um banho que tenho que ir
para a faculdade.
- Deixa eu ver você se banhar?
- Está bem, eu deixo. Mas só se não me tocar.
Ela tomava banho de uma forma muito sensual. Não
sei se era seu natural ou se fazia aquilo para me provocar. Eu
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nunca a tinha visto se banhando. Nem quando éramos crian-
ças. Minha mãe dava banho na gente em separado. Eu sem-
pre ficava por último. Agora, vendo-a se molhar e esfregar o
corpo suavemente com o sabonete líquido, me deixava muito
excitado. Naquele momento, ela estava de costas para mim
e sua bunda era maravilhosa. Ela disse, sem nem me olhar:
- Se quiser, pode se masturbar. Contanto que não me
toque.
Eu não esperei que repetisse a frase. Botei meu cacete
duríssimo para fora e bati uma bronha. Gozei no momento
em que ela fechava o chuveiro, ao término da ducha. Espirrei
porra no chão do banheiro, sentado na privada. Ela sorriu.
Passou o dedinho delicado onde escorria porra pelo meu
membro e levou o líquido à boca. Aprovou o sabor:
- Delicioso. Vou querer beber esse néctar mais vezes.
- Esteja à vontade.
- Mas o seu, não. Repito que não treparei mais com
você. Quero a porra de outro homem, não do meu próprio
irmão. Você perdeu a chance de foder todo dia comigo, ao
me estuprar. Teu castigo será me desejar para sempre.
- É um castigo injusto, igual ao de Deus ter expulsado
Adão e Eva do Paraíso. Os pobres não tinham em quem se
espelhar, para não caírem em tentação. Assim como eu, que
nunca havia comido um cuzinho. Não sabia qual seria a mi-
nha reação.
- Não vai me convencer a foder de novo contigo. E não
fique se punhetando o dia todo. Amanhã, deverá estar em
forma para foder com minha amiga.
- Como é o nome dela?
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Oi, meu nome é Adriella. Tua irmã disse que você está
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precisando da minha ajuda. Só não me falou pra quê.
- Ele é muito tímido, Dri. Não conseguiria te dizer do
que precisa. Deixa que eu te mostro.
Adriella era uma loira sensacional. Muito gostosona e
também muito sensual. Falava como se estivesse cantando.
Eu estava apenas de cueca, como minha irmã havia sugeri-
do. Minha mãe chegara do hospital havia pouco tempo e não
tinha quem a acordasse naquele momento. Até roncava, de
tão cansada. Raffa se aproximou de mim e tirou minha cue-
ca numa rapidez desconcertante. Parecia que havia treinado
aquele movimento a vida inteira. Libertou meu cacete, ainda
mole. A loira apressou-se em dizer:
- Deixa que eu cuido dele, Raffa. Adoro ver um pau
crescer na minha boquinha...
Aquelas palavras me deixaram imediatamente excita-
do. O caralho endureceu imediatamente. A loira tirou o ca-
saco de frio que vestia sobre a blusa e ajoelhou-se à minha
frente. Minha irmã sentou-se no braço do sofá e ficou nos
observando de perto. A loira puxou o couro do meu pênis,
descobrindo a glande, e passou a língua nela. Meu pau pul-
sou na sua boca. Ela alertou:
- Só goze quando eu mandar. Se o fizer antes, nunca
mais te chupo, okay?
Eu nem lhe respondi. Apenas me ajeitei melhor no sofá.
Ela me masturbava lentamente com uma mão, enquanto me
massageava as bolas com a outra. A boca continuava traba-
lhando na minha chapeleta. De vez em quando, ela estalava
a língua na minha glande. Aquilo quase me levava ao gozo.
Mas eu me continha, lembrando-me do alerta dela. Minha
irmã não tirava o olho da felação. De vez em quando, dava
uns pitacos:
- Afasta a boca, pra eu ver o filete de porra ligando teus
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lábios à cabeça do pau dele...
Ela fazia isso. Eu via a baba visguenta do meu pau li-
gada à boca sensual dela. Ela olhava para mim com aquele
olhar pidão que me dava vontade de pegar sua cabeça entre
as mãos e atolar meu pau na sua boca até lhe tocar a garganta.
Tinha que fazer um esforço tremendo para me conter. O pau
doía de tão teso. Palpitava nas mãos dela.
De repente, a loira parou de me chupar e libertou os
seios. Lindos. Quis tocá-los, mas ela me impediu. Reclamou:
- Só faça o que eu te pedir. Gosto de homens obedientes
como um cachorrinho, entendeu?
- Au au...
Ela riu. Um riso maravilhoso. Voltou a mamar-me o
cacete. Sua boca era quente e molhada. Deu-me vontade, no-
vamente, de ejacular na goela dela. Lembrei-me que minha
irmã me disse que tinha nojo de gozada na boca. Ela deveria
ter, também. A loira falou:
- Agora, meu bem, quando tiver vontade de gozar, me
diga...
- Eu quero. Estou quase gozando.
- Aguente só mais um pouco. Ainda é cedo pra isso.
Eu aguentei. Ela começou a passar a língua por toda a
extensão do meu caralho. De lá pra cá e de cá pra lá. A von-
tade de gozar desapareceu. Voltei a relaxar. De repente, ela
engoliu meu cacete de uma vez, até tocar com os lábios no
meu púbis. Senti a glande penetrar na sua garganta apertada.
Gemi:
- Ahhhhhhhhhhhhhh... não vou... conseguir... me
prender mais...
Ela ergueu-se da minha frente, de repente. Ficou de pé
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diante de mim. Disse:
- Goza agora. Se o jato alcançar a altura dos meus seios,
continuo te chupando. Se não, só volto a te chupar amanhã.
FIM DA SEGUNDA PARTE
MINHA IRMÃ BUNDEIRA14
Capítulo 03
Ojato não alcançou os seios dela. Espirrou em sua barriga.
Percebi que minha irmã, sentada no sofá, quase se atra-
vessa na frente do jorro de sêmen, mas se conteve. Quando
eu senti que iria gozar, peguei meu pau com a mão e apontei
a cabeçorra pra cima, querendo concentrar o gozo nos seios
dela, mas não houve jeito. Adriella sorriu de maneira sacana,
enquanto eu espirrava várias vezes no vazio. Parecia ter al-
cançado o seu objetivo: me deixar frustrado. Depois, seguiu
em direção ao banheiro. Fechou a porta, me impedindo de
ir até ela. Juro que fiquei com vontade de lambuzá-la toda de
porra. Antes de sair de perto de mim, ela disse à minha irmã:
- Ele é fraquinho.
Eu não esperava que Raffa me defendesse. Ela rebateu:
- Ele está cansado, pois gozou várias vezes comigo.
Quando a outra se trancou no banheiro, Raffa me dis-
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se, baixinho:
- Tá vendo? Eu disse que se contivesse na punheta.
Agora é bem capaz dela não querer mais trepar contigo.
Eu não retruquei. Na noite anterior, depois de tomar
banho com minha irmã, eu bati umas três bronhas. Minto.
Bati a quarta de madrugada, quando mainha não estava em
casa e Raffa estava dormindo. É que quase não consegui pre-
gar o olho, pensando em seu corpo nu.
Depois de tomar banho, a loira me beijou levemente
os lábios e disse que voltaria no outro dia. Também beijou a
boca de minha irmã e eu estranhei aquela intimidade entre
as duas. Minha irmã foi leva-la ao portão. Quando voltou,
perguntou pra mim:
- E aí? Satisfeito?
- Eu queria mais. A tua amiga é muito gostosa.
- Ela prometeu voltar amanhã. Disse que gostou de ti,
apesar de esperar que você fosse mais tarado. Deu um des-
conto por ser a primeira vez e por eu lhe ter dito que você é
tímido.
- Fale mais baixo, senão mainha pode escutar.
- Dona Rosemary escutar? Duvido. Ela já deve estar no
terceiro sono.
- Você não ficou excitada?
- Muito. Mas nem comece: não vou trepar contigo.
- Foi uma pergunta simples. Vou respeitar a tua von-
tade: nós não voltaremos a transar. Se me der vontade, bato
outra punheta.
- Muito bem. Esse cuzinho aqui você perdeu o direito
de foder. Agora, vou tomar um banho. Se quiser, venha me
olhar de novo.
- Não, obrigado. Já estou satisfeito - menti, querendo
esnobá-la.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA16
Ela nem se deu ao luxo de me responder. Tirou toda
a roupa na sala e caminhou até o banheiro. Percebi que ha-
via trancado a porta. Levei a mão ao pau, na intenção de me
masturbar. Desisti, quando percebi que o caralho estava rela-
xado. Eu não conseguiria uma ereção tão cedo.
No outro dia, pela manhã, acordei tarde e vi que nossa
mãe já estava acordada. Raffa já havia saído. Tinha médico
periódico marcado para aquela manhã. Mainha perguntou:
- Quem estava aqui, ontem à noite?
- Uma amiga de Raffa, mãe. Mas foi-se embora rapidi-
nho.
- Vocês transaram? Ainda estou sentindo cheiro de
sexo no ar e há umas manchas estranhas no chão.
Eu fiquei encabulado. Não esperava por aquela pergun-
ta. Respondi:
- Ela me bateu uma punheta, mãe. Antes de ir, deixou-
-me satisfeito.
- Afaste-se daquela loira, meu filho. Aquilo é mulher de
programa. Logo, vai querer cobrar pela foda. Vá por mim...
- Ela fode bem. Se me pedir grana, não dou. Não tenho
para dar. Mas acho que ela sabe que eu sou um pobretão. Não
me cobrou nada pelo sexo que fizemos.
- Tome cuidado. Ela me parece um depósito de Aids.
Use camisinhas. Não se arrisque.
- A senhora se arrisca quando está trepando?
- Que falta de respeito é essa, menino?
- Desculpe. É que não acredito que a senhora passe tan-
to tempo sem sexo. Na verdade, nunca falamos sobre isso. A
senhora parece fugir do assunto, apesar de eu e minha irmã
já sejamos adultos.
Minha mãe esteve pensativa, mastigando um pedaço
de pão assado na manteiga. Depois, disse:
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- Eu não gosto de falar sobre sexo. Tenho receio de dar
informações erradas a vocês. Mas você tem razão: eu faço
amor, de vez em quando. Porém, me arrependo todas as ve-
zes.
- Se arrepende por quê, mãe? Sexo é tão bom...
- Eu sofro assédio, meu filho, dos médicos do hospital
onde trabalho. Como tenho um corpo desejável, quase todos
os médicos me procuram de madrugada, quando o plantão é
mais ameno. Principalmente os médicos mais jovens e os es-
tagiários, que sabem que trepo com os médicos mais antigos
do hospital.
- Se não gosta, por que se presta a isso?
- Para que vocês terminem suas faculdades. Como eu
poderia fazer isso se fosse demitida?
- Chegariam a tanto?
- Você não conhece essa raça. A maioria é de riquinhos
que acham que pobre é lixo. Por isso, nos deixam morrer à
mingua. Só se esmeram a salvar vidas de quem tem dinheiro.
Eu devo dar graças a Deus por ter esse corpão atraente.
Era verdade. Minha mãe tinha um corpo mais esbelto
e formoso do que o da minha irmã. Eu a respeitava muito
para ter percebido isso. Agora que percebi, meu pau deu um
pinote. Ela estava cabisbaixa, com duas lágrimas rolando pe-
las faces, por isso não percebeu. Eu estava de cueca. Tive que
botar minha mão na frente, para encobrir o volume. Ela le-
vantou-se da mesa da cozinha e caminhou em direção ao seu
quarto. Suas carnes se tremiam, enquanto andava. Tinha um
rebolado suave, elegante. Deu-me vontade de correr para o
banheiro e bater uma punheta na intenção dela, mas desisti.
Tinha que ir para a faculdade. Eu podia me dar ao luxo de
estudar à tarde, já que não trabalhava. Mas aquilo estava para
mudar. Eu não ia deixar minha mãe ser abusada pelos médi-
cos que trabalhavam com ela.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA18
Pouco depois, eu caminhava pensativo em direção ao
ponto do ônibus. Procurava um jeito de conseguir um em-
prego. Por isso, não ouvi imediatamente a buzina de um car-
ro bem perto de mim. Só quando chamaram meu nome é
que fiquei ligado. Era o meu professor de História. Morava
na mesma rua que eu, só que um pouco distante lá de casa.
Ele ofereceu:
- Oi, quer uma carona?
Eu quis. Assim, economizaria passagens para procurar
emprego. Sentei-me ao seu lado e agradeci. Ele, no entanto,
foi logo dizendo:
- Dia desses, vi a senhora tua mãe. Fiquei admirado da
beleza dela. Nem parece ter dois filhos adultos.
- Você também conhece minha irmã?
- Claro. De vez em quando, dou carona a ela. Foi assim
que fiquei sabendo que é tua mana.
- Dá carona a ela? Eu não sabia.
- Aquela garota é doidinha. Pena ser de menor. Como
professor, não posso fazer uma merda dessas.
- Como assim?
- Aceitar transar com ela. Ela já me cantou várias vezes,
mas eu corri da xana. Confesso que tenho vontade de fodê-
-la. Mas sou comprometido, tenho receio dela me entregar à
minha noiva. Por falar nisso, vou ter que passar na casa dela,
antes de irmos à faculdade, pode ser?
- Claro, professor. Se eu fosse de ônibus, levaria mais
tempo pra chegar. Esteja á vontade.
Quando o professor parou na frente de uma residência
luxuosa e sua noiva entrou no carro, eu quase que dou um
assovio. A morena era muito bonita e gostosa. Eu havia ido
para o banco de trás, quando ele parou na frente da casa. Ele
ligou do celular e ela não demorou a vir. Enquanto caminha-
va para perto de nós, eu a observava. Seu caminhar era muito
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 19
sensual e elegante, como se tivesse treinado à exaustão para
ser tão sexy. O meu professor falou:
- Anjo, esse é Felipe, um aluno meu. Felipe, esta é mi-
nha noiva Hozana.
- Muito prazer. É um garotão muito bonito. Gostei dele.
É um aluno aplicado?
- Mais ou menos. Vai passar de período. Não é de per-
turbar minhas aulas, como os outros. Cadê meu beijo?
Ela o beijou com uma sensualidade nunca vista por
mim. Eu me peguei de cacete duro, imaginando uma foda
com ela. Hozana devia ter uns vinte e cinco anos, no máxi-
mo. Meu professor aparentava ser uns dez anos mais velho
que ela. Depois de se sentar ao lado do meu professor, a bela
morena me perguntou:
- Você já trabalha, garoto? Estão precisando de um fun-
cionário jovem na empresa de papai.
Eu tomei um susto. Ela parecia ter adivinhado os meus
pensamentos. Apressei-me a responder:
- Não, senhora. Estou atrás de emprego, mas não tenho
profissão ainda.
- Sabe lidar com um computador?
- Acho que sim. Já tive um, mas quebrou há alguns me-
ses e não pude consertá-lo.
- Sabe digitar?
- Sim. E sou rápido.
- Ótimo. Hoje, você vai perder tuas aulas. Vai comigo
até a empresa de papai. Vou te contratar para trabalhar na
minha sala, junto comigo. Quer?
- Oh, claro. Não vou desperdiçar uma chance dessas.
Não tenho provas, hoje. Amanhã, volto à faculdade. Preten-
do trancar meu curso.
- Não há a necessidade disso. Quero você trabalhando
apenas seis horas. Não tem muito a fazer na empresa, mesmo.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA20
Eu fiquei muito contente por não ter que interromper
a faculdade. Jogaria fora todo o esforço feito por minha mãe.
Mas havíamos chegado à empresa do pai dela e o professor
parou na frente. Descemos e ela o beijou demoradamente.
Agradeci a carona e segui com ela. Logo, estávamos na sua
sala. Era uma sala pequena, mas bem equipada. Também era
bem decorada. Havia uma mesa maior, reservada a ela. Fi-
quei numa menor, com direito a armário, birô e computador
de última geração com uma tela enorme. Ela me mandou li-
gar o meu aparelho. Acho que queria me testar. O PC era
novo, quase não tinha nada gravado nele. Ela me disse que
ele nunca havia sido utilizado. Pediu-me que eu criasse um
diretório com meu nome e gravasse na área de trabalho. Fiz
isso. Ela sorriu, satisfeita. Depois, disse:
- Vou à sala do meu pai, falar com ele. Talvez, não vol-
te mais aqui. Você passou no meu teste. Começa a trabalhar
amanhã. Chegue cedo. Quando abrir o PC, vai encontrar ins-
truções de trabalho na tela. Nem sempre estou aqui, mas po-
demos nos comunicar com um programinha interno exclusi-
vo. Poderá falar comigo através dele, sem que ninguém, além
de nós, tenha conhecimento das nossas conversas, fui clara?
- Sim, senhora.
- Então, pode ir. Até amanhã.
Saí dali ainda abobalhado. Estava contente por con-
seguir um emprego tão rápido. Nem perguntei quanto seria
meu salário. Estava doido para chegar logo em casa e dar a
notícia à minha irmã. Àquela hora, minha mãe já devia ter
saído para trabalhar no hospital. Não tínhamos telefone, ne-
nhum de nós. A grana que a coroa ganhava não dava para
esses luxos. Mas, agora, as coisas iriam mudar.
Quando cheguei em casa, minha irmã ainda não esta-
va. Liguei a tevê e fiquei sentado no sofá, agradecendo a Deus
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pelo emprego. Ali, peguei no sono. Não sei quanto tempo
passei dormindo. Acordei com a voz de minha irmã dizendo
para alguém:
- Bem, este é meu irmão.
- Ele é bonito. Será que vai me querer?
- Ele não tem querer. Fará o que eu mandar. Mas é inex-
periente em matéria de sexo.
- Tudo bem. Você sabe que eu também nunca fodi...
Continuei fingindo dormir, mas entreabri um olho. Vi
a moça que falava com minha irmã, mas não vislumbrei o seu
rosto. Ela estava de costas para mim. Era alta e magra. Magra
até demais. Tinha cabelos longos, batendo na altura da bun-
da. Ela virou-se para mim e fechei os olhos rapidinho. Não
deu para ver-lhe as feições. Ouvi minha irmã dizer:
- Esteja à vontade. Se ele se acordar, falo com ele. Mas
se eu fosse você, o chuparia sem desperta-lo. A tensão de ser
flagrada é muito exitante.
Percebi que minha irmã me mandava um recado para
permanecer de olhos fechados, fingindo dormir. Senti duas
mãos tirando minha calça com cuidado. Eu me mexi, mais
para lhe facilitar o intuito. Ela parou por um instante, depois
voltou a me despir. Em seguida, tirou-me a cueca. O pinto
saltou ainda mole. Ela o pegou delicadamente e depois senti
seus lábios nele. Meu pau ainda estava babado, de ter ficado
duro com a visão da noiva do meu professor. Ela reclamou,
baixinho:
- O pau dele está melecado. Acho que andou trepando
há pouco.
- Deixa eu ver...
Senti meu caralho mudar de mãos. Minha irmã o chei-
rou, antes de dizer:
- Não, ele deve ter ficado excitado com algo. Mas não
MINHA IRMÃ BUNDEIRA22
gozou. Deve estar com os bagos cheios de porra, como você
gosta. Quer que o acorde, para se lavar?
- Não. Prefiro assim. E tenho medo que ele acorde. Não
queria que me visse.
- Minha mãe tem sedativos guardados na geladeira.
Posso aplicar um nele.
- Melhor. Faça isso, por favor.
Ouvi passos se afastando da sala, depois senti minha
irmã próxima a mim. Passou um algodão com álcool no meu
ombro, depois disse:
- Esconda-se no quarto. Se ele acordar, não vai te ver.
- Ouvi passos apressados irem para o meu quarto. Aí,
minha irmã disse baixinho:
- Sei que está acordado. Continue fingindo. Estou
te aplicando apenas umas vitaminas. Devem aumentar tua
quantidade de esperma. Ela adora engolir tudinho.
- Está bem.
Senti o líquido ser injetado. Não doeu. Movi a cabe-
ça, como se tivesse desmaiado. Ouvi passos se aproximando.
Uma voz perguntou:
- Será que ele não vai acordar antes de gozar?
- Claro que não. Pode extrair todo o leitinho dele, sem
nenhum receio.
Ela voltou a me mamar. Masturbava-me, enquanto me
chupava de forma gulosa. Chegava a fazer barulho, as suas
chupadas no meu pau duro. Fazia-o de forma desajeitada e eu
estava mais incomodado do que apreciando a felação. Minha
irmã deve ter percebido, pois disse:
- Mais devagar. Assim, vai machucá-lo. Faça como vi-
mos ontem naquele vídeo.
Aí, sim, ela chupou com delicadeza. Alisava minhas
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 23
coxas, meu tórax e meus bagos, sem largar do meu cacete.
Lambia-o com delicadeza. Deglutia meu líquido viscoso.
Tremulava a língua no buraquinho do meu pau. Encostava
o membro no rosto e depois voltava a chupá-lo com carinho.
E nada da vontade de gozar aflorar em mim. Ela reclamou:
- Ele não vai gozar? Quero tomar o seu leitinho, antes
que acorde.
- Ele não vai acordar, já te disse. Faça aquilo que a gente
viu no filme. Isso irá apressar seu gozo.
- Será?
E eu senti ela lambuzar meu fiofó com cuspe. Aperreei-
-me. Adivinhei a sua intenção. Nunca alguém havia invadido
meu cuzinho. Nem eu mesmo. Ia abrir os olhos, quando mi-
nha irmã disse:
- Penetre com delicadeza, pra não acordá-lo. Garanto
que ele irá até gostar.
Aquela boca voltou a me chupar, enquanto fazia cír-
culos com o dedo em meu ânus. Apertei o bicho, para evitar
a penetração. Ela passou muito tempo lubrificando a porta
do meu cuzinho com mais saliva, sem introduzir o dedo.
Me chupava, ao mesmo tempo que brincava com as minhas
pregas. Então, cansei de prender a rosca. Ela percebeu. Foi
introduzindo a falange aos poucos. Depois, começou a fazer
movimentos circulares com o dedo. No início, fiquei incomo-
dado. Depois, estava até gostando do fio terra. Ela continua-
va me chupando com leveza. Então, bateu-me a vontade de
gozar. Começou com uma sensação gostosa no cu, que logo
se espalhou pela pica. Comecei a resfolegar. Ela aumentou os
movimentos dentro do meu cu e apressou a masturbação do
meu caralho. Dizia:
- Goze, meu belo. Goze. Me dê toda a tua porra...
Eu abri os olhos. Ela espantou-se. Quis parar, mas mi-
MINHA IRMÃ BUNDEIRA24
nha irmã disse:
- Não se preocupe. É só um ato reflexo. Ele está total-
mente sedado. Continue. Deve estar já gozando.
Ela continuou. Pude ver seu rosto. Era magro, mas bo-
nito. Parecia uma dessas modelos bem exóticas. Seus seios
eram muito pequeninos, mas empinados. Era alta e magra.
Seus cabelos longos emolduravam seu rosto, destacando seus
olhos. Senti a porra quase chegando à glande. Gemi de pra-
zer. Ela também, quando sentiu o primeiro pingo na boca.
Apressou a punheta. Quase gritou:
- Goza. Goza safado, na minha boca. Me dá teu sabor...
Gozei. Uma gozada cavalar. Foi muito esperma saindo
da rola. Ela se engasgou várias vezes, mas não largou o nervo.
Peguei sua cabeça entre as mãos e ela não fugiu de mim. Go-
zei na sua goela, como queria fazer com a loira amiga de mi-
nha irmã. Continuei tendo espasmos de gozo e ela não parou
de limpar meu esperma com a boca. Bateu-me uma fraqueza
imensa e eu acho que apaguei.
FIM DA TERCEIRA PARTE
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 25
Capítulo 04
Acordei com minha irmã batendo em meu rosto. Dei um
pulo do sofá. Despertei na hora. Ela falou:
- Porra, já estava ficando preocupada. Nunca vi nin-
guém desmaiar depois de uma gozada. Estava pensando que
era efeito da vitamina que te apliquei.
- Cadê a moça?
- Angelina? Foi embora, antes que você se acordasse.
- Por que esse temor dela?
- Ela se acha feia. Nunca teve um namorado. Acreditou
que era lésbica e se aproximou de mim na faculdade. Tran-
samos uma única vez, mas ela descobriu que gosta mesmo
é de homem. Alugamos uns filmes pornôs e assistimos na
casa dela, pois mora sozinha. Ela ficou curiosa por chupar
um pau. Aí, ofereci o teu.
- Sem nem me consultar?
- Achou ruim?
MINHA IRMÃ BUNDEIRA26
- Não. Foi a melhor gozada que já dei. Obrigado.
- De nada. Mas ainda vou te cobrar por isso. Está na
hora de você saber o que eu quero.
- Diga lá.
- Ontem, vi quando você pegou carona com teu profes-
sor. Eu gosto dele, mas ele acha que sou menor de idade. Não
quer trepar comigo. Quero que você o convença. Estou doida
para dar a bunda a ele.
- O pessoal da faculdade diz que ele tem uma bimba
enorme.
- Por isso mesmo eu o quero. Dia desses, ele deixou eu
abrir sua braguilha. Até dei-lhe uma chupadinha básica. Es-
távamos em seu automóvel e eu quis sentar-me em seu colo.
Foi quando ele cismou que eu era de menor. Botou-me do
carro pra fora.
- Ele tem noiva, Raffa. Eu a conheci.
- E daí se ele é comprometido? Não quero casar com
ele, cacete. Só quero experimentar aquela pica enorme no
meu cu.
- Está bem. Vou ver o que posso fazer. Mas não garanto
nada.
- Se conseguir convencê-lo, depois te dou meu cuzi-
nho. Mas só mais uma vez, ouviu?
- Não quero mais teu cuzinho -, esnobei-a - faço-te o
favor em troca de já ter me trazido duas para transar.
- Você é quem sabe. Não terá outra oportunidade.
Quase que eu me arrependo de tê-la esnobado. Ainda
estava afim de foder seu anel. Mas mantive-me resoluto:
- Tudo bem. Passou minha vontade de te foder de novo.
Mas tenho uma coisa para te dizer: amanhã, começo a traba-
lhar. Consegui um emprego. Quando estiver confiante de que
não vou ser demitido, peço para mainha sair do hospital.
- Acha que ela vai querer? O teu salário será um dinhei-
rinho a mais.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 27
- Ontem, ela me reclamou de ser assediada pelos médi-
cos de lá. Só mantém o emprego porque fode com eles.
- Upalalá. Disso, eu não sabia. Conversamos muito,
mas ela nunca me contou. Por que contou pra ti?
- Sei lá. Ela está triste com a situação. Até chorou.
- Tadinha. Mas se você pode trabalhar, eu também
posso. Pretendo ir morar sozinha, como ela sempre desejou.
Onde você trabalha não tem vaga pra mim?
- Não sei. Nem sei que tipo de empresa é aquela. Só vou
saber amanhã, que é o meu primeiro dia de trabalho.
- Então, boa sorte, maninho. E boa noite. Agora vou
dormir. Não fique batendo punhetas. Vá dormir também,
que é para acordar cedo amanhã.
Acordei um pouco depois das seis. Tomei um banho
rápido e comi um sanduíche frio. Sorvi uma xícara de café,
para espantar o sono, e saí de casa. Peguei logo um ônibus.
Eu estava doido para rever Hozana, a noiva do meu professor.
Naquela noite, eu havia sonhado com ela. Mas não foi um
sonho erótico. Mesmo assim, acordei feliz por tê-la visto bem
próxima a mim. No sonho, ela dizia que me amava.
Quando cheguei à empresa, fiquei frustrado. Ela não
estava na sala. Perguntei a duas mocinhas que trabalhavam
na sala contígua. Disseram que Hozana só costumava dar
expediente depois das quintas-feiras. Mas que eu desse uma
olhada na tela de abertura do computador: ela sempre deixa-
va tarefas.
Agradeci e voltei para a minha sala. Liguei o PC. Real-
mente, havia uma mensagem para mim. Pedia que eu abrisse
meu diretório e classificasse umas fotos que havia lá. Fizesse
isso ainda pela manhã, pois ela iria querer ver essa minha
classificação.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA28
Quando a tela da área de trabalho abriu, fiquei saben-
do em que tipo de empresa eu trabalhava pelo logotipo que
apareceu: era uma agência de modelos. Ao ver as fotos ar-
quivadas, tive a certeza disso. Meu diretório continha mais
de cem imagens de jovens lindíssimas, com média de idade
em torno dos dezoito aninhos. A maioria estava de maiô ou
biquíni, para mostrar o corpo esguio. Algumas, eu considerei
insossas. Mas, a maioria, era de beleza impressionante. Reli
o recado que ela deixou na minha tela e comecei a trabalhar.
Depois de visualizar as fotos de cada uma delas por diversas
vezes, comecei a classifica-las. A mais bonita recebeu de mim
o número 001. As demais, foram seguindo essa numeração
pelo quesito beleza. Por volta das dez da manhã, meu traba-
lho estava pronto. Enviei um recado para Hozana, dizendo
em que pasta estavam as fotos escolhidas. Pouco depois, re-
cebi a mensagem:
- Parabéns. Tem bom gosto e eu estou adorando a tua
eficiência. Vai ganhar um bônus, por causa disso. Tranque
sua sala a chave e abra o diretório que vai receber. Classifique
as novas fotos. Lembre-se: sigilo é a tônica da nossa relação
de trabalho.
Achei aquelas palavras muito enigmáticas, mas esperei
aparecer na minha tela o novo lote de arquivos. Quando o
abri, tive uma grata surpresa: eram mais de trinta fotos e em
todas a noiva do meu professor se exibia nua! Em algumas,
aparecia em close, arreganhando a boceta. Noutras, estava
de costas, oferecendo a bundona. Em duas imagens, tinha o
dedo enfiado no cu. Fiquei logo de pau duro. Olhei em volta.
Não tinha como ser flagrado de pau de fora, ali. Abaixei qua-
se que totalmente minhas calças e cueca e me preparei para
bater uma punheta. Uma nova mensagem apareceu na tela:
- Antes de se masturbar, classifique as mais tesudas.
Vou querer coloca-las num site erótico que possuo.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 29
Arrisquei perguntar através do programinha de comu-
nicação:
- Qual o endereço do site?
Ela me forneceu o endereço, mas alertou que eu não
deveria estar online em horário de trabalho. Sugeriu que eu
desse uma olhada no site em casa. Eu a lembrei de que não
tinha mais computador, que o meu estava quebrado. Sua res-
posta me surpreendeu:
- Ok. Pode surfar aí mesmo, no escritório. Mas terá que
se exibir para mim, também.
- Como assim?
- Tire totalmente as roupas e permaneça sentado frente
à tela. Quando fizer isso, aceite a minha conexão direta.
Fiz o que pediu. Pouco depois, eu a via ao vivo na tela
do meu PC. Estava totalmente nua. Parecia teclar do seu
quarto, pois estava sentada na cama. Havia vários apetrechos
eróticos espalhados perto dela. Um deles era um pênis de
borracha enorme. Ela falou ao microfone:
- Oi. Surpreso?
- Sim, claro. A que devo a honra?
- Desde que te vi, te achei bonito e sexy. Talvez inexpe-
riente, mas isso se conserta.
- Você também é muito gostosa e linda. Fiquei tarado
em ti. Está pensando em sexo virtual?
- Claro. Eu adoro. Sou viciada em sexo virtual, mas
meu noivo não é da mesma opinião. Também não tem me
dado o que eu mais aprecio.
- E o que você mais aprecia?
- Só digo se mostrar teu pau pra mim. Quero ver se é o
que estou pensando.
Ajeitei a câmera do computador de maneira a ela poder
ver meu caralho já duro. Ela sorriu feliz. Disse:
MINHA IRMÃ BUNDEIRA30
- Eu estava certa. Tem a ferramenta do tamanho que eu
gosto. Meu noivo tem um pau exagerado de grande. Todas
as vezes, fico dias sem poder foder de novo, de tão dolorida.
- Por que não vem aqui? Posso satisfazer essa tua xana
gulosa.
- E quem está falando em xana, menino? Gosto de to-
mar no cu. Assim, não engravido. Ainda quero casar-me com
o professor, senão não tenho a herança do meu pai.
- Vai se casar apenas por interesse?
- E por que não? Rola eu posso ter a qualquer instante,
mesmo se estiver casada. O professor é um boboca. Mas é
muito amigo do meu pai. O velho sempre quis que eu me
casasse com ele. Não é ele que aguenta aquela trolha enorme
do cara...
- Pergunto de novo: por que não vem aqui?
- Ficou afim de me foder, foi?
- Sim, desde que te vi pela primeira vez.
- Está bem. Vou mandar alguém te buscar aí. Se você
conseguir chegar inteiro, fodemos.
- Como assim?
- Já vai saber. Até daqui a pouco.
Não demorou muito e o interfone tocou. Uma voz fe-
minina falou:
- Senhor Felipe? Aqui é Mariana, motorista da senhora
Hozana. Venha, por favor, ao estacionamento privativo. Te-
nho ordens de leva-lo até ela.
Terminei de vestir-me e fui até lá. Havia um carro es-
portivo todo preto no estacionamento. Todos os seus vidros
estavam levantados e eram fumês, não dando pra ver quem
estava dentro. Quando me aproximei, ouvi um click caracte-
rístico de uma porta se abrindo. Entrei e sentei-me ao lado da
motorista. Ela estava totalmente nua! Era belíssima de rosto,
mas muito magra pro meu gosto. Perguntei:
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 31
- Vamos?
- Sim. Mas antes, preciso da minha dose diária de por-
ra. Faz parte do tratamento para que eu ganhe massa corpó-
rea, sabe? Me acham muito magrinha para ser modelo. Te-
nho que aumentar uns quilinhos em menos de uma semana,
que é quando haverá novo desfile de moda.
- Está me dizendo que quer me chupar?
- Isso. Tenho a permissão de dona Hozana. Ela é muito
gentil. Deixa que eu te use antes dela.
- Ela mesma te disse para me chupar?
- Sim, bobinho. Ela não liga. Só quer foder. Adora dar
o cu. Mas não gosta muito de chupar. Fazemos isso por ela.
- Se você está dizendo... então, pode começar a felação
- eu disse, arriando a calça junto com a cueca. A jovem sor-
riu contente. Ajeitou-se na cadeira e pegou meu pau. Ele já
estava duro e babando de tesão. A beldade caiu de boca. Era
uma profissional. Chupava com uma leveza incrível. Eu qua-
se não sentia sua boca no meu caralho. De vez em quando ela
beijava meus lábios, sem parar de me masturbar o cacete. Seu
hálito era doce e aromático. De repente, ela veio para a mi-
nha cadeira. Encostou seus biquinhos dos seios em meu pei-
to, enquanto me beijava de língua. Quando eu menos esperei,
encaixou a vulva em meu pau. Esta estava quentíssima, quase
pegando fogo. Começou a menear o corpo, já quase gozando.
Da sua xana escorria uma baba viscosa que se derramava no
meu colo. Gemia ao meu ouvido:
- Ai, safado. Estou quase gozando. Que caralho gosto-
so. Não vou conseguir me conter. Morde meus seios, morde...
Mordi. A princípio, com cuidado para não machucá-la.
Ela gemeu:
- Morde com força. Quero vê-lo sangrar. Eu gosto as-
sim...
MINHA IRMÃ BUNDEIRA32
Não tive coragem. Apertei só mais um pouco, mas ela
queria mais. Sussurrou ao meu ouvido:
- Eu quero assim, ó...
E mordeu meus lábios até que senti o gosto do sangue.
Doeu. O sangue escorreu do lábio machucado. Fiquei com
raiva. Meti a boca no outro biquinho do seio dela e só parei
quando senti o líquido rubro escorrer. Ela gozou na minha
pica. Jorrou um jato forte dali, inundando meu colo e escor-
rendo para o banco do carro. Mariana gemeu alto e depois
começou a ter convulsões orgásticas. Aquilo para mim era
novo. Parei os movimentos de cópula e fiquei olhando ela
gozar. O último jato do líquido esbranquiçado fez a morena
desmoronar sobre o meu corpo.
FIM DA QUARTA PARTE
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 33
Capítulo 05
Esperei Mariana se recuperar da gozada. Quando o fez, se
desculpou:
- Me perdoa, tá? Faz um tempão que eu só chupo, sem go-
zar. Dessa vez não consegui me segurar. Dona Hozana vai ficar
chateada de te ver todo sujo de minha porra. Ai, meu Deus. É
bem capaz de me demitir.
- Leve-me a algum lugar onde eu possa tomar um banho
rápido e ela nem vai perceber.
- Onde você mora?
Eu disse. Ela achou longe. Falou:
- Minha casa é mais perto. Passemos lá.
Ela morava sozinha num quitinete que tinha garagem no
subsolo por onde se podia entrar no apê. Me levou ao banheiro e
me deu um banho rápido com sabonete. Aconselhou-me a não
usar perfume pois a patroa poderia reconhecer o cheiro dela.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA34
Também não molhei o cabelo. Mariana fez um curativo rápido
em meu lábio machucado, disfarçando o corte. Pouco depois,
estávamos na luxuosa casa de Hozana. Ela veio nos receber ape-
nas de calcinha. Tinha mesmo um corpão. Nua e ao vivo, era
mais tesuda que em fotografias. Elogiei sua boa forma. Ela ape-
nas sorriu, como se fosse convencida de que era a gostosona.
Não me deu atenção. Perguntou para Mariana:
- Está inteiro?
- Sim, senhora. Não quis trepar comigo, nem deixou que
eu o chupasse. - Mentiu ela.
- Garoto esperto. Vai ganhar um extra por causa disso.
Obrigada por trazê-lo, Mariana. Ligue para algum dos modelos
e diga que fui eu que te mandei. Chupe-o à vontade. Tem de
estar em forma para o desfile. Está dispensada.
A morena belíssima foi embora, depois de me piscar um
olho. Hozana me pegou pela mão e me levou para dentro da sua
mansão. Não havia nenhum empregado. Perguntei por eles. Ela
respondeu:
-Dispenseitodomundo.Dissequeestavaestressadaenão
queria ninguém por perto. Na verdade, não quero que saibam
que traio meu noivo. Se meu pai souber, também sou deserdada.
- Entendo. Por que se arriscou?
- Você parece apreciar ouvir que eu gostei de você, não
é? Ainda mais agora, que rejeitou minha funcionária para se
dedicar a mim. Já testei outros aspirantes ao emprego e todos
sucumbiram ao chame de minhas motoristas. Dispensei-os na
hora. Por isso, fico sempre sozinha naquele escritório.
- Mora sozinha nessa casa enorme?
- Não. Moramos eu e o professor, apesar de ainda não ser-
moscasados.Meupaipermiteissoporquererquecasemoslogo.
- E tua mãe?
- Não conheço minha mãe. Dizem que meu pai era apai-
xonado por ela, porém ela casou com outro. Mas não falemos de
coisas tristes. Você veio aqui para foder minha bunda, lembra?
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 35
Pois quero te dar um bônus por ter rejeitado Mariana para se
preservar para mim.
- Que bônus seria esse?
Ela já me tirava as calças, junto com a cueca. Meu pau
saltou ainda mole. Ela sorriu. Disse:
- Eu não gosto de chupar pau babado das outras. Prefiro
assim, quando está limpinho. Desse jeito, conheço o verdadeiro
gosto dele. E adoro senti-lo crescendo em minha boca. Venha.
Deite-se em minha cama. Adoro chupar um homem que já este-
ja em posição de eu me sentar em seu cacete. Portanto, prenda a
vontadedegozarnaminhaboca.Sóderrameseuleitinhonami-
nha bunda, está ouvindo, meu garoto? - Ela dizia isso enquanto
se livrava dos apetrechos sexuais espalhados sobre o leito.
Foi difícil me conter. Ela chupava muito bem, apesar de
Mariana chupar melhor. Segurei o gozo até ela, finalmente, se
sentar em meu caralho duríssimo e todo babado da sua saliva.
Ela acocorou-se sobre mim e eu senti minha pica entrando em
seu cu aos poucos. Ela gemia de prazer a cada centímetro intro-
duzido em se cuzinho escorregadio. Achei que iria meter num
cu apertado, mas o dela escorregava como se estivesse lubrifica-
do com manteiga. Ela percebeu minha frustração. Disse, triste:
- Ele é frouxo, não é? Eu sei disso e fico tristonha. É o re-
sultadodeengoliraquelapicamonstruosadomeunoivo.Agora,
não tem mais jeito. Meu cuzinho ficou alargado. Porém, aprendi
uma coisa para compensar isso, quer ver?
- Quero, sim.
E ela se enfiou na minha pica até o talo. Depois, ficou
abrindo e fechando o cu. A cada aperto, me dava vontade de
gozar. Principalmente porque eu não havia gozado com a moto-
rista. Disse a Hozana:
- Ahhhhhhhhhh, isso é muito gostoso. Eu vou gozar...
- Não goze ainda, amor. Deixa eu gozar primeiro. Depois,
MINHA IRMÃ BUNDEIRA36
você derrama toda essa tua porra dentro da minha bundinha,
tá?...
E ela começou a cavalgada. Primeiro, bem lentamente. Se
enfiava ao máximo, depois se retirava até quase a glande se de-
sencaixar do seu ânus. Voltava a se enfiar. Fez isso várias vezes,
até começar a gozar pelo cu. Então, entrou num frenesi desen-
freado. Apressou o galope, de vez em quando dando um acocho
de cu bem apertado na minha rola. Numa das vezes, conseguiu
me levantar pelo pênis, de tanta força que tinha no cuzinho. Eu
continuava prendendo o gozo. Aí, alucinada, ela exigiu:
- Agora. Goza agora. Enche meu cu de porra, caralho. Vai.
Vai. Vaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiii...
Eu fui. Gozei com vontade naquele cu diferente. A quan-
tidade de esperma que depositei em seu buraquinho lubrificado
foi enorme,aopontodetransbordarepingarem mim.Ela ainda
estava de cócoras sobre meu corpo, gritando de prazer. Quando
sentiu minha última golfada de porra, me beijou os lábios quase
com violência, fazendo doer onde já estava machucado. Ao seu
jeito, demonstrava agradecimento pelo prazer que eu lhe havia
proporcionado. Repetia:
- Te amo. Te amo. Te amo, porra...
******************************
Cheguei em casa exausto. Nem fui pra faculdade, trepan-
do com minha patroa. Fodi seu cuzinho várias vezes. Ela gozou
ao ponto de desmaiar. Tive que despertá-la à base de sais. Ainda
bem que eu entendia um pouco disso, por minha mãe ser enfer-
meira. Aí, ela ficou com receio de gozar mais uma vez, temendo
passar da hora do noivo chegar da faculdade. Pediu-me que eu
fosse embora. Por sorte eu tinha algum dinheiro, pois ela não
pediu a nenhuma das motoristas para me levar em casa. Ainda
andei um pedação, mas desisti de ir para casa a pé. Peguei um
ônibus.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 37
Nem tirei a roupa, arriei no sofá. Ouvi minha irmã per-
guntando se era eu quem havia chegado, mas nem respondi de
tão cansado que estava. Adormeci ali mesmo, sem nem ir para a
cama. Minha irmã veio até mim, preocupada. Perguntou:
- Que houve, mano? Chegar a essa hora, cansado desse
jeito?
- O trabalho na empresa é cansativo - menti.
- Coitadinho. Quer que eu te dê uma massagem relaxante,
quer?
Ainda meio adormecido, balbuciei:
- Você sabe fazer isso, mana...?
- Espera... - disse ela, abrindo minha braguilha.
Eu não tive forças para impedi-la. Ela levou meu pau à
boca. Chupava, enquanto me masturbava em movimentos rá-
pidos.
-Não...não,mana...-Eudizia,exausto,semquererqueela
me deixasse mais prostrado ainda.
Mas minha irmã entendeu que eu a rejeitava por ela ter
dito que não treparia mais comigo. Continuou me chupando e
me masturbando, querendo que eu gozasse com urgência. Reu-
ni todas as minhas forças e a afastei de mim. Ela correu para o
quarto, chorando.
Eu, finalmente, consegui dormir.
FIM DA QUINTA PARTE
MINHA IRMÃ BUNDEIRA38
Capítulo 06
Odia estava ainda amanhecendo, quando acordei. Minha
mãe estava sentada junto a mim, me fazendo um ca-
rinho. Nunca mais que ela havia feito isso. Quando abri os
olhos, ela estava sorridente, apesar de seu sorriso ter um ar
cansado. Perguntou:
- Está melhor, filho? Tua irmã me disse que você co-
meçou a trabalhar ontem e que tinha chegado muito cansa-
dinho.
- Bom dia, mãe. É verdade. Estou de emprego novo.
Breve, a senhora poderá pedir demissão do hospital.
- Fico contente por você, mas não vou fazer isso. Não
tenho mais disposição para estar procurando novo emprego.
E ainda estou muito longe de me aposentar. Comecei a traba-
lhar muito tarde.
- Eu trabalho um único expediente, mãe. Se trabalhar
os dois, posso dobrar meu salário. Dará para suprir a grana
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 39
que a senhora gasta em casa. E ainda continuar pagando o
teu INSS.
- Não, filho. Eu não saberia ficar dentro de casa de per-
nas pro ar. Teria que ter uma ocupação qualquer. Agradeço
o que está tentando fazer por mim, mas não vou deixar o
hospital. Vamos mudar de assunto: por que tua irmã estava
chorando, quando cheguei?
- Não sei, mãe -, menti - cheguei cansado e nem fui pra
cama. Caí aqui mesmo, no sofá.
- Ela me disse que tentou te fazer um carinho e você a
rejeitou.
Estive por um momento calado, depois perguntei:
- Ela disse que tipo de carinho quis me fazer?
Minha mãe esteve olhando para mim. Depois me pe-
gou de surpresa com a pergunta:
- Você é bicha, meu garoto? Diga pra mãezinha. Pro-
meto não ralhar com você.
- Por quê está dizendo isso, mãe?
- Raffa me disse que tentou te chupar e você a repeliu.
Isso é coisa de bicha.
- Quer dizer que a senhora concorda que minha irmã
faça sexo comigo?
Minha mãe esteve algum tempo calada. Parecia triste.
Depois, disse:
- Eu devia ter contado muitas coisas pra vocês a mais
tempo. Parece que a história se repete, meu pequeno.
- Como assim, mãe?
Ela levantou-se e foi até o próprio quarto. Voltou com
um cigarro no bico. Sentou-se de novo perto de mim. Eu per-
maneci deitado. Ela alisou minhas pernas, antes de dizer:
- Eu nunca sequer toquei nesse assunto, mas é hora de
MINHA IRMÃ BUNDEIRA40
vocês saberem: ambos são filhos do meu próprio irmão.
- Como é que é?
- Isso mesmo. Você e Raffa são frutos de incesto com
meu irmão Rafael. Éramos filhos únicos. Quando nossos pais
faleceram, ele me assumiu. Trabalhava muito pra nos susten-
tar e não me deixava trabalhar. E cuidava de mim muito bem.
Acabei me apaixonando por ele. Passei a assedia-lo, até que
ele cedeu. Para fugir dos comentários, nos mudamos de onde
morávamos. Passamos a nos apresentar como marido e mu-
lher. Eu engravidei de você, depois da tua irmã. A vida era
bela, até ele se apaixonar por uma moça da cidade grande,
pois morávamos então numa cidadezinha do interior. Foi
quando ele nos deixou por ela.
Ela deu uma pausa para tragar o cigarro. Depois, con-
tinuou:
- No início, fiquei arrasada. Cheguei a vir para cá, atrás
dele. Meu irmão me repeliu. Disse que eu procurasse viver
minha vida. Que não era certo vivermos como um casal,
se éramos irmãos. Que eu desse graças a Deus nenhum de
vocês ter nascido defeituoso. Tive uma crise de depressão e
fui parar num hospital. Fiquei mais de um mês internada.
Ainda bem que havia deixado vocês com uma vizinha e ela
cuidou muito bem dos meus meninos. Foi quando um mé-
dico do hospital se apaixonou por mim. Transamos algumas
vezes, enquanto eu estava internada. Prometeu conseguir um
emprego para mim, num outro hospital onde trabalhava, e
cumpriu sua promessa. Eu achei que ele me amava, mas só
tinha desejo por mim. Tanto que logo espalhou para todos os
médicos do hospital que vivia me comendo. Num instante,
todos me cantavam para foder. Só depois é que descobri que
essa tinha sido a maneira que ele achou para se livrar de mim.
Era casado e não queria que eu encarnasse nele.
- Filho da puta. Quem é esse cara?
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 41
- Agora não adianta ficar com raiva dele, filho. Ele já
faleceu, vítima de um acidente de carro.
- Que se foda. Mas agora entendo porque a senhora
disse que a história se repetia. É por causa de minha irmã,
não é?
- Por causa de ambos. Sempre achei que um dia vocês
se apaixonariam um pelo outro, como eu me apaixonei por
teu tio. Mas venho cismada de que você não gosta de mulher,
filho.
- Isso não é verdade, mãe. Comecei minha vida sexual
bastante tarde, é certo, mas ela hoje está de vento em popa.
Venho trepando bem dizer todos os dias, e com mulheres di-
ferentes. Ontem, mesmo, cheguei cansado por ter estado com
duas.
- Ao mesmo tempo?
- Ainda não tive essa sorte.
- Eu também não tive. Confesso que sempre tive a
curiosidade de fazer amor com dois de uma só vez. Porém,
os médicos do hospital sempre me procuram em separado.
Mas eu juro que, se tivesse um namorado, deixaria de transar
com todos eles. Mesmo se isso significasse minha demissão.
Não aguento mais ser usada por aqueles canalhas.
- A senhora ainda é bonita. Pode muito bem encontrar
um namorado.
- Tenho medo de sofrer a separação de novo, filho.
Acho que eu enlouqueceria. Ao mesmo tempo, não consigo
passar mais de um dia sem sexo. Viciei. Por isso, torcia para
que você e tua irmã se entrosassem.
- Como assim, mãe?
- Se vocês trepassem, não iriam estranhar se eu te pro-
curasse, filho. Então, matando minha vontade de sexo, não
precisaria me submeter àqueles crápulas.
Eu estava perplexo. Sempre respeitei muito minha mãe
para achar que ela tinha intenção em mim. Eu não estava
MINHA IRMÃ BUNDEIRA42
acreditando nos meus ouvidos. Nunca havíamos conversado
tão abertamente como fazíamos naquele momento. Para ter
certeza, perguntei:
- A senhora tem tesão em mim, mãe?
Ela sorriu. Um sorriso maravilhoso. Respondeu:
- Claro que tenho, meu menino. Você é um garoto lin-
do e carinhoso, qualquer mulher se apaixonaria por você.
Sempre pensei em te seduzir, mas temia que me rejeitasse,
como rejeitou tua irmã.
- O caso de minha irmã é diferente, mãe. Eu e Raffa
chegamos a foder, mas ela reclamou que eu a estuprei. Con-
cordo com ela, já que havia sido a minha primeira foda. Fi-
quei doido por foder-lhe o cuzinho. Aí, ela disse que jamais
transaria de novo comigo. Fiquei chateado e não quis mais
trepar com ela.
- Ah, foi assim? Ela não me disse nada disso. Apenas
reclamou, chorando, que você a tinha rejeitado. E isso, para
uma mulher, é pior do que estupra-la.
- Não tenho experiência nessas coisas, mãe. Ajo con-
forme o impulso.
Ela acariciou meus cabelos. Havia ternura em seu
olhar. Levantou-se, apagou o cigarro num cinzeiro que havia
na sala e voltou-se para mim. Estava de camisola. Tirou-a por
cima da cabeça, ficando de calcinha e sutiã. Jogou a camisola
no meu rosto. Senti seu perfume. Cheirei o tecido com gos-
to. Meu pau ficou duro. Quando retirei a camisola da cara,
mamãe estava totalmente nua! Seu corpo era belíssimo, sem
nenhuma estria ou mancha na pele. Eu me sentei no sofá. Ela
estendeu a mão, querendo a minha. Ajudou-me a me levan-
tar e me puxou até seu quarto. Trancou a porta e me empur-
rou suavemente em direção à cama. Sentei-me na borda. Ela
se aproximou de mim e parou quando tinha aquele bocetão
bem na minha cara. Pediu:
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 43
- Chupa, meu filho. Quero ver se sabe chupar uma mu-
lher. Mas não se preocupe. Se não souber, mamãe te ensina.
Eu ainda não havia tido a oportunidade de chupar uma
xoxota. Comecei já lhe chupando o grelo pronunciado, mas
ela avisou:
- Não. Comece abrindo meus lábios vaginais com as
duas mãos e lambendo eles. Procure não tocar no meu pin-
guelo. É a última etapa da chupada em uma mulher, meu ga-
roto.
Fiz o que ela mandou. A cada lambida, mamãe estre-
mecia. Quando lambi lá dentro da vulva, ela pegou minha
cabeça com as duas mãos. Ficou controlando meus movi-
mentos. Quando sentia algum estremecimento, ela afundava
minha cara na sua xana molhada. Começou a gemer alto. Eu
temi que minha irmã se acordasse. Ela não parecia preocu-
pada com isso. Abriu mais as pernas, de pé diante de mim,
e vi sua baba pingar no chão. Sua xoxota estava encharcada.
Ela pediu:
- Agora, me masturba com os dedos. Toca uma siririca
em mãezinha, toca...
Fiz o que pedia. Aproveitei para ficar olhando a expres-
são do seu rosto. Ela revirava os olhos, enquanto eu mexia
nas suas entranhas. Consegui achar seu ponto G ( eu sempre
ouvia falar disso em conversas com amigos) e ela começou
a se tremer toda. Fraquejou das pernas. Deitei-a na cama e
continuei a siririca. Agora ela quase urrava de gozo. Pediu:
- Tire a roupa, meu menino. Não vou querer só mastur-
bação. Quero sentir esse pau na minha xoxota.
Mais que depressa, me despi. O pau doía, de tão duro.
Latejava. Melhorou, quando me livrei das roupas. Minha mãe
abriu mais as pernas, ficando pronta para me receber. Estava
MINHA IRMÃ BUNDEIRA44
tão encharcada que nem precisou que eu lubrificasse a pica
com saliva. Enfiei-me todo, de uma só vez. Ela gemeu alto
e abriu muito a boca e os olhos. Mas não reclamou do meu
ímpeto. Pegou nas minhas nádegas e me puxou mais para
dentro de si. Quando em comecei os movimentos de cópula,
ela me puxou mais ainda para o seu interior. Era como se de-
sejasse que minha pica fosse maior para lhe invadir bem mais
profundo. No entanto, com pouco tempo estava gozando. Es-
pirrou gozo no meu púbis, como a magra motorista Maria-
na. Jorrava gozo igual a ela. Na ânsia de meter-lhe cada vez
mais lá dentro, eu tirava quase que totalmente a rola e depois
a enfiava até o talo, com certa violência. Ela tinha os olhos
fechados e o sorriso aberto. Estava gostando. Eu também. Aí,
num dado momento, minha pica escapuliu. Ela deu um urro
agoniado e pegou meu caralho com a mão. Apontou-o para
si. No entanto, ao invés de encaixá-lo de volta à xana, direcio-
nou-o para o cuzinho. Eu parei de me mexer. Esperei que ela
o ajeitasse no meio das pregas. Ela sussurrou:
- Vai, filho. Fode o buraquinho de mãezinha, fode...
Aquelas palavras me deixaram doido. Pensei em em-
purrar de vez, como fiz com Raffa, mas temi que minha mãe
também reclamasse. Por isso, fui com calma. Eu esperava um
cu arrombado de tanto ser fodido pelos médicos. Porém, o
cuzinho de minha mãe era tão apertado que eu quase não
consegui enfiar-me nem cinco centímetros. Ela voltou a sus-
surrar:
- Empurra de vez, filho. Mãezinha não vai reclamar. Eu
guardei esse cu intacto, durante anos, para ti. Nunca aceitei
que filho da puta de médico nenhum fodesse minha bunda.
Nisso, me respeitaram. Mas eu, muitas vezes, desejei um pau
grosso enfiado nele. Então, arromba mãezinha, vai...
Eu tomei fôlego e forcei a pica no cu dela. Entrou aper-
tado até o talo. De repente, ela começou a remexer as ancas.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 45
Fazia movimentos circulares com a bunda. Aquilo foi demais
para mim. Gozei quase que imediatamente. Quando ela sen-
tiu meu jorro dentro dela, retirou-se do meu pau e aboca-
nhou ele. Fazia movimentos com a mão, como se estivesse
me ordenhando. Acho que passei uns dez minutos gozando
aos poucos na sua boca. Quando eu achava que já não tinha
mais esperma, ela conseguia arrancar mais do meu âmago.
Eu estava deitado de costas para a cama. Ergui a cabeça e
fiquei olhando ela tirar leite da minha vara. Minha mãe tinha
uma expressão angelical no rosto, me ordenhando. Quando
ela percebeu que não saía nem mais um pingo, deitou-se ao
meu lado. Disse:
- Vamos ter que fazer isso de novo. Não consegui gozar
pelo cu, coisa que eu queria tanto, meu menino...
FIM DA SEXTA PARTE
MINHA IRMÃ BUNDEIRA46
Capítulo 07
Ainda resfolegante, lembrei à minha mãe que iria traba-
lhar logo cedo. Pedi que deixássemos a nova foda para
depois. Ela sorriu e elogiou a minha maneira responsável de
ser. Iria me ajudar a chegar na hora todos os dias. Reclamei
que estava exausto. Ela me beijou os lábios e depois se le-
vantou da cama. Correu para a cozinha. Ouvi o barulho do
liquidificador. Não demorou muito a trazer dois copos de
gemadas para mim. Tomei até ficar de bucho cheio. Ela riu,
divertida, quando arrotei. Voltou a me acariciar os cabelos.
Pediu para que eu fosse tomar um banho, pois já era hora de
ir-me embora.
Depois do banho, ainda tomei um café quentíssimo,
preparado na hora, para ficar mais esperto. Vesti uma roupa
e me despedi dela com um beijo demorado na boca. Nunca
a vi tão contente como naquela manhã. Fui-me embora, dis-
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 47
posto a pegar o ônibus. Para a minha surpresa, Mariana me
esperava na frente de minha casa. Reconheci o carro preto de
vidros fumê e fui até ele. Ouvi o click característico da porta
sendo aberta e entrei. Ela estava vestida de preto e maravilho-
samente bela. Perguntei:
- Dona Hozana pediu de novo para você vir me pegar?
- Ela não sabe que vim. Estou aqui por minha conta.
Soube que o professor te dá carona, de vez em quando, e con-
segui teu endereço com ele. Queria te pedir uma coisa...
- Sou todo ouvidos.
- Daqui a três dias tenho desfile. Preciso estar mais
cheinha até lá. Queria que me permitisse te chupar esses dias.
Em troca, te pego toda manhã aqui e te levo pro escritório,
pode ser?
- É necessário que me chupe logo tão cedo, Mariana?
- Dizem que, se a primeira refeição for um bocado de
porra, engordamos mais rápido. E eu não posso perder esse
desfile. Significa muito para mim.
- É que ainda estou esgotado de ontem, Mariana. Saí
quase de madrugada da casa da patroa. - Eu disse, sem querer
mencionar que ainda tinha trepado com a minha mãe, claro.
- Eu imaginei. Mesmo assim, quis arriscar. Você quer
mais um tempo para se recuperar? Posso ficar em jejum até
você estar pronto.
Eu vi que não iria me livrar tão fácil da bela morena.
Na verdade, já estava de pau duro. A gemada fez efeito muito
rápido. Mesmo assim, eu quis dar um tempo. Prometi:
- Se puder esperar até as dez da manhã, te dou minha
porra de novo.
Ela ficou contente. Deu-me um rápido beijo na boca,
com cuidado para não machucar o corte que eu ainda tinha
nos lábios. Deu partida no carro. Fomos conversando ame-
nidades até que chegamos na empresa de modas. Aproveitei
MINHA IRMÃ BUNDEIRA48
para perguntar-lhe como seria meu trabalho lá. Ela respon-
deu:
- Não sei te dizer. Nunca ninguém durou mais de dois
dias na tua função. A patroa demite logo todos os rapazes
que almejavam o emprego. No entanto, na minha humilde
opinião, os caras só tinham beleza. Eram todos muito burros.
Isso me deu alento a pleitear aquela vaga. Ela me dese-
jou boa sorte, quando me deixou no estacionamento privati-
vo. Fui primeiro ao banheiro, levando minha escova e pasta
de dente. Escovei a boca, para tirar o cheiro de ovo. O pau
continuava duro. Entrei na minha sala e deparei-me com Ho-
zana. Ela era madrugadora. Estava muito elegante e bela, mas
me tratou com frieza. Entregou-me uma pasta com várias
fotos e pediu-me que eu fizesse a mesma seleção do dia ante-
rior, só que com modelos diferentes. Cumprimentei-a, antes
de começar a trabalhar. Ela, novamente, não me deu atenção.
Então, de repente, desabou no choro. Acudi imediatamente.
Perguntei o que se passava. Ela respondeu:
- Passei a noite pensando em você. Não quero. Cheguei
a rejeitar meu noivo que me procurou querendo sexo, só pra
ficar pensando em você. Acho que ele percebeu que há algo
errado. Disse que quer ter uma conversa comigo quando che-
gar à noite. - Disse ela, aos prantos.
- Acho que sei porque ele desconfiou de você - eu ar-
risquei a dizer.
Ela parou de chorar imediatamente. Limpou as lágri-
mas e perguntou, ansiosa:
- Sabe? Me diz por quê?
- Quando fodemos, você jogou todos os apetrechos que
estavam sobre a cama no chão, lembra? Quando saí, eles con-
tinuavam jogados...
- Porra, você tem razão! Ele já se acostumou a trepar
comigo com tudo aquilo em volta. Até usa alguns para me
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 49
excitar. Você é um gênio, garoto! - Disse ela, me beijando de
língua logo após. Voltara a ficar contente.
- Quando ele vier para conversar à noite, que os teus
brinquedos estejam sobre a cama. Diga que se arretou com
algo e jogou tudo no chão. - Aconselhei.
- Deixe comigo. Sei como deixa-lo satisfeito, agora que
encontrei uma saída. Obrigada, meu anjo. Eu ia ficar por
aqui, trabalhando contigo, mas não há necessidade. Vou re-
solver umas coisas e depois volto pra casa. Envie-me tua sele-
ção antes das onze da manhã. Depois, pode ir para casa.
- Estou sendo dispensado?
- Só por hoje. Quero ter você todos os dias junto a
mim. Depois de amansar a fera, quero foder contigo de novo.
Amanhã, sem falta.
Ela juntou algumas pastas e foi-se embora. Antes, disse:
- Tem direito a um bônus. Pode escolher. - E foi-se em-
bora contente.
Mais uma vez, não entendi suas palavras. Comecei a
trabalhar na separação das fotos. No entanto, pouco tempo
depois bateram à porta. Achei que era Mariana, apesar de ser
menos de dez horas da manhã. Gritei:
- Pode entrar. Está aberta.
- Para a minha surpresa, entraram as duas moças que
trabalhavam na sala contígua. Estavam encabuladas e cabis-
baixas. Perguntei o que queriam. Uma delas falou:
- Dona Hozana pediu que ficássemos à disposição do
senhor e que o senhor poderia escolher uma ou as duas como
seu bônus, como ela prometeu.
- Como meu bônus? Como assim? - Eu, realmente, es-
tava “voando”.
- Pode nos usar como quiser - disse a mais tímida.
A outra, mais avoada, começou a tirar a roupa. Esperei
MINHA IRMÃ BUNDEIRA50
que ficasse nua, para dizer:
- Ei, ei, ei... parece que estão para fazer algo contra a
vontade de vocês. Não precisam fazer isso.
- Precisamos, sim. Se a patroa souber que corremos do
pau, vai nos demitir, moço. - Disse a mais avoada.
- Ela não precisa saber. Se perguntar, digam que trepei
com as duas. Eu confirmo.
- Ela vai querer saber de quem o senhor gostou mais.
Aqui, tudo é uma competição.
Eu fiquei indeciso. Depois, perguntei:
- Qual das duas se acha a que trepa melhor?
A mais tímida falou:
- Eu sou virgem, senhor. Roberta não é, mas tem na-
morado. Não acho que iria querer transar contigo.
- Eu iria querer, sim -, apressou-se em dizer a jovem de
cabelos ruivos - pois fiquei afim dele desde que o vi ontem.
- Então, está resolvido, Roberta: você será a escolhida,
se a patroa perguntar.
- Não vamos trepar?
- Hoje, não. Quem sabe amanhã? Por enquanto, voltem
aos seus afazeres. Eu também tenho um trabalho a entregar
já, já...
As jovens agradeceram e saíram. Eu passei algum tem-
po pensando em como estava sendo bom trabalhar ali. Mu-
lheres lindas à minha disposição e uma patroa benevolen-
te. Mas logo voltei às minhas tarefas. O tempo passou. Eu já
havia esquecido de Mariana quando recebi seu telefonema.
Ela me pedia para ir até o estacionamento privativo. Estava
morrendo de fome e queria antes sua dose de porra. Fui até
ela. A morena já me aguardava totalmente nua. Mas avisou:
- Não vou te foder com a tabaca de novo. Tirei a roupa
para não sujar de porra.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 51
- Bem pensado. Pode vir à vontade. Já me sinto recu-
perado.
Achei que ela iria ter pressa em sugar minha porra.
Mariana, no entanto, chupou-me com carinho, sem pressa de
que eu gozasse. Demorou quase meia hora me chupando, me
lambendo toda a extensão do pau, brincando com a língua
nele, até começar a me masturbar com mais afinco. Antes,
sussurrou ao meu ouvido:
- Não se prenda. Quero toda a tua porra, pois estou
faminta. À noite, se me quiser de novo, estarei te esperando
no meu apartamento. Você já sabe onde é...
Eu não respondi. Deixei que ela me chupasse até que
verti minha porra na sua boquinha carinhosa. Ela não deixou
nenhum resíduo na pica. Depois, aninhou-se em meus bra-
ços. Ficamos agarradinhos por uns minutos, até que eu disse:
- Vou ter que voltar para o escritório. Tenho até as onze
da manhã para entregar uma tarefa.
- Ainda não me respondeu se vai lá pra casa.
- Tenho que ir para a faculdade. Faltei dois dias segui-
dos. Depois, te digo.
- Pegue meu telefone. Ligue-me, se decidir ficar comi-
go.
- Não tenho telefone, Mariana. Falta de grana.
- Eu tenho dois aparelhos. Te empresto um, até que
compre o teu.
Aceitei. Recebi o celular e voltei para a minha sala. Ter-
minei a seleção de fotos bem na hora em que Hozana me
enviou uma mensagem requerendo-as. Pouco depois, ela me
mandava uma missiva me elogiando pelo bom gosto, outra
vez. Pediu que eu entrasse no seu site erótico. Na sua mais
recente postagem, ela se masturbava com o enorme pênis de
borracha no cu. Conseguia engolir quase toda a trolha. De-
MINHA IRMÃ BUNDEIRA52
pois, me enviava um beijo, desenhando no ar a primeira letra
do meu nome. Sorri, divertido. Eu não curtia muito mulheres
se autoflagelando com brinquedos sexuais, mas não diria isso
a ela. Elogiei sua performance através do programinha de co-
municação e perguntei se ela queria algo mais de mim. Ela
me dispensou. Pediu que eu chegasse mais cedo no outro dia,
de modo a só estarmos nós dois no escritório. Concordei,
mas não achei uma boa ideia. Eu detestava madrugar. Mas
seria para uma boa causa.
Quando ia saindo da empresa, meu professor estava
estacionando seu carro. Ao me ver, buzinou. Fui até ele. Ele
perguntou pela noiva. Eu disse que ela já tinha ido. Ele me
pediu para entrar no carro. Disse que me daria uma carona
até em casa. Aceitei, pois queria falar com ele sobre a minha
irmã. Mas ele começou a conversar primeiro:
- Parece que Hozana gostou muito de você. Não para
de falar no teu nome. Andaram trepando?
- Eu? Que é isso, professor? - Demonstrei surpresa - Eu
devo muito a ela pelo emprego que me conseguiu, para que
lhe falte com o respeito.
- Pois vou te confessar uma coisa: se você a fodesse, eu
iria achar era bom! Aquela mulher é uma devassa e eu estou
doido para desmanchar o noivado.
- O senhor já tem outra? - Arrisquei perguntar.
- Estou apaixonado por outra, sim, mas ela não me dá
corja. Se ela me aceitasse, juro que deixaria Hozana imedia-
tamente.
Então, eu achei que era o momento de atender ao pedi-
do de minha irmã. Falei:
- Eu conheço uma jovem que é afim do senhor. Até
aceita que tenha noiva. Treparia assim mesmo contigo.
Ele olhou demoradamente para mim. Depois, disse
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 53
com toda a segurança:
- Você deve estar se referindo à tua irmã. Ela já me can-
tou várias vezes, mas não quero envolvimento com mocinhas
de menor.
- Minha irmã já completou dezoito anos, senhor. É
dona da sua boceta.
- Jura que ela já é maior de idade?
- Pode apostar. Tem mais: ela me pediu para falar con-
tigo. Quer te dar a bunda. Soube que o senhor tem uma pica
enorme e quer experimentá-la no cu.
- Acha que ela iria aguentar minha vara? É enorme.
- Isso é com ela, senhor. Raffa está muito afim. Se eu
fosse o senhor, a foderia.
- Como pode jogar tua irmã assim pra cima de mim,
rapaz?
- Eu tenho inveja do senhor - eu menti descaradamente
- gostaria de eu mesmo fodê-la. Tenho tara naquele cuzinho
empinado dela, mas ela se nega a me dar. Diz que o guarda
pro senhor.
O mestre esteve pensativo. Depois, sorriu. Falou:
- Interessante. Não é ela a pessoa que sou afim, mas não
vou perder a oportunidade de fodê-la, já que você me garante
que ela já é adulta.
- Garanto sim, senhor.
- Pois bem. Marque com tua irmã hoje á noite, depois
da faculdade. Pode ser na casa de vocês?
- Pode, sim. Minha mãe não está em casa a essa hora. O
senhor terá algumas horas para foder o cu dela.
- Muito bem. Agora, me diga uma coisa: você tem von-
tade de foder minha noiva? Já disse que ela gostou de ti...
- Eu tenho namorada, senhor. - Menti - se ela desco-
brir, estou frito. Gosto muito dela para me arriscar perde-la.
- Você é um bom garoto. Eu estava apenas te testando.
Não cederia minha noiva pra ninguém. Não tenho tendência
MINHA IRMÃ BUNDEIRA54
a ser corno. Mas vou querer foder a safada da tua irmã. Pode
marcar com ela.
Eu suspirei aliviado. Por pouco não caio numa armadi-
lha e entrego Hozana. Ela estava sendo muito legal comigo,
inclusive, me fornecendo mulheres lindas para transar. Não
merecia que eu a deixasse em maus lençóis. O professor me
deixou em casa e foi-se embora. Disse que se encontraria co-
migo na faculdade e já queria uma resposta.
Entrei em casa e minha irmã estava na sala, assistindo
a tevê. Ela me cumprimentou amuada:
- Bom dia, mano. Mainha exigiu que eu te pedisse
desculpas e fizéssemos as pazes. Ela estava muito contente,
quando acordei de manhã. O que houve entre vocês?
- Nós tivemos uma conversa séria ontem à noite. Con-
venci-a de que não sou boiola.
- Transou com ela?
- Não - menti, pois achei que aquilo seria um segredo
entre eu e mainha - claro que não. Ela é minha mãe, porra.
- Ela me contou que finalmente tinha dito pra ti que
somos filhos do irmão dela. Estava feliz por causa disso: não
conseguia mais esconder de ti esse lance.
- Você já sabia, Raffa?
- Há muito tempo. Ela pediu para eu te contar, mas eu
achei que era dever dela.
- Puta merda. Sou o último a saber das coisas, aqui.
Mas sei algo que você não sabe.
- O que é?
- O professor topou comer tua bunda. Perguntou se
pode vir aqui hoje, depois das aulas.
- Porra, tá dizendo a verdade? Ele quer me comer?
- Sim, Raffa. Eu o convenci de que és de maior.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 55
Ela se atirou do sofá em meus braços. Deu-me um bei-
jo colado, de língua. Estava exultante. Mas disse:
- Eu não quero dar meu cuzinho aqui em casa. Quero
que ele me leve prum motel. E quero que você esteja comigo!
- Eu, estar contigo? Pra quê, Raffa? Quer fazer uma su-
ruba?
- Outro dia, talvez. Mas, hoje, quero que você esteja co-
migo pra ver ele foder meu cuzinho e aprender como se fode
a bunda de uma mulher. Exijo que você esteja presente.
- Não acho que ele vá aceitar plateia...
O professor aceitou. Achou até mais excitante. Por vol-
ta das dez da noite, estávamos os três num motel. Raffa esta-
va ansiosa e nervosa. Havia um sofá dentro do quarto e eu
sentei-me nele. O professor foi tomar um banho. Minha irmã
já saiu de casa depois de mais de uma hora de asseio íntimo.
Raffa se aproximou de mim para dizer baixinho:
- Não nos interrompa, viu? Nada de crises de ciúmes.
Também não toque em mim. Se quiser, pode se masturbar
à vontade. Quero te ver com tesão na gente. Mas nem ouse
interromper minha foda, escutou?
- Sim, Raffa. Não vou incomodar vocês. Desejo-te uma
boa trepada.
Quando o professor voltou sorridente, ainda se en-
xugando, ela atracou-se com ele. Beijou-o demoradamente,
num cio danado. Ele a ajudou a tirar a roupa. Ela agachou-se
entre suas pernas e tive pena da minha irmã: o caralho do
cara era, realmente, enorme. Ele sentou-se na cama e ela foi
até ele. O cara a suspendeu e a jogou sobreo leito. Ela ria feliz.
Aí o professor lhe deu um banho de língua. Ela gemia alto a
cada vez que a língua a alcançava em alguma cavidade. Não
demorou muito e minha irmã estava encharcada. Queria ma-
mar o cara, mas ele não deixava. Dizia que iria fode-la até que
ela desmaiasse de prazer.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA56
No início, eu achei a foda desinteressante. Mas o cara
sabia satisfazer uma mulher. Logo, minha irmã chorava de
gozo, sem ele nem ter encostado a pica nela ainda. Da sua
vulva escorria uma baba com muita profusão. Ela urrava de
prazer, enquanto ele lhe chupava o cuzinho. Aí, sim, eu fi-
quei com tesão. Tirei minhas roupas e me preparei para uma
bronha. Minha irmã empinava o bundão e eu imaginava ser
eu a estar tirando um sarro pesado com ela. Aí ela pediu que
o cara a invadisse por trás. Fiquei em suspenso, queren-
do ver a pica entrar no cuzinho apertado dela. Ela sorria
de contentamento até que ele apontou a cabeçorra para as
pregas dela. Ela pediu que ele fosse carinhoso. O professor
abriu mais suas pernas, deixando-a de rosto enfiado no
travesseiro. Ela estava sufocada. Então, de repente o cara
perdeu toda a delicadeza.
Tentou enfiar a pica no rabo apertado de Raffa, mas
teve dificuldade em penetrá-la. Ela gemeu de dor, quando
ele forçou a entrada. Aí, ele rosnou:
- Cala a boca, puta. Não foi você que insistiu para ter
meu caralho nesse rabo grande? Eu não queria, mas agora
fiquei tarado. Vou te foder o cu até deixa-lo arrombado.
E o sujeito empurrou mais a enorme peia no rabo
dela. Minha irmã abriu muito a boca, mas não saía ne-
nhum som dali. Ela parecia entalada. Não conseguia gri-
tar. E não havia entrado nem um terço da jeba do cara,
ainda. Ele empurrou mais, com violência. Ela, finalmente,
soltou a voz. Deu um berro medonho. Ele continuou:
- Então grita, puta safada. Vou te fazer gritar muito
mais. Arreganha esse cu!
Minha irmã bem que tentou abrir mais o cu com as
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 57
mãos, mas ele empurrou mais um pouco com força, fazen-
do-a gritar de dor novamente. Agora, sua rola tinha entra-
do até a metade. Ela levou uma das mãos para trás, ten-
tando empurrá-lo de cima de si. Ele continuava nas suas
costas, imprensando-a contra o leito. Vi os olhos lacrime-
jantes de minha irmã me procurar, mas eu estava ocupado
em bater uma punheta. Ele gemia:
- Não... Não,,, pelo Amor de Deus, para... dói... de-
mais...
O sujeito pareceu ficar mais excitado com a sua sú-
plica. Ajeitou-se melhor sobre ela e empurrou mais a pica.
Ela engasgou-se. Começou a tossir e ele acompanhou a
tosse com os movimentos de cópula, mesmo estando uma
parte do caralho de fora. Ela tossia e chorava. Ele ria. E
urrava:
- Toma, puta. Te fode. Vou te arrombar. Nunca mais
vai querer se oferecer para outro homem. Só vai querer
trepar comigo, que fui teu dono...
Minha irmã tentava sair debaixo dele. Ele esmagava
o rosto dela contra o travesseiro e rosnava fodendo seu cu.
Num dado momento, eu quis intervir. Mas, aí, lembrei-me
das palavras da minha irmã pouco antes, dizendo que eu
não deveria interferir. Parei de me masturbar e fiquei só
assistindo. Foi quando eu vi o cara enterrar totalmente a
vara no cu dela. Fez isso com violência, como se quisesse
causar-lhe dor. Nesse momento a pobre deu um urro me-
donho e desfaleceu. O monstro continuou fodendo o cu
dela. Aí, eu me levantei e ordenei que parasse. O sujeito
continuou. Estava com o rosto transformado. Parecia um
ser monstruoso. Então, eu lhe dei um murro violento no
rosto. Ele caiu de cima de minha irmã. Sua peia retirou-se
de dentro dela, deixando seu ânus estufado e sangrando. O
cara desmaiou, também sangrando pelo nariz.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA58
Peguei o telefone que Mariana havia me emprestado
e liguei para o hospital. Falei com mamãe. Aperreada, ela
disse que iria mandar uma ambulância logo.
FIM DA SÉTIMA PARTE
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 59
Capítulo 08
Enquanto a ambulância não chegava, fiquei olhando com
ira para o professor. Minha irmã continuava inerte. En-
tão, me veio a ideia. Iria vingar Rafaela! Ainda estava de pau
duro. Subi na cama e virei o professor de costas pra mim.
Nem lubrifiquei minha pica, meti-a no cu dele. O furico do
cara era muito apertado e eu tive dificuldade para penetrá-lo.
Quando eu já tinha enterrado todo o caralho, ele se mexeu.
Estava despertando. Me retirei do seu cu e dei-lhe outra por-
rada, dessa vez na nuca. Ele desmaiou de novo. Então, eu vol-
tei a sevicia-lo. Só parei quando vi seu cu sangrando, como o
da minha irmã.
Eu ainda resfolegava quando o interfone do quarto to-
cou. Atendi. Uma voz feminina disse:
- Tem uma senhora aqui na recepção. Disse ser tua
mãe. Quer ir ao quarto, deixo?
MINHA IRMÃ BUNDEIRA60
Pouco depois, minha mãe entrava no quarto, afobada.
Foi dizendo:
- Ia mandar uma ambulância, mas desisti. Seria um es-
cândalo. Não quero que todos lá no hospital saibam o que
aconteceu com Raffa. Por isso, vim de táxi. Ele está nos espe-
rando para levá-la para casa. Como ela está?
- Ainda desacordada. O cu dela está um caso sério.
- Nada que uma pomada cicatrizante não resolva. Logo,
ela estará boa. Mas teremos que trabalhar para que não fique
traumatizada. E o cu desse sujeito? Que aconteceu com ele?
- Eu o estuprei, para vingar Raffa.
- Você é doido? Esse não é o teu professor? Ele vai te
perseguir. Com certeza, te reprovará.
- Não pensei nisso, mãe. Estava com ódio dele.
- Por ele ter estuprado Raffa? Besteira. Todo homem
caralhudo é estuprador. Parece que sentem prazer em nos
deixar arrombadas. A maioria sente tara em nos infligir so-
frimento. E Raffa foi gulosa. Devia ter começado com paus
menores - disse ela, enquanto untava o cu da minha irmã
com uma pomada. Quando terminou, aplicou-lhe uma inje-
ção analgésica. Raffa despertou. Minha mãe me disse:
- Ajude-me a vesti-la e leve-a para o táxi. Quero ter
uma conversa a sós com esse sujeitinho. Vou desperta-lo.
Você não precisa voltar aqui.
Eu deixei minha irmã no táxi e retornei, preocupado
em deixa-la só com o professor. Mas a porta do quarto esta-
va trancada a chave. Fiquei de ouvido colado na porta, mas
minha mãe falava muito baixo. Não deu para ouvir o que ela
dizia ao cara. No entanto, quando ela abriu a porta e saiu, o
sujeito estava aos prantos. Perguntei a minha mãe:
- O que aconteceu?
- Disse-lhe poucas e boas. Ameacei dar queixa à Polícia
e de contar à sua noiva.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 61
- Você a conhece, mãe?
- Sim. Esse cafajeste dava encima de mim. Por pouco,
não cedi a ele. Aí, descobri que era comprometido.
Foi quando eu entendi que a mulher que o professor
vivia afim era a minha mãe. Ela disse que eu não me preo-
cupasse na faculdade. Se ele me perseguisse, que eu dissesse
a ela. Minha mãe intercederia por mim. Eu estava orgulhoso
dela. Beijei-a na boca. Se minha irmã não estivesse nos es-
perando lá fora, acho que teríamos ficado no motel para dar
uma foda bem gostosa.
Quando chegamos em casa, Raffa ainda chorava. Não
de dor. Mas de arrependimento. Minha mãe a acalentava
desde o táxi. Pediu que ela fosse descansar. Eu também me
despedi dela e fui me deitar. Minha mãe não voltaria naquela
noite para o hospital. Ficou acordada a madrugada toda, em
vigília a minha irmã.
No outro dia de manhã bem cedo, me acordou para
trabalhar, antes de ir deitar-se. Raffa acordou-se, também.
Abraçou-se comigo. Falou:
- Obrigada por intervir. Minha mãe me contou que ba-
teu e estuprou o professor. Agora, ele não vai me querer mais.
- E você ainda o queria, Raffa, depois do que ele te fez?
- Você não fez o mesmo? Ainda amo o professor. Não
pretendo desistir dele. Só tenho que treinar meu cusinho
para aguentar aquela peia enorme. E você vai me ajudar.
- Como assim?
- Antes de eu voltar a procurá-lo, quero dar meu bu-
raquinho a você. Vai foder meu cu até eu acostumar com o
anal. Só quero que você tenha mais carinho com ele. Vou es-
tar traumatizada, mas não quero ter medo de dar o cu.
- Trate de sarar. Depois, resolvemos isso.
- Vai me rejeitar? Não faça isso, pelo amor de Deus. Eu
MINHA IRMÃ BUNDEIRA62
preciso de você.
- Não vou te rejeitar. Mas preciso aprender a me conter,
quando estiver fodendo você.
Ela me beijou com vontade. Machucou meu lábio cor-
tado. Percebeu minha careta de dor. Perguntou:
- Que foi isso?
- Nada demais. Mordi os lábios sem querer. - Menti.
- Quer que eu te faça um curativo?
- Estou atrasado. Tenho que chegar mais cedo na em-
presa, hoje.
Tomei um desjejum rápido e corri para o trabalho. Ha-
via marcado com Hozana. Mas a patroa não estava me espe-
rando na sala, como eu pensava. Não ligou e nem apareceu o
resto do dia. Pedi para que ligassem para ela. Ela não atendeu
ao telefone. Para a minha surpresa, quem apareceu na agên-
cia foi a loira Adriella, amiga de minha irmã, a que havia me
fodido. Espantou-se, quando me viu. Perguntou:
- O que faz aqui?
- Agora, trabalho aqui.
- Ótimo. Agora que tem emprego e salário, já pode pa-
gar por uma foda comigo.
Eu sorri. Lembrei-me do que minha mãe tinha me dito.
Falei para a loira:
- Não preciso pagar por sexo. Aqui, tenho mulheres
lindas à minha disposição.
- Mas nenhuma trepa melhor do que eu.
- Será? Você me deixou na mão, lembra?
- E o que você queria de graça, nego? Fiz aquilo como
um favor à tua irmã. Ela me chupa maravilhosamente bem.
Adoro foder com ela, sabia?
- Não sabia que Raffa era lésbica.
- Ela não é. Gosta de homem. Mas o que eu ganho dos
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 63
machos pago a ela para transar comigo.
Fazia sentido o que ela dizia. Eu nunca via Raffa pedin-
do grana a minha mãe, como eu peço ao menos uma vez por
mês. Perguntei o que a loira queria. Ela disse que pretendia
se cadastrar na agência. Disse que soube que estavam selecio-
nando novas modelos. Eu não sabia de nada disso, portanto
chamei uma das moças da sala contígua para atender a loira.
Fiquei sabendo o que a candidata deveria trazer para a ins-
crição. Eu usaria aquela informação mais tarde, ao meu favor.
Por volta das duas da tarde, fui comprar algumas rou-
pas para usar no trabalho. Numa das lojas, encontrei a magra
que se considerava feia. Ela me reconheceu imediatamente e
ficou empulhada. Por pouco não finge que não me conhece.
Aproximei-me dela e a cumprimentei. Ela perguntou:
- Como você me conhece?
- Na verdade, quem te conhece é minha irmã Raffa.
Mas sei que você esteve lá em casa. Queria te agradecer.
Ela ficou vermelha de vergonha. Perguntou:
- Você viu o que eu fiz?
- Sim, e adorei. Queria que nos encontrássemos mais
vezes.
- Tipo assim... namorar?
- Por quê não?
- Mas eu sou muito feia. Você pode encontrar mais bo-
nita do que eu. Você é muito lindo.
- Eu quero você. Achei-te muito carinhosa. Gozei mui-
to. Fiquei afim.
Ela me roubou um beijo rápido. Peguei seu rosto entre
as mãos e beijei-a demoradamente. Ela se tremia toda. Olhou
em volta. Estávamos em uma loja de roupas. Ela sussurrou:
- Vem comigo. Sei onde tem um banheiro para clien-
MINHA IRMÃ BUNDEIRA64
tes da loja. Está quase sempre desocupado e tem chave. Nos
trancamos lá.
- Como é teu nome?
- Bruna.
- Um nome bonito. Assim como você.
- Desculpa, mas eu não sou bonita. Mesmo assim, obri-
gada - disse ela, me puxando pela mão em direção a um cor-
redor.
- Você tem uma beleza exótica, Bruna. Facilmente, se-
ria escolhida como modelo.
- Agora você está zombando de mim.
- Não, não estou. Vá a um estúdio fotográfico, tire umas
fotos de biquíni e me entregue. Vou levá-las para a agência
onde agora trabalho.
- Tua irmã me disse que você está de emprego novo,
por isso não apareci mais por lá. Mas não falemos disso por
enquanto. Agora, fiquei mais excitada. E como você diz que
me acha bonita, quero algo mais do que te chupar.
Nos trancamos no banheiro e ela tirou minha roupa
com urgência. Depois, virou-se de costas para mim. Falou:
- Sempre tive vontade de dar minha bundinha, mas
nunca tive coragem de dizer isso pra alguém. Quero que você
tire o cabacinho do meu cu.
Meu caralho ficou duro naquela hora. Ela estava de
minissaia, valorizando suas pernas alongadas. Levantou-a e
baixou a calcinha. Havia umas caixas de papelão dentro do
banheiro. Apoiou-se nela e empinou a bunda. Mas eu me lem-
brei que minha irmã havia me acusado de estupra-la. Eu pre-
cisava me conter para foder Bruna. Arreganhei sua nádegas
e lambi seu cuzinho rosado. Ela gemeu alto. Eu alertei para
o fato de não podermos fazer barulho, para não despertar
atenção dos vendedores da loja. Ela tapou a boca com a mão.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 65
Continuei lambendo seu botão. Quando comecei a chupá-lo,
ela ficou doida. Rebolava e esfregava a bunda na minha cara.
Meti-lhe um dedo no cu, com cuidado para não machuca-la.
Ela soltou um gemido de prazer. Fiquei cutucando ali até que
senti o anel relaxado. Meti-lhe mais um dedo. Ela começou a
se tremer. Gemeu:
- Assim você me deixa louca. Vai, me fode logo. Estou
ansiosa por tua pica grossa no meu cu.
- Será que você vai me aguentar?
- Deixa de falar e faz logo, vai. Estou com muito tesão.
Eu me levantei e lubrifiquei a rola com saliva. Ela abriu
mais as pernas. Encostei-lhe a cabecinha e ela se enfiou por si
mesma. A pica entrou devagar, pois seu ânus era virgem. Ela
abafou um grito de dor com a mão. Mas logo começou a mo-
vimentar a bunda de encontro ao meu pau. A princípio, mui-
to devagar. Foi aumentando o ritmo. Logo, estava alucinada,
gozando pelo cu. O pau entrava e saia macio, pois parecia
fazer suar seu buraco estreito. Ela entrou em convulsão or-
gástica. Mijou forte, molhando as caixas de papelão. Era um
mijo esbranquiçado, como o da motorista de minha patroa.
De repente, minha pica escapuliu do seu ânus. Ela deu
um urro demorado, que eu temi que chamasse a atenção dos
vendedores. Imediatamente, pegou meu caralho com a mão
e botou-o de volta ao cu. Peguei na sua cintura e dessa vez fui
eu que fiz os movimentos de cópula. Ela gozou novamente,
lançando porra. Depois, caiu ajoelhada, fraca das pernas.
FIM DA OITAVA PARTE.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA66
Capítulo 09
Anotícia da separação de Hozana com o noivo, eu vi atra-
vés dos telejornais. O professor havia desmanchado o
noivado por telefone, comunicando a decisão ao pai dela. Por
isso, a bela morena não apareceu por três dias seguidos. Nós
que trabalhávamos no escritório de moda estávamos preocu-
pados, achando que iríamos perder o emprego. Aí, Hozana
chega toda contente. Cumprimentou todo mundo e nos con-
vocou para uma reunião. Nela, disse que havia sido deserda-
da pelo pai, mas que iria continuar com a agência por conta
própria. Havia juntado um bom dinheiro ao longo dos anos
e estava disposta a tocar a empresa. Nós a parabenizamos e
oferecemos todo o nosso apoio. Quando todos saíram, ela
disse para mim:
- Você, fica. Vou assinar alguns papéis e depois vamos
lá para casa. Agora, não preciso mais foder às escondidas.
E meu pai pode até saber que eu ando trepando com meus
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 67
funcionários. Estou pouco me lixando.
Estávamos agora na casa dela. Ela me convidou para
tomar um banho de piscina. Eu disse que não tinha calção de
banho, mas ela afirmou não ser preciso. Ficamos os dois nus.
As empregadas da casa ficaram escandalizadas, mas ela não
deu a mínima. No entanto, não trepamos. Apenas ficamos
bebericando, deitados cada um numa espreguiçadeira de fi-
bra de vidro. Ela parecia contente. Perguntei:
- O que houve entre você e o professor? Ele pediu de-
missão lá da faculdade.
- A faculdade é do meu pai. Ele o demitiu. Soube que
o cafajeste andava me traindo com uma mocinha de menor.
A mãe dela esteve na casa dele e denunciou o filho da puta
a meu pai. A mulher levou umas fotos, mostrando como o
cu da mocinha tinha ficado depois que ele a estuprou. Uma
lástima.
- Então, por que teu pai te deserdou? - Eu perguntei,
enquanto desconfiava de que a tal mulher fosse a minha mãe.
Eu só precisava descobrir como ela conhecia o pai de Hozana.
- O calhorda do meu noivo mostrou o site pornô que
mantenho, a meu pai. Inclusive, a parte onde eu faço no ar a
inicial do teu nome. Meu pai ficou escandalizado e puto da
vida. Então, me puniu também.
Naquele dia, também não fui para a faculdade. À noite,
quando cheguei em casa, minha mãe não tinha ido trabalhar.
Esperava ansiosa por mim. Perguntei o que estava havendo.
Ela disse:
- Fui demitida do hospital. Andei cutucando a onça
com vara curta.
- O que a senhora fez?
- Fiz chantagem com o dono do hospital. Disse que
queria um cargo melhor lá no trabalho. Que estava cansada
de ser usada para sexo pelos médicos. Ameacei jogar uns po-
MINHA IRMÃ BUNDEIRA68
dres dele no ventilador.
- Eu soube que a senhora também fodeu o meu profes-
sor, denunciando-o ao pai da minha patroa, que era noiva do
cara que estuprou Raffa.
- O dono do hospital e o pai da tua patroa é o mesmo:
o tio de vocês.
- Como é que é?
- Sim, meu irmão subiu na vida depois que me deixou.
Ficou com nossa filha mais velha, me entregando vocês dois.
Quando a mulher que ele amava soube que Hozana era fi-
lha de incesto, deixou ele. Ele passou a criar minha filha bem
dizer sozinho. Foi quando ganhou uma bolada na loteria e
ficou rico. Comprou o hospital, que estava quase falido, e
o recuperou. O médico que pediu emprego para mim era
cunhado dele.
- A senhora e seus segredos, né, mãe?
- Desculpe, filho. Vocês não tinham idade para sabe-
rem desses podres de mãezinha.
- Raffa sabe disso? Que nosso tio é dono do hospital
onde a senhora trabalha?
- Trabalhava. Fui demitida. Raffa não sabe de nada do
que te falei agora.
Eu dei-lhe um beijinho na testa e disse que iria dar uma
volta. Estava chateado. Acabara de descobrir que andei tran-
sando com minha outra irmã. Não sei como Hozana iria re-
agir ao saber da nossa consanguiniedade. Ou será que ela já
sabia disso? Reuni meus últimos trocados e fui para um bar.
Sentia uma vontade enorme de beber. Havia um, não muito
longe da minha casa, que costumava reunir o pessoal jovem,
da minha faixa etárea. Fui para lá. Nem bem entrei no esta-
belecimento, dei de cara com a ruiva que trabalhava comigo.
Ela ficou feliz em me ver. Mas estava com o namorado. O cara
ficou cismado quando ela me cumprimentou. Parecia um
tipo bem ciumento. Falei com ambos e ia me afastar, quando
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 69
ela me convidou para a mesa. Olhei em volta. O lugar estava
lotado, sem mesas desocupadas. Aceitei o convite.
Ela deixou de dar atenção ao namorado para ficar con-
versando comigo. Sempre puxava um assunto diferente, não
se concentrando em papo de empresa. Num dado momento,
o cara cochichou algo ao ouvido dela. Ela agiu com desdém.
O sujeito fechou a cara. Logo, levantou-se da mesa e saiu sem
falar comigo. Acompanhei-o com o olhar, até que ele se sen-
tou em outra mesa onde estavam duas mulheres. Perguntei:
- O que houve?
- Acabo de perder o namorado - disse ela - mas pouco
estou me lixando. Não gosto mais dele. O cara me cobra ciú-
me por tudo...
- Eu fui o culpado, né? Posso ajeitar tua situação. Vou
lar falar com ele...
- Não ouse. Eu queria mesmo ficar contigo. Ele me fez
um favor, saindo da mesa. Lembra que me prometeu uma
foda? Pois tenho esperado por ela.
- Você é bem direta. Mas hoje eu não estou bem. Por
isso, vim para o bar.
- O que aconteceu, para estar assim querendo encher
a cara?
- Problemas. Um deles é que minha mãe acabou de ser
demitida.
- Tadinha. Não dá pra contratar ela para trabalhar com
a gente?
- O ramo dela é totalmente diferente. E eu não iria que-
rer trabalhar junto a ela - eu disse, me lembrando que era
bem capaz da coroa querer foder comigo dentro do escritó-
rio. E se Hozana soubesse que ela era sua mãe, seria bem ca-
paz da situação dar em merda.
- Ela trabalha com quê?
- É enfermeira.
- Oxente. O pai de dona Hozana é dono de um hospital.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA70
Fale com a patroa. Ela pode interceder por tua mãe.
- Foi justamente do hospital dele que ela foi demitida,
menina.
- Meu nome é Jacira, esqueceu? Jacira Roberta.
- Desculpa, Roberta. Estava tentando me lembrar. Esse
nome, Jacira, não é muito comum.
- Minha mãe era índia.
- Não conheço índias de cabelos ruivos...
- Eu pinto, bobão. Meus cabelos naturais são longos
e pretos. Mas a patroa disse que minha cabeleira assim está
melhor.
- Eu não concordo com ela. Preferia-os negros.
- Você me acha bonita? Eu te acho lindo.
- Ui, essa conversa vai dar em foda. E eu já te disse que
não estou no clima.
- Eu te faço ficar no clima. Vamos para um motel?
- Estou com pouca grana, jacira. Ainda não recebi
meus proventos.
- Eu pago. Depois, você divide comigo, quando receber
o salário.
Estive indeciso. Olhei em direção ao namorado dela.
Ele estava saindo de braços dados com uma das garotas com
quem esteve na mesa. Chamei o garçon e paguei a conta. Ela
pagou a dela. Saímos de mãos dadas. Ela tinha carro. Eu dis-
se:
- Se tem carro, então não precisamos de motel.
- Eu nunca transei num carro. Podemos tentar. Vamos
para uma beira-mar?
Fomos. Nem bem ela parou o carro, já foi abrindo meu
fecho da calça. Estava ansiosa por me chupar. Ficou contente
quando viu o tamanho do meu cacete. Disse:
- Adoro homem de cacetão. O do meu namorado é
muito pequeno. Mas vou logo avisando: eu não dou a bunda,
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 71
viu?
- Mmmmmmmmm... então, nada feito, Jacira. Eu sou
louco por sexo anal.
- Não vai nem querer foder a minha bocetinha, já que
estamos aqui?
- Sim, eu fodo ela. Mas confesso que vou perder meu
interesse por ti.
- Está bem. Te dou também a minha bundinha. Mas só
depois de comer minha bocetinha, tá?
- Sem problemas - eu disse com um sorriso vitorioso. A
ruiva tinha um bundão bem empinado. Eu estava com tesão
nele.
Ela saiu da cadeira do motorista e aninhou-se no meu
colo. Já havia tirado a saia e a calcinha. Sua boceta estava en-
charcada, quando sentou-se no meu pau, de costas para mim.
Meu caralho, mesmo sendo grosso, não encontrou dificul-
dade em entrar todo na xana dela. Eu esperava uma boceta
apertadinha. Ela gemeu de prazer. Quando eu pensei que ia
satisfazer a xana, eis que ela retira meu caralho da vulva e o
aponta para as pregas. Sentou-se nele e eu quase gozo preco-
cemente. Ela percebeu meu pau inchar. Pediu:
- Não goze agora, amor. Quer que eu volte a encher
minha bocetinha com ele?
Eu quis. Isso me daria um tempo para me recuperar da
vontade de gozar. Ela me chupou um pouco, desajeitadamen-
te, depois engoliu minha trolha com a xana. Passou a fazer
os movimentos bem lentamente e eu estava gostando. De-
moramos alguns minutos nessa safadeza. De repente, ela re-
tirou-se totalmente da minha pica e sentou-se de novo nela.
Já havia passado a minha vontade de gozar. Fodi seu cuzinho
por longos minutos e ela chorava incessantemente. No entan-
to, quando eu queria retirar a peia, ela a reclamava de volta.
Aumentava o ritmo da foda. Gemeu, finalmente:
MINHA IRMÃ BUNDEIRA72
- Goza, amor. Eu estou já gozando. Quero receber tua
gozada no meu cuzinho. Está muito bom assim...
FIM DA NONA PARTE
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 73
Capítulo 10
Depois que fodemos mais uma vez, dessa feita satisfazen-
do a xoxota dela, a ruiva me levou em casa. Nos despe-
dimos com um demorado beijo no portão. Quando entrei,
encontrei Raffa ainda acordada, assistindo à tevê. Perguntei
por minha mãe. Ela informou:
- Saiu logo cedo mas não disse para onde ia. Angelina
esteve aqui te procurando.
- Você quer dizer Bruna, não?
- Eu quis dizer Angelina. Se bem que ela não gosta des-
se nome. Acha-o antiquado. Prefere ser chamada de Bruna.
- Ah, entendi. O que ela queria?
- Um cacete duro, não é? Disse que está namorando
contigo. Achei que era invenção dela.
- Estamos mesmo namorando. Eu gostei dela. Pretendo
torna-la uma modelo.
- Uau. Então, está apaixonado! Terá uma tarefa árdua
MINHA IRMÃ BUNDEIRA74
pela frente, para transformá-la numa mulher bonita.
- Deixa comigo. Sei o que estou fazendo.
Ela voltou a concentrar sua atenção à tevê. Eu ainda
perguntei:
- Está melhor?
- Já posso cagar. Mas ainda estou temerosa de trepar.
Deixe para outro dia.
Eu sorri. Minha irmã era mesmo disposta. Estranhei
a demora de minha mãe. Tomei um banho e fui para o meu
quarto. Antes de adormecer, ela chegou. Estava com cheiro
de sabonete barato e de cabelos molhados. Quando sentou-se
à minha cama, percebi logo. Perguntei:
- Estava num motel, mãe?
- Sim, filho. Com uma pessoa maravilhosa.
- Imagino que seja o meu professor...
- Como soube?
- A senhora deu muitas dicas antes. E agora que ele está
separado da noiva, tornou-se prato feito pra senhora.
- Acha que tua irmã vai ficar chateada?
- Qual delas?
- Hozana, claro.
- Não, mãe. Não pelo noivo pois ela não gostava mais
dele. Mas ficou chateada por perder a herança de papai.
- Aquele puto ousou? Pois agora eu vou obrigá-lo a dar,
também, a parte de vocês. Nunca briguei por isso, mas agora
vou fazer questão. Ele que me aguarde amanhã.
- Quem sabe é a senhora. Mas não acho que ele vá acei-
tar mais chantagem.
- Deixa comigo. Sei o que estou fazendo.
- Hozana sabe que é tua filha?
- Acredito que não. Aquele puto é manipulador. Deve
ter-lhe dito que ela é filha da outra que o abandonou.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 75
Fiquei calado. Estva pensando em conversar com Ho-
zana. Eu passei a não me sentir bem fodendo com ela, depois
que soube que era minha mana. Porém, parecia mesmo que
ela havia se apaixonado por mim. Me tratava com tanto ca-
rinho que eu pensava seriamente em continuar fodendo-a.
Mamãe me deu um beijo de boa noite e saiu do quarto, en-
costando a porta. Virei-me para o outro lado e dormi. Acor-
dei com minha irmã me chamando baixinho.
- Diz, mana...
- Eu ouvi direito? Minha mãe está fodendo com meu
amor?
- Refere-se ao professor?
- Claro. Quem mais poderia ser?
- Pois sinto te dizer mas, antes de te conhecer, meu pro-
fessor conheceu a minha mãe. Ela o deixou porque descobriu
que ele era comprometido.
- Puta que pariu. E só agora é que ela veio dizer?
- Pois é. Tem mais: ela conseguiu desfazer o noivado do
cara. Quase ainda agora, veio do motel onde estava com ele.
Significa que o cara não ficou zangado com ela.
- Pois eu vou toma-lo de minha mãe!
- Não me meto nessa briga de vocês. Até porque o cara
deve estar puto da vida comigo.
- Mas não é disso que vim falar. Minha mãe pediu para
eu te dar o cuzinho de novo, enquanto ele ainda está dolori-
do. Ela ensinou-me como devo fazer para evitar que você me
estupre novamente.
- Eu estou exausto, Raffa. E tenho que trabalhar cedo
amanhã. Deixemos para outro dia.
- Mas é boiola mesmo! Talvez outro dia eu não esteja
mais disposta a te dar.
- Então, que soque teu cu no cu que eu vou dormir.
- Abusado. Vou me queixar à minha mãe.
- Aproveite e converse com ela sobre o professor. Quem
sabe ela não abra mão dele pra ti?
MINHA IRMÃ BUNDEIRA76
Voltei a dormir. Estava cansado das fodas que vinha
dando ultimamente. Achei que iria precisar de umas vitami-
nas para aguentar o rojão. Adormeci pensando nisso.
No outro dia, acordei e não havia ninguém na cozinha.
Minha mãe e minha irmã estavam ainda dormindo. A porta
do quarto de minha mãe estava escancarada e ela dormia de
bunda pra cima. Estava totalmente nua e roncava. Devia estar
exausta das fodas com o professor. Aproveitei para exami-
nar-lhe o cu. Ele estava deflorado, mas não sangrava. Untei
meu dedo de saliva e o enfiei no cusinho de mainha. Ela nem
se moveu. O dedo entrou apertado, sinal de que minha mãe
tinha as pregas elásticas. Fiquei excitado. Deu-me vontade de
foder aquele cu. Eu ainda estava de cueca. Abri as pernas de
minha mãe com cuidado para não acordá-la. Ela moveu-se,
facilitando meu trabalho, mas não acordou. Dei um tempi-
nho, depois me ajeitei sobre ela. Quando encostei a cabeça da
pica em seu ânus, este começou a se mover, engolindo minha
glande e se movimentando para sugar o resto da peia para
dentro do cu. Minha mãe movia a bunda junto, prendendo
meu cacete e se enfiando mais nele. Olhei para o seu rosto e
ela tinha um sorriso nos lábios. Mas não parecia ter acorda-
do.
Fiquei parado sobre ela. Deixei que ela me puxasse
para dentro de si. O cu mastigava minha peia e me causava
uma sensação maravilhosa. Quando eu já estava todo enfia-
do, ela parou de se mexer. Ficou ressonando. Mas o sorriso
ainda estava estampado em seu rosto. Então, comecei a fazer
os movimentos de cópula, bem devagar. O cu agora estava
muito acochado. Mesmo assim, era escorregadio. Fui apres-
sando os movimentos e tornando mais fortes as estocadas.
Minha mãe gemia baixinho. De repente, ficou quase de qua-
tro e começou a movimentar a bunda. Estava gozando. A
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 77
cada bimbada, minha peia entrava mais profundamente. Ela
ficou, finalmente, de quatro. Peguei-a pelas ancas e mandei
rola. Ela gemia:
- Vai, meu menino. Fode esse cu arrombado de mãezi-
nha. Duas fodas por noite nele era tudo o que eu queria. Por-
tanto, não se contenha em comer o cu de mãezinha quando
eu chegar da rua.
- Desculpe acordá-la.
- Mãezinha não estava dormindo. Te esperei a noite
toda. Fiquei feliz por você vir dar uma comigo antes de ir
embora. Vou querer que faça isso todos os dias.
- E o professor?
- Dele, cuido eu.
- Raffa gosta dele.
- Eu perguntei. Ele prefere a mim. Raffa é jovem e pode
encontrar outro namorado. De preferência um que não seja
comprometido. - Disse ela, já gozando pelo cu.
- Teu cu nem parece que aguentou a rola enorme do
professor. - Eu elogiei.
- Eu sei me cuidar. Fico numa posição que não me ar-
romba tanto. Ensinei-a a Raffa e pedi que ela tentasse contigo.
- Ela me procurou, mas eu estava pregado.
- Vou te dar umas gemadas de novo. Mas termina de
foder esse cu. Estou quase gozan...
Não terminou a frase. Entrou em convulsão orgástica,
fodendo adoidada, lançando jatos esbranquiçados sobre a
cama. Meteu a mão no clitóris e ficou esfregando os dedos
nele quase com violência. Começou a gemer alto. Na verda-
de, urrava de prazer. Senti uma presença a mais no quarto.
Voltei-me. Raffa assistia a foda. Quando percebeu que eu a
olhava, fez cara de choro. Fugiu do quarto. Eu parei de fazer
os movimentos de cópula. Minha mãe pediu para continuar.
- Raffa estava assistindo à foda. Depois, correu pro
quarto chorando.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA78
- De Raffa, cuido eu. Você cuida de foder esse cu bem
fodido. Não ouse se retirar dele.
Atendi-lhe o apelo. Breve, estava gozando no cu dela.
Foi quando ela retirou-se de meu pau e mamou-o até `sugar
todo o leitinho dele.
FIM DA DÉCIMA PARTE.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 79
Capítulo 11
Tomei a gemada que minha mãe fez questão de preparar
para mim e fui pro escritório. Hozana não deu as caras.
Mas enviou mais um lote de fotografias para o meu diretó-
rio. A loira Adriella estava entre as candidatas a uma vaga
no desfile. Pensei em classifica-la como uma das últimas da
lista, mas as concorrentes dela eram fraquinhas. Deixei-a em
terceiro lugar. Quando enviei esse novo lote pra Hozana, ela
mandou-me uma mensagem dizendo que ia ordenar uma
motorista a me apanhar no escritório. Estava dodói e preci-
sava falar comigo.
Só de pensar que iria ver Mariana, meu pau ficou logo
duro. Talvez por efeito da gemada que tomei. Mas, para mi-
nha surpresa, quem apareceu foi uma motorista nipônica.
Perguntei por Mariana. Ela disse:
- Mariana foi demitida hoje cedo. A senhora Hozana
MINHA IRMÃ BUNDEIRA80
me pediu para que viesse buscar o senhor. Passei a ser a sua
motorista mais frequente.
Eu achei que Hozana havia descoberto minhas fodas
com Mariana, mas não comentei nada com a nissei. Eu es-
tava pensando em exigir a recontratação da bela morena. Se
Hozana insistisse, eu estava disposto a pedir demissão. Antes,
contaria à minha patroa que ela era minha irmã. Encontrei-a
tristonha, sentada na mesma cadeira de fibra de vidro que
estivera descansando no dia anterior. Dispensou a motoris-
ta, quando me viu. Sentei-me na outra cadeira, ao lado dela.
Perguntei:
- Cadê a outra motorista?
- Pediu demissão. Disse que conseguiu um novo em-
prego. Quis dar-lhe um aumento, para que continuasse comi-
go, mas ela não quis. Fazer o quê? Mas eu quero te falar sobre
outra coisa, meu belo.
- Diga lá.
- Eu fui fazer meus exames periódicos e tive uma puta
surpresa: estou com câncer no reto. Deve ter sido resultado
dos anos levando a pica monstruosa daquele puto.
- Porra, sinto muito. E agora?
- Agora, vou iniciar o tratamento já amanhã. Minha
médica disse que a doença foi descoberta em seu início, en-
tão pode ser facilmente revertida. Estou confiante. Mas vou
ficar uns dias no estaleiro. Por isso, vou precisar muito de
você.
- Como assim?
- Você vai assumir o meu lugar na empresa, enquanto
eu estiver convalescendo, amor. Receberá um dinheiro extra
por isso.
- Não é preciso me pagar a mais. Eu farei qualquer coi-
sa para te ajudar com todo prazer. Porém, tenho outra coisa
para te dizer...
- Se for má notícia, dispenso.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 81
- Não sei se você vai achar uma boa ou má notícia...
- Então, desembucha.
- Você ainda se lembra de tua mãe, Hozana?
- Minha mãe? Tenho uma vaga lembrança. Mas tenho
uma velha fotografia dela comigo, que roubei do meu pai.
Quando pequena, eu vivia agarrada com a foto.
Botei a mão no bolso e tirei da carteira uma foto recen-
te de mainha, que sempre trago comigo. Mostrei a ela. Ela
ficou surpresa. Perguntou:
- Como você tem uma foto da minha mãe?
- Está preparada para o que vou te dizer?
- Chuta.
- Esta é minha mãe. Significa que somos irmãos, Ho-
zana.
Ela esteve olhando para mim, abobalhada. Depois, ati-
rou-se em cima de mim e me deu um monte de beijos. Estava
contente. Falou:
- Porra, que felicidade. Obrigada, meu Deus. Eu me
apaixonei pela pessoa certa. Te amo. Te amo. Te amo - disse
ela, voltando a me beijar. Depois, perguntou:
- Onde está minha mãe? Quero encontra-la.
- Primeiro, deixa eu dizer a ela que você quer vê-la.
- Não. Quero fazer-lhe uma surpresa. Vamos agora
mesmo na tua casa.
Fomos. Quando chegamos lá, encontramos mainha
deitada no sofá da sala, assistindo tevê com Raffa. As duas
se acariciavam. Quando a coroa avistou Hozana, aboticou os
olhos. Não sei como ela não teve um treco. Levantou-se do
sofá e as duas se abraçaram. Raffa estava espantada. Pergun-
tou:
- Quem é essa zinha?
- Você acaba de ganhar uma irmã, Raffa.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA82
- Como é que é?
- Sim. Descobri que minha patroa é nossa irmã. Mas
vamos deixar as duas a sós. Estou afim de tomar umas cer-
vejas.
Eu sabia que Raffa adorava cervejas, talvez tanto quan-
to dar o cu. Ela foi comigo sem nem trocar de roupa. Senta-
mo-nos no primeiro bar que achamos. Ela, finalmente, disse:
- Puta que pariu. Agora, vou ter que dividir meu quarto
com ela. E a porra ainda vai querer o noivo de volta. Logo
agora que mainha concordou em deixa-lo para mim...
- Ela não o quer de volta, Raffa. Está apaixonada por
mim. E está doente. Câncer no reto, talvez causado por ter
engolido a pica enorme do professor por tanto tempo.
- Já disse que mainha me ensinou uma forma de não
me arrombar tanto. Vou pô-la em prática.
- Por outro lado, acho que você ganhou o direito de
morar sozinha, como sempre quis. Ela mora numa mansão.
Deve levar nossa mãe para cuidar dela enquanto estiver do-
ente e eu irei junto.
- Não senhor! Eu te quero junto a mim. Você vai me
treinar a dar o cuzinho. Só então, procuro o professor.
- Lembre-se que agora eu tenho namorada, Raffa. Mas
meu pau é grande. Dará para as três. - Galhofei.
- Para as quatro! Agora que mainha largou mão de meu
namorado, vai querer foder contigo. Angelina vai esperar tre-
par contigo todos os dias. Ela mesma já disse. E duvido que
tua patroa vá querer largar o nervo.
- Ela é nossa irmã, Raffa.
- Tá, tá... mas vai ser difícil eu me acostumar. Estava
muito bem só nós dois. E ela parece ser mais mandona do
que eu.
- Isso, é verdade. Mas vai gostar dela.
Eu e minha irmã tomamos várias cervejas. Desacostu-
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 83
mada ao álcool, logo ela estava bicada. Começou a dar mole
para um garçom novinho que servia a gente. De repente,
disse que iria ao banheiro e sumiram os dois. Ainda tomei
mais uma cerveja, esperando por ela, depois paguei a conta
e fui-me embora. Ao chegar na frente de casa, encontrei um
táxi parado. Não lhe dei atenção. No entanto, escutei uma bu-
zina tocar de forma bem familiar. Só então, percebi que quem
me esperava dentro do táxi era a morena motorista Mariana.
Sentei-me ao seu lado. Ela me beijou contente. Perguntei:
- De quem é o táxi?
- Agora é meu. Meu pai o dirigia. Aposentou-se. Pas-
sou-o com toda a documentação para mim.
- Uau. Parabéns. Não admira que pediu demissão.
- Eu pensei seriamente sobre a nossa situação. Fatal-
mente seria flagrada pela patroa te fodendo. Ela é ronhenta.
Acabaria me demitindo. Apenas me antecipei. Agora, posso
te foder à vontade. Ela não pode mais me demitir.
- Desistiu do desfile?
- Continuo com o mesmo peso. Não conseguiria en-
gordar até ele. Nem se tomasse porra duas vezes ao dia.
- A partir de amanhã, sou eu que estou responsável
pelo desfile, Mariana. Posso te encaixar nele.
Ela me deu um beijo demorado. Prometeu:
- Se fizer isso, te levo de táxi para o escritório todos os
dias. E você não precisa me pagar por isso. bastará que eu
tenha a tua porra diariamente. Por falar nisso, ainda estou
em jejum. Vim pegar a minha dose diária. Vamos. Eu pago
o motel.
Pouco depois, estávamos trancados num quarto. Toma-
mos um banho juntos e ela reivindicou minha porra. Queria
me chupar ali mesmo, no banho, mas eu a levei para a cama.
Disse que também queria chupá-la. Ela confessou que nunca
havia sido chupada por um homem. Experimentara receber
MINHA IRMÃ BUNDEIRA84
sexo de algumas mulheres, já que fazia tempos que não tinha
namorado. Parecia que, por ser tão decidida, os homens ti-
nham medo dela. Eu não tinha. Achava-a maravilhosa. Brin-
cando, eu a preferia a Angelina. Fiquei de pensar nisso. Mas
só mais tarde. Naquele momento, eu botava em prática o que
tinha aprendido com minha mãe sobre chupar uma mulher.
Estávamos dispostos num meia-nove. Eu tinha sua bo-
ceta na boca e ela apenas acariciava meu pau com as mãos
suaves. Estava mais concentrada em minha técnica de lhe
chupar a boceta. Demorei em arrancar-lhe os primeiros sus-
piros. Pouco depois, ela jorrava o primeiro jato em minha
cara. Fiquei sufocado e parei por uns segundos. Foi quando
ela começou a me chupar. A morena era uma profissional da
felação. Levei metade do tempo que ela para gozar em sua
boca. Ela não parou de chupar. Breve, eu esporrava mais uma
vez. Ela avisou:
- Vou continuar te chupando, amor. Mas avise-me
quando for gozar novamente. Eu vou querer teu gozo na mi-
nha tabaca.
FIM DA DÉCIMA PRIMEIRA PARTE.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 85
Capítulo 12
Quando voltei para casa, não havia ninguém lá. Minha
mãe e minha irmã haviam saído. Mamãe deixou um bi-
lhete dizendo que tinha ido pra casa de Hozana. Olhei para
o relógio. Ia dar dez da noite. Eu não tinha o número da mi-
nha patroa e minha mãe não tinha telefone. Mas a ruiva Ja-
cira havia me dado seu número. Liguei para ela. Pediria o de
Hozana. No entanto, o celular da índia de cabelos tintos de
vermelho estava desligado. Liguei a tevê e fiquei assistindo.
De repente, bateram na porta. Fui atender. Era a magra An-
gelina. Ou Bruna, como ela gostava de ser chamada. Pedi que
entrasse. Ela não quis. Estava agindo de modo estranho. Per-
guntei o que estava acontecendo. Ela fez cara de choro. Falou:
- Tua irmã me disse que eu te deixasse em paz pois você
tinha namorada e que ela era a tua patroa. Eu não quis saber
de mais detalhes, corri chorando para casa. Mas ainda quero
ser modelo. Por isso, vim trazer as fotos que pediu.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA86
- Sinto muito, mas ela deve ter te disso isso antes de
saber que minha patroa é nossa irmã. Uma irmã que não sa-
bíamos ter. Fale com Raffa. Ela vai confirmar o que estou te
dizendo.
- Não mais importa. Conheci uma pessoa ontem, e
acho que estou apaixonada.
- Então, eu te desejo toda a felicidade do mundo, Bru-
na. Eu não menti quando falei que queria namorar contigo.
Mas não vou me tornar um estorvo para ti. Portanto, pode
acreditar que não vou mais te incomodar.
- Ainda vai querer me tornar uma modelo?
- Claro. Uma coisa não tem nada a ver com a outra.
Deixe essas fotos comigo. Deixe-me também teus dados pes-
soais. Vou te inscrever no desfile.
- Deixo-te também um bônus, para se lembrar de mim
com carinho. Obrigada por tudo.
Ela me roubou um rápido beijo e foi-se embora quase
às carreiras, me deixando um envelope com fotos. Fechei a
porta e o abri. Continham mais de quinze fotos. As últimas
três, no entanto, tratavam-se do tal bônus: eram fotos bem
trabalhadas, de estúdio, onde ela aparecia totalmente nua.
Eram flagrantes naturais, e ela estava linda. Seus pelos púbi-
cos estavam por depilar e davam um ar erótico à pose. Com
certeza, o novo namorado dela era o fotógrafo profissional
que tirou aquelas fotos. Fiquei excitado. Acariciei o pau, en-
quanto revia as fotografias. Aí o toque do celular cedido por
Mariana me assustou. Atendi. Era a ruiva. Perguntou:
- Ligaram para mim deste número. Quem deseja falar
comigo?
- Oi, Jacira Roberta. Sou eu, Felipe. Estou precisando
do número da patroa.
- Tua mãe acabou de me ligar do telefone da patroa,
a pedido dela. Ambas estão em um hospital. Dona Hozana
passou mal. Parece que tem problemas de coração e foi inter-
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 87
nada. Eu não sabia que você tinha telefone. Eu já ia aí, te dar
o recado.
- Eu não tenho telefone. Este que te liguei é empresta-
do. Sabe onde ela está internada?
- No hospital do pai dela.
Pouco depois, eu estava no hospital onde minha mãe
trabalhou. Parece que já me esperavam. Levaram-me ao seu
quarto. Lá, encontrei minha mãe abraçada a um senhor que
eu não conhecia, ao lado da cama onde Hozana dormia. Adi-
vinhei quem fosse:
- Boa noite, tio. Prazer em conhece-lo.
- Oi, meu filho. Sinto muito que tenhamos nos conhe-
cido nessa situação. Lamento informar que tua irmã está bem
mal. Não aguentou as alegrias do dia.
- O senhor sabia que ela era cardíaca?
- Sim. Mas nunca dei a devida atenção ao fato. Ela é
muito rebelde e estava sempre me confrontando. Não sabia
que vocês se conheciam.
- Foi uma dessas coincidências da vida. Só ontem, vim
a saber que ela era minha irmã.
- Cadê Raffa? Por que não veio contigo? - Perguntou
minha mãe.
- Não sei dela, mainha. Nos separamos logo cedo. Vol-
tei para casa e ela não estava.
- Ache-a. Vou precisar que ela fique com Hozana, en-
quanto resolvo umas coisas.
- Você sabe dirigir? - Perguntou o coroa, sem largar mi-
nha mãe. Era um cara bonitão. Eu me parecia muito com ele.
- Ele não sabe dirigir - apressou-se a responder minha
mãe.
- Então, deixe-me dar um telefonema. Meu motorista
te levará à procura da tua irmã.
Pouco depois, um cara todo bem arrumado apareceu
MINHA IRMÃ BUNDEIRA88
na enfermaria onde estávamos e me chamou em direção ao
estacionamento. Apresentou-se:
- Meu nome é Adalberto, senhor Felipe. Iremos achar
a tua irmã. Antes, tenho que passar num lugar para pegar
minha irmã. Ela irá com a gente.
- Há necessidade de leva-la?
- Sim. Se tua irmã estiver desaparecida, minha irmã a
achará. Ela é detetive da Polícia.
- Ah, bom. Então, vamos apanhá-la.
A irmã de Adalberto era um arraso, apesar de ter um
jeitão de sapatão. Era uma mulata enorme, talvez com uns
dois metros de altura. O motorista do meu tio Rafael também
era um negro alto, um tipo bonitão. Apresentou-nos:
- Essa é minha irmã Alba. Mana, esse é o filho do meu
patrão. Quer achar a irmã que desde cedo está sumida.
- Oi, bonitão. Tem foto dela?
Catei em minha carteira e entreguei uma foto recente
de Raffa. Antes, disse:
- Vamos passar primeiro num bar onde estivemos. Foi
onde a vi pela última vez.
Passamos. O garçon não havia voltado e ninguém sabia
da minha irmã. Foi quando a mulata Alba fotografou com o
celular a imagem de minha irmã. Em seguida, enviou a foto
para seu grupo de whatsapp, junto com a mensagem dizendo
que queria encontrar aquela moça. Eu perguntei:
- E agora?
- Agora, esperamos - respondeu ela, espreguiçando-se
dentro do carro, no banco de trás, onde estava sentada.
Eu convidei:
- Já que estamos num bar e vamos esperar, que tal to-
marmos uma cerveja?
- Estou de serviço, não posso beber - apressou-se em
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 89
dizer o motorista.
- Eu posso - disse a mulata - vamos nos sentarmos na-
quela mesa.
- Então, deixo vocês aqui e volto pro hospital. O patrão
pode precisar de mim.
Ficamos sozinhos. A mulata perguntou:
- O que está rolando?
Expliquei em poucas palavras. Ela sorveu o primeiro
gole de cerveja. Depois, falou:
- Aviso que não trabalho de graça. Vou querer algo em
troca.
- Então, irei ficar te devendo. Não tenho grana. Terei
que pedir ao meu pai ou à minha mãe.
- Não estou te cobrando. Vou cobrar à tua irmã.
- Como assim?
- Quero o pagamento em sexo. Sou lésbica.
- Não posso te responder por ela - eu disse, mesmo sa-
bendo que Raffa era de chupar bocetas.
- Não se preocupe. Eu mesma falarei com ela. Sou boa
em convencer as pessoas.
Nisso, o celular dela deu um bip. Ela leu a mensagem
do whatsapp. Sorriu, contente. Disse:
- Localizada. Uma amiga a viu entrar num motel com
um cara. Pelo jeito, ainda está lá. Minha amiga disse estar nos
esperando. Tem grana para pagar aqui e pegar um táxi?
- Não. Infelizmente, não. Eu não sabia que teu irmão
iria nos deixar aqui. Senão, teria pedido grana a meu pai ou
a minha mãe.
- Vai ficar me devendo. E saiba que sou de cobrar.
Quando chegamos a um motel, a amiga dela nos es-
perava na frente do estabelecimento com um cara. O sujeito
MINHA IRMÃ BUNDEIRA90
beijou a mulata como se a conhecesse de longas datas. Só de-
pois, me cumprimentou. Apertei sua mão e respondi ao seu
cumprimento. Ele disse:
- Tua irmã está com um garçon, amigo meu. Posso cha-
má-lo, mas só se for para uma boa causa. Se for para uma
cena de ciúmes, te expulso daqui debaixo de porradas.
Eu não contive um sorriso de escárnio. O cara era mui-
to mais magro do que eu. Eu o venceria no braço facilmente.
A mulata percebeu a minha incredulidade. Alertou:
- Não o subestime, rapaz. Esse gajo é campeão gaúcho
de artes marciais. No entanto, dá um cu que faz gosto. Mas
Felipe está querendo apenas dar um recado importante à
irmã, bicha.
- Então, espera aqui. Vou falar com eles. Volto já.
Quando o cara saiu, eu disse à amiga dele que pensava
que ele fosse seu namorado. Ela abriu uma bolsa que levava
a tiracolo e mostrou-me uns apetrechos eróticos. Explicou:
- Ele é meu cliente mais assíduo. Não gosta de homens.
Mas adora ter enfiado no rabo estes brinquedinhos. Você
também gosta?
- Não, não curto. Ao invés de tomar no cu, prefiro foder
um cusinho.
- Jura? Quer foder o meu? Fiquei excitada, enfiando
essas coisas nele, mas ele não me fodeu. Estou afim. Agora
que você vai conseguir dar o recado à tua mana, poderíamos
transar aqui neste motel.
- Não tenho grana para pagar a estadia.
- Nem precisa. Aqui mando eu. O motel é da minha
irmã. Se você topar uma suruba, chamo ela para estar com a
gente. Ela iria adorar. Desde cedo que trabalha duro na admi-
nistração. Deve estar doida para largar. Topas?
Antes que eu pudesse responder, minha irmã apareceu
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 91
com o garçom. Estavam ambos exaustos. Dei-lhe o recado de
minha mãe e ela reclamou:
- Puta merda, mano. Estou fodida. Bem fodida. Doida
para dormir. Aí, tenho que cuidar daquela puta?
- Ela está muito doente e é nossa irmã, Raffa.
- E daí? Vai continuar sendo depois que eu descansar,
porra.
- Vá ao hospital e fale com mainha. Decidam. Eu vou
ficar por aqui.
A amiga da mulata me deu um beijo rápido, depois pe-
gou o celular. Esteve falando com alguém, depois desligou. O
boiola disse:
- Estou de carro. Quem vai querer uma carona?
- Empreste-me o carro. Te dou dinheiro para ir de táxi,
bicha. Quero levar a garota lá no hospital onde sua mãe espe-
ra. - Afirmou a policial.
- Deixe meu macho, antes, no bar onde ele trabalha,
pode ser? - Perguntou minha irmã.
Logo, minha mana foi embora e eu entrei num dos
quartos do motel. Pedi para tomar banho. A garota fez ques-
tão de me banhar. Fomos ao box juntos. Quando tirei a rou-
pa, ela deu um assovio ao ver meu long size. Deu-me banho
com gosto, enquanto se molhava também. Não era lá muito
bonita, mas tinha um corpo atraente. Era dessas falsas ma-
gras. Só o rosto é que não combinava com a sua beleza. Aí,
bateram na porta. Ela gritou:
- Está aberta, mana. Vai ter uma boa surpresa.
Quem teve a surpresa fui eu. A morena que apareceu
na porta, a tal dona do motel, era belíssima e mais gostosa
que a irmã. Fiquei imediatamente de pau duro, pois ainda
não estava. Ambas ficaram contente ao ver minha pica em
toda a sua extensão. A dona do pedaço perguntou:
MINHA IRMÃ BUNDEIRA92
- Aguenta as duas, rapaz?
- Daqui a uma hora, respondo essa pergunta. Confesso
que nem eu mesmo sei a resposta.
Riram, as duas. Levaram-me para a cama. Deitaram-
-me de papo pra cima nela. A mais bonita se ocupou com a
minha parte de cima, beijando-me sofregamente os lábios. A
outra contentou-se com minha parte de baixo: engoliu meu
cacete com gula. A dona do motel, depois de me beijar de
língua, abriu as pernas se acocorando sobre mim e encostou
a vulva na minha boca. Chupei-a com leveza e ela começou a
gozar quase imediatamente. A outra reclamou:
- Não vale gozar agora, maninha. Vem pra cá. Eu cuido
de fazê-lo engolir minha seiva, já que não pretendo gozar tão
cedo.
A bonitona se ajeitou entre as minhas pernas. Pegou
meu cacete com as duas mãos e passou a lambe-lo com des-
treza. Mas pressionava-me um pouco abaixo do testículo,
como se quisesse encontrar um ponto onde retardasse meu
gozo. Quando a outra se ajeitou perto da minha boca, notei
seu pinguelo enorme. Parecia uma pequena pica. Estava du-
ríssimo. Ela disse:
- Chupa meu grelo, mas com cuidado para não machu-
car. Ainda está dolorido da foda com o bicha. Ele me chupou
como se eu tivesse uma pica entre as pernas. Ô maricas gu-
loso!...
Peguei seu pinguelo com dois dedos e fiquei mastur-
bando-o, como se batesse uma punheta. Aquela coisa cresceu
mais ainda na minha mão. A despeito do que tinha dito, a
irmã da dona do motel começou a gozar. A outra bonitona
apressou a punheta em mim. Movia rápido a mão, como se
tivesse urgência de me fazer gozar. A menos bela chamou:
- Vem aqui, mana. Esse macho não sabe me masturbar.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 93
Mesmo assim, estou gozando. Vem. Me chupa, mana...
A irmã largou minha pica e correu para chupar a outra.
Meteu a língua em seu cuzinho enquanto lhe masturbava o
enorme grelo. Com isso, ficou de bunda empinada e virada
para mim. Não desperdicei a oportunidade. Esfreguei a ca-
beçorra da minha pica naquelas pregas. A cavala abriu mais
as pernas. Forcei a rola em movimentos de parafuso em seu
cu acochado. Ela gemia, sem parar de chupar o cu da irmã.
Segurei-a pelas ancas e fui enfiando devagar. Ela começou a
rebolar e depois movimentou a bunda em círculos. A sensa-
ção era maravilhosa. Minha pica entrava e saía do seu cu des-
lizando macio. O buraco estava naturalmente lubrificado. Aí
a irmã gozou na sua cara. Não saiu muita porra, mas percebi
claramente seu gozo. Ela saiu de perto da irmã e correu para
trás de mim. Untou meu cu com saliva e eu quase que fico
broxa. Mas a pica voltou a ficar duríssima quando ela enfiou
o grelo enorme no meu cu.
Foi quando eu dei uma gozada cavalar no rabo da ju-
menta.
FIM DA DÉCIMA SEGUNDA PARTE.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA94
Capítulo 13
Cheguei em casa quando o dia já estava amanhecendo. Os
olhos doíam de sono. Passei a noite sem dormir, fodendo
as irmãs. Estava difícil de eu ir para o escritório, mas agora
era mais do que necessário. Minha irmã Hozana estava in-
ternada. Precisava de alguém que tomasse conta da empresa.
Tomei um banho frio, depois de jogar duas garrafas
de água gelada sobre o corpo. Despertei, mas sabia que teria
sono de novo. Minha mãe dormia a sono solto. Não mexi
com ela. Devia estar exausta. Estranhei meu tio não estar com
ela ou vice-versa. Tomei café com metade de um pão e saí de
casa. Mariana não me esperava à frente da minha residência,
com seu táxi, como me prometeu. Peguei um ônibus e fui
pro escritório de modas. Toda a equipe, inclusive fotógrafos e
motoristas, esperavam por mim. Fiz uma rápida reunião com
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 95
todos e distribuí tarefas. Logo, a equipe estava trabalhando.
Naquele dia, o trabalho foi árduo. O desfile estava pró-
ximo e eu precisava ainda de patrocinadores. Com uma lista
cedida por Jacira, contatei todas as empresas de roupas que
apostavam no nosso atelier. Poucos atenderam ao meu apelo.
Preferiam esperar que Hozana convalescesse. Acabei tendo
que cancelar o desfile. Mas era melhor assim. Eu queria que
Hozana estivesse sarada para presenciar o evento. Mesmo as-
sim, adiantei algumas coisas. Inclusive, escolhi as modelos
que iriam participar. Incluí a magra Bruna, a motorista Ma-
riana e a puta Adriella no elenco. Quando terminou o expe-
diente, ao invés de ir para a faculdade, fui direto para o hos-
pital. Hozana já estava bem melhor. Ainda tomava soro, mas
não estava mais sedada como na noite anterior. Me recebeu
com alegria. Perguntou como tinha sido o meu primeiro dia
de trabalho sem a sua intervenção. Falei-lhe do adiamento
do desfile. Expliquei-lhe o motivo. Ela já esperava por isso.
Então, mostrei-lhe a lista de modelos que eu havia escolhido
para a festa. Ela criticou a escolha de Bruna. Insisti na sua
inclusão e ela acabou concordando com o meu argumento de
que a moça tinha uma beleza diferente.
Não havia ninguém cuidando de Hozana. Raffa acaba-
ra de ir para casa e meu tio não havia dado as caras até então,
depois que esteve lá com minha mãe. Fiquei contando os mi-
nutos para aparecer alguém. Quando eu já não esperava mais
ninguém, a japonesinha, motorista substituta de Mariana,
apareceu no quarto. Tinha os cabelos molhados. Disse:
- Passei em casa para tomar banho e vim pra cá. Estou
vendo que vai precisar de alguém para ficar com dona Ho-
zana. Eu posso ficar. Antes de ser motorista particular, fui
enfermeira.
- Eu agradeço, Mariko. Mas você fica enquanto não
aparecer minha irmã ou minha mãe.- Disse Hozana - Quero
MINHA IRMÃ BUNDEIRA96
você dando assistência a Felipe. Se ele dirigisse, bastaria lhe
dar um dos carros. Mas...
- Prometo tirar minha carteira em breve, minha linda.
- Eu disse.
Despedi-me das duas e fui para casa. Minha irmã dor-
mia em seu quarto. Um sono tão pesado que não se acordou
com a minha presença. Ela não era acostumada a virar noi-
te, por isso não a acordei. Minha mãe não se encontrava em
casa. Procurei por algum bilhete em vão. Quando eu já ia me
deitar, minha irmã despertou aperreada:
- Porra, perdi a hora. Tinha que estar no hospital nova-
mente. Minha mãe saiu com o nosso pai e eu fiquei de ir pra
lá. Porém, peguei no sono de novo. Vou tomar um banho e
ir-me embora.
- Vim de lá agora. Tem uma pessoa com ela.
- Quem?
- Uma das motoristas de Hozana.
- Não é da família. Cabe a nós cuidarmos de nossa irmã.
Eu estranhei o entusiasmo de Raffa, mas não disse
nada. Até a incentivei a ir. Quando ela saiu, fui finalmente
para a cama. No entanto, não tardou a alguém bater na porta.
Fui atender sonolento. Perguntei quem era. Reconheci a voz
de Mariko. Abri a porta. Ela disse:
- A patroa pediu-me que eu viesse aqui te dar uma
massagem relaxante. Prometeu-me um bônus substancioso,
contanto que eu fizesse tudo que você me pedisse.
- Não era preciso ter vindo, Mariko. Basta um pouco
de repouso e eu estarei novo. Já passou da tua hora de largar.
Pode ir para a tua casa.
- Não tenho o que fazer em casa. Prefiro ficar com o
senhor. Assim, recebo o meu bônus.
- De quanto seria teu bônus? Posso autorizar à Conta-
bilidade te pagar.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 97
- Agradeço, mas não, obrigada. Na verdade, eu escolhi
meu bônus. E a patroa concordou.
- Qual o bônus escolhido?
Ela esteve indecisa, depois falou:
- Gostei do senhor, desde que te vi pela primeira vez.
Sou japonesa mas vivi em São Paulo. Estou aqui no Recife faz
pouco tempo. Vim para cá recém-separada do meu marido.
Não consegui ainda fazer novas amizades. Por isso, estou ca-
rente de sexo...
Ela dizia isso de cabeça baixa. Estava envergonhada das
suas palavras. Mantinha uma posição de reverência. Insisti:
- Tem vários modelos que trabalham conosco que fica-
riam felizes em transar contigo, Mariko. Por quê eu?
- Porque Jacira me disse que você é bem dotado. Nun-
ca conheci um homem assim. De onde vim, os homens têm
paus curtos. Eu queria experimentar algo diferente.
- Que mais Jacira te falou sobre mim?
- Que é discreto. Que eu não tivesse dúvida de que acei-
taria meu apelo sem fazer pouco de mim. E que preservaria
nosso acordo, tornando-o este assunto apenas nosso.
- O problema é que estou exausto, Mariko. Quase não
dormi de ontem para hoje.
- Por isso te ofereci antes uma massagem. Em menos de
uma hora estará em forma.
- Então, façamos o seguinte: hoje você dorme aqui co-
migo. Eu cochilo um pouco, depois transamos, okay?
- Eu me sentiria melhor se estivéssemos em minha
Minka.
- Minka? O que é isso?
- Minha residência. É uma casa em estilo japonês, que
mandei construir especialmente para mim. Ela reproduz as
características de uma morada popular do Japão.
- Está querendo que eu vá para lá?
MINHA IRMÃ BUNDEIRA98
- Gostaria que me desse o prazer de hospeda-lo.
A casa de Mariko ficava num bairro nobre do Recife.
Destacava-se de todas as residências do local por causa do
seu estilo nipônico. Havia um lindo jardim em estilo oriental
na frente da construção. A área onde foi construída era enor-
me. Perguntei:
- Vive sozinha aqui?
- Meus pais não se deram com o clima. Voltaram para
o Edo. Fiquei sozinha. Mas gosto da solidão. No entanto, de
vez em quando necessito de sexo.
Ela estacionou o carro da empresa na frente do portão
e adentramos o jardim. Logo estávamos numa espécie de va-
randa que ela disse chamar-se engawa. Tratava-se de um cor-
redor externo que ficava do lado de fora da casa, tradicional-
mente usado para proteger as portas e paredes shoji contra o
sol, chuvas e tempestades. A largura do engawa depende da
casa, podendo ser estreito ou largo.
Depois que entramos, ela me mostrou o tokonoma,
que é uma área ligeiramente elevada de encontro a uma pare-
de em uma sala destinada a receber convidados. Neste local
é comum encontrarmos um ou mais tipos de arte tais como
pintura, shodo, bonsai, Suiseki (pedra de exibição), Kakemo-
no ou ikebana.
Existem algumas regras de etiqueta importantes em re-
lação ao Tokonoma. Por exemplo: não se deve entrar no inte-
rior do tokonoma, exceto para mudar a decoração. Os convi-
dados também devem ficar de costas pra ele, com o intuito de
mostrar modéstia perante seus hóspedes - me explicou ela.
Mariko explicou-me também que, antigamente, a
maioria das casas japonesas não tinham um local para tomar
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 99
banho. Por este motivo, era comum as pessoas se dirigirem
ao Sento (banhos públicos) para se lavar. Na era Meiji, uma
área para banho passou a ser implementadas nas casas, sendo
comum hoje em dia. Em casas antigas e ryokans (espécie de
pensionato) ainda é possível encontrar os tradicionais ofurô
em madeira. O ofurô é a área de banho de uma casa.
Uma característica interessante é o fato da área do ba-
nho ser separada do banheiro. Na área do banho, é comum
encontrarmos o ofurô, uma espécie de banheira onde os ja-
poneses costumam relaxar após se lavarem.
Foi justamente para onde ela me levou. Tirou minha
roupa com cuidado e deixou-me nu, deitado numa banheira
de madeira, à espera de que ela me trouxesse água numa tina
também de madeira. Encheu a banheira e pacientemente me
deu banho, me esfregando o corpo com uma seiva cheirosa,
sem quase tocar no meu sexo. Deu-me uma massagem re-
laxante nos músculos trapézios e eu quase durmo. Depois,
fez com que eu me levantasse da banheira, enxugou-me e le-
vou-me em direção ao fusuma. O fusuma, parecido com um
quarto, costuma ser decorado com pinturas relacionados à
natureza, animais, mitologia ou caligrafia. Eles oferecem às
casas japonesas muitas possibilidades, pois os quartos podem
ser reconfigurados dinamicamente, pois suas paredes são
móveis. Ali, um ambiente muito limpo, deitou-me no chão
atapetado com um esteira feita de palha de arroz prensada
revestida com esteira de junco e faixa lateral. Deitou minha
cabeça de lado numa almofada, enquanto eu tinha o resto do
corpo de bruços deitado na esteira.
Então ela começou a me dar uma massagem por todo
o corpo. Fazia isso de maneira metódica e paciente. Num is-
tante, adormeci. Mas acordei já descansado, com ela ainda
manipulando meu pau. Ele estava duríssimo, mas suas mãos
eram tão suaves que eu nem sentia quando me tocavam. Na
MINHA IRMÃ BUNDEIRA100
verdade, todo meu corpo estava dormente, como se ele ti-
vesse me tocado nalgum nervo e me causado paralisia. Ten-
tei erguer a mão para toca-la e não consegui. Também não
consegui pronunciar nenhuma palavra. Meu cérebro parecia
embotado. Senti cheiro de defumadores. Vi alguns espalha-
dos naquela espécie de quarto. Achei que a essência que me
invadia as narinas continham alguma erva que causava aque-
le efeito. Ela continuava manipulando meu pênis, dando uma
massagem nele. Quando percebeu que eu tinha acordado,
fê-lo com mais entusiasmo. Agora, eu sentia suas mãos me
masturbando. O resto do corpo continuava dormente. Mari-
ko estava sentada sobre os calcanhares, ao meu lado, enquan-
to me dava a massagem. Ela disse, finalmente:
- Bom dia, Felipe San. Lá fora está um lindo alvorecer.
- Passou a noite me massageando, Mariko?
- Sim. Era preciso. Era necessário que eu concentrasse
todo o teu sangue da região pélvica onde fica o teu sexo. Não
podia parar, pois o sangue voltaria ao seu devido lugar.
- E por que essa necessidade de concentrar meu sangue
assim?
- Porque é imprescindível, para que tenha uma ereção
mais duradoura, do jeito que eu preciso.
Sem aviso prévio, ela agachou-se e começou a me
chupar. Fazia-o com leveza e eu quase não sentia sua boca
em meu sexo. Quando ele já estava bastante lubrificado
pela saliva, ela tirou o quimono que vestia com uma graça
que eu nunca havia visto antes numa mulher. Ficou com-
pletamente nua e eu vi seu corpo curvilíneo com mais cla-
reza. Ela deu um tempinho para que eu a visse em todo o
seu esplendor, para voltar a me chupar. Seus longos cabe-
los soltos se derramavam sobre o meu tórax e seu toque
me dava mais tesão. Ela levou uns cinco minutos na fela-
ção, depois levantou-se. Ficou de pé, abrindo as pernas,
deixando-me entre elas. Depois, ajoelhou-se. Com deli-
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 101
cadeza, pegou meu caralho duríssimo e apontou-o para a
racha. Não teve pressa. Pincelou a glande várias vezes nos
lábios vaginais, até eu sentir sua vulva encharcada. Mais
uma vez quis tocar nela, mas o corpo não acompanhava
meu raciocínio. Finalmente, Mariko enfiou-se no meu
pau. Sua boceta era apertada, mas o caralho deslizava para
dentro dela com facilidade. Eu gemi de prazer.
Ela tinha a expressão de paz em seu semblante tran-
quilo. Sem pressa, engoliu meu membro enorme e duro
com a vulva até o talo. Retirou-se totalmente dele e repetiu
as etapas anteriores: esfregou a glande na racha e depois
recebeu a enorme trolha nas suas entranhas. Parecia fazer
tudo em câmera lenta. Eu continuava sentindo só aquela
parte do corpo: a área genital. Aos poucos, ela foi aumen-
tando o ritmo dos seus movimentos. Comecei a sentir a
aproximação do gozo. Fiz um esforço enorme para dizer:
- Vou gozar, Mariko...
- Não fale. Apenas deixe o teu corpo responder ao
chamado da minha vulva.
Relaxei. Fechei os olhos e fiquei sentindo minha pica
entrar e sair da sua xoxota, cada vez mais rapidamente. O
gozo veio. Avassalador. Partiu lá do meu âmago. Em uma
série de estertores, jorrei porra dentro daquela gruta que
me dava tanto prazer. Ela sorria, enquanto diminuía o rit-
mo dos movimentos. Achei que ela iria se retirar do meu
pau para me chupar. Ela apenas se enterrou mais no meu
cacete e ficou pressionando ele, como se me mordesse com
a vulva. Gozei mais uma vez e depois senti a cabeça giran-
do. Eu devia ter sido dopado por aquela fumaça que saía
dos recipientes com incenso queimando. Então, ela gozou
também. Gozou até ficar toda se tremendo. Não mijou so-
bre mim, como eu esperava. Mas dessa vez não fiquei frus-
trado. Depois de gozar várias vezes, ela dobrou o corpo e
MINHA IRMÃ BUNDEIRA102
deitou-se sobre o meu. Tentei abraça-la, mas não consegui
me mover ainda. Assim, peguei no sono de novo.
FIM DA DÉCIMA TERCEIRA PARTE.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 103
Capítulo 14
Quando acordei, já tinha o domínio total do meu cor-
po. Os incensos ainda estavam acesos, sinal de que não
tinha sido eles a me causar o torpor. Mariko estava langui-
damente dormindo perto de mim. Não quis acordá-la. No
entanto, quando me movi para me levantar do tatame, ela
despertou. Dei-lhe um beijo carinhoso e ela se espreguiçou
como uma gata. Perguntou se eu estava com fome. Antes que
eu respondesse, levantou-se com agilidade e pediu que eu es-
perasse deitado. Ela traria algo para eu comer.
Permaneci sentado no tapete feito com enchimento de
arroz. Era confortável. Ela voltou com uns biscoitos muito
gostosos, mas feitos de massa leve. Para acompanhar, chá.
Não sou muito chegado a chás, mas aceitei e tomei de bom
grado. Perguntei:
- Você está bem?
MINHA IRMÃ BUNDEIRA104
- Estou maravilhosa. Você é um homem muito apeti-
toso. E saciei, finalmente, minha curiosidade de estar com
alguém bem dotado.
- É impressão minha ou não gosta de sexo anal?
- Tolero. Mas hoje eu quis apenas me satisfazer. Pensei
só em mim. Outro dia, satisfaço só a você, está bem?
- Oh, eu fiquei satisfeito - menti.
- Que bom. Mas percebi tua ansiedade por coito anal.
Teria quebrado nosso clima de harmonia, se eu te permitis-
se esse tipo de sexo comigo hoje. Mas prometo compensa-lo
depois.
- Mudando de pau pra cacete, certa vez eu li que os
japoneses são adeptos do incesto e permitem sexo com crian-
ças. Isso é vero?
- Na verdade, o homem japonês trata muito bem as suas
irmãs. Protegem-nas até arriscando a própria vida. É natural
que essas meninas se apaixonem por eles, mesmo sendo do
seu próprio sangue. Há leis no Edo que proíbem o sexo entre
consanguíneos e com crianças. O povo não admite publica-
mente esse tipo de sexo mas, talvez por ser proibido e feito
às escondidas, torna a prática mais atraente. Porém, a mu-
lher japonesa normalmente faz sexo incestuoso a pulso. Não
gosta. Infelizmente, por respeito ao homem, consentimos o
estupro. Mesmo quando esse homem não é nosso parente.
Quanto mais alta é a sua posição social, mais poupado de
críticas ele é pela sociedade.
- Visão interessante. Você já foi estuprada, Mariko?
- Sim. Por diversas vezes. Eu ainda era criança quando
meus pais, muito pobres, precisaram de ajuda financeira de
um amigo do meu pai. Quando perceberam que o homem
estava afim de mim, facilitaram o assédio dele. Saíam de casa
e nos deixavam a sós. Engravidei com quatorze anos de ida-
de, ainda uma menina. Meu estuprador contraiu matrimônio
comigo, é verdade, mas continuou me estuprando todas as
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 105
vezes que chegava em nossa casa. Conseguiu uma transferên-
cia para o Brasil e trouxe minha família junto. Aqui, aprendi a
técnica da massagem paralisante com algumas conterrâneas.
Consegui que ele nunca mais me pegasse a pulso. Depois,
tomei coragem e me separei dele. Aproveitei que meus pais
não se deram com o clima do Brasil, como eu me adaptei, e os
convenci a voltar para o Edo. Levaram ele junto.
- Edo?
- É como algumas pessoas ainda chamam o Japão.
- Ah, tá. Quer dizer que você costuma agora paralisar
o amante da hora?
- Você deve ter percebido isso. É que eu queria tomar a
iniciativa do nosso coito. Você se disse cansado e eu confesso
que estava muito carente. Desde quando meu marido se foi -
nós tínhamos sexo todos os dias - que não tive mais relações
sexuais. Você ficou zangado comigo?
- Oh, não. Reafirmo que você me satisfez. É verdade
que gosto muito do coito anal, mas como você mesma disse:
faremos isso outra hora, se você me permitir, claro.
- Eu permitirei, quando estiver preparada. Por favor,
nunca me force a ele. Nós, japonesas, não somos muito adep-
tas do coito anal pois tal ato é um sinal de poder e dominação
masculina. O macho faz isso para nos infligir vergonha e so-
frimento. Alguns nos punem pelos seus próprios fracassos...
- Putz. Eu nunca havia pensado sobre isso. Mas, mu-
dando de assunto: quais as tuas perspectivas lá na empresa,
Mariko?
- Lá é um trabalho temporário. Serve para me ajudar
a pagar a faculdade. Eu estou no sexto período de Medicina.
- Uau. Parabéns. Quando terminar o curso, prometo te
conseguir um emprego num hospital.
- Foi o que dona Hozana também me prometeu. O pai
dela é dono de um hospital.
- Hozana é minha irmã, Mariko. Então, você agora tem
duas promessas de emprego.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA106
Ela olhou para mim espantada, mas não muito. Disse:
- Vocês são irmãos? Então, não admira que ela tenha
te liberado para mim. Todos na empresa achamos que vocês
são namorados. Agora, você diz que são irmãos. Têm uma
relação incestuosa?
- Tivemos. Só anteontem eu soube que ela era minha
irmã. Transamos, é certo. Mas não sei se voltaremos a ter
sexo de ora por diante.
- Entendo. Mas eu não ligaria se vocês voltassem a ter
sexo, contanto que tivesse condições de nós dois continuar-
mos sendo amantes. Por causa dela você me rejeitaria?
- Claro que não.
Eu estava sendo sincero. Tinha adorado transar com
Mariko. Foi um sexo muito diferente dos que já tive. Mas eu
precisava ir trabalhar. Disse isso a Mariko e ela me ajudou a
tomar banho. No entanto, não tocou em meu sexo. Nos ves-
timos e ela me levou à empresa. Agimos como se fôssemos
apenas funcionários da mesma empresa. A japonesa viu Jaci-
ra me beijar nos lábios, quando cheguei no estacionamento,
mas reagiu de modo pacato. Eu admirei a sua tranquilidade.
Não sei se eu conseguiria disfarçar meu ciúme de alguém.
O dia passou-se sem novidades. Quando terminou
meu expediente, liguei para Mariko pedindo que ela me le-
vasse ao hospital. A caminho de lá, perguntei se ficaríamos
juntos de novo à noite. Ela respondeu:
- Melhor não. Deixe que eu me prepare antes para a
nossa orgia particular. Da próxima vez, prometo não usar a
minha técnica de paralisação.
Ela me deixou no hospital, depois foi-se embora.
Quando cheguei ao quarto de Hozana, meu pai, minha mãe
e minha irmã estavam lá. Raffa disse:
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 107
- Olha ele aí. Eu não disse que ele viria?
- O que houve? - Perguntei, depois de cumprimentar a
todos.
- Teu pai trouxe toda a documentação passada em car-
tório. Nomeou vocês três herdeiros legais dele. Dividiu dois
terços da fortuna dele entre vocês três e deixou a empresa de
modas para Hozana. O resto, servirá para nos manter. Ele
acaba de me pedir em casamento.
- E vocês podem se casar, mainha? No nosso país não é
permitido casamento entre irmãos.
- Vamos casar em algum país onde possamos fazer isso,
depois voltamos para cá. Se não der, registro-me com nome
diferente do dele e nos casamos. Só vocês saberão que somos
irmãos! Só falta a tua bênção, meu filho. Tuas irmãs já con-
cordaram.
- Eu não tenho nada contra, mainha. Desejo que sejam
felizes. Muito felizes.
Minha mãe me beijou o rosto mas, sem que meu pai
visse, encheu a mão com meu cacete. Devo ter ficado cora-
do de vergonha de ser tarado por ela em público pois minha
irmã me piscou um olho. Aproveitou para dizer:
- Breve, eu também estarei me casando. O professor
aceitou meu pedido de casamento. Na verdade, a bem dizer
eu impus isso a ele. Vai levar-me para a casa dele. Daqui a
duas semanas, estarei morando lá.
Até Hozana a parabenizou. Depois, chamou-me até
perto dela. Disse-me:
- Estou me operando do coração amanhã. Também
passarei por uma quimioterapia pesada. Vou passar muito
tempo hospitalizada, talvez meses. Por isso, conto com você
para tocar a nossa empresa.
Dito isso, ela me puxou mais para perto para me falar:
- Depois, quando estiver curada desse cu, quero dar
MINHA IRMÃ BUNDEIRA108
uma foda bem gostosa contigo. Quero inaugurá-lo com você.
Portanto, não mudou nada entre nós. O fato de sermos ir-
mãos não arrefece o tesão que tenho por ti.
Depois que eu assinei os papéis concordando com a
minha parte da herança, meu pai disse que precisava ir. Mi-
nha irmã perguntou se eu lhe daria uma carona até em casa.
Minha mãe quis ficar com Hozana. As duas estavam muito
apegadas e eu percebi que isso causava ciúmes a Raffa, por
isso ela queria sair logo dali. Meu pai quis dar-nos carona,
mas Raffa disse que eu tinha uma motorista à minha dispo-
sição. Estranhei a sua afirmação, mas não a rebati. Quando
meu pai foi embora com o motorista negro que havia ajuda-
do a encontra-la, Raffa disse:
- Eu queria ficar sozinho contigo. Enquanto não chegar
o dia de ir morar com o meu amor, quero te dar meu cuzinho
todos os dias. Quero treinar bem ele para a minha lua de mel.
Mas não quero transar contigo em casa, hoje. Quero ir para
um motel.
- Não tenho dinheiro, Raffa.
- Eu tenho. Eu pedi à minha mãe. A partir de ontem,
jurei nunca mais transar com mulher. Principalmente, por
dinheiro. Nem aceitei a foda com aquela policial.
- Muito bem - eu estava orgulhoso de Raffa. - Então,
vamos.
Por coincidência, quando fomos a um ponto de táxi
perto do hospital, Mariana estava lá em seu veículo. Fiquei
empulhado quando a vi, pois não a esperava ali, mas Raffa
não percebeu. Eu quis pegar outro carro, mas minha irmã
adiantou-se e entrou no de Mariana. Eu sentei-me atrás, jun-
to com Raffa. Mariana falou:
- Boa tarde aos dois. Levo-os em casa?
- Não. Toca para um motel. - Afirmou minha irmã.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 109
Mariana sorriu. Disse, se dirigindo a mim:
- Desculpa não ter te pego ontem e hoje. Ainda não me
acostumei com esse trabalho de taxista. Rodo a noite toda,
para conseguir uma grana melhor, e acabo me acordando tar-
de. Não tenho prática, nem conheço os clientes do meu pai.
Mas, aos poucos, estou me familiarizando com o trabalho...
- Vocês se conhecem, amor? - Perguntou minha mana.
- Eu...
Mariana, no entanto, adiantou-se:
- Ele já pegou meu táxi outras vezes. E eu fui motorista
da empresa onde ele hoje trabalha. Agora, tenho este táxi.
Fizemos um acordo para eu pegá-lo todos os dias na frente
da casa dele, mas não cumpri com a minha parte.
- Vocês já transaram?
- Não, moça. Apesar de eu acha-lo muito bonito - tor-
nou a enrolar minha irmã a morena Mariana.
- Ah, que pena. Eu ia te convidar para me ajudar a tran-
sar com ele. Estou afim de dar minha bundinha e ele tem um
pau enorme, do jeito que eu gosto. - Confidenciou-lhe minha
irmã.
Eu estava acuado. Permaneci calado. Se tivesse dito
algo, decerto teria gaguejado. Achei que Mariana iria se es-
quivar de ir conosco, mas ela disse com um riso sacana no
rosto:
- Se está me convidando, irei sim. Estou mesmo pre-
cisando de sexo. Estou fazendo um regime doido e preciso
tomar porra todos os dias, sabe? Mas vou logo avisando: não
faço sabão.
- Nem eu -, mentiu minha mana - mas quero que me
ajude a tomar no cu sem doer. Depois, ele é todo teu.
- Feito.
Se eu estive calado, calado fiquei. Mariana olhava para
MINHA IRMÃ BUNDEIRA110
mim pelo espelho, divertida. Magra sacana. Mas eu queria
ver em que aquilo ia dar. Chegamos ao motel e, ao invés dela
sair com o táxi, trancou-o na garagem do quarto onde ficarí-
amos. Foi a primeira a tirar a roupa, ficando totalmente nua.
Enquanto minha irmã ainda se despia, Mariana me ajudou a
tirar as minhas vestes. Continuava fingindo que não me co-
nhecia. Exclamou:
- Puxa, que pau enorme!
- Não é? Já aguentou um desses?
- Já, sim. E foi maravilhoso. - Afirmou a morena.
- Não ficaste arrombada? - Perguntou minha irmã já
nua.
- Nem tanto. Tem uma posição que evita que o cara te
deixe afrouxada. Posso te ensinar.
- Agradeceria. Minha mãe me ensinou um truque, mas
não acredito que dê certo. Preciso ouvir o que você tem a me
dizer.
- Deite-se de costas para a cama de modo que a bunda
fique bem na borda.
- Assim? - Minha irmã fez o que ela pediu.
- Isto. Agora, levante os pés de modo a encostar as
plantas na barriga dele. Você: aproxime-se da borda e fique
bem perto dela...
Fiz o que pediu. Minha irmã descansou os pés no meu
tórax, com as pernas dobradas. Mariana voltou a falar:
- Agora, senhor... lubrifique bem o pau e encoste nas
pregas dela.
Cuspi na mão e no pau e espalhei a saliva no cacete já
duro. Mariana, porém, reclamou:
- Não está suficientemente escorregadio. Deixe-me aju-
dá-los:
Antes que minha irmã dissesse algo, a taxista levou
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 111
meu pau à boca. Eu quase gozo quando ela me abocanhou o
cacete duro. Sua boca estava pegando fogo. Ela ficou passan-
do a língua em toda a extensão do falo. Sua baba pingava, de
tão espessa. Ficava ligando minha glande aos lábios dela, por
um fio grosso de sêmen. É que eu já começava a escorrer o
líquido viscoso e transparente da rola. Minha irmã olhava a
técnica de felação da morena, sorrindo feliz. Disse:
- Porra, você é profissional. Depois, vou querer que me
dê umas dicas...
Mariana não respondeu. Tirou meu falo da boca e pe-
gou-o com a mão, apontando-o para as pregas de Raffa. Tor-
ceu a pica como se fosse um enorme parafuso, até a cabeça
entrar no furinho da minha irmã. Pediu para eu me apoiar
com as mãos nas duas coxas dela de modo a poder puxá-la
mais para perto de mim. Depois, falou para Raffa:
- Agora, ele vai introduzir a peia no teu cusinho. Se
doer empurre-o com os pés. Mas só se doer. E, se empurrá-
-lo, não o faça com tanta força, para ele não escapulir do teu
anel, tá?
- Tá. - Minha irmã parecia nervosa.
Segurei as coxas de Raffa e fiquei dando bimbadas leves,
enfiado entre suas nádegas. O pau não tinha entrado nem um
terço e ela já estava de cu escorregadio. Tinha um sorriso feliz
no rosto. Estava gostando. De repente, arrastou-se mais para
a borda da cama. Isso fez com que se enfiasse mais no meu
falo. Puxei-a mais de encontro a mim. Ela começou a rebolar
no meu caralho. Erguia o pélvis, a cada espasmo de prazer.
Começou a dizer repetidamente:
- Está bom. Está bom... está muito bom, mano...
- Ela é tua irmã?
- S-sim... - Respondi, concentrado na putaria.
Mariana sorriu. Posicionou-se então por trás de mim
MINHA IRMÃ BUNDEIRA112
e começou a me acariciar o peito e lamber minha nuca. Um
arrepio percorreu todo o meu corpo. Estremeci e quase gozo.
Minha irmã entrou em frenesi. Movimentava o pélvis veloz-
mente, se enfiando cada vez mais no meu pênis. Porra, estava
muito bom. Minha irmã continuava com os dois pés apoia-
dos no meu tórax, mas não mais me empurrou com eles. Seu
cusinho agora estava muito dilatado, quase eu não sentia suas
paredes tocarem o meu membro, mas não estava arrombado
nem sangrando, como da primeira vez que meti nela. Ela de-
lirava, me chamando pelo nome do professor. Eu não liguei
pra isso. Só queria gozar naquele buraquinho gostoso de fo-
der. Aí, num dos movimentos desvairados, Raffa fez a rola
escapulir-lhe do cu. Deu um urro medonho e abriu muito a
boca e os olhos. Eu achei que tivesse doído. Fiquei sem achão
e ela sem poder falar. Mariana foi quem acudiu:
- Depressa, volte a enfiar-se no cu dela senão tua irmã
vai ter um treco.
Enfiei meu caralho de vez. Minha irmã deu um gemido
prolongado e voltou a gozar. De repente, lançou a porra es-
branquiçada em meu peito. Várias vezes, esguiçou em mim.
A essa altura, Mariana tinha me lambido pelas costas e sua
boca agora descia em direção ao meu cu. Quando tocou nas
minhas pregas, eu também me preparei para gozar. Avisei:
- Ahhhhhhhhhhhhhhhh, vou gozar, caceteeeeeee...
Gozei. Mais uma gozada cavalar, apesar de ter passado
a noite com a japonesa. Puta que me pariu! Minha irmã ti-
nha um cusinho muuuuuuuuuuuito gostoso. Fiquei com as
pernas tremendo e Mariana agarrou-se a mim, me ajudando
a me desenfiar de Raffa e deitar-me na cama. As duas caíram
de boca no meu pau, ao mesmo tempo. Eu quase não aguen-
tava o toque da boca das duas, de tão sensível que a glande
estava. Aí, Mariana assumiu sozinha a felação. Apertou bem
o meu pau, perto do talo, e sugou-o com voracidade. No iní-
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 113
cio, fiquei agoniado com a dor. Depois, a dor se transformou
em prazer. Minha irmã ficou com o rosto bem perto do meu
pênis, a olhar o trabalho da outra. Prestava muita atenção
aos movimentos da mão e da boca dela em meu cacete. Aí,
de repente, eu gozei de novo sem nem esperar. Uma gozada
maior do que a que eu tinha dado dentro do cusinho de mi-
nha irmã. A morena apressou-se a abocanhar o máximo meu
caralho. Eu esporrei bem lá no interior de sua goela, sem dar
chances a Raffa de me chupar também.
FIM DA DÉCIMA QUARTA PARTE.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA114
Capítulo 15
Hozana havia feito uma intrincada cirurgia no coração,
naquela manhã, mas passava bem. A operação cirúrgi-
ca foi um sucesso. Ela, no entanto, precisava ficar internada
uns dias para um tratamento cardíaco e cuidar do câncer no
reto. Os médicos estavam confiantes. Nós, também. Saímos
do hospital, eu, Raffa, meu pai e minha mãe, todos alivia-
dos. Hozana estava sedada, claro. Por isso, não podemos nos
despedir dela. O motorista do meu pai, o negrão Adalberto,
nos esperava do lado de fora. Levou-nos até em casa. Quando
descemos, ele me chamou a um canto e disse:
- Alba quer falar contigo. Disse ser urgente. Pode mar-
car um encontro com ela?
- Pode ser agora?
Ele olhou para o relógio. Falou:
- A esta hora ela já deve ter largado da delegacia. Deve
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 115
estar em um bar lá perto, tomando umas. Arrisca ir lá?
- Claro.
O bar era famoso por seus tira-gostos. Encontramos
Alba na segunda cerveja. Cumprimentei-a e sentei-me ao seu
lado. O irmão disse:
- Deixo vocês a sós. Estou de serviço, não posso beber.
Volto para a tua casa para pegar o senhor Rafael.
Só eu me despedi dele. A mulata não lhe deu atenção.
Quando Adalberto se foi, Alba disse:
- Tua irmã fez a proeza de me rejeitar. Nunca nenhu-
ma mulher havia resistido a uma cantada minha. Então, você
continua me devendo.
- Está querendo me dizer que terei de pagar pela tua
incompetência em convencê-la? - Fui afoito.
Ela olhou atravessado para mim. Mas não me rebateu.
Apenas disse:
- O que importa é que fiquei sem o meu pagamento
e sem a minha trepada. Então, você vai ter que consertar a
merda que fiz.
- Como assim?
Ela tomou um grande gole de cerveja, antes de respon-
der:
- Consiga uma nega para trepar comigo. Então, estare-
mos quites.
- Difícil te contentar. Eu não conheço nenhuma lésbica,
Alba. Não vivo nesse meio. Por que não falou com minha
irmã? Ela tem amigas, alguma pode ser homossexual.
- Eu falei com ela sobre isso. Disse que tem uma ami-
ga que poderia me atender, mas que cobra caro. Uma tal
Adriella, se não me engano.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA116
Só então, me lembrei da loira. Sim, ela era bissexual.
Ganhava dos homens para gastar com mulheres. Peguei o ce-
lular emprestado por Mariana e fiz uma ligação. Pedi que a
índia Jacira localizasse o contato da loira. Quando recebi o
número, liguei para ela. Esperei que atendesse e falei:
- Oi, Adriella. Aqui é Felipe, irmão de Raffa. Consegui
te encaixar no elenco do desfile de modas, mas vou querer
um favor em troca. Está ocupada?
- Sim, estou com um cliente broxa. Ele demora a ficar
de pau duro, mas paga bem. Qual é a bronca? Raffa me disse
que vocês estão com uma irmã muito doente...
- É verdade, mas não se trata dela. Você me disse que
gosta mesmo é de mulher. Tenho uma cliente gostosona pra
ti. Deixe-a contente e estaremos quites.
- Onde vocês estão?
Eu disse. Ela falou que iria se livrar rapidinho do clien-
te broxa e se encontraria conosco.
Quando a loira chegou e se aproximou de nós, olhava
para a mulata de cara feia. Perguntou para mim:
- É essa a cliente que disse ter pra mim? Não me serve.
- Ué, por quê? - Eu perguntei, achando que a loira era
racista. Ela, no entanto, explicou:
- Essa puta já me prendeu por porte de maconha. Na
verdade, plantou a porra da droga na minha bolsa para ter
sexo comigo. Não fodo com ela nem a pau! E essa catraia não
é lésbica. Se faz de sapatão não sei nem o porquê. Já a vi aos
beijos com um policial. Diga que é mentira minha, quenga!
A loira era atrevida. Peitava a policial sem um pingo de
medo. Alba respirou fundo, antes de dizer:
- É verdade: eu sou bi. Mas gosto mais de ser fodida
por mulheres. Adoro ser chupada e as lésbicas sabem fazer
isso bem melhor. Têm conhecimento de onde e como uma
mulher sente mais prazer. Os homens que tive não sabiam
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 117
chupar. Sempre acabo a foda frustrada.
- Lasque-se. Continuo dizendo que não trepo com ela.
E não fico nem um minuto ao lado dessa puta. Dá licença que
vou-me embora. Perdi tempo e dinheiro vindo pra cá. Devia
cobrar a visita. - Disse ela, se levantando.
Beijou-me a boca e foi-se embora. A mulata ficou tris-
te. Resmungou:
- É, parece que hoje não é o meu dia. Aliás, desde on-
tem que só levo fumo. Paciência. Vou ter que ficar sem a mi-
nha foda. E você continua me devendo.
- Se quiser arriscar, posso tentar te satisfazer.
- Você chupa bem?
- Aprendo rápido. É só me ensinar.
Ela olhou detidamente para mim. Virou o resto do
copo. Eu não estava bebendo ainda. Ela chamou o garçom e
me perguntou:
- Vai querer beber?
- Não estou afim.
- Então, eu pago e nós vamos. Mesmo que chupe mal,
é melhor do que nada. Estou numa seca danada. Nunca mais
trepei.
- Se quer ir pra algum motel, advirto que não tenho
grana.
- Macho peba. Ainda por cima, é liso. Vamos lá pra
casa, mesmo. Moro sozinha.
Fomos. A casa da detetive era modesta mas aconche-
gante e bem feminina. Havia flores em jarros espalhados por
todo canto. Ela disse:
- Vou tomar um banho. Vem comigo. Está com cheiro
de hospital.
Quando ficamos nus perante o outro, ela admirou-se
MINHA IRMÃ BUNDEIRA118
do tamanho do meu cacete. Disse que nunca havia visto um
igual. Eu também notei que seu grelo era bastante pronun-
ciado mas nem se comparava em tamanho ao da amiga dela,
a que fodi junto com a dona do motel onde fomos buscar
minha irmã. Alba fez questão de me dar banho, só para ficar
manuseando meu cacetão. Ele ficou logo duro. Pedi que o
mamasse um pouco. Ela respondeu que só depois que eu a
chupasse. Não insisti. Depois do banho, nos enxugamos e ela
me levou para um amplo sofá da sala. Deitou-se nele e abriu
as pernas. Seu bocetão era enorme, quase do tamanho da mi-
nha cara. Seu pinguelo estava ereto. Ela o arregaçou. Deixou
a parte sensível, que parecia a cabeça de uma pequena pica,
exposta. Disse:
- Chupa...
Eu chupei. No entanto, segui os ensinamentos da mi-
nha mãe: lambi toda a vulva, por dentro e por fora, sem tocar
no pinguelo. Ele ficaria por último. Ela repetia:
- Não. Aí não. Chupa meu grelo, porra...
Eu não lhe dava ouvidos. Continuava chupando seus
lábios vaginais e lambendo eles, sem tocar no clitóris. Aí, ela
parou de falar. Olhei de esguelha para seu rosto e ela pare-
cia concentrada nas lambidas. Estremeceu o corpo quando
eu toquei o pinguelo com a ponta da língua. Agora, sim, eu
passei a lambe-lo de leve, quase sem toca-lo, de vez em quan-
do tremulando a minha língua alí. Ela abriu mais as pernas
e apertou mais os olhos, deixando-os permanecer fechados.
Meti-lhe o dedo dentro da racha, à procura do seu ponto G.
Ela gemeu mais alto. Encontrei o que eu queria. Ela se estre-
meceu de novo. A pele ficou toda arrepiada. Ela gemeu mais
alto quando continuei chupando o clitóris e massageando seu
ponto G. Aí, ela começou a menear o corpo. Depois, serpen-
teava no cio. Foi quando eu parei de lamber de leve e dei-lhe
uma forte e demorada chupada no grelo. Ela sentou-se de
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 119
repente e agarrou minha cabeça com as duas mãos. Tentou
tirar minha boca dali. Gritou:
- Para. Para. para. Paaaraaaaaaaaaaa...
Eu parei. Olhei para ela. A mulata arfava e tinha uma
expressão aperreada no rosto. Forcei seu corpo de encon-
tro ao sofá com uma mão espalmada e me atraquei de novo
com seu clitóris. Chupei-o com gosto, tomando o cuidado
de deixa-lo sempre molhado de saliva. Ela fazia força para
se desvencilhar de mim. Eu insistia na chupada. É que tinha
percebido o porquê dela dizer que não gostava de trepar com
homens: quando estava prestes a gozar, a mulata não se per-
mitia. Se afastava do macho. Isso fazia com que permaneces-
se sempre insatisfeita, pois interrompia o coito. Então, não
liguei para os seus apelos. Até mordisquei seu grelo prote-
gendo os dentes com os lábios. Ela foi à loucura. Inesperada-
mente, gozou na minha cara. Lançou pequenos jatos inter-
rompidos, me sufocando. Ela estava alucinada. Percebia-se
que estava tendo seu melhor orgasmo. Então, eu meti o dedo
no seu cu, sem que ela esperasse. Fiquei rodando o dedo em
seu anel enquanto a chupava. Ela gritou a todos os pulmões:
- Ahhhhhhhh Porraaaaaaaaaaaa... Assim... você... me...
mataaaaaaaaaaaaaaaaaaa...
Ela ficou se estremecendo toda, como se estivesse le-
vando um choque. Tinha os olhos revirados. Eu deixei de
chupá-la, retirei meu dedo de dentro do seu cusinho e o subs-
tituí pela minha pica. Quando ela sentiu seu toque, arregalou
os olhos. Aperreou-se. Gaguejou:
- V-você não vai... não vai... vai?
Sim, eu ia. Fiz o que ela mais temia: enfiei, devagar e
sempre, meu caralho todinho no cu apertado dela. Antes que
ele entrasse por inteiro, ela peidou várias vezes. Primeiro, a
MINHA IRMÃ BUNDEIRA120
mulata ficou de boca escancarada e olhos arregalados. De-
pois, quando comecei a fazer os movimentos de cópula, ela
foi revirando os olhos aos poucos. Eu a fodia bem lentamente,
sem pressa. Com o polegar, pressionei bem o grelo enquanto
metia em seu cusinho. Aos poucos, seu túnel foi se relaxando.
Breve, nem parecia que eu fodia um cu, de tão escorrega-
dio e lubrificado que ele estava. Alba continuava estática, de
olhos revirados. Lentamente, levantou as pernas dobradas,
para me receber mais profundamente. Apressei as estocadas.
Ela deixou de ficar de olhos revirados para ficar zarolha. Não
saía mais nenhum som da sua garganta. Eu também fiquei
estático, com todo o caralho enfiado totalmente no seu rabo.
Então, ela teve forças para empurrar meu peito. Queria que
eu me afastasse dela. Retirei-me do seu cu bem devagar. Ela
urrava a cada centímetro que saia do seu túnel estreito. Alba
se levantou com esforço do sofá. Cambaleou em direção ao
banheiro, depois caiu com todo o corpo no chão da sala.
FIM DA DÉCIMA QUINTA PARTE.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 121
Capítulo 16
Quando tentei acudir a mulata Alba, ela despertou do
breve desmaio. Olhou para mim ainda confusa e depois
sua expressão facial mudou. Agora, parecia estar com ódio.
Vociferou:
- SAIA! SAIA JÁ DAQUI! PRA FORA DA MINHA
CASA. XÔ! XÔ!
Não rebati. Vesti minhas roupas calmamente, sem nem
olhar para ela, depois fui embora sem nem olhar para trás.
Ela bateu a porta com força, às minhas costas. Fiquei sem
entender aquele ataque de fúria dela. Mas eu queria mesmo
ir embora para casa. Estava cansado das fodas dadas todos os
dias. Pensei em ligar para Mariana, para que me desse uma
carona, mas desisti. Ela iria querer o seu quinhão de esper-
ma diário e eu não estava afim. Na verdade, não estava mais
afim de trepar com ninguém naquele resto de dia. Descansa-
MINHA IRMÃ BUNDEIRA122
ria bastante para estar em forma na manhã seguinte. Quem
sabe a japonesinha não me convidava de novo à casa dela?
Fui pensando nisso até em casa, andando a pé até lá. Foi uma
caminhada e tanto, mas cheguei à minha residência antes das
cinco da tarde. Estava suado do sol escaldante e corri direto
para o banheiro. Não havia ninguém em casa. Achei melhor
assim. Comi alguma coisa e caí na cama.
Dormi bastante, mas acordei antes das dez da noite.
Ainda não tinha chegado ninguém. Achei que minha mãe
havia ido para a casa de painho e minha irmã para a residên-
cia do namorado. Jantei duas rodelas de inhame com ovos
fritos e tomei um café preparado na hora. Liguei a tevê, mas
não estava passando nada que prestasse. Senti-me desconfor-
tável em casa. Vesti uma roupa e fui pra rua. Estava pensando
em ir para algum barzinho. Iria para o mais perto de casa,
onde conhecia um dos garçons: o mesmo que havia estado
com minha irmã no motel. Assim que ele me viu, fechou a
cara. Fingi que não percebi e fui até ele. Eu aleguei estar pro-
curando por minha irmã. Perguntei se ele a tinha visto. A
resposta do cara me surpreendeu:
- Ainda bem que não vi mais aquela puta safada!
Eu me contive com esforço. Não tolerava ninguém
esculhambando minha irmã, por mais safada que ela fosse.
Mesmo assim, perguntei:
- O que houve, cara?
- Aquela porra me trocou por uma mulher, caralho.
Trouxe-me de volta ao bar e foi com a mulata sapatão. Era
visível que a lésbica estava afim dela.
- Sinto muito, cara. Minha irmã faz coisas que até Deus
duvida. Desculpa aí. Mas vim afim de tomar umas cervejas.
No entanto, estou liso. Te pago daqui pro final da semana.
O cara chiou. Disse que já tinha esgotado sua cota de
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 123
vender fiado mas eu sabia que era porque ele estava chatea-
do com a minha irmã e se vingava dela agindo contra mim.
Não insisti. Ia voltar para casa quando o celular que tinha
no bolso tocou. Era um número desconhecido, mesmo assim
atendi. Uma voz masculina falou:
- O que houve entre você e minha irmã? Cheguei na
casa dela e ela estava se acabando de chorar.
Claro que reconheci a voz do irmão de Alba. Perguntei
se ele ainda estava de serviço. Negou. Então, eu o convidei
para tomar umas, mas alertei-lhe que ele era quem ia pagar.
Ele não fez questão. Perguntou onde eu estava e disse que
chegaria num instante.
Dez ou quinze minutos depois, tomávamos umas cer-
vejas no bar onde eu tive o pedido rejeitado pelo garçom. O
cara reconheceu Adalberto e falou com ele de forma simpá-
tica, mas me ignorou. Não fiquei chateado. Comecei o papo
com o negrão:
- Olha, eu não entendo as mulheres. Fiz um favor à tua
irmã e ela se arretou. Depois de se fartar de sexo, me expul-
sou da casa dela.
- Vocês transaram?
- Sim, e foi muito bom. Depois, ela ficou um porre. Pa-
rece que se arrependeu de foder comigo.
- Ela gozou?
- Sim. Chegou a espirrar gozo no meu peito.
- Então, está explicada a reação dela. Minha irmã de-
testa gozar. Diz que os homens são egoístas e não a levam ao
orgasmo, mas a verdade é que fica se prendendo, para não
dar o gostinho da vitória a eles. Assim, pode chamá-los de
incompetentes por não faze-la gozar.
- Já transasse com ela?
O cara demorou a me responder. Tomou vários goles
MINHA IRMÃ BUNDEIRA124
de cerveja, antes de dizer:
- Sim, já cansei de fode-la. Mas ela nunca chegou ao
orgasmo comigo. Então, desisti de ter relações com ela. Sou-
be que você também já teve relações com dona Hozana, que
é tua irmã...
- Porra, todo mundo já está sabendo? - Eu me espantei
- Mas é verdade. Minha irmã é muito gostosa na cama.
- Eu tenho uma namorada, mas trepa muito mal. Me-
lhor se nem trepasse. Só não a deixei ainda porque não tenho
outra.
- Ultimamente, eu não tenho tido dificuldades em ar-
ranjar mulher. E as mais bonitas. Nunca tive tanta sorte.
- Já transou com Mariana, uma das motoristas de dona
Hozana? Aquela é muito bonita e parece gostosa. Sou doido
para fodê-la. Mas ela nunca me deu bola.
Nem bem Adalberto falou aquilo, ouvimos uma buzina
insistente. Olhei na direção do som e vi um táxi parado. Por
coincidência, Mariana estava ali. Fiz-lhe um sinal e ela desceu
do táxi. Caminhou em nossa direção. O seu andar era muito
sensual. O motorista do meu pai não tirava os olhos dela.
Cumprimentou-a mas ela só deu atenção a mim. Perguntou:
- E então, amanhã está certo? Posso pegar minha enco-
menda diária logo cedo?
Eu titubeei. Não estava tão disposto a dar-lhe leitinho
logo cedo. Isso me deixava indisposto para o trabalho. Ela
percebeu minha indecisão. Perguntou:
- Fiz algo errado, amor? Ficou chateado por ontem?
- Não, não... ontem foi maravilhoso. O problema é que
toda vez que te atendo, fico me queixando do cansaço, depois.
- A que encomenda ela se refere? Posso pegar com ela
e levar onde você queira. Teu pai disse que eu ficasse à tua
disposição também.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 125
Mariana riu. Um riso estardalhaçoso. Se divertia por
o cara não saber que tipo de encomenda a gente se referia.
Adalberto ficou empulhado. Criou-se um situação descon-
fortável para nós três. Ele pediu licença e disse que ia ao ba-
nheiro. Quando ele saiu, eu disse para a morena:
- O cara acabou de me confessar que é afim de ti.
- Ele já me cantou diversas vezes. Eu nunca quis. Dizem
que tem um caralho pequeno, apesar de grosso. E você sabe
que prefiro os homens caralhudos como você. Ah, antes que
ele volte, quero te dizer que adorei transar contigo e com a
tua irmã. Ela é muito doida. Mas não é ciumenta e foi con-
descendente comigo: deixou-me te chupar até me fartar. Você
está querendo me dizer que não tenho meu leitinho amanhã?
- Eu realmente estou exausto, Mariana. Gostaria de dar
um tempo. Afinal, o desfile foi adiado.
- É vedade. Mas eu me viciei em tomar porra. Vou sen-
tir tua falta.
Nisso, vimos o negrão sair do banheiro. A morena
aproveitou para dizer, antes que ele se aproximasse:
- Você ficaria chateado se eu finalmente cedesse ao mo-
torista? Depois, quando você estiver descansado, voltamos a
nos encontrar...
- Quem sabe é você. Ele parece um cara legal. E disse
que está há tempos sem foder.
- Ótimo. Terei uma porçao a mais de porra. Mas lem-
bre-se que eu gosto mesmo é do teu cacetão.
Não era verdade. Dias depois eu soube que ela e Adal-
berto estavam namorando firme. Mariana desapareceu e
nunca mais foi me buscar em casa. Também não a vi mais
em seu táxi. Cancelou a sua inscrição no concurso. A japo-
nesinha me apanhava em casa todos os dias mas não queria
nada comigo. Mesmo quando a cantei para domirmos juntos,
MINHA IRMÃ BUNDEIRA126
me disse que ainda não estava preparada. Senti que a estava
perdendo também. Não mais insisti.
A índia tinha voltado para o namorado. Não transou
mais comigo. Não procurei mais as irmãs do motel. Havia
sido uma trepada sem compromisso. A mulata Alba, irmã
de Adalberto, não quis mais saber de conversa comigo. Certa
vez a vi com um policial fardado. Estavam aos beijos. Não
atrapalhei o casal.
Minha mãe foi morar com meu pai e minha irmã com
o professor. Eu tranquei a faculdade. Tinha faltado tanto que
fatalmente seria reprovado. Fiquei sozinho em casa e me ba-
teu uma depressão terrível. Para me livrar dela, visitava mi-
nha irmã todos os dias no hospital. Ela estava felicíssima, pois
dentro de uma semana teria alta. É certo que ficaria a vida
toda dependente de remédios para a pressão, mas o risco de
enfarte estava afastado. O câncer no ânus também regredira e
ela já não precisava mais da químio. Percebeu que eu andava
triste e perguntou o motivo. Eu lhe confidenciei que já esta-
va uns vinte dias sem trepar. Ela ficou penalizada. Perguntou
por que eu não pegava uma das modelos da empresa e eu dis-
se que era tímido demais para “cantar” alguma delas. Pergun-
tou-me pela virgem que trabalhava na sala contígua à minha.
Eu a achava um tanto insossa e tímida. Não tinha interesse
de transar com ela. Perguntou se eu não me interessava por
sua motorista japa e eu menti, dizendo-lhe que a achava feia.
Então, ela me disse que não tinha nada mais o que fazer. Des-
pedi-me de Hozana dizendo que iria encher a cara em algum
bar. Eu já podia pagar minha própria cerveja, pois havia rece-
bido meu primeiro salário. Veio com um bônus substancioso,
por eu ter me virado sozinho na empresa.
Fui para o mesmo bar perto de casa, onde o garçom
que havia saído com a minha irmã trabalhava. O cara, quan-
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 127
do me viu, mandou outro garçom me servir. Vi quando ele
cochichava ao ouvido do sujeito, olhando para mim. Fiquei
chateado, mas não queria confusão. O bar estava cheio. Havia
muitas mulheres bonitas, mas a maioria estava acompanhada.
Então, sentada a uma mesa afastada do centro das atenções,
vi uma coroa bonitona. Ela tinha as pernas cruzadas e olhava
para mim. Devia ter a idade de minha mãe. Talvez um pouco
menos. Estava elegantemente vestida e parecia uma mode-
lo. Seus gestos eram finos. Continuava sem tirar os olhos de
mim. Olhei em volta para ver se não estava enganado. Ela
olhava mesmo em minha direção. Observei-a mais detida-
mente. Ela tomava Campari, enquanto todo mundo preferia
cervejas. Quando o garçom que me atendia passou, pedi uma
dose da bebida vermelha a ele. Ele a trouxe com bastante
gelo. Não toquei na dose. Continuei tomando minha cerveja.
Olhei para a coroa bonitona. Ela sorria para mim, divertida.
Levantei o copo rubro, oferecendo-lhe a bebida.
Ela piscou-me um olho mas não veio para a minha
mesa. Ao invés disso, chamou o garçom e pagou sua conta.
Depois, levantou-se e andou elegantemente em direção ao
banheiro das mulheres. O garçom limpou sua mesa e alguém
sentou-se nela. Perdi o interesse pela coroa, já que tudo indi-
cava que ela iria embora, e voltei minha atenção para outra
mulheres. Não havia ninguém que despertasse o meu interes-
se. Voltei a ficar triste. Aí, senti uma presença ao meu lado.
Para a minha surpresa, a coroa estava de pé junto a mim.
Perguntou:
- A bebida foi para mim?
- Oh, sim, se me der o prazer de sentar-se à minha
mesa.
- O prazer será todo meu. Queria mesmo me aproxi-
mar de você. - Disse ela, sentando-se ao meu lado.
- Pode me dizer o porquê?
- Talvez depois. Agora, gostaria de te conhecer melhor.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA128
Como é teu nome?
- Felipe, senhora.
- Se me chamar de novo de senhora, me levanto e vou-
-me embora.
- Desculpe. Acho que é a força do hábito.
- Tudo bem. Disse se chamar Felipe?
- Sim. Por quê?
- Nada. Acho que estava te confundindo com alguém.
É muito parecido, mas a pessoa seria bem mais velha. E não
se chama Felipe.
- Entendo. Isso significa que vou ficar sem a tua com-
panhia?
- Ela seria importante para você?
- Muito. Estou solitário e gostaria bastante que ficasse
comigo.
- Para quê?
- Para conversarmos um pouco, claro.
- E depois?
- Depois, seja o que você e Deus quiser.
Ela sorriu. Um sorriso maravilhoso. Fiquei encantado.
Perguntei o seu nome. Ela respondeu:
- Dalva, como a estrela. Mas sem o mesmo brilho, cla-
ro. Acho-me uma estrela decadente.
- Cadente, quer dizer?
- Não. Decadente mesmo. Já fui muito bonita. Adoeci e
perdi parte de minha beleza.
- Ainda está linda. Confesso que me senti atraído por
ti. Por isso, te ofereci a bebida.
- Então, seja o que eu e Deus quisermos. Confesso que
gosto de homens mais velhos, mais experientes. Mas sinto-
-me lisojeada de ter te chamado a atenção. Nunca estive com
alguém tão jovem.
- Isso te seria um problema?
- Não sei. O que tem a me oferecer?
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 129
Fui pego de surpresa pela pergunta. Fiquei empulhado.
Ela percebeu e me deu outro sorriso maravilhoso. Tomei co-
ragem para dizer:
- Apenas algo grande e grosso, estrela. Não sou um ra-
paz de muitas posses.
Ela deu uma risada. Mais sonora do que escandalosa.
Não ficou chateada por ter-lhe sido tão grosso. Falou:
- Muito espirituoso, exatamente como alguém que co-
nheci. Continuo gostando de ter encontrado você. Mas avi-
so que estou há muito sem ter ninguém e não respondo por
meus atos, se me tornar libidinosa.
- Eu irei adorar.
Cerca de duas horas depois, chamei-a para um motel.
Ela disse:
- Sou uma senhora de respeito. Também sou conhecida
pela Imprensa. Preferiro que a gente vá para a minha casa.
Seríamos mais discretos e me sentirei mais segura lá.
- Nenhum problema. Se confia em estar a sós comigo,
farei de tudo para que esteja à vontade.
Ela tinha urgência de ter meu corpo. Despiu-me assim
que entramos na sua enorme casa, num bairro nobre do Reci-
fe. Levou-me a sua residência dirigindo um carro do ano. Es-
tava muito à vontade comigo. Mas pareceu endoidar quando
se viu a sós dentro de casa. Nem esperou que eu tomasse um
banho, tarou-me logo na sala. Uma sala muito bem decorada,
devo dizer. Depois de me tirar toda a roupa, pediu-me que eu
a livrasse da dela. Descobri um corpo perfeito, muito mais
bonito do que o da minha mãe. Quando viu meu falo enor-
me, levou-o à boca imediatamente. Mamou-me com uma ur-
gência tal que eu desconfiei de que fosse maluca. Mas ela não
me machucou. Deu-me um demorado banho de língua, sem
MINHA IRMÃ BUNDEIRA130
pronunciar uma só palavra desde que chegamos. Depois, me
puxou pela mão e quase corremos até o amplo quarto. Jogou-
-se sobre a cama e me chamou para vir por cima.
Beijei-a da cabeça aos pés. Mamei seus peitos peque-
ninos, subi para a boca, desci ao umbigo e acabei beijando
sua vulva. Era cheirosa e tinha gosto de fruta madura. Porra,
meu cacete doía de tão duro. Ela o manipulava enquanto eu
a chupava. Empurrou minha cabeça entre as pernas , quando
sentiu o primeiro orgasmo. Pediu-me:
- Não me martirize demais. Eu estou carente de sexo.
Tenho ânsias de ter esse instrumento enorme dentro de mim.
Não me fiz de rogado. Nem precisava lubrificar a pica
pois a coroa já estava encharcada. A peia entrou estrangulada
na racha, de tão apertada que ela era. Ela começou a chora-
mingar mas eu vi que era de prazer. Continuei metendo na
sua xota, até que minha trolha entrou por inteiro. Ela me jo-
gou de cima dela e assumiu o coito. Enfiou-se no meu cacete
e fez os movimentos de cópula. Rebolava na minha pica que
era uma beleza. Continuava em pranto. Quando aumentou
a velocidade do galope, enfiei-lhe um dedo no cusinho. Ela
gemeu demoradamente. Sorria quando sussurrou:
- Ai que saudade de algo assim no meu ânus.
- Gosta do coito anal?
- Gostava. Aliás, adorava. Mas faz tempo que não pra-
tico.
- Quer tentar? Também adoro.
- Depois. Temos a noite toda. Eu quero gozar pela vulva
primeiro.
Continuou me cavalgando até que gozou várias vezes
na minha rola. Quando pensei que iria cair de lado, exausta,
eis que saiu de cima de mim e se posicionou de quatro ao
meu lado. Ajeitei-me atrás dela. Primeiro, fugiu da minha in-
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 131
vasão em seu reto, temerosa. Pedi que tivesse calma. Eu iria
procurar não machuca-la. Relaxou. Então, a nossa foda anal
foi maravilhosa. Nunca demorei tanto enfiado num cu. Ela
voltou a gozar várias vezes. Quando eu finalmente gozei, ela
retirou-se do meu falo e o chupou até não sobrar nem um
pingo de porra. Dessa vez, ambos deitamos lado a lado. Es-
távamos arfantes do esforço. Ela beijou-me demoradamente,
como se estivesse me agradecendo pelo prazer.
Depois virou-se de lado, de costas para mim, e ador-
meceu.
Fiquei surpreso, quando a ouvi ressonando. Deu-me
vontade de mijar e procurei por um banheiro. Não havia
suíte onde estávamos. Percorri um longo corredor, até achar
um W.C. no final. Fiz xixi e ia voltando, quando passei por
um quarto com a porta aberta. Curioso, olhei para dentro. O
quarto estava muito bem arrumado e limpo e tinha nele uma
cama enorme. Numa parede, vi uma fotografia antiga de um
casal. Me dei o direito de entrar no quarto e olhei a fotografia
de perto. Não havia dúvida: nela estavam a bela coroa e um
jovem, que reconheci como sendo meu pai. Eu era idêntico a
ele quando era jovem. Eu acabara de foder a mulher que fora
apaixonada por meu pai e que o deixou quando soube que ele
vivia fodendo a própria irmã!
Agora eu sabia porque ela tinha me achado familiar.
Era muita coincidência, encontrar justamente a antiga aman-
te de meu pai. E eu parecia fadado a me apaixonar por ela.
A coroa era linda e trepava muito bem. Voltei para perto de
Dalva. Beijei-a no rosto, mas ela não acordou. Retornei ao
banheiro, tomei um banho demorado e voltei para o quarto.
Adormeci ao lado da bela coroa.
FIM DA DÉCIMA SEXTA PARTE
MINHA IRMÃ BUNDEIRA132
Capítulo final
No outro dia, acordei com o cheiro forte de café. A porta
do quarto estava escancarada. A coroa não estava mais
ao meu lado. Levantei-me e, sem me vestir, fui em direção de
onde vinha o cheiro. Fui flagrado nu por uma senhora apa-
rentando a mesma idade de Dalva, fazendo café na cozinha.
Assustei-me, mas ela não. Pedi desculpas por estar nu e ia
voltando para o quarto, empulhado, quando ela me chamou:
- Venha já pra cá! A senhora Dalva saiu logo cedo para
trabalhar, mas deixou recomendações para eu te tratar muito
bem.
- Deixe-me vestir uma roupa primeiro.
- Não, senhor! Não quero perder o espetáculo que é
ficar vendo esse caralho enorme. E eu já te vi nu, enquanto
dormia. Dê o prazer a essa coroa aqui de continuar te vendo
despido.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 133
Voltei sorrindo. Gostei da coroa. Ela era bonita, mas
não chegava aos pés de Dalva. Perguntei:
- Quem é e senhora?
- A mordoma, claro, meu jovem. Estou feliz. Fazia mais
de dez anos que eu não via Dalva com alguém. Ela soube
escolher. O jovem é bonito e bem dotado, do jeito que eu gos-
to. Que me desculpe o enxerimento, mas Dalva não iria ficar
chateada se eu me aproveitasse de você. Somos muito amigas.
- Quem sabe uma outra vez? Estou atrasado para o tra-
balho. Vou provar do teu café e nem vou tomar banho; vou-
-me embora.
- Se quiser, te dou um banho rápido. Nem que seja de
língua.
Eu ri, mas declinei da ideia. Achei a coroa assanhada
mas direta. Eu gostava de gente direta. Tomei o café que me
foi oferecido e dei-lhe um beijo rápido nos lábios. Ela quase
desmaia de felicidade. Corri para trocar de roupa. Chamei
um táxi por telefone para ir para a empresa. Para minha sur-
presa, quem atendeu ao chamado foi Mariana. Quando me
viu, ficou contente. Quis me beijar mas eu me esquivei. Esta-
va chateado por ela ter desaparecido sem me dar notícias. Aí,
percebi seu barrigão. Ela estava grávida!
- É do negrão? - Perguntei.
- Sim. Estamos juntos, ainda. Fiquei buchuda logo na
primeira trepada. Não tive coragem de abortar.
- Nem deve. Não acho legal.
- Mas não pretendo ficar com Adalberto a vida toda.
Ele já me disse que, se eu quiser, a irmã toma de conta da
criança. Não acho justo, apesar de não ter amor ao bebê.
- Entendo. O que pretende fazer?
- Não sei. Você me aceitaria de volta?
- Não, Mariana. Esperei por você um tempão. Como
não apareceu, estou comprometido com outra. - Menti.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA134
Ela fez uma carinha triste. Depois, iniciou a corrida.
Deixou-me na frente do escritório de modas. Roubou-me um
rápido beijo e foi-se embora. Percebi que estava chorando.
Entrei. Deparei-me com uma festinha no escritório.
Hozana havia voltado ao trabalho e a recepcionaram com
alegria. Compraram uns salgadinhos, refrigerantes e uma
torta e ovacionaram a chefa. Cheguei atrasado mas a tempo.
Ela abraçou-se comigo. Pediu a atenção de todos para dizer:
- Gente, eu lamento informar a vocês que encontrei um
irmão que nem sabia existir. Uma pena, pois me apaixonei
por ele antes de saber disso. Agora, é tarde. Já cometemos
incesto e foi muito bom. No entanto, sabendo que somos
consanguíneos, não há mais condiçoes de continuar me deli-
ciando com a rola grande e grossa dele. Alguém se habilita a
assumir meu lugar?
Fez silêncio total, até que um dos modelos, um cara
gaiato, afirmou:
- Sim, eu assumo a falta dele com a senhora. Como não
somos irmãos, posso foder-te à vontade.
Todos riram, menos Hozana. Quando diminuiu a bal-
búrdia, ela respondeu:
- Você é uma pessoa prestativa e eu estou convalescen-
te. Nem tão cedo poderei foder. Meu irmão irá se ressentir
disso. Portanto, ficarei feliz se você assumir mesmo o meu
lugar, dando a bunda para ele!
A risadagem foi maior. O cara ficou empulhado. Abai-
xou a cabeça e saiu da sala. A festa continuou. Hozana decre-
tou:
- Mandem trazer cervejas. Eu não posso beber, mas
vocês devem beber por mim. Por hoje acabou o expediente.
Podem beber à vontade, já que hoje é sexta-feira. Descansem.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 135
Na segunda, começa a correria para realizarmos o desfile. Es-
tejam todos aqui.
Depois dessas palavras, Hozana foi aplaudida. Agrade-
ceu e me puxou pelo braço. Disse:
- Vamos à minha sala. Quero falar contigo.
Quando chegamos lá, ela ficou triste. Disse-me:
- Estou doida para voltar a dar meu cusinho a ti, mas
minha médica foi contra. Pediu-me que eu passasse ao me-
nos uns três meses sem praticar o coito anal. O que faremos?
Não sei se vou aguentar passar tanto tempo sem dar meu
rabo. Porém, teu caralho é muito grande e grosso. Não vou
suporta-lo. Aí, fico querendo que ele fosse pequeno...
- Está me dizendo que quer transar com outro que te-
nha um cacete menor, mana?
- Se fosse assim, você me perdoaria? Não quero que
fique com raiva de mim. Ainda pretendo transar bem muito
contigo.
- Você me permitiu trepar com quem eu quisesse. In-
clusive, ordenou que tuas funcionáras me deixassem satisfei-
to. Eu não poderia te impedir de foder, mana.
- Pode, sim. É só dizer que não quer. Eu te atenderia.
- Não seria justo. Está liberada. Pode foder á vontade.
Isso não mudará as coisas entre nós.
Ela atirou-se em meus braços e me beijou de língua.
Depois, confessou:
- Eu gostaria que você me escolhesse um parceiro. Fica-
ria mais fácil me livrar dele, depois.
- Conheço um cara mas, por enquanto, ele é compro-
metido.
- Não me importa. Roubaram meu noivo. Roubo, en-
tão, o macho de outra. - Disse ela, sorrindo.
- Ele é o motorista de papai.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA136
- Adalberto? Acho aquele negro lindo. Deixa que eu
mesma esfrego minha tabaca na cara dele. Ele é muito tími-
do, vou adorar mexer com os brios dele.
- Você não presta - eu disse, beijando-a. Ela correspon-
deu longamente ao beijo. Depois, falou:
- Vou ligar para a minha médica. Preciso dizer-lhe que
já tenho um parceiro sexual. Vou pedir que ela me dê umas
dicas de como dar o cu sem forçar muito minhas pregas.
Dito isso, pegou o telefone e teclou um número. Quan-
do atenderam, ela marcou uma consulta com a doutora para
o dia seguinte. Depois, me pediu:
- Ainda estou fraca das pernas. Vou querer que você
me leve até o consultório, mano. Pode ser?
- Claro. Pode contar comigo.
Naquele dia, dormi cedo na casa de Hozana para es-
tar acordado de manhãzinha. Era um sábado, mas a médica
dela aceitou atendê-la. Minha irmã ligou para uma de suas
motoristas para que ela fosse nos apanhar de carro. Foi Ma-
riko quem apareceu. Tratou-me como se não me conhecesse.
Voltei a ficar chateado mas não reclamei. Fomos a uma clíni-
ca particular. Quando Mariko quis ficar esperando no carro,
Hozana afirmou:
- Minha médica é muito conservadora. Não iria se sen-
tir à vontade me dando conselhos de como devo dar o cu na
frente de um homem. Você vem comigo, Mariko. Meu irmão
fica esperando aqui no carro.
Fiquei frustrado. Eu teria gostado de saber o que a mé-
dica recomendaria para minha irmã, para que ela desse seu
buraquinho gostoso. Mas tudo bem: eu perguntaria a Hozana
qual tinha sido o papo com a doutora. Demoraram-se mais
de uma hora. Quando voltaram, Hozana estava sorridente. A
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 137
japa também. Perguntei a Hozana o que tinha rolado por lá.
Ela respondeu:
- Segredo feminino. Depois, te digo. Mas não agora.
Entraram no carro e Mariko fez manobra para sair do
estacionamento. Quando a japa deu ré, quase batemos num
carro novíssimo. Reconheci-lhe a placa, mas quis ter certeza.
Perguntei a Hozana:
- Qual o nome da tua médica?
- Dalva de Oliveira, como a cantora. Por quê?
- Oh, nada não. Achei que tinha reconhecido esse carro
que quase batemos mas acredito que estou enganado.
Eu não estava. O carro pertencia a Dalva, a coroa que
eu passara a noite em sua residência. Não podia ser mera
coincidência ela ser médica de Hozana. Perguntei:
- De onde conheceste a tua médica?
- Andei pesquisando e descobri que ela foi uma velha
amante de nosso pai. Ela sabe que sou sua filha, mas ele não
sabe que a encontrei. Nosso pai foi apaixonado por ela, sa-
bia? Mas a doutora Dalva não quer encontra-lo. Disse que o
deixou por ele ter cometido incesto. Ela odeia isso. Não quer
ve-lo nem pintado a ouro.
Fiquei calado. Ainda bem que não fui com Hozana.
Não queria que a médica me visse com ela. Com certeza iria
perceber que também pratico incesto e poderia não me que-
rer mais. E eu estava afim da coroa. Não ia querer perdê-la.
isso não. Hozana me tirou dos pensamentos libidinosos ao
me perguntar:
- Vai querer voltar lá pra casa ou peço para Mariko te
levar em tua residência, depois de me deixar na minha?
- Prefiro ir para a minha casa, mana. Não me sinto mui-
to bem. Ando estressado.
- Okay. Depois te dou notícias do negrão. Vou pedir
MINHA IRMÃ BUNDEIRA138
que ele durma lá em casa, hoje. Depois, te conto o resultado.
- Se quiser, posso dar umas massagens no senhor Feli-
pe, dona Hozana. É bom para tirar o estresse. E a senhora não
precisa me pagar. Eu o farei de bom grado. E agradeço por
a senhora ter me levado junto ao consultório. Os conselhos
dados pela médica me foram muito úteis. Obrigada.
- Então, deixe-me em casa e leve meu irmão à dele.
Cuide bem do bichinho - disse minha irmã, me piscando um
olho. Eu estava “voando”. Não entendia a mudança de com-
portamento da japa. Mesmo assim, agradeci.
Depois que minha irmã saltou em casa, Mariko, que
viera o tempo todo calada, pediu-me:
- Venha para o banco da frente, por favor. Não precisa
ter medo de mim.
Eu fui. Achei estranho ela estar se insinuando pra mim,
depois de ter me evitado o tempo todo, desde que fodemos
na casa dela. Quando me acomodei ao seu lado, ela pergun-
tou:
- Pode me dar a honra de ir para a minha humilde re-
sidência? Hoje me sinto confiante para termos, finalmente, o
sexo anal.
Eu me espantei com a suas palavras. Ela estava de cabe-
ça baixa, como se estivesse acanhada. Perguntei;
- Qual o porquê disso agora, Mariko?
- Eu e tua irmã tivemos uma conversa muito esclare-
cedora com a doutora Dalva. Ela nos ensinou uma forma de
praticarmos o coito anal sem ficarmos tão agredidas. Estou
doida para experimentar seus conselhos com Felipe San.
Eu a beijei, contente. Ela retribuiu o beijo com ternu-
ra. Fomos para a sua casa. Eu estava curioso para saber qual
conselho a bela coroa tinha dado às duas. Tomamos banho
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 139
juntos, na mesma banheira. Eu já estava excitado. Quis fazer
sexo ali mesmo, mas ela pediu que eu tivesse a paciência de
esperar que chegássemos ao quarto. Quando terminamos o
banho e ela me enxugou com carinho, alisando meu cacete
ereto, fomos para lá. Ela me pediu que eu trouxesse uma es-
pécie de centro todo acolchoado que havia na sala e o dispôs
no meio do quarto. Primeiro, me chupou com leveza. Apenas
se certificava de que minha ereção era suficiente para o anal.
Depois, deitou-se sobre a beirada do móvel que eu levei até
ali, ficando com as pernas estiradas e abertas fora dele. Pediu
que eu me posicionasse entre elas e pôs os dois pés, com as
pernas dobradas, no meu peito.
Eu notei logo que aquela era a posição confortável para
o coito anal indicada pela médica. Coincidentemente, era
a mesma ensinada por mamãe e pela morena Mariana que
eu usei para foder Raffa. Sorri, contente. Já sabia o que fazer
para levar a japonesinha à loucura, como ela fez comigo logo
na primeira vez que tivemos sexo. Tratei de dar-lhe um ba-
nho de língua, antes de parafusar minha pica no ânus dela.
Procurei fazer todos os meus movimentos em câmera lenta,
como ela havia feito comigo. Eu sabia que ela gostava assim.
No entanto, ela me alertou:
- Não precisa imitar meus movimentos, amor. Aja sen-
do você mesmo.
- É que às vezes sou muito impulsivo, pra não dizer ta-
rado, Mariko. E não quero que fique com raiva de mim.
- Juro que não ficarei. Você não seria capaz de me es-
tuprar como meu ex marido fazia todos os dias. Disso, eu
tenho a certeza. Quero mesmo experimentar o coito anal. Se
não gostar, é porque fui incompetente para satisfazer meu
homem!
Perdi o receio de enraba-la. Parafusei minha pica entre
as suas pregas e forcei a entrada. Ela permaneceu estática.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA140
Também não gemeu, nem quando eu lhe enfiei meu caralho
todo. Permaneceu parada. Iniciei os movimentos de cópula e
nada. Quando eu já pensava em desistir, achando que ela não
estava gostando, Mariko deu um gemido. Eu me animei. De
repente, ela pareceu ter recebido o espírito de uma cabocla
bundeira. Passou a gemer alto e a gozar no meu pau. Cheguei
a pensar que estava fingindo, mas ela “mijou” em meu peito.
A partir de então, tornou a trepada a mais gostosa que eu já
tinha dado em toda minha vida. Depois de quase meia hora
de foda, gozamos ao mesmo tempo. Em seguida, deitei-me
sobre ela. Estávamos exaustos, mas satisfeitos.
E P Í L O G O
O desfile foi um sucesso. A loira Adriella bem que se
esforçou, mas demonstrava logo ser uma puta. Andava como
uma. Foi vaiada pelos presentes. Terminou sendo cortada por
Hozana quando voltou ao camarim. Saiu vociferando. Tam-
bém vi Mariana na plateia. Estava com um barrigão enorme,
ao lado do negrão. Bruna, que não gostava de ser chamada
de Angelina, arrasou. Foi a mais aplaudida pelos presentes.
Hozana me abraçou, me pedindo desculpas por não ter me
dado crédito quanto à escolha dela. Afora a apresentação de
Adriella, o evento foi um arraso. Fomos aplaudidos de pé.
Minha mãe assistiu tudo logo na primeira fila com meu pai,
ao lado do professor, que estava de mãos dadas com Raffa.
Estavam todos felizes. Ele nunca tocou no assunto de ter sido
seviciado por mim. E eu fiquei na minha.
Felizmente, a médica Dalva de Oliveira não compare-
ceu. Estava de plantão na clínica. Mas a sua governanta esteve
presente. Estava belíssima e elegante e não tirava os olhos de
mim. Mandou-me um beijinho nas pontas dos dedos, quan-
do percebeu que eu a tinha visto. Na noite anterior, eu a tinha
fodido na ausência da doutora. Pedi que ela guardasse segre-
do. Ela exigiu outras fodas para permanecer calada.
MINHA IRMÃ BUNDEIRA 141
Alugamos a casa onde morávamos e minha mãe mu-
dou-se de vez para a residência do meu pai/tio. Ele a pro-
moveu a chefe geral da Enfermaria do hospital. Sabendo-a
casada com o dono do estabelecimento, os médicos passaram
a respeita-la. Quem se meteu a besta foi demitido por ela. E
Raffa parecia ter dado certo com o professor. Não mais me
procurou. No entanto, eu soube que andava traindo o mestre
com o garçom. Minha irmã Hozana continuava se encon-
trando às escondidas com o negrão. Ele dizia que iria deixar
Mariana assim que ela tivesse o bebê. Hozana o demovia da
ideia. Preferia-o casado com outra a viver com ele.
Quanto a mim, estava feliz com a japonesa, apesar de
dar meus saltos fora do convívio com ela para foder a dou-
tora. Mas esta dava tanto plantão que tornava difícil o nosso
relacionamento. Aí eu acabava fodendo com sua bela gover-
nanta. No entanto, eu não pretendia deixa-la tão cedo. Dois
anos depois, quando a japa se formou em Medicina, me ar-
rastou numa viagem para o Japão. Talvez um dia eu conte
essa história. O fato é que terminei abandonando de vez a
universidade. Estava muito bem empregado e ganhando bas-
tante dinheiro no escritório de modas.
FIM DA SÉRIE.

MINHA IRMÃ BUNDEIRA

  • 1.
    MINHA IRMÃ BUNDEIRA1 Angelo Tomasini LIVRO ERÓTICO
  • 2.
  • 3.
    MINHA IRMÃ BUNDEIRA3 Capítulo 01 De uns tempos pra cá, tenho observado melhor minha irmã Rafaela. Ela está um mulherão. Peitinhos empina- dos, coxas grossas, cintura fina e ancas largas. Desenvolveu- -se de repente, depois que completou dezessete anos. Agora, estava em dias de completar dezoito aninhos. No entanto, tem a mentalidade de uma menina de doze ou treze anos. Não admira a quantidade de adolescentes da rua vindo aqui em casa, alguns com a desculpa de tomar um simples copo de água gelada. Ela os serve na maior simpatia e inocência, e eu os fico observando: não tiram os olhos dela. Alguns, com cara de tarado. Eu não me meto. Ela é de maior, a boceta é dela e ela dá a quem quiser. Minha mãe também não liga. Adverte-a apenas para que não pegue um bucho indesejado. A velha passa a noite trabalhando, vara a madrugada e só chega em casa de manhã.
  • 4.
    MINHA IRMÃ BUNDEIRA4 Dormeo dia inteiro, cansada. É enfermeira. Trabalha 12h por 24h. Não nos deixa trabalhar, apesar de eu já ter vinte anos. Diz que eu tenho é de estudar. Mas vive dizendo que não vê a hora de nos formarmos para que possamos cuidar das nos- sas vidas e ela da dela. A coitada nos criou sozinha. Não tem família e o nosso pai nos abandonou assim que minha irmã nasceu. Mas eu falava da Raffa. Ela sempre foi meio retardada. É ingênua demais. Não tem malícia. Agora mesmo, assiste a tevê deitada em meu colo, enquanto estou sentado no sofá da sala. Costumo estar de cueca dentro de casa e sua boca está bem próxima ao meu pau. Por isso, quando tive esses pensa- mentos libidinosos, meu cacete ficou duro e pulsando bem próximo ao seu rosto. Ela percebeu. Perguntou: - Que é isso, mano? Senti algo se mover perto da minha cara. Está excitado? - S-sim. É que me lembrei de algo bem safado, aí não pude me conter. Desculpa. - Está me pedindo desculpa, maninho? De quê? Você não fez nada... - É verdade. Mas não consigo controlar a ereção. - E daí? Dizem que homem é tudo safado, mas você sempre me respeitou. Mainha diz que outro, no teu lugar, passando o dia todo a sós comigo, já teria tentado alguma coisa. - Mainha diz isso? - Diz, sim. Dia desses, me perguntou se eu já te vi de namorada. Eu disse que não. Ela ficou preocupada, sabia? - Ué, preocupada com quê? - Parece que ela acha que tu és bicha. - Ih, agora fodeu. Eu gosto de mulher! Mas confesso que tenho dificuldades em arranjar namorada. Parece que as garotas me acham desinteressante. - Que nada. Minha amiga do colégio já me perguntou
  • 5.
    MINHA IRMÃ BUNDEIRA5 se tu tinha namorada. Deve ter ficado interessada em ti. - Mesmo? Qual delas? - Aquela loira bem boazuda. Os meninos da escola a vivem assediando, mas ela não quer nada com eles. Porém, vive perguntando por você. Quer que eu facilite tua aproxi- mação com ela? - Como assim? - Amanhã, eu a trago aqui. Você permanece de cue- ca na sala, fingindo não estar interessado. Aí eu arranco tua cueca e te deixo nu. Você diz estar com vergonha e corre pro quarto, mas deixa a porta apenas encostada. Deixa o resto comigo. - Eu vou te confessar uma coisa: eu nunca estive com mulher. Acredite: eu nem sei como se faz. -É fácil, bobão. Basta assistir uns filmes de sacanagens. Aprende rápido. - Você anda assistindo pornôs, Raffa? - De vez em quando, se largo cedo. Vou para a casa da minha amiga e assistimos alguns na internet. Pena não ter- mos como assistir aqui. - Mainha sabe disso? - E por quê deveria saber? Ela não dá o serviço da vida dela pra gente... - Mainha trabalha demais. Acho que nem tem tempo de namorar. - Você é bobo. Dia desses, fucei a bolsa dela. Estava cheia de anticoncepcionais. Pra que ela iria querer isso, se não fosse pra foder? - Que linguajar, Raffa. Quem está te ensinando essas coisas? - Todas as minha amigas falam assim. Mainha também, mas evita fazer isso na tua frente. - Por que diz isso? - Você não percebeu que quando ela recebe um telefo- nema, corre e se tranca no quarto? Dia desses, me antecipei
  • 6.
    MINHA IRMÃ BUNDEIRA6 aela e me escondi debaixo da cama. Ela não me viu. Flagrei- -a conversando com alguém que pelo visto era um homem. Nesse dia, ela falou um bocado de frases safadas. - Você não está mentindo? - Por que eu mentiria? Só estou abrindo os teus olhos, bobão. Naquele momento, eu comecei a pensar que o ingênuo e abestalhado naquela casa era eu. Raffa parecia estar saben- do mais das coisas do que eu imaginava. Percebi que ela olha- va fixamente para o meu volume escondido dentro da cueca. Fiquei mais excitado ainda, por causa disso. Ela perguntou: - Posso pegar nele? Nunca vi um de verdade, e tão pró- ximo de mim... - Está bem. Mas não vá machucá-lo. Ela tirou meu cacete de dentro da cueca com uma leve- za inacreditável. Levou o membro à boca e ficou brincando com ele. Masturbava como se tivesse grande experiência nis- so. Perguntou, de chofre: - Quer gozar? Eu bato uma punheta pra tu. Só não goze na minha boca. Eu tenho nojo. Eu ia responder-lhe alguma coisa, mas achei melhor não. A chupada pode ser melhor ainda se os dois fingirem não se conhecerem. Naquele momento, eu esqueci de que ela era minha irmã. Porra, eu me empolguei e gozei na boca dela. Ela não se alterou. Continuou me chupando e mastur- bando, mas era visível a falta de talento para espalhar minha porra por seu rosto, como eu quase exigi. Pedi que ela viesse por cima e se sentasse com a bunda em meu pau. Ela me res- pondeu que a bunda era dela e ela me daria do jeito que bem entendesse. Por isso, queria ficar de quatro, de modo que eu pudesse abraça-la por trás. Porém, que eu não errasse de bu-
  • 7.
    MINHA IRMÃ BUNDEIRA7 raco, pois ela não queria engravidar. Confesso que aquelas palavras me deixaram mais an- sioso. Eu nunca havia fodido um cu. E ela tinha razão: não havia motivo para facilitar a gravidez. Por isso, me posicionei do jeito que ela pediu e apontei minha pica para as pregas dela. Ela gemeu manhosa quando eu enfiei até o talo, sem nem mesmo lubrificar a rola. Mas quando comecei a copular seu rabo, ela disse apressado: - Tira, tira, tira, tira. Tá doendo. Eu não lhe dei atenção. Comecei a fazer os movimentos de cópula mais rapidamente. Ela tentou se desvencilhar de mim. Abracei-a com força pela cintura e a enrabei como se fôssemos feras no cio. Disse a ela que ia gozar. Ela virou-se e, de repente, me deu um tapa violento no rosto. Surpreso, levei uma das mãos ao local atingido. Ficou fácil para Raffa se livrar de mim. Girou o corpo, empurrou-me com os pés e correu para o banheiro. Trancou-se. Ouvi o barulho da água do chuveiro em seu corpo. Depois, escutei seus soluços. Ela estava chorando. FIM DA PRIMEIRA PARTE
  • 8.
    MINHA IRMÃ BUNDEIRA8 Capítulo02 Raffa passou dois dias sem falar comigo, trancada em seu quarto. Só saia na hora de ir para a faculdade. Eu estava aperreado. Nunca havia passado tanto tempo sem falar com minha irmã. Éramos muito chegados um ao outro, e aquela foi uma das raras vezes em que brigamos. Insisti, através da porta: - Desculpa, Raffa. Não quis te machucar. Mas eu havia te dito que era a minha primeira vez. Fez-se um silêncio demorado. Quando eu achei que ela estava dormindo, por isso não havia me respondido, eis que a porta do quarto se abre. Ela estava cabisbaixa. - O que eu fiz de errado? - Perguntei. - Ainda pergunta? Você me estuprou. Eu te dei o privi- légio de ser o primeiro a comer minha bundinha e você me estuprou, porra.
  • 9.
    MINHA IRMÃ BUNDEIRA9 - Eu estava excitado, maninha. Você mesma percebeu. E não tenho experiência com sexo. Sou tímido e nunca tive coragem de dizer nenhum galanteio para alguma das moci- nhas que conheci. - Galanteio... que palavra antiga. Você é muito antiqua- do. E outro da tua idade já teria fodido desde que nasceu a primeira espinha na cara. - Você sabe que minha mãe sempre me ensinou a ter respeito para com as mulheres... - Respeito pode ser uma maneira carinhosa de lhe apalpar os seios ou de lhe pegar na bunda. Não vale estuprar, como você fez comigo. Fiquei traumatizada. - Desculpa, vai. Eu não queria te machucar. Mas fiquei muito tarado em teu cuzinho, naquela hora. - Está bem, eu te desculpo. Mas não vou mais foder contigo. Nunca mais. - Você pode me ensinar a foder-te com mais compe- tência. - Eu vou falar com minha amiga que gosta de ti. Ela disse que já trepou várias vezes, porém em todas ficou in- satisfeita. Os caras só querem saber de gozar e a deixam na mão. Vou pedir que ela foda contigo na minha frente. E que te ensine como foder bem um cuzinho. Mas depois você terá de fazer algo por mim. - O que terei de fazer? - Não vou te dizer, por enquanto. Mas é a minha exi- gência para falar com a minha amiga. Topa? - Sim. - Então, deixa eu tomar um banho que tenho que ir para a faculdade. - Deixa eu ver você se banhar? - Está bem, eu deixo. Mas só se não me tocar. Ela tomava banho de uma forma muito sensual. Não sei se era seu natural ou se fazia aquilo para me provocar. Eu
  • 10.
    MINHA IRMÃ BUNDEIRA10 nuncaa tinha visto se banhando. Nem quando éramos crian- ças. Minha mãe dava banho na gente em separado. Eu sem- pre ficava por último. Agora, vendo-a se molhar e esfregar o corpo suavemente com o sabonete líquido, me deixava muito excitado. Naquele momento, ela estava de costas para mim e sua bunda era maravilhosa. Ela disse, sem nem me olhar: - Se quiser, pode se masturbar. Contanto que não me toque. Eu não esperei que repetisse a frase. Botei meu cacete duríssimo para fora e bati uma bronha. Gozei no momento em que ela fechava o chuveiro, ao término da ducha. Espirrei porra no chão do banheiro, sentado na privada. Ela sorriu. Passou o dedinho delicado onde escorria porra pelo meu membro e levou o líquido à boca. Aprovou o sabor: - Delicioso. Vou querer beber esse néctar mais vezes. - Esteja à vontade. - Mas o seu, não. Repito que não treparei mais com você. Quero a porra de outro homem, não do meu próprio irmão. Você perdeu a chance de foder todo dia comigo, ao me estuprar. Teu castigo será me desejar para sempre. - É um castigo injusto, igual ao de Deus ter expulsado Adão e Eva do Paraíso. Os pobres não tinham em quem se espelhar, para não caírem em tentação. Assim como eu, que nunca havia comido um cuzinho. Não sabia qual seria a mi- nha reação. - Não vai me convencer a foder de novo contigo. E não fique se punhetando o dia todo. Amanhã, deverá estar em forma para foder com minha amiga. - Como é o nome dela? *************************** Oi, meu nome é Adriella. Tua irmã disse que você está
  • 11.
    MINHA IRMÃ BUNDEIRA11 precisando da minha ajuda. Só não me falou pra quê. - Ele é muito tímido, Dri. Não conseguiria te dizer do que precisa. Deixa que eu te mostro. Adriella era uma loira sensacional. Muito gostosona e também muito sensual. Falava como se estivesse cantando. Eu estava apenas de cueca, como minha irmã havia sugeri- do. Minha mãe chegara do hospital havia pouco tempo e não tinha quem a acordasse naquele momento. Até roncava, de tão cansada. Raffa se aproximou de mim e tirou minha cue- ca numa rapidez desconcertante. Parecia que havia treinado aquele movimento a vida inteira. Libertou meu cacete, ainda mole. A loira apressou-se em dizer: - Deixa que eu cuido dele, Raffa. Adoro ver um pau crescer na minha boquinha... Aquelas palavras me deixaram imediatamente excita- do. O caralho endureceu imediatamente. A loira tirou o ca- saco de frio que vestia sobre a blusa e ajoelhou-se à minha frente. Minha irmã sentou-se no braço do sofá e ficou nos observando de perto. A loira puxou o couro do meu pênis, descobrindo a glande, e passou a língua nela. Meu pau pul- sou na sua boca. Ela alertou: - Só goze quando eu mandar. Se o fizer antes, nunca mais te chupo, okay? Eu nem lhe respondi. Apenas me ajeitei melhor no sofá. Ela me masturbava lentamente com uma mão, enquanto me massageava as bolas com a outra. A boca continuava traba- lhando na minha chapeleta. De vez em quando, ela estalava a língua na minha glande. Aquilo quase me levava ao gozo. Mas eu me continha, lembrando-me do alerta dela. Minha irmã não tirava o olho da felação. De vez em quando, dava uns pitacos: - Afasta a boca, pra eu ver o filete de porra ligando teus
  • 12.
    MINHA IRMÃ BUNDEIRA12 lábiosà cabeça do pau dele... Ela fazia isso. Eu via a baba visguenta do meu pau li- gada à boca sensual dela. Ela olhava para mim com aquele olhar pidão que me dava vontade de pegar sua cabeça entre as mãos e atolar meu pau na sua boca até lhe tocar a garganta. Tinha que fazer um esforço tremendo para me conter. O pau doía de tão teso. Palpitava nas mãos dela. De repente, a loira parou de me chupar e libertou os seios. Lindos. Quis tocá-los, mas ela me impediu. Reclamou: - Só faça o que eu te pedir. Gosto de homens obedientes como um cachorrinho, entendeu? - Au au... Ela riu. Um riso maravilhoso. Voltou a mamar-me o cacete. Sua boca era quente e molhada. Deu-me vontade, no- vamente, de ejacular na goela dela. Lembrei-me que minha irmã me disse que tinha nojo de gozada na boca. Ela deveria ter, também. A loira falou: - Agora, meu bem, quando tiver vontade de gozar, me diga... - Eu quero. Estou quase gozando. - Aguente só mais um pouco. Ainda é cedo pra isso. Eu aguentei. Ela começou a passar a língua por toda a extensão do meu caralho. De lá pra cá e de cá pra lá. A von- tade de gozar desapareceu. Voltei a relaxar. De repente, ela engoliu meu cacete de uma vez, até tocar com os lábios no meu púbis. Senti a glande penetrar na sua garganta apertada. Gemi: - Ahhhhhhhhhhhhhh... não vou... conseguir... me prender mais... Ela ergueu-se da minha frente, de repente. Ficou de pé
  • 13.
    MINHA IRMÃ BUNDEIRA13 diante de mim. Disse: - Goza agora. Se o jato alcançar a altura dos meus seios, continuo te chupando. Se não, só volto a te chupar amanhã. FIM DA SEGUNDA PARTE
  • 14.
    MINHA IRMÃ BUNDEIRA14 Capítulo03 Ojato não alcançou os seios dela. Espirrou em sua barriga. Percebi que minha irmã, sentada no sofá, quase se atra- vessa na frente do jorro de sêmen, mas se conteve. Quando eu senti que iria gozar, peguei meu pau com a mão e apontei a cabeçorra pra cima, querendo concentrar o gozo nos seios dela, mas não houve jeito. Adriella sorriu de maneira sacana, enquanto eu espirrava várias vezes no vazio. Parecia ter al- cançado o seu objetivo: me deixar frustrado. Depois, seguiu em direção ao banheiro. Fechou a porta, me impedindo de ir até ela. Juro que fiquei com vontade de lambuzá-la toda de porra. Antes de sair de perto de mim, ela disse à minha irmã: - Ele é fraquinho. Eu não esperava que Raffa me defendesse. Ela rebateu: - Ele está cansado, pois gozou várias vezes comigo. Quando a outra se trancou no banheiro, Raffa me dis-
  • 15.
    MINHA IRMÃ BUNDEIRA15 se, baixinho: - Tá vendo? Eu disse que se contivesse na punheta. Agora é bem capaz dela não querer mais trepar contigo. Eu não retruquei. Na noite anterior, depois de tomar banho com minha irmã, eu bati umas três bronhas. Minto. Bati a quarta de madrugada, quando mainha não estava em casa e Raffa estava dormindo. É que quase não consegui pre- gar o olho, pensando em seu corpo nu. Depois de tomar banho, a loira me beijou levemente os lábios e disse que voltaria no outro dia. Também beijou a boca de minha irmã e eu estranhei aquela intimidade entre as duas. Minha irmã foi leva-la ao portão. Quando voltou, perguntou pra mim: - E aí? Satisfeito? - Eu queria mais. A tua amiga é muito gostosa. - Ela prometeu voltar amanhã. Disse que gostou de ti, apesar de esperar que você fosse mais tarado. Deu um des- conto por ser a primeira vez e por eu lhe ter dito que você é tímido. - Fale mais baixo, senão mainha pode escutar. - Dona Rosemary escutar? Duvido. Ela já deve estar no terceiro sono. - Você não ficou excitada? - Muito. Mas nem comece: não vou trepar contigo. - Foi uma pergunta simples. Vou respeitar a tua von- tade: nós não voltaremos a transar. Se me der vontade, bato outra punheta. - Muito bem. Esse cuzinho aqui você perdeu o direito de foder. Agora, vou tomar um banho. Se quiser, venha me olhar de novo. - Não, obrigado. Já estou satisfeito - menti, querendo esnobá-la.
  • 16.
    MINHA IRMÃ BUNDEIRA16 Elanem se deu ao luxo de me responder. Tirou toda a roupa na sala e caminhou até o banheiro. Percebi que ha- via trancado a porta. Levei a mão ao pau, na intenção de me masturbar. Desisti, quando percebi que o caralho estava rela- xado. Eu não conseguiria uma ereção tão cedo. No outro dia, pela manhã, acordei tarde e vi que nossa mãe já estava acordada. Raffa já havia saído. Tinha médico periódico marcado para aquela manhã. Mainha perguntou: - Quem estava aqui, ontem à noite? - Uma amiga de Raffa, mãe. Mas foi-se embora rapidi- nho. - Vocês transaram? Ainda estou sentindo cheiro de sexo no ar e há umas manchas estranhas no chão. Eu fiquei encabulado. Não esperava por aquela pergun- ta. Respondi: - Ela me bateu uma punheta, mãe. Antes de ir, deixou- -me satisfeito. - Afaste-se daquela loira, meu filho. Aquilo é mulher de programa. Logo, vai querer cobrar pela foda. Vá por mim... - Ela fode bem. Se me pedir grana, não dou. Não tenho para dar. Mas acho que ela sabe que eu sou um pobretão. Não me cobrou nada pelo sexo que fizemos. - Tome cuidado. Ela me parece um depósito de Aids. Use camisinhas. Não se arrisque. - A senhora se arrisca quando está trepando? - Que falta de respeito é essa, menino? - Desculpe. É que não acredito que a senhora passe tan- to tempo sem sexo. Na verdade, nunca falamos sobre isso. A senhora parece fugir do assunto, apesar de eu e minha irmã já sejamos adultos. Minha mãe esteve pensativa, mastigando um pedaço de pão assado na manteiga. Depois, disse:
  • 17.
    MINHA IRMÃ BUNDEIRA17 - Eu não gosto de falar sobre sexo. Tenho receio de dar informações erradas a vocês. Mas você tem razão: eu faço amor, de vez em quando. Porém, me arrependo todas as ve- zes. - Se arrepende por quê, mãe? Sexo é tão bom... - Eu sofro assédio, meu filho, dos médicos do hospital onde trabalho. Como tenho um corpo desejável, quase todos os médicos me procuram de madrugada, quando o plantão é mais ameno. Principalmente os médicos mais jovens e os es- tagiários, que sabem que trepo com os médicos mais antigos do hospital. - Se não gosta, por que se presta a isso? - Para que vocês terminem suas faculdades. Como eu poderia fazer isso se fosse demitida? - Chegariam a tanto? - Você não conhece essa raça. A maioria é de riquinhos que acham que pobre é lixo. Por isso, nos deixam morrer à mingua. Só se esmeram a salvar vidas de quem tem dinheiro. Eu devo dar graças a Deus por ter esse corpão atraente. Era verdade. Minha mãe tinha um corpo mais esbelto e formoso do que o da minha irmã. Eu a respeitava muito para ter percebido isso. Agora que percebi, meu pau deu um pinote. Ela estava cabisbaixa, com duas lágrimas rolando pe- las faces, por isso não percebeu. Eu estava de cueca. Tive que botar minha mão na frente, para encobrir o volume. Ela le- vantou-se da mesa da cozinha e caminhou em direção ao seu quarto. Suas carnes se tremiam, enquanto andava. Tinha um rebolado suave, elegante. Deu-me vontade de correr para o banheiro e bater uma punheta na intenção dela, mas desisti. Tinha que ir para a faculdade. Eu podia me dar ao luxo de estudar à tarde, já que não trabalhava. Mas aquilo estava para mudar. Eu não ia deixar minha mãe ser abusada pelos médi- cos que trabalhavam com ela.
  • 18.
    MINHA IRMÃ BUNDEIRA18 Poucodepois, eu caminhava pensativo em direção ao ponto do ônibus. Procurava um jeito de conseguir um em- prego. Por isso, não ouvi imediatamente a buzina de um car- ro bem perto de mim. Só quando chamaram meu nome é que fiquei ligado. Era o meu professor de História. Morava na mesma rua que eu, só que um pouco distante lá de casa. Ele ofereceu: - Oi, quer uma carona? Eu quis. Assim, economizaria passagens para procurar emprego. Sentei-me ao seu lado e agradeci. Ele, no entanto, foi logo dizendo: - Dia desses, vi a senhora tua mãe. Fiquei admirado da beleza dela. Nem parece ter dois filhos adultos. - Você também conhece minha irmã? - Claro. De vez em quando, dou carona a ela. Foi assim que fiquei sabendo que é tua mana. - Dá carona a ela? Eu não sabia. - Aquela garota é doidinha. Pena ser de menor. Como professor, não posso fazer uma merda dessas. - Como assim? - Aceitar transar com ela. Ela já me cantou várias vezes, mas eu corri da xana. Confesso que tenho vontade de fodê- -la. Mas sou comprometido, tenho receio dela me entregar à minha noiva. Por falar nisso, vou ter que passar na casa dela, antes de irmos à faculdade, pode ser? - Claro, professor. Se eu fosse de ônibus, levaria mais tempo pra chegar. Esteja á vontade. Quando o professor parou na frente de uma residência luxuosa e sua noiva entrou no carro, eu quase que dou um assovio. A morena era muito bonita e gostosa. Eu havia ido para o banco de trás, quando ele parou na frente da casa. Ele ligou do celular e ela não demorou a vir. Enquanto caminha- va para perto de nós, eu a observava. Seu caminhar era muito
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA19 sensual e elegante, como se tivesse treinado à exaustão para ser tão sexy. O meu professor falou: - Anjo, esse é Felipe, um aluno meu. Felipe, esta é mi- nha noiva Hozana. - Muito prazer. É um garotão muito bonito. Gostei dele. É um aluno aplicado? - Mais ou menos. Vai passar de período. Não é de per- turbar minhas aulas, como os outros. Cadê meu beijo? Ela o beijou com uma sensualidade nunca vista por mim. Eu me peguei de cacete duro, imaginando uma foda com ela. Hozana devia ter uns vinte e cinco anos, no máxi- mo. Meu professor aparentava ser uns dez anos mais velho que ela. Depois de se sentar ao lado do meu professor, a bela morena me perguntou: - Você já trabalha, garoto? Estão precisando de um fun- cionário jovem na empresa de papai. Eu tomei um susto. Ela parecia ter adivinhado os meus pensamentos. Apressei-me a responder: - Não, senhora. Estou atrás de emprego, mas não tenho profissão ainda. - Sabe lidar com um computador? - Acho que sim. Já tive um, mas quebrou há alguns me- ses e não pude consertá-lo. - Sabe digitar? - Sim. E sou rápido. - Ótimo. Hoje, você vai perder tuas aulas. Vai comigo até a empresa de papai. Vou te contratar para trabalhar na minha sala, junto comigo. Quer? - Oh, claro. Não vou desperdiçar uma chance dessas. Não tenho provas, hoje. Amanhã, volto à faculdade. Preten- do trancar meu curso. - Não há a necessidade disso. Quero você trabalhando apenas seis horas. Não tem muito a fazer na empresa, mesmo.
  • 20.
    MINHA IRMÃ BUNDEIRA20 Eufiquei muito contente por não ter que interromper a faculdade. Jogaria fora todo o esforço feito por minha mãe. Mas havíamos chegado à empresa do pai dela e o professor parou na frente. Descemos e ela o beijou demoradamente. Agradeci a carona e segui com ela. Logo, estávamos na sua sala. Era uma sala pequena, mas bem equipada. Também era bem decorada. Havia uma mesa maior, reservada a ela. Fi- quei numa menor, com direito a armário, birô e computador de última geração com uma tela enorme. Ela me mandou li- gar o meu aparelho. Acho que queria me testar. O PC era novo, quase não tinha nada gravado nele. Ela me disse que ele nunca havia sido utilizado. Pediu-me que eu criasse um diretório com meu nome e gravasse na área de trabalho. Fiz isso. Ela sorriu, satisfeita. Depois, disse: - Vou à sala do meu pai, falar com ele. Talvez, não vol- te mais aqui. Você passou no meu teste. Começa a trabalhar amanhã. Chegue cedo. Quando abrir o PC, vai encontrar ins- truções de trabalho na tela. Nem sempre estou aqui, mas po- demos nos comunicar com um programinha interno exclusi- vo. Poderá falar comigo através dele, sem que ninguém, além de nós, tenha conhecimento das nossas conversas, fui clara? - Sim, senhora. - Então, pode ir. Até amanhã. Saí dali ainda abobalhado. Estava contente por con- seguir um emprego tão rápido. Nem perguntei quanto seria meu salário. Estava doido para chegar logo em casa e dar a notícia à minha irmã. Àquela hora, minha mãe já devia ter saído para trabalhar no hospital. Não tínhamos telefone, ne- nhum de nós. A grana que a coroa ganhava não dava para esses luxos. Mas, agora, as coisas iriam mudar. Quando cheguei em casa, minha irmã ainda não esta- va. Liguei a tevê e fiquei sentado no sofá, agradecendo a Deus
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA21 pelo emprego. Ali, peguei no sono. Não sei quanto tempo passei dormindo. Acordei com a voz de minha irmã dizendo para alguém: - Bem, este é meu irmão. - Ele é bonito. Será que vai me querer? - Ele não tem querer. Fará o que eu mandar. Mas é inex- periente em matéria de sexo. - Tudo bem. Você sabe que eu também nunca fodi... Continuei fingindo dormir, mas entreabri um olho. Vi a moça que falava com minha irmã, mas não vislumbrei o seu rosto. Ela estava de costas para mim. Era alta e magra. Magra até demais. Tinha cabelos longos, batendo na altura da bun- da. Ela virou-se para mim e fechei os olhos rapidinho. Não deu para ver-lhe as feições. Ouvi minha irmã dizer: - Esteja à vontade. Se ele se acordar, falo com ele. Mas se eu fosse você, o chuparia sem desperta-lo. A tensão de ser flagrada é muito exitante. Percebi que minha irmã me mandava um recado para permanecer de olhos fechados, fingindo dormir. Senti duas mãos tirando minha calça com cuidado. Eu me mexi, mais para lhe facilitar o intuito. Ela parou por um instante, depois voltou a me despir. Em seguida, tirou-me a cueca. O pinto saltou ainda mole. Ela o pegou delicadamente e depois senti seus lábios nele. Meu pau ainda estava babado, de ter ficado duro com a visão da noiva do meu professor. Ela reclamou, baixinho: - O pau dele está melecado. Acho que andou trepando há pouco. - Deixa eu ver... Senti meu caralho mudar de mãos. Minha irmã o chei- rou, antes de dizer: - Não, ele deve ter ficado excitado com algo. Mas não
  • 22.
    MINHA IRMÃ BUNDEIRA22 gozou.Deve estar com os bagos cheios de porra, como você gosta. Quer que o acorde, para se lavar? - Não. Prefiro assim. E tenho medo que ele acorde. Não queria que me visse. - Minha mãe tem sedativos guardados na geladeira. Posso aplicar um nele. - Melhor. Faça isso, por favor. Ouvi passos se afastando da sala, depois senti minha irmã próxima a mim. Passou um algodão com álcool no meu ombro, depois disse: - Esconda-se no quarto. Se ele acordar, não vai te ver. - Ouvi passos apressados irem para o meu quarto. Aí, minha irmã disse baixinho: - Sei que está acordado. Continue fingindo. Estou te aplicando apenas umas vitaminas. Devem aumentar tua quantidade de esperma. Ela adora engolir tudinho. - Está bem. Senti o líquido ser injetado. Não doeu. Movi a cabe- ça, como se tivesse desmaiado. Ouvi passos se aproximando. Uma voz perguntou: - Será que ele não vai acordar antes de gozar? - Claro que não. Pode extrair todo o leitinho dele, sem nenhum receio. Ela voltou a me mamar. Masturbava-me, enquanto me chupava de forma gulosa. Chegava a fazer barulho, as suas chupadas no meu pau duro. Fazia-o de forma desajeitada e eu estava mais incomodado do que apreciando a felação. Minha irmã deve ter percebido, pois disse: - Mais devagar. Assim, vai machucá-lo. Faça como vi- mos ontem naquele vídeo. Aí, sim, ela chupou com delicadeza. Alisava minhas
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA23 coxas, meu tórax e meus bagos, sem largar do meu cacete. Lambia-o com delicadeza. Deglutia meu líquido viscoso. Tremulava a língua no buraquinho do meu pau. Encostava o membro no rosto e depois voltava a chupá-lo com carinho. E nada da vontade de gozar aflorar em mim. Ela reclamou: - Ele não vai gozar? Quero tomar o seu leitinho, antes que acorde. - Ele não vai acordar, já te disse. Faça aquilo que a gente viu no filme. Isso irá apressar seu gozo. - Será? E eu senti ela lambuzar meu fiofó com cuspe. Aperreei- -me. Adivinhei a sua intenção. Nunca alguém havia invadido meu cuzinho. Nem eu mesmo. Ia abrir os olhos, quando mi- nha irmã disse: - Penetre com delicadeza, pra não acordá-lo. Garanto que ele irá até gostar. Aquela boca voltou a me chupar, enquanto fazia cír- culos com o dedo em meu ânus. Apertei o bicho, para evitar a penetração. Ela passou muito tempo lubrificando a porta do meu cuzinho com mais saliva, sem introduzir o dedo. Me chupava, ao mesmo tempo que brincava com as minhas pregas. Então, cansei de prender a rosca. Ela percebeu. Foi introduzindo a falange aos poucos. Depois, começou a fazer movimentos circulares com o dedo. No início, fiquei incomo- dado. Depois, estava até gostando do fio terra. Ela continua- va me chupando com leveza. Então, bateu-me a vontade de gozar. Começou com uma sensação gostosa no cu, que logo se espalhou pela pica. Comecei a resfolegar. Ela aumentou os movimentos dentro do meu cu e apressou a masturbação do meu caralho. Dizia: - Goze, meu belo. Goze. Me dê toda a tua porra... Eu abri os olhos. Ela espantou-se. Quis parar, mas mi-
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA24 nhairmã disse: - Não se preocupe. É só um ato reflexo. Ele está total- mente sedado. Continue. Deve estar já gozando. Ela continuou. Pude ver seu rosto. Era magro, mas bo- nito. Parecia uma dessas modelos bem exóticas. Seus seios eram muito pequeninos, mas empinados. Era alta e magra. Seus cabelos longos emolduravam seu rosto, destacando seus olhos. Senti a porra quase chegando à glande. Gemi de pra- zer. Ela também, quando sentiu o primeiro pingo na boca. Apressou a punheta. Quase gritou: - Goza. Goza safado, na minha boca. Me dá teu sabor... Gozei. Uma gozada cavalar. Foi muito esperma saindo da rola. Ela se engasgou várias vezes, mas não largou o nervo. Peguei sua cabeça entre as mãos e ela não fugiu de mim. Go- zei na sua goela, como queria fazer com a loira amiga de mi- nha irmã. Continuei tendo espasmos de gozo e ela não parou de limpar meu esperma com a boca. Bateu-me uma fraqueza imensa e eu acho que apaguei. FIM DA TERCEIRA PARTE
  • 25.
    MINHA IRMÃ BUNDEIRA25 Capítulo 04 Acordei com minha irmã batendo em meu rosto. Dei um pulo do sofá. Despertei na hora. Ela falou: - Porra, já estava ficando preocupada. Nunca vi nin- guém desmaiar depois de uma gozada. Estava pensando que era efeito da vitamina que te apliquei. - Cadê a moça? - Angelina? Foi embora, antes que você se acordasse. - Por que esse temor dela? - Ela se acha feia. Nunca teve um namorado. Acreditou que era lésbica e se aproximou de mim na faculdade. Tran- samos uma única vez, mas ela descobriu que gosta mesmo é de homem. Alugamos uns filmes pornôs e assistimos na casa dela, pois mora sozinha. Ela ficou curiosa por chupar um pau. Aí, ofereci o teu. - Sem nem me consultar? - Achou ruim?
  • 26.
    MINHA IRMÃ BUNDEIRA26 -Não. Foi a melhor gozada que já dei. Obrigado. - De nada. Mas ainda vou te cobrar por isso. Está na hora de você saber o que eu quero. - Diga lá. - Ontem, vi quando você pegou carona com teu profes- sor. Eu gosto dele, mas ele acha que sou menor de idade. Não quer trepar comigo. Quero que você o convença. Estou doida para dar a bunda a ele. - O pessoal da faculdade diz que ele tem uma bimba enorme. - Por isso mesmo eu o quero. Dia desses, ele deixou eu abrir sua braguilha. Até dei-lhe uma chupadinha básica. Es- távamos em seu automóvel e eu quis sentar-me em seu colo. Foi quando ele cismou que eu era de menor. Botou-me do carro pra fora. - Ele tem noiva, Raffa. Eu a conheci. - E daí se ele é comprometido? Não quero casar com ele, cacete. Só quero experimentar aquela pica enorme no meu cu. - Está bem. Vou ver o que posso fazer. Mas não garanto nada. - Se conseguir convencê-lo, depois te dou meu cuzi- nho. Mas só mais uma vez, ouviu? - Não quero mais teu cuzinho -, esnobei-a - faço-te o favor em troca de já ter me trazido duas para transar. - Você é quem sabe. Não terá outra oportunidade. Quase que eu me arrependo de tê-la esnobado. Ainda estava afim de foder seu anel. Mas mantive-me resoluto: - Tudo bem. Passou minha vontade de te foder de novo. Mas tenho uma coisa para te dizer: amanhã, começo a traba- lhar. Consegui um emprego. Quando estiver confiante de que não vou ser demitido, peço para mainha sair do hospital. - Acha que ela vai querer? O teu salário será um dinhei- rinho a mais.
  • 27.
    MINHA IRMÃ BUNDEIRA27 - Ontem, ela me reclamou de ser assediada pelos médi- cos de lá. Só mantém o emprego porque fode com eles. - Upalalá. Disso, eu não sabia. Conversamos muito, mas ela nunca me contou. Por que contou pra ti? - Sei lá. Ela está triste com a situação. Até chorou. - Tadinha. Mas se você pode trabalhar, eu também posso. Pretendo ir morar sozinha, como ela sempre desejou. Onde você trabalha não tem vaga pra mim? - Não sei. Nem sei que tipo de empresa é aquela. Só vou saber amanhã, que é o meu primeiro dia de trabalho. - Então, boa sorte, maninho. E boa noite. Agora vou dormir. Não fique batendo punhetas. Vá dormir também, que é para acordar cedo amanhã. Acordei um pouco depois das seis. Tomei um banho rápido e comi um sanduíche frio. Sorvi uma xícara de café, para espantar o sono, e saí de casa. Peguei logo um ônibus. Eu estava doido para rever Hozana, a noiva do meu professor. Naquela noite, eu havia sonhado com ela. Mas não foi um sonho erótico. Mesmo assim, acordei feliz por tê-la visto bem próxima a mim. No sonho, ela dizia que me amava. Quando cheguei à empresa, fiquei frustrado. Ela não estava na sala. Perguntei a duas mocinhas que trabalhavam na sala contígua. Disseram que Hozana só costumava dar expediente depois das quintas-feiras. Mas que eu desse uma olhada na tela de abertura do computador: ela sempre deixa- va tarefas. Agradeci e voltei para a minha sala. Liguei o PC. Real- mente, havia uma mensagem para mim. Pedia que eu abrisse meu diretório e classificasse umas fotos que havia lá. Fizesse isso ainda pela manhã, pois ela iria querer ver essa minha classificação.
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA28 Quandoa tela da área de trabalho abriu, fiquei saben- do em que tipo de empresa eu trabalhava pelo logotipo que apareceu: era uma agência de modelos. Ao ver as fotos ar- quivadas, tive a certeza disso. Meu diretório continha mais de cem imagens de jovens lindíssimas, com média de idade em torno dos dezoito aninhos. A maioria estava de maiô ou biquíni, para mostrar o corpo esguio. Algumas, eu considerei insossas. Mas, a maioria, era de beleza impressionante. Reli o recado que ela deixou na minha tela e comecei a trabalhar. Depois de visualizar as fotos de cada uma delas por diversas vezes, comecei a classifica-las. A mais bonita recebeu de mim o número 001. As demais, foram seguindo essa numeração pelo quesito beleza. Por volta das dez da manhã, meu traba- lho estava pronto. Enviei um recado para Hozana, dizendo em que pasta estavam as fotos escolhidas. Pouco depois, re- cebi a mensagem: - Parabéns. Tem bom gosto e eu estou adorando a tua eficiência. Vai ganhar um bônus, por causa disso. Tranque sua sala a chave e abra o diretório que vai receber. Classifique as novas fotos. Lembre-se: sigilo é a tônica da nossa relação de trabalho. Achei aquelas palavras muito enigmáticas, mas esperei aparecer na minha tela o novo lote de arquivos. Quando o abri, tive uma grata surpresa: eram mais de trinta fotos e em todas a noiva do meu professor se exibia nua! Em algumas, aparecia em close, arreganhando a boceta. Noutras, estava de costas, oferecendo a bundona. Em duas imagens, tinha o dedo enfiado no cu. Fiquei logo de pau duro. Olhei em volta. Não tinha como ser flagrado de pau de fora, ali. Abaixei qua- se que totalmente minhas calças e cueca e me preparei para bater uma punheta. Uma nova mensagem apareceu na tela: - Antes de se masturbar, classifique as mais tesudas. Vou querer coloca-las num site erótico que possuo.
  • 29.
    MINHA IRMÃ BUNDEIRA29 Arrisquei perguntar através do programinha de comu- nicação: - Qual o endereço do site? Ela me forneceu o endereço, mas alertou que eu não deveria estar online em horário de trabalho. Sugeriu que eu desse uma olhada no site em casa. Eu a lembrei de que não tinha mais computador, que o meu estava quebrado. Sua res- posta me surpreendeu: - Ok. Pode surfar aí mesmo, no escritório. Mas terá que se exibir para mim, também. - Como assim? - Tire totalmente as roupas e permaneça sentado frente à tela. Quando fizer isso, aceite a minha conexão direta. Fiz o que pediu. Pouco depois, eu a via ao vivo na tela do meu PC. Estava totalmente nua. Parecia teclar do seu quarto, pois estava sentada na cama. Havia vários apetrechos eróticos espalhados perto dela. Um deles era um pênis de borracha enorme. Ela falou ao microfone: - Oi. Surpreso? - Sim, claro. A que devo a honra? - Desde que te vi, te achei bonito e sexy. Talvez inexpe- riente, mas isso se conserta. - Você também é muito gostosa e linda. Fiquei tarado em ti. Está pensando em sexo virtual? - Claro. Eu adoro. Sou viciada em sexo virtual, mas meu noivo não é da mesma opinião. Também não tem me dado o que eu mais aprecio. - E o que você mais aprecia? - Só digo se mostrar teu pau pra mim. Quero ver se é o que estou pensando. Ajeitei a câmera do computador de maneira a ela poder ver meu caralho já duro. Ela sorriu feliz. Disse:
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA30 -Eu estava certa. Tem a ferramenta do tamanho que eu gosto. Meu noivo tem um pau exagerado de grande. Todas as vezes, fico dias sem poder foder de novo, de tão dolorida. - Por que não vem aqui? Posso satisfazer essa tua xana gulosa. - E quem está falando em xana, menino? Gosto de to- mar no cu. Assim, não engravido. Ainda quero casar-me com o professor, senão não tenho a herança do meu pai. - Vai se casar apenas por interesse? - E por que não? Rola eu posso ter a qualquer instante, mesmo se estiver casada. O professor é um boboca. Mas é muito amigo do meu pai. O velho sempre quis que eu me casasse com ele. Não é ele que aguenta aquela trolha enorme do cara... - Pergunto de novo: por que não vem aqui? - Ficou afim de me foder, foi? - Sim, desde que te vi pela primeira vez. - Está bem. Vou mandar alguém te buscar aí. Se você conseguir chegar inteiro, fodemos. - Como assim? - Já vai saber. Até daqui a pouco. Não demorou muito e o interfone tocou. Uma voz fe- minina falou: - Senhor Felipe? Aqui é Mariana, motorista da senhora Hozana. Venha, por favor, ao estacionamento privativo. Te- nho ordens de leva-lo até ela. Terminei de vestir-me e fui até lá. Havia um carro es- portivo todo preto no estacionamento. Todos os seus vidros estavam levantados e eram fumês, não dando pra ver quem estava dentro. Quando me aproximei, ouvi um click caracte- rístico de uma porta se abrindo. Entrei e sentei-me ao lado da motorista. Ela estava totalmente nua! Era belíssima de rosto, mas muito magra pro meu gosto. Perguntei:
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA31 - Vamos? - Sim. Mas antes, preciso da minha dose diária de por- ra. Faz parte do tratamento para que eu ganhe massa corpó- rea, sabe? Me acham muito magrinha para ser modelo. Te- nho que aumentar uns quilinhos em menos de uma semana, que é quando haverá novo desfile de moda. - Está me dizendo que quer me chupar? - Isso. Tenho a permissão de dona Hozana. Ela é muito gentil. Deixa que eu te use antes dela. - Ela mesma te disse para me chupar? - Sim, bobinho. Ela não liga. Só quer foder. Adora dar o cu. Mas não gosta muito de chupar. Fazemos isso por ela. - Se você está dizendo... então, pode começar a felação - eu disse, arriando a calça junto com a cueca. A jovem sor- riu contente. Ajeitou-se na cadeira e pegou meu pau. Ele já estava duro e babando de tesão. A beldade caiu de boca. Era uma profissional. Chupava com uma leveza incrível. Eu qua- se não sentia sua boca no meu caralho. De vez em quando ela beijava meus lábios, sem parar de me masturbar o cacete. Seu hálito era doce e aromático. De repente, ela veio para a mi- nha cadeira. Encostou seus biquinhos dos seios em meu pei- to, enquanto me beijava de língua. Quando eu menos esperei, encaixou a vulva em meu pau. Esta estava quentíssima, quase pegando fogo. Começou a menear o corpo, já quase gozando. Da sua xana escorria uma baba viscosa que se derramava no meu colo. Gemia ao meu ouvido: - Ai, safado. Estou quase gozando. Que caralho gosto- so. Não vou conseguir me conter. Morde meus seios, morde... Mordi. A princípio, com cuidado para não machucá-la. Ela gemeu: - Morde com força. Quero vê-lo sangrar. Eu gosto as- sim...
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA32 Nãotive coragem. Apertei só mais um pouco, mas ela queria mais. Sussurrou ao meu ouvido: - Eu quero assim, ó... E mordeu meus lábios até que senti o gosto do sangue. Doeu. O sangue escorreu do lábio machucado. Fiquei com raiva. Meti a boca no outro biquinho do seio dela e só parei quando senti o líquido rubro escorrer. Ela gozou na minha pica. Jorrou um jato forte dali, inundando meu colo e escor- rendo para o banco do carro. Mariana gemeu alto e depois começou a ter convulsões orgásticas. Aquilo para mim era novo. Parei os movimentos de cópula e fiquei olhando ela gozar. O último jato do líquido esbranquiçado fez a morena desmoronar sobre o meu corpo. FIM DA QUARTA PARTE
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA33 Capítulo 05 Esperei Mariana se recuperar da gozada. Quando o fez, se desculpou: - Me perdoa, tá? Faz um tempão que eu só chupo, sem go- zar. Dessa vez não consegui me segurar. Dona Hozana vai ficar chateada de te ver todo sujo de minha porra. Ai, meu Deus. É bem capaz de me demitir. - Leve-me a algum lugar onde eu possa tomar um banho rápido e ela nem vai perceber. - Onde você mora? Eu disse. Ela achou longe. Falou: - Minha casa é mais perto. Passemos lá. Ela morava sozinha num quitinete que tinha garagem no subsolo por onde se podia entrar no apê. Me levou ao banheiro e me deu um banho rápido com sabonete. Aconselhou-me a não usar perfume pois a patroa poderia reconhecer o cheiro dela.
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA34 Tambémnão molhei o cabelo. Mariana fez um curativo rápido em meu lábio machucado, disfarçando o corte. Pouco depois, estávamos na luxuosa casa de Hozana. Ela veio nos receber ape- nas de calcinha. Tinha mesmo um corpão. Nua e ao vivo, era mais tesuda que em fotografias. Elogiei sua boa forma. Ela ape- nas sorriu, como se fosse convencida de que era a gostosona. Não me deu atenção. Perguntou para Mariana: - Está inteiro? - Sim, senhora. Não quis trepar comigo, nem deixou que eu o chupasse. - Mentiu ela. - Garoto esperto. Vai ganhar um extra por causa disso. Obrigada por trazê-lo, Mariana. Ligue para algum dos modelos e diga que fui eu que te mandei. Chupe-o à vontade. Tem de estar em forma para o desfile. Está dispensada. A morena belíssima foi embora, depois de me piscar um olho. Hozana me pegou pela mão e me levou para dentro da sua mansão. Não havia nenhum empregado. Perguntei por eles. Ela respondeu: -Dispenseitodomundo.Dissequeestavaestressadaenão queria ninguém por perto. Na verdade, não quero que saibam que traio meu noivo. Se meu pai souber, também sou deserdada. - Entendo. Por que se arriscou? - Você parece apreciar ouvir que eu gostei de você, não é? Ainda mais agora, que rejeitou minha funcionária para se dedicar a mim. Já testei outros aspirantes ao emprego e todos sucumbiram ao chame de minhas motoristas. Dispensei-os na hora. Por isso, fico sempre sozinha naquele escritório. - Mora sozinha nessa casa enorme? - Não. Moramos eu e o professor, apesar de ainda não ser- moscasados.Meupaipermiteissoporquererquecasemoslogo. - E tua mãe? - Não conheço minha mãe. Dizem que meu pai era apai- xonado por ela, porém ela casou com outro. Mas não falemos de coisas tristes. Você veio aqui para foder minha bunda, lembra?
  • 35.
    MINHA IRMÃ BUNDEIRA35 Pois quero te dar um bônus por ter rejeitado Mariana para se preservar para mim. - Que bônus seria esse? Ela já me tirava as calças, junto com a cueca. Meu pau saltou ainda mole. Ela sorriu. Disse: - Eu não gosto de chupar pau babado das outras. Prefiro assim, quando está limpinho. Desse jeito, conheço o verdadeiro gosto dele. E adoro senti-lo crescendo em minha boca. Venha. Deite-se em minha cama. Adoro chupar um homem que já este- ja em posição de eu me sentar em seu cacete. Portanto, prenda a vontadedegozarnaminhaboca.Sóderrameseuleitinhonami- nha bunda, está ouvindo, meu garoto? - Ela dizia isso enquanto se livrava dos apetrechos sexuais espalhados sobre o leito. Foi difícil me conter. Ela chupava muito bem, apesar de Mariana chupar melhor. Segurei o gozo até ela, finalmente, se sentar em meu caralho duríssimo e todo babado da sua saliva. Ela acocorou-se sobre mim e eu senti minha pica entrando em seu cu aos poucos. Ela gemia de prazer a cada centímetro intro- duzido em se cuzinho escorregadio. Achei que iria meter num cu apertado, mas o dela escorregava como se estivesse lubrifica- do com manteiga. Ela percebeu minha frustração. Disse, triste: - Ele é frouxo, não é? Eu sei disso e fico tristonha. É o re- sultadodeengoliraquelapicamonstruosadomeunoivo.Agora, não tem mais jeito. Meu cuzinho ficou alargado. Porém, aprendi uma coisa para compensar isso, quer ver? - Quero, sim. E ela se enfiou na minha pica até o talo. Depois, ficou abrindo e fechando o cu. A cada aperto, me dava vontade de gozar. Principalmente porque eu não havia gozado com a moto- rista. Disse a Hozana: - Ahhhhhhhhhh, isso é muito gostoso. Eu vou gozar... - Não goze ainda, amor. Deixa eu gozar primeiro. Depois,
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA36 vocêderrama toda essa tua porra dentro da minha bundinha, tá?... E ela começou a cavalgada. Primeiro, bem lentamente. Se enfiava ao máximo, depois se retirava até quase a glande se de- sencaixar do seu ânus. Voltava a se enfiar. Fez isso várias vezes, até começar a gozar pelo cu. Então, entrou num frenesi desen- freado. Apressou o galope, de vez em quando dando um acocho de cu bem apertado na minha rola. Numa das vezes, conseguiu me levantar pelo pênis, de tanta força que tinha no cuzinho. Eu continuava prendendo o gozo. Aí, alucinada, ela exigiu: - Agora. Goza agora. Enche meu cu de porra, caralho. Vai. Vai. Vaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiii... Eu fui. Gozei com vontade naquele cu diferente. A quan- tidade de esperma que depositei em seu buraquinho lubrificado foi enorme,aopontodetransbordarepingarem mim.Ela ainda estava de cócoras sobre meu corpo, gritando de prazer. Quando sentiu minha última golfada de porra, me beijou os lábios quase com violência, fazendo doer onde já estava machucado. Ao seu jeito, demonstrava agradecimento pelo prazer que eu lhe havia proporcionado. Repetia: - Te amo. Te amo. Te amo, porra... ****************************** Cheguei em casa exausto. Nem fui pra faculdade, trepan- do com minha patroa. Fodi seu cuzinho várias vezes. Ela gozou ao ponto de desmaiar. Tive que despertá-la à base de sais. Ainda bem que eu entendia um pouco disso, por minha mãe ser enfer- meira. Aí, ela ficou com receio de gozar mais uma vez, temendo passar da hora do noivo chegar da faculdade. Pediu-me que eu fosse embora. Por sorte eu tinha algum dinheiro, pois ela não pediu a nenhuma das motoristas para me levar em casa. Ainda andei um pedação, mas desisti de ir para casa a pé. Peguei um ônibus.
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA37 Nem tirei a roupa, arriei no sofá. Ouvi minha irmã per- guntando se era eu quem havia chegado, mas nem respondi de tão cansado que estava. Adormeci ali mesmo, sem nem ir para a cama. Minha irmã veio até mim, preocupada. Perguntou: - Que houve, mano? Chegar a essa hora, cansado desse jeito? - O trabalho na empresa é cansativo - menti. - Coitadinho. Quer que eu te dê uma massagem relaxante, quer? Ainda meio adormecido, balbuciei: - Você sabe fazer isso, mana...? - Espera... - disse ela, abrindo minha braguilha. Eu não tive forças para impedi-la. Ela levou meu pau à boca. Chupava, enquanto me masturbava em movimentos rá- pidos. -Não...não,mana...-Eudizia,exausto,semquererqueela me deixasse mais prostrado ainda. Mas minha irmã entendeu que eu a rejeitava por ela ter dito que não treparia mais comigo. Continuou me chupando e me masturbando, querendo que eu gozasse com urgência. Reu- ni todas as minhas forças e a afastei de mim. Ela correu para o quarto, chorando. Eu, finalmente, consegui dormir. FIM DA QUINTA PARTE
  • 38.
    MINHA IRMÃ BUNDEIRA38 Capítulo06 Odia estava ainda amanhecendo, quando acordei. Minha mãe estava sentada junto a mim, me fazendo um ca- rinho. Nunca mais que ela havia feito isso. Quando abri os olhos, ela estava sorridente, apesar de seu sorriso ter um ar cansado. Perguntou: - Está melhor, filho? Tua irmã me disse que você co- meçou a trabalhar ontem e que tinha chegado muito cansa- dinho. - Bom dia, mãe. É verdade. Estou de emprego novo. Breve, a senhora poderá pedir demissão do hospital. - Fico contente por você, mas não vou fazer isso. Não tenho mais disposição para estar procurando novo emprego. E ainda estou muito longe de me aposentar. Comecei a traba- lhar muito tarde. - Eu trabalho um único expediente, mãe. Se trabalhar os dois, posso dobrar meu salário. Dará para suprir a grana
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA39 que a senhora gasta em casa. E ainda continuar pagando o teu INSS. - Não, filho. Eu não saberia ficar dentro de casa de per- nas pro ar. Teria que ter uma ocupação qualquer. Agradeço o que está tentando fazer por mim, mas não vou deixar o hospital. Vamos mudar de assunto: por que tua irmã estava chorando, quando cheguei? - Não sei, mãe -, menti - cheguei cansado e nem fui pra cama. Caí aqui mesmo, no sofá. - Ela me disse que tentou te fazer um carinho e você a rejeitou. Estive por um momento calado, depois perguntei: - Ela disse que tipo de carinho quis me fazer? Minha mãe esteve olhando para mim. Depois me pe- gou de surpresa com a pergunta: - Você é bicha, meu garoto? Diga pra mãezinha. Pro- meto não ralhar com você. - Por quê está dizendo isso, mãe? - Raffa me disse que tentou te chupar e você a repeliu. Isso é coisa de bicha. - Quer dizer que a senhora concorda que minha irmã faça sexo comigo? Minha mãe esteve algum tempo calada. Parecia triste. Depois, disse: - Eu devia ter contado muitas coisas pra vocês a mais tempo. Parece que a história se repete, meu pequeno. - Como assim, mãe? Ela levantou-se e foi até o próprio quarto. Voltou com um cigarro no bico. Sentou-se de novo perto de mim. Eu per- maneci deitado. Ela alisou minhas pernas, antes de dizer: - Eu nunca sequer toquei nesse assunto, mas é hora de
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA40 vocêssaberem: ambos são filhos do meu próprio irmão. - Como é que é? - Isso mesmo. Você e Raffa são frutos de incesto com meu irmão Rafael. Éramos filhos únicos. Quando nossos pais faleceram, ele me assumiu. Trabalhava muito pra nos susten- tar e não me deixava trabalhar. E cuidava de mim muito bem. Acabei me apaixonando por ele. Passei a assedia-lo, até que ele cedeu. Para fugir dos comentários, nos mudamos de onde morávamos. Passamos a nos apresentar como marido e mu- lher. Eu engravidei de você, depois da tua irmã. A vida era bela, até ele se apaixonar por uma moça da cidade grande, pois morávamos então numa cidadezinha do interior. Foi quando ele nos deixou por ela. Ela deu uma pausa para tragar o cigarro. Depois, con- tinuou: - No início, fiquei arrasada. Cheguei a vir para cá, atrás dele. Meu irmão me repeliu. Disse que eu procurasse viver minha vida. Que não era certo vivermos como um casal, se éramos irmãos. Que eu desse graças a Deus nenhum de vocês ter nascido defeituoso. Tive uma crise de depressão e fui parar num hospital. Fiquei mais de um mês internada. Ainda bem que havia deixado vocês com uma vizinha e ela cuidou muito bem dos meus meninos. Foi quando um mé- dico do hospital se apaixonou por mim. Transamos algumas vezes, enquanto eu estava internada. Prometeu conseguir um emprego para mim, num outro hospital onde trabalhava, e cumpriu sua promessa. Eu achei que ele me amava, mas só tinha desejo por mim. Tanto que logo espalhou para todos os médicos do hospital que vivia me comendo. Num instante, todos me cantavam para foder. Só depois é que descobri que essa tinha sido a maneira que ele achou para se livrar de mim. Era casado e não queria que eu encarnasse nele. - Filho da puta. Quem é esse cara?
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA41 - Agora não adianta ficar com raiva dele, filho. Ele já faleceu, vítima de um acidente de carro. - Que se foda. Mas agora entendo porque a senhora disse que a história se repetia. É por causa de minha irmã, não é? - Por causa de ambos. Sempre achei que um dia vocês se apaixonariam um pelo outro, como eu me apaixonei por teu tio. Mas venho cismada de que você não gosta de mulher, filho. - Isso não é verdade, mãe. Comecei minha vida sexual bastante tarde, é certo, mas ela hoje está de vento em popa. Venho trepando bem dizer todos os dias, e com mulheres di- ferentes. Ontem, mesmo, cheguei cansado por ter estado com duas. - Ao mesmo tempo? - Ainda não tive essa sorte. - Eu também não tive. Confesso que sempre tive a curiosidade de fazer amor com dois de uma só vez. Porém, os médicos do hospital sempre me procuram em separado. Mas eu juro que, se tivesse um namorado, deixaria de transar com todos eles. Mesmo se isso significasse minha demissão. Não aguento mais ser usada por aqueles canalhas. - A senhora ainda é bonita. Pode muito bem encontrar um namorado. - Tenho medo de sofrer a separação de novo, filho. Acho que eu enlouqueceria. Ao mesmo tempo, não consigo passar mais de um dia sem sexo. Viciei. Por isso, torcia para que você e tua irmã se entrosassem. - Como assim, mãe? - Se vocês trepassem, não iriam estranhar se eu te pro- curasse, filho. Então, matando minha vontade de sexo, não precisaria me submeter àqueles crápulas. Eu estava perplexo. Sempre respeitei muito minha mãe para achar que ela tinha intenção em mim. Eu não estava
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA42 acreditandonos meus ouvidos. Nunca havíamos conversado tão abertamente como fazíamos naquele momento. Para ter certeza, perguntei: - A senhora tem tesão em mim, mãe? Ela sorriu. Um sorriso maravilhoso. Respondeu: - Claro que tenho, meu menino. Você é um garoto lin- do e carinhoso, qualquer mulher se apaixonaria por você. Sempre pensei em te seduzir, mas temia que me rejeitasse, como rejeitou tua irmã. - O caso de minha irmã é diferente, mãe. Eu e Raffa chegamos a foder, mas ela reclamou que eu a estuprei. Con- cordo com ela, já que havia sido a minha primeira foda. Fi- quei doido por foder-lhe o cuzinho. Aí, ela disse que jamais transaria de novo comigo. Fiquei chateado e não quis mais trepar com ela. - Ah, foi assim? Ela não me disse nada disso. Apenas reclamou, chorando, que você a tinha rejeitado. E isso, para uma mulher, é pior do que estupra-la. - Não tenho experiência nessas coisas, mãe. Ajo con- forme o impulso. Ela acariciou meus cabelos. Havia ternura em seu olhar. Levantou-se, apagou o cigarro num cinzeiro que havia na sala e voltou-se para mim. Estava de camisola. Tirou-a por cima da cabeça, ficando de calcinha e sutiã. Jogou a camisola no meu rosto. Senti seu perfume. Cheirei o tecido com gos- to. Meu pau ficou duro. Quando retirei a camisola da cara, mamãe estava totalmente nua! Seu corpo era belíssimo, sem nenhuma estria ou mancha na pele. Eu me sentei no sofá. Ela estendeu a mão, querendo a minha. Ajudou-me a me levan- tar e me puxou até seu quarto. Trancou a porta e me empur- rou suavemente em direção à cama. Sentei-me na borda. Ela se aproximou de mim e parou quando tinha aquele bocetão bem na minha cara. Pediu:
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA43 - Chupa, meu filho. Quero ver se sabe chupar uma mu- lher. Mas não se preocupe. Se não souber, mamãe te ensina. Eu ainda não havia tido a oportunidade de chupar uma xoxota. Comecei já lhe chupando o grelo pronunciado, mas ela avisou: - Não. Comece abrindo meus lábios vaginais com as duas mãos e lambendo eles. Procure não tocar no meu pin- guelo. É a última etapa da chupada em uma mulher, meu ga- roto. Fiz o que ela mandou. A cada lambida, mamãe estre- mecia. Quando lambi lá dentro da vulva, ela pegou minha cabeça com as duas mãos. Ficou controlando meus movi- mentos. Quando sentia algum estremecimento, ela afundava minha cara na sua xana molhada. Começou a gemer alto. Eu temi que minha irmã se acordasse. Ela não parecia preocu- pada com isso. Abriu mais as pernas, de pé diante de mim, e vi sua baba pingar no chão. Sua xoxota estava encharcada. Ela pediu: - Agora, me masturba com os dedos. Toca uma siririca em mãezinha, toca... Fiz o que pedia. Aproveitei para ficar olhando a expres- são do seu rosto. Ela revirava os olhos, enquanto eu mexia nas suas entranhas. Consegui achar seu ponto G ( eu sempre ouvia falar disso em conversas com amigos) e ela começou a se tremer toda. Fraquejou das pernas. Deitei-a na cama e continuei a siririca. Agora ela quase urrava de gozo. Pediu: - Tire a roupa, meu menino. Não vou querer só mastur- bação. Quero sentir esse pau na minha xoxota. Mais que depressa, me despi. O pau doía, de tão duro. Latejava. Melhorou, quando me livrei das roupas. Minha mãe abriu mais as pernas, ficando pronta para me receber. Estava
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA44 tãoencharcada que nem precisou que eu lubrificasse a pica com saliva. Enfiei-me todo, de uma só vez. Ela gemeu alto e abriu muito a boca e os olhos. Mas não reclamou do meu ímpeto. Pegou nas minhas nádegas e me puxou mais para dentro de si. Quando em comecei os movimentos de cópula, ela me puxou mais ainda para o seu interior. Era como se de- sejasse que minha pica fosse maior para lhe invadir bem mais profundo. No entanto, com pouco tempo estava gozando. Es- pirrou gozo no meu púbis, como a magra motorista Maria- na. Jorrava gozo igual a ela. Na ânsia de meter-lhe cada vez mais lá dentro, eu tirava quase que totalmente a rola e depois a enfiava até o talo, com certa violência. Ela tinha os olhos fechados e o sorriso aberto. Estava gostando. Eu também. Aí, num dado momento, minha pica escapuliu. Ela deu um urro agoniado e pegou meu caralho com a mão. Apontou-o para si. No entanto, ao invés de encaixá-lo de volta à xana, direcio- nou-o para o cuzinho. Eu parei de me mexer. Esperei que ela o ajeitasse no meio das pregas. Ela sussurrou: - Vai, filho. Fode o buraquinho de mãezinha, fode... Aquelas palavras me deixaram doido. Pensei em em- purrar de vez, como fiz com Raffa, mas temi que minha mãe também reclamasse. Por isso, fui com calma. Eu esperava um cu arrombado de tanto ser fodido pelos médicos. Porém, o cuzinho de minha mãe era tão apertado que eu quase não consegui enfiar-me nem cinco centímetros. Ela voltou a sus- surrar: - Empurra de vez, filho. Mãezinha não vai reclamar. Eu guardei esse cu intacto, durante anos, para ti. Nunca aceitei que filho da puta de médico nenhum fodesse minha bunda. Nisso, me respeitaram. Mas eu, muitas vezes, desejei um pau grosso enfiado nele. Então, arromba mãezinha, vai... Eu tomei fôlego e forcei a pica no cu dela. Entrou aper- tado até o talo. De repente, ela começou a remexer as ancas.
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA45 Fazia movimentos circulares com a bunda. Aquilo foi demais para mim. Gozei quase que imediatamente. Quando ela sen- tiu meu jorro dentro dela, retirou-se do meu pau e aboca- nhou ele. Fazia movimentos com a mão, como se estivesse me ordenhando. Acho que passei uns dez minutos gozando aos poucos na sua boca. Quando eu achava que já não tinha mais esperma, ela conseguia arrancar mais do meu âmago. Eu estava deitado de costas para a cama. Ergui a cabeça e fiquei olhando ela tirar leite da minha vara. Minha mãe tinha uma expressão angelical no rosto, me ordenhando. Quando ela percebeu que não saía nem mais um pingo, deitou-se ao meu lado. Disse: - Vamos ter que fazer isso de novo. Não consegui gozar pelo cu, coisa que eu queria tanto, meu menino... FIM DA SEXTA PARTE
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA46 Capítulo07 Ainda resfolegante, lembrei à minha mãe que iria traba- lhar logo cedo. Pedi que deixássemos a nova foda para depois. Ela sorriu e elogiou a minha maneira responsável de ser. Iria me ajudar a chegar na hora todos os dias. Reclamei que estava exausto. Ela me beijou os lábios e depois se le- vantou da cama. Correu para a cozinha. Ouvi o barulho do liquidificador. Não demorou muito a trazer dois copos de gemadas para mim. Tomei até ficar de bucho cheio. Ela riu, divertida, quando arrotei. Voltou a me acariciar os cabelos. Pediu para que eu fosse tomar um banho, pois já era hora de ir-me embora. Depois do banho, ainda tomei um café quentíssimo, preparado na hora, para ficar mais esperto. Vesti uma roupa e me despedi dela com um beijo demorado na boca. Nunca a vi tão contente como naquela manhã. Fui-me embora, dis-
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA47 posto a pegar o ônibus. Para a minha surpresa, Mariana me esperava na frente de minha casa. Reconheci o carro preto de vidros fumê e fui até ele. Ouvi o click característico da porta sendo aberta e entrei. Ela estava vestida de preto e maravilho- samente bela. Perguntei: - Dona Hozana pediu de novo para você vir me pegar? - Ela não sabe que vim. Estou aqui por minha conta. Soube que o professor te dá carona, de vez em quando, e con- segui teu endereço com ele. Queria te pedir uma coisa... - Sou todo ouvidos. - Daqui a três dias tenho desfile. Preciso estar mais cheinha até lá. Queria que me permitisse te chupar esses dias. Em troca, te pego toda manhã aqui e te levo pro escritório, pode ser? - É necessário que me chupe logo tão cedo, Mariana? - Dizem que, se a primeira refeição for um bocado de porra, engordamos mais rápido. E eu não posso perder esse desfile. Significa muito para mim. - É que ainda estou esgotado de ontem, Mariana. Saí quase de madrugada da casa da patroa. - Eu disse, sem querer mencionar que ainda tinha trepado com a minha mãe, claro. - Eu imaginei. Mesmo assim, quis arriscar. Você quer mais um tempo para se recuperar? Posso ficar em jejum até você estar pronto. Eu vi que não iria me livrar tão fácil da bela morena. Na verdade, já estava de pau duro. A gemada fez efeito muito rápido. Mesmo assim, eu quis dar um tempo. Prometi: - Se puder esperar até as dez da manhã, te dou minha porra de novo. Ela ficou contente. Deu-me um rápido beijo na boca, com cuidado para não machucar o corte que eu ainda tinha nos lábios. Deu partida no carro. Fomos conversando ame- nidades até que chegamos na empresa de modas. Aproveitei
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA48 paraperguntar-lhe como seria meu trabalho lá. Ela respon- deu: - Não sei te dizer. Nunca ninguém durou mais de dois dias na tua função. A patroa demite logo todos os rapazes que almejavam o emprego. No entanto, na minha humilde opinião, os caras só tinham beleza. Eram todos muito burros. Isso me deu alento a pleitear aquela vaga. Ela me dese- jou boa sorte, quando me deixou no estacionamento privati- vo. Fui primeiro ao banheiro, levando minha escova e pasta de dente. Escovei a boca, para tirar o cheiro de ovo. O pau continuava duro. Entrei na minha sala e deparei-me com Ho- zana. Ela era madrugadora. Estava muito elegante e bela, mas me tratou com frieza. Entregou-me uma pasta com várias fotos e pediu-me que eu fizesse a mesma seleção do dia ante- rior, só que com modelos diferentes. Cumprimentei-a, antes de começar a trabalhar. Ela, novamente, não me deu atenção. Então, de repente, desabou no choro. Acudi imediatamente. Perguntei o que se passava. Ela respondeu: - Passei a noite pensando em você. Não quero. Cheguei a rejeitar meu noivo que me procurou querendo sexo, só pra ficar pensando em você. Acho que ele percebeu que há algo errado. Disse que quer ter uma conversa comigo quando che- gar à noite. - Disse ela, aos prantos. - Acho que sei porque ele desconfiou de você - eu ar- risquei a dizer. Ela parou de chorar imediatamente. Limpou as lágri- mas e perguntou, ansiosa: - Sabe? Me diz por quê? - Quando fodemos, você jogou todos os apetrechos que estavam sobre a cama no chão, lembra? Quando saí, eles con- tinuavam jogados... - Porra, você tem razão! Ele já se acostumou a trepar comigo com tudo aquilo em volta. Até usa alguns para me
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA49 excitar. Você é um gênio, garoto! - Disse ela, me beijando de língua logo após. Voltara a ficar contente. - Quando ele vier para conversar à noite, que os teus brinquedos estejam sobre a cama. Diga que se arretou com algo e jogou tudo no chão. - Aconselhei. - Deixe comigo. Sei como deixa-lo satisfeito, agora que encontrei uma saída. Obrigada, meu anjo. Eu ia ficar por aqui, trabalhando contigo, mas não há necessidade. Vou re- solver umas coisas e depois volto pra casa. Envie-me tua sele- ção antes das onze da manhã. Depois, pode ir para casa. - Estou sendo dispensado? - Só por hoje. Quero ter você todos os dias junto a mim. Depois de amansar a fera, quero foder contigo de novo. Amanhã, sem falta. Ela juntou algumas pastas e foi-se embora. Antes, disse: - Tem direito a um bônus. Pode escolher. - E foi-se em- bora contente. Mais uma vez, não entendi suas palavras. Comecei a trabalhar na separação das fotos. No entanto, pouco tempo depois bateram à porta. Achei que era Mariana, apesar de ser menos de dez horas da manhã. Gritei: - Pode entrar. Está aberta. - Para a minha surpresa, entraram as duas moças que trabalhavam na sala contígua. Estavam encabuladas e cabis- baixas. Perguntei o que queriam. Uma delas falou: - Dona Hozana pediu que ficássemos à disposição do senhor e que o senhor poderia escolher uma ou as duas como seu bônus, como ela prometeu. - Como meu bônus? Como assim? - Eu, realmente, es- tava “voando”. - Pode nos usar como quiser - disse a mais tímida. A outra, mais avoada, começou a tirar a roupa. Esperei
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA50 queficasse nua, para dizer: - Ei, ei, ei... parece que estão para fazer algo contra a vontade de vocês. Não precisam fazer isso. - Precisamos, sim. Se a patroa souber que corremos do pau, vai nos demitir, moço. - Disse a mais avoada. - Ela não precisa saber. Se perguntar, digam que trepei com as duas. Eu confirmo. - Ela vai querer saber de quem o senhor gostou mais. Aqui, tudo é uma competição. Eu fiquei indeciso. Depois, perguntei: - Qual das duas se acha a que trepa melhor? A mais tímida falou: - Eu sou virgem, senhor. Roberta não é, mas tem na- morado. Não acho que iria querer transar contigo. - Eu iria querer, sim -, apressou-se em dizer a jovem de cabelos ruivos - pois fiquei afim dele desde que o vi ontem. - Então, está resolvido, Roberta: você será a escolhida, se a patroa perguntar. - Não vamos trepar? - Hoje, não. Quem sabe amanhã? Por enquanto, voltem aos seus afazeres. Eu também tenho um trabalho a entregar já, já... As jovens agradeceram e saíram. Eu passei algum tem- po pensando em como estava sendo bom trabalhar ali. Mu- lheres lindas à minha disposição e uma patroa benevolen- te. Mas logo voltei às minhas tarefas. O tempo passou. Eu já havia esquecido de Mariana quando recebi seu telefonema. Ela me pedia para ir até o estacionamento privativo. Estava morrendo de fome e queria antes sua dose de porra. Fui até ela. A morena já me aguardava totalmente nua. Mas avisou: - Não vou te foder com a tabaca de novo. Tirei a roupa para não sujar de porra.
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA51 - Bem pensado. Pode vir à vontade. Já me sinto recu- perado. Achei que ela iria ter pressa em sugar minha porra. Mariana, no entanto, chupou-me com carinho, sem pressa de que eu gozasse. Demorou quase meia hora me chupando, me lambendo toda a extensão do pau, brincando com a língua nele, até começar a me masturbar com mais afinco. Antes, sussurrou ao meu ouvido: - Não se prenda. Quero toda a tua porra, pois estou faminta. À noite, se me quiser de novo, estarei te esperando no meu apartamento. Você já sabe onde é... Eu não respondi. Deixei que ela me chupasse até que verti minha porra na sua boquinha carinhosa. Ela não deixou nenhum resíduo na pica. Depois, aninhou-se em meus bra- ços. Ficamos agarradinhos por uns minutos, até que eu disse: - Vou ter que voltar para o escritório. Tenho até as onze da manhã para entregar uma tarefa. - Ainda não me respondeu se vai lá pra casa. - Tenho que ir para a faculdade. Faltei dois dias segui- dos. Depois, te digo. - Pegue meu telefone. Ligue-me, se decidir ficar comi- go. - Não tenho telefone, Mariana. Falta de grana. - Eu tenho dois aparelhos. Te empresto um, até que compre o teu. Aceitei. Recebi o celular e voltei para a minha sala. Ter- minei a seleção de fotos bem na hora em que Hozana me enviou uma mensagem requerendo-as. Pouco depois, ela me mandava uma missiva me elogiando pelo bom gosto, outra vez. Pediu que eu entrasse no seu site erótico. Na sua mais recente postagem, ela se masturbava com o enorme pênis de borracha no cu. Conseguia engolir quase toda a trolha. De-
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA52 pois,me enviava um beijo, desenhando no ar a primeira letra do meu nome. Sorri, divertido. Eu não curtia muito mulheres se autoflagelando com brinquedos sexuais, mas não diria isso a ela. Elogiei sua performance através do programinha de co- municação e perguntei se ela queria algo mais de mim. Ela me dispensou. Pediu que eu chegasse mais cedo no outro dia, de modo a só estarmos nós dois no escritório. Concordei, mas não achei uma boa ideia. Eu detestava madrugar. Mas seria para uma boa causa. Quando ia saindo da empresa, meu professor estava estacionando seu carro. Ao me ver, buzinou. Fui até ele. Ele perguntou pela noiva. Eu disse que ela já tinha ido. Ele me pediu para entrar no carro. Disse que me daria uma carona até em casa. Aceitei, pois queria falar com ele sobre a minha irmã. Mas ele começou a conversar primeiro: - Parece que Hozana gostou muito de você. Não para de falar no teu nome. Andaram trepando? - Eu? Que é isso, professor? - Demonstrei surpresa - Eu devo muito a ela pelo emprego que me conseguiu, para que lhe falte com o respeito. - Pois vou te confessar uma coisa: se você a fodesse, eu iria achar era bom! Aquela mulher é uma devassa e eu estou doido para desmanchar o noivado. - O senhor já tem outra? - Arrisquei perguntar. - Estou apaixonado por outra, sim, mas ela não me dá corja. Se ela me aceitasse, juro que deixaria Hozana imedia- tamente. Então, eu achei que era o momento de atender ao pedi- do de minha irmã. Falei: - Eu conheço uma jovem que é afim do senhor. Até aceita que tenha noiva. Treparia assim mesmo contigo. Ele olhou demoradamente para mim. Depois, disse
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA53 com toda a segurança: - Você deve estar se referindo à tua irmã. Ela já me can- tou várias vezes, mas não quero envolvimento com mocinhas de menor. - Minha irmã já completou dezoito anos, senhor. É dona da sua boceta. - Jura que ela já é maior de idade? - Pode apostar. Tem mais: ela me pediu para falar con- tigo. Quer te dar a bunda. Soube que o senhor tem uma pica enorme e quer experimentá-la no cu. - Acha que ela iria aguentar minha vara? É enorme. - Isso é com ela, senhor. Raffa está muito afim. Se eu fosse o senhor, a foderia. - Como pode jogar tua irmã assim pra cima de mim, rapaz? - Eu tenho inveja do senhor - eu menti descaradamente - gostaria de eu mesmo fodê-la. Tenho tara naquele cuzinho empinado dela, mas ela se nega a me dar. Diz que o guarda pro senhor. O mestre esteve pensativo. Depois, sorriu. Falou: - Interessante. Não é ela a pessoa que sou afim, mas não vou perder a oportunidade de fodê-la, já que você me garante que ela já é adulta. - Garanto sim, senhor. - Pois bem. Marque com tua irmã hoje á noite, depois da faculdade. Pode ser na casa de vocês? - Pode, sim. Minha mãe não está em casa a essa hora. O senhor terá algumas horas para foder o cu dela. - Muito bem. Agora, me diga uma coisa: você tem von- tade de foder minha noiva? Já disse que ela gostou de ti... - Eu tenho namorada, senhor. - Menti - se ela desco- brir, estou frito. Gosto muito dela para me arriscar perde-la. - Você é um bom garoto. Eu estava apenas te testando. Não cederia minha noiva pra ninguém. Não tenho tendência
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA54 aser corno. Mas vou querer foder a safada da tua irmã. Pode marcar com ela. Eu suspirei aliviado. Por pouco não caio numa armadi- lha e entrego Hozana. Ela estava sendo muito legal comigo, inclusive, me fornecendo mulheres lindas para transar. Não merecia que eu a deixasse em maus lençóis. O professor me deixou em casa e foi-se embora. Disse que se encontraria co- migo na faculdade e já queria uma resposta. Entrei em casa e minha irmã estava na sala, assistindo a tevê. Ela me cumprimentou amuada: - Bom dia, mano. Mainha exigiu que eu te pedisse desculpas e fizéssemos as pazes. Ela estava muito contente, quando acordei de manhã. O que houve entre vocês? - Nós tivemos uma conversa séria ontem à noite. Con- venci-a de que não sou boiola. - Transou com ela? - Não - menti, pois achei que aquilo seria um segredo entre eu e mainha - claro que não. Ela é minha mãe, porra. - Ela me contou que finalmente tinha dito pra ti que somos filhos do irmão dela. Estava feliz por causa disso: não conseguia mais esconder de ti esse lance. - Você já sabia, Raffa? - Há muito tempo. Ela pediu para eu te contar, mas eu achei que era dever dela. - Puta merda. Sou o último a saber das coisas, aqui. Mas sei algo que você não sabe. - O que é? - O professor topou comer tua bunda. Perguntou se pode vir aqui hoje, depois das aulas. - Porra, tá dizendo a verdade? Ele quer me comer? - Sim, Raffa. Eu o convenci de que és de maior.
  • 55.
    MINHA IRMÃ BUNDEIRA55 Ela se atirou do sofá em meus braços. Deu-me um bei- jo colado, de língua. Estava exultante. Mas disse: - Eu não quero dar meu cuzinho aqui em casa. Quero que ele me leve prum motel. E quero que você esteja comigo! - Eu, estar contigo? Pra quê, Raffa? Quer fazer uma su- ruba? - Outro dia, talvez. Mas, hoje, quero que você esteja co- migo pra ver ele foder meu cuzinho e aprender como se fode a bunda de uma mulher. Exijo que você esteja presente. - Não acho que ele vá aceitar plateia... O professor aceitou. Achou até mais excitante. Por vol- ta das dez da noite, estávamos os três num motel. Raffa esta- va ansiosa e nervosa. Havia um sofá dentro do quarto e eu sentei-me nele. O professor foi tomar um banho. Minha irmã já saiu de casa depois de mais de uma hora de asseio íntimo. Raffa se aproximou de mim para dizer baixinho: - Não nos interrompa, viu? Nada de crises de ciúmes. Também não toque em mim. Se quiser, pode se masturbar à vontade. Quero te ver com tesão na gente. Mas nem ouse interromper minha foda, escutou? - Sim, Raffa. Não vou incomodar vocês. Desejo-te uma boa trepada. Quando o professor voltou sorridente, ainda se en- xugando, ela atracou-se com ele. Beijou-o demoradamente, num cio danado. Ele a ajudou a tirar a roupa. Ela agachou-se entre suas pernas e tive pena da minha irmã: o caralho do cara era, realmente, enorme. Ele sentou-se na cama e ela foi até ele. O cara a suspendeu e a jogou sobreo leito. Ela ria feliz. Aí o professor lhe deu um banho de língua. Ela gemia alto a cada vez que a língua a alcançava em alguma cavidade. Não demorou muito e minha irmã estava encharcada. Queria ma- mar o cara, mas ele não deixava. Dizia que iria fode-la até que ela desmaiasse de prazer.
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA56 Noinício, eu achei a foda desinteressante. Mas o cara sabia satisfazer uma mulher. Logo, minha irmã chorava de gozo, sem ele nem ter encostado a pica nela ainda. Da sua vulva escorria uma baba com muita profusão. Ela urrava de prazer, enquanto ele lhe chupava o cuzinho. Aí, sim, eu fi- quei com tesão. Tirei minhas roupas e me preparei para uma bronha. Minha irmã empinava o bundão e eu imaginava ser eu a estar tirando um sarro pesado com ela. Aí ela pediu que o cara a invadisse por trás. Fiquei em suspenso, queren- do ver a pica entrar no cuzinho apertado dela. Ela sorria de contentamento até que ele apontou a cabeçorra para as pregas dela. Ela pediu que ele fosse carinhoso. O professor abriu mais suas pernas, deixando-a de rosto enfiado no travesseiro. Ela estava sufocada. Então, de repente o cara perdeu toda a delicadeza. Tentou enfiar a pica no rabo apertado de Raffa, mas teve dificuldade em penetrá-la. Ela gemeu de dor, quando ele forçou a entrada. Aí, ele rosnou: - Cala a boca, puta. Não foi você que insistiu para ter meu caralho nesse rabo grande? Eu não queria, mas agora fiquei tarado. Vou te foder o cu até deixa-lo arrombado. E o sujeito empurrou mais a enorme peia no rabo dela. Minha irmã abriu muito a boca, mas não saía ne- nhum som dali. Ela parecia entalada. Não conseguia gri- tar. E não havia entrado nem um terço da jeba do cara, ainda. Ele empurrou mais, com violência. Ela, finalmente, soltou a voz. Deu um berro medonho. Ele continuou: - Então grita, puta safada. Vou te fazer gritar muito mais. Arreganha esse cu! Minha irmã bem que tentou abrir mais o cu com as
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA57 mãos, mas ele empurrou mais um pouco com força, fazen- do-a gritar de dor novamente. Agora, sua rola tinha entra- do até a metade. Ela levou uma das mãos para trás, ten- tando empurrá-lo de cima de si. Ele continuava nas suas costas, imprensando-a contra o leito. Vi os olhos lacrime- jantes de minha irmã me procurar, mas eu estava ocupado em bater uma punheta. Ele gemia: - Não... Não,,, pelo Amor de Deus, para... dói... de- mais... O sujeito pareceu ficar mais excitado com a sua sú- plica. Ajeitou-se melhor sobre ela e empurrou mais a pica. Ela engasgou-se. Começou a tossir e ele acompanhou a tosse com os movimentos de cópula, mesmo estando uma parte do caralho de fora. Ela tossia e chorava. Ele ria. E urrava: - Toma, puta. Te fode. Vou te arrombar. Nunca mais vai querer se oferecer para outro homem. Só vai querer trepar comigo, que fui teu dono... Minha irmã tentava sair debaixo dele. Ele esmagava o rosto dela contra o travesseiro e rosnava fodendo seu cu. Num dado momento, eu quis intervir. Mas, aí, lembrei-me das palavras da minha irmã pouco antes, dizendo que eu não deveria interferir. Parei de me masturbar e fiquei só assistindo. Foi quando eu vi o cara enterrar totalmente a vara no cu dela. Fez isso com violência, como se quisesse causar-lhe dor. Nesse momento a pobre deu um urro me- donho e desfaleceu. O monstro continuou fodendo o cu dela. Aí, eu me levantei e ordenei que parasse. O sujeito continuou. Estava com o rosto transformado. Parecia um ser monstruoso. Então, eu lhe dei um murro violento no rosto. Ele caiu de cima de minha irmã. Sua peia retirou-se de dentro dela, deixando seu ânus estufado e sangrando. O cara desmaiou, também sangrando pelo nariz.
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA58 Pegueio telefone que Mariana havia me emprestado e liguei para o hospital. Falei com mamãe. Aperreada, ela disse que iria mandar uma ambulância logo. FIM DA SÉTIMA PARTE
  • 59.
    MINHA IRMÃ BUNDEIRA59 Capítulo 08 Enquanto a ambulância não chegava, fiquei olhando com ira para o professor. Minha irmã continuava inerte. En- tão, me veio a ideia. Iria vingar Rafaela! Ainda estava de pau duro. Subi na cama e virei o professor de costas pra mim. Nem lubrifiquei minha pica, meti-a no cu dele. O furico do cara era muito apertado e eu tive dificuldade para penetrá-lo. Quando eu já tinha enterrado todo o caralho, ele se mexeu. Estava despertando. Me retirei do seu cu e dei-lhe outra por- rada, dessa vez na nuca. Ele desmaiou de novo. Então, eu vol- tei a sevicia-lo. Só parei quando vi seu cu sangrando, como o da minha irmã. Eu ainda resfolegava quando o interfone do quarto to- cou. Atendi. Uma voz feminina disse: - Tem uma senhora aqui na recepção. Disse ser tua mãe. Quer ir ao quarto, deixo?
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA60 Poucodepois, minha mãe entrava no quarto, afobada. Foi dizendo: - Ia mandar uma ambulância, mas desisti. Seria um es- cândalo. Não quero que todos lá no hospital saibam o que aconteceu com Raffa. Por isso, vim de táxi. Ele está nos espe- rando para levá-la para casa. Como ela está? - Ainda desacordada. O cu dela está um caso sério. - Nada que uma pomada cicatrizante não resolva. Logo, ela estará boa. Mas teremos que trabalhar para que não fique traumatizada. E o cu desse sujeito? Que aconteceu com ele? - Eu o estuprei, para vingar Raffa. - Você é doido? Esse não é o teu professor? Ele vai te perseguir. Com certeza, te reprovará. - Não pensei nisso, mãe. Estava com ódio dele. - Por ele ter estuprado Raffa? Besteira. Todo homem caralhudo é estuprador. Parece que sentem prazer em nos deixar arrombadas. A maioria sente tara em nos infligir so- frimento. E Raffa foi gulosa. Devia ter começado com paus menores - disse ela, enquanto untava o cu da minha irmã com uma pomada. Quando terminou, aplicou-lhe uma inje- ção analgésica. Raffa despertou. Minha mãe me disse: - Ajude-me a vesti-la e leve-a para o táxi. Quero ter uma conversa a sós com esse sujeitinho. Vou desperta-lo. Você não precisa voltar aqui. Eu deixei minha irmã no táxi e retornei, preocupado em deixa-la só com o professor. Mas a porta do quarto esta- va trancada a chave. Fiquei de ouvido colado na porta, mas minha mãe falava muito baixo. Não deu para ouvir o que ela dizia ao cara. No entanto, quando ela abriu a porta e saiu, o sujeito estava aos prantos. Perguntei a minha mãe: - O que aconteceu? - Disse-lhe poucas e boas. Ameacei dar queixa à Polícia e de contar à sua noiva.
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA61 - Você a conhece, mãe? - Sim. Esse cafajeste dava encima de mim. Por pouco, não cedi a ele. Aí, descobri que era comprometido. Foi quando eu entendi que a mulher que o professor vivia afim era a minha mãe. Ela disse que eu não me preo- cupasse na faculdade. Se ele me perseguisse, que eu dissesse a ela. Minha mãe intercederia por mim. Eu estava orgulhoso dela. Beijei-a na boca. Se minha irmã não estivesse nos es- perando lá fora, acho que teríamos ficado no motel para dar uma foda bem gostosa. Quando chegamos em casa, Raffa ainda chorava. Não de dor. Mas de arrependimento. Minha mãe a acalentava desde o táxi. Pediu que ela fosse descansar. Eu também me despedi dela e fui me deitar. Minha mãe não voltaria naquela noite para o hospital. Ficou acordada a madrugada toda, em vigília a minha irmã. No outro dia de manhã bem cedo, me acordou para trabalhar, antes de ir deitar-se. Raffa acordou-se, também. Abraçou-se comigo. Falou: - Obrigada por intervir. Minha mãe me contou que ba- teu e estuprou o professor. Agora, ele não vai me querer mais. - E você ainda o queria, Raffa, depois do que ele te fez? - Você não fez o mesmo? Ainda amo o professor. Não pretendo desistir dele. Só tenho que treinar meu cusinho para aguentar aquela peia enorme. E você vai me ajudar. - Como assim? - Antes de eu voltar a procurá-lo, quero dar meu bu- raquinho a você. Vai foder meu cu até eu acostumar com o anal. Só quero que você tenha mais carinho com ele. Vou es- tar traumatizada, mas não quero ter medo de dar o cu. - Trate de sarar. Depois, resolvemos isso. - Vai me rejeitar? Não faça isso, pelo amor de Deus. Eu
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA62 precisode você. - Não vou te rejeitar. Mas preciso aprender a me conter, quando estiver fodendo você. Ela me beijou com vontade. Machucou meu lábio cor- tado. Percebeu minha careta de dor. Perguntou: - Que foi isso? - Nada demais. Mordi os lábios sem querer. - Menti. - Quer que eu te faça um curativo? - Estou atrasado. Tenho que chegar mais cedo na em- presa, hoje. Tomei um desjejum rápido e corri para o trabalho. Ha- via marcado com Hozana. Mas a patroa não estava me espe- rando na sala, como eu pensava. Não ligou e nem apareceu o resto do dia. Pedi para que ligassem para ela. Ela não atendeu ao telefone. Para a minha surpresa, quem apareceu na agên- cia foi a loira Adriella, amiga de minha irmã, a que havia me fodido. Espantou-se, quando me viu. Perguntou: - O que faz aqui? - Agora, trabalho aqui. - Ótimo. Agora que tem emprego e salário, já pode pa- gar por uma foda comigo. Eu sorri. Lembrei-me do que minha mãe tinha me dito. Falei para a loira: - Não preciso pagar por sexo. Aqui, tenho mulheres lindas à minha disposição. - Mas nenhuma trepa melhor do que eu. - Será? Você me deixou na mão, lembra? - E o que você queria de graça, nego? Fiz aquilo como um favor à tua irmã. Ela me chupa maravilhosamente bem. Adoro foder com ela, sabia? - Não sabia que Raffa era lésbica. - Ela não é. Gosta de homem. Mas o que eu ganho dos
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA63 machos pago a ela para transar comigo. Fazia sentido o que ela dizia. Eu nunca via Raffa pedin- do grana a minha mãe, como eu peço ao menos uma vez por mês. Perguntei o que a loira queria. Ela disse que pretendia se cadastrar na agência. Disse que soube que estavam selecio- nando novas modelos. Eu não sabia de nada disso, portanto chamei uma das moças da sala contígua para atender a loira. Fiquei sabendo o que a candidata deveria trazer para a ins- crição. Eu usaria aquela informação mais tarde, ao meu favor. Por volta das duas da tarde, fui comprar algumas rou- pas para usar no trabalho. Numa das lojas, encontrei a magra que se considerava feia. Ela me reconheceu imediatamente e ficou empulhada. Por pouco não finge que não me conhece. Aproximei-me dela e a cumprimentei. Ela perguntou: - Como você me conhece? - Na verdade, quem te conhece é minha irmã Raffa. Mas sei que você esteve lá em casa. Queria te agradecer. Ela ficou vermelha de vergonha. Perguntou: - Você viu o que eu fiz? - Sim, e adorei. Queria que nos encontrássemos mais vezes. - Tipo assim... namorar? - Por quê não? - Mas eu sou muito feia. Você pode encontrar mais bo- nita do que eu. Você é muito lindo. - Eu quero você. Achei-te muito carinhosa. Gozei mui- to. Fiquei afim. Ela me roubou um beijo rápido. Peguei seu rosto entre as mãos e beijei-a demoradamente. Ela se tremia toda. Olhou em volta. Estávamos em uma loja de roupas. Ela sussurrou: - Vem comigo. Sei onde tem um banheiro para clien-
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA64 tesda loja. Está quase sempre desocupado e tem chave. Nos trancamos lá. - Como é teu nome? - Bruna. - Um nome bonito. Assim como você. - Desculpa, mas eu não sou bonita. Mesmo assim, obri- gada - disse ela, me puxando pela mão em direção a um cor- redor. - Você tem uma beleza exótica, Bruna. Facilmente, se- ria escolhida como modelo. - Agora você está zombando de mim. - Não, não estou. Vá a um estúdio fotográfico, tire umas fotos de biquíni e me entregue. Vou levá-las para a agência onde agora trabalho. - Tua irmã me disse que você está de emprego novo, por isso não apareci mais por lá. Mas não falemos disso por enquanto. Agora, fiquei mais excitada. E como você diz que me acha bonita, quero algo mais do que te chupar. Nos trancamos no banheiro e ela tirou minha roupa com urgência. Depois, virou-se de costas para mim. Falou: - Sempre tive vontade de dar minha bundinha, mas nunca tive coragem de dizer isso pra alguém. Quero que você tire o cabacinho do meu cu. Meu caralho ficou duro naquela hora. Ela estava de minissaia, valorizando suas pernas alongadas. Levantou-a e baixou a calcinha. Havia umas caixas de papelão dentro do banheiro. Apoiou-se nela e empinou a bunda. Mas eu me lem- brei que minha irmã havia me acusado de estupra-la. Eu pre- cisava me conter para foder Bruna. Arreganhei sua nádegas e lambi seu cuzinho rosado. Ela gemeu alto. Eu alertei para o fato de não podermos fazer barulho, para não despertar atenção dos vendedores da loja. Ela tapou a boca com a mão.
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA65 Continuei lambendo seu botão. Quando comecei a chupá-lo, ela ficou doida. Rebolava e esfregava a bunda na minha cara. Meti-lhe um dedo no cu, com cuidado para não machuca-la. Ela soltou um gemido de prazer. Fiquei cutucando ali até que senti o anel relaxado. Meti-lhe mais um dedo. Ela começou a se tremer. Gemeu: - Assim você me deixa louca. Vai, me fode logo. Estou ansiosa por tua pica grossa no meu cu. - Será que você vai me aguentar? - Deixa de falar e faz logo, vai. Estou com muito tesão. Eu me levantei e lubrifiquei a rola com saliva. Ela abriu mais as pernas. Encostei-lhe a cabecinha e ela se enfiou por si mesma. A pica entrou devagar, pois seu ânus era virgem. Ela abafou um grito de dor com a mão. Mas logo começou a mo- vimentar a bunda de encontro ao meu pau. A princípio, mui- to devagar. Foi aumentando o ritmo. Logo, estava alucinada, gozando pelo cu. O pau entrava e saia macio, pois parecia fazer suar seu buraco estreito. Ela entrou em convulsão or- gástica. Mijou forte, molhando as caixas de papelão. Era um mijo esbranquiçado, como o da motorista de minha patroa. De repente, minha pica escapuliu do seu ânus. Ela deu um urro demorado, que eu temi que chamasse a atenção dos vendedores. Imediatamente, pegou meu caralho com a mão e botou-o de volta ao cu. Peguei na sua cintura e dessa vez fui eu que fiz os movimentos de cópula. Ela gozou novamente, lançando porra. Depois, caiu ajoelhada, fraca das pernas. FIM DA OITAVA PARTE.
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA66 Capítulo09 Anotícia da separação de Hozana com o noivo, eu vi atra- vés dos telejornais. O professor havia desmanchado o noivado por telefone, comunicando a decisão ao pai dela. Por isso, a bela morena não apareceu por três dias seguidos. Nós que trabalhávamos no escritório de moda estávamos preocu- pados, achando que iríamos perder o emprego. Aí, Hozana chega toda contente. Cumprimentou todo mundo e nos con- vocou para uma reunião. Nela, disse que havia sido deserda- da pelo pai, mas que iria continuar com a agência por conta própria. Havia juntado um bom dinheiro ao longo dos anos e estava disposta a tocar a empresa. Nós a parabenizamos e oferecemos todo o nosso apoio. Quando todos saíram, ela disse para mim: - Você, fica. Vou assinar alguns papéis e depois vamos lá para casa. Agora, não preciso mais foder às escondidas. E meu pai pode até saber que eu ando trepando com meus
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA67 funcionários. Estou pouco me lixando. Estávamos agora na casa dela. Ela me convidou para tomar um banho de piscina. Eu disse que não tinha calção de banho, mas ela afirmou não ser preciso. Ficamos os dois nus. As empregadas da casa ficaram escandalizadas, mas ela não deu a mínima. No entanto, não trepamos. Apenas ficamos bebericando, deitados cada um numa espreguiçadeira de fi- bra de vidro. Ela parecia contente. Perguntei: - O que houve entre você e o professor? Ele pediu de- missão lá da faculdade. - A faculdade é do meu pai. Ele o demitiu. Soube que o cafajeste andava me traindo com uma mocinha de menor. A mãe dela esteve na casa dele e denunciou o filho da puta a meu pai. A mulher levou umas fotos, mostrando como o cu da mocinha tinha ficado depois que ele a estuprou. Uma lástima. - Então, por que teu pai te deserdou? - Eu perguntei, enquanto desconfiava de que a tal mulher fosse a minha mãe. Eu só precisava descobrir como ela conhecia o pai de Hozana. - O calhorda do meu noivo mostrou o site pornô que mantenho, a meu pai. Inclusive, a parte onde eu faço no ar a inicial do teu nome. Meu pai ficou escandalizado e puto da vida. Então, me puniu também. Naquele dia, também não fui para a faculdade. À noite, quando cheguei em casa, minha mãe não tinha ido trabalhar. Esperava ansiosa por mim. Perguntei o que estava havendo. Ela disse: - Fui demitida do hospital. Andei cutucando a onça com vara curta. - O que a senhora fez? - Fiz chantagem com o dono do hospital. Disse que queria um cargo melhor lá no trabalho. Que estava cansada de ser usada para sexo pelos médicos. Ameacei jogar uns po-
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA68 dresdele no ventilador. - Eu soube que a senhora também fodeu o meu profes- sor, denunciando-o ao pai da minha patroa, que era noiva do cara que estuprou Raffa. - O dono do hospital e o pai da tua patroa é o mesmo: o tio de vocês. - Como é que é? - Sim, meu irmão subiu na vida depois que me deixou. Ficou com nossa filha mais velha, me entregando vocês dois. Quando a mulher que ele amava soube que Hozana era fi- lha de incesto, deixou ele. Ele passou a criar minha filha bem dizer sozinho. Foi quando ganhou uma bolada na loteria e ficou rico. Comprou o hospital, que estava quase falido, e o recuperou. O médico que pediu emprego para mim era cunhado dele. - A senhora e seus segredos, né, mãe? - Desculpe, filho. Vocês não tinham idade para sabe- rem desses podres de mãezinha. - Raffa sabe disso? Que nosso tio é dono do hospital onde a senhora trabalha? - Trabalhava. Fui demitida. Raffa não sabe de nada do que te falei agora. Eu dei-lhe um beijinho na testa e disse que iria dar uma volta. Estava chateado. Acabara de descobrir que andei tran- sando com minha outra irmã. Não sei como Hozana iria re- agir ao saber da nossa consanguiniedade. Ou será que ela já sabia disso? Reuni meus últimos trocados e fui para um bar. Sentia uma vontade enorme de beber. Havia um, não muito longe da minha casa, que costumava reunir o pessoal jovem, da minha faixa etárea. Fui para lá. Nem bem entrei no esta- belecimento, dei de cara com a ruiva que trabalhava comigo. Ela ficou feliz em me ver. Mas estava com o namorado. O cara ficou cismado quando ela me cumprimentou. Parecia um tipo bem ciumento. Falei com ambos e ia me afastar, quando
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA69 ela me convidou para a mesa. Olhei em volta. O lugar estava lotado, sem mesas desocupadas. Aceitei o convite. Ela deixou de dar atenção ao namorado para ficar con- versando comigo. Sempre puxava um assunto diferente, não se concentrando em papo de empresa. Num dado momento, o cara cochichou algo ao ouvido dela. Ela agiu com desdém. O sujeito fechou a cara. Logo, levantou-se da mesa e saiu sem falar comigo. Acompanhei-o com o olhar, até que ele se sen- tou em outra mesa onde estavam duas mulheres. Perguntei: - O que houve? - Acabo de perder o namorado - disse ela - mas pouco estou me lixando. Não gosto mais dele. O cara me cobra ciú- me por tudo... - Eu fui o culpado, né? Posso ajeitar tua situação. Vou lar falar com ele... - Não ouse. Eu queria mesmo ficar contigo. Ele me fez um favor, saindo da mesa. Lembra que me prometeu uma foda? Pois tenho esperado por ela. - Você é bem direta. Mas hoje eu não estou bem. Por isso, vim para o bar. - O que aconteceu, para estar assim querendo encher a cara? - Problemas. Um deles é que minha mãe acabou de ser demitida. - Tadinha. Não dá pra contratar ela para trabalhar com a gente? - O ramo dela é totalmente diferente. E eu não iria que- rer trabalhar junto a ela - eu disse, me lembrando que era bem capaz da coroa querer foder comigo dentro do escritó- rio. E se Hozana soubesse que ela era sua mãe, seria bem ca- paz da situação dar em merda. - Ela trabalha com quê? - É enfermeira. - Oxente. O pai de dona Hozana é dono de um hospital.
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA70 Falecom a patroa. Ela pode interceder por tua mãe. - Foi justamente do hospital dele que ela foi demitida, menina. - Meu nome é Jacira, esqueceu? Jacira Roberta. - Desculpa, Roberta. Estava tentando me lembrar. Esse nome, Jacira, não é muito comum. - Minha mãe era índia. - Não conheço índias de cabelos ruivos... - Eu pinto, bobão. Meus cabelos naturais são longos e pretos. Mas a patroa disse que minha cabeleira assim está melhor. - Eu não concordo com ela. Preferia-os negros. - Você me acha bonita? Eu te acho lindo. - Ui, essa conversa vai dar em foda. E eu já te disse que não estou no clima. - Eu te faço ficar no clima. Vamos para um motel? - Estou com pouca grana, jacira. Ainda não recebi meus proventos. - Eu pago. Depois, você divide comigo, quando receber o salário. Estive indeciso. Olhei em direção ao namorado dela. Ele estava saindo de braços dados com uma das garotas com quem esteve na mesa. Chamei o garçon e paguei a conta. Ela pagou a dela. Saímos de mãos dadas. Ela tinha carro. Eu dis- se: - Se tem carro, então não precisamos de motel. - Eu nunca transei num carro. Podemos tentar. Vamos para uma beira-mar? Fomos. Nem bem ela parou o carro, já foi abrindo meu fecho da calça. Estava ansiosa por me chupar. Ficou contente quando viu o tamanho do meu cacete. Disse: - Adoro homem de cacetão. O do meu namorado é muito pequeno. Mas vou logo avisando: eu não dou a bunda,
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA71 viu? - Mmmmmmmmm... então, nada feito, Jacira. Eu sou louco por sexo anal. - Não vai nem querer foder a minha bocetinha, já que estamos aqui? - Sim, eu fodo ela. Mas confesso que vou perder meu interesse por ti. - Está bem. Te dou também a minha bundinha. Mas só depois de comer minha bocetinha, tá? - Sem problemas - eu disse com um sorriso vitorioso. A ruiva tinha um bundão bem empinado. Eu estava com tesão nele. Ela saiu da cadeira do motorista e aninhou-se no meu colo. Já havia tirado a saia e a calcinha. Sua boceta estava en- charcada, quando sentou-se no meu pau, de costas para mim. Meu caralho, mesmo sendo grosso, não encontrou dificul- dade em entrar todo na xana dela. Eu esperava uma boceta apertadinha. Ela gemeu de prazer. Quando eu pensei que ia satisfazer a xana, eis que ela retira meu caralho da vulva e o aponta para as pregas. Sentou-se nele e eu quase gozo preco- cemente. Ela percebeu meu pau inchar. Pediu: - Não goze agora, amor. Quer que eu volte a encher minha bocetinha com ele? Eu quis. Isso me daria um tempo para me recuperar da vontade de gozar. Ela me chupou um pouco, desajeitadamen- te, depois engoliu minha trolha com a xana. Passou a fazer os movimentos bem lentamente e eu estava gostando. De- moramos alguns minutos nessa safadeza. De repente, ela re- tirou-se totalmente da minha pica e sentou-se de novo nela. Já havia passado a minha vontade de gozar. Fodi seu cuzinho por longos minutos e ela chorava incessantemente. No entan- to, quando eu queria retirar a peia, ela a reclamava de volta. Aumentava o ritmo da foda. Gemeu, finalmente:
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA72 -Goza, amor. Eu estou já gozando. Quero receber tua gozada no meu cuzinho. Está muito bom assim... FIM DA NONA PARTE
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA73 Capítulo 10 Depois que fodemos mais uma vez, dessa feita satisfazen- do a xoxota dela, a ruiva me levou em casa. Nos despe- dimos com um demorado beijo no portão. Quando entrei, encontrei Raffa ainda acordada, assistindo à tevê. Perguntei por minha mãe. Ela informou: - Saiu logo cedo mas não disse para onde ia. Angelina esteve aqui te procurando. - Você quer dizer Bruna, não? - Eu quis dizer Angelina. Se bem que ela não gosta des- se nome. Acha-o antiquado. Prefere ser chamada de Bruna. - Ah, entendi. O que ela queria? - Um cacete duro, não é? Disse que está namorando contigo. Achei que era invenção dela. - Estamos mesmo namorando. Eu gostei dela. Pretendo torna-la uma modelo. - Uau. Então, está apaixonado! Terá uma tarefa árdua
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA74 pelafrente, para transformá-la numa mulher bonita. - Deixa comigo. Sei o que estou fazendo. Ela voltou a concentrar sua atenção à tevê. Eu ainda perguntei: - Está melhor? - Já posso cagar. Mas ainda estou temerosa de trepar. Deixe para outro dia. Eu sorri. Minha irmã era mesmo disposta. Estranhei a demora de minha mãe. Tomei um banho e fui para o meu quarto. Antes de adormecer, ela chegou. Estava com cheiro de sabonete barato e de cabelos molhados. Quando sentou-se à minha cama, percebi logo. Perguntei: - Estava num motel, mãe? - Sim, filho. Com uma pessoa maravilhosa. - Imagino que seja o meu professor... - Como soube? - A senhora deu muitas dicas antes. E agora que ele está separado da noiva, tornou-se prato feito pra senhora. - Acha que tua irmã vai ficar chateada? - Qual delas? - Hozana, claro. - Não, mãe. Não pelo noivo pois ela não gostava mais dele. Mas ficou chateada por perder a herança de papai. - Aquele puto ousou? Pois agora eu vou obrigá-lo a dar, também, a parte de vocês. Nunca briguei por isso, mas agora vou fazer questão. Ele que me aguarde amanhã. - Quem sabe é a senhora. Mas não acho que ele vá acei- tar mais chantagem. - Deixa comigo. Sei o que estou fazendo. - Hozana sabe que é tua filha? - Acredito que não. Aquele puto é manipulador. Deve ter-lhe dito que ela é filha da outra que o abandonou.
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA75 Fiquei calado. Estva pensando em conversar com Ho- zana. Eu passei a não me sentir bem fodendo com ela, depois que soube que era minha mana. Porém, parecia mesmo que ela havia se apaixonado por mim. Me tratava com tanto ca- rinho que eu pensava seriamente em continuar fodendo-a. Mamãe me deu um beijo de boa noite e saiu do quarto, en- costando a porta. Virei-me para o outro lado e dormi. Acor- dei com minha irmã me chamando baixinho. - Diz, mana... - Eu ouvi direito? Minha mãe está fodendo com meu amor? - Refere-se ao professor? - Claro. Quem mais poderia ser? - Pois sinto te dizer mas, antes de te conhecer, meu pro- fessor conheceu a minha mãe. Ela o deixou porque descobriu que ele era comprometido. - Puta que pariu. E só agora é que ela veio dizer? - Pois é. Tem mais: ela conseguiu desfazer o noivado do cara. Quase ainda agora, veio do motel onde estava com ele. Significa que o cara não ficou zangado com ela. - Pois eu vou toma-lo de minha mãe! - Não me meto nessa briga de vocês. Até porque o cara deve estar puto da vida comigo. - Mas não é disso que vim falar. Minha mãe pediu para eu te dar o cuzinho de novo, enquanto ele ainda está dolori- do. Ela ensinou-me como devo fazer para evitar que você me estupre novamente. - Eu estou exausto, Raffa. E tenho que trabalhar cedo amanhã. Deixemos para outro dia. - Mas é boiola mesmo! Talvez outro dia eu não esteja mais disposta a te dar. - Então, que soque teu cu no cu que eu vou dormir. - Abusado. Vou me queixar à minha mãe. - Aproveite e converse com ela sobre o professor. Quem sabe ela não abra mão dele pra ti?
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA76 Volteia dormir. Estava cansado das fodas que vinha dando ultimamente. Achei que iria precisar de umas vitami- nas para aguentar o rojão. Adormeci pensando nisso. No outro dia, acordei e não havia ninguém na cozinha. Minha mãe e minha irmã estavam ainda dormindo. A porta do quarto de minha mãe estava escancarada e ela dormia de bunda pra cima. Estava totalmente nua e roncava. Devia estar exausta das fodas com o professor. Aproveitei para exami- nar-lhe o cu. Ele estava deflorado, mas não sangrava. Untei meu dedo de saliva e o enfiei no cusinho de mainha. Ela nem se moveu. O dedo entrou apertado, sinal de que minha mãe tinha as pregas elásticas. Fiquei excitado. Deu-me vontade de foder aquele cu. Eu ainda estava de cueca. Abri as pernas de minha mãe com cuidado para não acordá-la. Ela moveu-se, facilitando meu trabalho, mas não acordou. Dei um tempi- nho, depois me ajeitei sobre ela. Quando encostei a cabeça da pica em seu ânus, este começou a se mover, engolindo minha glande e se movimentando para sugar o resto da peia para dentro do cu. Minha mãe movia a bunda junto, prendendo meu cacete e se enfiando mais nele. Olhei para o seu rosto e ela tinha um sorriso nos lábios. Mas não parecia ter acorda- do. Fiquei parado sobre ela. Deixei que ela me puxasse para dentro de si. O cu mastigava minha peia e me causava uma sensação maravilhosa. Quando eu já estava todo enfia- do, ela parou de se mexer. Ficou ressonando. Mas o sorriso ainda estava estampado em seu rosto. Então, comecei a fazer os movimentos de cópula, bem devagar. O cu agora estava muito acochado. Mesmo assim, era escorregadio. Fui apres- sando os movimentos e tornando mais fortes as estocadas. Minha mãe gemia baixinho. De repente, ficou quase de qua- tro e começou a movimentar a bunda. Estava gozando. A
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA77 cada bimbada, minha peia entrava mais profundamente. Ela ficou, finalmente, de quatro. Peguei-a pelas ancas e mandei rola. Ela gemia: - Vai, meu menino. Fode esse cu arrombado de mãezi- nha. Duas fodas por noite nele era tudo o que eu queria. Por- tanto, não se contenha em comer o cu de mãezinha quando eu chegar da rua. - Desculpe acordá-la. - Mãezinha não estava dormindo. Te esperei a noite toda. Fiquei feliz por você vir dar uma comigo antes de ir embora. Vou querer que faça isso todos os dias. - E o professor? - Dele, cuido eu. - Raffa gosta dele. - Eu perguntei. Ele prefere a mim. Raffa é jovem e pode encontrar outro namorado. De preferência um que não seja comprometido. - Disse ela, já gozando pelo cu. - Teu cu nem parece que aguentou a rola enorme do professor. - Eu elogiei. - Eu sei me cuidar. Fico numa posição que não me ar- romba tanto. Ensinei-a a Raffa e pedi que ela tentasse contigo. - Ela me procurou, mas eu estava pregado. - Vou te dar umas gemadas de novo. Mas termina de foder esse cu. Estou quase gozan... Não terminou a frase. Entrou em convulsão orgástica, fodendo adoidada, lançando jatos esbranquiçados sobre a cama. Meteu a mão no clitóris e ficou esfregando os dedos nele quase com violência. Começou a gemer alto. Na verda- de, urrava de prazer. Senti uma presença a mais no quarto. Voltei-me. Raffa assistia a foda. Quando percebeu que eu a olhava, fez cara de choro. Fugiu do quarto. Eu parei de fazer os movimentos de cópula. Minha mãe pediu para continuar. - Raffa estava assistindo à foda. Depois, correu pro quarto chorando.
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA78 -De Raffa, cuido eu. Você cuida de foder esse cu bem fodido. Não ouse se retirar dele. Atendi-lhe o apelo. Breve, estava gozando no cu dela. Foi quando ela retirou-se de meu pau e mamou-o até `sugar todo o leitinho dele. FIM DA DÉCIMA PARTE.
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA79 Capítulo 11 Tomei a gemada que minha mãe fez questão de preparar para mim e fui pro escritório. Hozana não deu as caras. Mas enviou mais um lote de fotografias para o meu diretó- rio. A loira Adriella estava entre as candidatas a uma vaga no desfile. Pensei em classifica-la como uma das últimas da lista, mas as concorrentes dela eram fraquinhas. Deixei-a em terceiro lugar. Quando enviei esse novo lote pra Hozana, ela mandou-me uma mensagem dizendo que ia ordenar uma motorista a me apanhar no escritório. Estava dodói e preci- sava falar comigo. Só de pensar que iria ver Mariana, meu pau ficou logo duro. Talvez por efeito da gemada que tomei. Mas, para mi- nha surpresa, quem apareceu foi uma motorista nipônica. Perguntei por Mariana. Ela disse: - Mariana foi demitida hoje cedo. A senhora Hozana
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA80 mepediu para que viesse buscar o senhor. Passei a ser a sua motorista mais frequente. Eu achei que Hozana havia descoberto minhas fodas com Mariana, mas não comentei nada com a nissei. Eu es- tava pensando em exigir a recontratação da bela morena. Se Hozana insistisse, eu estava disposto a pedir demissão. Antes, contaria à minha patroa que ela era minha irmã. Encontrei-a tristonha, sentada na mesma cadeira de fibra de vidro que estivera descansando no dia anterior. Dispensou a motoris- ta, quando me viu. Sentei-me na outra cadeira, ao lado dela. Perguntei: - Cadê a outra motorista? - Pediu demissão. Disse que conseguiu um novo em- prego. Quis dar-lhe um aumento, para que continuasse comi- go, mas ela não quis. Fazer o quê? Mas eu quero te falar sobre outra coisa, meu belo. - Diga lá. - Eu fui fazer meus exames periódicos e tive uma puta surpresa: estou com câncer no reto. Deve ter sido resultado dos anos levando a pica monstruosa daquele puto. - Porra, sinto muito. E agora? - Agora, vou iniciar o tratamento já amanhã. Minha médica disse que a doença foi descoberta em seu início, en- tão pode ser facilmente revertida. Estou confiante. Mas vou ficar uns dias no estaleiro. Por isso, vou precisar muito de você. - Como assim? - Você vai assumir o meu lugar na empresa, enquanto eu estiver convalescendo, amor. Receberá um dinheiro extra por isso. - Não é preciso me pagar a mais. Eu farei qualquer coi- sa para te ajudar com todo prazer. Porém, tenho outra coisa para te dizer... - Se for má notícia, dispenso.
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA81 - Não sei se você vai achar uma boa ou má notícia... - Então, desembucha. - Você ainda se lembra de tua mãe, Hozana? - Minha mãe? Tenho uma vaga lembrança. Mas tenho uma velha fotografia dela comigo, que roubei do meu pai. Quando pequena, eu vivia agarrada com a foto. Botei a mão no bolso e tirei da carteira uma foto recen- te de mainha, que sempre trago comigo. Mostrei a ela. Ela ficou surpresa. Perguntou: - Como você tem uma foto da minha mãe? - Está preparada para o que vou te dizer? - Chuta. - Esta é minha mãe. Significa que somos irmãos, Ho- zana. Ela esteve olhando para mim, abobalhada. Depois, ati- rou-se em cima de mim e me deu um monte de beijos. Estava contente. Falou: - Porra, que felicidade. Obrigada, meu Deus. Eu me apaixonei pela pessoa certa. Te amo. Te amo. Te amo - disse ela, voltando a me beijar. Depois, perguntou: - Onde está minha mãe? Quero encontra-la. - Primeiro, deixa eu dizer a ela que você quer vê-la. - Não. Quero fazer-lhe uma surpresa. Vamos agora mesmo na tua casa. Fomos. Quando chegamos lá, encontramos mainha deitada no sofá da sala, assistindo tevê com Raffa. As duas se acariciavam. Quando a coroa avistou Hozana, aboticou os olhos. Não sei como ela não teve um treco. Levantou-se do sofá e as duas se abraçaram. Raffa estava espantada. Pergun- tou: - Quem é essa zinha? - Você acaba de ganhar uma irmã, Raffa.
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA82 -Como é que é? - Sim. Descobri que minha patroa é nossa irmã. Mas vamos deixar as duas a sós. Estou afim de tomar umas cer- vejas. Eu sabia que Raffa adorava cervejas, talvez tanto quan- to dar o cu. Ela foi comigo sem nem trocar de roupa. Senta- mo-nos no primeiro bar que achamos. Ela, finalmente, disse: - Puta que pariu. Agora, vou ter que dividir meu quarto com ela. E a porra ainda vai querer o noivo de volta. Logo agora que mainha concordou em deixa-lo para mim... - Ela não o quer de volta, Raffa. Está apaixonada por mim. E está doente. Câncer no reto, talvez causado por ter engolido a pica enorme do professor por tanto tempo. - Já disse que mainha me ensinou uma forma de não me arrombar tanto. Vou pô-la em prática. - Por outro lado, acho que você ganhou o direito de morar sozinha, como sempre quis. Ela mora numa mansão. Deve levar nossa mãe para cuidar dela enquanto estiver do- ente e eu irei junto. - Não senhor! Eu te quero junto a mim. Você vai me treinar a dar o cuzinho. Só então, procuro o professor. - Lembre-se que agora eu tenho namorada, Raffa. Mas meu pau é grande. Dará para as três. - Galhofei. - Para as quatro! Agora que mainha largou mão de meu namorado, vai querer foder contigo. Angelina vai esperar tre- par contigo todos os dias. Ela mesma já disse. E duvido que tua patroa vá querer largar o nervo. - Ela é nossa irmã, Raffa. - Tá, tá... mas vai ser difícil eu me acostumar. Estava muito bem só nós dois. E ela parece ser mais mandona do que eu. - Isso, é verdade. Mas vai gostar dela. Eu e minha irmã tomamos várias cervejas. Desacostu-
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA83 mada ao álcool, logo ela estava bicada. Começou a dar mole para um garçom novinho que servia a gente. De repente, disse que iria ao banheiro e sumiram os dois. Ainda tomei mais uma cerveja, esperando por ela, depois paguei a conta e fui-me embora. Ao chegar na frente de casa, encontrei um táxi parado. Não lhe dei atenção. No entanto, escutei uma bu- zina tocar de forma bem familiar. Só então, percebi que quem me esperava dentro do táxi era a morena motorista Mariana. Sentei-me ao seu lado. Ela me beijou contente. Perguntei: - De quem é o táxi? - Agora é meu. Meu pai o dirigia. Aposentou-se. Pas- sou-o com toda a documentação para mim. - Uau. Parabéns. Não admira que pediu demissão. - Eu pensei seriamente sobre a nossa situação. Fatal- mente seria flagrada pela patroa te fodendo. Ela é ronhenta. Acabaria me demitindo. Apenas me antecipei. Agora, posso te foder à vontade. Ela não pode mais me demitir. - Desistiu do desfile? - Continuo com o mesmo peso. Não conseguiria en- gordar até ele. Nem se tomasse porra duas vezes ao dia. - A partir de amanhã, sou eu que estou responsável pelo desfile, Mariana. Posso te encaixar nele. Ela me deu um beijo demorado. Prometeu: - Se fizer isso, te levo de táxi para o escritório todos os dias. E você não precisa me pagar por isso. bastará que eu tenha a tua porra diariamente. Por falar nisso, ainda estou em jejum. Vim pegar a minha dose diária. Vamos. Eu pago o motel. Pouco depois, estávamos trancados num quarto. Toma- mos um banho juntos e ela reivindicou minha porra. Queria me chupar ali mesmo, no banho, mas eu a levei para a cama. Disse que também queria chupá-la. Ela confessou que nunca havia sido chupada por um homem. Experimentara receber
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA84 sexode algumas mulheres, já que fazia tempos que não tinha namorado. Parecia que, por ser tão decidida, os homens ti- nham medo dela. Eu não tinha. Achava-a maravilhosa. Brin- cando, eu a preferia a Angelina. Fiquei de pensar nisso. Mas só mais tarde. Naquele momento, eu botava em prática o que tinha aprendido com minha mãe sobre chupar uma mulher. Estávamos dispostos num meia-nove. Eu tinha sua bo- ceta na boca e ela apenas acariciava meu pau com as mãos suaves. Estava mais concentrada em minha técnica de lhe chupar a boceta. Demorei em arrancar-lhe os primeiros sus- piros. Pouco depois, ela jorrava o primeiro jato em minha cara. Fiquei sufocado e parei por uns segundos. Foi quando ela começou a me chupar. A morena era uma profissional da felação. Levei metade do tempo que ela para gozar em sua boca. Ela não parou de chupar. Breve, eu esporrava mais uma vez. Ela avisou: - Vou continuar te chupando, amor. Mas avise-me quando for gozar novamente. Eu vou querer teu gozo na mi- nha tabaca. FIM DA DÉCIMA PRIMEIRA PARTE.
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA85 Capítulo 12 Quando voltei para casa, não havia ninguém lá. Minha mãe e minha irmã haviam saído. Mamãe deixou um bi- lhete dizendo que tinha ido pra casa de Hozana. Olhei para o relógio. Ia dar dez da noite. Eu não tinha o número da mi- nha patroa e minha mãe não tinha telefone. Mas a ruiva Ja- cira havia me dado seu número. Liguei para ela. Pediria o de Hozana. No entanto, o celular da índia de cabelos tintos de vermelho estava desligado. Liguei a tevê e fiquei assistindo. De repente, bateram na porta. Fui atender. Era a magra An- gelina. Ou Bruna, como ela gostava de ser chamada. Pedi que entrasse. Ela não quis. Estava agindo de modo estranho. Per- guntei o que estava acontecendo. Ela fez cara de choro. Falou: - Tua irmã me disse que eu te deixasse em paz pois você tinha namorada e que ela era a tua patroa. Eu não quis saber de mais detalhes, corri chorando para casa. Mas ainda quero ser modelo. Por isso, vim trazer as fotos que pediu.
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA86 -Sinto muito, mas ela deve ter te disso isso antes de saber que minha patroa é nossa irmã. Uma irmã que não sa- bíamos ter. Fale com Raffa. Ela vai confirmar o que estou te dizendo. - Não mais importa. Conheci uma pessoa ontem, e acho que estou apaixonada. - Então, eu te desejo toda a felicidade do mundo, Bru- na. Eu não menti quando falei que queria namorar contigo. Mas não vou me tornar um estorvo para ti. Portanto, pode acreditar que não vou mais te incomodar. - Ainda vai querer me tornar uma modelo? - Claro. Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Deixe essas fotos comigo. Deixe-me também teus dados pes- soais. Vou te inscrever no desfile. - Deixo-te também um bônus, para se lembrar de mim com carinho. Obrigada por tudo. Ela me roubou um rápido beijo e foi-se embora quase às carreiras, me deixando um envelope com fotos. Fechei a porta e o abri. Continham mais de quinze fotos. As últimas três, no entanto, tratavam-se do tal bônus: eram fotos bem trabalhadas, de estúdio, onde ela aparecia totalmente nua. Eram flagrantes naturais, e ela estava linda. Seus pelos púbi- cos estavam por depilar e davam um ar erótico à pose. Com certeza, o novo namorado dela era o fotógrafo profissional que tirou aquelas fotos. Fiquei excitado. Acariciei o pau, en- quanto revia as fotografias. Aí o toque do celular cedido por Mariana me assustou. Atendi. Era a ruiva. Perguntou: - Ligaram para mim deste número. Quem deseja falar comigo? - Oi, Jacira Roberta. Sou eu, Felipe. Estou precisando do número da patroa. - Tua mãe acabou de me ligar do telefone da patroa, a pedido dela. Ambas estão em um hospital. Dona Hozana passou mal. Parece que tem problemas de coração e foi inter-
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA87 nada. Eu não sabia que você tinha telefone. Eu já ia aí, te dar o recado. - Eu não tenho telefone. Este que te liguei é empresta- do. Sabe onde ela está internada? - No hospital do pai dela. Pouco depois, eu estava no hospital onde minha mãe trabalhou. Parece que já me esperavam. Levaram-me ao seu quarto. Lá, encontrei minha mãe abraçada a um senhor que eu não conhecia, ao lado da cama onde Hozana dormia. Adi- vinhei quem fosse: - Boa noite, tio. Prazer em conhece-lo. - Oi, meu filho. Sinto muito que tenhamos nos conhe- cido nessa situação. Lamento informar que tua irmã está bem mal. Não aguentou as alegrias do dia. - O senhor sabia que ela era cardíaca? - Sim. Mas nunca dei a devida atenção ao fato. Ela é muito rebelde e estava sempre me confrontando. Não sabia que vocês se conheciam. - Foi uma dessas coincidências da vida. Só ontem, vim a saber que ela era minha irmã. - Cadê Raffa? Por que não veio contigo? - Perguntou minha mãe. - Não sei dela, mainha. Nos separamos logo cedo. Vol- tei para casa e ela não estava. - Ache-a. Vou precisar que ela fique com Hozana, en- quanto resolvo umas coisas. - Você sabe dirigir? - Perguntou o coroa, sem largar mi- nha mãe. Era um cara bonitão. Eu me parecia muito com ele. - Ele não sabe dirigir - apressou-se a responder minha mãe. - Então, deixe-me dar um telefonema. Meu motorista te levará à procura da tua irmã. Pouco depois, um cara todo bem arrumado apareceu
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA88 naenfermaria onde estávamos e me chamou em direção ao estacionamento. Apresentou-se: - Meu nome é Adalberto, senhor Felipe. Iremos achar a tua irmã. Antes, tenho que passar num lugar para pegar minha irmã. Ela irá com a gente. - Há necessidade de leva-la? - Sim. Se tua irmã estiver desaparecida, minha irmã a achará. Ela é detetive da Polícia. - Ah, bom. Então, vamos apanhá-la. A irmã de Adalberto era um arraso, apesar de ter um jeitão de sapatão. Era uma mulata enorme, talvez com uns dois metros de altura. O motorista do meu tio Rafael também era um negro alto, um tipo bonitão. Apresentou-nos: - Essa é minha irmã Alba. Mana, esse é o filho do meu patrão. Quer achar a irmã que desde cedo está sumida. - Oi, bonitão. Tem foto dela? Catei em minha carteira e entreguei uma foto recente de Raffa. Antes, disse: - Vamos passar primeiro num bar onde estivemos. Foi onde a vi pela última vez. Passamos. O garçon não havia voltado e ninguém sabia da minha irmã. Foi quando a mulata Alba fotografou com o celular a imagem de minha irmã. Em seguida, enviou a foto para seu grupo de whatsapp, junto com a mensagem dizendo que queria encontrar aquela moça. Eu perguntei: - E agora? - Agora, esperamos - respondeu ela, espreguiçando-se dentro do carro, no banco de trás, onde estava sentada. Eu convidei: - Já que estamos num bar e vamos esperar, que tal to- marmos uma cerveja? - Estou de serviço, não posso beber - apressou-se em
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA89 dizer o motorista. - Eu posso - disse a mulata - vamos nos sentarmos na- quela mesa. - Então, deixo vocês aqui e volto pro hospital. O patrão pode precisar de mim. Ficamos sozinhos. A mulata perguntou: - O que está rolando? Expliquei em poucas palavras. Ela sorveu o primeiro gole de cerveja. Depois, falou: - Aviso que não trabalho de graça. Vou querer algo em troca. - Então, irei ficar te devendo. Não tenho grana. Terei que pedir ao meu pai ou à minha mãe. - Não estou te cobrando. Vou cobrar à tua irmã. - Como assim? - Quero o pagamento em sexo. Sou lésbica. - Não posso te responder por ela - eu disse, mesmo sa- bendo que Raffa era de chupar bocetas. - Não se preocupe. Eu mesma falarei com ela. Sou boa em convencer as pessoas. Nisso, o celular dela deu um bip. Ela leu a mensagem do whatsapp. Sorriu, contente. Disse: - Localizada. Uma amiga a viu entrar num motel com um cara. Pelo jeito, ainda está lá. Minha amiga disse estar nos esperando. Tem grana para pagar aqui e pegar um táxi? - Não. Infelizmente, não. Eu não sabia que teu irmão iria nos deixar aqui. Senão, teria pedido grana a meu pai ou a minha mãe. - Vai ficar me devendo. E saiba que sou de cobrar. Quando chegamos a um motel, a amiga dela nos es- perava na frente do estabelecimento com um cara. O sujeito
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA90 beijoua mulata como se a conhecesse de longas datas. Só de- pois, me cumprimentou. Apertei sua mão e respondi ao seu cumprimento. Ele disse: - Tua irmã está com um garçon, amigo meu. Posso cha- má-lo, mas só se for para uma boa causa. Se for para uma cena de ciúmes, te expulso daqui debaixo de porradas. Eu não contive um sorriso de escárnio. O cara era mui- to mais magro do que eu. Eu o venceria no braço facilmente. A mulata percebeu a minha incredulidade. Alertou: - Não o subestime, rapaz. Esse gajo é campeão gaúcho de artes marciais. No entanto, dá um cu que faz gosto. Mas Felipe está querendo apenas dar um recado importante à irmã, bicha. - Então, espera aqui. Vou falar com eles. Volto já. Quando o cara saiu, eu disse à amiga dele que pensava que ele fosse seu namorado. Ela abriu uma bolsa que levava a tiracolo e mostrou-me uns apetrechos eróticos. Explicou: - Ele é meu cliente mais assíduo. Não gosta de homens. Mas adora ter enfiado no rabo estes brinquedinhos. Você também gosta? - Não, não curto. Ao invés de tomar no cu, prefiro foder um cusinho. - Jura? Quer foder o meu? Fiquei excitada, enfiando essas coisas nele, mas ele não me fodeu. Estou afim. Agora que você vai conseguir dar o recado à tua mana, poderíamos transar aqui neste motel. - Não tenho grana para pagar a estadia. - Nem precisa. Aqui mando eu. O motel é da minha irmã. Se você topar uma suruba, chamo ela para estar com a gente. Ela iria adorar. Desde cedo que trabalha duro na admi- nistração. Deve estar doida para largar. Topas? Antes que eu pudesse responder, minha irmã apareceu
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA91 com o garçom. Estavam ambos exaustos. Dei-lhe o recado de minha mãe e ela reclamou: - Puta merda, mano. Estou fodida. Bem fodida. Doida para dormir. Aí, tenho que cuidar daquela puta? - Ela está muito doente e é nossa irmã, Raffa. - E daí? Vai continuar sendo depois que eu descansar, porra. - Vá ao hospital e fale com mainha. Decidam. Eu vou ficar por aqui. A amiga da mulata me deu um beijo rápido, depois pe- gou o celular. Esteve falando com alguém, depois desligou. O boiola disse: - Estou de carro. Quem vai querer uma carona? - Empreste-me o carro. Te dou dinheiro para ir de táxi, bicha. Quero levar a garota lá no hospital onde sua mãe espe- ra. - Afirmou a policial. - Deixe meu macho, antes, no bar onde ele trabalha, pode ser? - Perguntou minha irmã. Logo, minha mana foi embora e eu entrei num dos quartos do motel. Pedi para tomar banho. A garota fez ques- tão de me banhar. Fomos ao box juntos. Quando tirei a rou- pa, ela deu um assovio ao ver meu long size. Deu-me banho com gosto, enquanto se molhava também. Não era lá muito bonita, mas tinha um corpo atraente. Era dessas falsas ma- gras. Só o rosto é que não combinava com a sua beleza. Aí, bateram na porta. Ela gritou: - Está aberta, mana. Vai ter uma boa surpresa. Quem teve a surpresa fui eu. A morena que apareceu na porta, a tal dona do motel, era belíssima e mais gostosa que a irmã. Fiquei imediatamente de pau duro, pois ainda não estava. Ambas ficaram contente ao ver minha pica em toda a sua extensão. A dona do pedaço perguntou:
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA92 -Aguenta as duas, rapaz? - Daqui a uma hora, respondo essa pergunta. Confesso que nem eu mesmo sei a resposta. Riram, as duas. Levaram-me para a cama. Deitaram- -me de papo pra cima nela. A mais bonita se ocupou com a minha parte de cima, beijando-me sofregamente os lábios. A outra contentou-se com minha parte de baixo: engoliu meu cacete com gula. A dona do motel, depois de me beijar de língua, abriu as pernas se acocorando sobre mim e encostou a vulva na minha boca. Chupei-a com leveza e ela começou a gozar quase imediatamente. A outra reclamou: - Não vale gozar agora, maninha. Vem pra cá. Eu cuido de fazê-lo engolir minha seiva, já que não pretendo gozar tão cedo. A bonitona se ajeitou entre as minhas pernas. Pegou meu cacete com as duas mãos e passou a lambe-lo com des- treza. Mas pressionava-me um pouco abaixo do testículo, como se quisesse encontrar um ponto onde retardasse meu gozo. Quando a outra se ajeitou perto da minha boca, notei seu pinguelo enorme. Parecia uma pequena pica. Estava du- ríssimo. Ela disse: - Chupa meu grelo, mas com cuidado para não machu- car. Ainda está dolorido da foda com o bicha. Ele me chupou como se eu tivesse uma pica entre as pernas. Ô maricas gu- loso!... Peguei seu pinguelo com dois dedos e fiquei mastur- bando-o, como se batesse uma punheta. Aquela coisa cresceu mais ainda na minha mão. A despeito do que tinha dito, a irmã da dona do motel começou a gozar. A outra bonitona apressou a punheta em mim. Movia rápido a mão, como se tivesse urgência de me fazer gozar. A menos bela chamou: - Vem aqui, mana. Esse macho não sabe me masturbar.
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA93 Mesmo assim, estou gozando. Vem. Me chupa, mana... A irmã largou minha pica e correu para chupar a outra. Meteu a língua em seu cuzinho enquanto lhe masturbava o enorme grelo. Com isso, ficou de bunda empinada e virada para mim. Não desperdicei a oportunidade. Esfreguei a ca- beçorra da minha pica naquelas pregas. A cavala abriu mais as pernas. Forcei a rola em movimentos de parafuso em seu cu acochado. Ela gemia, sem parar de chupar o cu da irmã. Segurei-a pelas ancas e fui enfiando devagar. Ela começou a rebolar e depois movimentou a bunda em círculos. A sensa- ção era maravilhosa. Minha pica entrava e saía do seu cu des- lizando macio. O buraco estava naturalmente lubrificado. Aí a irmã gozou na sua cara. Não saiu muita porra, mas percebi claramente seu gozo. Ela saiu de perto da irmã e correu para trás de mim. Untou meu cu com saliva e eu quase que fico broxa. Mas a pica voltou a ficar duríssima quando ela enfiou o grelo enorme no meu cu. Foi quando eu dei uma gozada cavalar no rabo da ju- menta. FIM DA DÉCIMA SEGUNDA PARTE.
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA94 Capítulo13 Cheguei em casa quando o dia já estava amanhecendo. Os olhos doíam de sono. Passei a noite sem dormir, fodendo as irmãs. Estava difícil de eu ir para o escritório, mas agora era mais do que necessário. Minha irmã Hozana estava in- ternada. Precisava de alguém que tomasse conta da empresa. Tomei um banho frio, depois de jogar duas garrafas de água gelada sobre o corpo. Despertei, mas sabia que teria sono de novo. Minha mãe dormia a sono solto. Não mexi com ela. Devia estar exausta. Estranhei meu tio não estar com ela ou vice-versa. Tomei café com metade de um pão e saí de casa. Mariana não me esperava à frente da minha residência, com seu táxi, como me prometeu. Peguei um ônibus e fui pro escritório de modas. Toda a equipe, inclusive fotógrafos e motoristas, esperavam por mim. Fiz uma rápida reunião com
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA95 todos e distribuí tarefas. Logo, a equipe estava trabalhando. Naquele dia, o trabalho foi árduo. O desfile estava pró- ximo e eu precisava ainda de patrocinadores. Com uma lista cedida por Jacira, contatei todas as empresas de roupas que apostavam no nosso atelier. Poucos atenderam ao meu apelo. Preferiam esperar que Hozana convalescesse. Acabei tendo que cancelar o desfile. Mas era melhor assim. Eu queria que Hozana estivesse sarada para presenciar o evento. Mesmo as- sim, adiantei algumas coisas. Inclusive, escolhi as modelos que iriam participar. Incluí a magra Bruna, a motorista Ma- riana e a puta Adriella no elenco. Quando terminou o expe- diente, ao invés de ir para a faculdade, fui direto para o hos- pital. Hozana já estava bem melhor. Ainda tomava soro, mas não estava mais sedada como na noite anterior. Me recebeu com alegria. Perguntou como tinha sido o meu primeiro dia de trabalho sem a sua intervenção. Falei-lhe do adiamento do desfile. Expliquei-lhe o motivo. Ela já esperava por isso. Então, mostrei-lhe a lista de modelos que eu havia escolhido para a festa. Ela criticou a escolha de Bruna. Insisti na sua inclusão e ela acabou concordando com o meu argumento de que a moça tinha uma beleza diferente. Não havia ninguém cuidando de Hozana. Raffa acaba- ra de ir para casa e meu tio não havia dado as caras até então, depois que esteve lá com minha mãe. Fiquei contando os mi- nutos para aparecer alguém. Quando eu já não esperava mais ninguém, a japonesinha, motorista substituta de Mariana, apareceu no quarto. Tinha os cabelos molhados. Disse: - Passei em casa para tomar banho e vim pra cá. Estou vendo que vai precisar de alguém para ficar com dona Ho- zana. Eu posso ficar. Antes de ser motorista particular, fui enfermeira. - Eu agradeço, Mariko. Mas você fica enquanto não aparecer minha irmã ou minha mãe.- Disse Hozana - Quero
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA96 vocêdando assistência a Felipe. Se ele dirigisse, bastaria lhe dar um dos carros. Mas... - Prometo tirar minha carteira em breve, minha linda. - Eu disse. Despedi-me das duas e fui para casa. Minha irmã dor- mia em seu quarto. Um sono tão pesado que não se acordou com a minha presença. Ela não era acostumada a virar noi- te, por isso não a acordei. Minha mãe não se encontrava em casa. Procurei por algum bilhete em vão. Quando eu já ia me deitar, minha irmã despertou aperreada: - Porra, perdi a hora. Tinha que estar no hospital nova- mente. Minha mãe saiu com o nosso pai e eu fiquei de ir pra lá. Porém, peguei no sono de novo. Vou tomar um banho e ir-me embora. - Vim de lá agora. Tem uma pessoa com ela. - Quem? - Uma das motoristas de Hozana. - Não é da família. Cabe a nós cuidarmos de nossa irmã. Eu estranhei o entusiasmo de Raffa, mas não disse nada. Até a incentivei a ir. Quando ela saiu, fui finalmente para a cama. No entanto, não tardou a alguém bater na porta. Fui atender sonolento. Perguntei quem era. Reconheci a voz de Mariko. Abri a porta. Ela disse: - A patroa pediu-me que eu viesse aqui te dar uma massagem relaxante. Prometeu-me um bônus substancioso, contanto que eu fizesse tudo que você me pedisse. - Não era preciso ter vindo, Mariko. Basta um pouco de repouso e eu estarei novo. Já passou da tua hora de largar. Pode ir para a tua casa. - Não tenho o que fazer em casa. Prefiro ficar com o senhor. Assim, recebo o meu bônus. - De quanto seria teu bônus? Posso autorizar à Conta- bilidade te pagar.
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA97 - Agradeço, mas não, obrigada. Na verdade, eu escolhi meu bônus. E a patroa concordou. - Qual o bônus escolhido? Ela esteve indecisa, depois falou: - Gostei do senhor, desde que te vi pela primeira vez. Sou japonesa mas vivi em São Paulo. Estou aqui no Recife faz pouco tempo. Vim para cá recém-separada do meu marido. Não consegui ainda fazer novas amizades. Por isso, estou ca- rente de sexo... Ela dizia isso de cabeça baixa. Estava envergonhada das suas palavras. Mantinha uma posição de reverência. Insisti: - Tem vários modelos que trabalham conosco que fica- riam felizes em transar contigo, Mariko. Por quê eu? - Porque Jacira me disse que você é bem dotado. Nun- ca conheci um homem assim. De onde vim, os homens têm paus curtos. Eu queria experimentar algo diferente. - Que mais Jacira te falou sobre mim? - Que é discreto. Que eu não tivesse dúvida de que acei- taria meu apelo sem fazer pouco de mim. E que preservaria nosso acordo, tornando-o este assunto apenas nosso. - O problema é que estou exausto, Mariko. Quase não dormi de ontem para hoje. - Por isso te ofereci antes uma massagem. Em menos de uma hora estará em forma. - Então, façamos o seguinte: hoje você dorme aqui co- migo. Eu cochilo um pouco, depois transamos, okay? - Eu me sentiria melhor se estivéssemos em minha Minka. - Minka? O que é isso? - Minha residência. É uma casa em estilo japonês, que mandei construir especialmente para mim. Ela reproduz as características de uma morada popular do Japão. - Está querendo que eu vá para lá?
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA98 -Gostaria que me desse o prazer de hospeda-lo. A casa de Mariko ficava num bairro nobre do Recife. Destacava-se de todas as residências do local por causa do seu estilo nipônico. Havia um lindo jardim em estilo oriental na frente da construção. A área onde foi construída era enor- me. Perguntei: - Vive sozinha aqui? - Meus pais não se deram com o clima. Voltaram para o Edo. Fiquei sozinha. Mas gosto da solidão. No entanto, de vez em quando necessito de sexo. Ela estacionou o carro da empresa na frente do portão e adentramos o jardim. Logo estávamos numa espécie de va- randa que ela disse chamar-se engawa. Tratava-se de um cor- redor externo que ficava do lado de fora da casa, tradicional- mente usado para proteger as portas e paredes shoji contra o sol, chuvas e tempestades. A largura do engawa depende da casa, podendo ser estreito ou largo. Depois que entramos, ela me mostrou o tokonoma, que é uma área ligeiramente elevada de encontro a uma pare- de em uma sala destinada a receber convidados. Neste local é comum encontrarmos um ou mais tipos de arte tais como pintura, shodo, bonsai, Suiseki (pedra de exibição), Kakemo- no ou ikebana. Existem algumas regras de etiqueta importantes em re- lação ao Tokonoma. Por exemplo: não se deve entrar no inte- rior do tokonoma, exceto para mudar a decoração. Os convi- dados também devem ficar de costas pra ele, com o intuito de mostrar modéstia perante seus hóspedes - me explicou ela. Mariko explicou-me também que, antigamente, a maioria das casas japonesas não tinham um local para tomar
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA99 banho. Por este motivo, era comum as pessoas se dirigirem ao Sento (banhos públicos) para se lavar. Na era Meiji, uma área para banho passou a ser implementadas nas casas, sendo comum hoje em dia. Em casas antigas e ryokans (espécie de pensionato) ainda é possível encontrar os tradicionais ofurô em madeira. O ofurô é a área de banho de uma casa. Uma característica interessante é o fato da área do ba- nho ser separada do banheiro. Na área do banho, é comum encontrarmos o ofurô, uma espécie de banheira onde os ja- poneses costumam relaxar após se lavarem. Foi justamente para onde ela me levou. Tirou minha roupa com cuidado e deixou-me nu, deitado numa banheira de madeira, à espera de que ela me trouxesse água numa tina também de madeira. Encheu a banheira e pacientemente me deu banho, me esfregando o corpo com uma seiva cheirosa, sem quase tocar no meu sexo. Deu-me uma massagem re- laxante nos músculos trapézios e eu quase durmo. Depois, fez com que eu me levantasse da banheira, enxugou-me e le- vou-me em direção ao fusuma. O fusuma, parecido com um quarto, costuma ser decorado com pinturas relacionados à natureza, animais, mitologia ou caligrafia. Eles oferecem às casas japonesas muitas possibilidades, pois os quartos podem ser reconfigurados dinamicamente, pois suas paredes são móveis. Ali, um ambiente muito limpo, deitou-me no chão atapetado com um esteira feita de palha de arroz prensada revestida com esteira de junco e faixa lateral. Deitou minha cabeça de lado numa almofada, enquanto eu tinha o resto do corpo de bruços deitado na esteira. Então ela começou a me dar uma massagem por todo o corpo. Fazia isso de maneira metódica e paciente. Num is- tante, adormeci. Mas acordei já descansado, com ela ainda manipulando meu pau. Ele estava duríssimo, mas suas mãos eram tão suaves que eu nem sentia quando me tocavam. Na
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA100 verdade,todo meu corpo estava dormente, como se ele ti- vesse me tocado nalgum nervo e me causado paralisia. Ten- tei erguer a mão para toca-la e não consegui. Também não consegui pronunciar nenhuma palavra. Meu cérebro parecia embotado. Senti cheiro de defumadores. Vi alguns espalha- dos naquela espécie de quarto. Achei que a essência que me invadia as narinas continham alguma erva que causava aque- le efeito. Ela continuava manipulando meu pênis, dando uma massagem nele. Quando percebeu que eu tinha acordado, fê-lo com mais entusiasmo. Agora, eu sentia suas mãos me masturbando. O resto do corpo continuava dormente. Mari- ko estava sentada sobre os calcanhares, ao meu lado, enquan- to me dava a massagem. Ela disse, finalmente: - Bom dia, Felipe San. Lá fora está um lindo alvorecer. - Passou a noite me massageando, Mariko? - Sim. Era preciso. Era necessário que eu concentrasse todo o teu sangue da região pélvica onde fica o teu sexo. Não podia parar, pois o sangue voltaria ao seu devido lugar. - E por que essa necessidade de concentrar meu sangue assim? - Porque é imprescindível, para que tenha uma ereção mais duradoura, do jeito que eu preciso. Sem aviso prévio, ela agachou-se e começou a me chupar. Fazia-o com leveza e eu quase não sentia sua boca em meu sexo. Quando ele já estava bastante lubrificado pela saliva, ela tirou o quimono que vestia com uma graça que eu nunca havia visto antes numa mulher. Ficou com- pletamente nua e eu vi seu corpo curvilíneo com mais cla- reza. Ela deu um tempinho para que eu a visse em todo o seu esplendor, para voltar a me chupar. Seus longos cabe- los soltos se derramavam sobre o meu tórax e seu toque me dava mais tesão. Ela levou uns cinco minutos na fela- ção, depois levantou-se. Ficou de pé, abrindo as pernas, deixando-me entre elas. Depois, ajoelhou-se. Com deli-
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA101 cadeza, pegou meu caralho duríssimo e apontou-o para a racha. Não teve pressa. Pincelou a glande várias vezes nos lábios vaginais, até eu sentir sua vulva encharcada. Mais uma vez quis tocar nela, mas o corpo não acompanhava meu raciocínio. Finalmente, Mariko enfiou-se no meu pau. Sua boceta era apertada, mas o caralho deslizava para dentro dela com facilidade. Eu gemi de prazer. Ela tinha a expressão de paz em seu semblante tran- quilo. Sem pressa, engoliu meu membro enorme e duro com a vulva até o talo. Retirou-se totalmente dele e repetiu as etapas anteriores: esfregou a glande na racha e depois recebeu a enorme trolha nas suas entranhas. Parecia fazer tudo em câmera lenta. Eu continuava sentindo só aquela parte do corpo: a área genital. Aos poucos, ela foi aumen- tando o ritmo dos seus movimentos. Comecei a sentir a aproximação do gozo. Fiz um esforço enorme para dizer: - Vou gozar, Mariko... - Não fale. Apenas deixe o teu corpo responder ao chamado da minha vulva. Relaxei. Fechei os olhos e fiquei sentindo minha pica entrar e sair da sua xoxota, cada vez mais rapidamente. O gozo veio. Avassalador. Partiu lá do meu âmago. Em uma série de estertores, jorrei porra dentro daquela gruta que me dava tanto prazer. Ela sorria, enquanto diminuía o rit- mo dos movimentos. Achei que ela iria se retirar do meu pau para me chupar. Ela apenas se enterrou mais no meu cacete e ficou pressionando ele, como se me mordesse com a vulva. Gozei mais uma vez e depois senti a cabeça giran- do. Eu devia ter sido dopado por aquela fumaça que saía dos recipientes com incenso queimando. Então, ela gozou também. Gozou até ficar toda se tremendo. Não mijou so- bre mim, como eu esperava. Mas dessa vez não fiquei frus- trado. Depois de gozar várias vezes, ela dobrou o corpo e
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA102 deitou-sesobre o meu. Tentei abraça-la, mas não consegui me mover ainda. Assim, peguei no sono de novo. FIM DA DÉCIMA TERCEIRA PARTE.
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA103 Capítulo 14 Quando acordei, já tinha o domínio total do meu cor- po. Os incensos ainda estavam acesos, sinal de que não tinha sido eles a me causar o torpor. Mariko estava langui- damente dormindo perto de mim. Não quis acordá-la. No entanto, quando me movi para me levantar do tatame, ela despertou. Dei-lhe um beijo carinhoso e ela se espreguiçou como uma gata. Perguntou se eu estava com fome. Antes que eu respondesse, levantou-se com agilidade e pediu que eu es- perasse deitado. Ela traria algo para eu comer. Permaneci sentado no tapete feito com enchimento de arroz. Era confortável. Ela voltou com uns biscoitos muito gostosos, mas feitos de massa leve. Para acompanhar, chá. Não sou muito chegado a chás, mas aceitei e tomei de bom grado. Perguntei: - Você está bem?
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA104 -Estou maravilhosa. Você é um homem muito apeti- toso. E saciei, finalmente, minha curiosidade de estar com alguém bem dotado. - É impressão minha ou não gosta de sexo anal? - Tolero. Mas hoje eu quis apenas me satisfazer. Pensei só em mim. Outro dia, satisfaço só a você, está bem? - Oh, eu fiquei satisfeito - menti. - Que bom. Mas percebi tua ansiedade por coito anal. Teria quebrado nosso clima de harmonia, se eu te permitis- se esse tipo de sexo comigo hoje. Mas prometo compensa-lo depois. - Mudando de pau pra cacete, certa vez eu li que os japoneses são adeptos do incesto e permitem sexo com crian- ças. Isso é vero? - Na verdade, o homem japonês trata muito bem as suas irmãs. Protegem-nas até arriscando a própria vida. É natural que essas meninas se apaixonem por eles, mesmo sendo do seu próprio sangue. Há leis no Edo que proíbem o sexo entre consanguíneos e com crianças. O povo não admite publica- mente esse tipo de sexo mas, talvez por ser proibido e feito às escondidas, torna a prática mais atraente. Porém, a mu- lher japonesa normalmente faz sexo incestuoso a pulso. Não gosta. Infelizmente, por respeito ao homem, consentimos o estupro. Mesmo quando esse homem não é nosso parente. Quanto mais alta é a sua posição social, mais poupado de críticas ele é pela sociedade. - Visão interessante. Você já foi estuprada, Mariko? - Sim. Por diversas vezes. Eu ainda era criança quando meus pais, muito pobres, precisaram de ajuda financeira de um amigo do meu pai. Quando perceberam que o homem estava afim de mim, facilitaram o assédio dele. Saíam de casa e nos deixavam a sós. Engravidei com quatorze anos de ida- de, ainda uma menina. Meu estuprador contraiu matrimônio comigo, é verdade, mas continuou me estuprando todas as
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA105 vezes que chegava em nossa casa. Conseguiu uma transferên- cia para o Brasil e trouxe minha família junto. Aqui, aprendi a técnica da massagem paralisante com algumas conterrâneas. Consegui que ele nunca mais me pegasse a pulso. Depois, tomei coragem e me separei dele. Aproveitei que meus pais não se deram com o clima do Brasil, como eu me adaptei, e os convenci a voltar para o Edo. Levaram ele junto. - Edo? - É como algumas pessoas ainda chamam o Japão. - Ah, tá. Quer dizer que você costuma agora paralisar o amante da hora? - Você deve ter percebido isso. É que eu queria tomar a iniciativa do nosso coito. Você se disse cansado e eu confesso que estava muito carente. Desde quando meu marido se foi - nós tínhamos sexo todos os dias - que não tive mais relações sexuais. Você ficou zangado comigo? - Oh, não. Reafirmo que você me satisfez. É verdade que gosto muito do coito anal, mas como você mesma disse: faremos isso outra hora, se você me permitir, claro. - Eu permitirei, quando estiver preparada. Por favor, nunca me force a ele. Nós, japonesas, não somos muito adep- tas do coito anal pois tal ato é um sinal de poder e dominação masculina. O macho faz isso para nos infligir vergonha e so- frimento. Alguns nos punem pelos seus próprios fracassos... - Putz. Eu nunca havia pensado sobre isso. Mas, mu- dando de assunto: quais as tuas perspectivas lá na empresa, Mariko? - Lá é um trabalho temporário. Serve para me ajudar a pagar a faculdade. Eu estou no sexto período de Medicina. - Uau. Parabéns. Quando terminar o curso, prometo te conseguir um emprego num hospital. - Foi o que dona Hozana também me prometeu. O pai dela é dono de um hospital. - Hozana é minha irmã, Mariko. Então, você agora tem duas promessas de emprego.
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA106 Elaolhou para mim espantada, mas não muito. Disse: - Vocês são irmãos? Então, não admira que ela tenha te liberado para mim. Todos na empresa achamos que vocês são namorados. Agora, você diz que são irmãos. Têm uma relação incestuosa? - Tivemos. Só anteontem eu soube que ela era minha irmã. Transamos, é certo. Mas não sei se voltaremos a ter sexo de ora por diante. - Entendo. Mas eu não ligaria se vocês voltassem a ter sexo, contanto que tivesse condições de nós dois continuar- mos sendo amantes. Por causa dela você me rejeitaria? - Claro que não. Eu estava sendo sincero. Tinha adorado transar com Mariko. Foi um sexo muito diferente dos que já tive. Mas eu precisava ir trabalhar. Disse isso a Mariko e ela me ajudou a tomar banho. No entanto, não tocou em meu sexo. Nos ves- timos e ela me levou à empresa. Agimos como se fôssemos apenas funcionários da mesma empresa. A japonesa viu Jaci- ra me beijar nos lábios, quando cheguei no estacionamento, mas reagiu de modo pacato. Eu admirei a sua tranquilidade. Não sei se eu conseguiria disfarçar meu ciúme de alguém. O dia passou-se sem novidades. Quando terminou meu expediente, liguei para Mariko pedindo que ela me le- vasse ao hospital. A caminho de lá, perguntei se ficaríamos juntos de novo à noite. Ela respondeu: - Melhor não. Deixe que eu me prepare antes para a nossa orgia particular. Da próxima vez, prometo não usar a minha técnica de paralisação. Ela me deixou no hospital, depois foi-se embora. Quando cheguei ao quarto de Hozana, meu pai, minha mãe e minha irmã estavam lá. Raffa disse:
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA107 - Olha ele aí. Eu não disse que ele viria? - O que houve? - Perguntei, depois de cumprimentar a todos. - Teu pai trouxe toda a documentação passada em car- tório. Nomeou vocês três herdeiros legais dele. Dividiu dois terços da fortuna dele entre vocês três e deixou a empresa de modas para Hozana. O resto, servirá para nos manter. Ele acaba de me pedir em casamento. - E vocês podem se casar, mainha? No nosso país não é permitido casamento entre irmãos. - Vamos casar em algum país onde possamos fazer isso, depois voltamos para cá. Se não der, registro-me com nome diferente do dele e nos casamos. Só vocês saberão que somos irmãos! Só falta a tua bênção, meu filho. Tuas irmãs já con- cordaram. - Eu não tenho nada contra, mainha. Desejo que sejam felizes. Muito felizes. Minha mãe me beijou o rosto mas, sem que meu pai visse, encheu a mão com meu cacete. Devo ter ficado cora- do de vergonha de ser tarado por ela em público pois minha irmã me piscou um olho. Aproveitou para dizer: - Breve, eu também estarei me casando. O professor aceitou meu pedido de casamento. Na verdade, a bem dizer eu impus isso a ele. Vai levar-me para a casa dele. Daqui a duas semanas, estarei morando lá. Até Hozana a parabenizou. Depois, chamou-me até perto dela. Disse-me: - Estou me operando do coração amanhã. Também passarei por uma quimioterapia pesada. Vou passar muito tempo hospitalizada, talvez meses. Por isso, conto com você para tocar a nossa empresa. Dito isso, ela me puxou mais para perto para me falar: - Depois, quando estiver curada desse cu, quero dar
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA108 umafoda bem gostosa contigo. Quero inaugurá-lo com você. Portanto, não mudou nada entre nós. O fato de sermos ir- mãos não arrefece o tesão que tenho por ti. Depois que eu assinei os papéis concordando com a minha parte da herança, meu pai disse que precisava ir. Mi- nha irmã perguntou se eu lhe daria uma carona até em casa. Minha mãe quis ficar com Hozana. As duas estavam muito apegadas e eu percebi que isso causava ciúmes a Raffa, por isso ela queria sair logo dali. Meu pai quis dar-nos carona, mas Raffa disse que eu tinha uma motorista à minha dispo- sição. Estranhei a sua afirmação, mas não a rebati. Quando meu pai foi embora com o motorista negro que havia ajuda- do a encontra-la, Raffa disse: - Eu queria ficar sozinho contigo. Enquanto não chegar o dia de ir morar com o meu amor, quero te dar meu cuzinho todos os dias. Quero treinar bem ele para a minha lua de mel. Mas não quero transar contigo em casa, hoje. Quero ir para um motel. - Não tenho dinheiro, Raffa. - Eu tenho. Eu pedi à minha mãe. A partir de ontem, jurei nunca mais transar com mulher. Principalmente, por dinheiro. Nem aceitei a foda com aquela policial. - Muito bem - eu estava orgulhoso de Raffa. - Então, vamos. Por coincidência, quando fomos a um ponto de táxi perto do hospital, Mariana estava lá em seu veículo. Fiquei empulhado quando a vi, pois não a esperava ali, mas Raffa não percebeu. Eu quis pegar outro carro, mas minha irmã adiantou-se e entrou no de Mariana. Eu sentei-me atrás, jun- to com Raffa. Mariana falou: - Boa tarde aos dois. Levo-os em casa? - Não. Toca para um motel. - Afirmou minha irmã.
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA109 Mariana sorriu. Disse, se dirigindo a mim: - Desculpa não ter te pego ontem e hoje. Ainda não me acostumei com esse trabalho de taxista. Rodo a noite toda, para conseguir uma grana melhor, e acabo me acordando tar- de. Não tenho prática, nem conheço os clientes do meu pai. Mas, aos poucos, estou me familiarizando com o trabalho... - Vocês se conhecem, amor? - Perguntou minha mana. - Eu... Mariana, no entanto, adiantou-se: - Ele já pegou meu táxi outras vezes. E eu fui motorista da empresa onde ele hoje trabalha. Agora, tenho este táxi. Fizemos um acordo para eu pegá-lo todos os dias na frente da casa dele, mas não cumpri com a minha parte. - Vocês já transaram? - Não, moça. Apesar de eu acha-lo muito bonito - tor- nou a enrolar minha irmã a morena Mariana. - Ah, que pena. Eu ia te convidar para me ajudar a tran- sar com ele. Estou afim de dar minha bundinha e ele tem um pau enorme, do jeito que eu gosto. - Confidenciou-lhe minha irmã. Eu estava acuado. Permaneci calado. Se tivesse dito algo, decerto teria gaguejado. Achei que Mariana iria se es- quivar de ir conosco, mas ela disse com um riso sacana no rosto: - Se está me convidando, irei sim. Estou mesmo pre- cisando de sexo. Estou fazendo um regime doido e preciso tomar porra todos os dias, sabe? Mas vou logo avisando: não faço sabão. - Nem eu -, mentiu minha mana - mas quero que me ajude a tomar no cu sem doer. Depois, ele é todo teu. - Feito. Se eu estive calado, calado fiquei. Mariana olhava para
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA110 mimpelo espelho, divertida. Magra sacana. Mas eu queria ver em que aquilo ia dar. Chegamos ao motel e, ao invés dela sair com o táxi, trancou-o na garagem do quarto onde ficarí- amos. Foi a primeira a tirar a roupa, ficando totalmente nua. Enquanto minha irmã ainda se despia, Mariana me ajudou a tirar as minhas vestes. Continuava fingindo que não me co- nhecia. Exclamou: - Puxa, que pau enorme! - Não é? Já aguentou um desses? - Já, sim. E foi maravilhoso. - Afirmou a morena. - Não ficaste arrombada? - Perguntou minha irmã já nua. - Nem tanto. Tem uma posição que evita que o cara te deixe afrouxada. Posso te ensinar. - Agradeceria. Minha mãe me ensinou um truque, mas não acredito que dê certo. Preciso ouvir o que você tem a me dizer. - Deite-se de costas para a cama de modo que a bunda fique bem na borda. - Assim? - Minha irmã fez o que ela pediu. - Isto. Agora, levante os pés de modo a encostar as plantas na barriga dele. Você: aproxime-se da borda e fique bem perto dela... Fiz o que pediu. Minha irmã descansou os pés no meu tórax, com as pernas dobradas. Mariana voltou a falar: - Agora, senhor... lubrifique bem o pau e encoste nas pregas dela. Cuspi na mão e no pau e espalhei a saliva no cacete já duro. Mariana, porém, reclamou: - Não está suficientemente escorregadio. Deixe-me aju- dá-los: Antes que minha irmã dissesse algo, a taxista levou
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA111 meu pau à boca. Eu quase gozo quando ela me abocanhou o cacete duro. Sua boca estava pegando fogo. Ela ficou passan- do a língua em toda a extensão do falo. Sua baba pingava, de tão espessa. Ficava ligando minha glande aos lábios dela, por um fio grosso de sêmen. É que eu já começava a escorrer o líquido viscoso e transparente da rola. Minha irmã olhava a técnica de felação da morena, sorrindo feliz. Disse: - Porra, você é profissional. Depois, vou querer que me dê umas dicas... Mariana não respondeu. Tirou meu falo da boca e pe- gou-o com a mão, apontando-o para as pregas de Raffa. Tor- ceu a pica como se fosse um enorme parafuso, até a cabeça entrar no furinho da minha irmã. Pediu para eu me apoiar com as mãos nas duas coxas dela de modo a poder puxá-la mais para perto de mim. Depois, falou para Raffa: - Agora, ele vai introduzir a peia no teu cusinho. Se doer empurre-o com os pés. Mas só se doer. E, se empurrá- -lo, não o faça com tanta força, para ele não escapulir do teu anel, tá? - Tá. - Minha irmã parecia nervosa. Segurei as coxas de Raffa e fiquei dando bimbadas leves, enfiado entre suas nádegas. O pau não tinha entrado nem um terço e ela já estava de cu escorregadio. Tinha um sorriso feliz no rosto. Estava gostando. De repente, arrastou-se mais para a borda da cama. Isso fez com que se enfiasse mais no meu falo. Puxei-a mais de encontro a mim. Ela começou a rebolar no meu caralho. Erguia o pélvis, a cada espasmo de prazer. Começou a dizer repetidamente: - Está bom. Está bom... está muito bom, mano... - Ela é tua irmã? - S-sim... - Respondi, concentrado na putaria. Mariana sorriu. Posicionou-se então por trás de mim
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA112 ecomeçou a me acariciar o peito e lamber minha nuca. Um arrepio percorreu todo o meu corpo. Estremeci e quase gozo. Minha irmã entrou em frenesi. Movimentava o pélvis veloz- mente, se enfiando cada vez mais no meu pênis. Porra, estava muito bom. Minha irmã continuava com os dois pés apoia- dos no meu tórax, mas não mais me empurrou com eles. Seu cusinho agora estava muito dilatado, quase eu não sentia suas paredes tocarem o meu membro, mas não estava arrombado nem sangrando, como da primeira vez que meti nela. Ela de- lirava, me chamando pelo nome do professor. Eu não liguei pra isso. Só queria gozar naquele buraquinho gostoso de fo- der. Aí, num dos movimentos desvairados, Raffa fez a rola escapulir-lhe do cu. Deu um urro medonho e abriu muito a boca e os olhos. Eu achei que tivesse doído. Fiquei sem achão e ela sem poder falar. Mariana foi quem acudiu: - Depressa, volte a enfiar-se no cu dela senão tua irmã vai ter um treco. Enfiei meu caralho de vez. Minha irmã deu um gemido prolongado e voltou a gozar. De repente, lançou a porra es- branquiçada em meu peito. Várias vezes, esguiçou em mim. A essa altura, Mariana tinha me lambido pelas costas e sua boca agora descia em direção ao meu cu. Quando tocou nas minhas pregas, eu também me preparei para gozar. Avisei: - Ahhhhhhhhhhhhhhhh, vou gozar, caceteeeeeee... Gozei. Mais uma gozada cavalar, apesar de ter passado a noite com a japonesa. Puta que me pariu! Minha irmã ti- nha um cusinho muuuuuuuuuuuito gostoso. Fiquei com as pernas tremendo e Mariana agarrou-se a mim, me ajudando a me desenfiar de Raffa e deitar-me na cama. As duas caíram de boca no meu pau, ao mesmo tempo. Eu quase não aguen- tava o toque da boca das duas, de tão sensível que a glande estava. Aí, Mariana assumiu sozinha a felação. Apertou bem o meu pau, perto do talo, e sugou-o com voracidade. No iní-
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA113 cio, fiquei agoniado com a dor. Depois, a dor se transformou em prazer. Minha irmã ficou com o rosto bem perto do meu pênis, a olhar o trabalho da outra. Prestava muita atenção aos movimentos da mão e da boca dela em meu cacete. Aí, de repente, eu gozei de novo sem nem esperar. Uma gozada maior do que a que eu tinha dado dentro do cusinho de mi- nha irmã. A morena apressou-se a abocanhar o máximo meu caralho. Eu esporrei bem lá no interior de sua goela, sem dar chances a Raffa de me chupar também. FIM DA DÉCIMA QUARTA PARTE.
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA114 Capítulo15 Hozana havia feito uma intrincada cirurgia no coração, naquela manhã, mas passava bem. A operação cirúrgi- ca foi um sucesso. Ela, no entanto, precisava ficar internada uns dias para um tratamento cardíaco e cuidar do câncer no reto. Os médicos estavam confiantes. Nós, também. Saímos do hospital, eu, Raffa, meu pai e minha mãe, todos alivia- dos. Hozana estava sedada, claro. Por isso, não podemos nos despedir dela. O motorista do meu pai, o negrão Adalberto, nos esperava do lado de fora. Levou-nos até em casa. Quando descemos, ele me chamou a um canto e disse: - Alba quer falar contigo. Disse ser urgente. Pode mar- car um encontro com ela? - Pode ser agora? Ele olhou para o relógio. Falou: - A esta hora ela já deve ter largado da delegacia. Deve
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA115 estar em um bar lá perto, tomando umas. Arrisca ir lá? - Claro. O bar era famoso por seus tira-gostos. Encontramos Alba na segunda cerveja. Cumprimentei-a e sentei-me ao seu lado. O irmão disse: - Deixo vocês a sós. Estou de serviço, não posso beber. Volto para a tua casa para pegar o senhor Rafael. Só eu me despedi dele. A mulata não lhe deu atenção. Quando Adalberto se foi, Alba disse: - Tua irmã fez a proeza de me rejeitar. Nunca nenhu- ma mulher havia resistido a uma cantada minha. Então, você continua me devendo. - Está querendo me dizer que terei de pagar pela tua incompetência em convencê-la? - Fui afoito. Ela olhou atravessado para mim. Mas não me rebateu. Apenas disse: - O que importa é que fiquei sem o meu pagamento e sem a minha trepada. Então, você vai ter que consertar a merda que fiz. - Como assim? Ela tomou um grande gole de cerveja, antes de respon- der: - Consiga uma nega para trepar comigo. Então, estare- mos quites. - Difícil te contentar. Eu não conheço nenhuma lésbica, Alba. Não vivo nesse meio. Por que não falou com minha irmã? Ela tem amigas, alguma pode ser homossexual. - Eu falei com ela sobre isso. Disse que tem uma ami- ga que poderia me atender, mas que cobra caro. Uma tal Adriella, se não me engano.
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA116 Sóentão, me lembrei da loira. Sim, ela era bissexual. Ganhava dos homens para gastar com mulheres. Peguei o ce- lular emprestado por Mariana e fiz uma ligação. Pedi que a índia Jacira localizasse o contato da loira. Quando recebi o número, liguei para ela. Esperei que atendesse e falei: - Oi, Adriella. Aqui é Felipe, irmão de Raffa. Consegui te encaixar no elenco do desfile de modas, mas vou querer um favor em troca. Está ocupada? - Sim, estou com um cliente broxa. Ele demora a ficar de pau duro, mas paga bem. Qual é a bronca? Raffa me disse que vocês estão com uma irmã muito doente... - É verdade, mas não se trata dela. Você me disse que gosta mesmo é de mulher. Tenho uma cliente gostosona pra ti. Deixe-a contente e estaremos quites. - Onde vocês estão? Eu disse. Ela falou que iria se livrar rapidinho do clien- te broxa e se encontraria conosco. Quando a loira chegou e se aproximou de nós, olhava para a mulata de cara feia. Perguntou para mim: - É essa a cliente que disse ter pra mim? Não me serve. - Ué, por quê? - Eu perguntei, achando que a loira era racista. Ela, no entanto, explicou: - Essa puta já me prendeu por porte de maconha. Na verdade, plantou a porra da droga na minha bolsa para ter sexo comigo. Não fodo com ela nem a pau! E essa catraia não é lésbica. Se faz de sapatão não sei nem o porquê. Já a vi aos beijos com um policial. Diga que é mentira minha, quenga! A loira era atrevida. Peitava a policial sem um pingo de medo. Alba respirou fundo, antes de dizer: - É verdade: eu sou bi. Mas gosto mais de ser fodida por mulheres. Adoro ser chupada e as lésbicas sabem fazer isso bem melhor. Têm conhecimento de onde e como uma mulher sente mais prazer. Os homens que tive não sabiam
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA117 chupar. Sempre acabo a foda frustrada. - Lasque-se. Continuo dizendo que não trepo com ela. E não fico nem um minuto ao lado dessa puta. Dá licença que vou-me embora. Perdi tempo e dinheiro vindo pra cá. Devia cobrar a visita. - Disse ela, se levantando. Beijou-me a boca e foi-se embora. A mulata ficou tris- te. Resmungou: - É, parece que hoje não é o meu dia. Aliás, desde on- tem que só levo fumo. Paciência. Vou ter que ficar sem a mi- nha foda. E você continua me devendo. - Se quiser arriscar, posso tentar te satisfazer. - Você chupa bem? - Aprendo rápido. É só me ensinar. Ela olhou detidamente para mim. Virou o resto do copo. Eu não estava bebendo ainda. Ela chamou o garçom e me perguntou: - Vai querer beber? - Não estou afim. - Então, eu pago e nós vamos. Mesmo que chupe mal, é melhor do que nada. Estou numa seca danada. Nunca mais trepei. - Se quer ir pra algum motel, advirto que não tenho grana. - Macho peba. Ainda por cima, é liso. Vamos lá pra casa, mesmo. Moro sozinha. Fomos. A casa da detetive era modesta mas aconche- gante e bem feminina. Havia flores em jarros espalhados por todo canto. Ela disse: - Vou tomar um banho. Vem comigo. Está com cheiro de hospital. Quando ficamos nus perante o outro, ela admirou-se
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA118 dotamanho do meu cacete. Disse que nunca havia visto um igual. Eu também notei que seu grelo era bastante pronun- ciado mas nem se comparava em tamanho ao da amiga dela, a que fodi junto com a dona do motel onde fomos buscar minha irmã. Alba fez questão de me dar banho, só para ficar manuseando meu cacetão. Ele ficou logo duro. Pedi que o mamasse um pouco. Ela respondeu que só depois que eu a chupasse. Não insisti. Depois do banho, nos enxugamos e ela me levou para um amplo sofá da sala. Deitou-se nele e abriu as pernas. Seu bocetão era enorme, quase do tamanho da mi- nha cara. Seu pinguelo estava ereto. Ela o arregaçou. Deixou a parte sensível, que parecia a cabeça de uma pequena pica, exposta. Disse: - Chupa... Eu chupei. No entanto, segui os ensinamentos da mi- nha mãe: lambi toda a vulva, por dentro e por fora, sem tocar no pinguelo. Ele ficaria por último. Ela repetia: - Não. Aí não. Chupa meu grelo, porra... Eu não lhe dava ouvidos. Continuava chupando seus lábios vaginais e lambendo eles, sem tocar no clitóris. Aí, ela parou de falar. Olhei de esguelha para seu rosto e ela pare- cia concentrada nas lambidas. Estremeceu o corpo quando eu toquei o pinguelo com a ponta da língua. Agora, sim, eu passei a lambe-lo de leve, quase sem toca-lo, de vez em quan- do tremulando a minha língua alí. Ela abriu mais as pernas e apertou mais os olhos, deixando-os permanecer fechados. Meti-lhe o dedo dentro da racha, à procura do seu ponto G. Ela gemeu mais alto. Encontrei o que eu queria. Ela se estre- meceu de novo. A pele ficou toda arrepiada. Ela gemeu mais alto quando continuei chupando o clitóris e massageando seu ponto G. Aí, ela começou a menear o corpo. Depois, serpen- teava no cio. Foi quando eu parei de lamber de leve e dei-lhe uma forte e demorada chupada no grelo. Ela sentou-se de
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA119 repente e agarrou minha cabeça com as duas mãos. Tentou tirar minha boca dali. Gritou: - Para. Para. para. Paaaraaaaaaaaaaa... Eu parei. Olhei para ela. A mulata arfava e tinha uma expressão aperreada no rosto. Forcei seu corpo de encon- tro ao sofá com uma mão espalmada e me atraquei de novo com seu clitóris. Chupei-o com gosto, tomando o cuidado de deixa-lo sempre molhado de saliva. Ela fazia força para se desvencilhar de mim. Eu insistia na chupada. É que tinha percebido o porquê dela dizer que não gostava de trepar com homens: quando estava prestes a gozar, a mulata não se per- mitia. Se afastava do macho. Isso fazia com que permaneces- se sempre insatisfeita, pois interrompia o coito. Então, não liguei para os seus apelos. Até mordisquei seu grelo prote- gendo os dentes com os lábios. Ela foi à loucura. Inesperada- mente, gozou na minha cara. Lançou pequenos jatos inter- rompidos, me sufocando. Ela estava alucinada. Percebia-se que estava tendo seu melhor orgasmo. Então, eu meti o dedo no seu cu, sem que ela esperasse. Fiquei rodando o dedo em seu anel enquanto a chupava. Ela gritou a todos os pulmões: - Ahhhhhhhh Porraaaaaaaaaaaa... Assim... você... me... mataaaaaaaaaaaaaaaaaaa... Ela ficou se estremecendo toda, como se estivesse le- vando um choque. Tinha os olhos revirados. Eu deixei de chupá-la, retirei meu dedo de dentro do seu cusinho e o subs- tituí pela minha pica. Quando ela sentiu seu toque, arregalou os olhos. Aperreou-se. Gaguejou: - V-você não vai... não vai... vai? Sim, eu ia. Fiz o que ela mais temia: enfiei, devagar e sempre, meu caralho todinho no cu apertado dela. Antes que ele entrasse por inteiro, ela peidou várias vezes. Primeiro, a
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA120 mulataficou de boca escancarada e olhos arregalados. De- pois, quando comecei a fazer os movimentos de cópula, ela foi revirando os olhos aos poucos. Eu a fodia bem lentamente, sem pressa. Com o polegar, pressionei bem o grelo enquanto metia em seu cusinho. Aos poucos, seu túnel foi se relaxando. Breve, nem parecia que eu fodia um cu, de tão escorrega- dio e lubrificado que ele estava. Alba continuava estática, de olhos revirados. Lentamente, levantou as pernas dobradas, para me receber mais profundamente. Apressei as estocadas. Ela deixou de ficar de olhos revirados para ficar zarolha. Não saía mais nenhum som da sua garganta. Eu também fiquei estático, com todo o caralho enfiado totalmente no seu rabo. Então, ela teve forças para empurrar meu peito. Queria que eu me afastasse dela. Retirei-me do seu cu bem devagar. Ela urrava a cada centímetro que saia do seu túnel estreito. Alba se levantou com esforço do sofá. Cambaleou em direção ao banheiro, depois caiu com todo o corpo no chão da sala. FIM DA DÉCIMA QUINTA PARTE.
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA121 Capítulo 16 Quando tentei acudir a mulata Alba, ela despertou do breve desmaio. Olhou para mim ainda confusa e depois sua expressão facial mudou. Agora, parecia estar com ódio. Vociferou: - SAIA! SAIA JÁ DAQUI! PRA FORA DA MINHA CASA. XÔ! XÔ! Não rebati. Vesti minhas roupas calmamente, sem nem olhar para ela, depois fui embora sem nem olhar para trás. Ela bateu a porta com força, às minhas costas. Fiquei sem entender aquele ataque de fúria dela. Mas eu queria mesmo ir embora para casa. Estava cansado das fodas dadas todos os dias. Pensei em ligar para Mariana, para que me desse uma carona, mas desisti. Ela iria querer o seu quinhão de esper- ma diário e eu não estava afim. Na verdade, não estava mais afim de trepar com ninguém naquele resto de dia. Descansa-
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA122 riabastante para estar em forma na manhã seguinte. Quem sabe a japonesinha não me convidava de novo à casa dela? Fui pensando nisso até em casa, andando a pé até lá. Foi uma caminhada e tanto, mas cheguei à minha residência antes das cinco da tarde. Estava suado do sol escaldante e corri direto para o banheiro. Não havia ninguém em casa. Achei melhor assim. Comi alguma coisa e caí na cama. Dormi bastante, mas acordei antes das dez da noite. Ainda não tinha chegado ninguém. Achei que minha mãe havia ido para a casa de painho e minha irmã para a residên- cia do namorado. Jantei duas rodelas de inhame com ovos fritos e tomei um café preparado na hora. Liguei a tevê, mas não estava passando nada que prestasse. Senti-me desconfor- tável em casa. Vesti uma roupa e fui pra rua. Estava pensando em ir para algum barzinho. Iria para o mais perto de casa, onde conhecia um dos garçons: o mesmo que havia estado com minha irmã no motel. Assim que ele me viu, fechou a cara. Fingi que não percebi e fui até ele. Eu aleguei estar pro- curando por minha irmã. Perguntei se ele a tinha visto. A resposta do cara me surpreendeu: - Ainda bem que não vi mais aquela puta safada! Eu me contive com esforço. Não tolerava ninguém esculhambando minha irmã, por mais safada que ela fosse. Mesmo assim, perguntei: - O que houve, cara? - Aquela porra me trocou por uma mulher, caralho. Trouxe-me de volta ao bar e foi com a mulata sapatão. Era visível que a lésbica estava afim dela. - Sinto muito, cara. Minha irmã faz coisas que até Deus duvida. Desculpa aí. Mas vim afim de tomar umas cervejas. No entanto, estou liso. Te pago daqui pro final da semana. O cara chiou. Disse que já tinha esgotado sua cota de
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA123 vender fiado mas eu sabia que era porque ele estava chatea- do com a minha irmã e se vingava dela agindo contra mim. Não insisti. Ia voltar para casa quando o celular que tinha no bolso tocou. Era um número desconhecido, mesmo assim atendi. Uma voz masculina falou: - O que houve entre você e minha irmã? Cheguei na casa dela e ela estava se acabando de chorar. Claro que reconheci a voz do irmão de Alba. Perguntei se ele ainda estava de serviço. Negou. Então, eu o convidei para tomar umas, mas alertei-lhe que ele era quem ia pagar. Ele não fez questão. Perguntou onde eu estava e disse que chegaria num instante. Dez ou quinze minutos depois, tomávamos umas cer- vejas no bar onde eu tive o pedido rejeitado pelo garçom. O cara reconheceu Adalberto e falou com ele de forma simpá- tica, mas me ignorou. Não fiquei chateado. Comecei o papo com o negrão: - Olha, eu não entendo as mulheres. Fiz um favor à tua irmã e ela se arretou. Depois de se fartar de sexo, me expul- sou da casa dela. - Vocês transaram? - Sim, e foi muito bom. Depois, ela ficou um porre. Pa- rece que se arrependeu de foder comigo. - Ela gozou? - Sim. Chegou a espirrar gozo no meu peito. - Então, está explicada a reação dela. Minha irmã de- testa gozar. Diz que os homens são egoístas e não a levam ao orgasmo, mas a verdade é que fica se prendendo, para não dar o gostinho da vitória a eles. Assim, pode chamá-los de incompetentes por não faze-la gozar. - Já transasse com ela? O cara demorou a me responder. Tomou vários goles
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA124 decerveja, antes de dizer: - Sim, já cansei de fode-la. Mas ela nunca chegou ao orgasmo comigo. Então, desisti de ter relações com ela. Sou- be que você também já teve relações com dona Hozana, que é tua irmã... - Porra, todo mundo já está sabendo? - Eu me espantei - Mas é verdade. Minha irmã é muito gostosa na cama. - Eu tenho uma namorada, mas trepa muito mal. Me- lhor se nem trepasse. Só não a deixei ainda porque não tenho outra. - Ultimamente, eu não tenho tido dificuldades em ar- ranjar mulher. E as mais bonitas. Nunca tive tanta sorte. - Já transou com Mariana, uma das motoristas de dona Hozana? Aquela é muito bonita e parece gostosa. Sou doido para fodê-la. Mas ela nunca me deu bola. Nem bem Adalberto falou aquilo, ouvimos uma buzina insistente. Olhei na direção do som e vi um táxi parado. Por coincidência, Mariana estava ali. Fiz-lhe um sinal e ela desceu do táxi. Caminhou em nossa direção. O seu andar era muito sensual. O motorista do meu pai não tirava os olhos dela. Cumprimentou-a mas ela só deu atenção a mim. Perguntou: - E então, amanhã está certo? Posso pegar minha enco- menda diária logo cedo? Eu titubeei. Não estava tão disposto a dar-lhe leitinho logo cedo. Isso me deixava indisposto para o trabalho. Ela percebeu minha indecisão. Perguntou: - Fiz algo errado, amor? Ficou chateado por ontem? - Não, não... ontem foi maravilhoso. O problema é que toda vez que te atendo, fico me queixando do cansaço, depois. - A que encomenda ela se refere? Posso pegar com ela e levar onde você queira. Teu pai disse que eu ficasse à tua disposição também.
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA125 Mariana riu. Um riso estardalhaçoso. Se divertia por o cara não saber que tipo de encomenda a gente se referia. Adalberto ficou empulhado. Criou-se um situação descon- fortável para nós três. Ele pediu licença e disse que ia ao ba- nheiro. Quando ele saiu, eu disse para a morena: - O cara acabou de me confessar que é afim de ti. - Ele já me cantou diversas vezes. Eu nunca quis. Dizem que tem um caralho pequeno, apesar de grosso. E você sabe que prefiro os homens caralhudos como você. Ah, antes que ele volte, quero te dizer que adorei transar contigo e com a tua irmã. Ela é muito doida. Mas não é ciumenta e foi con- descendente comigo: deixou-me te chupar até me fartar. Você está querendo me dizer que não tenho meu leitinho amanhã? - Eu realmente estou exausto, Mariana. Gostaria de dar um tempo. Afinal, o desfile foi adiado. - É vedade. Mas eu me viciei em tomar porra. Vou sen- tir tua falta. Nisso, vimos o negrão sair do banheiro. A morena aproveitou para dizer, antes que ele se aproximasse: - Você ficaria chateado se eu finalmente cedesse ao mo- torista? Depois, quando você estiver descansado, voltamos a nos encontrar... - Quem sabe é você. Ele parece um cara legal. E disse que está há tempos sem foder. - Ótimo. Terei uma porçao a mais de porra. Mas lem- bre-se que eu gosto mesmo é do teu cacetão. Não era verdade. Dias depois eu soube que ela e Adal- berto estavam namorando firme. Mariana desapareceu e nunca mais foi me buscar em casa. Também não a vi mais em seu táxi. Cancelou a sua inscrição no concurso. A japo- nesinha me apanhava em casa todos os dias mas não queria nada comigo. Mesmo quando a cantei para domirmos juntos,
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA126 medisse que ainda não estava preparada. Senti que a estava perdendo também. Não mais insisti. A índia tinha voltado para o namorado. Não transou mais comigo. Não procurei mais as irmãs do motel. Havia sido uma trepada sem compromisso. A mulata Alba, irmã de Adalberto, não quis mais saber de conversa comigo. Certa vez a vi com um policial fardado. Estavam aos beijos. Não atrapalhei o casal. Minha mãe foi morar com meu pai e minha irmã com o professor. Eu tranquei a faculdade. Tinha faltado tanto que fatalmente seria reprovado. Fiquei sozinho em casa e me ba- teu uma depressão terrível. Para me livrar dela, visitava mi- nha irmã todos os dias no hospital. Ela estava felicíssima, pois dentro de uma semana teria alta. É certo que ficaria a vida toda dependente de remédios para a pressão, mas o risco de enfarte estava afastado. O câncer no ânus também regredira e ela já não precisava mais da químio. Percebeu que eu andava triste e perguntou o motivo. Eu lhe confidenciei que já esta- va uns vinte dias sem trepar. Ela ficou penalizada. Perguntou por que eu não pegava uma das modelos da empresa e eu dis- se que era tímido demais para “cantar” alguma delas. Pergun- tou-me pela virgem que trabalhava na sala contígua à minha. Eu a achava um tanto insossa e tímida. Não tinha interesse de transar com ela. Perguntou se eu não me interessava por sua motorista japa e eu menti, dizendo-lhe que a achava feia. Então, ela me disse que não tinha nada mais o que fazer. Des- pedi-me de Hozana dizendo que iria encher a cara em algum bar. Eu já podia pagar minha própria cerveja, pois havia rece- bido meu primeiro salário. Veio com um bônus substancioso, por eu ter me virado sozinho na empresa. Fui para o mesmo bar perto de casa, onde o garçom que havia saído com a minha irmã trabalhava. O cara, quan-
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA127 do me viu, mandou outro garçom me servir. Vi quando ele cochichava ao ouvido do sujeito, olhando para mim. Fiquei chateado, mas não queria confusão. O bar estava cheio. Havia muitas mulheres bonitas, mas a maioria estava acompanhada. Então, sentada a uma mesa afastada do centro das atenções, vi uma coroa bonitona. Ela tinha as pernas cruzadas e olhava para mim. Devia ter a idade de minha mãe. Talvez um pouco menos. Estava elegantemente vestida e parecia uma mode- lo. Seus gestos eram finos. Continuava sem tirar os olhos de mim. Olhei em volta para ver se não estava enganado. Ela olhava mesmo em minha direção. Observei-a mais detida- mente. Ela tomava Campari, enquanto todo mundo preferia cervejas. Quando o garçom que me atendia passou, pedi uma dose da bebida vermelha a ele. Ele a trouxe com bastante gelo. Não toquei na dose. Continuei tomando minha cerveja. Olhei para a coroa bonitona. Ela sorria para mim, divertida. Levantei o copo rubro, oferecendo-lhe a bebida. Ela piscou-me um olho mas não veio para a minha mesa. Ao invés disso, chamou o garçom e pagou sua conta. Depois, levantou-se e andou elegantemente em direção ao banheiro das mulheres. O garçom limpou sua mesa e alguém sentou-se nela. Perdi o interesse pela coroa, já que tudo indi- cava que ela iria embora, e voltei minha atenção para outra mulheres. Não havia ninguém que despertasse o meu interes- se. Voltei a ficar triste. Aí, senti uma presença ao meu lado. Para a minha surpresa, a coroa estava de pé junto a mim. Perguntou: - A bebida foi para mim? - Oh, sim, se me der o prazer de sentar-se à minha mesa. - O prazer será todo meu. Queria mesmo me aproxi- mar de você. - Disse ela, sentando-se ao meu lado. - Pode me dizer o porquê? - Talvez depois. Agora, gostaria de te conhecer melhor.
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA128 Comoé teu nome? - Felipe, senhora. - Se me chamar de novo de senhora, me levanto e vou- -me embora. - Desculpe. Acho que é a força do hábito. - Tudo bem. Disse se chamar Felipe? - Sim. Por quê? - Nada. Acho que estava te confundindo com alguém. É muito parecido, mas a pessoa seria bem mais velha. E não se chama Felipe. - Entendo. Isso significa que vou ficar sem a tua com- panhia? - Ela seria importante para você? - Muito. Estou solitário e gostaria bastante que ficasse comigo. - Para quê? - Para conversarmos um pouco, claro. - E depois? - Depois, seja o que você e Deus quiser. Ela sorriu. Um sorriso maravilhoso. Fiquei encantado. Perguntei o seu nome. Ela respondeu: - Dalva, como a estrela. Mas sem o mesmo brilho, cla- ro. Acho-me uma estrela decadente. - Cadente, quer dizer? - Não. Decadente mesmo. Já fui muito bonita. Adoeci e perdi parte de minha beleza. - Ainda está linda. Confesso que me senti atraído por ti. Por isso, te ofereci a bebida. - Então, seja o que eu e Deus quisermos. Confesso que gosto de homens mais velhos, mais experientes. Mas sinto- -me lisojeada de ter te chamado a atenção. Nunca estive com alguém tão jovem. - Isso te seria um problema? - Não sei. O que tem a me oferecer?
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA129 Fui pego de surpresa pela pergunta. Fiquei empulhado. Ela percebeu e me deu outro sorriso maravilhoso. Tomei co- ragem para dizer: - Apenas algo grande e grosso, estrela. Não sou um ra- paz de muitas posses. Ela deu uma risada. Mais sonora do que escandalosa. Não ficou chateada por ter-lhe sido tão grosso. Falou: - Muito espirituoso, exatamente como alguém que co- nheci. Continuo gostando de ter encontrado você. Mas avi- so que estou há muito sem ter ninguém e não respondo por meus atos, se me tornar libidinosa. - Eu irei adorar. Cerca de duas horas depois, chamei-a para um motel. Ela disse: - Sou uma senhora de respeito. Também sou conhecida pela Imprensa. Preferiro que a gente vá para a minha casa. Seríamos mais discretos e me sentirei mais segura lá. - Nenhum problema. Se confia em estar a sós comigo, farei de tudo para que esteja à vontade. Ela tinha urgência de ter meu corpo. Despiu-me assim que entramos na sua enorme casa, num bairro nobre do Reci- fe. Levou-me a sua residência dirigindo um carro do ano. Es- tava muito à vontade comigo. Mas pareceu endoidar quando se viu a sós dentro de casa. Nem esperou que eu tomasse um banho, tarou-me logo na sala. Uma sala muito bem decorada, devo dizer. Depois de me tirar toda a roupa, pediu-me que eu a livrasse da dela. Descobri um corpo perfeito, muito mais bonito do que o da minha mãe. Quando viu meu falo enor- me, levou-o à boca imediatamente. Mamou-me com uma ur- gência tal que eu desconfiei de que fosse maluca. Mas ela não me machucou. Deu-me um demorado banho de língua, sem
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA130 pronunciaruma só palavra desde que chegamos. Depois, me puxou pela mão e quase corremos até o amplo quarto. Jogou- -se sobre a cama e me chamou para vir por cima. Beijei-a da cabeça aos pés. Mamei seus peitos peque- ninos, subi para a boca, desci ao umbigo e acabei beijando sua vulva. Era cheirosa e tinha gosto de fruta madura. Porra, meu cacete doía de tão duro. Ela o manipulava enquanto eu a chupava. Empurrou minha cabeça entre as pernas , quando sentiu o primeiro orgasmo. Pediu-me: - Não me martirize demais. Eu estou carente de sexo. Tenho ânsias de ter esse instrumento enorme dentro de mim. Não me fiz de rogado. Nem precisava lubrificar a pica pois a coroa já estava encharcada. A peia entrou estrangulada na racha, de tão apertada que ela era. Ela começou a chora- mingar mas eu vi que era de prazer. Continuei metendo na sua xota, até que minha trolha entrou por inteiro. Ela me jo- gou de cima dela e assumiu o coito. Enfiou-se no meu cacete e fez os movimentos de cópula. Rebolava na minha pica que era uma beleza. Continuava em pranto. Quando aumentou a velocidade do galope, enfiei-lhe um dedo no cusinho. Ela gemeu demoradamente. Sorria quando sussurrou: - Ai que saudade de algo assim no meu ânus. - Gosta do coito anal? - Gostava. Aliás, adorava. Mas faz tempo que não pra- tico. - Quer tentar? Também adoro. - Depois. Temos a noite toda. Eu quero gozar pela vulva primeiro. Continuou me cavalgando até que gozou várias vezes na minha rola. Quando pensei que iria cair de lado, exausta, eis que saiu de cima de mim e se posicionou de quatro ao meu lado. Ajeitei-me atrás dela. Primeiro, fugiu da minha in-
  • 131.
    MINHA IRMÃ BUNDEIRA131 vasão em seu reto, temerosa. Pedi que tivesse calma. Eu iria procurar não machuca-la. Relaxou. Então, a nossa foda anal foi maravilhosa. Nunca demorei tanto enfiado num cu. Ela voltou a gozar várias vezes. Quando eu finalmente gozei, ela retirou-se do meu falo e o chupou até não sobrar nem um pingo de porra. Dessa vez, ambos deitamos lado a lado. Es- távamos arfantes do esforço. Ela beijou-me demoradamente, como se estivesse me agradecendo pelo prazer. Depois virou-se de lado, de costas para mim, e ador- meceu. Fiquei surpreso, quando a ouvi ressonando. Deu-me vontade de mijar e procurei por um banheiro. Não havia suíte onde estávamos. Percorri um longo corredor, até achar um W.C. no final. Fiz xixi e ia voltando, quando passei por um quarto com a porta aberta. Curioso, olhei para dentro. O quarto estava muito bem arrumado e limpo e tinha nele uma cama enorme. Numa parede, vi uma fotografia antiga de um casal. Me dei o direito de entrar no quarto e olhei a fotografia de perto. Não havia dúvida: nela estavam a bela coroa e um jovem, que reconheci como sendo meu pai. Eu era idêntico a ele quando era jovem. Eu acabara de foder a mulher que fora apaixonada por meu pai e que o deixou quando soube que ele vivia fodendo a própria irmã! Agora eu sabia porque ela tinha me achado familiar. Era muita coincidência, encontrar justamente a antiga aman- te de meu pai. E eu parecia fadado a me apaixonar por ela. A coroa era linda e trepava muito bem. Voltei para perto de Dalva. Beijei-a no rosto, mas ela não acordou. Retornei ao banheiro, tomei um banho demorado e voltei para o quarto. Adormeci ao lado da bela coroa. FIM DA DÉCIMA SEXTA PARTE
  • 132.
    MINHA IRMÃ BUNDEIRA132 Capítulofinal No outro dia, acordei com o cheiro forte de café. A porta do quarto estava escancarada. A coroa não estava mais ao meu lado. Levantei-me e, sem me vestir, fui em direção de onde vinha o cheiro. Fui flagrado nu por uma senhora apa- rentando a mesma idade de Dalva, fazendo café na cozinha. Assustei-me, mas ela não. Pedi desculpas por estar nu e ia voltando para o quarto, empulhado, quando ela me chamou: - Venha já pra cá! A senhora Dalva saiu logo cedo para trabalhar, mas deixou recomendações para eu te tratar muito bem. - Deixe-me vestir uma roupa primeiro. - Não, senhor! Não quero perder o espetáculo que é ficar vendo esse caralho enorme. E eu já te vi nu, enquanto dormia. Dê o prazer a essa coroa aqui de continuar te vendo despido.
  • 133.
    MINHA IRMÃ BUNDEIRA133 Voltei sorrindo. Gostei da coroa. Ela era bonita, mas não chegava aos pés de Dalva. Perguntei: - Quem é e senhora? - A mordoma, claro, meu jovem. Estou feliz. Fazia mais de dez anos que eu não via Dalva com alguém. Ela soube escolher. O jovem é bonito e bem dotado, do jeito que eu gos- to. Que me desculpe o enxerimento, mas Dalva não iria ficar chateada se eu me aproveitasse de você. Somos muito amigas. - Quem sabe uma outra vez? Estou atrasado para o tra- balho. Vou provar do teu café e nem vou tomar banho; vou- -me embora. - Se quiser, te dou um banho rápido. Nem que seja de língua. Eu ri, mas declinei da ideia. Achei a coroa assanhada mas direta. Eu gostava de gente direta. Tomei o café que me foi oferecido e dei-lhe um beijo rápido nos lábios. Ela quase desmaia de felicidade. Corri para trocar de roupa. Chamei um táxi por telefone para ir para a empresa. Para minha sur- presa, quem atendeu ao chamado foi Mariana. Quando me viu, ficou contente. Quis me beijar mas eu me esquivei. Esta- va chateado por ela ter desaparecido sem me dar notícias. Aí, percebi seu barrigão. Ela estava grávida! - É do negrão? - Perguntei. - Sim. Estamos juntos, ainda. Fiquei buchuda logo na primeira trepada. Não tive coragem de abortar. - Nem deve. Não acho legal. - Mas não pretendo ficar com Adalberto a vida toda. Ele já me disse que, se eu quiser, a irmã toma de conta da criança. Não acho justo, apesar de não ter amor ao bebê. - Entendo. O que pretende fazer? - Não sei. Você me aceitaria de volta? - Não, Mariana. Esperei por você um tempão. Como não apareceu, estou comprometido com outra. - Menti.
  • 134.
    MINHA IRMÃ BUNDEIRA134 Elafez uma carinha triste. Depois, iniciou a corrida. Deixou-me na frente do escritório de modas. Roubou-me um rápido beijo e foi-se embora. Percebi que estava chorando. Entrei. Deparei-me com uma festinha no escritório. Hozana havia voltado ao trabalho e a recepcionaram com alegria. Compraram uns salgadinhos, refrigerantes e uma torta e ovacionaram a chefa. Cheguei atrasado mas a tempo. Ela abraçou-se comigo. Pediu a atenção de todos para dizer: - Gente, eu lamento informar a vocês que encontrei um irmão que nem sabia existir. Uma pena, pois me apaixonei por ele antes de saber disso. Agora, é tarde. Já cometemos incesto e foi muito bom. No entanto, sabendo que somos consanguíneos, não há mais condiçoes de continuar me deli- ciando com a rola grande e grossa dele. Alguém se habilita a assumir meu lugar? Fez silêncio total, até que um dos modelos, um cara gaiato, afirmou: - Sim, eu assumo a falta dele com a senhora. Como não somos irmãos, posso foder-te à vontade. Todos riram, menos Hozana. Quando diminuiu a bal- búrdia, ela respondeu: - Você é uma pessoa prestativa e eu estou convalescen- te. Nem tão cedo poderei foder. Meu irmão irá se ressentir disso. Portanto, ficarei feliz se você assumir mesmo o meu lugar, dando a bunda para ele! A risadagem foi maior. O cara ficou empulhado. Abai- xou a cabeça e saiu da sala. A festa continuou. Hozana decre- tou: - Mandem trazer cervejas. Eu não posso beber, mas vocês devem beber por mim. Por hoje acabou o expediente. Podem beber à vontade, já que hoje é sexta-feira. Descansem.
  • 135.
    MINHA IRMÃ BUNDEIRA135 Na segunda, começa a correria para realizarmos o desfile. Es- tejam todos aqui. Depois dessas palavras, Hozana foi aplaudida. Agrade- ceu e me puxou pelo braço. Disse: - Vamos à minha sala. Quero falar contigo. Quando chegamos lá, ela ficou triste. Disse-me: - Estou doida para voltar a dar meu cusinho a ti, mas minha médica foi contra. Pediu-me que eu passasse ao me- nos uns três meses sem praticar o coito anal. O que faremos? Não sei se vou aguentar passar tanto tempo sem dar meu rabo. Porém, teu caralho é muito grande e grosso. Não vou suporta-lo. Aí, fico querendo que ele fosse pequeno... - Está me dizendo que quer transar com outro que te- nha um cacete menor, mana? - Se fosse assim, você me perdoaria? Não quero que fique com raiva de mim. Ainda pretendo transar bem muito contigo. - Você me permitiu trepar com quem eu quisesse. In- clusive, ordenou que tuas funcionáras me deixassem satisfei- to. Eu não poderia te impedir de foder, mana. - Pode, sim. É só dizer que não quer. Eu te atenderia. - Não seria justo. Está liberada. Pode foder á vontade. Isso não mudará as coisas entre nós. Ela atirou-se em meus braços e me beijou de língua. Depois, confessou: - Eu gostaria que você me escolhesse um parceiro. Fica- ria mais fácil me livrar dele, depois. - Conheço um cara mas, por enquanto, ele é compro- metido. - Não me importa. Roubaram meu noivo. Roubo, en- tão, o macho de outra. - Disse ela, sorrindo. - Ele é o motorista de papai.
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA136 -Adalberto? Acho aquele negro lindo. Deixa que eu mesma esfrego minha tabaca na cara dele. Ele é muito tími- do, vou adorar mexer com os brios dele. - Você não presta - eu disse, beijando-a. Ela correspon- deu longamente ao beijo. Depois, falou: - Vou ligar para a minha médica. Preciso dizer-lhe que já tenho um parceiro sexual. Vou pedir que ela me dê umas dicas de como dar o cu sem forçar muito minhas pregas. Dito isso, pegou o telefone e teclou um número. Quan- do atenderam, ela marcou uma consulta com a doutora para o dia seguinte. Depois, me pediu: - Ainda estou fraca das pernas. Vou querer que você me leve até o consultório, mano. Pode ser? - Claro. Pode contar comigo. Naquele dia, dormi cedo na casa de Hozana para es- tar acordado de manhãzinha. Era um sábado, mas a médica dela aceitou atendê-la. Minha irmã ligou para uma de suas motoristas para que ela fosse nos apanhar de carro. Foi Ma- riko quem apareceu. Tratou-me como se não me conhecesse. Voltei a ficar chateado mas não reclamei. Fomos a uma clíni- ca particular. Quando Mariko quis ficar esperando no carro, Hozana afirmou: - Minha médica é muito conservadora. Não iria se sen- tir à vontade me dando conselhos de como devo dar o cu na frente de um homem. Você vem comigo, Mariko. Meu irmão fica esperando aqui no carro. Fiquei frustrado. Eu teria gostado de saber o que a mé- dica recomendaria para minha irmã, para que ela desse seu buraquinho gostoso. Mas tudo bem: eu perguntaria a Hozana qual tinha sido o papo com a doutora. Demoraram-se mais de uma hora. Quando voltaram, Hozana estava sorridente. A
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA137 japa também. Perguntei a Hozana o que tinha rolado por lá. Ela respondeu: - Segredo feminino. Depois, te digo. Mas não agora. Entraram no carro e Mariko fez manobra para sair do estacionamento. Quando a japa deu ré, quase batemos num carro novíssimo. Reconheci-lhe a placa, mas quis ter certeza. Perguntei a Hozana: - Qual o nome da tua médica? - Dalva de Oliveira, como a cantora. Por quê? - Oh, nada não. Achei que tinha reconhecido esse carro que quase batemos mas acredito que estou enganado. Eu não estava. O carro pertencia a Dalva, a coroa que eu passara a noite em sua residência. Não podia ser mera coincidência ela ser médica de Hozana. Perguntei: - De onde conheceste a tua médica? - Andei pesquisando e descobri que ela foi uma velha amante de nosso pai. Ela sabe que sou sua filha, mas ele não sabe que a encontrei. Nosso pai foi apaixonado por ela, sa- bia? Mas a doutora Dalva não quer encontra-lo. Disse que o deixou por ele ter cometido incesto. Ela odeia isso. Não quer ve-lo nem pintado a ouro. Fiquei calado. Ainda bem que não fui com Hozana. Não queria que a médica me visse com ela. Com certeza iria perceber que também pratico incesto e poderia não me que- rer mais. E eu estava afim da coroa. Não ia querer perdê-la. isso não. Hozana me tirou dos pensamentos libidinosos ao me perguntar: - Vai querer voltar lá pra casa ou peço para Mariko te levar em tua residência, depois de me deixar na minha? - Prefiro ir para a minha casa, mana. Não me sinto mui- to bem. Ando estressado. - Okay. Depois te dou notícias do negrão. Vou pedir
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA138 queele durma lá em casa, hoje. Depois, te conto o resultado. - Se quiser, posso dar umas massagens no senhor Feli- pe, dona Hozana. É bom para tirar o estresse. E a senhora não precisa me pagar. Eu o farei de bom grado. E agradeço por a senhora ter me levado junto ao consultório. Os conselhos dados pela médica me foram muito úteis. Obrigada. - Então, deixe-me em casa e leve meu irmão à dele. Cuide bem do bichinho - disse minha irmã, me piscando um olho. Eu estava “voando”. Não entendia a mudança de com- portamento da japa. Mesmo assim, agradeci. Depois que minha irmã saltou em casa, Mariko, que viera o tempo todo calada, pediu-me: - Venha para o banco da frente, por favor. Não precisa ter medo de mim. Eu fui. Achei estranho ela estar se insinuando pra mim, depois de ter me evitado o tempo todo, desde que fodemos na casa dela. Quando me acomodei ao seu lado, ela pergun- tou: - Pode me dar a honra de ir para a minha humilde re- sidência? Hoje me sinto confiante para termos, finalmente, o sexo anal. Eu me espantei com a suas palavras. Ela estava de cabe- ça baixa, como se estivesse acanhada. Perguntei; - Qual o porquê disso agora, Mariko? - Eu e tua irmã tivemos uma conversa muito esclare- cedora com a doutora Dalva. Ela nos ensinou uma forma de praticarmos o coito anal sem ficarmos tão agredidas. Estou doida para experimentar seus conselhos com Felipe San. Eu a beijei, contente. Ela retribuiu o beijo com ternu- ra. Fomos para a sua casa. Eu estava curioso para saber qual conselho a bela coroa tinha dado às duas. Tomamos banho
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA139 juntos, na mesma banheira. Eu já estava excitado. Quis fazer sexo ali mesmo, mas ela pediu que eu tivesse a paciência de esperar que chegássemos ao quarto. Quando terminamos o banho e ela me enxugou com carinho, alisando meu cacete ereto, fomos para lá. Ela me pediu que eu trouxesse uma es- pécie de centro todo acolchoado que havia na sala e o dispôs no meio do quarto. Primeiro, me chupou com leveza. Apenas se certificava de que minha ereção era suficiente para o anal. Depois, deitou-se sobre a beirada do móvel que eu levei até ali, ficando com as pernas estiradas e abertas fora dele. Pediu que eu me posicionasse entre elas e pôs os dois pés, com as pernas dobradas, no meu peito. Eu notei logo que aquela era a posição confortável para o coito anal indicada pela médica. Coincidentemente, era a mesma ensinada por mamãe e pela morena Mariana que eu usei para foder Raffa. Sorri, contente. Já sabia o que fazer para levar a japonesinha à loucura, como ela fez comigo logo na primeira vez que tivemos sexo. Tratei de dar-lhe um ba- nho de língua, antes de parafusar minha pica no ânus dela. Procurei fazer todos os meus movimentos em câmera lenta, como ela havia feito comigo. Eu sabia que ela gostava assim. No entanto, ela me alertou: - Não precisa imitar meus movimentos, amor. Aja sen- do você mesmo. - É que às vezes sou muito impulsivo, pra não dizer ta- rado, Mariko. E não quero que fique com raiva de mim. - Juro que não ficarei. Você não seria capaz de me es- tuprar como meu ex marido fazia todos os dias. Disso, eu tenho a certeza. Quero mesmo experimentar o coito anal. Se não gostar, é porque fui incompetente para satisfazer meu homem! Perdi o receio de enraba-la. Parafusei minha pica entre as suas pregas e forcei a entrada. Ela permaneceu estática.
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA140 Tambémnão gemeu, nem quando eu lhe enfiei meu caralho todo. Permaneceu parada. Iniciei os movimentos de cópula e nada. Quando eu já pensava em desistir, achando que ela não estava gostando, Mariko deu um gemido. Eu me animei. De repente, ela pareceu ter recebido o espírito de uma cabocla bundeira. Passou a gemer alto e a gozar no meu pau. Cheguei a pensar que estava fingindo, mas ela “mijou” em meu peito. A partir de então, tornou a trepada a mais gostosa que eu já tinha dado em toda minha vida. Depois de quase meia hora de foda, gozamos ao mesmo tempo. Em seguida, deitei-me sobre ela. Estávamos exaustos, mas satisfeitos. E P Í L O G O O desfile foi um sucesso. A loira Adriella bem que se esforçou, mas demonstrava logo ser uma puta. Andava como uma. Foi vaiada pelos presentes. Terminou sendo cortada por Hozana quando voltou ao camarim. Saiu vociferando. Tam- bém vi Mariana na plateia. Estava com um barrigão enorme, ao lado do negrão. Bruna, que não gostava de ser chamada de Angelina, arrasou. Foi a mais aplaudida pelos presentes. Hozana me abraçou, me pedindo desculpas por não ter me dado crédito quanto à escolha dela. Afora a apresentação de Adriella, o evento foi um arraso. Fomos aplaudidos de pé. Minha mãe assistiu tudo logo na primeira fila com meu pai, ao lado do professor, que estava de mãos dadas com Raffa. Estavam todos felizes. Ele nunca tocou no assunto de ter sido seviciado por mim. E eu fiquei na minha. Felizmente, a médica Dalva de Oliveira não compare- ceu. Estava de plantão na clínica. Mas a sua governanta esteve presente. Estava belíssima e elegante e não tirava os olhos de mim. Mandou-me um beijinho nas pontas dos dedos, quan- do percebeu que eu a tinha visto. Na noite anterior, eu a tinha fodido na ausência da doutora. Pedi que ela guardasse segre- do. Ela exigiu outras fodas para permanecer calada.
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    MINHA IRMÃ BUNDEIRA141 Alugamos a casa onde morávamos e minha mãe mu- dou-se de vez para a residência do meu pai/tio. Ele a pro- moveu a chefe geral da Enfermaria do hospital. Sabendo-a casada com o dono do estabelecimento, os médicos passaram a respeita-la. Quem se meteu a besta foi demitido por ela. E Raffa parecia ter dado certo com o professor. Não mais me procurou. No entanto, eu soube que andava traindo o mestre com o garçom. Minha irmã Hozana continuava se encon- trando às escondidas com o negrão. Ele dizia que iria deixar Mariana assim que ela tivesse o bebê. Hozana o demovia da ideia. Preferia-o casado com outra a viver com ele. Quanto a mim, estava feliz com a japonesa, apesar de dar meus saltos fora do convívio com ela para foder a dou- tora. Mas esta dava tanto plantão que tornava difícil o nosso relacionamento. Aí eu acabava fodendo com sua bela gover- nanta. No entanto, eu não pretendia deixa-la tão cedo. Dois anos depois, quando a japa se formou em Medicina, me ar- rastou numa viagem para o Japão. Talvez um dia eu conte essa história. O fato é que terminei abandonando de vez a universidade. Estava muito bem empregado e ganhando bas- tante dinheiro no escritório de modas. FIM DA SÉRIE.