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EHROS TOMASINI 1
OFERTA SAFADA DA CASA2
Um
Anegra entrou toda desconfiada na locadora. Esperou à
distância que um cliente fosse atendido, depois se apro-
ximou do balcão. Disse:
- Bom dia, moço. Minha patroa pediu que eu alocasse
um filme especial. Disse que o senhor sabia o que mandar
para ela. Autorizou-me a ficar com o bônus.
O negro que atendia no balcão olhou sorridente para
ela. Era um sujeito alto, bonitão, de olhos azuis. Pouca gente
sabia que ele usava lentes de contato coloridas. Ele avaliou
a negra que estava à sua frente. Era novinha. Devia ter, no
máximo, uns dezessete anos. Não era bonita mas também
não era de se jogar fora. Tinha pernas grossas e era alta. Ele
perguntou:
- Por acaso, posso saber o nome da tua patroa? Tenho
muitas clientes que pedem filmes especiais. Preciso saber
EHROS TOMASINI 3
quem são, para poder escolher um que lhe agrade.
- Minha patroa se chama Helenita.
- Não me recordo desse nome. A senhorita não errou
de locadora?
A moça ficou indecisa. Tirou um pedaço de papel do
bolso e mostrou a ele. Disse:
- Ela me deu esse pedaço de papel, moço. Não sei o
que está escrito aí, mas perguntei a um senhor na rua: ele me
indicou esse endereço. Até me trouxe perto daqui. Mas era
muito enxerido. Corri logo dele.
O atendente leu o que estava grafado mas não reconhe-
ceu a letra. Era apenas o endereço da sua locadora e nada
mais. Insistiu:
- É mesmo o endereço daqui, mas não tem nada além
escrito. Volto a dizer que não conheço tua patroa. Sinto mui-
to, mas não posso atende-la. Peça para ela me escrever um
bilhete, detalhando o que quer ou me dizendo quem é.
- Ela já saiu para trabalhar, moço. Só volta de noite.
Disse que eu não deixasse de pegar sua encomenda.
- Não tem como ligar para ela?
- Ela leva seu celular. Faz tempo que retirou o aparelho
telefônico antigo de casa. Disse que era pra a gente não gastar
com telefonemas demorados.
- Hmmmmmmmmmm, parece que tua patroa é um
tanto pirangueira. Continuo não sabendo quem é. Quem tra-
balha contigo lá?
- Só trabalho eu. Mas tem as empregadas de outras pa-
troas do prédio que vão lá pra casa. Eram elas que gastavam
o telefone da minha patroa. Eu sou sozinha no mundo, nem
tenho pra quem ligar.
- Entendo. Como é teu nome? O meu é Maurício.
- O meu é Nanda. Será que eu trazendo uma foto da
patroa o senhor não a reconheceria?
OFERTA SAFADA DA CASA4
- Oh, faça isso. Sabendo de quem se trata, fica mais fácil
escolher o filme para ela.
Nanda foi num pé e voltou noutro, trazendo uma foto
e uma outra empregada doméstica junto. Maurício ficou logo
sabendo de quem se tratava, antes mesmo dela mostrar a
foto. Afirmou:
- Por tua amiga, já sei sei quem é tua patroa. Como está
ela? Porém, eu não sabia que seu nome é Helenita. A conhe-
cia como Estela.
- Eu menti, moço. A encomenda é mesmo pra dona
Estela. Ela mandou minha amiga vir pegar o pacote, mas ela
ficou com vergonha. Disse que me dava o bônus que a patroa
repassou para ela se eu viesse em seu lugar.
- Você sabe qual é o bônus, Nanda?
- Sei não, senhor. Deve ser coisa barata, senão a patroa
não estaria cedendo pra gente.
- Vocês são de maior? Da última vez que tua amiga aí
esteve aqui eu não lhe dei o bônus por ela ser de menor.
- Eu completo dezoito anos amanhã.
- Oh, meus parabéns. Você tem namorado?
- Que conversa é essa, moço? - Estranhou a negra.
- O bônus é para maiores de idade. De preferência se
não tiverem namorado. Não quero problemas, entende?
- De quem é essa locadora? Vou reclamar ao dono - dis-
se a negra, com raiva.
- Eu sou o dono. Pode reclamar a mim.
- Assim, não vale. Nos dê a encomenda que queremos
ir embora.
- Posso dar a encomenda de dona Estela sem proble-
mas. Só não vão ter o bônus. Digam que, se ela quiser, que ela
mesma venha aqui pegar.
- Isso é um desaforo, moço. Dona Estela não tem tem-
po de vir. Ela trabalha o dia todo.
- Eu também. Ela pode vir depois do expediente. Aqui
EHROS TOMASINI 5
ainda estará aberto.
Nanda respirou fundo. A outra só escutava. A negra
decidiu-se:
- Está bem. Eu tenho um namorado, mas ele pouco
aparece, mesmo. Sempre inventa que está trabalhando e só
chega cansado.
- Uma vez ele me disse que é porque você não quer
transar com ele. - Falou, finalmente, a amiga de Nanda.
- Isso não é verdade. Já transamos sim, mas parece que
ele não gostou. Sumiu, desde então. Manda recado pelos ami-
gos com desculpas.
O balconista se divertia com a conversa das duas. Mas
fazia que não estava prestando atenção. A negra perguntou:
- Como é? Vai me dar ou não o bônus? Acabei de dizer
que não tenho namorado.
- Não. Você acabou de confessar que tem um, mesmo
que ele seja ausente. Nada feito.
- Me dá logo essa porra desse bônus antes que eu me
enfeze, moço.
A negra estava raivosa. O balconista de olhos azuis
afastou-se do balcão para pegar algo. A negra completou:
- E não precisa embalar a encomenda da patroa dela.
Ela joga o saco no meio da casa. É mais trabalho para a mi-
nha amiga.
O atendente voltou com três filmes pornôs. Entregou-
-os à negra. Ela escandalizou-se com as capas. Mostravam
cenas de sexo explícito.
- Que porra é isso?
- A encomenda de dona Estela, claro.
- Mentira! A patroa da minha amiga tem mais de ses-
senta anos. Não iria querer ver essas porcarias.
OFERTA SAFADA DA CASA6
- Ela vê, sim, Nanda. E ainda fica tocando siririca den-
tro de casa. Ainda bem que me larga cedo, antes de fazer
sacanagem. Mas uma vez eu esqueci algo e precisei voltar.
Flagrei-a de pernas abertas fazendo safadezas. - Declarou a
amiga de Nanda.
O negro ainda fingia não estar prestando atenção à
conversa. Dava a impressão de que estava preenchendo uns
formulários. A doméstica disse:
- Agora, fiquei curiosa para saber o que é o tal bônus.
Pode trazer para mim, moço?
- Infelizmente, terá que pegá-lo num compartimento
lá dentro.
- Então, vamos comigo, amiga?
- Ela não pode ir. É de menor. Terá que te esperar aqui.
- Ela vai comigo, sim. Eu sou quase de maior e me res-
ponsabilizo por ela. Não vou entrar aí sozinha com o senhor.
- Tudo bem. Se quer mesmo ir, não vou te impedir. E
não vão entrar comigo. Sigam a seta e encontrarão o que que-
rem no final do corredor.
As duas entraram num corredor deserto, sem portas,
até chegar ao final. Seguiam ansiosas mas desconfiadas. Nan-
da ia na frente. A outra perguntou:
- E se for uma armadilha, Nanda?
- Nós corremos, Fia. Não se preocupe. Te defendo com
unhas e dentes.
Chegaram a uma única porta visível. Esta estava ape-
nas encostada. Ainda desconfiadas, olharam para dentro. Era
um cubículo não muito grande. Tinha uma cadeira de frente
a uma tevê ligada, onde passava um filme de sexo. Fia disse:
- Deve ser uma sala reservada para quem quiser assistir
um filme de safadezas.
- Deve ser mais que isso. Quem quer que seja que ve-
EHROS TOMASINI 7
nha aqui, não viria sozinho. Traria alguma companhia. E só
estou vendo um único lugar para se sentar. - Disse Nanda.
- Então, vamos esperar. Devem vir nos atender. - Falou
a mais jovem.
Nanda olhou em volta. As paredes eram todas pichadas
com letras grandes. Pena que ela não sabia ler. Mas Fia disse:
- Tem um bocado de safadeza escrita nas paredes. Pare-
ce um banheiro de puteiro.
- Você já entrou nalgum banheiro de puteiro, Fia?
A outra baixou a cabeça. Disse:
- Sim. Eu era puta lá no meu Interior. Minha família
passava fome e acabei fugindo de casa. Fui parar num putei-
ro. Eu tinha apenas catorze anos de idade. Comi o pão que o
diabo amassou, lá.
- Eu não sabia, amiga. Nunca vi qualquer comporta-
mento repreensível teu aqui.
- Dona Estela foi quem me tirou de lá. Queria alguém
pra trabalhar na casa dela e soube que tinha uma menor de
idade no puteiro. Ameaçou chamar a Polícia para eles. Aí, me
trouxe para cá.
- Você é mais feliz aqui? - Perguntou Nanda, sentando-
-se na única cadeira.
- Sim. Dona Estela me trata bem. Só me ressinto de não
ter um namorado. Ela não me deixa sair de casa. Só quando
é pra fazer mandados.
Ouviram um barulho. Ficaram alertas. Só então a ne-
gra percebeu um buraco com uns dez centímetros de diâme-
tro em uma das paredes. Era a única de madeira. As outras
eram de tijolo e cimento. Pouco depois, tiveram uma grande
surpresa: um caralho enorme, de quase quarenta centíme-
tros de comprimento por cinco de circunferência, apareceu
no buraco redondo da tábua. As duas se entreolharam. Fia
OFERTA SAFADA DA CASA8
sorriu. Nanda, não.
- Puta que pariu. Vou dar naquele negro safado lá de
fora. Espera aqui. - Disse a negra.
A doméstica saiu furiosa. Fia, no entanto, nem prestou
atenção ao que ela dizia. Estava maravilhada com o tamanho
da jeba. Até a mediu com o palmo. Quando Nanda chegou
onde o negro de olhos azuis a atendeu, não havia ninguém lá.
Voltou mais furiosa ainda para perto da amiga. Encontrou-a
chupando o enorme cacete. A baba descia, ela tentando abar-
ca-lo com a boca. Nanda gritou:
- O que está fazendo?
- Aproveitando. Sei lá quando vou ter outra oportuni-
dade?...
Nanda ficou olhando furiosa a outra mamar no enor-
me cacete. Queria arrasta-la dali. Ao mesmo tempo, estava
fascinada pelo tamanho da jeba do cara. Acreditava que era o
negrão que a tinha atendido que estava com o pau pra dentro
do buraco. Gritou em direção à parede:
- Você é um cabra safado. Vou te denunciar por sedu-
ção de menores, vai ver. Vão fechar essa merda.
Não houve resposta por quem estava com o pau através
da madeira. Aí, Fia perguntou:
- Quer um pouco? Dá pra nós duas.
Nanda ficou indecisa, mas só por uns segundos. Ajo-
elhou-se perto da amiga e tomou-lhe o enorme cacete das
mãos. Inesperadamente, deu uma mordida no meio da vara.
Achou que o negro iria se retirar do buraco, por causa da dor.
Ele nem se moveu. Ela achou estranho. Ia morder de novo
quando a outra interveio:
- Não. Morde-lo de novo, não. Se ele tirar o caralho daí,
vou ficar com raiva de você, sua malvada.
EHROS TOMASINI 9
Fia assoprou a jeba. Alisou-a com as mãos. Beijou-a
várias vezes. Lambeu-a demoradamente. O nervo continu-
ava pulsante, como se não houvesse acontecido nada. Nan-
da também ficou com pena de ter mordido o cara. Pediu
desculpas em voz alta. Mais uma vez, não obteve resposta.
Continuou olhando a amiga fazer carinho naquele mastro
enorme. Mas a amiga não queria só chupar. De repente, pu-
xou a cadeira mais pra perto do caralho e apoiou-se com um
pé nela, ficando de costas para a jeba. Pincelou, por trás de
si, a glande na boceta molhada de tesão e depois se enfiou
nela. Ficou forçando a vulva contra o pênis monstruoso até
que este entrou quase todo. Fia tinha uma expressão de dor
no rosto. Não estava aguentando mais aquela trolha enfiada
na boceta. Mesmo assim, começou os movimento de cópula.
Disse para Nanda:
- Me ajuda. Me ajuda a gozar nesse caralho. Estou pre-
cisando. Bate uma punheta nele sem tirar da minha xaninha.
Num instante, Nanda pareceu entrar no clima. Dava-
-lhe um enorme tesão ver a amiga se estrepar naquele pau
grande. Fia começou a gozar pela boceta, mesmo sem ele ter
entrado totalmente. Atendendo ao pedido da amiga, Nanda
pegou no cacete duro do cara e começou a masturba-lo na
parte do pau que estava de fora dela. Fia se deliciava jogando
a bunda contra a bilola dele. Então, finalmente, aquele pau
descomunal do cara gozou. Lançou porra dentro das entra-
nhas da doméstica safadinha numa quantidade enorme. De-
pois, retirou-se do buraco já amolecido.
FIM DA PRIMEIRA PARTE.
OFERTA SAFADA DA CASA10
Dois
Fia, a amiga de Nanda, ainda quis esperar para que o bi-
lolão voltasse a aparecer no buraco redondo na parede.
Chamou pelo cara mas ele não se manifestou. A negra disse:
- Acabou o bônus, amiga.
- Que pena. Tudo que é bom dura pouco. Bem que
dona Estela disse que eu iria gostar.
- Você sabia que era algo parecido?
- Que nada! Se soubesse, eu mesma teria vindo sozi-
nha.
- Ou seja: se fosse algo ruim, eu é que me lascasse, não
é?
- Desculpa, amiga. Mas sempre achei você mais esperta
que eu. Se fosse algo ruim, você saberia se livrar melhor.
- Grande consolo. Vamos embora. Quero ver se o ne-
grão ainda está com cara de ter acabado de foder. Se era ele
que estava ali, vou dar-lhe um esporro.
EHROS TOMASINI 11
Mas o balconista e dono da locadora, naquele momen-
to, atendia a uma cliente. Só que não lhe indicava filmes eró-
ticos. E devia fazer tempo que ele estava ocupado pois havia
uma grande pilha de filmes na frente da freguesa. Ela estava
tendo dificuldades em escolher. Nanda perguntou:
- Quem estava lá dentro cuidando do nosso bônus?
- Segredo da casa, senhorita. Não posso dizer. Sinto
muito.
- Bônus? A que ela se refere? Você nunca me falou nada
disso. E olha que faz tempo que aloco filmes aqui.
- O bônus é só para quem não é comprometida, mada-
me - disse o negrão para a coroa que estava à sua frente. E,
pelo que sei, a senhora é casada e bem casada.
- Mesmo assim, fiquei curiosa. Não vai me dizer?
- Sinto muito mas não posso.
- Eu te digo -, intrometeu-se Fia na conversa - venha
até aqui fora...
O negrão fechou a cara. A coroa ficou indecisa, mas
saiu com a doméstica. Nanda ficou sozinha com o atendente.
Perguntou a ele:
- Não queria que minha amiga falasse pra coroa?
- Não, não queria. Ainda preciso me certificar se algu-
mas freguesas aceitariam saber do tipo de bônus que ofere-
cemos aqui.
- Fia tem boca grande. Não posso cala-la. Poderemos
ter direito ao bônus outra vez?
- Não sei. Ainda estou testando a novidade. Se der cer-
to, sim.
Nisso, a coroa entrou de volta. Estava sorrindo, diverti-
da. Perguntou a Maurício:
- É verdade o que a mocinha me disse? Por que me es-
condeu a brincadeira?
OFERTA SAFADA DA CASA12
- Já disse: o bônus é só para solteiras.
- Mas agora fiquei curiosa. Fia me disse que o caralho
do cara é enorme!
- Mede 38 cm.
- Tudo isso? É de verdade, ou ele usa um de borracha
pra nos enganar? A moça disse que sua amiga mordeu a pica
dele e ele nem reagiu...
- Você fez isso? - Perguntou o cara a Nanda. Ela ficou
envergonhada. Mentiu:
- Pensei que era de borracha.
- Não é. Coitado do pobre. E você perdeu o direito de
ter o bônus novamente, por causa disso.
Nanda saiu da locadora bufando. Tinha gostado da
experiência. Gostaria de ter transado com aquele cacetão,
como a amiga fez, mesmo se não o aguentasse todo. Vinha se
ressentindo da ausência do namorado. Já pensara em deixar
o cara, mas sempre dava um tempo pra se decidir. Queria
encontrar alguém para substitui-lo, antes. Ali na locadora es-
tava a solução de suas carências. Nunca mais precisaria de
um namorado. Voltaria depois à locadora, mas não queria
que a amiga soubesse disso. Foi-se embora com ela pensando
nisso.
- E então? Posso testar o bônus ou não?
- E se teu marido souber?
- Só se você disser a ele, meu filho. Eu sou um túmulo.
- Posso saber o porquê do interesse?
- Meu marido já não me procura como antes. Ele pensa
que eu não sei, mas já peguei recados de uma mocinha no
whatsapp dele. Mas não vale a pena brigar. Já são trinta e três
anos de casados. E eu já lhe botei uns cornos também. É justo
que agora ele se vingue. Porém, fiquei mesmo interessada na
brincadeira. Quem é o candidato às chupadas?
- Não posso dizer. Segredo da casa.
EHROS TOMASINI 13
- Se fosse com você, eu ficaria mais satisfeita - disse a
mulher, se insinuando.
- Eu sou comprometido. E tenho que cuidar da locado-
ra. Sempre tem alguém precisando de atendimento.
Nem bem ele falou isso, entraram duas mocinhas. Não
deviam ter mais de vinte anos de idade. Disseram, em unís-
sono:
- Viemos juntas pegar o nosso bônus.
- Sinto muito, mas terão que esperar. Há uma pessoa na
frente de vocês.
As duas olharam para a coroa. Pediram encarecida-
mente:
- Deixa a gente ir primeiro, dona? É que estamos atra-
sadas para o trabalho. Queríamos ir trabalhar felizes.
A mulher surpreendeu as duas, quando disse:
- Está bem. Mas quero ir junto. Fico assistindo vocês
cuidarem dele. Se me der vontade, depois será a minha vez.
As duas cochicharam e depois acabaram concordando.
O balconista avisou:
- Terá que levar, ao menos, cinco filmes de uma vez
para ter direito ao prêmio.
- Separe os filmes à tua escolha. O que me interessa
mesmo é participar da brincadeira.
A coroa ficou impressionada com o tamanho da jeba
exposta pelo buraco circular. As mocinhas não reagiram
do mesmo modo. Disseram a ela que já estavam acostuma-
das pois não era a primeira vez que usavam e abusavam do
bônus. Foram logo tirando as roupas. A coroa permaneceu
vestida. A mais magra disse:
- Hoje eu não quero dar meu cusinho. Ainda estou do-
OFERTA SAFADA DA CASA14
lorida de anteontem. Tu me ajuda a me posicionar melhor
pra dar minha boceta?
A outra a ajudou segurando uma das pernas levantada
dela. Como a cadeira já tinha sido deixada pelas duas do-
mésticas em posição de foda, ficou fácil para as mocinhas.
Com uma mão, a mais velha roçou a pica do cara na racha da
amiga enquanto a outra apoiava a perna na cadeira. A coroa
reclamou:
- A racha ainda está pouco lubrificada para a grossura
do caralho. Deem uma chupada nele, antes.
- Nós não chupamos, tia. Temos nojo. Nem sabemos
quem é o cara...
- E daí? Nunca fizeram sexo com um desoconhecido?
- Não - responderam as duas ao mesmo tempo.
- Então, saiam pra lá. Eu mesma faço isso.
A coroa sabia chupar. Fazia-o com uma técnica apura-
da, passando a língua por todo o pau e depois chupando-o
cada milímetro por várias vezes. O pênis enorme que saía
do buraco estava todo lambuzado. Aí, a mais nova reclamou:
- Tá bom, tia, senão ele vai acabar gozando e nos dei-
xando na mão.
A coroa parou de chupa-lo e entregou o caralho nas
mãos da mais velha. Esta voltou a aponta-lo para a xereca da
amiga. Pouco depois, a mais nova engolia apenas metade da
jeba. Dizia que não aguentava mais do que aquilo. Depois
que a outra ficou com a rola dentro de si e o cara começou
a fazer os movimentos de cópula, a mais velha se postou na
frente da amiga. Antes, falou para a coroa:
- A senhora não vai nos ignorar, não é, tia? Minha ami-
ga gosta que eu a lamba enquanto trepa. Eu vim com ela pra
isso.
- Estejam à vontade. Faz de conta que nem estou aqui.
EHROS TOMASINI 15
As duas se soltaram mais. A mais nova começou a go-
zar e a outra a lhe masturbar o fiofó e a boceta, enquanto a
amiga era fodida pelo enorme caralho. A coroa não aguentou
mais. Abaixou a calcinha e começou a se masturbar de pé ali
mesmo. Aí, quando começou a escorrer um líquido viscoso
da xereca, a mocinha mais velha largou a amiga que já come-
çava a gozar na pica do homem do buraco e se atracou com
a coroa. Chupou sua vulva com gosto. Logo, a “tia” gozou
desvairada. A mais nova lhe seguiu em orgasmos múltiplos.
FIM DA SEGUNDA PARTE.
OFERTA SAFADA DA CASA16
Três
Edite, uma loira de 35 anos de idade, estava aperreada.
Saltara do ônibus uma parada antes, só para se livrar de
um tarado que a tinha assediado. Não. Não era verdade. Ela
lhe tinha dado corja. Desde que se separara do marido, havia
cinco anos, que não podia ver um homem de pau grande que
logo se insinuava para ele. Gostava de machos caralhudos.
Desde criança, ficava fascinada quando via um grande volu-
me por baixo das calças dos homens. Ficava imaginando o
tamanho daquilo, o estrago que faria à sua bocetinha virgem.
Quando cresceu, seu fascínio aumentou. Todas as vezes que
praticava uma má ação, por menor que fosse, sentia a neces-
sidade de ser punida. Por isso, procurava homens de caralhos
enormes para transar. A dor que sentia enquanto praticava
sexo a redimia de qualquer pecado. E, assim, continuou agin-
do a cada oportunidade de foder.
EHROS TOMASINI 17
Naquela tarde, saiu de casa para fazer uns pagamentos.
Havia dispensado a faxineira, alegando que não tinha grana
pra pagar por seus serviços. Mas, na verdade, o que ela queria
mesmo era ficar livre de testemunhas para poder transar à
vontade com o ex-marido que ela vivia criticando por tê-la
abandonado. Este a tinha deixado quando descobriu que ela
andava lhe traindo, mas fodia de vez em quando com ela,
quando o procurava. Sentia-se culpada de ter demitido a po-
bre faxineira, por isso, quando viu aquele moreno alto entrar
no ônibus, olhou imediatamente para o volume entre as per-
nas dele. Ele pareceu ter percebido pois veio ficar em pé jus-
tamente perto de onde ela estava sentada. Não demorou e es-
tava esfregando o cacete duro no ombro dela. Edite percebeu
que algumas passageiras olhavam para ela, talvez criticando
a sua cara de satisfação ao ter o membro do cara roçando seu
braço. Ficou com vergonha e levantou-se, puxando o corda-
me que pedia parada. Para a sua surpresa e preocupação, o
cara também desceu do ônibus. Foi quando ela aperreou-se.
Não queria conversa com ele pois era dessas que excitava um
cara e depois corria do pau.
Olhou para trás e o sujeito seguia sempre em sua mes-
ma direção. Procurou em volta e viu uma locadora de filmes
aberta. Apressou os passos a caminho dela. Entrou afobada
e sentiu-se protegida ali. Não era possível que o cara a per-
seguisse até lá. Um negro bonitão e de olhos azuis a saudou:
- Bom dia, senhorita. Um belo dia, por sinal. Nos con-
vida a ir para uma praia e deixar o corpo exposto ao sol. Ficar
naquela languidez que o astro rei nos brinda.
- Bom dia, moço. Infelizmente, não gosto de praia. Mi-
nha pele branca fica agredida pelos raios do sol.
- Então, aloque alguns filmes e curta sua casa, sua cama,
sua intimidade. A cada cinco filmes alocado, tem direito a
um bônus especial. Promoção para novos clientes. Os antigos
tem que alocar dez para ter direito ao prêmio especial. Mas
OFERTA SAFADA DA CASA18
advirto que o brinde é só para solteiras.
- Eu sou solteira. Mas não vou querer alocar nada,
moço. Entrei em sua loja para fugir de um cara que vem me
perseguindo desde o ônibus.
Nem bem ela falou, o cara entrou na locadora. Disfar-
çou, olhando os cartazes, mas Edite sabia que ele estava ali
por causa dela. Olhou para o negrão lhe pedindo socorro
com os olhos. Ele disse em voz alta:
- Vou pegar alguns filmes e a senhora pode escolher
o que vai levar escolhendo-os no compartimento reservado
a clientes - disse o atendente, piscando um olho para a loira
Edite.
O preto de olhos azuis pegou uns filmes que estavam
sobre o balcão e os deu a Edite. Disse-lhe:
- Vá até o final do corredor, onde fica a sala reservada a
clientes. Esteja à vontade. Ninguém a irá incomodar, lá.
Ela agradeceu, pegou os filmes e seguiu pelo corredor.
Ainda ouviu o atendente dizer:
- Bom dia, senhor. O que deseja?
Quando chegou ao fim do corredor, Edite viu a sala re-
servada. Entrou e fechou imediatamente a porta com a chave
que estava na fechadura. Viu a tevê ligada, onde passava um
filme pornô. Sorriu. Pensou com certeza que alguém estivera
assistindo e esquecera o monitor ligado. Sentou-se na única
cadeira que tinha no cubículo, disposta a assistir um trecho.
Daria um tempo ali, depois iria embora. Então, ouviu um
barulho. Em seguida, aquele enorme caralho apareceu pelo
buraco redondo da parede de madeira.
Primeiro, ela assustou-se. Depois, ficou curiosa para
saber quem exibia aquilo. Falou em voz alta:
EHROS TOMASINI 19
- Ei, o que é isso? Que safadeza é essa? Foi pra isso que
me mandou para cá?
Ela estava pensando que era o negrão de olhos azuis
quem se exibia pelo buraco na parede. Como não obteve res-
posta, levantou-se, abriu a porta que estava trancada à chave
e saiu. Estava disposta a ir-se embora dali. No entanto, quan-
do já ia sair do corredor em direção ao balcão, ouviu a voz do
negrão. Espiou com cuidado para não ser vista. Ele tentava
convencer o cara que a seguia a levar alguns filmes. Edite,
então, voltou para o cubículo. Quem quer que estivesse se
mostrando pelo buraco, não havia visto o seu rosto. Ela iria
se aproveitar da situação. Poderia dar uma foda sem que o
amante soubesse quem era ela, nem pudesse identifica-la de-
pois. A enorme jeba ainda estava exposta através do buraco.
A loira girou a chave na porta e tirou a roupa. Pegou aquele
pau negro e cavalar e o colocou na boca.
Lá fora, o cara que era atendido dizia:
- Olha, cara... sinto muito, mas não vou querer levar
nada. Entrei aqui porque estou apertado para ir a um banhei-
ro.
- A moça que entrou agora me disse que você a estava
perseguindo.
- Eu? Invenção dela, cara. Não estive perseguindo nin-
guém, apesar dela ter dado mole pra mim.
- Como assim?
- Ela ficou esfregando o ombro no meu cacete dentro
de um coletivo. Todo mundo no ônibus viu. A merda é que
eu já estava com vontade de mijar. Com a pressão que ela fez,
acabei me mijando um pouco. Ficou a mancha molhada na
calça. Quem viu, deve ter pensado que era esperma. Fiquei
com vergonha e desci do ônibus. Queria mijar em qualquer
canto. Aí, vi a locadora e entrei.
- E não viu a loira aqui dentro?
OFERTA SAFADA DA CASA20
- Claro que vi. Mas pensei que ela era cliente...
O negrão esteve pensativo. Depois perguntou:
- Quer foder a loira?
- Como é que é?
- O que ouviu: quer foder a loira?
- Como assim?
- Ela está numa sala reservada a clientes que gostam
de sexo. Não creio que irá te rejeitar, se diz a verdade sobre
ela ter se esfregado em ti. Mas, se estiver mentindo, chamo a
Polícia, entendeu?
- E quanto devo pagar por isso?
- Se ela não chiar com a tua presença, não precisa me
pagar. Fica como oferta da casa. Mas terá que preencher um
cadastro depois. É para que eu te possa enviar promoções.
- Fechado - disse o moreno, estendendo a mão para o
atendente aperta-la e selar o acordo.
O sujeito percorreu todo o corredor até encontrar a
sala reservada. Aproximou-se devagar da porta, escutando
gemidos. Empurrou a porta devagar. Esta estava apenas en-
costada. Na verdade, quando Edite girou a chave, a lingueta
encontrou apenas o vazio. Mas ela não percebeu. Quando o
moreno brechou pela abertura da porta, Edite estava de olhos
fechados, gozando na pica enorme e preta. Ele não viu seu
tamanho porque ela estava quase toda enterrada no cu da loi-
ra. Esta assustou-se quando percebeu a presença do moreno.
Espantou-se e se retirou do caralho. Só então o moreno viu o
tamanho total da jeba. Ficou admirado. Ela perguntou:
- O que quer aqui?
- Vim na intenção de fode-la. Mas parece que alguém
já está fazendo isso.
- Quem disse que eu estava aqui?
- Devo ter me enganado de sala -, mentiu o cara, per-
cebendo a situação ao olhar em volta - estava procurando a
EHROS TOMASINI 21
reservada para homens. Desculpe-me. Mas já que estou aqui,
não vou querer sair.
Ela tinha as mãos cobrindo os seios e tapando o sexo.
Foi retirando-as de vagar, enquanto olhava cismada para ele.
Perguntou:
- Também tem rola grande?
- Não do tamanho da desse cara. Esse macho é um ju-
mento. Mas a minha dá pro gasto.
- Mostra.
O moreno arriou as calças junto com a cueca. O cara-
lho dele, mesmo mole, devia medir uns vinte e cinco centí-
metros. Ela sorriu satisfeita. Depois, disse:
- Eu não devia aceitar isso. Mereço ser punida. Você
bate em mim?
Ouviram um barulho e Edite viu a jeba desaparecer do
buraco. Ficou triste. Reclamou:
- Eu nem gozei. Você atrapalhou minha foda. Vai ter
que bater bem muito na minha cara.
- Posso fazer melhor: se agache aos meu pés. Bote a
cara bem perto do meu pau.
- Ainda está bambo. Posso chupá-lo um pouco?
- Depois. Agora, quero te punir por ter feito quase eu
gozar o ônibus.
Ela fez o que ele pediu, sorrindo. Para a sua surpresa,
no entanto, quase sufoca no instante seguinte. O moreno mi-
jou na sua cara. Uma mijada forte. Primeiro, ela espantou-se.
Depois, ficou brincando com o mijo dele, molhando o rosto,
abrindo a boca mas sem engolir. Quando o moreno parou de
verter urina, ordenou:
- Agora, vira a bunda pra cá. Sem reclamar, senão não
bato em teu rosto.
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Ela virou-se de costas imediatamente. Ele pediu que ela
se sentasse na cadeira de pernas abertas, voltando-se para o
encosto desta. Quando Edite o fez, ele parafusou a pica no
ânus dela. Não foi preciso forçar muito pois o cu estava re-
laxado e lubrificado pela enorme jeba do negrão que havia
retraido a pica do buraco na parede. A loira gemeu arrastado
quando recebeu a nova trolha no cu. O moreno ajeitou-se
melhor atrás dela, antes de começar os movimentos de coito.
Aí, a mulher viu a jeba reaparecer pelo buraco redondo na
madeira. Ficou mais feliz. Levou aquele mastro à boca. Chu-
pou-o com alegria, enquanto também tomava no cu.
O caralho do negrão estava limpo como se tivesse feito
o asseio. Ela achou foi bom. Percebeu, pelo líquido viscoso
que saía do bruraquinho da glande, que ele não havia gozado
ainda. Nem ela. Mas ficou feliz quando sentiu a rola do mo-
reno inchar no seu cu. A jeba no buraco também inchou. Só
de pensar em receber gozadas na boca e no cu, ela ficou su-
perexcitada. Começou a gozar antes deles. Recebeu gozadas
duplas ao mesmo tempo.
FIM DA TERCEIRA PARTE.
EHROS TOMASINI 23
Quatro
Omoreno olhou em volta, procurando algo para se lim-
par. O caralho estava todo sujo de merda. Não havia
nem papel higiênico por perto. Disse a Edite:
- Você sai na frente. Preciso pedir algo para me limpar
ao negrão.
- Desculpa. Eu não fiz o asseio quando saí de casa. Não
esperava dar uma trepada dessa hoje.
- Tudo bem. Mas não posso chegar em casa com o ca-
ralho desse jeito.
- É casado?
- Sim.
- Então, por que tirou aquele sarro comigo no ônibus?
- Eu? Foi você que se esfregou no meu pau!
- Conversa. Você desceu do ônibus e veio atrás de mim
até aqui.
- Vim à procura de um banheiro. Precisava mijar.
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- Safado. Por isso mijou em mim...
- Não gostou?
- Adorei. Nós iremos nos encontrar outras vezes? Gos-
tei de você.
- Sou casado, moça.
- E daí? Prometo não te causar problemas.
- Deixe teu telefone. Depois, veremos isso.
Ela catou em sua bolsa e encontrou uma caneta e um
pedaço de papel. Escreveu um número abaixo do seu nome.
O cara pegou o papel e leu. Depois, disse para ela:
- Vá lá. Vou ver se encontro o banheiro dos homens. Lá,
deve ter algo para eu me limpar.
Ela olhou para o caralho mole dele. Este tinha uma ca-
mada de fezes. Deu-lhe um beijo na boca e saiu do cubículo.
O moreno deu um tempo e bateu na parede de madeira. Gri-
tou alto:
- Ei, onde posso lavar a pica? Tá toda suja de merda.
Não houve resposta. Ele tirou o excesso de bosta do pau
com a cueca e a jogou em qualquer canto do quarto. Depois,
vestiu a calça. Não demorou muito a sair dali. Encontrou o
negrão Maurício sozinho. Perguntou:
- Onde posso me lavar? A nega cagou no meu pau.
- Tem um banheiro lá dentro, onde tomo banho. Vou
te levar lá. Mas fique um pouco aqui. Tenho que limpá-lo
primeiro. Está com a descarga quebrada.
- Tem chuveiro? Quero tomar um banho...
- Sim. Mas deixa eu deixar o local mais asseado.
Pouco depois, o cara saía do banheiro já tomado ba-
nho. Encontrou um sabonete ainda na embalagem, lá. To-
mou banho com ele. Leu novamente o telefone escrito pela
safada. Picou-o em pedaços e jogou no vaso sanitário. Deu
EHROS TOMASINI 25
descarga. Quando saiu, o negrão estava no balcão.
- Obrigado. Quanto devo?
- A mim, nada. Mas gostaria do teu endereço eletrôni-
co para te mandar promoções, pode ser?
- Não uso computadores. Mas pode me enviar mensa-
gens pelo WhatsApp. Anote o número.
Enquanto o negrão anotava, entraram duas bichas. A
mais velha perguntou:
- Ainda estão fazendo aquela promoção? trouxe até
uma amiga para aproveita-la também. Ah, e bom dia a todos.
Só o cara da locadora respondeu:
- A promoção continua, mas terão que usar preservati-
vos. Da outra vez, esqueci desse detalhe importante.
- Ah, com camisinha não gosto. Atrapalha a foda. -
Disse o mais novo.
- Não arriscamos. Sinto muito. - Disse o negro de olhos
azuis.
- Nós vamos ter que comprar as camisinhas? - Pergun-
tou o outro.
- Sim. Temos aqui, mas terão que pagar por elas.
- Então, nos dê quatro!
- Aguardem um pouco. Vou buscar lá dentro.
O negrão acabou de anotar o telefone do moreno, des-
pediu-se dele e agradeceu a sua estadia ali. O cara foi-se em-
bora sem falar com as bichas. A mais velha comentou:
- Bofe mal educado. Nem falou com a gente. Puah!
Quando o negrão voltou, disse aos dois:
- Pronto. Podem ir. Alertei o fodelão sobre o uso de
preservativos.
- É o mesmo? Adorei aquele cacetão. Tanto que trouxe
minha amiga para experimenta-lo. - Disse a bicha mais idosa.
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- É o mesmo. Mas advirto que não podem transar sem
camisinhas.
- Deixa com a gente. Podemos entrar?
- Sim.
Quando as duas entraram, chegou uma coroa magra e
feia. Perguntou:
- É aqui que fazem uma promoção especial? Recebi um
panfleto virtual.
- A senhora é solteira?
- O que você acha?
- Vai levar quantos filmes? Cinco dá direito a meia hora
no quartinho...
- Só meia hora? Não vai dar para baixar o meu fogo.
Também não quero levar dez filmes. Não assistiria nem três.
- Leve pornográficos. Mais fácil de assistir.
- Mas daria mais vontade de voltar aqui. Escolha você
mesmo cinco para mim.
- Porém, a senhora vai ter que esperar. O quartinho
está ocupado neste momento.
- Por aquelas duas bichinhas?
- Sim, senhora.
- Vou esperar quanto tempo?
- Cerca de uma hora, senhora.
- Tá doido? Esse tempo todo? Vou gozar aqui, em pé.
- Esteja à vontade.
- Ah, não. Você vai ter que me ajudar.
- Como, senhora?
- Vai foder comigo.
- Não posso. Pode chegar novos clientes.
- Deixe-me ir para trás do balcão. Ninguém vai me ver.
Ele esteve indeciso. Depois, disse:
- Está bem. Mas se chegar cliente, vou ter que atender.
- Sem problemas. É só não me deixar na mão.
EHROS TOMASINI 27
A coroa sabia chupar. Acocorou-se atrás do balcão e
manuseou o caralho do negrão. Este era grande, mas menor
do que o do cara que ficava no cubículo. Ela não reclamou.
Caiu de boca. Quando o cacete ficou duríssimo, ela pergun-
tou:
- Gosta mais de boceta ou de cu?
- Tanto faz. Mas minha preferência é a nacional.
- Gostei de ouvir. Também prefiro. Deixa eu tirar a mi-
nha roupa.
- Não faça isso. Ficará mais difícil disfarçar se chegar
alguém.
- Ainda bem que estou de saia. Deixa eu tirar a minha
calcinha.
Ela tirou. Depois, se virou de costas para o negrão. Mas
apontou o caralho dele para a vulva. Ele falou:
- Promessa é dívida.
- Eu sei. Mas quero lubrificar a pica primeiro, antes de
tomar no cu.
- Esteja à vontade.
A mulher feiosa estava com a vagina seca. Só depois de
um tempo esfregando o pau na xana é que ficou lubrificada.
Foi quando engoliu o cacete inteiro do negrão. Esse mordeu
os lábios, com muito tesão. Ela começou a jogar a bunda con-
tra o caralho dele e a boceta ficou mais encharcada. Ela co-
meçou a gemer alto.
- Está fazendo alarde, senhora. Se continuar assim, vai
espantar minhas clientes.
- Divido. Elas vão querer também.
- Não. Eu fiz uma exceção por o quarto estar ocupado.
Não deveria estar trepando aqui, no balcão.
- Certo. Entendo. Mas goza logo na minha bocetinha.
Vou ficar te devendo uma comida de cu.
OFERTA SAFADA DA CASA28
- Assim, não. Deixe-me, então, fechar a loja. Aí, fodere-
mos mais tranquilos.
Ele baixou as portas elevadiças mas não as trancou.
Voltou para perto da coroa. Esta estava se masturbando. Dis-
se para ele:
- Ocupe-se com o meu rabo enquanto eu toco uma si-
ririca.
Ele a segurou pela cintura, postado atrás dela. A pica já
estava lubrificada. Havia ido fechar as portas de calça arriada.
Apontou a cabeçorra da glande para as pregas dela. O caralho
entrou macio, como se ela já estivesse muito acostumada a
dar o cu. Ele não reclamou. Fazia tempos que não fodia um
cuzinho.
Ela estava tarada. Apressou a siririca, quando sentiu se
aproximar o primeiro orgasmo. Gemeu alto e pediu que ele
apressasse os movimentos no seu rabo. Era só o que Mau-
rício queria ouvir. Ela estava com o cabelo amarrado como
um rabo de cavalo. Ele a pegou por ali, apoiando-se melhor
para foder seu anel. Logo, ela estava gozando. Quando ele já
se preparava para ejacular, ouviram passou no corredor. As
bichinhas estavam voltando.
Quando viram o balconista fodendo a mulher, disse-
ram ao mesmo tempo:
- Eu também quero!
FIM DA QUARTA PARTE
EHROS TOMASINI 29
Cinco
Não foi fácil para o balconista convencer as bichinhas de que
não apreciava o sexo homossexual. A magrela, já satisfeita
de tomar no rabo, despediu-se rápido do negrão e foi-se embo-
ra com vergonha de ter sido flagrada no ato. Depois de muito
insistir em dar pro negrão de olhos azuis, a dupla de bichas foi
embora.
O resto da manhã correu sem novidades. Não apareceu
mais nenhuma cliente. O negrão já estava querendo cerrar as
portas para ir almoçar quando surgiu uma loira belíssima, de
uns cinquenta anos, mas muito bem conservada. Quando ela
viu que estavam a sós, perguntou com sotaque estrangeiro:
- Good morning. Vocês ainda estão fazendo aquela pro-
moção especial?
- Sim, senhora. Mas estamos fechando para almoço.
- Que pena. Não vou poder voltar. Estou de viagem mar-
OFERTA SAFADA DA CASA30
cada para as seis da noite. Você vai almoçar onde?
- Não tenho preferência. Mas o cara que fica lá dentro
também vai comigo. Sempre almoçamos juntos.
- Pois chame-o, também. Disseram-me que ele teu um
pau enorme. Gostaria muito de conhece-lo. Eu lhes pago o al-
moço.
O negrão foi chamar o outro mas voltou sozinho. Disse:
- Ele não quis vir. Acho que ficou com vergonha. Pediu
que eu lhe trouxesse o que comer.
- Que pena. Então vamos só nós dois. Você está de carro?
- Não dirijo, senhora.
- Eu, sim. Vamos.
O carro da coroa era importado e novíssimo. Quando ela
sentou-se ao volante, no entanto, fez um gesto que deixou o ne-
grão doido. Como estava de saia apertada, puxou-a para cima
para libertar mais as pernas. Da posição onde estava, o balconis-
ta podia ver sua calcinha lilás. Como já fazia umas duas horas
que havia traçado a magrela, ele ficou excitado. Ela percebeu.
Perguntou:
- Eu te dou tesão?
- Sim, principalmente com esse sotaque. É estrangeira?
- Yes. Norte americana. Aprendi bem o português, mas
não consegui nunca perder esse sotaque.
- Eu o acho sensual.
- Obrigada. Você é um negro muito bonito.
- Agradeço o elogio. Achei que as gringas eram racistas,
não apreciavam negros. Desculpe a sinceridade.
- Muitas são. Eu não. Já fui casada com um negrão, mas
menosbeloquevocê.Adoropicaspretas.Porissovimaqui-dis-
se ela, dando partida no carro.
- Mora por perto?
- Não. Moro em Boa Viagem, do outro lado da cidade.
Mas ouvi falar da sua locadora. De onde tirou a ideia?
EHROS TOMASINI 31
- De filmes americanos ou russos, sei lá. O fato é que vi
isso em um filme. Copiei a ideia e está dando certo, graças a
Deus.
- Não pensou em colocar também uma mulher à dispo-
sição?
- Pensei, mas desisti. Iria atrair o pessoal imberbe, a maio-
ria menor de idade.
- Não seria algo positivo para esses jovens? Começar a
transar cedo?
- Talvez. Mas me deixaria encrencado pela Polícia.
- Tem razão. Não havia pensado nisso. Estava disposta a
me candidatar à vaga.
Ele a olhou mais detidamente. Ela não parecia uma pros-
tituta. O negrão perguntou:
- Qual seria teu interesse? Você não parece uma puta.
- Nem sou. Mas tenho curiosidade em saber como seria
passar um dia inteiro levando rola.
- É ninfomaníaca? - Ele perguntou enquanto ela mano-
brava o carro na frente de um restaurante chique.
- Não sei. Gosto de sexo, mas posso passar vários dias sem
ele. No entanto, depois da minha separação, tenho andado ca-
rente. E os homens parecem ter medo de mim. Desde que deixei
meu marido que ninguém me cantou ainda.
- Faz tempo que está separada?
- Três meses, mas para mim parece uma eternidade.
- Ainda o ama?
- Oh, não. Ele era um gigolô safado. Sustentado por mim.
Dei graças a Deus quando tomei coragem para deixá-lo.
Entraram no restaurante e ela escolheu um cantinho mais
discreto. O lugar era chique. Ele perguntou:
- Não seria melhor um lugar menos requintado? Seria
bem mais barato.
- Está esquecendo que sou eu que vou pagar?
OFERTA SAFADA DA CASA32
- Não vou permitir. Rachamos a conta.
- Bem, pelo menos não disse que ia pagar tudo. Detesto
homens machões, apesar de não apreciar os boiolas.
Quando se sentaram à mesa, foram logo recepcionados
por um garçom muito solícito que a cumprimentou com grande
respeito. Maurício também foi muito bem atendido. Quando o
homem se afastou depois de anotar os pedidos, o negrão per-
guntou:
- Conhece o garçom?
- Sim. Ele é meu funcionário.
- Como assim?
- Eu sou a dona deste lugar. Comprei-o para meu marido,
achando que ele tinha coragem de trabalhar. Mas pouco venho
aqui.
- Entendo. Um belo lugar. Não seria melhor assumir a sua
administração?
- Não entendo nada do ramo. Não saberia gerenciar isso.
- Pode contratar uma empresa pra faze-lo. Se não der cer-
to, aí sim, você vende.
- É uma ótima ideia. Farei isso. Aí vem o garçom com a
nossa comida.
Quando o garçom se afastou após servir à mesa, ela per-
guntou:
- A quem pertence aquela locadora?
- Sou o dono.
- E quem fica com a pica exposta para as clientes?
- Não posso dizer. É o segredo do meu sucesso.
- Não diria nem a mim? - Perguntou ela, visivelmente se
insinuando para ele.
- Infelizmente, não.
- Não te sou atraente?
- Muito. Mas precisaria ser ao menos minha namorada,
para que eu te confiasse esse segredo.
EHROS TOMASINI 33
Ela esteve pensativa. Depois disse:
- Não quero um namorado. Ainda não estou pronta para
isso. Nem mesmo para um amante. Prefiro ter sexo sem com-
promisso, por enquanto. Por isso não te disse o meu nem quero
saber o teu nome.
- Você é uma mulher muito bonita. Basta piscar um olho
e logo achará quem te queira.
Ela lhe piscou um olho. Ele sorriu. Deglutiu um bocado
de camarão ao creme de leite com salada de verduras bem pica-
das e falou:
- Obrigado pela honra. Podemos ir a um motel, sim. Mas
antes, vou precisar passar pela locadora para deixar o almoço do
meu funcionário.
- Ótimo. Aproveito para conhecer a sua tão falada pica
enorme.
Pouco depois, estavam de volta à locadora. Ele pediu que
ela esperasse enquanto ia levar a quentinha para o tal funcioná-
rio. Quando voltou, Maurício disse:
- Venha. Ele te aguarda lá na salinha.
Percorrerem o corredor e, quando entraram lá, o negrão
de olhos azuis viu as camisinhas usadas pelos bichas jogadas
pelo chão, ao invés de num balde de lixo que havia no recinto.
Soltou uma imprecação e pediu licença para ir buscar vassoura
e uma pazinha. A loira nem ouviu o que ele disse, maravilhada
com a visão do enorme pau surgindo do buraco na parede:
- Oh, my God. Que coisa bela e espantosa!
Quando o negrão de olhos azuis voltou portando os ins-
trumentosdelimpeza,aloiraestavajáocupadacomoincomum
caralho. Lambia-o e chupava a cabeçorra com dificuldade, pois
sua boca era pequenina. Disse:
OFERTA SAFADA DA CASA34
- Desculpa, mas não consegui resistir.
- Okay. Deixa eu limpar essa sujeira e deixo vocês a sós.
- Não. Eu quero apenas chupar essa pica grossa. Mas vou
querer você fodendo meu cuzinho enquanto isso. A menos que
sinta ciúmes do teu funcionário.
- Não sinto. Ele é um irmão para mim.
- Que bom ouvir isso. Detesto homens ciumentos. Vá ti-
rando a roupa - disse ela, enquanto se despia totalmente tam-
bém. Deixou à mostra um corpo fenomenal. O negrão ficou de
pau duro ao vê-la nua. Também despiu-se ligeiro.
Ela inclinou-se para frente e continuou mamando o enor-
me cacete. Maurício lubrificou sua peia com saliva e apontou-
-a para as pregas dela. Nem bem entrou a cabeçorra, ela deu
um longo gemido. Ele sentiu seu buraquinho muito apertado.
Empurrou mais um pouco. Ela se mijou, tremendo das pernas.
Endireitou o corpo, apoiando-se na nuca dele para facilitar a pe-
netração. E ela mesma se enfiou no pênis grande do negrão que
a enrabava. Entrou até o talo. Ela gemeu mais alto e agachou-se
de novo. Lançou mais um squirt. Voltou a mamar o cacete do
outro. O negro de olhos azuis a pegou pela cintura e começou os
movimentos de cópula. Quando sentiu o cu se alargar, bombeou
a pica com mais velocidade. Ela mijou-se mais uma vez. Gritava:
- Oh my God. Ooooohhh my God...
Ooooooooooooooooohhhhhhhhhhh...
Então, a loira apressou a punheta na pica que aparecia
pelo buraco na parede como se tivesse urgência dela ejacular.
Não demorou muito a receber leitinho na cara e bem dentro do
cuzinho.
FIM DA QUINTA PARTE
EHROS TOMASINI 35
Seis
Aloira bonitona e boazuda suspirou. Tinha gozado várias
vezes no pau de Maurício, mas ainda parecia insatisfeita.
Falou:
- Foram gozadas maravilhosas, pena que acabou.
- Por enquanto. É só eu e meu parceiro descansarmos e
estaremos novos e prontos para uma nova rodada.
- Não posso esperar. Vou viajar, lembra?
- Posso saber para onde?
- Para os EUA. Só volto daqui a um mês.
- É uma pena. Gostei da nossa foda. Se quiser, espere
apenas dez minutos e meu funcionário estará pronto.
- Mesmo? Mas ele, não quero. Não vou dar minha bo-
cetinha pra aquela coisa monstruosa. Já viu como ela é pe-
quenina?
- Não deu tempo. Estava ocupado com outras coisas...
OFERTA SAFADA DA CASA36
Ela sorriu. Um sorriso delicioso. Beijou-o na boca. De-
pois, perguntou:
- E agora, não vai me dizer quem é o teu amigo?
- Infelizmente, não. Mas ele já te viu. Ainda não lhe
perguntei, mas deve ter achado você linda.
- Então, estou em desvantagem com ele. Gostaria de
conhece-lo.
- Quando retornar da viagem, volte aqui. Daqui para lá
eu terei pensado melhor e posso te dar resposta mais positiva.
Ela o beijou, novamente, nos lábios. Depois, gritou em
direção à madeira:
- Bye bye, roludo gostoso.
Não obteve resposta. O negrão de olhos azuis disse:
- Deve ter ido almoçar. De lá, não dá para escutar o que
diz.
- Que pena. Queria ao menos ouvir sua voz.
Enquanto a loira se vestia para ir embora, o negro a fo-
tografou com a câmera do seu celular. Ela não percebeu. Ele
queria guardar na recordação aquele corpo lindo. Quando
ela terminou de se vestir ele já tinha guardado o aparelho. Ela
perguntou:
- Posso me perfumar aqui dentro?
- Claro. Esteja à vontade - ele queria reter por mais
tempo o seu cheiro.
Ela tirou um pequeno vidro de perfume e acionou o
spray. Mas, ao invés de apontar o objeto para si, fê-lo em di-
reção ao negrão. Ele sorriu. Mas não por muito tempo. Sentiu
uma tontura estranha e a vista escureceu. Quando percebeuu
que estava sendo drogado, era tarde. Só não caiu com todo o
corpo no chão porque ela o sustentou.
EHROS TOMASINI 37
Quando recobrou os sentidos, lembrou-se imediata-
mente do que tinha lhe acontecido. Soltou uma imprecação:
- Puta maldita. Deve ser uma ladra. Fez tudo aquilo só
para roubar meu dinheiro. Eu devia ter desconfiado - disse
para si mesmo o negro, correndo ainda zonzo em direção ao
balcão da loja. Abriu o cofre. Para sua surpresa, toda a grana
estava lá. Contou-a várias vezes, antes de ter certeza disso.
- Porra, o que ela levou? Filmes? Não acredito.
Então, lhe deu um estalo. Correu em direção à passa-
gem interna para o cubículo. Não havia ninguém lá. A emba-
lagem da quentinha continuava inviolada. Seu parceiro nem
havia tocado na comida. Mais uma imprecação:
- Puta que pariu. Aquela maluca raptou meu irmão!
Ele ainda foi ao banheiro, pra ver se o cara estava lá.
Nada. Então, decidiu dar queixa à Polícia. Mas só faria isso
depois de ter certeza que a loira não deixara rastro. Iria, pri-
meiro, ao restaurante onde almoçaram. Ela havia dito que era
dona do lugar.
Lá, no entanto, ouviu a negativa:
- Não, senhor. Ela não voltou aqui. Nem acho que vai
voltar. O dono esteve aqui quase ainda agora procurando
por ela. Parece que juntou suas roupas e fugiu de casa. Levou
muita grana dele.
- Puta merda. Onde posso encontrá-lo?
- Na delegacia, cavalheiro. Ele deve ter ido dar queixa.
Saiu daqui dizendo isso.
Maurício agradeceu a informação e pegou um táxi
rumo à delegacia mais perto. Encontrou o negro, marido da
loira, lá. Era um cara mais alto que ele, bem vestido, cheio
de correntes de ouro. Parecia um traficante americano. Es-
tava sendo atendido por uma delegada com cara de sapatão.
OFERTA SAFADA DA CASA38
Quando a mulher o viu, perguntou o que ele queria.
- Vim dar uma queixa do rapto de alguém.
A coroa com cara de macho gritou:
- Sara, vem atender o rapaz aqui!
Sara era uma mulata linda e bem feminina. O negrão
ficou logo de pau duro. Ela tinha um caminhar felino e até
rebolava, mas com delicadeza. Ela perguntou, quando sen-
tou-se à sua frente:
- O que houve, senhor?
- Meu irmão foi raptado. Trouxe uma foto recente dele.
Esta aqui.
A mulata deu uma olhada na foto, antes de dizer:
- Ele é deficiente? Seu olhar acusa.
- É sim, senhora. É surdo-mudo e quase não sente dor.
Sofria maltratos do nosso pai. Este lhe batia muito na cabeça.
O pobre ficou demente.
- Onde está o pai de vocês?
- Não sei nem quero saber. Fugi de casa levando meu
mano. Isso já faz quase dez anos. Não soube mais desse filho
da puta.
- Calma. Vamos ao que importa no momento. Fale exa-
tamente o que aconteceu.
Claro que o negrão contou os acontecimentos recentes
sem falar nas partes relativas a sexo. Disse que atendia uma
loira, quando foi dopado por ela usando um jato de spray. A
detetive Sara cheirou seu rosto, quase encostando a boca na
dele. O pau do negro deu outro pulo. Ela falou, como se esti-
vesse dizendo para si mesma:
- Conheço esse spray. Paralisa imediatamente. É de
composição norte-americana.
EHROS TOMASINI 39
Aí Maurício se lembrou de que havia tirado uma foto
dela. Mas a loira estava quase nua. Isso iria de encontro ao
seu depoimento. Resolveu calar-se quanto a isso. A menos
que...
- Quem é o mais velho de vocês dois? - Perguntou a
detetive, interrompendo sua reflexão.
- Ele. Meu irmão apanhava do meu pai por mim. Sinto-
-me responsável pela sua incapacitação.
- Entendo. Fique frio. Nós vamos achá-lo. Uma pessoa
deficiente não passa desapercebida em público. Alguém deve
tê-lo visto.
- Ela me disse que iria para os States.
- Mesmo? Então vamos ao aeroporto agora mesmo. Lá,
montaremos um esquema de vigilância. Mas preciso falar
con a delegada primeiro. Me espere lá na recepção. Veio de
carro?
- Não tenho.
- Tudo bem. Iremos no meu.
Quando ela voltou para perto do negrão, disse:
- O senhor que estava com a delegada também procu-
ra por ela. É seu esposo e dono de vários restaurantes. Ela o
roubou em milhões, ontem. Não sei o que ela ainda faz por
aqui. Deveria ter partido já ontem. Minha chefa agradeceu a
informação da fuga dela via aeroporto. Já ordenou a tocaia.
- Agradeço. Espero encontrar meu irmão logo. Ele pre-
cisa de quem lhe tome conta. E tomas vários remédios. Por
que será que ela o levou? Deve ter visto que ele era retardado.
- Ela tem algo em mente. Como não a conheço, não
sei te dizer. Mas vamos pegá-la, não se preocupe. Eu nunca
deixei um caso em aberto.
No aeroporto, porém, ninguém tinha visto uma pessoa
com alguém demente ao lado. Nem os funcionários da em-
presa, nem os viajantes a quem foram perguntados. A deteti-
OFERTA SAFADA DA CASA40
ve olhou para o relógio de pulso. Disse:
- Estamos perdendo tempo aqui. Vamos para a rodo-
viária.
Foram. Lá, um dos funcionários disse ter visto alguém
em companhia de um negro alto, com cara de deficiente
mental.
- É o meu irmão. - Disse Maurício à detetive.
A detetive esteve falando a sós com o funcionário, de-
pois voltou contente para perto do negro:
- Ela comprou uma passagem para João Pessoa. Vamos
para lá. Tem dinheiro? Precisará pagar a minha, pois vou dei-
xar meu carro aqui. Estou quase sem gasolina.
- Não esperava viajar, não trouxe dinheiro. Mas posso
pegar num caixa eletrônico.
- Te levo a um. Quanto mais demorarmos, mais difícil
será acha-la depressa.
Na própria rodoviária tinha caixas eletrônicos. Ele ti-
rou o dinheiro, pagaram as passagens e foram embora de ôni-
bus para Jampa. Ele perguntou se não seria melhor colocar
gasolina e ir de carro. Ela disse que a loira poderia ver a placa
do carro do Recife e fugir antes que a vissem. No coletivo,
com menos de dez minutos a detetive adormeceu. Maurício
ficou olhando para suas belas pernas. Ela estava de saia jeans.
O pau do negro continuava duro, chegando a lhe doer. Ela
tinha os olhos fechados mas ele a ouviu dizer:
- Pare de olhar para as minhas pernas. Eu não fico
olhando para o seu cacete...
- Pensei que estivesse dormindo.
- Estava. Mas durmo apenas com um olho. O outro fica
acordado. E percebi você me avaliando desde a delegacia. Fi-
cou afim de mim?
- Confesso que sim. Ainda estou de rola dura desde
EHROS TOMASINI 41
aquela hora.
- Então, torça para finalizarmos esse caso ainda hoje.
Se for assim, ainda dará tempo para darmos uma foda antes
de voltarmos.
Nem bem o negrão se alegrou, a detetive recebeu uma
ligação. Era a delegada:
- Onde está?
- Indo para João Pessoa, chefe.
- Fazer o quê?
- Encontrei uma pista do negro raptado. A loira está
fugindo com ele para Jampa.
- Volte. O casal acaba de ser visto no aeroporto. Meus
policiais já detiveram eles. Estou indo para lá com o marido
dela.
A detetive desligou, depois olhou para o negrão de
olhos azuis, consternada. Disse:
- Perdemos de dar uma foda, mas achamos teu irmão.
Acabam de deter a loira onde estivemos antes: no aeroporto.
- Acredito que apenas adiamos a nossa transa, não?
- Não. Tenho namorada. E ela é muito ciumenta. Eu a
trairia se estivéssemos longe. Ela não iria saber. Mas no Re-
cife, não arrisco.
- Por quê?
- Você não sabe como somos nós, as lésbicas. Fatal-
mente alguém diria a ela que nos tinha visto juntos só pelo
prazer de nos separar. Lésbicas tem inveja de quem possui
união estável.
- Você é bi?
- Não. Sou lésbica. Só transo com mulheres. Sempre fui
assim.
- E por quê ia transar comigo?
- Percebi que tem um pênis grande. Nunca fodi com
um macho assim. Tenho curiosidade de saber o que iria sen-
OFERTA SAFADA DA CASA42
tir.
- Ainda dá tempo de experimentar. É só dizer para a
delegada que já estamos perto de João Pessoa.
- Ela não é idiota. Iria calcular o tempo que saímos da
delegacia e fomos à rodoviária.
- Então, descemos no meio do caminho. Tem uma pa-
rada obrigatória antes do ônibus chegar em Jampa, daqui a
meia hora. Saltamos, pegamos um motel rápido e voltamos.
Pouco depois, se agarravam no primeiro motel que en-
contraram. Maurício tinha pressa em fodê-la, pois o cacete
ainda doía de tão teso. Mas ela, não. A detetive disse:
- Não quero ser estuprada. Quero fazer amor e gostar.
Deixa eu brincar com ele um pouco, antes de fodermos? Não
vai se arrepender...
Ele não se arrependeria. Ela não tinha pressa. Deu-lhe
um banho de língua por todo o corpo, antes de ocupar-se
com o seu pau. Lambeu e chupou a cabeçorra como se tivesse
larga experiência nisso. O negrão quis chupá-la também e já
ia se dispor num sessenta e nove, mas ela reclamou:
- Não. Quero apenas matar minha curiosidade. Você
não me faria gozar, como uma mulher o faz. Aproveite a chu-
pada. Não terá outra oportunidade.
- Pois então faça comigo o que tua mulher faz com
você. Aprendo rápido.
- Tem certeza de que quer isso? Não vai ficar zangado
comigo?
- Por que ficaria?
Ela continuou chupando-o, sem responder. Quando
o caralho dele estava pulsante, quase gozando, ela parou de
chupa-lo e desceu a boca até seu cu. Meteu a língua áspera ali.
Primeiro, Maurício se contraiu, ao levar sua primeira lambi-
da no cu. Depois, relaxou. Ela metia-lhe a língua bem dentro
EHROS TOMASINI 43
do seu fiofó, causando-lhe arrepios de prazer. Ele levou a mão
ao pau abandonado e quis se masturbar. Ela o impediu. Ele
parou. Mas ela continuou lhe lambendo as pregas com muita
saliva. Quando ele menos esperou, ela enfiou-lhe um dedo
no ânus.
- Ei, o que está fazendo?
- O que faço com minha namorada: chupo-a e enfio o
dedo em seu cuzinho. Ela goza muito assim.
- Eu não gosto.
- Agora, é tarde. Já está dentro. Deixa. Te faço gozar
bem muito...
Ele deixou. Começou a não se incomodar mais com
aquele toque. Aí, ela voltou a chupá-lo enquanto tinha o
dedo bem dentro do seu anel. Movimentava o dedo deva-
gar, sem querer machucá-lo. Maurício sentiu a vontade de
gozar se formando no seu âmago. Começou a ter convulsões
orgásticas. Num instante, estava gozando pela frente e por
trás. Jorrou porra na boca dela. Ela engoliu tudo. Retirou o
dedo do ânus dele e ficou lambendo os lábios sujos de sêmen.
Apreciava o gosto da porra de um homem.
FIM DA SEXTA PARTE.
OFERTA SAFADA DA CASA44
Sete
- Este não é meu irmão!
A delegada balançou positivamente a cabeça. Já sabia
disso. A loira detida também não era a esposa fugitiva do
dono de restaurantes. Havia sido confundida por estar com
um rapaz negro e deficiente. Este mancava de uma perna e
chamava a atenção de todos. Mas não era débil mental como
o irmão do dono da locadora. O marido com jeito de mar-
ginal telefonava para alguém, do seu celular. Parecia dar ins-
truções. Quando viu Maurício, caminhou em direção a ele.
Perguntou-lhe:
- Como você conheceu minha esposa?
- Tenho uma locadora de filmes. Ela foi hoje lá.
- Que horas?
- Era hora do almoço.
- Meus funcionários disseram que ela almoçou com
EHROS TOMASINI 45
um negro de olhos azuis e estava muito feliz com ele.
- É verdade. Ela chegou na hora que eu ia almoçar.
Já havia fechado a locadora, então a convidei a ir comigo. -
Mentiu o negrão.
- E por que ela iria para um dos nossos restaurantes?
- Não sei. Eu nem sabia que ela era dona de restauran-
tes. Ela não me disse.
- Dê-me seu celular.
- Como é que é?
- Dê-me seu celular - pediu de novo o homem que pa-
recia um líder de gangue americano, já irritado.
A detetive olhava para Maurício. Fez-lhe um leve si-
nal com a cabeça. O negro de olhos azuis estava visivelmente
nervoso. Temia que o marido da loira encontrasse a foto dela
nua. Mesmo assim, entregou o aparelho. Sentia-se protegido
pela detetive. E a delegada e alguns policiais ainda estavam
por perto.
O negrão com cara de bandido esteve perscrutando o
celular por vários minutos, depois devolveu-o ao dono. Mau-
rício suspirou. O cara perguntou:
- Por que está nervoso?
- Ainda pergunta? Ela levou o meu irmão deficiente. Já,
já está na hora dele tomar seu remédio, senão pode ter uma
crise.
- Que tenha - disse a delegada - Assim, ela terá que le-
vá-lo a um médico ou hospital. Aí, pegamos ela.
- Desculpe, senhora, mas ela pode larga-lo em qual-
quer lugar. Em fuga, não vai querer cuidar de doentes. - Re-
bateu a detetive.
- Eu a conheço. Ela não terá paciência com ele. É bem
capaz de mata-lo, para que ele não a denuncie depois. - Disse
o marido da loira.
OFERTA SAFADA DA CASA46
O negrão de olhos azuis ficou tenso. O que o cara dizia
fazia sentido. A detetive falou, se dirigindo a delegada:
- Ela conseguiu nos despistar, chefa. Não devíamos ter
voltado. Estávamos na pista certa. Agora, com certeza, a per-
demos.
- Acha que ela está em Jampa? - Perguntou o marido.
- Se já não zarpou de lá, acho sim.
- Eu tenho contatos em João Pessoa. Não precisam ir
atrás dela. Vou torna-la uma fugitiva procurada em todo o
País. - Disse o negro cheio de correntes de ouro, ainda com
seu celular no ouvido.
- Então, a nossa investigação está encerrada. Não po-
deremos nos meter em uma investigação federal. Sinto muito
pelo irmão do rapaz demente. Ele terá que torcer para que
você encontre a fugitiva e que o outro esteja com ela. - Afir-
mou a delegada.
Quando o negrão ia contestar aquele argumento, a
detetive tocou no braço dele. Fez-lhe novamente um sinal
mudo. Maurício se conteve. A delegada se despediu de todos
e mandou voltarem aos seus postos. A procura estava encer-
rada. Quando todos foram embora, a detetive falou para o
rapaz:
- Eu te disse que não costumo deixar casos em aberto.
Vou atrás do teu irmão. Mas preciso que você banque a bus-
ca. Pode fazer isso?
- Não seria melhor eu ir contigo?
- Não confia em mim ou gostou de tomar dedo no cu?
- Não gostei. Mas não poderia ficar tranquilo só espe-
rando por você. Prefiro ir.
- Não posso te levar. Pode ser perigoso e não vou poder
te proteger.
- Perigoso? Uma mulher, por mais que seja esperta, não
me mete medo.
- Não falo da loira. Falo do marido dela. Não percebeu
EHROS TOMASINI 47
que o cara é um mafioso? Ele tem ligações com agentes es-
crotos da Federal, mas não podemos provar nada ainda. Ele
não vai querer prender a ex. Vai quere-la morta, entende? E
eu vou atrás dela para salvá-la dele e ajuda-la a fugir. Ela deve
ter levado documentos de provas contra o cara. Quero essas
provas e não vou deixar que seja morta. Entendeu, ou quer
que eu desenhe?
O negro havia entendido. Não gostava da ideia de dei-
xar a vida do irmão nas mãos dela, mas não insistiu mais.
Concordou em lhe financiar as buscas. Perguntou-lhe:
- A gente vai se encontrar de novo, pra dar nova foda?
- Acredito que não. Mas gostei de estar contigo. Prome-
to te devolver teu irmão o quanto antes, tá? Confie em mim.
Maurício não voltou mais para a locadora. Pegou um
táxi e foi para casa. Estava doido para mexer no seu celular
sem ninguém por perto. Não sabia como o marido da loi-
ra não havia encontrado a foto dela. Assim que se viu sozi-
nho, procurou pela fotografia no aparelho. Para sua surpresa,
ela devia ter sido apagada. Raciocinou rápido: quando des-
maiou, a loira deve ter mexido no seu celular e visto a foto.
Deletou-a. Essa constatação o deixou frustrado. Tinha raiva
dela, mas queria vê-la nua novamente, nem se fosse apenas
por fotografia. Procurou num antigo catálogo de telefone e
encontrou algumas agências de detetives. Achou os preços
para uma investigação bem salgados. Na quinta ou sexta pes-
quisa, atendeu uma voz feminina. Ouviu a mulher dizer:
- Agência de investigações Tara Verçosa. Boa noite.
Com quem falo?
- Boa noite. Gostaria de falar com o detetive responsá-
vel.
- Pode falar, senhor. Sou a única detetive e dona da
agência. Em que posso ajuda-lo?
OFERTA SAFADA DA CASA48
Duas horas depois o negro chegava à tal agência. Fi-
cava no quinto andar de um edifício do Centro do Recife e,
apesar de pequena, tinha uma sala bem arrumadinha. Nota-
va-se o toque feminino, com flores em jarros e essas coisas
que mulheres gostam. O ambiente cheirava a eucalipto. Com
certeza, havia sido limpo pouco antes dele chegar. A detetive
Tara Verçosa o esperava na porta. Abriu-a antes dele tocar a
campainha. Só quando sentou-se frente a ela é que Maurício
entendeu a sua presteza: ela o havia visto chegar através de
um circuito de tevê. Tara Verçosa apertou sua mão e pediu
que ele refizesse seus passos antes da loira ter chegado à lo-
cadora. Ele não lhe falou do bõnus erótico que costumava
oferecer, mas não via ligação da raptora com outras clientes
que foram atendidas no dia.
- E os clientes homens? Algum não pode ser amante
dela?
- Não pensei nisso. Tinha uma foto dela tirada do celu-
lar, mas ela a apagou.
- Mesmo? - Disse a moça contente - Dê-me o aparelho
aqui, por favor...
Ele deu tranquilo. Acreditava que ela não iria ver a foto
da loira nua. A detetive, no entanto, abriu seu notebook e
o conectou ao celular de Maurício. Enquanto ela escaneava
o aparelho, ele a olhava com mais curiosidade. Tara não era
uma mulher grandona. Devia medir no máximo um metro e
sessenta centímetros de altura. Era bonita, mas sem exageros.
Tinha um corpo magro mas atlético. Usava óculos executivo,
dando-lhe um ar intelectual. Não era burra. Ela exclamou:
- Ah, achei! A foto foi apagada mas o programinha que
tenho no computador pode restaura-la.
Maurício sentiu um baque no coração. Jamais esperava
que ela recuperasse a foto. Ficou nervoso. Ela esteve olhando
a fotografia, depois disse:
EHROS TOMASINI 49
- Pode me contar a história de novo, e dessa vez me
dizendo a verdade?
- Está bem. Me desculpe. Não achei que fosse recuperar
a foto.
- Tudo bem. Desde que chegou que eu senti o cheiro de
sexo impregnado em tua roupa. Você deve ter feito sexo ain-
da hoje. Pelo jeito, sexo casual e às pressas, pois nem se deu
ao trabalho de tomar um banho demorado depois. Por acaso
é maníaco sexual?
- Não, senhora. Mas as minhas clientes são.
- Explique-se.
- Tenho uma locadora onde a maior demanda é de fil-
mes eróticos. Aproveitei essa característica da loja para ane-
xar um cubículo onde as clientes podem ter sexo através de
um buraco na parede.
- Interessante. Continue...
- Uma loira chegou interessada em conhecer o cara que
fica com o pinto através do buraco. Eu não a conhecia, mas
ela já parecia saber da promoção.
- Que promoção?
- A alocação de cinco filmes dá direito a meia hora de
sexo.
- Muuuuito interessante. Conheço esse tal buraco na
parede de filmes, mas não sabia que existia isso aqui no Bra-
sil.
- Tive a ideia assistindo filmes.
- Continue tua história...
- A loira que procuramos estava curiosa para conhecer
o cara por trás do buraco.
- Que, por coincidência, é o teu irmão desaparecido?
- Isso. Enquanto se despia para transar com ele, eu a
fotografei com o celular - mentiu ele.
- E como ela conseguiu te nocautear? Você é um negro
atlético. Poderia tê-la vencido no braço.
- Ela borrifou meu rosto com um spray. Senti-me tonto
OFERTA SAFADA DA CASA50
e desmaiei.
- Deixa eu ver... - Disse ela, agarrando-o pela nuca e
puxando seu rosto para perto do nariz dela.
Esteve cheirando-o, tocando-lhe a pele, tal qual a ou-
tra detetive, mas se demorou fazendo isso. Mais uma vez o
negrão ficou de pau duro ao tê-la bem perto dos seus lábios.
Não se conteve. Roubou-lhe um rápido beijo. Ela se afastou.
Ficou olhando para ele. Passou as costas das mãos nos lábios.
Disse:
- Vou aumentar meus proventos, por ter feito isso.
- Desculpe-me. Não consegui me conter.
- Nota-se que é un tarado.
- Posso parecer, mas não sou. Os últimos acontecimen-
tos estão mexendo comigo.
- Vou fazer que acredito. Mas não faça isso de novo, a
menos que eu permita.
- E como vou saber quando permitirá?
De novo ela esteve olhando fixamente para ele. Pediu
que ele ficasse de pé. O negro não entendeu muito bem o
pedido até se levantar e ela olhar pro seu cacete duro, ava-
liando-o. Depois, ela ergueu-se da cadeira e se agarrou a ele,
beijando-o com violência. Baixou a mão e pegou no seu ca-
ralho por fora da calça. Não satisfeita, puxou-lhe o fecho para
baixo e arriou sua calça, libertando o pênis enorme. Abriu-
-lhe a camisa com urgência, quase arrancando fora os botões.
Quando seu peito estava nu, mordeu-o com força. O negro se
esforçou para suportar a dor. Para se vingar, apertou-lhe com
os dedos o biquinho do seio por cima da blusa preta que ela
usava. Ela voltou a beija-lo, mas terminou mordendo seus lá-
bios. Ele sentiu o gosto de sangue na boca. Rasgou a sua blusa
com força e arrancou a calça preta que ela usava. Deitou-a na
mesa de tampo de vidro que tinha na salinha, onde estivera
sendo atendido. Ela o puxou pelos cabelos para cima de si.
EHROS TOMASINI 51
Ele abriu suas pernas e apontou o pênis para a vulva peque-
nina. Nem lubrificou a pica, enfiando-a na racha. Ela gemeu
de dor. Mordeu novamente seus lábios, mas dessa vez com
menos força. Depois, movimentou a mão de lado, acionando
um botão sobre a mesa, e as luzes do escritório se apagaram,
deixando-os no escuro.
A racha da detetive era quente. Engoliu apertadinha a
bimba do negrão. Antes de se acostumar com a penumbra,
Maurício deu a sua melhor gozada do dia.
FIM DA SÉTIMA PARTE
OFERTA SAFADA DA CASA52
Oito
Afoda com a detetive Tara Verçosa, apesar de intensa, foi
rápida. Ela voltou a acender as luzes do escritório e se
recompôs das roupas, abrindo um armário onde estavam vá-
rios vestidos, calças e blusas, além de roupas íntimas. Depois,
apontou um outro compartimento e sugeriu:
- Escolha uma roupa para você dentre as que tenho
aqui. Acho que te cabem. Meu último namorado tinha um
físico parecido com o teu.
- E por que ainda mantém as roupas dele aqui?
- Fui eu que as comprei pra ele. Não deixei que levasse.
Não merecia. E eu poderia precisar delas, como agora. Des-
culpe-me ter danificado as tuas.
- A recíproca é verdadeira. És sempre tarada assim?
- Sempre. Talvez por isso tive poucos namorados. Não
gostou?
- Ainda tenho os lábios doloridos. Fora isso, nada te-
EHROS TOMASINI 53
nho a reclamar.
- Ainda bem. Não vou te pedir desculpas, já que gostei
da foda. Mas vamos ao que interessa: dê-me mais informa-
ções sobre a detetive da Polícia que você disse estar procu-
rando por teu irmão.
- Não sei nada sobre ela. Apenas tenho seu telefone e
sei a delegacia onde trabalha.
- Dê-me o número do celular dela.
- A última ligação que recebi é dela. Pediu para eu gra-
var seu número na minha agenda, para quando ligasse pra
mim.
- Ótimo. Nem preciso tirar teu celular do PC. Pego o
número dela rapidinho...
- O que pretende fazer com ele?
- Bisbilhotar seu telefone, claro.
- Isso não é ilegal?
- Sim. Mas todo detetive que se preza faz isso: hackear o
telefone alheio. Quando é um aparelho convencional, é mais
difícil. A tecnologia antiga não permite.
Ela baixou os documentos e fotos encontradas na me-
mória do celular da detetive Sara e gravou as imagens, antes
de vê-las. Depois, se mostrou preocupada. Disse:
- Acho que você foi enganado, gostosão. Encontrei
umas fotos tuas nas pastas do telefone dela. Tem certeza de
que não a conhecia?
- Fotos minhas? Cadê?
Ao ver as fotos, o negrão ficou surpreso. Eram fotogra-
fias antigas, a maioria de um ano atrás, quando ele começou
a oferecer o bônus na locadora. Numa delas ele era visto ao
lado do irmão deficiente. Ele explicou isso para Tara. Ela dis-
se:
- O rapto do teu irmão devia estar planejado há muito
tempo. Há duas explicações para essas fotos: ou a detetive as
OFERTA SAFADA DA CASA54
tirou por estar te investigando, ou as recebeu de alguém. Em
todo caso, ela deve estar mancomunada com a tal loira.
- Será? Eu não me lembro de ter visto a mulata antes.
Ela é muito bonita para eu tê-la esquecido. Nunca vi a loira,
também.
- Elas podem ter pedido para alguém te fotografar às
escondidas.
- É possível. Assim, eu não me lembraria de quem fez
isso, né? E agora?
- Agora, o próximo passo é localizar uma das duas. Só
assim, teremos teu irmão de volta.
- E como pretende localiza-las?
- Deixa comigo. Eu quero que você transfira para a mi-
nha conta ao menos três dias de pagamento e uma reserva
para viagens, como combinamos. Depois, volte às suas ativi-
dades normais a partir de amanhã.
- Não vou conseguir trabalhar se não tenho meu irmão
comigo. Ele é o principal objetivo das minhas clientes.
- O cacete dele, você quer dizer.
- Você entendeu. Sem ele, como poderei conceder o
bônus?
- Você não dá conta?
- Quem transou com ele não vai querer um caralho
menor.
- O dele é tão grande assim?
- É enorme.
- Upalalá. Isso eu vou querer confirmar. Mas invente
uma desculpa qualquer para as clientes. O importante é que
o chefão do tráfico, esposo da loira, saiba que você continua
trabalhando. Senão, pode querer te pegar para te forçar a di-
zer o paradeiro dela.
- Mas eu não sei.
- Ele não sabe disso. Sabe apenas que você almoçou
com ela em um dos restaurantes dele, onde ela certamente
seria reconhecida. O cara vai querer saber o porquê disso.
EHROS TOMASINI 55
- Entendi. Vou fazer o que me pede. Quando te vejo
novamente?
- Não sei. Acho que vou atrás da detetive. Se ela estiver
agindo em parceria com a loira, saberei.
- A detetive me disse que quer protege-la do marido.
Acha que ela levou na fuga documentos que incriminam o
cara.
- É possível. Mas só saberei disso investigando as duas.
Vá pra casa. Logo, te darei notícias.
Maurício não foi para casa. Parou no primeiro barzi-
nho que encontrou no caminho. Já passavam das onze horas
da noite e o bar onde entrou estava fechando. A garçonete
avisou:
- Só vai dar para tomar, no máximo, duas cervas, moço.
Estamos fechando. Eu tenho hora para pegar o último ônibus
da noite.
- Você mora onde?
- Por que quer saber?
- Se for caminho, posso te dar uma carona de táxi.
Ela olhou para ele, como se o estivesse avaliando. De-
pois, sentou-se à mesa. Disse:
- Se me deixar tomar uns copos, espero tua vontade de
ir embora. Tenho a chave do bar. Posso dormir lá dentro.
- Não seria melhor fechar e irmos para um outro bar
que fique aberto mais tempo? Pode chegar mais gente aqui
querendo beber e você teria que servir, se está me servindo a
essa hora.
Ela sorriu. Disse que ele era inteligente. Pediu que espe-
rasse. Iria recolher as mesas e cadeiras, enquanto ele tomava
sua cerveja. Quando ela se afastou, ele a avaliou. Era uma
morena rabuda de quadris largos e pernas grossas, apesar de
não ser tão bonita de rosto. Também não era feia. Talvez, se
OFERTA SAFADA DA CASA56
tomasse um banho de loja e fosse a uma cabeleireira, cha-
masse mais a atenção. Mas não criou expectativas. Melhor
se ficasse só nas cervejas com ela. Afinal, já havia transado
naquela noite.
Ela desapareceu no interior do bar, quando terminou
de guardar as mesas e cadeiras, deixando só a que ele esta-
va sentado. Demorou cerca de meia hora para aparecer de
novo. Estava irreconhecível. Havia soltado os cabelos, trocara
de roupa e colocara uma maquiagem discreta. Estava linda.
O dono da locadora ficou de pau duro imediatamente, após
revê-la. Ela sorriu quando viu a surpresa estampada em seu
semblante. Disse:
- Vamos? Não precisa pagar essa cerveja. Já paguei eu
mesma ao dono do bar que está lá dentro...
- Precisamos chamar um táxi, primeiro.
- Não. Deixe pra pegar o táxi depois. Dá para irmos à
pé. É aqui perto. Iremos conversando até lá.
Foram. Ela parecia meio empulhada com algo. O negro
perguntou o que lhe estava incomodando. Ela respirou fun-
do, antes de dizer:
- Sabe o que é, moço? Eu te reconheci da locadora. Já
estive lá, mas acho que não se lembra de mim. Faz tempo.
- Sinto, mas não me lembro mesmo. O que está queren-
do de mim?
- Eu queria saber se ainda faz aquela promoção. Eu es-
tou já há algum tempo sem transar e gostaria de ir lá amanhã.
- Infelizmente, a promoção foi cancelada por uns tem-
pos. O rapaz que atendia no quartinho teve que viajar. Você
já tinha transado com ele?
- Não. Não consegui. No dia em que estive lá, achei o
peru dele muito grande. Tive medo de ficar toda dolorida,
depois. Fui embora sem foder com ele, sabia?
- Ah, agora me lembro de você. Estava muito diferente
EHROS TOMASINI 57
de hoje, mas me lembro.
- Eu estava bem mais gorda. Emagreci, depois que dei-
xei meu marido. Ele batia muito em mim.
- Cadê ele?
- Não soube mais daquela peste. Foi-se embora com
outra. Uma puta que trabalhava no bar onde trabalho agora.
Soube que ela prometeu mata-lo, se ele batesse nela.
- Bem feito. Mas não posso fazer nada por ti. Só quan-
do o cara da locadora voltar. Também tenho o pau grande,
acho que não iria te agradar.
- Posso vê-lo?
- Aqui no bar?
- Lá dentro, no banheiro feminino. Não seremos inco-
modados. Veja: só tem eu de mulher no bar a essa hora. E eu
conheço a garçonete que serve aqui. Ela é “limpeza” comigo,
assim como sou com ela.
- Ela transa no bar onde trabalhas?
- De vez em quando. Tenho a chave de lá, como te dis-
se. Quando o dono sai, empresto a chave a ela. Sempre me
entrega no outro dia, quando chego de manhã cedo.
- Passa o dia todo naquele bar?
- Não. Quando trabalho à noite, no outro dia trabalho
de manhã. Por isso às vezes durmo lá.
- Então deixa tua amiga chegar com a cerveja. Depois,
iremos separamente e nos encontramos no banheiro femini-
no.
Pouco depois, ela pegava carinhosamente no seu pau.
A pica ainda estava mole. Ela quis chupá-lo. Ele recuou:
- Ainda não tomei banho. Larguei do trabalho e ainda
não fui pra casa. Vamos a algum lugar que tenha banheiro e
deixo você fazer o que quiser comigo.
- Não gosto de homem cheirando a sabonete. Prefiro-o
com seu cheiro natural. Quero chupa-lo assim mesmo.
- Tua amiga não irá reclamar?
OFERTA SAFADA DA CASA58
- Sim. Mas só se souber que eu te comi e não a chamei
pra festa. Ela adoraria estar aqui conosco.
- Do jeito que estou cansado, não aguentaria as duas.
- Melhor. Assim, te tenho só para mim.
Ela agachou-se entre as pernas dele e começou a fela-
ção. Era muito gulosa. Ficava forçando ter o caralho todinho
na boca. Ele esbarrava na sua goela e ela se engasgava e ficava
tossindo. Depois, voltava a chupá-lo com mais gula ainda.
De repente, parou para perguntar:
- Andou trepando há pouco? Teu pau está fedendo a
boceta.
- Não. Tentei satisfazer uma cliente à tarde, para suprir
a falta do meu funcionário. - Mentiu.
- Adoro esse cheiro de bilola suja de tabaca. Fico super
excitada. Seria até capaz de ceder o cuzinho pra ti.
- Eu adoro foder um cuzinho...
- Deixo com uma condição: a gente sai daqui e volta
pro bar onde eu trabalho. A essa hora o dono já foi.
- Pois tenho proposta melhor: fodo teu buraquinho
aqui e lá.
Ela o beijou com carinho. Depois, virou-se de costas.
Advertiu:
- Vá com calma que meu cuzinho está há meses sem
levar rola.
- Relaxe. Se escore em alguma parede e empine a bun-
da. Estou com muito tesão nesse teu rabo.
- Então, vem amor. Sem pressa. Quero sentir essa pica
entrar bem devagar entre as minhas pregas...
Ele não se avexou. Parafusou a glande no cuzinho dela
e, quando a cabeçorra entrou, ele começou os movimentos de
cópula. Bem devagar, sem forçar e nem deixar sair de dentro.
Pouco depois ela estava pingando gozo pela xoxota. O cu es-
EHROS TOMASINI 59
tava bem lubrificado. Ela gemeu:
- Vai botando e tirando toda. Botando e tirando toda.
Até que eu tenha engolido tu...
Não completou a frase. Começou a gozar. Jogava a
bunda contra o pau dele e este entrou até o talo. Quando ela
sentiu seus testículos lhe tocar as pregas, teve o primeiro or-
gasmo. Tampou a bacia sanitária e se espalmou na tampa, fi-
cando em posição mais confortável para ambos. Ele apressou
os movimentos. Ela urrava de prazer. As pernas fraquejaram.
Ele a segurou pela cintura antes que ela caísse de joelhos. Ela
ficou nas pntas dos pés, empinando mais a bunda. Depois de
dois longos orgasmos seguidos, ela se retirou de repente do
seu caralho e caiu de boca nele.
Aí, bateram com força na porta.
FIM DA OITAVA PARTE
OFERTA SAFADA DA CASA60
Nove
As batidas na porta se repetiram, cada vez mais fortes. Al-
guém gritou:
- Quem está aí? O que está acontecendo?
A porta, finalmente, se abriu. No vão, apareceu a garço-
nete que estava com o negrão, tendo o cuidado de não escan-
cara-la. Disse com a cara mais sonsa:
- Eu estou acontecendo, querida!
- Neide? Que barulho foi aquele, mulher? Parecia al-
guém gemendo...
- Larguei excitada e entrei aqui para dar vazão ao tesão,
tocando uma siririca. Acho que exagerei - disse ela sem que-
rer dizer que estava acompanhada.
- Cadê o cara que estava contigo? Ele se parece com
aquele negro da locadora safadinha, onde dão um bônus para
solteiras.
EHROS TOMASINI 61
- É ele mesmo. Por isso fiquei excitada. Viemos falando
de sexo. Ele disse que ia pegar uma grana no caixa eletrônico
e volta já.
- Já botei a cerveja de vocês na mesa. Acabei de ser de-
mitida por faltar três dias nesta semana. E o filho da puta do
dono ainda pediu que eu passasse daqui a quinze dias pra
pegar meu dinheiro. Está bêbado, atendendo no balcão. Não
adianta eu falar com ele agora.
- Aproveite que ele está neném e tire teu dinheiro do
caixa.
- É uma boa ideia. Não vou esperar tanto pra ele me
pagar. Tenho contas atrasadas. Quer que eu fale com ele pra
tu assumir o meu lugar?
- Vamos lá. Mas só começo a trabalhar amanhã. Hoje,
quero curtir o negro bonitão.
- Ele é lindo. E parece ter um pau tão grande quanto o
do cara que fode na locadora.
- Já fodeste com ele, o do cacete enorme? - Perguntou
a garçonete Neide, andando em direção ao balcão onde o
gerente do bar bebia, afastando-se propositadamente do ba-
nheiro.
O negrão não ouviu a resposta da outra garçonete. Saiu
sorrateiro do banheiro e voltou para o seu lugar na mesa. A
jovem que atendia não o viu. As duas conversaram com o
beberrão e depois a bonitona voltou para perto de Maurício.
Disse:
- Infelizmente, vou ter que trabalhar, amore. A menina
que está nos servindo foi demitida neste instante. Vou assu-
mir o lugar dela pois o gerente está bicado e não quer fechar
o bar. Vamos ter que adiar o segundo tempo da nossa foda.
Você me perdoa?
- Claro. Eu já estou satisfeito. Deixa teu telefone. Quan-
do o meu funcionário voltar de viagem, te ligo avisando.
- Ah, eu não quero mais trepar com ele. Prefiro você.
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- Está bem. Foderemos outras vezes. Mas contanto que
não seja num banheiro. O daqui é imundo!
Ela deu uma sonora gargalhada. Beijou-o nos lábios
bem na hora em que a outra garçonete se acercava deles. Ela
deu boa noite ao negrão e pediu licença para se sentar. Falou:
- Se não se incomoda, vou assumir o lugar de Neide.
Ela acaba de assumir o meu, no bar.
Neide deu-lhe um beijo na testa e se levantou para sair
da mesa. Disse para a amiga:
- Cuide bem dele. Faça-lhe uma massagem daquelas
que você sabe fazer, pois ele me disse que está esgotado do
trabalho - disse a boazuda, piscando um olho para a que se
sentou.
- Deixa comigo. A menos que ele não tenha simpatiza-
do comigo...
A outra garçonete era bem mais nova que a morena bo-
nitona e boazuda, mas era menos atraente que Neide. Mesmo
assim, ele disse:
- Estou mesmo precisando de uma massagem para di-
minuir o estresse. Você está cobrando quanto?
- Depende do que venha depois - disse a jovem quando
a outra saiu de perto. Minha amiga pensa que me engana,
mas eu sei que vocês estavam trepando no banheiro. E eu
duvido que você aguente outra ainda hoje.
- Está me lançando um desafio?
- Não. Um apelo. Fiquei excitada em saber que estavam
transando. Não tenho namorado e já estava pensando em vi-
sitar tua locadora.
- Você me conhece?
- Sim. Já estive lá, mas você nem olhou direito pra mim.
Nesse dia eu estava seca pra foder e tive que aguentar o cara-
lho enorme do teu irmão.
EHROS TOMASINI 63
- Como você sabe que o cara do cacete grande é meu
irmão? - O negro de olhos azuis estava surpreso.
- Uma loira que de vez em quando dou massagem nela,
quando não estou trabalhando no bar, foi quem me disse. Es-
teve dia desses procurando saber de mim o endereço da tua
locadora, pois eu havia falado a ela da promoção de vocês.
Perguntou pra mim: onde é que fica a locadora do momento,
a daquele negrão que tem um irmão deficiente mental, que
você disse que trepa bem? Foi quando eu soube que o cara
era teu irmão.
- Você sabe o nome da loira, garota?
- O meu nome é Viviane. O dela, eu não sei. Mas sei
que é mulher de um traficante de drogas e armas, que tem
uma rede de restaurantes. Por isso, cobro dela mais caro. Ela
ficou de ir lá em casa, ontem, para uma nova sessão de mas-
sagem, mas não apareceu. Deve ter ido pra casa de praia que
mantém às escondidas do marido.
- Você sabe onde fica essa residência, Viviane? - Per-
guntou o negrão, eufórico por estar perto de desvendar o pa-
radeiro do irmão. Acreditava que a loira estaria na tal casa,
com ele.
- Claro que sei onde fica. Já fui lá várias vezes, pra dar
massagem nela.
Maurício pediu licença e se afastou, para ligar para a
detetive Tara. Disse a ela que achava que havia encontrado
onde era mantido refém o irmão. Falou o que tinha ouvido
da garçonete massagista. A morena pediu que ele segurasse
a moça perto de si até ela chegar. Que não tentasse arrancar
dela o endereço pois ela poderia cismar e não dar a localiza-
ção da residência. Detivesse a garçonete, nem se tivesse de
dormir com ela.
Maurício concordou com ela e depois desligou. Em se-
guida, discou o número da mulata detetive, mesmo Tara ten-
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do dito a ele que achava que ela era cúmplice da loira. Ele não
acreditava nisso. Disse-lhe que achava que havia encontrado
o irmão. Falou que tinha uma informação que o poderia le-
var ao esconderijo da loira. Que ela desse um tempo na inves-
tigação, até ele ter certeza. Ela prometeu esperar. Ele desligou
e voltou para a mesa. A jovem o esperava cismada. Perguntou
para quem ele ligava. Ele mentiu:
- Estava falando com meu irmão. Ele disse que ainda
não poderia ir pra locadora amanhã. Então, não vou abrir
a loja. Temos a noite só pra nós dois. Está disposta a me dar
aquela massagem?
Ela olhava para ele mais desconfiada ainda. Afirmou:
- Você está mentindo. Soube que teu irmão é surdo-
-mudo. Como poderia ouvir o que você estava dizendo?
Maurício teve que inventar uma saída na hora. Mentiu
novamente:
- Eu tenho um outro irmão, que não é deficiente, assim
como não sou. Ele havia ficado de substituir o que está via-
jando.
- Ah, bom. Desculpa. Ando cismada de tudo e de to-
dos, depois que fui roubada aqui no bar. Depois, descobri
que o culpado pelo roubo foi o filho da puta do meu próprio
macho. Dei-lhe uma facada e fugi. Passei três dias sumida
para livrar o flagrante. Por isso faltei aqui e fui demitida. Sou-
be que o safado está internado entre a vida e a morte.
- É o que era casado com tua amiga Neide?
- Isso mesmo. Ela te disse?
- Falou-me que o marido que lhe batia a deixou por ou-
tra. Pelo que você disse agora, imaginei que a outra foi você.
- Pois é. Quando reclamei que havia me roubado, de-
pois de colocar Rupinol na minha bebida, aqui mesmo neste
bar, enquanto eu bebia com ele, ele bateu em mim. Eu já ha-
via prometido a ele que no dia que ele batesse em mim, como
EHROS TOMASINI 65
costumava bater em todas as suas mulheres, eu o mataria.
Cumpri com a minha promessa. Ele não vai demorar muito
com vida...
O negrão não se manifestou. Estava ansioso pela che-
gada da detetive Tara. Queria saber logo onde se encontrava
o irmão. Àquela hora ele necessitava tomar seus remédios. E
nada da detetive tarada chegar. Então, seguiu seu conselho.
Perguntou para a garçonete:
- E aí, vai poder me dar a massagem?
- Oh, sim. Já tinha me esquecido. Compre umas cerve-
jas e levemos lá pra casa, onde tenho meu material de traba-
lho. Bebemos, enquanto você relaxa e eu trabalho.
Maurício se despediu de Neide e seguiu com Viviane
para a residência dela. A jovem morava numa casa modesta,
um pouco distante do bar. Saltaram do táxi com meia dúzia
de cervejas pegas no bar e entraram. Ela guardou as bebi-
das numa velha geladeira e levou-o para um quartinho todo
pintado de branco. Nele, havia uma cama de massagens. Ela
pediu que ele tomasse um banho morno e viesse apenas de
toalha.
Quando o negrão de olhos azuis saiu do banheiro, seu
pau estava duro ao ponto de ficar visível a ereção por baixo
do tecido. Ela sorriu. Reclamou:
- Ah, assim vou ter que adiantar meu trabalho. Devia
esperar que eu te deixasse excitado. Mas é melhor - disse ela,
pegando um punhado de óleo na mão.
O óleo tinha cheiro de algo comestível. Ela untou o ca-
ralho duro dele e massageou primeiro ali. O negrão estava
deitado de costas para a cama e via todos os seus movimen-
tos. Ela sorria, quando ele mordia os lábios de tesão com a
carícia. Algumas vezes ela levou o pênis à boca, lambendo-
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-o inteiro ou chupando só a glande. Depois, continuou lhe
masturbando enquanto lhe chupava os testículos. O negrão
fechou os olhos. Ela o havia esperado vestida apenas com
uma bata branca, sem nada por baixo. Em dado momento,
resolveu-se a tirar a bata, mostrando um corpo jovem e te-
sudo. Maurício percebeu que sua vagina pingava de tão en-
charcada.
Então, ele não teve paciência para esperar o desenvol-
ver da massagem. Levantou-se da cama e a deitou nela. Pin-
celou a glande na racha da morena e ela mostrou-se muito
excitada. Dobrou e levantou uma perna. Pediu sensual que
ele a chupasse. Ele atendeu seu pedido. Lambuzou a cara na
sua seiva, depois sorveu seu gozo. Ela fazia caras e bocas a
cada lambida na racha, a cada chupada no grelo. Não demo-
rou e ela pediu por seu pau na boceta. Ele esfregou a glande
na racha antes de botar só a cabeçorra. Ela chorava de prazer,
implorando rola. Aí, pediu que ele voltasse a se deitar.
Viviane subiu na cama e acocorou-se sobre o enorme
pau do negrão. Ela mesma apontou o membro para a racha e
estrepou-se nele. Começou a cavalgada e não demorou muito
a ter espasmos de prazer. De joelhos dobrados, inclinou-se
para trás, apoiando-se na cama. Fez os movimentos de có-
pula cada vez mais intensos. Sua expressão facial era de puro
gozo. Depois, virou-se de costas para ele e se enfiou de novo
na pica. Fazia os movimentos e o negrão ficava mais excitado
a vendo de costas, arrebitando o bumbum, copulando com
urgência de ter um orgasmo. Era excitante demais para ele
ver a sua bunda subindo e descendo, frenética e seu caralho.
Então, a garçonete-massagista quase o empurrou da
cama. Quando ele levantou-se, ela ficou de quatro sobre o
móvel. Era um convite claro para que ele lhe metesse no ânus.
Ela encostou o rosto no lençol e fechou os olhos, ficando com
EHROS TOMASINI 67
a bunda empinada. Ele também subiu na cama e se ajoelhou
atrás dela. O pau estava lambuzado de óleo. Entrou fácil no
cu dela.
FIM DA NONA PARTE
OFERTA SAFADA DA CASA68
Final
Viviane levou o negro de olhos azuis para o dormitório e
estiveram lá, descansando da foda. Ambos estavam ca-
lados quando escutaram batidas na porta. Ele perguntou:
- Está esperando alguém?
- Eu? Não. Principalmente a essa hora da madrugada.
- Então, não abra.
- Não é possível que seja o puto do meu marido esfa-
queado... Não vou ficar nessa dúvida. Não saia daqui, Eu vou
abrir.
Nem bem a mulher abriu a porta, recebeu uma lufada
de spray no rosto. Caiu no chão imediatamente. A detetive
Tara Verçosa entrou afobada. Ordenou:
- Traga-a de volta para a cama e faça isso depressa. Pre-
cisamos sair daqui.
EHROS TOMASINI 69
- O que está acontecendo? E como me encontrou?
- Te achei através do teu GPS. Está escondido em teu
celular e você nem sabe. E tem gente de olho em você. Esti-
veram te seguindo desde o bar, mas acho que já te tocaiavam
desde a minha agência. Com certeza são homens do marido
da loira.
Quando o negrão colocou Viviane deitada na cama, a
morena detetive aplicou-lhe uma injeção.
- O que é isso? - Perguntou o negro.
- Pentotal. É antigo, pode estar vencido, mas acho que
ainda funciona. Obriga as pessoas a dizerem o que não que-
rem. Torça por isso. Precisamos achar teu irmão antes que os
compinchas do marido da loira resolvam te dar uma prensa.
A morena foi incisiva. Quando percebeu que a garço-
nete já estava sob efeito da droga, perguntou:
- Onde se esconde a loira que você dá massagem nela?
A mulher deu um endereço detalhado, explicando até
os pontos de referência para achar a casa de praia. A detetive
anotou tudo e disse pro negro:
- Vou sair sorrateira daqui e ir buscar teu irmão. Fique
com a garçonete. Os caras devem pensar que você está numa
noitada com ela. Se entrarem aqui, devem encontrar vocês
nus, entendeu?
- Ela vai demorar a acordar?
- Sei lá. Nunca usei essa porra de Pentotal. Era usado
pela CIA, na época da guerra fria. Meu pai, que também era
detetive, conseguiu a droga, mas não me pergunte como.
- Vai levar meu irmão para onde?
- Se conseguir acha-lo, te ligo. Nos encontramos em al-
gum local. Tchau.
Quando a detetive tarada lhe deu um beijo e saiu pela
OFERTA SAFADA DA CASA70
porta dos fundos da residência, Maurício se deitou ao lado da
garçonete adormecida. Notou uma tevê pequena no quarto e
levantou-se, procurando o controle remoto. Achou-o, ligou
a tevê e voltou para o leito. Estava passando a reprise de um
jornal televisivo. Dava a notícia do assassinato a golpes de
faca de um homem, provavelmente pela companheira. Mos-
traram a foto da vítima. O negrão a reconheceu como sendo
o seu pai. Deu um beijo carinhoso na garçonete. Ela havia
feito o que ele não tinha conseguido dez anos atrás: matar o
cara. Lembrou-se de que não haviam tomado as cervejas que
trouxeram do bar e ele foi até a geladeira. Assustou-se com o
barulho da porta da frente da residência sendo arrombada a
pontapés. Três homens entraram de pistolas em punho. Ti-
nham cara de policiais a paisana. Um falou:
- Parece que a vadia tem sono pesado. Acorde-a.
- Não acho que vou conseguir. Ela tomou um monte de
cervejas e capotou. - Mentiu o negro.
O cara pediu a garrafa que ele tinha nas mãos. Tomou
um largo gole do gargalo e perguntou:
- Cadê a detetive que você contratou para achar a loira?
Vimos que entrou aqui, mas a perdemos de vistas.
- Ela veio me dar um recado e foi-se embora.
- Que recado?
- Que vocês estavam me seguindo e decerto viriam in-
terromper a minha foda.
- Por que não fugiu?
- Fiquei curioso para saber o que querem comigo.
- Você deve saber onde está a galega. Quero que nos
diga o paradeiro dela.
- Vocês parecem ser meio tapados - arriscou dizer o ne-
gro - senão saberiam que contratei uma detetive para acha-la.
Se soubesse onde ela está, por quê gastaria dinheiro com isso?
Os três se entreolharam. O que parecia o líder disse:
EHROS TOMASINI 71
- Recebemos ordens para te dar uns apertos. Acho que
não vai ser preciso. Mas, se não responder nossas perguntas
direito, nós vamos te dar umas porradas. Tá entendido?
- Entendido. Mande lá a primeira pergunta...
- Quem é a mulher na cama?
- Deveriam saber, já que me seguem desde o bar.
O negro levou um murro no estômago. Já esperava
por isso. Estava disposto a apanhar, contanto que isso desse
tempo para a detetive resgatar seu irmão. Caiu de joelhos no
chão. Levou mais um tapa no rosto. Ouviu:
- Eu avisei. Não se meta a besta conosco. Mas eu tenho
paciência. Por isso vou perguntar de novo...
- É a garçonete do bar, porra. Foi rendida pela que ficou
lá.
- Assim está melhor. Agora, vista-se. Vamos dar umas
voltas. O chefe quer falar contigo.
O negro de olhos azuis se vestiu lentamente, querendo
ganhar tempo. Apressaram-no. Deixaram a mulher adorme-
cida e seguiram com Maurício no carro. Pouco depois, ele
estava diante do dono de restaurantes. O negro ainda respi-
rava com dificuldades e tinha o rosto inchado pelo tapa que
recebeu. O mafioso perguntou:
- Te trataram bem?
- Muito bem. Mas são malvados. Não sabem fazer ca-
rinhos.
Recebeu outro murro no estômago. O chefão deixou
ele se recuperar um pouco para perguntar:
- Cadê a detetive que você contratou?
- Está atrás da loira, para resgatar meu irmão.
- Dê-me seu telefone.
- De novo?
- De novo. Quero ver tuas últimas ligações.
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Maurício tirou o aparelho do bolso e entregou-o ao
cara. Por coincidência, o celular começou a tocar. O chefão
lhe devolveu o aparelho e pediu que ele atendesse em viva
voz. Quando o fez, o negrão reconheceu a voz de Tara. Ela
informou:
- Infelizmente, a loira tinha acabado de fugir da casa
de praia. Deve ter sido alertada da minha ida lá. Tinha res-
tos de comida recentes sobre a mesa. E uma caixa vazia de
remédios.
- Que tipo de remédio?
Ela disse. Ele respondeu:
- É um dos remédios que meu irmão toma diariamente.
Ela deve saber disso. Como, não sei.
O negro forte, marido da loira, tomou o celular da mão
de Maurício e disse:
- Detetive? Aqui é o marido da fugitiva. Ache-a e re-
ceberá uma grana maior do que a que o teu cliente está te
pagando.
- Quero o triplo do preço que cobrei a ele. Temos um
acordo?
- Temos. Mas só depois que você achá-la.
- Exijo sempre metade do pagamento em dinheiro. Dê
o adiantamento ao negro de olhos azuis que está com você e
deixe-o ir embora.
- Qual o teu interesse nele?
- Quero receber a parte que me deve, claro. E pra isso
preciso dele inteiro.
- Já está um pouco avariado, mas nada que uma boa
noite de sono não conserte.
- Ok. Mas diga a quem o machucou que depois que eu
encontrar a tua esposa, vou matá-lo.
- Violenta, você. Não será preciso isso. Meu colabora-
EHROS TOMASINI 73
dor não dará mais problemas.
Dito isso, ainda sem encerrar a ligação, o mafioso sa-
cou uma pistola e atirou à queima-roupa contra o assecla.
Este morreu de olhos arregalados, surpreso com a atitude do
chefe. Os outros também ficaram assustados. O chefão voltou
ao telefone:
- Ouviu?
- Sim, obrigada. Me poupou desse trabalho.
- Pois ache minha esposa e será feliz comigo.
- Entendido. Dê o dinheiro ao negrão de olhos azuis.
Desligo.
O chefão devolveu o celular a Maurício. Disse para ele:
- Mulher de fibra. Gostei dela. Pode ir tranquilo. Não
mexo mais com você.
- Não tenho dinheiro para voltar de táxi. Esse pulhas
limparam minha carteira, antes de entrega-la a mim.
O chefão virou-se para um dos asseclas. Ordenou:
- Deem uns trocados a ele, enquanto pego dinheiro
graúdo para pagar a parte da detetive. E façam-no desapare-
cer da minha frente, junto com o cadáver do outro.
Pouco depois, Maurício estava num táxi levando um
pacote de dinheiro só em notas de cem. Ligou para a mulata,
detetive da Polícia que estava em João Pessoa, e disse:
- Oi, Sara. Te acordei?
- Não. Eu estava assistindo tevê. Perdi o sono.
- Olha, eu sei que você está mancomunada com a loira.
Acabei de ter a certeza. Consegui achar o esconderijo dela,
mas ela tinha acabado de fugir. Com certeza você telefonou
para ela, alertando-a de que eu havia encontrado a sua pista.
Não sei teu interesse nisso mas...
- Eu quero as informações que ela tem dos crimes do
OFERTA SAFADA DA CASA74
marido. Já te disse isso...
- Okay. Mas quero meu irmão de volta, vivo e ileso.
Portanto, estou dispensando os teus serviços. Pode ficar com
o que já te dei. Mas quero-a fora do meu caminho.
- Eu também ja te disse que não deixo nenhum caso
pela metade. Mesmo me dispensando, terá teu irmão de vol-
ta. Isso eu te prometo.
O negrão desligou sem responder. Continuou no táxi,
pensativo. Pensou em tomar umas cervejas no bar onde Nei-
de estava trabalhando mas desistiu por conta do horário e do
dinheiro que carregava num envelope. O dia já ia amanhecer.
Quando se aproximou de casa, no entanto, teve uma surpre-
sa: seu irmão o esperava, com uma sacola grande na mão,
sentado no batente da porta. O negrão pagou o táxi e correu
para abraçá-lo. O irmão também estava contente em ve-lo.
Usou a linguagem dos surdos-mudos para dizer que a loira
tinha dado aquela bolsa para ele. E que tinha deixado um
bilhete dentro.
Maurício abriu a sacola e ficou espantado com a quan-
tidade de dinheiro que achou dentro. Ali devia ter mais de
um milhão de reais. Leu o bilhete:
- DESCULPA, MAS EU PRECISAVA DO TEU IR-
MÃO PARA DESPISTAR MEU MARIDO. MINHA AMAN-
TE PLANEJOU TUDO HÁ TEMPOS. O ROLUDO ERA
PRIMORDIAL PARA QUE A FUGA SE CONCRETIZASSE.
NÃO ME VERÁ MAIS. NEM A SARA, MINHA AMANTE.
FOI ELA QUEM PLANEJOU TUDO. ESTAMOS EMBAR-
CANDO, NESSE MOMENTO, NUM VOO PARA OS ES-
TADOS UNIDOS. POR FAVOR, NÃO CONTE AO MEU
MARIDO. ESTOU COM DOCUMENTOS QUE PROVAM
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  • 2. OFERTA SAFADA DA CASA2 Um Anegra entrou toda desconfiada na locadora. Esperou à distância que um cliente fosse atendido, depois se apro- ximou do balcão. Disse: - Bom dia, moço. Minha patroa pediu que eu alocasse um filme especial. Disse que o senhor sabia o que mandar para ela. Autorizou-me a ficar com o bônus. O negro que atendia no balcão olhou sorridente para ela. Era um sujeito alto, bonitão, de olhos azuis. Pouca gente sabia que ele usava lentes de contato coloridas. Ele avaliou a negra que estava à sua frente. Era novinha. Devia ter, no máximo, uns dezessete anos. Não era bonita mas também não era de se jogar fora. Tinha pernas grossas e era alta. Ele perguntou: - Por acaso, posso saber o nome da tua patroa? Tenho muitas clientes que pedem filmes especiais. Preciso saber
  • 3. EHROS TOMASINI 3 quem são, para poder escolher um que lhe agrade. - Minha patroa se chama Helenita. - Não me recordo desse nome. A senhorita não errou de locadora? A moça ficou indecisa. Tirou um pedaço de papel do bolso e mostrou a ele. Disse: - Ela me deu esse pedaço de papel, moço. Não sei o que está escrito aí, mas perguntei a um senhor na rua: ele me indicou esse endereço. Até me trouxe perto daqui. Mas era muito enxerido. Corri logo dele. O atendente leu o que estava grafado mas não reconhe- ceu a letra. Era apenas o endereço da sua locadora e nada mais. Insistiu: - É mesmo o endereço daqui, mas não tem nada além escrito. Volto a dizer que não conheço tua patroa. Sinto mui- to, mas não posso atende-la. Peça para ela me escrever um bilhete, detalhando o que quer ou me dizendo quem é. - Ela já saiu para trabalhar, moço. Só volta de noite. Disse que eu não deixasse de pegar sua encomenda. - Não tem como ligar para ela? - Ela leva seu celular. Faz tempo que retirou o aparelho telefônico antigo de casa. Disse que era pra a gente não gastar com telefonemas demorados. - Hmmmmmmmmmm, parece que tua patroa é um tanto pirangueira. Continuo não sabendo quem é. Quem tra- balha contigo lá? - Só trabalho eu. Mas tem as empregadas de outras pa- troas do prédio que vão lá pra casa. Eram elas que gastavam o telefone da minha patroa. Eu sou sozinha no mundo, nem tenho pra quem ligar. - Entendo. Como é teu nome? O meu é Maurício. - O meu é Nanda. Será que eu trazendo uma foto da patroa o senhor não a reconheceria?
  • 4. OFERTA SAFADA DA CASA4 - Oh, faça isso. Sabendo de quem se trata, fica mais fácil escolher o filme para ela. Nanda foi num pé e voltou noutro, trazendo uma foto e uma outra empregada doméstica junto. Maurício ficou logo sabendo de quem se tratava, antes mesmo dela mostrar a foto. Afirmou: - Por tua amiga, já sei sei quem é tua patroa. Como está ela? Porém, eu não sabia que seu nome é Helenita. A conhe- cia como Estela. - Eu menti, moço. A encomenda é mesmo pra dona Estela. Ela mandou minha amiga vir pegar o pacote, mas ela ficou com vergonha. Disse que me dava o bônus que a patroa repassou para ela se eu viesse em seu lugar. - Você sabe qual é o bônus, Nanda? - Sei não, senhor. Deve ser coisa barata, senão a patroa não estaria cedendo pra gente. - Vocês são de maior? Da última vez que tua amiga aí esteve aqui eu não lhe dei o bônus por ela ser de menor. - Eu completo dezoito anos amanhã. - Oh, meus parabéns. Você tem namorado? - Que conversa é essa, moço? - Estranhou a negra. - O bônus é para maiores de idade. De preferência se não tiverem namorado. Não quero problemas, entende? - De quem é essa locadora? Vou reclamar ao dono - dis- se a negra, com raiva. - Eu sou o dono. Pode reclamar a mim. - Assim, não vale. Nos dê a encomenda que queremos ir embora. - Posso dar a encomenda de dona Estela sem proble- mas. Só não vão ter o bônus. Digam que, se ela quiser, que ela mesma venha aqui pegar. - Isso é um desaforo, moço. Dona Estela não tem tem- po de vir. Ela trabalha o dia todo. - Eu também. Ela pode vir depois do expediente. Aqui
  • 5. EHROS TOMASINI 5 ainda estará aberto. Nanda respirou fundo. A outra só escutava. A negra decidiu-se: - Está bem. Eu tenho um namorado, mas ele pouco aparece, mesmo. Sempre inventa que está trabalhando e só chega cansado. - Uma vez ele me disse que é porque você não quer transar com ele. - Falou, finalmente, a amiga de Nanda. - Isso não é verdade. Já transamos sim, mas parece que ele não gostou. Sumiu, desde então. Manda recado pelos ami- gos com desculpas. O balconista se divertia com a conversa das duas. Mas fazia que não estava prestando atenção. A negra perguntou: - Como é? Vai me dar ou não o bônus? Acabei de dizer que não tenho namorado. - Não. Você acabou de confessar que tem um, mesmo que ele seja ausente. Nada feito. - Me dá logo essa porra desse bônus antes que eu me enfeze, moço. A negra estava raivosa. O balconista de olhos azuis afastou-se do balcão para pegar algo. A negra completou: - E não precisa embalar a encomenda da patroa dela. Ela joga o saco no meio da casa. É mais trabalho para a mi- nha amiga. O atendente voltou com três filmes pornôs. Entregou- -os à negra. Ela escandalizou-se com as capas. Mostravam cenas de sexo explícito. - Que porra é isso? - A encomenda de dona Estela, claro. - Mentira! A patroa da minha amiga tem mais de ses- senta anos. Não iria querer ver essas porcarias.
  • 6. OFERTA SAFADA DA CASA6 - Ela vê, sim, Nanda. E ainda fica tocando siririca den- tro de casa. Ainda bem que me larga cedo, antes de fazer sacanagem. Mas uma vez eu esqueci algo e precisei voltar. Flagrei-a de pernas abertas fazendo safadezas. - Declarou a amiga de Nanda. O negro ainda fingia não estar prestando atenção à conversa. Dava a impressão de que estava preenchendo uns formulários. A doméstica disse: - Agora, fiquei curiosa para saber o que é o tal bônus. Pode trazer para mim, moço? - Infelizmente, terá que pegá-lo num compartimento lá dentro. - Então, vamos comigo, amiga? - Ela não pode ir. É de menor. Terá que te esperar aqui. - Ela vai comigo, sim. Eu sou quase de maior e me res- ponsabilizo por ela. Não vou entrar aí sozinha com o senhor. - Tudo bem. Se quer mesmo ir, não vou te impedir. E não vão entrar comigo. Sigam a seta e encontrarão o que que- rem no final do corredor. As duas entraram num corredor deserto, sem portas, até chegar ao final. Seguiam ansiosas mas desconfiadas. Nan- da ia na frente. A outra perguntou: - E se for uma armadilha, Nanda? - Nós corremos, Fia. Não se preocupe. Te defendo com unhas e dentes. Chegaram a uma única porta visível. Esta estava ape- nas encostada. Ainda desconfiadas, olharam para dentro. Era um cubículo não muito grande. Tinha uma cadeira de frente a uma tevê ligada, onde passava um filme de sexo. Fia disse: - Deve ser uma sala reservada para quem quiser assistir um filme de safadezas. - Deve ser mais que isso. Quem quer que seja que ve-
  • 7. EHROS TOMASINI 7 nha aqui, não viria sozinho. Traria alguma companhia. E só estou vendo um único lugar para se sentar. - Disse Nanda. - Então, vamos esperar. Devem vir nos atender. - Falou a mais jovem. Nanda olhou em volta. As paredes eram todas pichadas com letras grandes. Pena que ela não sabia ler. Mas Fia disse: - Tem um bocado de safadeza escrita nas paredes. Pare- ce um banheiro de puteiro. - Você já entrou nalgum banheiro de puteiro, Fia? A outra baixou a cabeça. Disse: - Sim. Eu era puta lá no meu Interior. Minha família passava fome e acabei fugindo de casa. Fui parar num putei- ro. Eu tinha apenas catorze anos de idade. Comi o pão que o diabo amassou, lá. - Eu não sabia, amiga. Nunca vi qualquer comporta- mento repreensível teu aqui. - Dona Estela foi quem me tirou de lá. Queria alguém pra trabalhar na casa dela e soube que tinha uma menor de idade no puteiro. Ameaçou chamar a Polícia para eles. Aí, me trouxe para cá. - Você é mais feliz aqui? - Perguntou Nanda, sentando- -se na única cadeira. - Sim. Dona Estela me trata bem. Só me ressinto de não ter um namorado. Ela não me deixa sair de casa. Só quando é pra fazer mandados. Ouviram um barulho. Ficaram alertas. Só então a ne- gra percebeu um buraco com uns dez centímetros de diâme- tro em uma das paredes. Era a única de madeira. As outras eram de tijolo e cimento. Pouco depois, tiveram uma grande surpresa: um caralho enorme, de quase quarenta centíme- tros de comprimento por cinco de circunferência, apareceu no buraco redondo da tábua. As duas se entreolharam. Fia
  • 8. OFERTA SAFADA DA CASA8 sorriu. Nanda, não. - Puta que pariu. Vou dar naquele negro safado lá de fora. Espera aqui. - Disse a negra. A doméstica saiu furiosa. Fia, no entanto, nem prestou atenção ao que ela dizia. Estava maravilhada com o tamanho da jeba. Até a mediu com o palmo. Quando Nanda chegou onde o negro de olhos azuis a atendeu, não havia ninguém lá. Voltou mais furiosa ainda para perto da amiga. Encontrou-a chupando o enorme cacete. A baba descia, ela tentando abar- ca-lo com a boca. Nanda gritou: - O que está fazendo? - Aproveitando. Sei lá quando vou ter outra oportuni- dade?... Nanda ficou olhando furiosa a outra mamar no enor- me cacete. Queria arrasta-la dali. Ao mesmo tempo, estava fascinada pelo tamanho da jeba do cara. Acreditava que era o negrão que a tinha atendido que estava com o pau pra dentro do buraco. Gritou em direção à parede: - Você é um cabra safado. Vou te denunciar por sedu- ção de menores, vai ver. Vão fechar essa merda. Não houve resposta por quem estava com o pau através da madeira. Aí, Fia perguntou: - Quer um pouco? Dá pra nós duas. Nanda ficou indecisa, mas só por uns segundos. Ajo- elhou-se perto da amiga e tomou-lhe o enorme cacete das mãos. Inesperadamente, deu uma mordida no meio da vara. Achou que o negro iria se retirar do buraco, por causa da dor. Ele nem se moveu. Ela achou estranho. Ia morder de novo quando a outra interveio: - Não. Morde-lo de novo, não. Se ele tirar o caralho daí, vou ficar com raiva de você, sua malvada.
  • 9. EHROS TOMASINI 9 Fia assoprou a jeba. Alisou-a com as mãos. Beijou-a várias vezes. Lambeu-a demoradamente. O nervo continu- ava pulsante, como se não houvesse acontecido nada. Nan- da também ficou com pena de ter mordido o cara. Pediu desculpas em voz alta. Mais uma vez, não obteve resposta. Continuou olhando a amiga fazer carinho naquele mastro enorme. Mas a amiga não queria só chupar. De repente, pu- xou a cadeira mais pra perto do caralho e apoiou-se com um pé nela, ficando de costas para a jeba. Pincelou, por trás de si, a glande na boceta molhada de tesão e depois se enfiou nela. Ficou forçando a vulva contra o pênis monstruoso até que este entrou quase todo. Fia tinha uma expressão de dor no rosto. Não estava aguentando mais aquela trolha enfiada na boceta. Mesmo assim, começou os movimento de cópula. Disse para Nanda: - Me ajuda. Me ajuda a gozar nesse caralho. Estou pre- cisando. Bate uma punheta nele sem tirar da minha xaninha. Num instante, Nanda pareceu entrar no clima. Dava- -lhe um enorme tesão ver a amiga se estrepar naquele pau grande. Fia começou a gozar pela boceta, mesmo sem ele ter entrado totalmente. Atendendo ao pedido da amiga, Nanda pegou no cacete duro do cara e começou a masturba-lo na parte do pau que estava de fora dela. Fia se deliciava jogando a bunda contra a bilola dele. Então, finalmente, aquele pau descomunal do cara gozou. Lançou porra dentro das entra- nhas da doméstica safadinha numa quantidade enorme. De- pois, retirou-se do buraco já amolecido. FIM DA PRIMEIRA PARTE.
  • 10. OFERTA SAFADA DA CASA10 Dois Fia, a amiga de Nanda, ainda quis esperar para que o bi- lolão voltasse a aparecer no buraco redondo na parede. Chamou pelo cara mas ele não se manifestou. A negra disse: - Acabou o bônus, amiga. - Que pena. Tudo que é bom dura pouco. Bem que dona Estela disse que eu iria gostar. - Você sabia que era algo parecido? - Que nada! Se soubesse, eu mesma teria vindo sozi- nha. - Ou seja: se fosse algo ruim, eu é que me lascasse, não é? - Desculpa, amiga. Mas sempre achei você mais esperta que eu. Se fosse algo ruim, você saberia se livrar melhor. - Grande consolo. Vamos embora. Quero ver se o ne- grão ainda está com cara de ter acabado de foder. Se era ele que estava ali, vou dar-lhe um esporro.
  • 11. EHROS TOMASINI 11 Mas o balconista e dono da locadora, naquele momen- to, atendia a uma cliente. Só que não lhe indicava filmes eró- ticos. E devia fazer tempo que ele estava ocupado pois havia uma grande pilha de filmes na frente da freguesa. Ela estava tendo dificuldades em escolher. Nanda perguntou: - Quem estava lá dentro cuidando do nosso bônus? - Segredo da casa, senhorita. Não posso dizer. Sinto muito. - Bônus? A que ela se refere? Você nunca me falou nada disso. E olha que faz tempo que aloco filmes aqui. - O bônus é só para quem não é comprometida, mada- me - disse o negrão para a coroa que estava à sua frente. E, pelo que sei, a senhora é casada e bem casada. - Mesmo assim, fiquei curiosa. Não vai me dizer? - Sinto muito mas não posso. - Eu te digo -, intrometeu-se Fia na conversa - venha até aqui fora... O negrão fechou a cara. A coroa ficou indecisa, mas saiu com a doméstica. Nanda ficou sozinha com o atendente. Perguntou a ele: - Não queria que minha amiga falasse pra coroa? - Não, não queria. Ainda preciso me certificar se algu- mas freguesas aceitariam saber do tipo de bônus que ofere- cemos aqui. - Fia tem boca grande. Não posso cala-la. Poderemos ter direito ao bônus outra vez? - Não sei. Ainda estou testando a novidade. Se der cer- to, sim. Nisso, a coroa entrou de volta. Estava sorrindo, diverti- da. Perguntou a Maurício: - É verdade o que a mocinha me disse? Por que me es- condeu a brincadeira?
  • 12. OFERTA SAFADA DA CASA12 - Já disse: o bônus é só para solteiras. - Mas agora fiquei curiosa. Fia me disse que o caralho do cara é enorme! - Mede 38 cm. - Tudo isso? É de verdade, ou ele usa um de borracha pra nos enganar? A moça disse que sua amiga mordeu a pica dele e ele nem reagiu... - Você fez isso? - Perguntou o cara a Nanda. Ela ficou envergonhada. Mentiu: - Pensei que era de borracha. - Não é. Coitado do pobre. E você perdeu o direito de ter o bônus novamente, por causa disso. Nanda saiu da locadora bufando. Tinha gostado da experiência. Gostaria de ter transado com aquele cacetão, como a amiga fez, mesmo se não o aguentasse todo. Vinha se ressentindo da ausência do namorado. Já pensara em deixar o cara, mas sempre dava um tempo pra se decidir. Queria encontrar alguém para substitui-lo, antes. Ali na locadora es- tava a solução de suas carências. Nunca mais precisaria de um namorado. Voltaria depois à locadora, mas não queria que a amiga soubesse disso. Foi-se embora com ela pensando nisso. - E então? Posso testar o bônus ou não? - E se teu marido souber? - Só se você disser a ele, meu filho. Eu sou um túmulo. - Posso saber o porquê do interesse? - Meu marido já não me procura como antes. Ele pensa que eu não sei, mas já peguei recados de uma mocinha no whatsapp dele. Mas não vale a pena brigar. Já são trinta e três anos de casados. E eu já lhe botei uns cornos também. É justo que agora ele se vingue. Porém, fiquei mesmo interessada na brincadeira. Quem é o candidato às chupadas? - Não posso dizer. Segredo da casa.
  • 13. EHROS TOMASINI 13 - Se fosse com você, eu ficaria mais satisfeita - disse a mulher, se insinuando. - Eu sou comprometido. E tenho que cuidar da locado- ra. Sempre tem alguém precisando de atendimento. Nem bem ele falou isso, entraram duas mocinhas. Não deviam ter mais de vinte anos de idade. Disseram, em unís- sono: - Viemos juntas pegar o nosso bônus. - Sinto muito, mas terão que esperar. Há uma pessoa na frente de vocês. As duas olharam para a coroa. Pediram encarecida- mente: - Deixa a gente ir primeiro, dona? É que estamos atra- sadas para o trabalho. Queríamos ir trabalhar felizes. A mulher surpreendeu as duas, quando disse: - Está bem. Mas quero ir junto. Fico assistindo vocês cuidarem dele. Se me der vontade, depois será a minha vez. As duas cochicharam e depois acabaram concordando. O balconista avisou: - Terá que levar, ao menos, cinco filmes de uma vez para ter direito ao prêmio. - Separe os filmes à tua escolha. O que me interessa mesmo é participar da brincadeira. A coroa ficou impressionada com o tamanho da jeba exposta pelo buraco circular. As mocinhas não reagiram do mesmo modo. Disseram a ela que já estavam acostuma- das pois não era a primeira vez que usavam e abusavam do bônus. Foram logo tirando as roupas. A coroa permaneceu vestida. A mais magra disse: - Hoje eu não quero dar meu cusinho. Ainda estou do-
  • 14. OFERTA SAFADA DA CASA14 lorida de anteontem. Tu me ajuda a me posicionar melhor pra dar minha boceta? A outra a ajudou segurando uma das pernas levantada dela. Como a cadeira já tinha sido deixada pelas duas do- mésticas em posição de foda, ficou fácil para as mocinhas. Com uma mão, a mais velha roçou a pica do cara na racha da amiga enquanto a outra apoiava a perna na cadeira. A coroa reclamou: - A racha ainda está pouco lubrificada para a grossura do caralho. Deem uma chupada nele, antes. - Nós não chupamos, tia. Temos nojo. Nem sabemos quem é o cara... - E daí? Nunca fizeram sexo com um desoconhecido? - Não - responderam as duas ao mesmo tempo. - Então, saiam pra lá. Eu mesma faço isso. A coroa sabia chupar. Fazia-o com uma técnica apura- da, passando a língua por todo o pau e depois chupando-o cada milímetro por várias vezes. O pênis enorme que saía do buraco estava todo lambuzado. Aí, a mais nova reclamou: - Tá bom, tia, senão ele vai acabar gozando e nos dei- xando na mão. A coroa parou de chupa-lo e entregou o caralho nas mãos da mais velha. Esta voltou a aponta-lo para a xereca da amiga. Pouco depois, a mais nova engolia apenas metade da jeba. Dizia que não aguentava mais do que aquilo. Depois que a outra ficou com a rola dentro de si e o cara começou a fazer os movimentos de cópula, a mais velha se postou na frente da amiga. Antes, falou para a coroa: - A senhora não vai nos ignorar, não é, tia? Minha ami- ga gosta que eu a lamba enquanto trepa. Eu vim com ela pra isso. - Estejam à vontade. Faz de conta que nem estou aqui.
  • 15. EHROS TOMASINI 15 As duas se soltaram mais. A mais nova começou a go- zar e a outra a lhe masturbar o fiofó e a boceta, enquanto a amiga era fodida pelo enorme caralho. A coroa não aguentou mais. Abaixou a calcinha e começou a se masturbar de pé ali mesmo. Aí, quando começou a escorrer um líquido viscoso da xereca, a mocinha mais velha largou a amiga que já come- çava a gozar na pica do homem do buraco e se atracou com a coroa. Chupou sua vulva com gosto. Logo, a “tia” gozou desvairada. A mais nova lhe seguiu em orgasmos múltiplos. FIM DA SEGUNDA PARTE.
  • 16. OFERTA SAFADA DA CASA16 Três Edite, uma loira de 35 anos de idade, estava aperreada. Saltara do ônibus uma parada antes, só para se livrar de um tarado que a tinha assediado. Não. Não era verdade. Ela lhe tinha dado corja. Desde que se separara do marido, havia cinco anos, que não podia ver um homem de pau grande que logo se insinuava para ele. Gostava de machos caralhudos. Desde criança, ficava fascinada quando via um grande volu- me por baixo das calças dos homens. Ficava imaginando o tamanho daquilo, o estrago que faria à sua bocetinha virgem. Quando cresceu, seu fascínio aumentou. Todas as vezes que praticava uma má ação, por menor que fosse, sentia a neces- sidade de ser punida. Por isso, procurava homens de caralhos enormes para transar. A dor que sentia enquanto praticava sexo a redimia de qualquer pecado. E, assim, continuou agin- do a cada oportunidade de foder.
  • 17. EHROS TOMASINI 17 Naquela tarde, saiu de casa para fazer uns pagamentos. Havia dispensado a faxineira, alegando que não tinha grana pra pagar por seus serviços. Mas, na verdade, o que ela queria mesmo era ficar livre de testemunhas para poder transar à vontade com o ex-marido que ela vivia criticando por tê-la abandonado. Este a tinha deixado quando descobriu que ela andava lhe traindo, mas fodia de vez em quando com ela, quando o procurava. Sentia-se culpada de ter demitido a po- bre faxineira, por isso, quando viu aquele moreno alto entrar no ônibus, olhou imediatamente para o volume entre as per- nas dele. Ele pareceu ter percebido pois veio ficar em pé jus- tamente perto de onde ela estava sentada. Não demorou e es- tava esfregando o cacete duro no ombro dela. Edite percebeu que algumas passageiras olhavam para ela, talvez criticando a sua cara de satisfação ao ter o membro do cara roçando seu braço. Ficou com vergonha e levantou-se, puxando o corda- me que pedia parada. Para a sua surpresa e preocupação, o cara também desceu do ônibus. Foi quando ela aperreou-se. Não queria conversa com ele pois era dessas que excitava um cara e depois corria do pau. Olhou para trás e o sujeito seguia sempre em sua mes- ma direção. Procurou em volta e viu uma locadora de filmes aberta. Apressou os passos a caminho dela. Entrou afobada e sentiu-se protegida ali. Não era possível que o cara a per- seguisse até lá. Um negro bonitão e de olhos azuis a saudou: - Bom dia, senhorita. Um belo dia, por sinal. Nos con- vida a ir para uma praia e deixar o corpo exposto ao sol. Ficar naquela languidez que o astro rei nos brinda. - Bom dia, moço. Infelizmente, não gosto de praia. Mi- nha pele branca fica agredida pelos raios do sol. - Então, aloque alguns filmes e curta sua casa, sua cama, sua intimidade. A cada cinco filmes alocado, tem direito a um bônus especial. Promoção para novos clientes. Os antigos tem que alocar dez para ter direito ao prêmio especial. Mas
  • 18. OFERTA SAFADA DA CASA18 advirto que o brinde é só para solteiras. - Eu sou solteira. Mas não vou querer alocar nada, moço. Entrei em sua loja para fugir de um cara que vem me perseguindo desde o ônibus. Nem bem ela falou, o cara entrou na locadora. Disfar- çou, olhando os cartazes, mas Edite sabia que ele estava ali por causa dela. Olhou para o negrão lhe pedindo socorro com os olhos. Ele disse em voz alta: - Vou pegar alguns filmes e a senhora pode escolher o que vai levar escolhendo-os no compartimento reservado a clientes - disse o atendente, piscando um olho para a loira Edite. O preto de olhos azuis pegou uns filmes que estavam sobre o balcão e os deu a Edite. Disse-lhe: - Vá até o final do corredor, onde fica a sala reservada a clientes. Esteja à vontade. Ninguém a irá incomodar, lá. Ela agradeceu, pegou os filmes e seguiu pelo corredor. Ainda ouviu o atendente dizer: - Bom dia, senhor. O que deseja? Quando chegou ao fim do corredor, Edite viu a sala re- servada. Entrou e fechou imediatamente a porta com a chave que estava na fechadura. Viu a tevê ligada, onde passava um filme pornô. Sorriu. Pensou com certeza que alguém estivera assistindo e esquecera o monitor ligado. Sentou-se na única cadeira que tinha no cubículo, disposta a assistir um trecho. Daria um tempo ali, depois iria embora. Então, ouviu um barulho. Em seguida, aquele enorme caralho apareceu pelo buraco redondo da parede de madeira. Primeiro, ela assustou-se. Depois, ficou curiosa para saber quem exibia aquilo. Falou em voz alta:
  • 19. EHROS TOMASINI 19 - Ei, o que é isso? Que safadeza é essa? Foi pra isso que me mandou para cá? Ela estava pensando que era o negrão de olhos azuis quem se exibia pelo buraco na parede. Como não obteve res- posta, levantou-se, abriu a porta que estava trancada à chave e saiu. Estava disposta a ir-se embora dali. No entanto, quan- do já ia sair do corredor em direção ao balcão, ouviu a voz do negrão. Espiou com cuidado para não ser vista. Ele tentava convencer o cara que a seguia a levar alguns filmes. Edite, então, voltou para o cubículo. Quem quer que estivesse se mostrando pelo buraco, não havia visto o seu rosto. Ela iria se aproveitar da situação. Poderia dar uma foda sem que o amante soubesse quem era ela, nem pudesse identifica-la de- pois. A enorme jeba ainda estava exposta através do buraco. A loira girou a chave na porta e tirou a roupa. Pegou aquele pau negro e cavalar e o colocou na boca. Lá fora, o cara que era atendido dizia: - Olha, cara... sinto muito, mas não vou querer levar nada. Entrei aqui porque estou apertado para ir a um banhei- ro. - A moça que entrou agora me disse que você a estava perseguindo. - Eu? Invenção dela, cara. Não estive perseguindo nin- guém, apesar dela ter dado mole pra mim. - Como assim? - Ela ficou esfregando o ombro no meu cacete dentro de um coletivo. Todo mundo no ônibus viu. A merda é que eu já estava com vontade de mijar. Com a pressão que ela fez, acabei me mijando um pouco. Ficou a mancha molhada na calça. Quem viu, deve ter pensado que era esperma. Fiquei com vergonha e desci do ônibus. Queria mijar em qualquer canto. Aí, vi a locadora e entrei. - E não viu a loira aqui dentro?
  • 20. OFERTA SAFADA DA CASA20 - Claro que vi. Mas pensei que ela era cliente... O negrão esteve pensativo. Depois perguntou: - Quer foder a loira? - Como é que é? - O que ouviu: quer foder a loira? - Como assim? - Ela está numa sala reservada a clientes que gostam de sexo. Não creio que irá te rejeitar, se diz a verdade sobre ela ter se esfregado em ti. Mas, se estiver mentindo, chamo a Polícia, entendeu? - E quanto devo pagar por isso? - Se ela não chiar com a tua presença, não precisa me pagar. Fica como oferta da casa. Mas terá que preencher um cadastro depois. É para que eu te possa enviar promoções. - Fechado - disse o moreno, estendendo a mão para o atendente aperta-la e selar o acordo. O sujeito percorreu todo o corredor até encontrar a sala reservada. Aproximou-se devagar da porta, escutando gemidos. Empurrou a porta devagar. Esta estava apenas en- costada. Na verdade, quando Edite girou a chave, a lingueta encontrou apenas o vazio. Mas ela não percebeu. Quando o moreno brechou pela abertura da porta, Edite estava de olhos fechados, gozando na pica enorme e preta. Ele não viu seu tamanho porque ela estava quase toda enterrada no cu da loi- ra. Esta assustou-se quando percebeu a presença do moreno. Espantou-se e se retirou do caralho. Só então o moreno viu o tamanho total da jeba. Ficou admirado. Ela perguntou: - O que quer aqui? - Vim na intenção de fode-la. Mas parece que alguém já está fazendo isso. - Quem disse que eu estava aqui? - Devo ter me enganado de sala -, mentiu o cara, per- cebendo a situação ao olhar em volta - estava procurando a
  • 21. EHROS TOMASINI 21 reservada para homens. Desculpe-me. Mas já que estou aqui, não vou querer sair. Ela tinha as mãos cobrindo os seios e tapando o sexo. Foi retirando-as de vagar, enquanto olhava cismada para ele. Perguntou: - Também tem rola grande? - Não do tamanho da desse cara. Esse macho é um ju- mento. Mas a minha dá pro gasto. - Mostra. O moreno arriou as calças junto com a cueca. O cara- lho dele, mesmo mole, devia medir uns vinte e cinco centí- metros. Ela sorriu satisfeita. Depois, disse: - Eu não devia aceitar isso. Mereço ser punida. Você bate em mim? Ouviram um barulho e Edite viu a jeba desaparecer do buraco. Ficou triste. Reclamou: - Eu nem gozei. Você atrapalhou minha foda. Vai ter que bater bem muito na minha cara. - Posso fazer melhor: se agache aos meu pés. Bote a cara bem perto do meu pau. - Ainda está bambo. Posso chupá-lo um pouco? - Depois. Agora, quero te punir por ter feito quase eu gozar o ônibus. Ela fez o que ele pediu, sorrindo. Para a sua surpresa, no entanto, quase sufoca no instante seguinte. O moreno mi- jou na sua cara. Uma mijada forte. Primeiro, ela espantou-se. Depois, ficou brincando com o mijo dele, molhando o rosto, abrindo a boca mas sem engolir. Quando o moreno parou de verter urina, ordenou: - Agora, vira a bunda pra cá. Sem reclamar, senão não bato em teu rosto.
  • 22. OFERTA SAFADA DA CASA22 Ela virou-se de costas imediatamente. Ele pediu que ela se sentasse na cadeira de pernas abertas, voltando-se para o encosto desta. Quando Edite o fez, ele parafusou a pica no ânus dela. Não foi preciso forçar muito pois o cu estava re- laxado e lubrificado pela enorme jeba do negrão que havia retraido a pica do buraco na parede. A loira gemeu arrastado quando recebeu a nova trolha no cu. O moreno ajeitou-se melhor atrás dela, antes de começar os movimentos de coito. Aí, a mulher viu a jeba reaparecer pelo buraco redondo na madeira. Ficou mais feliz. Levou aquele mastro à boca. Chu- pou-o com alegria, enquanto também tomava no cu. O caralho do negrão estava limpo como se tivesse feito o asseio. Ela achou foi bom. Percebeu, pelo líquido viscoso que saía do bruraquinho da glande, que ele não havia gozado ainda. Nem ela. Mas ficou feliz quando sentiu a rola do mo- reno inchar no seu cu. A jeba no buraco também inchou. Só de pensar em receber gozadas na boca e no cu, ela ficou su- perexcitada. Começou a gozar antes deles. Recebeu gozadas duplas ao mesmo tempo. FIM DA TERCEIRA PARTE.
  • 23. EHROS TOMASINI 23 Quatro Omoreno olhou em volta, procurando algo para se lim- par. O caralho estava todo sujo de merda. Não havia nem papel higiênico por perto. Disse a Edite: - Você sai na frente. Preciso pedir algo para me limpar ao negrão. - Desculpa. Eu não fiz o asseio quando saí de casa. Não esperava dar uma trepada dessa hoje. - Tudo bem. Mas não posso chegar em casa com o ca- ralho desse jeito. - É casado? - Sim. - Então, por que tirou aquele sarro comigo no ônibus? - Eu? Foi você que se esfregou no meu pau! - Conversa. Você desceu do ônibus e veio atrás de mim até aqui. - Vim à procura de um banheiro. Precisava mijar.
  • 24. OFERTA SAFADA DA CASA24 - Safado. Por isso mijou em mim... - Não gostou? - Adorei. Nós iremos nos encontrar outras vezes? Gos- tei de você. - Sou casado, moça. - E daí? Prometo não te causar problemas. - Deixe teu telefone. Depois, veremos isso. Ela catou em sua bolsa e encontrou uma caneta e um pedaço de papel. Escreveu um número abaixo do seu nome. O cara pegou o papel e leu. Depois, disse para ela: - Vá lá. Vou ver se encontro o banheiro dos homens. Lá, deve ter algo para eu me limpar. Ela olhou para o caralho mole dele. Este tinha uma ca- mada de fezes. Deu-lhe um beijo na boca e saiu do cubículo. O moreno deu um tempo e bateu na parede de madeira. Gri- tou alto: - Ei, onde posso lavar a pica? Tá toda suja de merda. Não houve resposta. Ele tirou o excesso de bosta do pau com a cueca e a jogou em qualquer canto do quarto. Depois, vestiu a calça. Não demorou muito a sair dali. Encontrou o negrão Maurício sozinho. Perguntou: - Onde posso me lavar? A nega cagou no meu pau. - Tem um banheiro lá dentro, onde tomo banho. Vou te levar lá. Mas fique um pouco aqui. Tenho que limpá-lo primeiro. Está com a descarga quebrada. - Tem chuveiro? Quero tomar um banho... - Sim. Mas deixa eu deixar o local mais asseado. Pouco depois, o cara saía do banheiro já tomado ba- nho. Encontrou um sabonete ainda na embalagem, lá. To- mou banho com ele. Leu novamente o telefone escrito pela safada. Picou-o em pedaços e jogou no vaso sanitário. Deu
  • 25. EHROS TOMASINI 25 descarga. Quando saiu, o negrão estava no balcão. - Obrigado. Quanto devo? - A mim, nada. Mas gostaria do teu endereço eletrôni- co para te mandar promoções, pode ser? - Não uso computadores. Mas pode me enviar mensa- gens pelo WhatsApp. Anote o número. Enquanto o negrão anotava, entraram duas bichas. A mais velha perguntou: - Ainda estão fazendo aquela promoção? trouxe até uma amiga para aproveita-la também. Ah, e bom dia a todos. Só o cara da locadora respondeu: - A promoção continua, mas terão que usar preservati- vos. Da outra vez, esqueci desse detalhe importante. - Ah, com camisinha não gosto. Atrapalha a foda. - Disse o mais novo. - Não arriscamos. Sinto muito. - Disse o negro de olhos azuis. - Nós vamos ter que comprar as camisinhas? - Pergun- tou o outro. - Sim. Temos aqui, mas terão que pagar por elas. - Então, nos dê quatro! - Aguardem um pouco. Vou buscar lá dentro. O negrão acabou de anotar o telefone do moreno, des- pediu-se dele e agradeceu a sua estadia ali. O cara foi-se em- bora sem falar com as bichas. A mais velha comentou: - Bofe mal educado. Nem falou com a gente. Puah! Quando o negrão voltou, disse aos dois: - Pronto. Podem ir. Alertei o fodelão sobre o uso de preservativos. - É o mesmo? Adorei aquele cacetão. Tanto que trouxe minha amiga para experimenta-lo. - Disse a bicha mais idosa.
  • 26. OFERTA SAFADA DA CASA26 - É o mesmo. Mas advirto que não podem transar sem camisinhas. - Deixa com a gente. Podemos entrar? - Sim. Quando as duas entraram, chegou uma coroa magra e feia. Perguntou: - É aqui que fazem uma promoção especial? Recebi um panfleto virtual. - A senhora é solteira? - O que você acha? - Vai levar quantos filmes? Cinco dá direito a meia hora no quartinho... - Só meia hora? Não vai dar para baixar o meu fogo. Também não quero levar dez filmes. Não assistiria nem três. - Leve pornográficos. Mais fácil de assistir. - Mas daria mais vontade de voltar aqui. Escolha você mesmo cinco para mim. - Porém, a senhora vai ter que esperar. O quartinho está ocupado neste momento. - Por aquelas duas bichinhas? - Sim, senhora. - Vou esperar quanto tempo? - Cerca de uma hora, senhora. - Tá doido? Esse tempo todo? Vou gozar aqui, em pé. - Esteja à vontade. - Ah, não. Você vai ter que me ajudar. - Como, senhora? - Vai foder comigo. - Não posso. Pode chegar novos clientes. - Deixe-me ir para trás do balcão. Ninguém vai me ver. Ele esteve indeciso. Depois, disse: - Está bem. Mas se chegar cliente, vou ter que atender. - Sem problemas. É só não me deixar na mão.
  • 27. EHROS TOMASINI 27 A coroa sabia chupar. Acocorou-se atrás do balcão e manuseou o caralho do negrão. Este era grande, mas menor do que o do cara que ficava no cubículo. Ela não reclamou. Caiu de boca. Quando o cacete ficou duríssimo, ela pergun- tou: - Gosta mais de boceta ou de cu? - Tanto faz. Mas minha preferência é a nacional. - Gostei de ouvir. Também prefiro. Deixa eu tirar a mi- nha roupa. - Não faça isso. Ficará mais difícil disfarçar se chegar alguém. - Ainda bem que estou de saia. Deixa eu tirar a minha calcinha. Ela tirou. Depois, se virou de costas para o negrão. Mas apontou o caralho dele para a vulva. Ele falou: - Promessa é dívida. - Eu sei. Mas quero lubrificar a pica primeiro, antes de tomar no cu. - Esteja à vontade. A mulher feiosa estava com a vagina seca. Só depois de um tempo esfregando o pau na xana é que ficou lubrificada. Foi quando engoliu o cacete inteiro do negrão. Esse mordeu os lábios, com muito tesão. Ela começou a jogar a bunda con- tra o caralho dele e a boceta ficou mais encharcada. Ela co- meçou a gemer alto. - Está fazendo alarde, senhora. Se continuar assim, vai espantar minhas clientes. - Divido. Elas vão querer também. - Não. Eu fiz uma exceção por o quarto estar ocupado. Não deveria estar trepando aqui, no balcão. - Certo. Entendo. Mas goza logo na minha bocetinha. Vou ficar te devendo uma comida de cu.
  • 28. OFERTA SAFADA DA CASA28 - Assim, não. Deixe-me, então, fechar a loja. Aí, fodere- mos mais tranquilos. Ele baixou as portas elevadiças mas não as trancou. Voltou para perto da coroa. Esta estava se masturbando. Dis- se para ele: - Ocupe-se com o meu rabo enquanto eu toco uma si- ririca. Ele a segurou pela cintura, postado atrás dela. A pica já estava lubrificada. Havia ido fechar as portas de calça arriada. Apontou a cabeçorra da glande para as pregas dela. O caralho entrou macio, como se ela já estivesse muito acostumada a dar o cu. Ele não reclamou. Fazia tempos que não fodia um cuzinho. Ela estava tarada. Apressou a siririca, quando sentiu se aproximar o primeiro orgasmo. Gemeu alto e pediu que ele apressasse os movimentos no seu rabo. Era só o que Mau- rício queria ouvir. Ela estava com o cabelo amarrado como um rabo de cavalo. Ele a pegou por ali, apoiando-se melhor para foder seu anel. Logo, ela estava gozando. Quando ele já se preparava para ejacular, ouviram passou no corredor. As bichinhas estavam voltando. Quando viram o balconista fodendo a mulher, disse- ram ao mesmo tempo: - Eu também quero! FIM DA QUARTA PARTE
  • 29. EHROS TOMASINI 29 Cinco Não foi fácil para o balconista convencer as bichinhas de que não apreciava o sexo homossexual. A magrela, já satisfeita de tomar no rabo, despediu-se rápido do negrão e foi-se embo- ra com vergonha de ter sido flagrada no ato. Depois de muito insistir em dar pro negrão de olhos azuis, a dupla de bichas foi embora. O resto da manhã correu sem novidades. Não apareceu mais nenhuma cliente. O negrão já estava querendo cerrar as portas para ir almoçar quando surgiu uma loira belíssima, de uns cinquenta anos, mas muito bem conservada. Quando ela viu que estavam a sós, perguntou com sotaque estrangeiro: - Good morning. Vocês ainda estão fazendo aquela pro- moção especial? - Sim, senhora. Mas estamos fechando para almoço. - Que pena. Não vou poder voltar. Estou de viagem mar-
  • 30. OFERTA SAFADA DA CASA30 cada para as seis da noite. Você vai almoçar onde? - Não tenho preferência. Mas o cara que fica lá dentro também vai comigo. Sempre almoçamos juntos. - Pois chame-o, também. Disseram-me que ele teu um pau enorme. Gostaria muito de conhece-lo. Eu lhes pago o al- moço. O negrão foi chamar o outro mas voltou sozinho. Disse: - Ele não quis vir. Acho que ficou com vergonha. Pediu que eu lhe trouxesse o que comer. - Que pena. Então vamos só nós dois. Você está de carro? - Não dirijo, senhora. - Eu, sim. Vamos. O carro da coroa era importado e novíssimo. Quando ela sentou-se ao volante, no entanto, fez um gesto que deixou o ne- grão doido. Como estava de saia apertada, puxou-a para cima para libertar mais as pernas. Da posição onde estava, o balconis- ta podia ver sua calcinha lilás. Como já fazia umas duas horas que havia traçado a magrela, ele ficou excitado. Ela percebeu. Perguntou: - Eu te dou tesão? - Sim, principalmente com esse sotaque. É estrangeira? - Yes. Norte americana. Aprendi bem o português, mas não consegui nunca perder esse sotaque. - Eu o acho sensual. - Obrigada. Você é um negro muito bonito. - Agradeço o elogio. Achei que as gringas eram racistas, não apreciavam negros. Desculpe a sinceridade. - Muitas são. Eu não. Já fui casada com um negrão, mas menosbeloquevocê.Adoropicaspretas.Porissovimaqui-dis- se ela, dando partida no carro. - Mora por perto? - Não. Moro em Boa Viagem, do outro lado da cidade. Mas ouvi falar da sua locadora. De onde tirou a ideia?
  • 31. EHROS TOMASINI 31 - De filmes americanos ou russos, sei lá. O fato é que vi isso em um filme. Copiei a ideia e está dando certo, graças a Deus. - Não pensou em colocar também uma mulher à dispo- sição? - Pensei, mas desisti. Iria atrair o pessoal imberbe, a maio- ria menor de idade. - Não seria algo positivo para esses jovens? Começar a transar cedo? - Talvez. Mas me deixaria encrencado pela Polícia. - Tem razão. Não havia pensado nisso. Estava disposta a me candidatar à vaga. Ele a olhou mais detidamente. Ela não parecia uma pros- tituta. O negrão perguntou: - Qual seria teu interesse? Você não parece uma puta. - Nem sou. Mas tenho curiosidade em saber como seria passar um dia inteiro levando rola. - É ninfomaníaca? - Ele perguntou enquanto ela mano- brava o carro na frente de um restaurante chique. - Não sei. Gosto de sexo, mas posso passar vários dias sem ele. No entanto, depois da minha separação, tenho andado ca- rente. E os homens parecem ter medo de mim. Desde que deixei meu marido que ninguém me cantou ainda. - Faz tempo que está separada? - Três meses, mas para mim parece uma eternidade. - Ainda o ama? - Oh, não. Ele era um gigolô safado. Sustentado por mim. Dei graças a Deus quando tomei coragem para deixá-lo. Entraram no restaurante e ela escolheu um cantinho mais discreto. O lugar era chique. Ele perguntou: - Não seria melhor um lugar menos requintado? Seria bem mais barato. - Está esquecendo que sou eu que vou pagar?
  • 32. OFERTA SAFADA DA CASA32 - Não vou permitir. Rachamos a conta. - Bem, pelo menos não disse que ia pagar tudo. Detesto homens machões, apesar de não apreciar os boiolas. Quando se sentaram à mesa, foram logo recepcionados por um garçom muito solícito que a cumprimentou com grande respeito. Maurício também foi muito bem atendido. Quando o homem se afastou depois de anotar os pedidos, o negrão per- guntou: - Conhece o garçom? - Sim. Ele é meu funcionário. - Como assim? - Eu sou a dona deste lugar. Comprei-o para meu marido, achando que ele tinha coragem de trabalhar. Mas pouco venho aqui. - Entendo. Um belo lugar. Não seria melhor assumir a sua administração? - Não entendo nada do ramo. Não saberia gerenciar isso. - Pode contratar uma empresa pra faze-lo. Se não der cer- to, aí sim, você vende. - É uma ótima ideia. Farei isso. Aí vem o garçom com a nossa comida. Quando o garçom se afastou após servir à mesa, ela per- guntou: - A quem pertence aquela locadora? - Sou o dono. - E quem fica com a pica exposta para as clientes? - Não posso dizer. É o segredo do meu sucesso. - Não diria nem a mim? - Perguntou ela, visivelmente se insinuando para ele. - Infelizmente, não. - Não te sou atraente? - Muito. Mas precisaria ser ao menos minha namorada, para que eu te confiasse esse segredo.
  • 33. EHROS TOMASINI 33 Ela esteve pensativa. Depois disse: - Não quero um namorado. Ainda não estou pronta para isso. Nem mesmo para um amante. Prefiro ter sexo sem com- promisso, por enquanto. Por isso não te disse o meu nem quero saber o teu nome. - Você é uma mulher muito bonita. Basta piscar um olho e logo achará quem te queira. Ela lhe piscou um olho. Ele sorriu. Deglutiu um bocado de camarão ao creme de leite com salada de verduras bem pica- das e falou: - Obrigado pela honra. Podemos ir a um motel, sim. Mas antes, vou precisar passar pela locadora para deixar o almoço do meu funcionário. - Ótimo. Aproveito para conhecer a sua tão falada pica enorme. Pouco depois, estavam de volta à locadora. Ele pediu que ela esperasse enquanto ia levar a quentinha para o tal funcioná- rio. Quando voltou, Maurício disse: - Venha. Ele te aguarda lá na salinha. Percorrerem o corredor e, quando entraram lá, o negrão de olhos azuis viu as camisinhas usadas pelos bichas jogadas pelo chão, ao invés de num balde de lixo que havia no recinto. Soltou uma imprecação e pediu licença para ir buscar vassoura e uma pazinha. A loira nem ouviu o que ele disse, maravilhada com a visão do enorme pau surgindo do buraco na parede: - Oh, my God. Que coisa bela e espantosa! Quando o negrão de olhos azuis voltou portando os ins- trumentosdelimpeza,aloiraestavajáocupadacomoincomum caralho. Lambia-o e chupava a cabeçorra com dificuldade, pois sua boca era pequenina. Disse:
  • 34. OFERTA SAFADA DA CASA34 - Desculpa, mas não consegui resistir. - Okay. Deixa eu limpar essa sujeira e deixo vocês a sós. - Não. Eu quero apenas chupar essa pica grossa. Mas vou querer você fodendo meu cuzinho enquanto isso. A menos que sinta ciúmes do teu funcionário. - Não sinto. Ele é um irmão para mim. - Que bom ouvir isso. Detesto homens ciumentos. Vá ti- rando a roupa - disse ela, enquanto se despia totalmente tam- bém. Deixou à mostra um corpo fenomenal. O negrão ficou de pau duro ao vê-la nua. Também despiu-se ligeiro. Ela inclinou-se para frente e continuou mamando o enor- me cacete. Maurício lubrificou sua peia com saliva e apontou- -a para as pregas dela. Nem bem entrou a cabeçorra, ela deu um longo gemido. Ele sentiu seu buraquinho muito apertado. Empurrou mais um pouco. Ela se mijou, tremendo das pernas. Endireitou o corpo, apoiando-se na nuca dele para facilitar a pe- netração. E ela mesma se enfiou no pênis grande do negrão que a enrabava. Entrou até o talo. Ela gemeu mais alto e agachou-se de novo. Lançou mais um squirt. Voltou a mamar o cacete do outro. O negro de olhos azuis a pegou pela cintura e começou os movimentos de cópula. Quando sentiu o cu se alargar, bombeou a pica com mais velocidade. Ela mijou-se mais uma vez. Gritava: - Oh my God. Ooooohhh my God... Ooooooooooooooooohhhhhhhhhhh... Então, a loira apressou a punheta na pica que aparecia pelo buraco na parede como se tivesse urgência dela ejacular. Não demorou muito a receber leitinho na cara e bem dentro do cuzinho. FIM DA QUINTA PARTE
  • 35. EHROS TOMASINI 35 Seis Aloira bonitona e boazuda suspirou. Tinha gozado várias vezes no pau de Maurício, mas ainda parecia insatisfeita. Falou: - Foram gozadas maravilhosas, pena que acabou. - Por enquanto. É só eu e meu parceiro descansarmos e estaremos novos e prontos para uma nova rodada. - Não posso esperar. Vou viajar, lembra? - Posso saber para onde? - Para os EUA. Só volto daqui a um mês. - É uma pena. Gostei da nossa foda. Se quiser, espere apenas dez minutos e meu funcionário estará pronto. - Mesmo? Mas ele, não quero. Não vou dar minha bo- cetinha pra aquela coisa monstruosa. Já viu como ela é pe- quenina? - Não deu tempo. Estava ocupado com outras coisas...
  • 36. OFERTA SAFADA DA CASA36 Ela sorriu. Um sorriso delicioso. Beijou-o na boca. De- pois, perguntou: - E agora, não vai me dizer quem é o teu amigo? - Infelizmente, não. Mas ele já te viu. Ainda não lhe perguntei, mas deve ter achado você linda. - Então, estou em desvantagem com ele. Gostaria de conhece-lo. - Quando retornar da viagem, volte aqui. Daqui para lá eu terei pensado melhor e posso te dar resposta mais positiva. Ela o beijou, novamente, nos lábios. Depois, gritou em direção à madeira: - Bye bye, roludo gostoso. Não obteve resposta. O negrão de olhos azuis disse: - Deve ter ido almoçar. De lá, não dá para escutar o que diz. - Que pena. Queria ao menos ouvir sua voz. Enquanto a loira se vestia para ir embora, o negro a fo- tografou com a câmera do seu celular. Ela não percebeu. Ele queria guardar na recordação aquele corpo lindo. Quando ela terminou de se vestir ele já tinha guardado o aparelho. Ela perguntou: - Posso me perfumar aqui dentro? - Claro. Esteja à vontade - ele queria reter por mais tempo o seu cheiro. Ela tirou um pequeno vidro de perfume e acionou o spray. Mas, ao invés de apontar o objeto para si, fê-lo em di- reção ao negrão. Ele sorriu. Mas não por muito tempo. Sentiu uma tontura estranha e a vista escureceu. Quando percebeuu que estava sendo drogado, era tarde. Só não caiu com todo o corpo no chão porque ela o sustentou.
  • 37. EHROS TOMASINI 37 Quando recobrou os sentidos, lembrou-se imediata- mente do que tinha lhe acontecido. Soltou uma imprecação: - Puta maldita. Deve ser uma ladra. Fez tudo aquilo só para roubar meu dinheiro. Eu devia ter desconfiado - disse para si mesmo o negro, correndo ainda zonzo em direção ao balcão da loja. Abriu o cofre. Para sua surpresa, toda a grana estava lá. Contou-a várias vezes, antes de ter certeza disso. - Porra, o que ela levou? Filmes? Não acredito. Então, lhe deu um estalo. Correu em direção à passa- gem interna para o cubículo. Não havia ninguém lá. A emba- lagem da quentinha continuava inviolada. Seu parceiro nem havia tocado na comida. Mais uma imprecação: - Puta que pariu. Aquela maluca raptou meu irmão! Ele ainda foi ao banheiro, pra ver se o cara estava lá. Nada. Então, decidiu dar queixa à Polícia. Mas só faria isso depois de ter certeza que a loira não deixara rastro. Iria, pri- meiro, ao restaurante onde almoçaram. Ela havia dito que era dona do lugar. Lá, no entanto, ouviu a negativa: - Não, senhor. Ela não voltou aqui. Nem acho que vai voltar. O dono esteve aqui quase ainda agora procurando por ela. Parece que juntou suas roupas e fugiu de casa. Levou muita grana dele. - Puta merda. Onde posso encontrá-lo? - Na delegacia, cavalheiro. Ele deve ter ido dar queixa. Saiu daqui dizendo isso. Maurício agradeceu a informação e pegou um táxi rumo à delegacia mais perto. Encontrou o negro, marido da loira, lá. Era um cara mais alto que ele, bem vestido, cheio de correntes de ouro. Parecia um traficante americano. Es- tava sendo atendido por uma delegada com cara de sapatão.
  • 38. OFERTA SAFADA DA CASA38 Quando a mulher o viu, perguntou o que ele queria. - Vim dar uma queixa do rapto de alguém. A coroa com cara de macho gritou: - Sara, vem atender o rapaz aqui! Sara era uma mulata linda e bem feminina. O negrão ficou logo de pau duro. Ela tinha um caminhar felino e até rebolava, mas com delicadeza. Ela perguntou, quando sen- tou-se à sua frente: - O que houve, senhor? - Meu irmão foi raptado. Trouxe uma foto recente dele. Esta aqui. A mulata deu uma olhada na foto, antes de dizer: - Ele é deficiente? Seu olhar acusa. - É sim, senhora. É surdo-mudo e quase não sente dor. Sofria maltratos do nosso pai. Este lhe batia muito na cabeça. O pobre ficou demente. - Onde está o pai de vocês? - Não sei nem quero saber. Fugi de casa levando meu mano. Isso já faz quase dez anos. Não soube mais desse filho da puta. - Calma. Vamos ao que importa no momento. Fale exa- tamente o que aconteceu. Claro que o negrão contou os acontecimentos recentes sem falar nas partes relativas a sexo. Disse que atendia uma loira, quando foi dopado por ela usando um jato de spray. A detetive Sara cheirou seu rosto, quase encostando a boca na dele. O pau do negro deu outro pulo. Ela falou, como se esti- vesse dizendo para si mesma: - Conheço esse spray. Paralisa imediatamente. É de composição norte-americana.
  • 39. EHROS TOMASINI 39 Aí Maurício se lembrou de que havia tirado uma foto dela. Mas a loira estava quase nua. Isso iria de encontro ao seu depoimento. Resolveu calar-se quanto a isso. A menos que... - Quem é o mais velho de vocês dois? - Perguntou a detetive, interrompendo sua reflexão. - Ele. Meu irmão apanhava do meu pai por mim. Sinto- -me responsável pela sua incapacitação. - Entendo. Fique frio. Nós vamos achá-lo. Uma pessoa deficiente não passa desapercebida em público. Alguém deve tê-lo visto. - Ela me disse que iria para os States. - Mesmo? Então vamos ao aeroporto agora mesmo. Lá, montaremos um esquema de vigilância. Mas preciso falar con a delegada primeiro. Me espere lá na recepção. Veio de carro? - Não tenho. - Tudo bem. Iremos no meu. Quando ela voltou para perto do negrão, disse: - O senhor que estava com a delegada também procu- ra por ela. É seu esposo e dono de vários restaurantes. Ela o roubou em milhões, ontem. Não sei o que ela ainda faz por aqui. Deveria ter partido já ontem. Minha chefa agradeceu a informação da fuga dela via aeroporto. Já ordenou a tocaia. - Agradeço. Espero encontrar meu irmão logo. Ele pre- cisa de quem lhe tome conta. E tomas vários remédios. Por que será que ela o levou? Deve ter visto que ele era retardado. - Ela tem algo em mente. Como não a conheço, não sei te dizer. Mas vamos pegá-la, não se preocupe. Eu nunca deixei um caso em aberto. No aeroporto, porém, ninguém tinha visto uma pessoa com alguém demente ao lado. Nem os funcionários da em- presa, nem os viajantes a quem foram perguntados. A deteti-
  • 40. OFERTA SAFADA DA CASA40 ve olhou para o relógio de pulso. Disse: - Estamos perdendo tempo aqui. Vamos para a rodo- viária. Foram. Lá, um dos funcionários disse ter visto alguém em companhia de um negro alto, com cara de deficiente mental. - É o meu irmão. - Disse Maurício à detetive. A detetive esteve falando a sós com o funcionário, de- pois voltou contente para perto do negro: - Ela comprou uma passagem para João Pessoa. Vamos para lá. Tem dinheiro? Precisará pagar a minha, pois vou dei- xar meu carro aqui. Estou quase sem gasolina. - Não esperava viajar, não trouxe dinheiro. Mas posso pegar num caixa eletrônico. - Te levo a um. Quanto mais demorarmos, mais difícil será acha-la depressa. Na própria rodoviária tinha caixas eletrônicos. Ele ti- rou o dinheiro, pagaram as passagens e foram embora de ôni- bus para Jampa. Ele perguntou se não seria melhor colocar gasolina e ir de carro. Ela disse que a loira poderia ver a placa do carro do Recife e fugir antes que a vissem. No coletivo, com menos de dez minutos a detetive adormeceu. Maurício ficou olhando para suas belas pernas. Ela estava de saia jeans. O pau do negro continuava duro, chegando a lhe doer. Ela tinha os olhos fechados mas ele a ouviu dizer: - Pare de olhar para as minhas pernas. Eu não fico olhando para o seu cacete... - Pensei que estivesse dormindo. - Estava. Mas durmo apenas com um olho. O outro fica acordado. E percebi você me avaliando desde a delegacia. Fi- cou afim de mim? - Confesso que sim. Ainda estou de rola dura desde
  • 41. EHROS TOMASINI 41 aquela hora. - Então, torça para finalizarmos esse caso ainda hoje. Se for assim, ainda dará tempo para darmos uma foda antes de voltarmos. Nem bem o negrão se alegrou, a detetive recebeu uma ligação. Era a delegada: - Onde está? - Indo para João Pessoa, chefe. - Fazer o quê? - Encontrei uma pista do negro raptado. A loira está fugindo com ele para Jampa. - Volte. O casal acaba de ser visto no aeroporto. Meus policiais já detiveram eles. Estou indo para lá com o marido dela. A detetive desligou, depois olhou para o negrão de olhos azuis, consternada. Disse: - Perdemos de dar uma foda, mas achamos teu irmão. Acabam de deter a loira onde estivemos antes: no aeroporto. - Acredito que apenas adiamos a nossa transa, não? - Não. Tenho namorada. E ela é muito ciumenta. Eu a trairia se estivéssemos longe. Ela não iria saber. Mas no Re- cife, não arrisco. - Por quê? - Você não sabe como somos nós, as lésbicas. Fatal- mente alguém diria a ela que nos tinha visto juntos só pelo prazer de nos separar. Lésbicas tem inveja de quem possui união estável. - Você é bi? - Não. Sou lésbica. Só transo com mulheres. Sempre fui assim. - E por quê ia transar comigo? - Percebi que tem um pênis grande. Nunca fodi com um macho assim. Tenho curiosidade de saber o que iria sen-
  • 42. OFERTA SAFADA DA CASA42 tir. - Ainda dá tempo de experimentar. É só dizer para a delegada que já estamos perto de João Pessoa. - Ela não é idiota. Iria calcular o tempo que saímos da delegacia e fomos à rodoviária. - Então, descemos no meio do caminho. Tem uma pa- rada obrigatória antes do ônibus chegar em Jampa, daqui a meia hora. Saltamos, pegamos um motel rápido e voltamos. Pouco depois, se agarravam no primeiro motel que en- contraram. Maurício tinha pressa em fodê-la, pois o cacete ainda doía de tão teso. Mas ela, não. A detetive disse: - Não quero ser estuprada. Quero fazer amor e gostar. Deixa eu brincar com ele um pouco, antes de fodermos? Não vai se arrepender... Ele não se arrependeria. Ela não tinha pressa. Deu-lhe um banho de língua por todo o corpo, antes de ocupar-se com o seu pau. Lambeu e chupou a cabeçorra como se tivesse larga experiência nisso. O negrão quis chupá-la também e já ia se dispor num sessenta e nove, mas ela reclamou: - Não. Quero apenas matar minha curiosidade. Você não me faria gozar, como uma mulher o faz. Aproveite a chu- pada. Não terá outra oportunidade. - Pois então faça comigo o que tua mulher faz com você. Aprendo rápido. - Tem certeza de que quer isso? Não vai ficar zangado comigo? - Por que ficaria? Ela continuou chupando-o, sem responder. Quando o caralho dele estava pulsante, quase gozando, ela parou de chupa-lo e desceu a boca até seu cu. Meteu a língua áspera ali. Primeiro, Maurício se contraiu, ao levar sua primeira lambi- da no cu. Depois, relaxou. Ela metia-lhe a língua bem dentro
  • 43. EHROS TOMASINI 43 do seu fiofó, causando-lhe arrepios de prazer. Ele levou a mão ao pau abandonado e quis se masturbar. Ela o impediu. Ele parou. Mas ela continuou lhe lambendo as pregas com muita saliva. Quando ele menos esperou, ela enfiou-lhe um dedo no ânus. - Ei, o que está fazendo? - O que faço com minha namorada: chupo-a e enfio o dedo em seu cuzinho. Ela goza muito assim. - Eu não gosto. - Agora, é tarde. Já está dentro. Deixa. Te faço gozar bem muito... Ele deixou. Começou a não se incomodar mais com aquele toque. Aí, ela voltou a chupá-lo enquanto tinha o dedo bem dentro do seu anel. Movimentava o dedo deva- gar, sem querer machucá-lo. Maurício sentiu a vontade de gozar se formando no seu âmago. Começou a ter convulsões orgásticas. Num instante, estava gozando pela frente e por trás. Jorrou porra na boca dela. Ela engoliu tudo. Retirou o dedo do ânus dele e ficou lambendo os lábios sujos de sêmen. Apreciava o gosto da porra de um homem. FIM DA SEXTA PARTE.
  • 44. OFERTA SAFADA DA CASA44 Sete - Este não é meu irmão! A delegada balançou positivamente a cabeça. Já sabia disso. A loira detida também não era a esposa fugitiva do dono de restaurantes. Havia sido confundida por estar com um rapaz negro e deficiente. Este mancava de uma perna e chamava a atenção de todos. Mas não era débil mental como o irmão do dono da locadora. O marido com jeito de mar- ginal telefonava para alguém, do seu celular. Parecia dar ins- truções. Quando viu Maurício, caminhou em direção a ele. Perguntou-lhe: - Como você conheceu minha esposa? - Tenho uma locadora de filmes. Ela foi hoje lá. - Que horas? - Era hora do almoço. - Meus funcionários disseram que ela almoçou com
  • 45. EHROS TOMASINI 45 um negro de olhos azuis e estava muito feliz com ele. - É verdade. Ela chegou na hora que eu ia almoçar. Já havia fechado a locadora, então a convidei a ir comigo. - Mentiu o negrão. - E por que ela iria para um dos nossos restaurantes? - Não sei. Eu nem sabia que ela era dona de restauran- tes. Ela não me disse. - Dê-me seu celular. - Como é que é? - Dê-me seu celular - pediu de novo o homem que pa- recia um líder de gangue americano, já irritado. A detetive olhava para Maurício. Fez-lhe um leve si- nal com a cabeça. O negro de olhos azuis estava visivelmente nervoso. Temia que o marido da loira encontrasse a foto dela nua. Mesmo assim, entregou o aparelho. Sentia-se protegido pela detetive. E a delegada e alguns policiais ainda estavam por perto. O negrão com cara de bandido esteve perscrutando o celular por vários minutos, depois devolveu-o ao dono. Mau- rício suspirou. O cara perguntou: - Por que está nervoso? - Ainda pergunta? Ela levou o meu irmão deficiente. Já, já está na hora dele tomar seu remédio, senão pode ter uma crise. - Que tenha - disse a delegada - Assim, ela terá que le- vá-lo a um médico ou hospital. Aí, pegamos ela. - Desculpe, senhora, mas ela pode larga-lo em qual- quer lugar. Em fuga, não vai querer cuidar de doentes. - Re- bateu a detetive. - Eu a conheço. Ela não terá paciência com ele. É bem capaz de mata-lo, para que ele não a denuncie depois. - Disse o marido da loira.
  • 46. OFERTA SAFADA DA CASA46 O negrão de olhos azuis ficou tenso. O que o cara dizia fazia sentido. A detetive falou, se dirigindo a delegada: - Ela conseguiu nos despistar, chefa. Não devíamos ter voltado. Estávamos na pista certa. Agora, com certeza, a per- demos. - Acha que ela está em Jampa? - Perguntou o marido. - Se já não zarpou de lá, acho sim. - Eu tenho contatos em João Pessoa. Não precisam ir atrás dela. Vou torna-la uma fugitiva procurada em todo o País. - Disse o negro cheio de correntes de ouro, ainda com seu celular no ouvido. - Então, a nossa investigação está encerrada. Não po- deremos nos meter em uma investigação federal. Sinto muito pelo irmão do rapaz demente. Ele terá que torcer para que você encontre a fugitiva e que o outro esteja com ela. - Afir- mou a delegada. Quando o negrão ia contestar aquele argumento, a detetive tocou no braço dele. Fez-lhe novamente um sinal mudo. Maurício se conteve. A delegada se despediu de todos e mandou voltarem aos seus postos. A procura estava encer- rada. Quando todos foram embora, a detetive falou para o rapaz: - Eu te disse que não costumo deixar casos em aberto. Vou atrás do teu irmão. Mas preciso que você banque a bus- ca. Pode fazer isso? - Não seria melhor eu ir contigo? - Não confia em mim ou gostou de tomar dedo no cu? - Não gostei. Mas não poderia ficar tranquilo só espe- rando por você. Prefiro ir. - Não posso te levar. Pode ser perigoso e não vou poder te proteger. - Perigoso? Uma mulher, por mais que seja esperta, não me mete medo. - Não falo da loira. Falo do marido dela. Não percebeu
  • 47. EHROS TOMASINI 47 que o cara é um mafioso? Ele tem ligações com agentes es- crotos da Federal, mas não podemos provar nada ainda. Ele não vai querer prender a ex. Vai quere-la morta, entende? E eu vou atrás dela para salvá-la dele e ajuda-la a fugir. Ela deve ter levado documentos de provas contra o cara. Quero essas provas e não vou deixar que seja morta. Entendeu, ou quer que eu desenhe? O negro havia entendido. Não gostava da ideia de dei- xar a vida do irmão nas mãos dela, mas não insistiu mais. Concordou em lhe financiar as buscas. Perguntou-lhe: - A gente vai se encontrar de novo, pra dar nova foda? - Acredito que não. Mas gostei de estar contigo. Prome- to te devolver teu irmão o quanto antes, tá? Confie em mim. Maurício não voltou mais para a locadora. Pegou um táxi e foi para casa. Estava doido para mexer no seu celular sem ninguém por perto. Não sabia como o marido da loi- ra não havia encontrado a foto dela. Assim que se viu sozi- nho, procurou pela fotografia no aparelho. Para sua surpresa, ela devia ter sido apagada. Raciocinou rápido: quando des- maiou, a loira deve ter mexido no seu celular e visto a foto. Deletou-a. Essa constatação o deixou frustrado. Tinha raiva dela, mas queria vê-la nua novamente, nem se fosse apenas por fotografia. Procurou num antigo catálogo de telefone e encontrou algumas agências de detetives. Achou os preços para uma investigação bem salgados. Na quinta ou sexta pes- quisa, atendeu uma voz feminina. Ouviu a mulher dizer: - Agência de investigações Tara Verçosa. Boa noite. Com quem falo? - Boa noite. Gostaria de falar com o detetive responsá- vel. - Pode falar, senhor. Sou a única detetive e dona da agência. Em que posso ajuda-lo?
  • 48. OFERTA SAFADA DA CASA48 Duas horas depois o negro chegava à tal agência. Fi- cava no quinto andar de um edifício do Centro do Recife e, apesar de pequena, tinha uma sala bem arrumadinha. Nota- va-se o toque feminino, com flores em jarros e essas coisas que mulheres gostam. O ambiente cheirava a eucalipto. Com certeza, havia sido limpo pouco antes dele chegar. A detetive Tara Verçosa o esperava na porta. Abriu-a antes dele tocar a campainha. Só quando sentou-se frente a ela é que Maurício entendeu a sua presteza: ela o havia visto chegar através de um circuito de tevê. Tara Verçosa apertou sua mão e pediu que ele refizesse seus passos antes da loira ter chegado à lo- cadora. Ele não lhe falou do bõnus erótico que costumava oferecer, mas não via ligação da raptora com outras clientes que foram atendidas no dia. - E os clientes homens? Algum não pode ser amante dela? - Não pensei nisso. Tinha uma foto dela tirada do celu- lar, mas ela a apagou. - Mesmo? - Disse a moça contente - Dê-me o aparelho aqui, por favor... Ele deu tranquilo. Acreditava que ela não iria ver a foto da loira nua. A detetive, no entanto, abriu seu notebook e o conectou ao celular de Maurício. Enquanto ela escaneava o aparelho, ele a olhava com mais curiosidade. Tara não era uma mulher grandona. Devia medir no máximo um metro e sessenta centímetros de altura. Era bonita, mas sem exageros. Tinha um corpo magro mas atlético. Usava óculos executivo, dando-lhe um ar intelectual. Não era burra. Ela exclamou: - Ah, achei! A foto foi apagada mas o programinha que tenho no computador pode restaura-la. Maurício sentiu um baque no coração. Jamais esperava que ela recuperasse a foto. Ficou nervoso. Ela esteve olhando a fotografia, depois disse:
  • 49. EHROS TOMASINI 49 - Pode me contar a história de novo, e dessa vez me dizendo a verdade? - Está bem. Me desculpe. Não achei que fosse recuperar a foto. - Tudo bem. Desde que chegou que eu senti o cheiro de sexo impregnado em tua roupa. Você deve ter feito sexo ain- da hoje. Pelo jeito, sexo casual e às pressas, pois nem se deu ao trabalho de tomar um banho demorado depois. Por acaso é maníaco sexual? - Não, senhora. Mas as minhas clientes são. - Explique-se. - Tenho uma locadora onde a maior demanda é de fil- mes eróticos. Aproveitei essa característica da loja para ane- xar um cubículo onde as clientes podem ter sexo através de um buraco na parede. - Interessante. Continue... - Uma loira chegou interessada em conhecer o cara que fica com o pinto através do buraco. Eu não a conhecia, mas ela já parecia saber da promoção. - Que promoção? - A alocação de cinco filmes dá direito a meia hora de sexo. - Muuuuito interessante. Conheço esse tal buraco na parede de filmes, mas não sabia que existia isso aqui no Bra- sil. - Tive a ideia assistindo filmes. - Continue tua história... - A loira que procuramos estava curiosa para conhecer o cara por trás do buraco. - Que, por coincidência, é o teu irmão desaparecido? - Isso. Enquanto se despia para transar com ele, eu a fotografei com o celular - mentiu ele. - E como ela conseguiu te nocautear? Você é um negro atlético. Poderia tê-la vencido no braço. - Ela borrifou meu rosto com um spray. Senti-me tonto
  • 50. OFERTA SAFADA DA CASA50 e desmaiei. - Deixa eu ver... - Disse ela, agarrando-o pela nuca e puxando seu rosto para perto do nariz dela. Esteve cheirando-o, tocando-lhe a pele, tal qual a ou- tra detetive, mas se demorou fazendo isso. Mais uma vez o negrão ficou de pau duro ao tê-la bem perto dos seus lábios. Não se conteve. Roubou-lhe um rápido beijo. Ela se afastou. Ficou olhando para ele. Passou as costas das mãos nos lábios. Disse: - Vou aumentar meus proventos, por ter feito isso. - Desculpe-me. Não consegui me conter. - Nota-se que é un tarado. - Posso parecer, mas não sou. Os últimos acontecimen- tos estão mexendo comigo. - Vou fazer que acredito. Mas não faça isso de novo, a menos que eu permita. - E como vou saber quando permitirá? De novo ela esteve olhando fixamente para ele. Pediu que ele ficasse de pé. O negro não entendeu muito bem o pedido até se levantar e ela olhar pro seu cacete duro, ava- liando-o. Depois, ela ergueu-se da cadeira e se agarrou a ele, beijando-o com violência. Baixou a mão e pegou no seu ca- ralho por fora da calça. Não satisfeita, puxou-lhe o fecho para baixo e arriou sua calça, libertando o pênis enorme. Abriu- -lhe a camisa com urgência, quase arrancando fora os botões. Quando seu peito estava nu, mordeu-o com força. O negro se esforçou para suportar a dor. Para se vingar, apertou-lhe com os dedos o biquinho do seio por cima da blusa preta que ela usava. Ela voltou a beija-lo, mas terminou mordendo seus lá- bios. Ele sentiu o gosto de sangue na boca. Rasgou a sua blusa com força e arrancou a calça preta que ela usava. Deitou-a na mesa de tampo de vidro que tinha na salinha, onde estivera sendo atendido. Ela o puxou pelos cabelos para cima de si.
  • 51. EHROS TOMASINI 51 Ele abriu suas pernas e apontou o pênis para a vulva peque- nina. Nem lubrificou a pica, enfiando-a na racha. Ela gemeu de dor. Mordeu novamente seus lábios, mas dessa vez com menos força. Depois, movimentou a mão de lado, acionando um botão sobre a mesa, e as luzes do escritório se apagaram, deixando-os no escuro. A racha da detetive era quente. Engoliu apertadinha a bimba do negrão. Antes de se acostumar com a penumbra, Maurício deu a sua melhor gozada do dia. FIM DA SÉTIMA PARTE
  • 52. OFERTA SAFADA DA CASA52 Oito Afoda com a detetive Tara Verçosa, apesar de intensa, foi rápida. Ela voltou a acender as luzes do escritório e se recompôs das roupas, abrindo um armário onde estavam vá- rios vestidos, calças e blusas, além de roupas íntimas. Depois, apontou um outro compartimento e sugeriu: - Escolha uma roupa para você dentre as que tenho aqui. Acho que te cabem. Meu último namorado tinha um físico parecido com o teu. - E por que ainda mantém as roupas dele aqui? - Fui eu que as comprei pra ele. Não deixei que levasse. Não merecia. E eu poderia precisar delas, como agora. Des- culpe-me ter danificado as tuas. - A recíproca é verdadeira. És sempre tarada assim? - Sempre. Talvez por isso tive poucos namorados. Não gostou? - Ainda tenho os lábios doloridos. Fora isso, nada te-
  • 53. EHROS TOMASINI 53 nho a reclamar. - Ainda bem. Não vou te pedir desculpas, já que gostei da foda. Mas vamos ao que interessa: dê-me mais informa- ções sobre a detetive da Polícia que você disse estar procu- rando por teu irmão. - Não sei nada sobre ela. Apenas tenho seu telefone e sei a delegacia onde trabalha. - Dê-me o número do celular dela. - A última ligação que recebi é dela. Pediu para eu gra- var seu número na minha agenda, para quando ligasse pra mim. - Ótimo. Nem preciso tirar teu celular do PC. Pego o número dela rapidinho... - O que pretende fazer com ele? - Bisbilhotar seu telefone, claro. - Isso não é ilegal? - Sim. Mas todo detetive que se preza faz isso: hackear o telefone alheio. Quando é um aparelho convencional, é mais difícil. A tecnologia antiga não permite. Ela baixou os documentos e fotos encontradas na me- mória do celular da detetive Sara e gravou as imagens, antes de vê-las. Depois, se mostrou preocupada. Disse: - Acho que você foi enganado, gostosão. Encontrei umas fotos tuas nas pastas do telefone dela. Tem certeza de que não a conhecia? - Fotos minhas? Cadê? Ao ver as fotos, o negrão ficou surpreso. Eram fotogra- fias antigas, a maioria de um ano atrás, quando ele começou a oferecer o bônus na locadora. Numa delas ele era visto ao lado do irmão deficiente. Ele explicou isso para Tara. Ela dis- se: - O rapto do teu irmão devia estar planejado há muito tempo. Há duas explicações para essas fotos: ou a detetive as
  • 54. OFERTA SAFADA DA CASA54 tirou por estar te investigando, ou as recebeu de alguém. Em todo caso, ela deve estar mancomunada com a tal loira. - Será? Eu não me lembro de ter visto a mulata antes. Ela é muito bonita para eu tê-la esquecido. Nunca vi a loira, também. - Elas podem ter pedido para alguém te fotografar às escondidas. - É possível. Assim, eu não me lembraria de quem fez isso, né? E agora? - Agora, o próximo passo é localizar uma das duas. Só assim, teremos teu irmão de volta. - E como pretende localiza-las? - Deixa comigo. Eu quero que você transfira para a mi- nha conta ao menos três dias de pagamento e uma reserva para viagens, como combinamos. Depois, volte às suas ativi- dades normais a partir de amanhã. - Não vou conseguir trabalhar se não tenho meu irmão comigo. Ele é o principal objetivo das minhas clientes. - O cacete dele, você quer dizer. - Você entendeu. Sem ele, como poderei conceder o bônus? - Você não dá conta? - Quem transou com ele não vai querer um caralho menor. - O dele é tão grande assim? - É enorme. - Upalalá. Isso eu vou querer confirmar. Mas invente uma desculpa qualquer para as clientes. O importante é que o chefão do tráfico, esposo da loira, saiba que você continua trabalhando. Senão, pode querer te pegar para te forçar a di- zer o paradeiro dela. - Mas eu não sei. - Ele não sabe disso. Sabe apenas que você almoçou com ela em um dos restaurantes dele, onde ela certamente seria reconhecida. O cara vai querer saber o porquê disso.
  • 55. EHROS TOMASINI 55 - Entendi. Vou fazer o que me pede. Quando te vejo novamente? - Não sei. Acho que vou atrás da detetive. Se ela estiver agindo em parceria com a loira, saberei. - A detetive me disse que quer protege-la do marido. Acha que ela levou na fuga documentos que incriminam o cara. - É possível. Mas só saberei disso investigando as duas. Vá pra casa. Logo, te darei notícias. Maurício não foi para casa. Parou no primeiro barzi- nho que encontrou no caminho. Já passavam das onze horas da noite e o bar onde entrou estava fechando. A garçonete avisou: - Só vai dar para tomar, no máximo, duas cervas, moço. Estamos fechando. Eu tenho hora para pegar o último ônibus da noite. - Você mora onde? - Por que quer saber? - Se for caminho, posso te dar uma carona de táxi. Ela olhou para ele, como se o estivesse avaliando. De- pois, sentou-se à mesa. Disse: - Se me deixar tomar uns copos, espero tua vontade de ir embora. Tenho a chave do bar. Posso dormir lá dentro. - Não seria melhor fechar e irmos para um outro bar que fique aberto mais tempo? Pode chegar mais gente aqui querendo beber e você teria que servir, se está me servindo a essa hora. Ela sorriu. Disse que ele era inteligente. Pediu que espe- rasse. Iria recolher as mesas e cadeiras, enquanto ele tomava sua cerveja. Quando ela se afastou, ele a avaliou. Era uma morena rabuda de quadris largos e pernas grossas, apesar de não ser tão bonita de rosto. Também não era feia. Talvez, se
  • 56. OFERTA SAFADA DA CASA56 tomasse um banho de loja e fosse a uma cabeleireira, cha- masse mais a atenção. Mas não criou expectativas. Melhor se ficasse só nas cervejas com ela. Afinal, já havia transado naquela noite. Ela desapareceu no interior do bar, quando terminou de guardar as mesas e cadeiras, deixando só a que ele esta- va sentado. Demorou cerca de meia hora para aparecer de novo. Estava irreconhecível. Havia soltado os cabelos, trocara de roupa e colocara uma maquiagem discreta. Estava linda. O dono da locadora ficou de pau duro imediatamente, após revê-la. Ela sorriu quando viu a surpresa estampada em seu semblante. Disse: - Vamos? Não precisa pagar essa cerveja. Já paguei eu mesma ao dono do bar que está lá dentro... - Precisamos chamar um táxi, primeiro. - Não. Deixe pra pegar o táxi depois. Dá para irmos à pé. É aqui perto. Iremos conversando até lá. Foram. Ela parecia meio empulhada com algo. O negro perguntou o que lhe estava incomodando. Ela respirou fun- do, antes de dizer: - Sabe o que é, moço? Eu te reconheci da locadora. Já estive lá, mas acho que não se lembra de mim. Faz tempo. - Sinto, mas não me lembro mesmo. O que está queren- do de mim? - Eu queria saber se ainda faz aquela promoção. Eu es- tou já há algum tempo sem transar e gostaria de ir lá amanhã. - Infelizmente, a promoção foi cancelada por uns tem- pos. O rapaz que atendia no quartinho teve que viajar. Você já tinha transado com ele? - Não. Não consegui. No dia em que estive lá, achei o peru dele muito grande. Tive medo de ficar toda dolorida, depois. Fui embora sem foder com ele, sabia? - Ah, agora me lembro de você. Estava muito diferente
  • 57. EHROS TOMASINI 57 de hoje, mas me lembro. - Eu estava bem mais gorda. Emagreci, depois que dei- xei meu marido. Ele batia muito em mim. - Cadê ele? - Não soube mais daquela peste. Foi-se embora com outra. Uma puta que trabalhava no bar onde trabalho agora. Soube que ela prometeu mata-lo, se ele batesse nela. - Bem feito. Mas não posso fazer nada por ti. Só quan- do o cara da locadora voltar. Também tenho o pau grande, acho que não iria te agradar. - Posso vê-lo? - Aqui no bar? - Lá dentro, no banheiro feminino. Não seremos inco- modados. Veja: só tem eu de mulher no bar a essa hora. E eu conheço a garçonete que serve aqui. Ela é “limpeza” comigo, assim como sou com ela. - Ela transa no bar onde trabalhas? - De vez em quando. Tenho a chave de lá, como te dis- se. Quando o dono sai, empresto a chave a ela. Sempre me entrega no outro dia, quando chego de manhã cedo. - Passa o dia todo naquele bar? - Não. Quando trabalho à noite, no outro dia trabalho de manhã. Por isso às vezes durmo lá. - Então deixa tua amiga chegar com a cerveja. Depois, iremos separamente e nos encontramos no banheiro femini- no. Pouco depois, ela pegava carinhosamente no seu pau. A pica ainda estava mole. Ela quis chupá-lo. Ele recuou: - Ainda não tomei banho. Larguei do trabalho e ainda não fui pra casa. Vamos a algum lugar que tenha banheiro e deixo você fazer o que quiser comigo. - Não gosto de homem cheirando a sabonete. Prefiro-o com seu cheiro natural. Quero chupa-lo assim mesmo. - Tua amiga não irá reclamar?
  • 58. OFERTA SAFADA DA CASA58 - Sim. Mas só se souber que eu te comi e não a chamei pra festa. Ela adoraria estar aqui conosco. - Do jeito que estou cansado, não aguentaria as duas. - Melhor. Assim, te tenho só para mim. Ela agachou-se entre as pernas dele e começou a fela- ção. Era muito gulosa. Ficava forçando ter o caralho todinho na boca. Ele esbarrava na sua goela e ela se engasgava e ficava tossindo. Depois, voltava a chupá-lo com mais gula ainda. De repente, parou para perguntar: - Andou trepando há pouco? Teu pau está fedendo a boceta. - Não. Tentei satisfazer uma cliente à tarde, para suprir a falta do meu funcionário. - Mentiu. - Adoro esse cheiro de bilola suja de tabaca. Fico super excitada. Seria até capaz de ceder o cuzinho pra ti. - Eu adoro foder um cuzinho... - Deixo com uma condição: a gente sai daqui e volta pro bar onde eu trabalho. A essa hora o dono já foi. - Pois tenho proposta melhor: fodo teu buraquinho aqui e lá. Ela o beijou com carinho. Depois, virou-se de costas. Advertiu: - Vá com calma que meu cuzinho está há meses sem levar rola. - Relaxe. Se escore em alguma parede e empine a bun- da. Estou com muito tesão nesse teu rabo. - Então, vem amor. Sem pressa. Quero sentir essa pica entrar bem devagar entre as minhas pregas... Ele não se avexou. Parafusou a glande no cuzinho dela e, quando a cabeçorra entrou, ele começou os movimentos de cópula. Bem devagar, sem forçar e nem deixar sair de dentro. Pouco depois ela estava pingando gozo pela xoxota. O cu es-
  • 59. EHROS TOMASINI 59 tava bem lubrificado. Ela gemeu: - Vai botando e tirando toda. Botando e tirando toda. Até que eu tenha engolido tu... Não completou a frase. Começou a gozar. Jogava a bunda contra o pau dele e este entrou até o talo. Quando ela sentiu seus testículos lhe tocar as pregas, teve o primeiro or- gasmo. Tampou a bacia sanitária e se espalmou na tampa, fi- cando em posição mais confortável para ambos. Ele apressou os movimentos. Ela urrava de prazer. As pernas fraquejaram. Ele a segurou pela cintura antes que ela caísse de joelhos. Ela ficou nas pntas dos pés, empinando mais a bunda. Depois de dois longos orgasmos seguidos, ela se retirou de repente do seu caralho e caiu de boca nele. Aí, bateram com força na porta. FIM DA OITAVA PARTE
  • 60. OFERTA SAFADA DA CASA60 Nove As batidas na porta se repetiram, cada vez mais fortes. Al- guém gritou: - Quem está aí? O que está acontecendo? A porta, finalmente, se abriu. No vão, apareceu a garço- nete que estava com o negrão, tendo o cuidado de não escan- cara-la. Disse com a cara mais sonsa: - Eu estou acontecendo, querida! - Neide? Que barulho foi aquele, mulher? Parecia al- guém gemendo... - Larguei excitada e entrei aqui para dar vazão ao tesão, tocando uma siririca. Acho que exagerei - disse ela sem que- rer dizer que estava acompanhada. - Cadê o cara que estava contigo? Ele se parece com aquele negro da locadora safadinha, onde dão um bônus para solteiras.
  • 61. EHROS TOMASINI 61 - É ele mesmo. Por isso fiquei excitada. Viemos falando de sexo. Ele disse que ia pegar uma grana no caixa eletrônico e volta já. - Já botei a cerveja de vocês na mesa. Acabei de ser de- mitida por faltar três dias nesta semana. E o filho da puta do dono ainda pediu que eu passasse daqui a quinze dias pra pegar meu dinheiro. Está bêbado, atendendo no balcão. Não adianta eu falar com ele agora. - Aproveite que ele está neném e tire teu dinheiro do caixa. - É uma boa ideia. Não vou esperar tanto pra ele me pagar. Tenho contas atrasadas. Quer que eu fale com ele pra tu assumir o meu lugar? - Vamos lá. Mas só começo a trabalhar amanhã. Hoje, quero curtir o negro bonitão. - Ele é lindo. E parece ter um pau tão grande quanto o do cara que fode na locadora. - Já fodeste com ele, o do cacete enorme? - Perguntou a garçonete Neide, andando em direção ao balcão onde o gerente do bar bebia, afastando-se propositadamente do ba- nheiro. O negrão não ouviu a resposta da outra garçonete. Saiu sorrateiro do banheiro e voltou para o seu lugar na mesa. A jovem que atendia não o viu. As duas conversaram com o beberrão e depois a bonitona voltou para perto de Maurício. Disse: - Infelizmente, vou ter que trabalhar, amore. A menina que está nos servindo foi demitida neste instante. Vou assu- mir o lugar dela pois o gerente está bicado e não quer fechar o bar. Vamos ter que adiar o segundo tempo da nossa foda. Você me perdoa? - Claro. Eu já estou satisfeito. Deixa teu telefone. Quan- do o meu funcionário voltar de viagem, te ligo avisando. - Ah, eu não quero mais trepar com ele. Prefiro você.
  • 62. OFERTA SAFADA DA CASA62 - Está bem. Foderemos outras vezes. Mas contanto que não seja num banheiro. O daqui é imundo! Ela deu uma sonora gargalhada. Beijou-o nos lábios bem na hora em que a outra garçonete se acercava deles. Ela deu boa noite ao negrão e pediu licença para se sentar. Falou: - Se não se incomoda, vou assumir o lugar de Neide. Ela acaba de assumir o meu, no bar. Neide deu-lhe um beijo na testa e se levantou para sair da mesa. Disse para a amiga: - Cuide bem dele. Faça-lhe uma massagem daquelas que você sabe fazer, pois ele me disse que está esgotado do trabalho - disse a boazuda, piscando um olho para a que se sentou. - Deixa comigo. A menos que ele não tenha simpatiza- do comigo... A outra garçonete era bem mais nova que a morena bo- nitona e boazuda, mas era menos atraente que Neide. Mesmo assim, ele disse: - Estou mesmo precisando de uma massagem para di- minuir o estresse. Você está cobrando quanto? - Depende do que venha depois - disse a jovem quando a outra saiu de perto. Minha amiga pensa que me engana, mas eu sei que vocês estavam trepando no banheiro. E eu duvido que você aguente outra ainda hoje. - Está me lançando um desafio? - Não. Um apelo. Fiquei excitada em saber que estavam transando. Não tenho namorado e já estava pensando em vi- sitar tua locadora. - Você me conhece? - Sim. Já estive lá, mas você nem olhou direito pra mim. Nesse dia eu estava seca pra foder e tive que aguentar o cara- lho enorme do teu irmão.
  • 63. EHROS TOMASINI 63 - Como você sabe que o cara do cacete grande é meu irmão? - O negro de olhos azuis estava surpreso. - Uma loira que de vez em quando dou massagem nela, quando não estou trabalhando no bar, foi quem me disse. Es- teve dia desses procurando saber de mim o endereço da tua locadora, pois eu havia falado a ela da promoção de vocês. Perguntou pra mim: onde é que fica a locadora do momento, a daquele negrão que tem um irmão deficiente mental, que você disse que trepa bem? Foi quando eu soube que o cara era teu irmão. - Você sabe o nome da loira, garota? - O meu nome é Viviane. O dela, eu não sei. Mas sei que é mulher de um traficante de drogas e armas, que tem uma rede de restaurantes. Por isso, cobro dela mais caro. Ela ficou de ir lá em casa, ontem, para uma nova sessão de mas- sagem, mas não apareceu. Deve ter ido pra casa de praia que mantém às escondidas do marido. - Você sabe onde fica essa residência, Viviane? - Per- guntou o negrão, eufórico por estar perto de desvendar o pa- radeiro do irmão. Acreditava que a loira estaria na tal casa, com ele. - Claro que sei onde fica. Já fui lá várias vezes, pra dar massagem nela. Maurício pediu licença e se afastou, para ligar para a detetive Tara. Disse a ela que achava que havia encontrado onde era mantido refém o irmão. Falou o que tinha ouvido da garçonete massagista. A morena pediu que ele segurasse a moça perto de si até ela chegar. Que não tentasse arrancar dela o endereço pois ela poderia cismar e não dar a localiza- ção da residência. Detivesse a garçonete, nem se tivesse de dormir com ela. Maurício concordou com ela e depois desligou. Em se- guida, discou o número da mulata detetive, mesmo Tara ten-
  • 64. OFERTA SAFADA DA CASA64 do dito a ele que achava que ela era cúmplice da loira. Ele não acreditava nisso. Disse-lhe que achava que havia encontrado o irmão. Falou que tinha uma informação que o poderia le- var ao esconderijo da loira. Que ela desse um tempo na inves- tigação, até ele ter certeza. Ela prometeu esperar. Ele desligou e voltou para a mesa. A jovem o esperava cismada. Perguntou para quem ele ligava. Ele mentiu: - Estava falando com meu irmão. Ele disse que ainda não poderia ir pra locadora amanhã. Então, não vou abrir a loja. Temos a noite só pra nós dois. Está disposta a me dar aquela massagem? Ela olhava para ele mais desconfiada ainda. Afirmou: - Você está mentindo. Soube que teu irmão é surdo- -mudo. Como poderia ouvir o que você estava dizendo? Maurício teve que inventar uma saída na hora. Mentiu novamente: - Eu tenho um outro irmão, que não é deficiente, assim como não sou. Ele havia ficado de substituir o que está via- jando. - Ah, bom. Desculpa. Ando cismada de tudo e de to- dos, depois que fui roubada aqui no bar. Depois, descobri que o culpado pelo roubo foi o filho da puta do meu próprio macho. Dei-lhe uma facada e fugi. Passei três dias sumida para livrar o flagrante. Por isso faltei aqui e fui demitida. Sou- be que o safado está internado entre a vida e a morte. - É o que era casado com tua amiga Neide? - Isso mesmo. Ela te disse? - Falou-me que o marido que lhe batia a deixou por ou- tra. Pelo que você disse agora, imaginei que a outra foi você. - Pois é. Quando reclamei que havia me roubado, de- pois de colocar Rupinol na minha bebida, aqui mesmo neste bar, enquanto eu bebia com ele, ele bateu em mim. Eu já ha- via prometido a ele que no dia que ele batesse em mim, como
  • 65. EHROS TOMASINI 65 costumava bater em todas as suas mulheres, eu o mataria. Cumpri com a minha promessa. Ele não vai demorar muito com vida... O negrão não se manifestou. Estava ansioso pela che- gada da detetive Tara. Queria saber logo onde se encontrava o irmão. Àquela hora ele necessitava tomar seus remédios. E nada da detetive tarada chegar. Então, seguiu seu conselho. Perguntou para a garçonete: - E aí, vai poder me dar a massagem? - Oh, sim. Já tinha me esquecido. Compre umas cerve- jas e levemos lá pra casa, onde tenho meu material de traba- lho. Bebemos, enquanto você relaxa e eu trabalho. Maurício se despediu de Neide e seguiu com Viviane para a residência dela. A jovem morava numa casa modesta, um pouco distante do bar. Saltaram do táxi com meia dúzia de cervejas pegas no bar e entraram. Ela guardou as bebi- das numa velha geladeira e levou-o para um quartinho todo pintado de branco. Nele, havia uma cama de massagens. Ela pediu que ele tomasse um banho morno e viesse apenas de toalha. Quando o negrão de olhos azuis saiu do banheiro, seu pau estava duro ao ponto de ficar visível a ereção por baixo do tecido. Ela sorriu. Reclamou: - Ah, assim vou ter que adiantar meu trabalho. Devia esperar que eu te deixasse excitado. Mas é melhor - disse ela, pegando um punhado de óleo na mão. O óleo tinha cheiro de algo comestível. Ela untou o ca- ralho duro dele e massageou primeiro ali. O negrão estava deitado de costas para a cama e via todos os seus movimen- tos. Ela sorria, quando ele mordia os lábios de tesão com a carícia. Algumas vezes ela levou o pênis à boca, lambendo-
  • 66. OFERTA SAFADA DA CASA66 -o inteiro ou chupando só a glande. Depois, continuou lhe masturbando enquanto lhe chupava os testículos. O negrão fechou os olhos. Ela o havia esperado vestida apenas com uma bata branca, sem nada por baixo. Em dado momento, resolveu-se a tirar a bata, mostrando um corpo jovem e te- sudo. Maurício percebeu que sua vagina pingava de tão en- charcada. Então, ele não teve paciência para esperar o desenvol- ver da massagem. Levantou-se da cama e a deitou nela. Pin- celou a glande na racha da morena e ela mostrou-se muito excitada. Dobrou e levantou uma perna. Pediu sensual que ele a chupasse. Ele atendeu seu pedido. Lambuzou a cara na sua seiva, depois sorveu seu gozo. Ela fazia caras e bocas a cada lambida na racha, a cada chupada no grelo. Não demo- rou e ela pediu por seu pau na boceta. Ele esfregou a glande na racha antes de botar só a cabeçorra. Ela chorava de prazer, implorando rola. Aí, pediu que ele voltasse a se deitar. Viviane subiu na cama e acocorou-se sobre o enorme pau do negrão. Ela mesma apontou o membro para a racha e estrepou-se nele. Começou a cavalgada e não demorou muito a ter espasmos de prazer. De joelhos dobrados, inclinou-se para trás, apoiando-se na cama. Fez os movimentos de có- pula cada vez mais intensos. Sua expressão facial era de puro gozo. Depois, virou-se de costas para ele e se enfiou de novo na pica. Fazia os movimentos e o negrão ficava mais excitado a vendo de costas, arrebitando o bumbum, copulando com urgência de ter um orgasmo. Era excitante demais para ele ver a sua bunda subindo e descendo, frenética e seu caralho. Então, a garçonete-massagista quase o empurrou da cama. Quando ele levantou-se, ela ficou de quatro sobre o móvel. Era um convite claro para que ele lhe metesse no ânus. Ela encostou o rosto no lençol e fechou os olhos, ficando com
  • 67. EHROS TOMASINI 67 a bunda empinada. Ele também subiu na cama e se ajoelhou atrás dela. O pau estava lambuzado de óleo. Entrou fácil no cu dela. FIM DA NONA PARTE
  • 68. OFERTA SAFADA DA CASA68 Final Viviane levou o negro de olhos azuis para o dormitório e estiveram lá, descansando da foda. Ambos estavam ca- lados quando escutaram batidas na porta. Ele perguntou: - Está esperando alguém? - Eu? Não. Principalmente a essa hora da madrugada. - Então, não abra. - Não é possível que seja o puto do meu marido esfa- queado... Não vou ficar nessa dúvida. Não saia daqui, Eu vou abrir. Nem bem a mulher abriu a porta, recebeu uma lufada de spray no rosto. Caiu no chão imediatamente. A detetive Tara Verçosa entrou afobada. Ordenou: - Traga-a de volta para a cama e faça isso depressa. Pre- cisamos sair daqui.
  • 69. EHROS TOMASINI 69 - O que está acontecendo? E como me encontrou? - Te achei através do teu GPS. Está escondido em teu celular e você nem sabe. E tem gente de olho em você. Esti- veram te seguindo desde o bar, mas acho que já te tocaiavam desde a minha agência. Com certeza são homens do marido da loira. Quando o negrão colocou Viviane deitada na cama, a morena detetive aplicou-lhe uma injeção. - O que é isso? - Perguntou o negro. - Pentotal. É antigo, pode estar vencido, mas acho que ainda funciona. Obriga as pessoas a dizerem o que não que- rem. Torça por isso. Precisamos achar teu irmão antes que os compinchas do marido da loira resolvam te dar uma prensa. A morena foi incisiva. Quando percebeu que a garço- nete já estava sob efeito da droga, perguntou: - Onde se esconde a loira que você dá massagem nela? A mulher deu um endereço detalhado, explicando até os pontos de referência para achar a casa de praia. A detetive anotou tudo e disse pro negro: - Vou sair sorrateira daqui e ir buscar teu irmão. Fique com a garçonete. Os caras devem pensar que você está numa noitada com ela. Se entrarem aqui, devem encontrar vocês nus, entendeu? - Ela vai demorar a acordar? - Sei lá. Nunca usei essa porra de Pentotal. Era usado pela CIA, na época da guerra fria. Meu pai, que também era detetive, conseguiu a droga, mas não me pergunte como. - Vai levar meu irmão para onde? - Se conseguir acha-lo, te ligo. Nos encontramos em al- gum local. Tchau. Quando a detetive tarada lhe deu um beijo e saiu pela
  • 70. OFERTA SAFADA DA CASA70 porta dos fundos da residência, Maurício se deitou ao lado da garçonete adormecida. Notou uma tevê pequena no quarto e levantou-se, procurando o controle remoto. Achou-o, ligou a tevê e voltou para o leito. Estava passando a reprise de um jornal televisivo. Dava a notícia do assassinato a golpes de faca de um homem, provavelmente pela companheira. Mos- traram a foto da vítima. O negrão a reconheceu como sendo o seu pai. Deu um beijo carinhoso na garçonete. Ela havia feito o que ele não tinha conseguido dez anos atrás: matar o cara. Lembrou-se de que não haviam tomado as cervejas que trouxeram do bar e ele foi até a geladeira. Assustou-se com o barulho da porta da frente da residência sendo arrombada a pontapés. Três homens entraram de pistolas em punho. Ti- nham cara de policiais a paisana. Um falou: - Parece que a vadia tem sono pesado. Acorde-a. - Não acho que vou conseguir. Ela tomou um monte de cervejas e capotou. - Mentiu o negro. O cara pediu a garrafa que ele tinha nas mãos. Tomou um largo gole do gargalo e perguntou: - Cadê a detetive que você contratou para achar a loira? Vimos que entrou aqui, mas a perdemos de vistas. - Ela veio me dar um recado e foi-se embora. - Que recado? - Que vocês estavam me seguindo e decerto viriam in- terromper a minha foda. - Por que não fugiu? - Fiquei curioso para saber o que querem comigo. - Você deve saber onde está a galega. Quero que nos diga o paradeiro dela. - Vocês parecem ser meio tapados - arriscou dizer o ne- gro - senão saberiam que contratei uma detetive para acha-la. Se soubesse onde ela está, por quê gastaria dinheiro com isso? Os três se entreolharam. O que parecia o líder disse:
  • 71. EHROS TOMASINI 71 - Recebemos ordens para te dar uns apertos. Acho que não vai ser preciso. Mas, se não responder nossas perguntas direito, nós vamos te dar umas porradas. Tá entendido? - Entendido. Mande lá a primeira pergunta... - Quem é a mulher na cama? - Deveriam saber, já que me seguem desde o bar. O negro levou um murro no estômago. Já esperava por isso. Estava disposto a apanhar, contanto que isso desse tempo para a detetive resgatar seu irmão. Caiu de joelhos no chão. Levou mais um tapa no rosto. Ouviu: - Eu avisei. Não se meta a besta conosco. Mas eu tenho paciência. Por isso vou perguntar de novo... - É a garçonete do bar, porra. Foi rendida pela que ficou lá. - Assim está melhor. Agora, vista-se. Vamos dar umas voltas. O chefe quer falar contigo. O negro de olhos azuis se vestiu lentamente, querendo ganhar tempo. Apressaram-no. Deixaram a mulher adorme- cida e seguiram com Maurício no carro. Pouco depois, ele estava diante do dono de restaurantes. O negro ainda respi- rava com dificuldades e tinha o rosto inchado pelo tapa que recebeu. O mafioso perguntou: - Te trataram bem? - Muito bem. Mas são malvados. Não sabem fazer ca- rinhos. Recebeu outro murro no estômago. O chefão deixou ele se recuperar um pouco para perguntar: - Cadê a detetive que você contratou? - Está atrás da loira, para resgatar meu irmão. - Dê-me seu telefone. - De novo? - De novo. Quero ver tuas últimas ligações.
  • 72. OFERTA SAFADA DA CASA72 Maurício tirou o aparelho do bolso e entregou-o ao cara. Por coincidência, o celular começou a tocar. O chefão lhe devolveu o aparelho e pediu que ele atendesse em viva voz. Quando o fez, o negrão reconheceu a voz de Tara. Ela informou: - Infelizmente, a loira tinha acabado de fugir da casa de praia. Deve ter sido alertada da minha ida lá. Tinha res- tos de comida recentes sobre a mesa. E uma caixa vazia de remédios. - Que tipo de remédio? Ela disse. Ele respondeu: - É um dos remédios que meu irmão toma diariamente. Ela deve saber disso. Como, não sei. O negro forte, marido da loira, tomou o celular da mão de Maurício e disse: - Detetive? Aqui é o marido da fugitiva. Ache-a e re- ceberá uma grana maior do que a que o teu cliente está te pagando. - Quero o triplo do preço que cobrei a ele. Temos um acordo? - Temos. Mas só depois que você achá-la. - Exijo sempre metade do pagamento em dinheiro. Dê o adiantamento ao negro de olhos azuis que está com você e deixe-o ir embora. - Qual o teu interesse nele? - Quero receber a parte que me deve, claro. E pra isso preciso dele inteiro. - Já está um pouco avariado, mas nada que uma boa noite de sono não conserte. - Ok. Mas diga a quem o machucou que depois que eu encontrar a tua esposa, vou matá-lo. - Violenta, você. Não será preciso isso. Meu colabora-
  • 73. EHROS TOMASINI 73 dor não dará mais problemas. Dito isso, ainda sem encerrar a ligação, o mafioso sa- cou uma pistola e atirou à queima-roupa contra o assecla. Este morreu de olhos arregalados, surpreso com a atitude do chefe. Os outros também ficaram assustados. O chefão voltou ao telefone: - Ouviu? - Sim, obrigada. Me poupou desse trabalho. - Pois ache minha esposa e será feliz comigo. - Entendido. Dê o dinheiro ao negrão de olhos azuis. Desligo. O chefão devolveu o celular a Maurício. Disse para ele: - Mulher de fibra. Gostei dela. Pode ir tranquilo. Não mexo mais com você. - Não tenho dinheiro para voltar de táxi. Esse pulhas limparam minha carteira, antes de entrega-la a mim. O chefão virou-se para um dos asseclas. Ordenou: - Deem uns trocados a ele, enquanto pego dinheiro graúdo para pagar a parte da detetive. E façam-no desapare- cer da minha frente, junto com o cadáver do outro. Pouco depois, Maurício estava num táxi levando um pacote de dinheiro só em notas de cem. Ligou para a mulata, detetive da Polícia que estava em João Pessoa, e disse: - Oi, Sara. Te acordei? - Não. Eu estava assistindo tevê. Perdi o sono. - Olha, eu sei que você está mancomunada com a loira. Acabei de ter a certeza. Consegui achar o esconderijo dela, mas ela tinha acabado de fugir. Com certeza você telefonou para ela, alertando-a de que eu havia encontrado a sua pista. Não sei teu interesse nisso mas... - Eu quero as informações que ela tem dos crimes do
  • 74. OFERTA SAFADA DA CASA74 marido. Já te disse isso... - Okay. Mas quero meu irmão de volta, vivo e ileso. Portanto, estou dispensando os teus serviços. Pode ficar com o que já te dei. Mas quero-a fora do meu caminho. - Eu também ja te disse que não deixo nenhum caso pela metade. Mesmo me dispensando, terá teu irmão de vol- ta. Isso eu te prometo. O negrão desligou sem responder. Continuou no táxi, pensativo. Pensou em tomar umas cervejas no bar onde Nei- de estava trabalhando mas desistiu por conta do horário e do dinheiro que carregava num envelope. O dia já ia amanhecer. Quando se aproximou de casa, no entanto, teve uma surpre- sa: seu irmão o esperava, com uma sacola grande na mão, sentado no batente da porta. O negrão pagou o táxi e correu para abraçá-lo. O irmão também estava contente em ve-lo. Usou a linguagem dos surdos-mudos para dizer que a loira tinha dado aquela bolsa para ele. E que tinha deixado um bilhete dentro. Maurício abriu a sacola e ficou espantado com a quan- tidade de dinheiro que achou dentro. Ali devia ter mais de um milhão de reais. Leu o bilhete: - DESCULPA, MAS EU PRECISAVA DO TEU IR- MÃO PARA DESPISTAR MEU MARIDO. MINHA AMAN- TE PLANEJOU TUDO HÁ TEMPOS. O ROLUDO ERA PRIMORDIAL PARA QUE A FUGA SE CONCRETIZASSE. NÃO ME VERÁ MAIS. NEM A SARA, MINHA AMANTE. FOI ELA QUEM PLANEJOU TUDO. ESTAMOS EMBAR- CANDO, NESSE MOMENTO, NUM VOO PARA OS ES- TADOS UNIDOS. POR FAVOR, NÃO CONTE AO MEU MARIDO. ESTOU COM DOCUMENTOS QUE PROVAM AS ATIVIDADES ILEGAIS DAQUELE FILHO DA PUTA, QUE VIVIA ME BATENDO. ADEUS. FAÇA BOM USO DO DINHEIRO, MAS NÃO DEIXE ELE SABER QUE AGORA