O documento discute a prática do batismo em nome de Jesus nos primeiros séculos do cristianismo, contrastando com a fórmula trinitária que se tornou padrão posteriormente. Apresenta nove passagens bíblicas que mencionam o batismo em nome de Jesus e cita fontes históricas que indicam que a mudança para a fórmula trinitária ocorreu somente no século IV. Argumenta que a prática original dos apóstolos era o batismo em nome de Jesus.