O documento discute os experimentos de Isaac Newton com prismas de vidro entre 1666 e 1672, detalhando suas inovações técnicas e os fundamentos teóricos sobre a cor e a luz. Ele explora a interação entre Newton e seus contemporâneos, como Boyle e Hooke, e as controvérsias que surgiram em torno de seus métodos experimentais. A importância dos prismas na formação da filosofia natural de Newton é enfatizada, alongando-se sobre a recepção de suas ideias e os debates com críticos da época.