Professora: Carla Soares Trabalho elaborado pelo 9ºD: -Alice Ferreira -Fernando Ferreira -Luís Moreira -Márcio Carvalho -Miguel Novais Escola E B 2,3 de Montelongo Educação Rodoviária Acidentes Rodoviários
Introdução Este trabalho surgiu no âmbito da disciplina de Área de Projecto que é leccionada no 9º ano do Ensino Básico e que tem como finalidade a reflexão da seguinte questão:  Educação Rodoviária. O objectivo deste trabalho é justamente sensibilizar-vos para uma realidade cada vez mais comum nas estradas portuguesas e europeias. Esperamos que gostem!!!
Segurança Rodoviária De todos os modos de transporte, o rodoviário é de longe o mais perigoso e o que tem custos mais elevados em vidas humanas. Por essa razão, o programa de acção a favor da segurança rodoviária 2003-2010 prevê um conjunto de medidas como o reforço dos controlos rodoviários, o desenvolvimento de novas tecnologias de segurança rodoviária, a melhoria da infra-estrutura rodoviária e das acções destinadas a melhorar o comportamento dos utilizadores.  O objectivo final é reduzir pelo menos 50% o número de mortos até 2010.
Prevenção Rodoviária O desrespeito por parte dos utilizadores da legislação de base em matéria de segurança rodoviária é a primeira causa de acidentes graves.  A Comissão dará prioridade às campanhas de educação e sensibilização que visem incentivar a utilização do capacete e do cinto de segurança e evitar o excesso de velocidade e o consumo de álcool.  Paralelamente, a Comissão procederá a alterações da directiva relativa à carta de condução , a fim de nivelar as exigências mínimas quanto à aptidão dos condutores.
Principais medidas:  Incentivar a utilização generalizada do capacete pelos ciclistas e pelos utilizadores de todos os veículos motorizados de duas rodas; Prosseguir trabalhos específicos relativos aos jovens condutores; Harmonizar as sanções relativas ao transporte comercial internacional; Estabelecer uma classificação e rotulagem adequadas para os medicamentos que têm efeitos na capacidade de condução;  Elaborar orientações sobre as melhores práticas em matéria de controlos de polícia, etc..
Comparação Europeia de Acidentes Rodoviários Verificam-se anualmente 1 300 000 acidentes com danos pessoais que causam mais de 40 000 mortos e 1 700 000 feridos. O custo, directo ou indirecto, foi avaliado em 160 mil milhões de euros, ou seja 2% do PIB da União Europeia (UE).  Determinados grupos da população ou categorias de utilizadores são particularmente vulneráveis: os jovens de 15 a 24 anos (10 000 mortos por ano), os peões (7 000 mortos) ou os ciclistas (1 800 mortos).
Quanto a esta questão, a Comissão propôs, no Livro Branco sobre a política europeia de transportes, que a União Europeia fixe como seu objectivo reduzir para metade o número de mortos no horizonte de 2010.  Todos os Estados-Membros são confrontados com os mesmos problemas de segurança rodoviária, nomeadamente o excesso de velocidade, o consumo de álcool, a não utilização dos cintos de segurança, a protecção insuficiente, a existência de pontos negros, o desrespeito dos tempos de condução e de repouso para os condutores profissionais e a má visibilidade.  O próximo alargamento a países com um baixo nível de segurança rodoviária constitui um desafio suplementar.
Sinistralidade Rodoviária A sinistralidade rodoviária é um grave problema nacional que coloca Portugal dramaticamente no topo das estatísticas internacionais. Números alarmantes que em cada ano significam dezenas e dezenas de vidas perdidas, muitas das quais de peões, ciclistas ou motociclistas.  Mortes em acidentes, a que se soma um elevadíssimo número de pessoas feridas, jovens e crianças muitas delas, irreversivelmente lesionadas e obrigadas a carregar como deficientes uma pesada herança ao longo da sua vida. Um drama que toca, directa ou indirectamente, a maioria das famílias portuguesas.
Se é certo que há uma cultura de agressividade instalada na nossa sociedade, em que o carro como símbolo de estatuto social se transformou em absurdo instrumento de poder, de agressão e de afirmação, e esse é, para nós, um factor que é preciso reter, para agir e contrariar; Se é certo também, que existe uma cultura instalada de impunidade, de desrespeito e de desresponsabilização generalizada para com os outros, nomeadamente, quando ao volante e, essa é também uma atitude que é forçoso contrariar; Certo é também, que o problema da sinistralidade rodoviária não se esgota na constatação destes factores, estabelece noutras e múltiplas causas cuja origem importa identificar para tentar uma verdadeira mudança que é acima de tudo cultural, no sentido da prevenção e da promoção da segurança rodoviárias em Portugal.
Conclusão: Esperamos que tenham gostado desta pequena mas demonstrativa apresentação sobre prevenção e segurança rodoviárias. O nosso objectivo era alertar-vos para uma das maiores causas de morte em Portugal e na Europa. Queremos acima de tudo que fiquem sensibilizados com este tema e que daqui para a frente sejam mais cautelosos com as vossas atitudes nas estradas. Passem a mensagem!!

Trabalho

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    Professora: Carla SoaresTrabalho elaborado pelo 9ºD: -Alice Ferreira -Fernando Ferreira -Luís Moreira -Márcio Carvalho -Miguel Novais Escola E B 2,3 de Montelongo Educação Rodoviária Acidentes Rodoviários
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    Introdução Este trabalhosurgiu no âmbito da disciplina de Área de Projecto que é leccionada no 9º ano do Ensino Básico e que tem como finalidade a reflexão da seguinte questão: Educação Rodoviária. O objectivo deste trabalho é justamente sensibilizar-vos para uma realidade cada vez mais comum nas estradas portuguesas e europeias. Esperamos que gostem!!!
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    Segurança Rodoviária Detodos os modos de transporte, o rodoviário é de longe o mais perigoso e o que tem custos mais elevados em vidas humanas. Por essa razão, o programa de acção a favor da segurança rodoviária 2003-2010 prevê um conjunto de medidas como o reforço dos controlos rodoviários, o desenvolvimento de novas tecnologias de segurança rodoviária, a melhoria da infra-estrutura rodoviária e das acções destinadas a melhorar o comportamento dos utilizadores. O objectivo final é reduzir pelo menos 50% o número de mortos até 2010.
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    Prevenção Rodoviária Odesrespeito por parte dos utilizadores da legislação de base em matéria de segurança rodoviária é a primeira causa de acidentes graves. A Comissão dará prioridade às campanhas de educação e sensibilização que visem incentivar a utilização do capacete e do cinto de segurança e evitar o excesso de velocidade e o consumo de álcool. Paralelamente, a Comissão procederá a alterações da directiva relativa à carta de condução , a fim de nivelar as exigências mínimas quanto à aptidão dos condutores.
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    Principais medidas: Incentivar a utilização generalizada do capacete pelos ciclistas e pelos utilizadores de todos os veículos motorizados de duas rodas; Prosseguir trabalhos específicos relativos aos jovens condutores; Harmonizar as sanções relativas ao transporte comercial internacional; Estabelecer uma classificação e rotulagem adequadas para os medicamentos que têm efeitos na capacidade de condução; Elaborar orientações sobre as melhores práticas em matéria de controlos de polícia, etc..
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    Comparação Europeia deAcidentes Rodoviários Verificam-se anualmente 1 300 000 acidentes com danos pessoais que causam mais de 40 000 mortos e 1 700 000 feridos. O custo, directo ou indirecto, foi avaliado em 160 mil milhões de euros, ou seja 2% do PIB da União Europeia (UE). Determinados grupos da população ou categorias de utilizadores são particularmente vulneráveis: os jovens de 15 a 24 anos (10 000 mortos por ano), os peões (7 000 mortos) ou os ciclistas (1 800 mortos).
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    Quanto a estaquestão, a Comissão propôs, no Livro Branco sobre a política europeia de transportes, que a União Europeia fixe como seu objectivo reduzir para metade o número de mortos no horizonte de 2010. Todos os Estados-Membros são confrontados com os mesmos problemas de segurança rodoviária, nomeadamente o excesso de velocidade, o consumo de álcool, a não utilização dos cintos de segurança, a protecção insuficiente, a existência de pontos negros, o desrespeito dos tempos de condução e de repouso para os condutores profissionais e a má visibilidade. O próximo alargamento a países com um baixo nível de segurança rodoviária constitui um desafio suplementar.
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    Sinistralidade Rodoviária Asinistralidade rodoviária é um grave problema nacional que coloca Portugal dramaticamente no topo das estatísticas internacionais. Números alarmantes que em cada ano significam dezenas e dezenas de vidas perdidas, muitas das quais de peões, ciclistas ou motociclistas. Mortes em acidentes, a que se soma um elevadíssimo número de pessoas feridas, jovens e crianças muitas delas, irreversivelmente lesionadas e obrigadas a carregar como deficientes uma pesada herança ao longo da sua vida. Um drama que toca, directa ou indirectamente, a maioria das famílias portuguesas.
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    Se é certoque há uma cultura de agressividade instalada na nossa sociedade, em que o carro como símbolo de estatuto social se transformou em absurdo instrumento de poder, de agressão e de afirmação, e esse é, para nós, um factor que é preciso reter, para agir e contrariar; Se é certo também, que existe uma cultura instalada de impunidade, de desrespeito e de desresponsabilização generalizada para com os outros, nomeadamente, quando ao volante e, essa é também uma atitude que é forçoso contrariar; Certo é também, que o problema da sinistralidade rodoviária não se esgota na constatação destes factores, estabelece noutras e múltiplas causas cuja origem importa identificar para tentar uma verdadeira mudança que é acima de tudo cultural, no sentido da prevenção e da promoção da segurança rodoviárias em Portugal.
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    Conclusão: Esperamos quetenham gostado desta pequena mas demonstrativa apresentação sobre prevenção e segurança rodoviárias. O nosso objectivo era alertar-vos para uma das maiores causas de morte em Portugal e na Europa. Queremos acima de tudo que fiquem sensibilizados com este tema e que daqui para a frente sejam mais cautelosos com as vossas atitudes nas estradas. Passem a mensagem!!