O documento discute a prática da escravidão, caracterizando-a como a propriedade de um ser humano por outro, resultante de força e leilões, historicamente presente em várias civilizações. Apesar da abolição em alguns lugares, a escravatura ainda persiste globalmente, afetando crianças e adultos, com graves violações dos direitos humanos, especialmente nas sociedades que dependem de trabalho forçado. A Declaração Universal dos Direitos Humanos, embora prometa igualdade, tem sido frequentemente ignorada, refletindo as desigualdades raciais e sociais que ainda persistem.