O documento discute o método da corrente crítica para planejamento e controle de projetos, destacando sua eficácia na redução do tempo total de projetos ao eliminar margens de segurança individuais e utilizar buffers estratégicos. A metodologia, baseada na teoria das restrições, foca na gestão das atividades pulmão e na alocação eficiente de recursos. Vantagens incluem a diminuição de prazos e o aumento da confiabilidade, enquanto desvantagens envolvem o risco de atrasos se não gerido adequadamente.