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TÓPICOS – SESSÃO 9
• O Processo de Modelação de Fluxos de Dados
• Conceito de Diagrama de Contexto (DC)
• Definição e Componentes
• Exemplos
TEMA 5TEMA 5
MODELAÇÃO DOS FLUXOS
DE DADOS
2
Modelação e Modelos
• Os Analistas de Sistemas (AS) descrevem os requisitos do S.I,
usando uma colecção de modelos
• Sistemas complexos requerem mais do que um tipo de
modelo
• Os modelos representam alguns aspectos importantes do
sistema que está sendo construido
• O processo de criação de modelos do sistema, ajuda o AS a
clarificar e redefinir o desenho
• Os modelos apoiam na comunicação entre o AS e os
utilizadores do sistema
2
3
Diagrama de Contexto (DC)
• Dá uma visão geral do funcionamento do sistema
• É o primeiro digrama de fluxo de dados
• Os fluxos de dados mostram as interfaces entre o sistema e as
entidades externas.
• Representa o modelo ambiental do sistema
• Representa o sistema por um único processo e suas iterações
com as entidades externas
• É composto por:
– Processo Mãe
– Entidades Externas
– Fluxos de Dados
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Processo Mãe
• É a caixa negra para onde os fluxos entram e de onde saem
• É a parte mais fácil do diagrama de contexto e consiste de
um único rectângulo. O nome do processo é normalmente o
nome do sistema em estudo.
• Representação:
Gestão
de Biblioteca
Sistema de Gestão
de Recursos
Humanos
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5
Entidades Externas
• São os Agentes Externos ao Sistema que com ele
interagem, gerando estímulos e recebendo respostas.
• Origens e destinos de fluxos de dados para fora do sistema
(Criadores e Consumidores de Dados)
• Representam Pessoas, Orgãos, Sectores ou outros
Sistemas.
• Representam a interface entre o sistema e o mundo externo.
• Também conhecidos na literatura como Terminadores.
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Entidades Externas
• São representadas por meio de uma ELIPSE
• Qualquer relacionamente entre entidades externas não será
mostrado no Diagrama de Contexto.
• Um dos truques para identificar uma entidade externa, é
atribuir-lhe VOZ, se esta "falar" é uma Entidade Externa,
caso contrário é Entidade Interna
• Representação:
CLIENTE
DEPARTAMENTO
DE
CONTABILIDADE
FORNECEDOR
Sistema
de
Contabilidade
ESTUDANTE
4
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Fluxos de Dados
• Representam a transferência de informações de um ponto a
outro no sistema.
• Cada fluxo de dados, representado por uma seta, possui um
nome para identificar os dados que estão a ser transportados
• O fluxo é uma seta utilizada para mostrar o movimento de
fragmentos ou de pacotes de dados de um ponto para
outro. Assim, o fluxo representa dados em movimento.
• Representação:
Relatório anual Pedido aceite
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Sistema de
Registo de
Estudante
SISTEMA DE ADMISÕES
DEPARTAMENTO
FACULDADE
ADMINISTRAÇÃO DO
CAMPUS UNIVERSITÁRIO
GABINETE DE
APOIO FINANCEIRO
ESTUDANTE
TESOURARIA
1 2 3 4
5
6
7
8
912
13
11 10
5
9
Legenda:
1. Lista de estudantes elegíveis
2. Estado do registo
3. Estado pagamento
4. Horário da turma
5. Preferências e outra informação
6. Lista de estudantes elegíveis
7. Estado do registo
8. Capacidade das salas de aulas
9. Descrição das salas de aulas
10. Relatórios e estatísticas
11. Requisitos
12. Informações dos horários
13. Listas das turmas
10
6
11
12
Exercícios Práticos
• Criação de Diagramas de Contexto dos sistemas de
informação atribuitos aos grupos:
– Sistema de Gestão de Consumíveis,
– Sistema de Gestão de Transportes Semi-colectivos,
– Sistema de Gestão de Parques de Estacionamento,
– Sistema de Gestão de Espaços Publicitários,
– Sistema de Gestão de Bibliotecas,
– Sistema de Gestão de Consultas Médicas,
– Sistema de Gestão de Campeonatos de Futebol,
– Sistema de Gestão de Recursos Humanos,
– Sistema de Gestão de Stock,
– Sistema de Gestão de Video Clube,
– Sistema de Gestão de Imposto Predial,
– Sistema de Gestão Hoteleira.
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TÓPICOS – AULA 10
• Conceito de Diagrama de Fluxo de Dados (DFD)
• Definição e Componentes
• Exemplos
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Diagrama de Fluxo de Dados
(DFD)
• É uma ferramenta de modelação que permite imaginar um
sistema como uma rede de processos funcionais, interligados
por “canais” e “tanques de armazenamento” de dados
(Yourdon).
• Fornece apenas uma visão do sistema – visão orientada
para funções.
• Técnica de análise gráfica que procura representar o fluxo
de informação e as sucessivas transformações que sofrem
ao longo dos diferentes processos do sistema.
• Mostra todas as funções e dados envolvidos na actividade a
ser automatizada.
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15
Diagrama de Fluxo de Dados
(DFD)
• Mostra como (quem) a informação é criada, armazenada e
usada.
• Relacionamentos entre entidades externas não são
mostrados no DFD.
• É composto por:
– Entidades Externas;
– Fluxos de Dados;
– Processos;
– Depósitos/Arquivos de Dados.
• As entidades externas e os fluxos externos são os mesmos
criados no DC
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Processos
• É uma transformação dos fluxos de dados de entrada em
fluxo de dados de saída (Yourdon)
• Representam as diversas funções individuais que o sistema
executa, mostrando as transformações dos dados (entradas
em saídas).
• É a única componente activa do DFD de um sistema
• Executam os fluxos de entrada, transformando-os em fluxos
de saída
• O seu nome deve descrever o que ele faz e deve conter um
Verbo e um Substantivo (Enviar e Armazenar não devem ser
usados – Físico)
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Processos
• Representado por um quadrado (com cantos arredondados)
ou rectangulo. Dentro deste descrevemos o processo que está
sendo realizado.
• Representação:
Atender
Pagamentos
P1 TESOURARIA
Conceder
Empréstimo
P2
Gerar
Estatísticas
P5 ESTATÍSTICA
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Depósito de Dados
• Meio de armazenamento de dados para posterior acesso
e/ou actualização por um processo.
• Armazena os dados gerados nos processos
• Representa os arquivos ou tabelas de uma base de dados.
• Representação:
• D – dados …; M – Arquivo de dados manuais; T Arquivo de
dados temporais
A1 CLIENTE
A
D4 PAGAMENTOS
A
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19
DIRECTRIZES
• As entidades do DC e fluxos externos devem ser mantidos e acrescidos de
novos fluxos internos (caixa negra do DC).
• Deve-se enumerar todos os processos identificados.
• O DFD não deve ter mais do que 7 (±2) processos e arquivos.
• Não deve ocupar mais do que uma página A4.
• Um processo pode ser expandido se é dificil o seu entendimento. DFD de
segundo a n-níveis.
• Uma entidade pode se comunicar com vários processos.
• Fluxo pode originar um arquivo (Processo armazena informação).
• Processos devem estar interligados (acopolamento/coesão).
20
REGRAS (1)
• Regras para a construção de DFDs:
– Um processo não pode ter apenas saídas;
– Um processo não pode ter apenas entradas;
– As entradas no processo devem ser suficientes para a
produção de saídas desde do processo;
– Todos os arquivos de dados devem estar conectados à
pelo menos um processo;
– Um arquivo de dado não pode estar conectado a uma
entidade externa.
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21
REGRAS (2)
• Regras para a construção de DFDs:
– Se um fluxo de dados é para dois processos separados, ele
deve ser representado por uma seta bifurcada (forked
arrow)
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Exercícios Práticos
• Criação de Diagramas de Fluxos de Dados dos sistemas de
informação atribuitos aos grupos:
– Sistema de Gestão de Consumíveis,
– Sistema de Gestão de Transportes Semi-colectivos,
– Sistema de Gestão de Parques de Estacionamento,
– Sistema de Gestão de Espaços Publicitários,
– Sistema de Gestão de Bibliotecas,
– Sistema de Gestão de Consultas Médicas,
– Sistema de Gestão de Campeonatos de Futebol,
– Sistema de Gestão de Recursos Humanos,
– Sistema de Gestão de Stock,
– Sistema de Gestão de Video Clube,
– Sistema de Gestão de Imposto Predial,
– Sistema de Gestão Hoteleira.
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TÓPICOS – AULA 11
Exercícios Práticos
1. Apresentação de trabalhos em grupo sobre DC e
DFDs
24
TÓPICOS – AULA 12
Exercícios Práticos
1. Apresentação de trabalhos em grupo sobre Dc e
DFDs

Tema 5 -_as_-_modelacao_do_fluxo_de_dados_-_dc_dfd_2009

  • 1.
    1 1 TÓPICOS – SESSÃO9 • O Processo de Modelação de Fluxos de Dados • Conceito de Diagrama de Contexto (DC) • Definição e Componentes • Exemplos TEMA 5TEMA 5 MODELAÇÃO DOS FLUXOS DE DADOS 2 Modelação e Modelos • Os Analistas de Sistemas (AS) descrevem os requisitos do S.I, usando uma colecção de modelos • Sistemas complexos requerem mais do que um tipo de modelo • Os modelos representam alguns aspectos importantes do sistema que está sendo construido • O processo de criação de modelos do sistema, ajuda o AS a clarificar e redefinir o desenho • Os modelos apoiam na comunicação entre o AS e os utilizadores do sistema
  • 2.
    2 3 Diagrama de Contexto(DC) • Dá uma visão geral do funcionamento do sistema • É o primeiro digrama de fluxo de dados • Os fluxos de dados mostram as interfaces entre o sistema e as entidades externas. • Representa o modelo ambiental do sistema • Representa o sistema por um único processo e suas iterações com as entidades externas • É composto por: – Processo Mãe – Entidades Externas – Fluxos de Dados 4 Processo Mãe • É a caixa negra para onde os fluxos entram e de onde saem • É a parte mais fácil do diagrama de contexto e consiste de um único rectângulo. O nome do processo é normalmente o nome do sistema em estudo. • Representação: Gestão de Biblioteca Sistema de Gestão de Recursos Humanos
  • 3.
    3 5 Entidades Externas • Sãoos Agentes Externos ao Sistema que com ele interagem, gerando estímulos e recebendo respostas. • Origens e destinos de fluxos de dados para fora do sistema (Criadores e Consumidores de Dados) • Representam Pessoas, Orgãos, Sectores ou outros Sistemas. • Representam a interface entre o sistema e o mundo externo. • Também conhecidos na literatura como Terminadores. 6 Entidades Externas • São representadas por meio de uma ELIPSE • Qualquer relacionamente entre entidades externas não será mostrado no Diagrama de Contexto. • Um dos truques para identificar uma entidade externa, é atribuir-lhe VOZ, se esta "falar" é uma Entidade Externa, caso contrário é Entidade Interna • Representação: CLIENTE DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE FORNECEDOR Sistema de Contabilidade ESTUDANTE
  • 4.
    4 7 Fluxos de Dados •Representam a transferência de informações de um ponto a outro no sistema. • Cada fluxo de dados, representado por uma seta, possui um nome para identificar os dados que estão a ser transportados • O fluxo é uma seta utilizada para mostrar o movimento de fragmentos ou de pacotes de dados de um ponto para outro. Assim, o fluxo representa dados em movimento. • Representação: Relatório anual Pedido aceite 8 Sistema de Registo de Estudante SISTEMA DE ADMISÕES DEPARTAMENTO FACULDADE ADMINISTRAÇÃO DO CAMPUS UNIVERSITÁRIO GABINETE DE APOIO FINANCEIRO ESTUDANTE TESOURARIA 1 2 3 4 5 6 7 8 912 13 11 10
  • 5.
    5 9 Legenda: 1. Lista deestudantes elegíveis 2. Estado do registo 3. Estado pagamento 4. Horário da turma 5. Preferências e outra informação 6. Lista de estudantes elegíveis 7. Estado do registo 8. Capacidade das salas de aulas 9. Descrição das salas de aulas 10. Relatórios e estatísticas 11. Requisitos 12. Informações dos horários 13. Listas das turmas 10
  • 6.
    6 11 12 Exercícios Práticos • Criaçãode Diagramas de Contexto dos sistemas de informação atribuitos aos grupos: – Sistema de Gestão de Consumíveis, – Sistema de Gestão de Transportes Semi-colectivos, – Sistema de Gestão de Parques de Estacionamento, – Sistema de Gestão de Espaços Publicitários, – Sistema de Gestão de Bibliotecas, – Sistema de Gestão de Consultas Médicas, – Sistema de Gestão de Campeonatos de Futebol, – Sistema de Gestão de Recursos Humanos, – Sistema de Gestão de Stock, – Sistema de Gestão de Video Clube, – Sistema de Gestão de Imposto Predial, – Sistema de Gestão Hoteleira.
  • 7.
    7 13 TÓPICOS – AULA10 • Conceito de Diagrama de Fluxo de Dados (DFD) • Definição e Componentes • Exemplos 14 Diagrama de Fluxo de Dados (DFD) • É uma ferramenta de modelação que permite imaginar um sistema como uma rede de processos funcionais, interligados por “canais” e “tanques de armazenamento” de dados (Yourdon). • Fornece apenas uma visão do sistema – visão orientada para funções. • Técnica de análise gráfica que procura representar o fluxo de informação e as sucessivas transformações que sofrem ao longo dos diferentes processos do sistema. • Mostra todas as funções e dados envolvidos na actividade a ser automatizada.
  • 8.
    8 15 Diagrama de Fluxode Dados (DFD) • Mostra como (quem) a informação é criada, armazenada e usada. • Relacionamentos entre entidades externas não são mostrados no DFD. • É composto por: – Entidades Externas; – Fluxos de Dados; – Processos; – Depósitos/Arquivos de Dados. • As entidades externas e os fluxos externos são os mesmos criados no DC 16 Processos • É uma transformação dos fluxos de dados de entrada em fluxo de dados de saída (Yourdon) • Representam as diversas funções individuais que o sistema executa, mostrando as transformações dos dados (entradas em saídas). • É a única componente activa do DFD de um sistema • Executam os fluxos de entrada, transformando-os em fluxos de saída • O seu nome deve descrever o que ele faz e deve conter um Verbo e um Substantivo (Enviar e Armazenar não devem ser usados – Físico)
  • 9.
    9 17 Processos • Representado porum quadrado (com cantos arredondados) ou rectangulo. Dentro deste descrevemos o processo que está sendo realizado. • Representação: Atender Pagamentos P1 TESOURARIA Conceder Empréstimo P2 Gerar Estatísticas P5 ESTATÍSTICA 18 Depósito de Dados • Meio de armazenamento de dados para posterior acesso e/ou actualização por um processo. • Armazena os dados gerados nos processos • Representa os arquivos ou tabelas de uma base de dados. • Representação: • D – dados …; M – Arquivo de dados manuais; T Arquivo de dados temporais A1 CLIENTE A D4 PAGAMENTOS A
  • 10.
    10 19 DIRECTRIZES • As entidadesdo DC e fluxos externos devem ser mantidos e acrescidos de novos fluxos internos (caixa negra do DC). • Deve-se enumerar todos os processos identificados. • O DFD não deve ter mais do que 7 (±2) processos e arquivos. • Não deve ocupar mais do que uma página A4. • Um processo pode ser expandido se é dificil o seu entendimento. DFD de segundo a n-níveis. • Uma entidade pode se comunicar com vários processos. • Fluxo pode originar um arquivo (Processo armazena informação). • Processos devem estar interligados (acopolamento/coesão). 20 REGRAS (1) • Regras para a construção de DFDs: – Um processo não pode ter apenas saídas; – Um processo não pode ter apenas entradas; – As entradas no processo devem ser suficientes para a produção de saídas desde do processo; – Todos os arquivos de dados devem estar conectados à pelo menos um processo; – Um arquivo de dado não pode estar conectado a uma entidade externa.
  • 11.
    11 21 REGRAS (2) • Regraspara a construção de DFDs: – Se um fluxo de dados é para dois processos separados, ele deve ser representado por uma seta bifurcada (forked arrow) 22 Exercícios Práticos • Criação de Diagramas de Fluxos de Dados dos sistemas de informação atribuitos aos grupos: – Sistema de Gestão de Consumíveis, – Sistema de Gestão de Transportes Semi-colectivos, – Sistema de Gestão de Parques de Estacionamento, – Sistema de Gestão de Espaços Publicitários, – Sistema de Gestão de Bibliotecas, – Sistema de Gestão de Consultas Médicas, – Sistema de Gestão de Campeonatos de Futebol, – Sistema de Gestão de Recursos Humanos, – Sistema de Gestão de Stock, – Sistema de Gestão de Video Clube, – Sistema de Gestão de Imposto Predial, – Sistema de Gestão Hoteleira.
  • 12.
    12 23 TÓPICOS – AULA11 Exercícios Práticos 1. Apresentação de trabalhos em grupo sobre DC e DFDs 24 TÓPICOS – AULA 12 Exercícios Práticos 1. Apresentação de trabalhos em grupo sobre Dc e DFDs