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JIORDANE MEDEIROS DA COSTA
TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO
2
 Fatores que compõem a tecnologia de aplicação;
 Ambiente;
 Deriva
 Verificação
 Alvo;
 Produto;
 Maquinário;
 Regulagem e calibração
 Avaliação
Tecnologias empregadas;
Momento de aplicação.
TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO
3
• Consiste no emprego dos conhecimentos
técnicos e científicos no posicionamento
correto de um produto.
• Pulverização ≠ Aplicação.
• 70% do produto pode ser perdido por meio
de escorrimentos, deriva ou aplicação
incorreta.
TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO
FONTE: Blog – Jacto.
4
Fatores que compõem uma boa aplicação
Esquematizado por Jiordane Medeiros
5
• Evitar temperaturas acima de 30°C;
• Evitar umidade relativa do ar abaixo de
60 %;
• Condições ideais para velocidade do
vento entre 3,2 a 6,5 km/h. Ainda se é
recomendável até 10 km/h, evitando a
aplicação de herbicidas.
AMBIENTE
6
AMBIENTE - DERIVA
• Pode ser reduzida por meio de:
– Regulagem e calibração do implemento;
– Características físico-químicas do produto
– Adição de adjuvantes.
FONTE: Revista cultivar.
7
• Anemômetro:
AMBIENTE - VERIFICAÇÃO
• Luxímetro:
FONTE: Acervo pessoal.
FONTE: Tecnoferramentas.
8
• É de suma importância termos em mente qual
é o nosso alvo biológico, se é um fungo,
inseto, ou planta daninha por exemplo.
• Irá definir coisas como cobertura e momento
de aplicação.
• Um exemplo é o habito noturno de
alimentação de alguns insetos, a posição na
planta em que se encontra, observando o seu
ciclo e comportamento.
• Ou quando uma planta daninha irá ser
controlada em pré ou pós emergência.
ALVO
Esquematizado por Jiordane Medeiros.
9
• Devem ser observados as características físico-
químicas do produto utilizado, como por exemplo;
– Formulação;
– Classe;
– Fotodegradação;
– Volatilidade;
– Constantes como Koc em herbicidas;
– Se possui agente biológico;
– pH ideal para o bom funcionamento;
– Tecnologias.
PRODUTO
10
MAQUINÁRIO
• Costal manual: • Costal motorizada:
FONTE: JACTO. FONTE: Americanas.com
11
MAQUINÁRIO
• Avião agrícola: • Turbo pulverizador:
FONTE: SANAAGRO. FONTE: JACTO.
12
MAQUINÁRIO
• Pulverizador de barras tratorizado:
FONTE: Blog - JACTO.
13
• Verificar se há rompimentos de estruturas ou sujeira acumulada;
• Assegurar que as mangueiras não estejam rachadas, ressecadas ou torcidas;
• Verificar o bom funcionamento do eixo cardam e correias;
• Restaurar vazamentos;
• O bom funcionamento do manômetro;
• Fazer a limpeza geral do pulverizador.
MAQUINÁRIO – REGULAGEM E CALIBRAÇÃO
14
• Escolha dos filtros utilizados:
– Produtos com formulação PM ou SC podem encontrar barreiras e causar acumulo em filtros de
malha 80. O mais recomendado para este caso são de 50 ou menos.
MAQUINÁRIO – REGULAGEM E CALIBRAÇÃO
• Escolha das pontas utilizadas:
– Vão determinar a vazão através do tamanho dos orifícios e a distribuição, além do tamanho das
gotas por meio do modelo escolhido. Tais características também dependem de outros fatores como
as características da calda e a pressão.
15
• Escolha das pontas utilizadas:
MAQUINÁRIO – REGULAGEM E CALIBRAÇÃO
FONTE: Corteva.
16
• Classificação do tamanho das gotas:
MAQUINÁRIO – REGULAGEM E CALIBRAÇÃO
CLASSE DAS GOTAS DMV
Muito finas 80 a 190 micras
Finas 190 a 280 micras
Médias 280 a 330 micras
Grossas 330 a 400 micras
Extremamente grossas Acima de 400 micras
Esquematizado por Jiordane Medeiros.
17
MAQUINÁRIO – REGULAGEM E CALIBRAÇÃO
TAMANHO DA
GOTA
COBERTURA RISCO DE
DERIVA
RISCO DE
EVAPORAÇÃO
APLICAÇÃO AGRÍCOLA
Muito fina Excelente Muito Alto Muito Alto Não recomendado.
Fina Excelente Alto Alto Inseticidas , herbicidas de
contato e fungicidas
Média Muito boa Médio Médio Inseticidas, herbicidas e
fungicidas em culturas não
fechadas.
Grossa Boa Baixo Baixo Herbicidas sistêmicos e pré
emergentes.
Muito Grossa Fraca Muito Baixo Muito Baixo Herbicidas sistêmicos e pré
emergentes.
Extremamente
grossa
Ruim Insignificante Insignificante Herbicidas sistêmicos e pré
emergentes.
Esquematizado por Jiordane Medeiros, FONTE – CATALAGO 51, TEEJET.
18
• Escolha da ponta e do tamanho de gota:
MAQUINÁRIO – REGULAGEM E CALIBRAÇÃO
FONTE: Magnojet.
19
• Definir taxa de aplicação (l/ha);
• Checar o espaçamento entre bicos;
• Checar a velocidade de deslocamento do trator;
– A velocidade é determinada cronometrando uma passada em 50 m, na rotação e velocidade normal
de trabalho. Repetir pelo menos 3 vezes.
Vmédia (km/h) = Distância (m) x 3,6 / Tempo (segundos)
MAQUINÁRIO – REGULAGEM E CALIBRAÇÃO
20
• Calcular qual a vazão na ponta;
L/min = L/ha x Km/h x E / 60.0000
 L/min = vazão necessária no bico
 L/há = taxa de aplicação desejada
 Km/h = velocidade de deslocamento do pulverizador
 E = espaçamento entre pontas em cm.
MAQUINÁRIO – REGULAGEM E CALIBRAÇÃO
FONTE: Acervo pessoal.
21
• Coletar volume de água em uma quantidade representativa de pontas e anotar;
• Determinar a vazão média obtida;
L/ha = L/min x 60.0000 / km/h x E
• Verificar se não há pontas variando mais de 5% diferente da calculada na regulagem, faça
ajustes na pressão e velocidade de trabalho caso isso ocorra:
Volume aplicado abaixo do desejado: aumente a pressão nos bicos, diminua a velocidade ou troque
os bicos por outros de maior vazão.
Volume acima do desejado: aumente a velocidade de deslocamento ou troque os bicos por outros
de menor vazão.
MAQUINÁRIO – REGULAGEM E CALIBRAÇÃO
22
• Adjuvantes e aditivos;
– Possuem a função de reduzir o impacto das interferências ambientais, alteram a permeabilidade nas
folhas e aumentam a superfície de contato
– Realizam estes processos através:
• Da quebra da tensão superficial, como os surfactantes e espalhantes;
• Do condicionamento do pH, como os agentes tamponantes e os neutralizantes;
• Aumentam a resistência a chuvas como os adesivos por exemplo ;
• Ou agem como atrativos, tendo como por exemplo o açúcar.
MAQUINÁRIO – REGULAGEM E CALIBRAÇÃO
23
• Preparo da calda:
– Observar a qualidade da água (Dureza, Ph);
– Agitar bem no momento da adição do produto para uma boa homogeneização.
MAQUINÁRIO – REGULAGEM E CALIBRAÇÃO
24
• Avaliação da aplicação:
– Um dos métodos utilizados é a utilização de papéis
hidrossensíveis;
– Devem ser posicionados no ponteiro, terço médio e baixeiro;
– As analises são realizadas por scanners;
– A densidade de gotas por cm² é definida pela média dos três
pontos;
– O ideal seria termos 70 % das gotas no ponteiro, 20% no
terço médio e 10% no baixeiro.
MAQUINÁRIO – AVALIAÇÃO
25
• Densidade de gotas ideal para cada classe de produto:
MAQUINÁRIO – AVALIAÇÃO
CLASSE DO PRODUTO GOTAS / CM²
Fungicidas – sistêmicos/
multissítios e herbicidas de contato
90 a 150 gotas
Inseticidas 70 a 100 gotas
Herbicidas sistêmicos e pre-
emergentes
30 a 60 gotas
Esquematizado por Jiordane Medeiros.
26
MAQUINÁRIO – AVALIAÇÃO
FONTE:
https://www.youtube.com/watch?v=J_
iringpG2o&ab_channel=Agronomiaem
foco
27
• Ex. TELEMETRIA
– A telemetria é uma técnica que usa diferentes tecnologias para coletar e compartilhar remotamente
dados sobre equipamentos e máquinas agrícolas. Para isso, você terá um conjunto de dispositivos
conectados, como sensores de temperatura, umidade relativa e pressão de óleo, além do GPS.
– Esse registro informa o que foi feito, quando e onde foi realizada a operação . Ele gera um
diagnóstico do equipamento e levanta informações importantes para o agricultor realizar a gestão
da operação e tomar decisões sobre futuras operações. Tudo fica claro com relatórios diários das
operações de toda a frota de pulverizadores na tela do computador, ou até mesmo no smartphone
ou tablet.
TECNOLOGIAS EMPREGADAS
FONTE: Blog -JACTO.
28
• Ex. ELETROVORTEX
– O Eletrovortex é uma tecnologia que combina técnicas de assistência de ar e carregamento
eletroestático de gotas para aprimorar a pulverização. Ele permite que o defensivo alcance mesmo
as partes mais baixas da cultura.
– Isso ocorre porque, quando as gotas passam pelo eletrodo, elas adquirem carga negativa. Já que as
plantas apresentam uma carga neutra, as gotas com carga negativa tendem a ser atraídas pelas
cargas neutras da cultura. Dessa forma, a deposição de produtos na superfície foliar é aprimorada.
TECNOLOGIAS EMPREGADAS
FONTE: Blog -JACTO.
29
• Ex. PWM
– PWM (Pulse Width Modulation) é uma tecnologia utilizada em válvulas eletrônicas que,
basicamente, controla a abertura das mesmas de forma muito rápida e são medidas em Hertz (por
exemplo, 30 hertz significa que a válvula vai abrir e fechar 30 vezes por segundos) de modo que não
há falhas na pulverização e com a principal função de aumentar a precisão de controle da vazão dos
bicos preservando as características de tamanho de gotas pelos bicos, mesmo com o pulverizador
variando a velocidade de deslocamento.
TECNOLOGIAS EMPREGADAS
FONTE: Blog -JACTO.
30
• O momento ideal de aplicação vai ser com base
em vários fatores que vimos durante a
apresentação, como as condições climáticas, as
características fisíco- químicas de um produto ou
das características do seu alvo.
• É através de cada detalhe e do conhecimento que
faremos uma aplicação eficaz!
MOMENTO DE APLICAÇÃO
Entre em contato conosco:
www.geagra.com
geagracontato@gmail.com
GEAGRA UFG
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UNINDO CONHECIMENTO EM PROL DA AGRICULTURA!
TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO
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Tecnologia de aplicação

  • 1. JIORDANE MEDEIROS DA COSTA TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO
  • 2. 2  Fatores que compõem a tecnologia de aplicação;  Ambiente;  Deriva  Verificação  Alvo;  Produto;  Maquinário;  Regulagem e calibração  Avaliação Tecnologias empregadas; Momento de aplicação. TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO
  • 3. 3 • Consiste no emprego dos conhecimentos técnicos e científicos no posicionamento correto de um produto. • Pulverização ≠ Aplicação. • 70% do produto pode ser perdido por meio de escorrimentos, deriva ou aplicação incorreta. TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO FONTE: Blog – Jacto.
  • 4. 4 Fatores que compõem uma boa aplicação Esquematizado por Jiordane Medeiros
  • 5. 5 • Evitar temperaturas acima de 30°C; • Evitar umidade relativa do ar abaixo de 60 %; • Condições ideais para velocidade do vento entre 3,2 a 6,5 km/h. Ainda se é recomendável até 10 km/h, evitando a aplicação de herbicidas. AMBIENTE
  • 6. 6 AMBIENTE - DERIVA • Pode ser reduzida por meio de: – Regulagem e calibração do implemento; – Características físico-químicas do produto – Adição de adjuvantes. FONTE: Revista cultivar.
  • 7. 7 • Anemômetro: AMBIENTE - VERIFICAÇÃO • Luxímetro: FONTE: Acervo pessoal. FONTE: Tecnoferramentas.
  • 8. 8 • É de suma importância termos em mente qual é o nosso alvo biológico, se é um fungo, inseto, ou planta daninha por exemplo. • Irá definir coisas como cobertura e momento de aplicação. • Um exemplo é o habito noturno de alimentação de alguns insetos, a posição na planta em que se encontra, observando o seu ciclo e comportamento. • Ou quando uma planta daninha irá ser controlada em pré ou pós emergência. ALVO Esquematizado por Jiordane Medeiros.
  • 9. 9 • Devem ser observados as características físico- químicas do produto utilizado, como por exemplo; – Formulação; – Classe; – Fotodegradação; – Volatilidade; – Constantes como Koc em herbicidas; – Se possui agente biológico; – pH ideal para o bom funcionamento; – Tecnologias. PRODUTO
  • 10. 10 MAQUINÁRIO • Costal manual: • Costal motorizada: FONTE: JACTO. FONTE: Americanas.com
  • 11. 11 MAQUINÁRIO • Avião agrícola: • Turbo pulverizador: FONTE: SANAAGRO. FONTE: JACTO.
  • 12. 12 MAQUINÁRIO • Pulverizador de barras tratorizado: FONTE: Blog - JACTO.
  • 13. 13 • Verificar se há rompimentos de estruturas ou sujeira acumulada; • Assegurar que as mangueiras não estejam rachadas, ressecadas ou torcidas; • Verificar o bom funcionamento do eixo cardam e correias; • Restaurar vazamentos; • O bom funcionamento do manômetro; • Fazer a limpeza geral do pulverizador. MAQUINÁRIO – REGULAGEM E CALIBRAÇÃO
  • 14. 14 • Escolha dos filtros utilizados: – Produtos com formulação PM ou SC podem encontrar barreiras e causar acumulo em filtros de malha 80. O mais recomendado para este caso são de 50 ou menos. MAQUINÁRIO – REGULAGEM E CALIBRAÇÃO • Escolha das pontas utilizadas: – Vão determinar a vazão através do tamanho dos orifícios e a distribuição, além do tamanho das gotas por meio do modelo escolhido. Tais características também dependem de outros fatores como as características da calda e a pressão.
  • 15. 15 • Escolha das pontas utilizadas: MAQUINÁRIO – REGULAGEM E CALIBRAÇÃO FONTE: Corteva.
  • 16. 16 • Classificação do tamanho das gotas: MAQUINÁRIO – REGULAGEM E CALIBRAÇÃO CLASSE DAS GOTAS DMV Muito finas 80 a 190 micras Finas 190 a 280 micras Médias 280 a 330 micras Grossas 330 a 400 micras Extremamente grossas Acima de 400 micras Esquematizado por Jiordane Medeiros.
  • 17. 17 MAQUINÁRIO – REGULAGEM E CALIBRAÇÃO TAMANHO DA GOTA COBERTURA RISCO DE DERIVA RISCO DE EVAPORAÇÃO APLICAÇÃO AGRÍCOLA Muito fina Excelente Muito Alto Muito Alto Não recomendado. Fina Excelente Alto Alto Inseticidas , herbicidas de contato e fungicidas Média Muito boa Médio Médio Inseticidas, herbicidas e fungicidas em culturas não fechadas. Grossa Boa Baixo Baixo Herbicidas sistêmicos e pré emergentes. Muito Grossa Fraca Muito Baixo Muito Baixo Herbicidas sistêmicos e pré emergentes. Extremamente grossa Ruim Insignificante Insignificante Herbicidas sistêmicos e pré emergentes. Esquematizado por Jiordane Medeiros, FONTE – CATALAGO 51, TEEJET.
  • 18. 18 • Escolha da ponta e do tamanho de gota: MAQUINÁRIO – REGULAGEM E CALIBRAÇÃO FONTE: Magnojet.
  • 19. 19 • Definir taxa de aplicação (l/ha); • Checar o espaçamento entre bicos; • Checar a velocidade de deslocamento do trator; – A velocidade é determinada cronometrando uma passada em 50 m, na rotação e velocidade normal de trabalho. Repetir pelo menos 3 vezes. Vmédia (km/h) = Distância (m) x 3,6 / Tempo (segundos) MAQUINÁRIO – REGULAGEM E CALIBRAÇÃO
  • 20. 20 • Calcular qual a vazão na ponta; L/min = L/ha x Km/h x E / 60.0000  L/min = vazão necessária no bico  L/há = taxa de aplicação desejada  Km/h = velocidade de deslocamento do pulverizador  E = espaçamento entre pontas em cm. MAQUINÁRIO – REGULAGEM E CALIBRAÇÃO FONTE: Acervo pessoal.
  • 21. 21 • Coletar volume de água em uma quantidade representativa de pontas e anotar; • Determinar a vazão média obtida; L/ha = L/min x 60.0000 / km/h x E • Verificar se não há pontas variando mais de 5% diferente da calculada na regulagem, faça ajustes na pressão e velocidade de trabalho caso isso ocorra: Volume aplicado abaixo do desejado: aumente a pressão nos bicos, diminua a velocidade ou troque os bicos por outros de maior vazão. Volume acima do desejado: aumente a velocidade de deslocamento ou troque os bicos por outros de menor vazão. MAQUINÁRIO – REGULAGEM E CALIBRAÇÃO
  • 22. 22 • Adjuvantes e aditivos; – Possuem a função de reduzir o impacto das interferências ambientais, alteram a permeabilidade nas folhas e aumentam a superfície de contato – Realizam estes processos através: • Da quebra da tensão superficial, como os surfactantes e espalhantes; • Do condicionamento do pH, como os agentes tamponantes e os neutralizantes; • Aumentam a resistência a chuvas como os adesivos por exemplo ; • Ou agem como atrativos, tendo como por exemplo o açúcar. MAQUINÁRIO – REGULAGEM E CALIBRAÇÃO
  • 23. 23 • Preparo da calda: – Observar a qualidade da água (Dureza, Ph); – Agitar bem no momento da adição do produto para uma boa homogeneização. MAQUINÁRIO – REGULAGEM E CALIBRAÇÃO
  • 24. 24 • Avaliação da aplicação: – Um dos métodos utilizados é a utilização de papéis hidrossensíveis; – Devem ser posicionados no ponteiro, terço médio e baixeiro; – As analises são realizadas por scanners; – A densidade de gotas por cm² é definida pela média dos três pontos; – O ideal seria termos 70 % das gotas no ponteiro, 20% no terço médio e 10% no baixeiro. MAQUINÁRIO – AVALIAÇÃO
  • 25. 25 • Densidade de gotas ideal para cada classe de produto: MAQUINÁRIO – AVALIAÇÃO CLASSE DO PRODUTO GOTAS / CM² Fungicidas – sistêmicos/ multissítios e herbicidas de contato 90 a 150 gotas Inseticidas 70 a 100 gotas Herbicidas sistêmicos e pre- emergentes 30 a 60 gotas Esquematizado por Jiordane Medeiros.
  • 27. 27 • Ex. TELEMETRIA – A telemetria é uma técnica que usa diferentes tecnologias para coletar e compartilhar remotamente dados sobre equipamentos e máquinas agrícolas. Para isso, você terá um conjunto de dispositivos conectados, como sensores de temperatura, umidade relativa e pressão de óleo, além do GPS. – Esse registro informa o que foi feito, quando e onde foi realizada a operação . Ele gera um diagnóstico do equipamento e levanta informações importantes para o agricultor realizar a gestão da operação e tomar decisões sobre futuras operações. Tudo fica claro com relatórios diários das operações de toda a frota de pulverizadores na tela do computador, ou até mesmo no smartphone ou tablet. TECNOLOGIAS EMPREGADAS FONTE: Blog -JACTO.
  • 28. 28 • Ex. ELETROVORTEX – O Eletrovortex é uma tecnologia que combina técnicas de assistência de ar e carregamento eletroestático de gotas para aprimorar a pulverização. Ele permite que o defensivo alcance mesmo as partes mais baixas da cultura. – Isso ocorre porque, quando as gotas passam pelo eletrodo, elas adquirem carga negativa. Já que as plantas apresentam uma carga neutra, as gotas com carga negativa tendem a ser atraídas pelas cargas neutras da cultura. Dessa forma, a deposição de produtos na superfície foliar é aprimorada. TECNOLOGIAS EMPREGADAS FONTE: Blog -JACTO.
  • 29. 29 • Ex. PWM – PWM (Pulse Width Modulation) é uma tecnologia utilizada em válvulas eletrônicas que, basicamente, controla a abertura das mesmas de forma muito rápida e são medidas em Hertz (por exemplo, 30 hertz significa que a válvula vai abrir e fechar 30 vezes por segundos) de modo que não há falhas na pulverização e com a principal função de aumentar a precisão de controle da vazão dos bicos preservando as características de tamanho de gotas pelos bicos, mesmo com o pulverizador variando a velocidade de deslocamento. TECNOLOGIAS EMPREGADAS FONTE: Blog -JACTO.
  • 30. 30 • O momento ideal de aplicação vai ser com base em vários fatores que vimos durante a apresentação, como as condições climáticas, as características fisíco- químicas de um produto ou das características do seu alvo. • É através de cada detalhe e do conhecimento que faremos uma aplicação eficaz! MOMENTO DE APLICAÇÃO
  • 31. Entre em contato conosco: www.geagra.com geagracontato@gmail.com GEAGRA UFG @geagraufg UNINDO CONHECIMENTO EM PROL DA AGRICULTURA! TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO jiordanemdc@gmail.com