O documento discute a Sátira VI de Juvenal, que critica as mulheres romanas por sua falta de fidelidade conjugal. Juvenal evoca um passado idealizado onde a virtude e a simplicidade reinavam. Na sátira, ele tenta convencer seu amigo Póstumo a não se casar, argumentando que o adultério e a devassidão são normais desde a Idade de Prata e que uma esposa trará apenas sofrimento.