GÊNERO TEXTUAL: CONTO
PROF: LARISSA LIMA
O conto é um gênero literário
que possui narrativa curta e tem
sua origem da necessidade
humana de contar e ouvir histórias.
Passa por narrativas orais de povos
antigos, trilhando pelos gregos e
romanos, pelas lendas orientais,
parábolas bíblicas, novelas
medievais, até chegar a nós como
é conhecido hoje.
CARACTERÍSTICA
SDOCONTO
Narrativa curta;
Concisão[linguagem clara e direta];
Enredo único;
Simplicidade;
Curto espaço de tempo;
Poucos personagens;
Um único acontecimento relevante.
TIPOS
DE CONTO
O conto é classificado como um
gênero narrativo, ou seja, um tipo
de narração. No entanto, existem
vários tipos de contos dependendo
dos elementos que compõem a
história e de como ela pode
terminar, dando subgêneros a eles.
*CONTOREALISTA
*CONTOS
POPULARES
São os que narram situações
realistas e não imaginárias.
São os que narram histórias
transmitidas de uma geração
para outra.
EXEMPLO DE CONTO REALISTA
EXEMPLO DE CONTOS POPULARES
O Menino e o Padre
Um padre andava pelo sertão, e certa vez com muita sede,
aproximou-se duma cabana, e chamou por alguém de dentro.
Veio então lhe atender, um menino muito mirrado.
– Bom dia meu filho, você não tem por aí uma aguinha aqui pro
padre?
– Água tem não senhor, aqui só tem um pote cheio de garapa de
açúcar, se o senhor quiser… – disse o menino.
– Serve, vá buscar. – pediu-lhe o padre.
E o menino trouxe a garapa dentro de uma cabaça. O padre bebeu
bastante e o menino ofereceu mais. Meio desconfiado, mas como
estava com muita sede o padre aceitou.
Depois de beber, o padre curioso perguntou ao menino:
– Me diga uma coisa, sua mãe não vai brigar com você por
causa dessa garapa?
– Briga não senhor. Ela não quer mais essa garapa,
porque tinha uma barata morta dentro do pote.
Surpreso e revoltado, o padre atirou a cabaça no chão
e esta quebrou-se em mil pedaços, e exclamou:
– Moleque danado, por que não me avisou antes?
O menino olhou desesperado para o padre, e então
disse em tom de lamento:
– Agora sim eu vou levar uma surra das grandes, o
senhor acaba de quebrar a cabacinha de vovó
fazer xixi dentro!
Nota: Conto regional do nordeste, muito conhecido
em todo interior de Pernambuco ao Maranhão.
Origem desconhecida.
*CONTOS
FANTÁSTICOS
*CONTOSDEFICÇÃO
CIENTÍFICA
 São narrativas breves de ficção que extrapolam o real,
contendo elementos, personagens ou acontecimentos
mágicos / sobrenaturais e provocando o
estranhamento no leitor.
 Caracterizado por ter, em seu enredo,
elementos que não existem em nossa
realidade, mas que poderiam existir
devido ao avanço científico e tecnológico.
EXEMPLO DE CONTOS FANTÁSTICOS
O País das quimeras
(MACHADO DE ASSIS)
Nessa obra, o narrador conta a história de Tito, um poeta
pobre e romântico que abre mão de seus versos por dinheiro.
Eles são comprados por um “sujeito rico, maníaco pela fama
de poeta”. Além disso, Tito está apaixonado, mas não é
correspondido. O poeta vê-se entre dois caminhos possíveis
— morrer ou partir —, quando surge “uma criatura celestial,
vaporosa, fantástica, trajando vestes alvas, nem bem de pano,
nem bem de névoas, uma coisa entre as duas espécies, pés
alígeros, rosto sereno e insinuante, olhos negros e cintilantes,
cachos louros do mais leve e delicado cabelo, a caírem-lhe
graciosos pelas espáduas nuas, divinas”.
EXEMPLO DE CONTOS DE FICÇÃO CIENTÍFICA
(“Reason“, 1941)
O primeiro conto da lista é Razão (do livro
“Eu, robô”), do consagrado Isaac Asimov, em
que acompanhamos a tentativa de um
androide de compreender sua própria origem
e propósito. Recém-construído por dois
humanos numa estação espacial, o robô não
acredita que seres cuja inteligência fosse tão
menor que a dele próprio pudessem tê-lo
criado, a despeito das inúmeras evidências
que seus criadores apresentam para
convencê-lo do contrário.
*CONTOSDEFADA
*CONTOSDE
TERROR
 São narrativas curtas que possuem um
elemento “maravilhoso” em sua
composição, ou seja, algo mágico ou
sobrenatural. Não existem explicações
para as intervenções sobrenaturais que
ocorrem na narrativa; tanto personagens,
quanto narrador e mesmo o leitor não se
impressionam com o que ocorre.
São os que narram histórias cheias
de mistérios, suspense e medo.
EXEMPLO DE CONTOS DE FADAS
A bela e a fera (1740)
O conto é de origem francesa e foi escrito
originalmente por Gabrielle-Suzanne
Barbot.
A versão do conto que se popularizou é
uma adaptação feita por Jeanne-Marie
LePrince de Beaumont em 1756, e fala
sobre a relação entre uma criatura (a fera)
que se apaixona por uma jovem (a bela).
Ao ter seu amor correspondido, a criatura
se vê livre de um feitiço que a
transformara em um monstro e volta
finalmente à sua forma humana.
EXEMPLO DE CONTOS DE TERROR
A Sombra, Edgar Allan Poe
Vós, que me ledes, estais ainda
entre os vivos; mas eu, que escrevo,
terei desde há muito partido para o
mundo das sombras. Na verdade,
estranhas coisas virão, inúmeras
coisas secretas serão reveladas, e
muitos séculos decorrerão antes
que estas notas sejam lidas pelos
homens.
*CONTOSINFANTIS
*CONTOSINFANTO-
JUVENIL
 São os que narram histórias para crianças
e que têm a intenção de transmitir uma
lição moral.
 São narrativas voltadas para jovens e crianças.
Normalmente, a linguagem utilizada nesses
contos é mais simples, e as temáticas são
relacionadas a conflitos comuns na vida de seus
leitores-alvo.
*CONTOSDE
HUMOR
*CONTOS
PSICOLÓGICOS
 São os que narram histórias que têm
como objetivo divertir os leitores.
 São os que narram histórias que envolvem
lembranças e sentimentos, e têm a intenção
de levar o leitor a refletir.
ELEMENTOS
DO
CONTO
Para que uma narrativa seja
considerada um conto, alguns
elementos são muito importantes:
personagens, narrador, tempo,
espaço, enredo e conflito.
PERSONAGENS
 As narrativas (reais ou fictícias) precisam ter um
ou mais seres vivenciando sua história. Esses
seres podem ser pessoas ou, até mesmo,
animais, objetos e seres imaginários que
ganham vida e consciência para viver aquela
história — são as personagens da narrativa.
 PROTAGONISTA
 ANTAGONISTA
 COADJUVANTE
NARRADOR
 É a voz que conta a história dentro da narrativa. O
narrador pode contar a história de três maneiras:
 Narrador-personagem: quando uma das personagens
que vivencia a história faz, também, o papel de narrador, ou
seja, uma das personagens narra a história. (1° pessoa)
 Narrador-observador: esse tipo de narrador não
participa da história. Ao invés disso, ele é apenas uma “voz”
contando o que acontece, narrando a história. (3° pessoa)
 Narrador-onisciente: assim como o observador, ele não
participa da história. Entretanto, essa “voz” é onisciente, ou
seja, sabe de tudo no universo daquela narrativa: ela sabe (e
pode contar) o que as personagens estão pensando e
sentindo. (3° pessoa)
TEMPO
As narrativas passam-se em um período determinado: trata-
se do tempo de duração entre o início e o final da
narrativa e da época em que a narrativa ocorre.
 Cronológico: Quando a ordem do tempo segue
a ordem do relógio. É marcado por algumas
palavras como: Ontem, semanas depois, ao meio
dia, etc.
 Psicológico: É o tempo que ocorre quando o
personagem se encontra sonhando, imaginando,
relembrando ou pensando. Trata-se do tempo
“interior” que ocorre dentro dos personagens.
ESPAÇO
Assim como o tempo, as narrativas
precisam ocorrer em um espaço, descrito
explicita ou implicitamente, onde as
personagens situam-se.
ENREDO
É o que acontece na história, ou
seja, a sequência de ações que faz
com que a narrativa exista e tenha
uma estrutura: um começo, um meio
e um fim.
CONFLITO
É uma situação gerada por uma das
ações iniciais (ou em uma das ações
iniciais) e que faz com que outras ações
sejam tomadas pelas personagens para
solucionar o problema. Essa sequência
de ações forma o enredo e, geralmente,
deixa o começo da narrativa diferente do
final.
ESTRUTURA DO
CONTO
•Introdução (ou apresentação/equilíbrio inicial): é o início da
narrativa. Nela, podemos descobrir o contexto da narrativa: quem
são as personagens, qual é o espaço e o tempo nos quais a
história vai ser narrada e quais são os primeiros acontecimentos
dela.
•Desenvolvimento (ou complicação/surgimento do conflito):
apresenta as ações que modificam o estado inicial da narrativa.
Vemos o conflito (situação-problema) que fará as personagens
agirem para resolvê-lo.
•Clímax: é o momento de maior tensão, quando o problema está
no auge e as ações tomadas definirão o rumo da história.
•Conclusão (ou desfecho/solução do conflito): como o nome já
diz, é o final da história, que será provavelmente diferente de
como ela começou. Pode mostrar que o problema foi solucionado
ou não, dependendo muito mais do tipo de conto que estamos
lendo.Vamos conhecer esses tipos a seguir.
QUESTÕES PROPOSTAS
GÊNERO TEXTUAL CONTO
Analisar a música “ Eduardo e Mônica” de Legião Urbana e perceber se ela
conta uma história. Vamos assistir ao vídeo dela?
www.youtube.com/watch?v=K-fCDnDQo88
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  • 1.
  • 2.
    O conto éum gênero literário que possui narrativa curta e tem sua origem da necessidade humana de contar e ouvir histórias. Passa por narrativas orais de povos antigos, trilhando pelos gregos e romanos, pelas lendas orientais, parábolas bíblicas, novelas medievais, até chegar a nós como é conhecido hoje.
  • 3.
    CARACTERÍSTICA SDOCONTO Narrativa curta; Concisão[linguagem clarae direta]; Enredo único; Simplicidade; Curto espaço de tempo; Poucos personagens; Um único acontecimento relevante.
  • 4.
    TIPOS DE CONTO O contoé classificado como um gênero narrativo, ou seja, um tipo de narração. No entanto, existem vários tipos de contos dependendo dos elementos que compõem a história e de como ela pode terminar, dando subgêneros a eles.
  • 5.
    *CONTOREALISTA *CONTOS POPULARES São os quenarram situações realistas e não imaginárias. São os que narram histórias transmitidas de uma geração para outra.
  • 6.
  • 7.
    EXEMPLO DE CONTOSPOPULARES O Menino e o Padre Um padre andava pelo sertão, e certa vez com muita sede, aproximou-se duma cabana, e chamou por alguém de dentro. Veio então lhe atender, um menino muito mirrado. – Bom dia meu filho, você não tem por aí uma aguinha aqui pro padre? – Água tem não senhor, aqui só tem um pote cheio de garapa de açúcar, se o senhor quiser… – disse o menino. – Serve, vá buscar. – pediu-lhe o padre. E o menino trouxe a garapa dentro de uma cabaça. O padre bebeu bastante e o menino ofereceu mais. Meio desconfiado, mas como estava com muita sede o padre aceitou. Depois de beber, o padre curioso perguntou ao menino: – Me diga uma coisa, sua mãe não vai brigar com você por causa dessa garapa?
  • 8.
    – Briga nãosenhor. Ela não quer mais essa garapa, porque tinha uma barata morta dentro do pote. Surpreso e revoltado, o padre atirou a cabaça no chão e esta quebrou-se em mil pedaços, e exclamou: – Moleque danado, por que não me avisou antes? O menino olhou desesperado para o padre, e então disse em tom de lamento: – Agora sim eu vou levar uma surra das grandes, o senhor acaba de quebrar a cabacinha de vovó fazer xixi dentro! Nota: Conto regional do nordeste, muito conhecido em todo interior de Pernambuco ao Maranhão. Origem desconhecida.
  • 9.
    *CONTOS FANTÁSTICOS *CONTOSDEFICÇÃO CIENTÍFICA  São narrativasbreves de ficção que extrapolam o real, contendo elementos, personagens ou acontecimentos mágicos / sobrenaturais e provocando o estranhamento no leitor.  Caracterizado por ter, em seu enredo, elementos que não existem em nossa realidade, mas que poderiam existir devido ao avanço científico e tecnológico.
  • 10.
    EXEMPLO DE CONTOSFANTÁSTICOS O País das quimeras (MACHADO DE ASSIS) Nessa obra, o narrador conta a história de Tito, um poeta pobre e romântico que abre mão de seus versos por dinheiro. Eles são comprados por um “sujeito rico, maníaco pela fama de poeta”. Além disso, Tito está apaixonado, mas não é correspondido. O poeta vê-se entre dois caminhos possíveis — morrer ou partir —, quando surge “uma criatura celestial, vaporosa, fantástica, trajando vestes alvas, nem bem de pano, nem bem de névoas, uma coisa entre as duas espécies, pés alígeros, rosto sereno e insinuante, olhos negros e cintilantes, cachos louros do mais leve e delicado cabelo, a caírem-lhe graciosos pelas espáduas nuas, divinas”.
  • 11.
    EXEMPLO DE CONTOSDE FICÇÃO CIENTÍFICA (“Reason“, 1941) O primeiro conto da lista é Razão (do livro “Eu, robô”), do consagrado Isaac Asimov, em que acompanhamos a tentativa de um androide de compreender sua própria origem e propósito. Recém-construído por dois humanos numa estação espacial, o robô não acredita que seres cuja inteligência fosse tão menor que a dele próprio pudessem tê-lo criado, a despeito das inúmeras evidências que seus criadores apresentam para convencê-lo do contrário.
  • 12.
    *CONTOSDEFADA *CONTOSDE TERROR  São narrativascurtas que possuem um elemento “maravilhoso” em sua composição, ou seja, algo mágico ou sobrenatural. Não existem explicações para as intervenções sobrenaturais que ocorrem na narrativa; tanto personagens, quanto narrador e mesmo o leitor não se impressionam com o que ocorre. São os que narram histórias cheias de mistérios, suspense e medo.
  • 13.
    EXEMPLO DE CONTOSDE FADAS A bela e a fera (1740) O conto é de origem francesa e foi escrito originalmente por Gabrielle-Suzanne Barbot. A versão do conto que se popularizou é uma adaptação feita por Jeanne-Marie LePrince de Beaumont em 1756, e fala sobre a relação entre uma criatura (a fera) que se apaixona por uma jovem (a bela). Ao ter seu amor correspondido, a criatura se vê livre de um feitiço que a transformara em um monstro e volta finalmente à sua forma humana.
  • 14.
    EXEMPLO DE CONTOSDE TERROR A Sombra, Edgar Allan Poe Vós, que me ledes, estais ainda entre os vivos; mas eu, que escrevo, terei desde há muito partido para o mundo das sombras. Na verdade, estranhas coisas virão, inúmeras coisas secretas serão reveladas, e muitos séculos decorrerão antes que estas notas sejam lidas pelos homens.
  • 15.
    *CONTOSINFANTIS *CONTOSINFANTO- JUVENIL  São osque narram histórias para crianças e que têm a intenção de transmitir uma lição moral.  São narrativas voltadas para jovens e crianças. Normalmente, a linguagem utilizada nesses contos é mais simples, e as temáticas são relacionadas a conflitos comuns na vida de seus leitores-alvo.
  • 16.
    *CONTOSDE HUMOR *CONTOS PSICOLÓGICOS  São osque narram histórias que têm como objetivo divertir os leitores.  São os que narram histórias que envolvem lembranças e sentimentos, e têm a intenção de levar o leitor a refletir.
  • 17.
    ELEMENTOS DO CONTO Para que umanarrativa seja considerada um conto, alguns elementos são muito importantes: personagens, narrador, tempo, espaço, enredo e conflito.
  • 18.
    PERSONAGENS  As narrativas(reais ou fictícias) precisam ter um ou mais seres vivenciando sua história. Esses seres podem ser pessoas ou, até mesmo, animais, objetos e seres imaginários que ganham vida e consciência para viver aquela história — são as personagens da narrativa.  PROTAGONISTA  ANTAGONISTA  COADJUVANTE
  • 19.
    NARRADOR  É avoz que conta a história dentro da narrativa. O narrador pode contar a história de três maneiras:  Narrador-personagem: quando uma das personagens que vivencia a história faz, também, o papel de narrador, ou seja, uma das personagens narra a história. (1° pessoa)  Narrador-observador: esse tipo de narrador não participa da história. Ao invés disso, ele é apenas uma “voz” contando o que acontece, narrando a história. (3° pessoa)  Narrador-onisciente: assim como o observador, ele não participa da história. Entretanto, essa “voz” é onisciente, ou seja, sabe de tudo no universo daquela narrativa: ela sabe (e pode contar) o que as personagens estão pensando e sentindo. (3° pessoa)
  • 20.
    TEMPO As narrativas passam-seem um período determinado: trata- se do tempo de duração entre o início e o final da narrativa e da época em que a narrativa ocorre.  Cronológico: Quando a ordem do tempo segue a ordem do relógio. É marcado por algumas palavras como: Ontem, semanas depois, ao meio dia, etc.  Psicológico: É o tempo que ocorre quando o personagem se encontra sonhando, imaginando, relembrando ou pensando. Trata-se do tempo “interior” que ocorre dentro dos personagens.
  • 21.
    ESPAÇO Assim como otempo, as narrativas precisam ocorrer em um espaço, descrito explicita ou implicitamente, onde as personagens situam-se.
  • 22.
    ENREDO É o queacontece na história, ou seja, a sequência de ações que faz com que a narrativa exista e tenha uma estrutura: um começo, um meio e um fim.
  • 23.
    CONFLITO É uma situaçãogerada por uma das ações iniciais (ou em uma das ações iniciais) e que faz com que outras ações sejam tomadas pelas personagens para solucionar o problema. Essa sequência de ações forma o enredo e, geralmente, deixa o começo da narrativa diferente do final.
  • 24.
    ESTRUTURA DO CONTO •Introdução (ouapresentação/equilíbrio inicial): é o início da narrativa. Nela, podemos descobrir o contexto da narrativa: quem são as personagens, qual é o espaço e o tempo nos quais a história vai ser narrada e quais são os primeiros acontecimentos dela. •Desenvolvimento (ou complicação/surgimento do conflito): apresenta as ações que modificam o estado inicial da narrativa. Vemos o conflito (situação-problema) que fará as personagens agirem para resolvê-lo. •Clímax: é o momento de maior tensão, quando o problema está no auge e as ações tomadas definirão o rumo da história. •Conclusão (ou desfecho/solução do conflito): como o nome já diz, é o final da história, que será provavelmente diferente de como ela começou. Pode mostrar que o problema foi solucionado ou não, dependendo muito mais do tipo de conto que estamos lendo.Vamos conhecer esses tipos a seguir.
  • 29.
  • 30.
    Analisar a música“ Eduardo e Mônica” de Legião Urbana e perceber se ela conta uma história. Vamos assistir ao vídeo dela? www.youtube.com/watch?v=K-fCDnDQo88